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Recife, Dezembro de 2016 - Ano II - nº 18
CH Notícias
Recife, Dezembro de 2016 - Ano II - nº 18
CH Notícias
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REPETÊNCIA
Cornélio Pires
Aluno que perde o tempo
Jogando o estudo em falência
Por mais auxílio que encontre
O remédio é a repetência.
Delcina arrasou Felício
Na Fazenda Linda Flora,
Mas Felício renasceu,
Hoje é o neto que ela adora.
Quitéria, rica, foi sempre,
Luxúria, ouro e nudez...
Internada na pobreza,
Voltou à Terra, outra vez...
Por ciúme de Silvinho
Antônia matou Biela
Que hoje é a neta de Antônia,
Avó agarrada a ela.
A vida tem esse mote
Perante crentes e ateus:
A Lei da Reencarnação
Mostra a Justiça de Deus.
(Mensagem extraída do livro DOUTRINA-ESCOLA, psicogra-
fado por Francisco Cândido Xavier)
ODE AOS MEUS PAIS NO DESENCARNE DE MAMÃE
Valéria Pessoa
Pois é amigos!! A gente se prepara, mas perder mãe não tem preparo que dê jeito!! Sentir o colo que mais nos confortou na
vida ficar gelado e sem vida é muito difícil!! Lembro que quando meu pai morreu mamãe me contou que havia pensado; “foram
embora as últimas pessoas que dariam a vida por mim”, se referindo também aos seus pais. E hoje tenho essa sensação...
Minha mãe era a alegria e o bom humor personificado, foi muuuuito amada e feliz!! Foi encontrar hoje o amor da vida dela!!
Fico me dizendo que matéria não tem valor, que o que importa é o espírito, mas me surpreendo com a dor dilaceradora de ter
que me despedir de um todo que amo, a matéria que junto com o seu espírito diferenciados que me deram a oportunidade de
viver novamente. Sou muito grata a minha mãezinha, por me escolher como filha e ter me dado uma família feliz!! Siga em paz
mãezinha, até um dia!!! Amo muito vc para sempre!!!
Como é rápido desmanchar um lar, as coisas que dão estrutura e amparam uma vida inteira. Cada cantinho, cada cacareco sem
importância para os que olham de fora tem uma história para quem viveu e compôs aquele ambiente. Nas divisões os “compa-
nheiros” se separam, enfeites vivendo juntos há mais de dez anos, jogos de louça ou copos. Par de travesseiros pode ser separa-
do?? Acho que não... Era mais evidente sua cumplicidade e “união estável” entre eles. Mais duro ainda é a necessidade de filhos
“desarrumarem” a casa de seus pais, porque a realidade exige isto.
Desliga-se a parte sentimental e ativa-se o lado prático, para não lembrar que desaparecerão da visão os cenários que você
mantém no seu pensamento dos cantinhos que os acolhia, que eram “a carinha” deles. Que mesmo sem nada no lugar, depois
de tudo desarrumado e formando pilhas, se dirigir o olhar e fixar naqueles lugares você pode ver tudo arrumadinho com eles lá,
rindo, nos olhando com aquele olhar de amor e ternura que nunca mais veremos surgir em ninguém. Sabendo que isto não abala
nem um pouco a eles porque já têm outras prioridades, mesmo tentando minimizar este evento, o depois não é fácil. Chegar de
volta em casa com sacolas com coisinhas que ainda tem o cheirinho dela, um anel que ainda posso ver se mexendo na mãozinha
dela, perfume, porta retrato, e meu Deus... suas cartas para o seu amor, falando de nós, seus filhos que lhe amam tanto e que
apesar de estarmos invadindo a sua privacidade, como foi importante ler cada palavra de amor infinito, esperanças de reencontro
e sensação de dever cumprido. Não meus irmãos!! Vamos levar tudo de volta, remontar, organizar, recompor, vamos respeitar
esse lar tão amoroso que nos acolhia de uma forma inigualável. Mas não vai adiantar, agora são só coisas, com valores relativos,
alguns com valor monetário, útil e outros simplesmente vão nos provocar flashes de lembranças.
