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Edição n. 32 do CH NotÍcias - Fevereiro/2018

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Jornal espírita da Casa dos Humildes, Recife/PE

Publicada em: Espiritual
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Edição n. 32 do CH NotÍcias - Fevereiro/2018

  1. 1. Recife, Fevereiro de 2018 - Ano III - nº 32 CH Notícias Recife, Fevereiro de 2018 - Ano III - nº 32 CH Notícias Leia todas as edições do CH Notícias no Blog: blogchnoticias.blogspot.com.br “A Verdade” Por vezes a verdade é lenta para propagar-se; mas, desde que começa a despontar, cresce sem cessar e não perece, porque a verdade é eterna, e é eterna porque emana de Deus. Só o erro é perecível, porque vem dos homens. O pro- gresso é a lei da Humanidade. Ora, a Humanidade não pode progredir senão à medida que descobre a verdade. Uma vez feita à descoberta, está adquirida e inquebrantável. Que teoria poderia hoje prevalecer contra a lei do movimento dos astros, da formação da Terra e tantas outras? A filosofia só é mutável porque é o produto de sistemas criados pe- los homens; só terá estabilidade quando tiver adquirido a precisão da verdade matemática. Se, pois, um sistema, uma teoria, uma doutrina qualquer, filosófica, religiosa ou social, marchar para o declínio, é prova certa de que não está com a verdade absoluta. Em todas as religiões, sem excetuar o Cristianismo, o elemento divino é imperecível; o elemento humano cai, se não estiver em harmonia com a lei do pro- gresso; mas como o progresso é incessante, resulta que, nas religiões, o elemento humano deve modificar-se, sob pena de perecer; só o elemento divino é invariável. Vede-o na lei mosaica: as tábuas do Sinai estão de pé, tornando-se cada vez mais o código da Humanidade, enquanto o resto já fez seu tempo. Trecho do discurso proferido por Allan Kardec na sessão da Sociedade consagrada à memória do Sr. Bruneau.-Revista Espirita, dezembro de 1864. Pág 01 Pág 01 Pág 02 Pág 03 Pág 05 Pág 05 Pág 06 Pág 06 Pág 06 Pág 06 Pág 07 Pág 08 Pág 09 Pág 09 Pág 10 Pág 11
  2. 2. JULGAR... ATITUDE CRISTÃ? Ingrid Cavalcanti Ao se estudar o Evangelho é preciso se ter cuidado com o uso que se fará do conhecimento adquirido. É necessário lembrar-se que o ser humano se encontra, ainda, em um estágio evolutivo no qual é perfeitamente capaz de enxergar o argueiro no olho de seus irmãos, contudo não tem a capacidade de enxergar a trave em seu próprio olho1 . É preciso exercitar-se a caridade, a misericórdia e a benevolência, devendo-se vigiar o orgulho e a vaidade de se deter um fragmento de entendimento das mensagens do Pai. É buscar ao invés de censurar e apontar os erros de seu próximo, guiá-lo ao entendimento de suas más tendências através do exemplo, através de suas atitudes, para que ele desse modo possa trabalhar em sua reforma íntima. O encontro desse equilíbrio não vem de maneira fácil, afinal, ao se estudar o Evangelho pelo prisma do espiritismo há um despertar e uma empolgação para trazê-lo à sua realidade, embora esse despertar esteja dentro das limitações evolutivas de cada ser. Sendo comum a adoção de uma postura de análise sobre a realidade e, também, sobre o pró- ximo, quando dever-se-ia primeiramente analisar-se a si mesmo e suas próprias imperfeições. Não se está com isso dizendo que é uma atitude sensata “fechar os olhos” às atitudes não cristãs de nosso próximo, sendo inclusive um dever auxiliá-lo, contudo, sem julgá-lo e condená-lo em um tribunal íntimo, ou mesmo, por vezes, público. Jesus, ao ser colocado na posição de juiz da mulher adúltera fez uso de seu bom senso e amor incondicional permi- tindo que os presentes a julgassem desde que antes olhassem para si e vissem também seus erros. Eis que o resultado foi o da absolvição daquela mulher perante seus irmãos juízes, tão imperfeitos quanto ela, e Jesus cuja autoridade moral permitiria uma ação enérgica sobre todos, fez uso da misericórdia, benevolência e caridade, permitindo a todos um momento de reflexão profunda e ofereceu à ré daquele tribunal a liberdade de seguir sua caminhada evo- lutiva com o sábio ensinamento de que não pecasse mais. Assim sendo, toda prudência ao se adotar uma postura de juiz do próximo. Será que se a humanidade já fosse detentora da sua autoridade moral haveriam julgamentos tão severos das imperfeições alheias? Imperfeições estas que podem refletir àquele que está julgando seu próximo, e talvez por isso incomodem tanto aquele “juiz”. Como disse Jesus: “bem-aventurados os que são misericordiosos, porque obterão misericórdia”2 , a misericórdia de suas próprias consciências, porque Deus em sua grandeza infinita não julga seus filhos, apenas os ama. ______________________________________________________________________________________________ 1 Mateus 7:3-5. 2 Mateus 5:7.
  3. 3. Yvonne do Amaral Pereira (YPHONE na certidão de nascimento) nasceu na antiga Villa de Santa Thereza de Valença, no sítio do Rapa-queijo, hoje Rio das Flores, sul do es- tado do Rio de Janeiro, às 6 horas da manhã. O pai, um pequeno negociante, Manoel José Pereira Filho e a mãe Elizabeth do Amaral Pereira. Teve 5 irmãos mais moços e um mais velho, filho do primeiro casamento da mãe. Recém-nascida, com apenas 29 dias, teve um acesso de tosse que a sufocou, deixan- do-a em estado de catalepsia, em que se manteve por seis horas. O médico e o farmacêu- tico da localidade chegaram a atestar o óbito por sufocação. A família preparou o corpo da bebê para o velório, colocando-lhe um vestido branco e azul, adornando-a com uma grinalda, e encomendaram o pequeno caixão branco. Vendo que se aproximava a hora do enterro, sua mãe retirou-se para o interior da residência da família para orar. Quando voltou ao aposento e acariciou a bebê que ainda estava no berço, ela acordou chorando O pai, generoso de coração, desinteressado dos bens materiais, entrou em falência por três vezes, pois favorecia os fregueses em prejuízo próprio. Mais tarde tornou-se funcio- nário público, cargo que ocupou até sua desencarnação, em 1935. O lar sempre foi pobre o modesto, conheceu dificuldades inerentes ao seu estado social, o que, segundo ela, a beneficiou muito, pois bem cedo se alheou das vaidades mundanas e compreendeu as ne- cessidades do próximo. O exemplo de conduta dos pais teve influência capital no futuro comportamento da médium. Era comum albergar na casa pessoas necessitadas e mendigos. Toda sua vida foi de renúncias e dedicação aos sofredores. Desde os cinco anos de idade, passou a ter percepções mediúnicas. Via os Espíritos com tal nitidez que, por vezes, confundia a si mesma e aos seus familiares. As lembranças de vida anterior não contribuíram menos para lhe causar tormentos pois, à tarde, ao ser banhada, ela exigia o vestido bonito e reclamava pela carruagem que a deveria levar a passeio. O seu lar era espírita. Aos 8 anos teve o primeiro contato com um livro espírita. Aos 12, o pai deu-lhe de presente “O Evange- lho segundo o Espiritismo” e o “Livro dos Espíritos”, que a acompanharam pelo resto da vida, sendo a sua leitura repetida, um bálsamo nas horas difíceis. Aos 13 anos começou a freqüentar as sessões práticas de Espiritismo, que muito a encantavam, pois via os espíritos comunicantes. Yvonne teve como estudos apenas o antigo curso primário (atual primeiro segmento do ensino fundamental). Devido às difi- culdades financeiras da família não conseguiu prosseguir nos estudos. Para auxiliar a família, e o próprio sustento, dedicou-se à costura e ao bordado, e ao artesanato de rendas e flores. Tendo cultivado desde a infância o estudo e a leitura, completou a sua formação como autodidata, pela leitura de livros e periódicos. Aos dezesseis anos já tinha lido obras clássicas de Goethe, Bernar- do Guimarães, José de Alencar, Alexandre Herculano, Arthur Conan Doyle e outros. Yvonne era uma mulher corajosa. A pedido da Federação Espírita Brasileira – FEB escreveu, em 1982, sua própria biografia, detalhando suas lutas, seus percalços, que foi publicada na Revista Reformador, da FEB. Não temeu informar que ela própria era a personagem de muitas das histórias e romances escritos mediunicamente, por seu intermédio, descrevendo sua trajetória de acertos e desajustes, desde o ano 40 da Era cristã à atualidade, conforme os registros em Sublimação (Lygia/ Nina/ Leila); Nas voragens do pecado (Ruth–Carolina); O cavaleiro de Numiers (Berthe de Soumerville); O drama da Bretanha (Andrea de Guzmann). O casamento não fez parte de sua vida, embora ela tenha insistido com alguns namoros que, conforme confessou, somente dissabores lhes trouxeram à alma. Médium psicógrafa, receitista, de desdobramento, psicofonia, vidência, de efeitos físicos (materializações), era amiga dos suicidas. Lia os jornais e anotava em caderno especial o nome dos que descobria terem tirado a própria vida, orando por eles, diariamente, sabedora das dores que os alcançavam. Isso lhe granjeou muitas amizades espirituais. Trabalhou sempre, mesmo quando as condições lhe eram mais adversas. Quan- do, no Rio de Janeiro, não foi aceita em vários centros espíritas, trabalhou sozinha, fornecendo receituário mediúnico e os medi- camentos, realizando aulas de evangelização a crianças, psicografando. Aplicava