Precisamos que a vida continue, nos esforçamos para isto, mas esse movimento para que ela continue é uma agressão! Devia
ter um botão de “pause” na vida para ser usado em casos de extrema necessidade como estes, a perda de seus pais!! Eu sei que
vocês estão vivos, não somente em minhas lembranças e nem no meu DNA, mas espiritualmente, e sei que nos encontraremos
um dia de novo, mas enquanto isto a saudade é imensa, mas com muita esperança tb. Saber que a vida é eterna conforta imen-
samente, mas ao mesmo tempo se esforçar para viver no momento não é natural. Agradeço esse equilíbrio e essa serenidade por
saber como vocês foram felizes, como se amam e nos amam.
Devia ser óbvio, mas somos gratos a vocês por termos sido filhos muuuuuito amados. Como sei que isso não é condição de filho
e que nem todos se sentem assim, minha gratidão aumenta.
Que bom quando você entende e agradece ter tido esses pais!! Que tem certeza que eles planejaram se reencontrar um dia
naquele trem, e que daquela paixão nasceria a nossa família linda, não perfeita, mas maravilhosa, me dá uma organização mental
necessária para sobreviver. Ter a certeza de que todas as nossas preces amorosas e de gratidão, chegam até vocês, é muito bom.
Dentro do meu coração tenho a certeza de quando vocês se encontrarem, além de dizerem da falta que um fez ao outro, vão se
aprovar. Papai vai dizer a mamãe: “Você fez um bom trabalho, estou orgulhoso de você”, e mamãe vai dizer a ele: “Você colocou
os trilhos antes meu amor e eu fiz o nosso trem continuar”.
Um dia nós encontraremos em uma estação nossa, vocês e nós, seus quatro filhos, que já vieram ao mundo com essa enorme
vantagem, tê-los como pais, Graças a Deus por isto!!
Ouvi de uma pessoa que amo, no seu enterro mamãe... “Um dia festejaremos mais o desencarne que o nascimento!” Isto me
mostra que não perdi vocês, só saíram por enquanto dos nossos campos de visão, como as coisas da casa.
Até um dia meus amores!!
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P. s.: Textos escritos no desencarne de minha mamãe no dia 05/12/16 e dois dias após, depois de algumas providencias práticas
começarem a acontecer.
Aos meus pais, Odo Maranhão Pessoa e Edilene Florêncio Pessoa.
MARIA DE NAZARÉ, (MARIA em hebraico, ou MIRIAM em aramaico) filha do Sacerdote is-
raelense Eli e de sua esposa Ana, descendentes de Davi e de Rute, nasceu em Nazaré, pe-
quena aldeia, sem muita fama política, religiosa e comercial, situada na região norte, na Baixa
Galiléia, não muito distante do Lago de Genesaré, por volta do ano de 22 a.C. em 8 de setembro,
num dia de sábado, segundo alguns escritos.
De acordo com o Proto-Evangelho de Tiago1
, também conhecido como “Evangelho de Tiago”
e/ou “Evangelho da Infância de Tiago” verifica-se que o casal Eli e Ana era infeliz por não con-
seguir ter gerado filhos – o que significava, na religião e cultura judaica, um castigo de Deus. Eli
decidiu então jejuar no deserto por 40 dias e 40 noites, para pedir a intervenção Divina. Nesse
período, um anjo apareceu a Ana e disse-lhe: “Ana, Ana. O Senhor ouviu as tuas preces. Eis que
conceberás e darás à luz, e de tua prole se falará em todo o mundo.” No mesmo dia, Eli, ainda
nas montanhas, avista dois mensageiros de Deus que também lhe anunciam: “Eli, o Senhor
ouviu tuas preces, desce e vai ao encontro de Ana, tua mulher, porque ela conceberá um filho”.
Ana, ao saber que estava grávida, como era costume àquela época, fez votos para consagrar a criança, quando nascesse, con-
duzindo-a ao Templo, em Jerusalém, para poder estudar as leis de Deus e ser formada nos segredos da vida espiritual, junto aos
grandes sacerdotes.
Maria nasceu bela e com saúde trazendo muitas alegrias aos pais emocionados. Foi uma semana de festa com visitas cons-
tantes. Todos da cidade queriam conhecer aquele anjo de candura que acabara de chegar ao mundo e que tanta felicidade dera
àquele casal.
Teve sua primeira infância alegre e tranquila. Era inteligente, meiga, dócil, muito caridosa, trabalhadora e obediente. Um verda-
deiro anjo lapidado no amor. Sempre cercada de muito carinho e atenção, por uma família alimentada pela oração.
Desde muito cedo aprendeu a rezar com os pais dialogando com eles, a respeito de religião e das leis Divinas. Parecia adulta
ao discursar e falar sobre coisas que muitos não saberiam sequer expor suas ideias. Quando divergia do que estava escrito sabia
como explicar, com sabedoria, a sua opinião.
Sua fama logo chegou aos sacerdotes do Templo e, aos sete anos, é interrogada por um rabino, a pedido do Sumo Sacerdote,
que desejava entender como aquela sábia criança, que dizia ser a provável mãe do Messias, entendia tão bem das leis de Deus.
Era tradição que somente os filhos homens poderiam ser iniciados no Templo de Jerusalém para serem sacerdotes. Entretanto,
no Monte Moriá havia o Templo-escola que pertencia ao Templo de Jerusalém. Era uma verdadeira universidade espiritual onde
as mulheres, virgens e de linhagem nobre, desde que possuidoras do dom espiritual poderiam ficar internas para estudar e se
preparar para trabalhar á serviço de Deus, junto aos sacerdotes.
Assim, inspirado pelos Espíritos e aceitando os argumentos expostos pelo rabino Azêdã-Moá, o Sumo Sacerdote decide abrir
uma exceção e acolhe Maria, que não tinha origem nobre, era apenas uma humilde filha de camponeses de Nazaré, para edu-
cá-la dentro dos mais altos preceitos da Escritura, ao mesmo tempo, que passariam a estudá-la e comprovar a legitimidade e
veracidade das profecias que ela transmitia através de suas mensagens. Designam, para tutelá-la, Zacarias, esposo de sua tia por
parte de mãe, Elizabeth.
Ao entrarem internas para o Templo, as jovens deveriam esquecer-se do mundo físico, exterior, passando a viver apenas as
coisas de Deus sob a orientação da Sinagoga. É dessa forma que Maria cresce, sob a influência de uma educação religiosa rígida
pautada pelas regras do monastério. Ali também ela passa a demonstrar grande zelo e interesse pela leitura da Escritura Sagrada
além de participar dos estudos e discussões que se realizavam, entre os judeus, semanalmente, na Sinagoga.
Sempre muito religiosa e apoiada pelos ideais da mãe, desenvolveu a crença de que Deus poderia lhe escolher, dentre as mu-
lheres, para uma missão divina aqui na terra. Não lembrava, mas, já tinha sido avisada, em espírito, que era a escolhida por Deus
para ser a mãe de seu filho Jesus. O Messias tão esperado pela humanidade.
Tendo atingido a faixa de idade entre os 12 e 13 anos, considerada como provável data de ocorrência da menarca entre as
meninas, é legalmente autorizada para o matrimônio quando recebe o “gedulah”. Maria teve, então, de deixar o templo para
arranjar um noivo, contrair núpcias e assumir as obrigações de uma esposa e companheira.
_____________________________________________________________________________________________________
1
Proto-Evangelho de Tiago é um evangelho apócrifo escrito provavelmente em 150 d.C. Esse título surgiu em fins do século XVI
quando foi publicado, pois até então era chamado apenas de Livro de Tiago.