injeções em doentes pobres. Costurava para eles. Estabeleceu aulas de costura e bordados a moças e meninas de favela próxima de onde residia. Manteve-se fiel à FEB, mesmo após ter tido suas duas primeiras produções mediúnicas rejeitadas (Memórias de um suicida e Amor e Ódio). Reconheceu que fora o Alto que tornara seu instrumento Manuel Quintão, pois faltava conteúdo doutrinário ao Memórias. Léon Denis, o Apóstolo do Espiritismo, seria quem lhe daria a feição doutrinária necessária. Yvonne teve oportunidade de saber da reencarnação de seu grande amor, um amor de várias reencarnações, chegando a se corresponder com ele, em Esperanto e orientá-lo, após a morte física. Ele nascera na Polônia. A descrição dos encontros espirituais desses dois Espíritos é sublime. Possivelmente, para o coração de Yvonne, os poucos mo- mentos de felicidade de que podia fruir, além das horas de trabalho psicográfico de literatura, que, confessava, eram de intensa felicidade, as únicas horas felizes que conheceu em sua vida. Eram oportunidades de convívio com os Espíritos. Dedicou cinquenta e quatro anos e meio às curas através do receituário homeopático, passes e preces. Curou obsessões, sem- pre assistida por Espíritos de alta envergadura como Bezerra de Menezes, Bittencourt Sampaio, Charles, Roberto de Canallejas. Foi oradora espírita durante quarenta e quatro anos. Disciplinada, diariamente, matinha um trabalho de irradiações, que rea- lizava a sós, com seus guias.
  4. 4. Nessas verdadeiras sessões, ela lia trechos da Doutrina Espírita, oferecendo-os aos desencarnados, desejando que pudessem se esclarecer e se ilustrar com as leituras. Atuou orientando médiuns e Centros Espíritas, reconciliando cônjuges, reequilibrando lares desarmonizados, consolando co- rações, evitando suicídios e esclarecendo Espíritos sofredores. Estudiosa da Doutrina Espírita, na Codificação alicerçava todo seu trabalho, seguindo fielmente as prescrições de O livro dos médiuns, no exercício da própria faculdade. Yvonne retornou ao Mundo Espiritual no dia 9 de março de 1984, tendo desencarnado no Hospital da Lagoa, no Rio de Janei- ro. Deixou um legado de extraordinárias obras: Memórias de um Suicida (1955); Amor e Ódio (1956); Devassando o Invisível (1964); Recordações da Mediunidade (1964); Sublimação (1973); e A Luz do Consolador (1987) entre muitas outras além de artigos publicados na revista Reformador sob o pseudônimo Frederico Francisco em homenagem ao amigo F.F. Chopin.
  5. 5. Ciclos Guttemberg A. C. Cruz Em todas as instâncias de nossas vidas nos deparamos com os ciclos. Ciclos das águas, ciclo de Krebs, ciclo dos átomos... tudo marcado pelo início, meio e fim e mais atualmente recomeço. Mas como nossas vidas se encaixam nessa temática? Como iniciamos esse processo tão demorado e tão penoso de falhas e acertos? Vivenciamos um aprendizado calcado nos íngremes percalços do mal. Limitados nas nossas capacidades, caímos e levantamos e caímos novamente até nos modificarmos a índole e iniciarmos um novo ciclo de aprendizado. Desde as manifestações humanas nas cavernas, cultuadas nos primórdios da mediunidade, o homem iniciou esse ciclo até conseguir um auge de experiências sensoriais, nas quais nos atestam as várias passagens bíblicas. No decorrer dos tempos, iniciou-se um ciclo de decadência dessas manifestações na lúgubre passagem pela Idade Média. Agora iniciamos um novo ciclo de vivências espirituais; mais responsáveis, mais embasadas e mais amorosas. Os contextos nos levam a essa nova realidade, com a mídia mais atenta as manifestações espirituais, confirmamos nossos princípios em séries e filmes que abordam as bases da doutrina. Essa nova realidade vai se infiltrando nas mentes, para deixa-las mais susceptíveis a ensinamentos maiores e mais complexos. É o novo ciclo de despertar da humanidade, dos valores espirituais deixados e perseguidos na remota idade. São as novas ordens de elevação e de valores. E como terminará esse ciclo? Num renascer de uma nova era, elegante, simples e sincera, com habilidade para dizer mais sim do que não..., parafraseando para uma nova humanidade mais sensível a elegância moral, como nos lembra André Luiz, simples como as pombas, como adverte o Cristo e sincera, característica nobre de espíritos com- promissados com a verdade e extremamente solícitos para nossas necessidades. Se tudo em nossas vidas tem um ciclo, que os fechemos. O dia termina, o sol se vai, a lua vem. Na natureza, expressão maior do nosso Deus de amor, os ciclos precisam ser fechados de maneira responsável, consciente e amorosa. E como RECORDAR é viver e tem R de RECICLAR, que nada mais é do que REAVIVAR em nós os desejos do ser novo de novo, façamos uma reflexão sobre o que nos diz amo- rosamente o espírito verdade na questão 705 do L.E. “Desde que haja desperdiçado a metade dos produtos em satisfazer a fantasias, que motivos tem o homem para se espantar de nada encontrar no dia seguinte e para se queixar de estar desprovido de tudo, quando chegam os dias de penúria? ” Então tratemos de Reduzir nosso consumo, Reusar de forma criativa e inteligente os recursos que já usamos, e por fim Reciclar tudo, inclusive idéias e pensamentos que nos levam a estados de inércia inadequada em relação a evolução do nosso amado planetinha. Que sejamos homens novos sempre, pois precisamos deixar o “velho” ir para que haja espaço para o “novo” adentrar nossas vidas! Se tudo em nossas vidas tem um ciclo, que os fechemos. O dia termina, o sol se vai, a lua vem. Na natureza, expressão maior do nosso Deus de amor, os ciclos precisam ser fechados de maneira responsável, consciente e amorosa. E como RECORDAR é viver e tem R de RECICLAR, que nada mais é do que REAVIVAR em nós os desejos do ser novo de novo, façamos uma reflexão sobre o que nos diz amo- rosamente o espírito verdade na questão 705 do L.E. “Desde que haja desperdiçado a metade dos produtos em satisfazer a fantasias, que motivos tem o homem para se espantar de nada encontrar no dia seguinte e para se queixar de estar desprovido de tudo, quando chegam os dias de penúria? ” Então tratemos de Reduzir nosso consumo, Reusar de forma criativa e inteligente os recursos que já usamos, e por fim Reciclar tudo, inclusive idéias e pensamen- tos que nos levam a estados de inércia inadequada em relação a evolução do nosso amado planetinha. Que sejamos homens novos sempre, pois precisamos deixar o “velho” ir para que haja espaço para o “novo” adentrar nossas vidas!
  6. 6. Direção de palestra pública A FEB nos lembra, na publicação Orientação ao Centro Espírita, que uma reunião pública é uma palestra ou conferência voltada a esclarecer e consolar a população, tendo ainda como propósito divulgar a Doutrina Espírita em seus aspectos científico, filosófico e religioso. Vejamos o que sentem e pensam alguns dirigentes de reunião pública sobre a essa atividade: “Dirigir uma reunião pública não se resume a fazer as orações de abertura e encerramento e nem de transmitir os avisos. Lembremos que existe uma equipe espiritual que iniciou seu trabalho muito mais cedo, com muita seriedade e dedicação, preparando o ambiente para que seja o ideal para aquele momento de reflexão e tratamento para os nossos espíritos. Cabe aos dirigentes, se manter equilibrado, em sintonia com a espiritualidade, para que dê o tom, e atento para que de pronto, seja necessário auxiliar, alguma ocorrência extraordinária por parte dos ouvintes ou até em casos extremos, mostrar de maneira amorosa, mas firme, alguma possível discrepância com o trabalho de nossa casa, que possa ter sido abordada pelo palestrante. Não como juiz, mas como condutor de uma máquina que tem um trilho a percorrer. Graças a Deus, quase na totalidade das vezes, como tudo transcorre na paz, o trabalho do dirigente é absolutamente de suporte, discreto e “meio invisível”, como deve ser nas atividades de contribuição para as tarefas do Cristo.” Valéria Pessoa “O trabalho do dirigente das reuniões públicas é uma parceria. A receptividade para com o irmão expositor e para com o público, a primazia pelo ambiente, atentando para ordem de questões materiais e morais, a fim de contribuir para a preservação da psicosfera local previamente preparado pela espiritualidade maior. A atenção à palestra no sentido de emitir vibrações positivas, atentando para integridade doutrinária.” Elis Gusmão “É também através das reuniões públicas que os trabalhadores espíritas podem seguir o chamamento para pregar a palavra divina e divulgá-la em prol da esperança, do consolo, da fraternidade e do amor. Contribuir com essa divulgação e simultaneamente aprender com o Consolador prometido é um prazer indes- critível. Sou grata pela oportunidade” Juana Feitosa “O trabalho do dirigente para mim é uma benção, é maravilhoso, pois recebemos a serenidade e o equilíbrio