Entretanto, os Sacerdotes sentiam a obrigação de proteger Maria, que era considerada “uma enviada de Deus”, possível mãe
do Messias. Não poderia desposar qualquer rapaz. Deveria casar-se com um homem que tivesse princípios e respeitasse as leis
morais e mosaicas. É assim que, sob a orientação de um anjo, José é escolhido para desposá-la.
José-Bem-Jacob, já viúvo, era carpinteiro (profissão muito prestigiada no povo de Israel na época), filho de Jacó, família de
camponeses, também descendente da linhagem de Davi, apesar de achá-la muito nova, pede-a em casamento. Trazia no coração
a bondade, a simplicidade, e a obediência às leis do Senhor além de querer muito uma nova companheira.
Não estava nos planos de Maria o casamento. Sabia que o Messias nasceria de uma virgem da genealogia de Davi e ela preten-
dia ser uma candidata devendo permanecer pura para isso. Mas não podia ir de encontro às leis e o que determinara os sacerdo-
tes. Assim, aos 14 anos fica noiva de José e, após o anúncio à família, volta para Jerusalém enquanto aguardava os preparativos
para o ritual do casamento que se daria dali a um ano.
Como religiosa que era, continuou orando a Deus para que lhe orientasse e iluminasse para os caminhos da nova vida.
Maria, com certeza já tinha ouvido, na Sinagoga, sobre aparecimento de anjos a profetas, patriarcas e reis de Israel, mas há
muito não se tinha mais notícias de tais acontecimentos, ainda mais que essas coisas não aconteciam com mulheres que pouco
direito e reconhecimento possuíam numa sociedade patriarcal. Porém, em um final de tarde, (Lucas 1:26/35) Maria recebe a visi-
ta do anjo Gabriel, “o anjo da Anunciação”, que lhe comunica os desígnios de Deus de que se tornaria a mãe do seu filho amado:
Jesus. Recebesse ela José, como esposo, porque esse era seu desejo. Muito assustada, escuta o que o anjo lhe fala e diz “SIM” ao
que seria um novo começo da humanidade.
Grávida mas ainda não casada, suporta com fé o medo das possíveis desconfianças do esposo e dos prováveis comentários
maldosos da comunidade se soubessem que estava grávida (Deuterônimo 22:22/29). Com certeza, sua reação deve ter sido de
muita apreensão. Aparecer grávida e solteira era bastante temeroso podendo ser condenada a pena de morte por apedrejamen-
to. Ela, entretanto tudo suportou com fé.
José, também recebeu a visita de um anjo, que lhe comunicou a situação lhe convencendo da lealdade de Maria e que deveria
desposá-la sem receio. Essa visita foi de fundamental importância tendo em vista que Maria precisava da compreensão e prote-
ção daquele que seria seu marido, companheiro e pai da criança que logo chegaria. Com certeza não foi só Maria a escolhida por
Deus. José também o foi.
Jesus nasceu quando Maria contava com 16 anos de idade numa manjedoura, nos arredores de
Belém da Judéia, confirmando o que o mundo todo esperava. A chegada do Messias, o Salvador do
Mundo - o mensageiro da paz.
Maria e José submeteram Jesus a todos os costumes judeus. Circuncidaram-no ao final do oitavo
dia e, com 33 dias (supostamente) ofereceram o sacrifício da purificação para Maria deixar de ser
considerada imunda pela Lei de Moisés (Levítico 12).
A família Sagrada formada passou a morar em Nazaré, tendo Maria levado uma vida de esposa
e mãe amorosa além de dona de casa. Ficou viúva por volta de (~18 d.C.) quando passou então a
dever obediência a seu filho primogênito que, agora, era o Chefe de Família.
Seguiu Jesus, quando da sua vida de pregação (~27-30 d.C.) sofrendo junto toda a sua paixão e
crucificação num perfeito exemplo de submissão a Deus. Esteve sempre presente encorajando os
discípulos temerosos a seguir seu Filho amado.