dos espíritos amigos que trabalham conosco na seara de Jesus.” Anna Paula Borges “(...) Nenhum Espírito equilibrado, em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer apologia da loucura genera- lizada que adormece as consciências nas festas carnavalescas.” Emmanuel / Chico Xavier “(...) O espírita deve afastar-se de festas lamentáveis, como aquelas que assinalam a passagem do carnaval, inclusive as que se destaquem pelos excessos de gula, desregramento ou manifestações exteriores espetaculares”. André Luiz / Waldo Vieira Conduta Espirita “A humildade não está na pobreza, não está na indigência, na penúria, na necessidade, na nudez e nem na fome. A humildade está na pessoa que tendo o direito de reclamar, julgar, reprovar e tomar qualquer atitude compreensível no brio pessoal, apenas abençoa”. Emmanuel / Chico Xavier Psicofonia [Do grego psykhe, “espírito” + phone, “voz” + ia] Comunicação que um espírito faz por meio da voz do médium, da pes- soa que, para o espiritismo, é capaz de se comunicar com os espíritos de pessoas mortas. FOLIA Após uma quarta-feira de cinzas se torna propício falar sobre a festividade que ao menos oficialmente deve se encerrar hoje. A folia carna- valesca certamente ainda faz vibrar muitos corações, inclusive de irmãos que já tiveram a oportunidade de conhecer a doutrina espírita, será que esse fato os “condenaria”? Meus irmãos, a doutrina espírita nos traz o consolo do Evangelho, nos leva ao desenvolvimento de uma fé raciocinada e nos lembra que somos detentores do livre-arbítrio, por isso mesmo o espiritismo não impõe proibições. Ele nos leva a compreender que o carnaval é uma fes- tividade na qual se exaltam sensações materiais mais grosseiras, e como milhares de irmãos encarnados e desencarnados estarão vibrando em uníssono para a satisfação dessas sensações, se torna mais difícil aos irmãos que trabalham sob a luz de misericórdia do Pai intercederem em favor dos que estiverem nessa faixa vibratória. Desse modo, assim como em todas as decisões que serão realizadas ao longo da caminhada evolutiva de cada um, a decisão de ainda comun- gar com as festividades carnavalescas trará responsabilidades àqueles que dela resolverem participar. Paulo, em sua 1ª epístola aos Coríntios trouxe que: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam” (I Coríntios, 10: 23). Ou seja, irmãos, estudemos cada vez mais, para podermos tomar decisões e ter atitudes visando nosso aprimoramento moral e nossa consequente evolução espiritual. É uma faculdade muito útil na comunicação dos Espíritos necessitados de auxílio, porque, além de viabilizar o atendimento direto por meio do diálogo fraterno e esclarecedor, é possível envolver o sofredor em vibrações harmônicas do passe e da prece. (...) Os médiuns psicofônicos intuitivos são numerosos e predominam nas reuniões mediúnicas espíritas. Quando a manifestação psicofônica é mais intensa (transe menos superficial), o médium sofre junto com o sofredor e, não raro, deixa-se im- pregnar pelas vibrações desarmônicas que, sendo absorvidas, são somatizadas, mesmo após o encerramento da comunicação e afastamento do Espírito. Contudo, com a educação da faculdade mediúnica, o estudo contínuo e o esforço da melhoria moral, o médium aprende a neutralizar as vibrações, auxiliando eficazmente o necessitado espiritual.
  7. 7. Trecho da matéria entitulada “O estranho mundo dos suicidas”, escrita por Yvonne do Amaral Pereira, sob o pseu- dônimo de Frederico Francisco, publicada na revista Reformador, primeiramente no ano de 1964 (REFORMADOR, Rio de Janeiro, V.82, nº 3, p. 70, mar. 1964), e republicada na mesma revista em março de 1994 (REFORMADOR, v.112, nº 1980, pp. 88-89, mar. 1994). O estranho mundo dos suicidas Frederico Francisco Frequentemente somos procurados por iniciantes do Espiritismo, para explicações sobre este ou aquele ponto da Doutrina. Tantas são as perguntas, e tão variadas, que nos chegam, que chegamos à conclusão de que a dúvida e a desorientação que lavram entre os aprendizes da Terceira Revelação partem do fato de eles ainda não terem percebido que, para nos apossarmos dos seus legítimos ensinamentos, havemos de estabelecer um estudo metódico, parcelado, partindo da base da Doutrina, ou exposição das leis, e não do coroamento, exatamente como o aluno de uma escola iniciará o curso da primeira série e não da quarta ou quinta. Desconhecendo a longa série dos clássicos