As últimas informações, encontrada na Bíblia, acerca da vida de Maria é em João, (João 19,16-
27), e em Lucas (Lucas 23:49), na crucificação, quando Jesus escolhe seu discípulo João para
tomar conta dela, e em Atos (1,12-14), quando relata que ela, após a crucificação permaneceu
reclusa, apenas em contato com os discípulos, como uma verdadeira “família espiritual”, em cons-
tante vigília e oração.
João foi o discípulo escolhido, provavelmente, por ser o que teria mais condição de ampará-la
e compreendê-la. ” E junto à cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria mulher de
Clopas, e Maria Madalena. Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava esta-
va presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E
desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa (João 19:25-27).
Não se tem certeza da data ou loca da sua morte. Entretanto, sabe-se que foi em torno dos 72
anos de idade, por volta dos anos 50 d.C.
Tudo o que se tem sobre a vida de Maria é o que foi citado nos Evangelhos da Bíblia. Entretanto, o que se pode verificar é que,
sem dúvida, foi uma mulher simples, porém muito forte, de uma fé inabalável que viveu num contexto histórico muito especial.
Nunca foi protegida nem se deixou abalar pelos problemas e dilemas que a atormentavam. Não ficou segregada. Viveu e envelhe-
ceu como todas as mulheres da época. Sempre buscou, com zelo e amor, estar presente na vida do Filho cumprindo seu desígnio.
Era participativa na comunidade e sempre muito sensível e dedicada aos mais necessitados.
Era humana e agia como tal, apesar da convivência com o filho, que, tinha a certeza, ser possuidor de um poder espiritual
elevadíssimo. Ela sabia. O anjo Gabriel já a havia alertado. Ele era o filho de Deus. O Messias esperado e que tinha uma grande
missão para cumprir.
Devido ao contexto social em que viveu e por ser mulher, pouco se escreveu e se falou sobre a vida de Maria. Sua atuação,
suas palavras, ou sua maneira de ser ou de viver ficou restrita a pequenas passagens dos evangelhos. O pouco que foi dito apenas
reforça a ideia de uma mulher forte, de uma fé inquebrantável que amava o “filho humano” respeitando o limite e os espaços do
“filho Divino” estando sempre ao seu lado, porém, permitindo, silenciosamente, que ele agisse como aprouvesse. Ela cria que ele
era o Filho de Deus e a ela só cabia ser sua mãe terrena e fiel seguidora sempre demonstrando amor, fé e sabedoria, mesmo no
momento mais crucial e doloroso da sua vida e do Seu amado Filho: o calvário.
Sua festa é comemorada todos os anos no dia 1º de janeiro.
“ - Amados filhos, que nossas emoções sejam nosso pleito de
gratidão e carinho que devemos ao nosso Divino Mestre, credor
verdadeiro de toda e qualquer expressão de respeito de nossos
corações agradecidos. Ninguém nos tem amado tanto e com tal
devotamento quanto Ele, nem se sacrificado de tal forma pela
evolução do rebanho que o Pai lhe confiara, nos longos e perdidos
milênios do pretérito.
- Trago-vos o beijo daquele que, Senhor de todos nós, fez-se Fi-
lho de meu coração para bafejar-me com sua Luz. O mesmo que,
ainda hoje, se nos oferece como o Verdadeiro Amigo. O Cristo de
Deus segue esperando vossa companhia, embreando as tarefas
sublimes para a edificação do Novo Mundo. Felizes daqueles que,
como vós, já se dedicam a cooperar com as forças da Vontade e
o idealismo do Espírito para que a obra se encontre pronta à che-
gada do Senhor. Venho da parte de meu filho para vos concitar à
multiplicação dos esforços a fim de que os seres aproveitem os
últimos chamamentos e despertem. Duplo trabalho de salvação que recupera iludidos e cegos, ao mesmo tempo em que vos
resgata pelo exemplo no Bem através da Abnegação. O Novo Mundo será marcado pela predominância desses sentimentos nos
quais podereis vos diplomar através dos serviços desta hora difícil. Seja como servo vestindo a roupa de carne, seja como os que
já se despiram da matéria, todos estais convocados para essa ingente e gloriosa batalha.