que expuseram as leis transcendentes em que se firmam os valores da mesma Dou- trina, não somente nos veremos contornados pela confusão, impossibilitados de um sadio discernimento sobre o assunto, como também o sofisma, tão perigoso em assuntos de Espiritismo, virá em nosso encalço, pois não saberemos raciocinar devidamente, uma vez que só a exposição das leis da Doutrina nos habilitará ao verdadeiro raciocínio. Procuraremos responder a uma dessas perguntas, uma vez que nos chegou através de uma carta, pergunta que nos afligiu profundamente, visto que fere assunto melindroso, dos mais graves que a Doutrina Espírita costuma examinar. A dita pergunta veio acompanhada de interpretações sofismadas, próprias daquele que ainda não se deu ao trabalho de investigar o assunto para deduzir com a segurança da lógica. Pergunta o missivista: - Um suicida por motivos nobres sofre os mesmos tormentos que os demais suicidas? Não haverá para ele uma misericórdia especial? E então respondemos: - De tudo quanto, até hoje temos estudado, aprendido e observado em torno do suicídio à luz da Doutrina Espírita, nada, absolutamente, nos tem conferido o direito de crer que existam motivos nobres para justificar o suicídio perante as leis de Deus. O que sabemos é que o suicídio é infração às leis de Deus, considerada das mais graves que o ser humano poderia praticar ante o seu Criador. Os próprios Espíritos de suicidas são unânimes em declarar a intensidade dos sofrimentos que experimentam, a amargura da situação em que se agitam, consequentes do seu impensado ato. Muitos destes, como o grande escritor Camilo Castelo Branco, que advertiu os homens em termos veementes, em memorável comunicação concedida ao antigo médium Fernando de Lacerda, afirmam que a fome, a desilusão, a pobreza, a desonra, a doença, a cegueira, qualquer situação, por mais angustiosa que seja, sobre a Terra, ainda seria excelente condição “comparada ao que de melhor se possa atingir pelos desvios do suicídio”. (...) ______________________________________________________________________________________ Yvonne do Amaral Pereira e seu primeiro contato com a Federação Espírita Brasileira Eis como Yvonne se refere ao assunto: “A primeira vez que visitei a FEB, levando uma obra mediúnica, esta não foi recebida, nem mesmo lida. Foi pelo ano de 1944, e quem me recebeu, no topo da escadaria principal, foi o Sr. Manuel Quintão, na época um dos seus diretores e examinadores das obras literárias a ele confiadas. Quando expliquei que levava dois livros ao exame da Federação (eram eles “Memórias de um Suicida” e “Amor e Ódio”), aque- le senhor cortou-me a palavra, dizendo: −Não, não e não! Aqui só entram livros mediúnicos de Chico Xavier. Estou muito ocupado, tenho duzentos livros para examinar e traduzir e não disponho de tempo para mais... E voltou a conversar com o Dr. Carlos Imbassahy, com quem falava à minha chegada. Retirei-me sem me agastar. Eu reconhecia a minha incapacidade e não insisti. Aliás, eu mesma não soubera compreender o enredo de “Memórias de um Suicida’”, acreditava tratar-se de uma grande mistificação e, silenciei. Em chegando à minha residência, tomei de uma caixa de fósforos e dos originais dos dois livros e dirigi-me ao quintal, a fim de queimá-los, pois nem mesmo tinha local conveniente para guardá-los. Mas, ao riscar o fósforo e aproximar as páginas da chama, vi, de súbito, o braço e a mão de um homem, transparentes e levemente azulados, estendidos como protegendo as páginas, e uma voz assustada, dizendo-me ao ouvido: “- Espera! Guarda-os! ”. Meu coração reconheceu-a como sendo de Bezerra de Menezes. Certa manhã, porém, após as preces e o receituário que eu fazia em meu humilde domicílio, para os necessitados que me procuravam, apresentou-se Léon Denis dizendo: − Vamos refazer o livro sobre o suicídio. Ele está incompleto, não poderá ser publicado como está. Então, compreendi que o Sr. Quintão fora inspirado pelos amigos espirituais para não me receber quando o procurei na Fede- ração”. De fato, foi somente em 1955 que Yvonne pôde concluir a obra de Camilo Castelo Branco, então corrigida doutrinariamente por Léon Denis e legar à humanidade essa preciosidade literária mediúnica intitulada Memórias de um Suicida, que acabou sen- do publicada pela FEB. Fonte: O Consolador - Revista Semanal de Divulgação Espírita (http://www.oconsolador.com.br/linkfixo/biografias/yvonne.html).
  8. 8. PRESSENTIMENTO De acordo com o dicionário, a palavra pressentimento significa o ato ou efeito de pressentir; premonição. Pres- sentir nada mais é que sentir com antecipação; pressa- giar; suspeitar; ouvir ou perceber antes de ver. Abordar esse assunto à luz da Doutrina Espírita é revelador, afinal, ao estudá-la entende-se que o ser encarnado é um espí- rito imortal, e durante sua passagem pelo plano espiri- tual está liberto das limitações que a matéria impõe, tal qual a convenção que é o tempo terreno. O Livro dos Espíritos traz na pergunta 522 um esclare- cimento sobre a questão dos pressentimentos: - O pres- sentimento é sempre um aviso do Espírito protetor? “É o conselho íntimo e oculto de um Espírito que vos quer bem. Também está na intuição da escolha que se haja feito. É a voz do instinto. Antes de encarnar, tem o Espírito conhecimento das fases principais de sua existência, isto é, do gênero das provas a que se submete. Tendo estas caráter assinalado, ele conserva, no seu foro íntimo, uma espécie de impressão de tais provas e esta impressão, que é a voz do instinto, fazendo-se ouvir quando lhe chega o momento de sofrê-las, se torna pressentimento”.1 Ainda, A Gênese, ao falar da presciência (conhecimento de algo antes que aconteça ou exista) coloca que: “Nada, pois, tem de sobrenatural o dom da predição, mais do que uma imensidade de outros fenômenos. Ele se funda nas propriedades da alma e na lei das relações do mundo visível com o mundo invisível, que o Espiritismo veio dar a conhecer”. 2 Ou seja, os pressentimentos nada têm de místico, apenas são mani- festações que podem ocorrer a qualquer ser que esteja encarnado, sem que necessariamente o mesmo vá se tornar um vidente. Do mesmo modo, se deve ter consciência que esse fenômeno não está sujeito à vontade do ser, não se pode controlá-lo, ele ocorre espontaneamente visando auxiliar os encarnados. O ser humano ao encarnar modela através do seu perispírito um novo corpo físico, o qual será adequado as suas necessidades evolutivas, auxiliando-o em seu desenvolvimento moral. Contudo, é impor- tante salientar que o espírito ao encarnar esboça uma personalidade que compõe seu ser integral, inclusive alguns autores chegam a relatar essa dualidade de consciente (persona- lidade) e inconsciente (ser integral), presente durante a estadia do espírito encarnado na Terra, estando o ser integral em maior contato com o plano espiritual, enquanto a persona- lidade batalha frente os desafios reencarnatórios - exercitando assim o seu livre arbítrio. E durante a emancipação da alma através do sono físico há um “reencontro” dessas “faces”, permitindo que o ser encarnado ao despertar possa ter lembranças, por exemplo, de pro- vas que poderá estar submetido ao longo daquela encarnação, bem como pode receber alertas de irmãos que velem por ele. ______________________________________________________________________________________________ 1 Livro dos Espíritos – Parte segunda – Capítulo IX: Da intervenção dos Espíritos no mundo corporal - Pressentimentos. 2 A Gênese – Capítulo XVI - Teoria da Presciência.
  9. 9. Bibliografia do Pentateuco 05 livros fundamentais na Doutrina Espírita Por Allan Kardec https://www.dicio.com.br Medinuidade: Estudo e Prática. Organizado por Marta Antunes Moura, FEB http://www.sistemas.febnet.org.br/acervo/revistas/1994/WebSearch/page.php?pagina=65 http://www.oconsolador.com.br/linkfixo/biografias/yvonne.html Bruno Tavares Expositor Espírita www.blogdobrunotavares.wordpress.com Associação Espírita Casa dos Humildes www.casadoshumildes.com DOENÇAS OU TRANSTORNOS ESPIRITUAIS? Conscientes de que somos um espírito habitando um corpo físico, é indis- cutível a relação da nossa saúde espiritual com a física. Para compreender melhor a nossa saúde, médicos e psicólogos da Associação Médico Espírita de Minas Gerais (Amemg) organizaram, em 2002, o seminário “Das pato- logias aos transtornos espirituais”, com a participação de Divaldo Pereira Franco. Esse seminário geraria então o livro “Doenças ou transtornos es- pirituais?”, organizado por Roberto Lúcio Vieira de Souza, que se propõe a responder questionamentos como: O que significam as doenças; Qual a origem espiritual dos transtor- nos orgânicos e mentais; Como o ser humano constrói a saúde ou o adoecimento em sua vida? Já na sua 2ª edição, a obra conta com 5 capítulos que trazem uma abor- dagem médico-espirita de patologias (epilepsia, doenças infecciosas como a tuberculose, psicoses, histeria, depressão) e uma abordagem espiritual, feita por Divaldo Pereira Franco através de casos apresentados pelo Espíri- to Manoel Philomeno de Miranda, da patologia estudada. Nesta obra, Divaldo nos lembra que “Coube a ciência espírita (...)a indecli- nável tarefa de colocar entre as psicogêneses dos distúrbios mentais, com- portamentais e orgânicos, a lei de causa e efeito, e informar que o doente é um ser eterno, que imprime, nas tecelagens sutis do períspirito, aquilo de que tem necessidade para evoluir, fazendo com que o corpo retrate todo o seu mundo de conflitos, que devem ser depurados pelos fenôme- nos provacionais e expiatórios.” (...) A obsessão passa ainda a ter um papel relevante na histografia das enfermidades que acometem a humanidade. Boa leitura! Que ela favoreça nosso equilíbrio, a fim de que possamos des- frutar da saúde integral pela consciência da necessidade de realizar a nossa transformação e libertação moral.
  10. 10. CONTATO Rua Henrique Machado, nº 110 Casa Forte - Recife/PE (81) 3268-3954 casadoshumildes.com blogchnoticias.blogspot.com.br chnoticias@yahoo.com.br chnoticias2015@gmail.com EXPEDIENTE CH Notícias Nº 32 – Circulação mensal Distribuição on-line Recife-PE, 16/Fevereiro/2018 Presidente: Albonize de França. Vice-Presidente: Rosa Carneiro. Deptº de Divulgação Doutrinária: Bruno Tavares. Deptº de Mediúnico: Amaro Carvalho. Edição: Bruno Tavares, Elisângela Gusmão, Gut- temberg Cruz, Juana Feitosa, Mônica Porto e Pa- trícia Casé. Projeto Gráfico: Ingrid Cavalcanti. “Que é Deus?”, Como perceber que Deus exis- te? Como ajudar na Criação Divina? A evangelização infantil começa as atividades de 2018 com essas reflexões, através de vivên- cias, dinâmicas que levem ao pensar e sentir Deus. E como fazer conexão com Ele? Essas sementes plantadas germinarão por toda a vida dessas crianças! A Juventude, partindo mais para as ações do bem, que conectam ao Criador, está preparan- do uma edição da Campanha do Quilo CH Jo- vem. Cérebro, coração e mãos na ação evangeliza- dora!
  11. 11. Segunda-feira 19 h 45 min Sala 1 – Curso de Passe Sala 2 – Curso Trabalhadores: ESTEM Sala 3 – Iniciantes Curso de Mediunidade Terça-feira (a cada 15 dias) 19 h 45 min EADE – Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita ESDE – Estudo Sistemático da Doutrina Espírita Quarta-feira 19 h 45 min Sala 1 – Iniciantes Básico do Espiritismo Sala 2 – Curso Trabalhadores: Doutrinação Sala 3 – Iniciantes Curso de Doutrinação Segunda-feira 19 h 45 min Reunião de Consulta espiritual. Terça-feira 20 h Reunião Pública de Estudo de “O Livro dos Espíritos”. Terça-feira 20 h Reunião de Vibrações Espirituais. Quarta-feira 19 h 45 min Reunião Pública de Desobsessão. Quinta-feira (apenas a 1ª do mês) 19 h 45 min Desobsessão dos Trabalhadores da Casa. Sexta-feira 19 h 30 Reunião Pública de Estudos Espíritas: 1ª Sexta do mês: André Luiz > Estudando também Chico Xavier; 2ª Sexta: Emmanuel > Estudando também Amélia Rodrigues; 3ª sexta: Joanna de Ângelis > Estudando também Divaldo Franco; 4ª sexta: Bezerra de Menezes > Estudando também Herculano Pires. Domingo 16 h Evangelização Infantil e Reunião da Juventude Espírita. Domingo 16 h Reunião Pública de Estudo de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. ATIVIDADES REQUISITOS DIA/HORA Campanha do Quilo Boa vontade e tolerância. 1º e 3º Domingo de cada mês – 8 h. Evangelização Infanto-Juvenil Habilidades na área de educação e de ativi- dades lúdicas. Boa interação com crianças e jovens. Domingo – 16 h. Passes e vibração Ter feito o curso de passes. Segundas antes das reuniões públicas; Terças, Quartas e Sextas após as reuniões; Domingos antes e depois das reuniões. Recepção e atendimento fraterno Ter feito o curso de passes e ser doutrina- dor. Segunda e Quarta – 19 h; Domingo – 16 h. Assistência a gestantes Querer compartilhar saberes e acolher o próximo. Quarta – 13 h 30 min e Um Domingo no mês. Trabalho mediúnico e doutrinário Ter feito todos os cursos básicos e o de passes. Segunda e Quarta – 19 h 45 min; Domingo – 16 h Instrutor e dirigente de reunião Ter feito os cursos básicos e de passes. Para instrutor, experiência e comunicação. Nos dias de curso e de reunião no auditó- rio. Assistência às vovozinhas da Casa dos Humildes Formação na área da saúde. Para lazer, nenhum requisito. De acordo com a disponibilidade. Biblioteca e Livraria Ser trabalhador da Casa Antes das reuniões públicas. TI e eletroeletrônicos, manutenção Habilidade na área e vontade de aprender. Antes das reuniões públicas.

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