- Perdidos no cipoal das ilusões da carne, nossos semelhantes se insensibilizam para as coisas do Espírito, desperdiçando os
inúmeros avisos que lhes têm sido encaminhados pela solicitude do Governante Terreno. Como crianças rebeldes a fazerem troça
das advertências do tutor amoroso, candidatam-se à descoberta da Verdade através de um sofrimento que poderia ser evitado.
Todas as forças do Bem, neste momento, devem ser canalizadas para auxiliar os retardatários de boa vontade a que se conscien-
tizem e trabalhem contra as nódoas inferiores que contaminam suas almas porquanto, o auxiliar da reforma que transformará o
velho mundo em Novo Mundo, o Mundo Novo se avizinha com a missão de retirar os rebeldes, aqueles que se sintonizam com
suas forças primitivas. Confiando em vossos corações, o Filho Amado me incumbe de envolver-vos no amplexo do Amigo Fiel,
para que não vos esqueçais da aliança de amor a frutificar nas horas da transformação do mal em Bem. Este é o momento de
beberem do mesmo cálice que ele bebeu, para a salvação dos aflitos, à custa dos vossos esforços e do sacrifício de vossos inte-
resses. Aproxima-se o tempo do cumprimento de todas as coisas. No entanto, a maioria ainda não está pronta. Empenhemo-nos
na multiplicação das luzes para que, iluminados pelos exemplos e ensinamentos da virtude, seja menor o número dos caídos na
escuridão, dos excluídos das núpcias por não terem envergado a veste nupcial, porquanto todos os que não se renovarem a tem-
po, ver-se-ão amarrados pelo orgulho e egoísmo de que não se libertaram e atirados nas trevas exteriores, onde haverá prantos
e ranger de dentes.
- Recordai-vos, amados de meu coração: não haverá outra última hora do que aquela em que estamos vivendo, no trânsito
evolutivo para um mundo melhorado. Já recebestes, ao longo dos milênios, o testemunho de Amor do meu Filho por cada um de
vós. Esta é, por fim, a derradeira oportunidade de demostrardes o vosso Amor por Ele na superfície deste mundo. Que a Paz seja
a vossa conselheira e a Bondade, o pão da Vida Eterna.”
(Mensagem extraída do livro Herdeiros do Novo Mundo, pelo espírito Lucius, psicografado por André Luiz Ruiz)
Trechos da matéria publicada no Diário de Pernambuco em 02 de Setembro de 1980.
Fonte: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_16&PagFis=13824&Pesq=federa%C3%A7%C3%A3o%20
esp%C3%ADrita%20de%20pernambuco
Trechos da matéria publicada no Diário de Pernambuco em 02 de Setembro de 1980.
Fonte: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_16&PagFis=13824&Pesq=federa%C3%A7%C3%A3o%20
esp%C3%ADrita%20de%20pernambuco
Comemoração do Natal das Vovós da nossa querida Casa dos Humildes, realizado no sá-
bado - 17/12/2016.
A equipe CH gostaria de deixar registrada aqui, sua
gratidão a todos os que puderem fazer desse momento
uma realidade! Que no ano vindouro possamos con-
tinuar a compartilhar do carinho e sabedoria dessas
amadas senhoras que tanto tem a nos ensinar!
Muito obrigado irmãos!
“Corres sempre o risco de errar ao seguires homens na Terra, mesmo que sejam os mais entendidos. Ainda
resta muita coisa por fazer em todas as condutas, daí o perigo de caíres com eles em erros graves. Segue
somente o Cristo, por ser somente Ele o Caminho, a Verdade e a Vida”.
“Meu irmão, se até hoje te faltou coragem para a reforma interior, busca o Cristo pelos meios de que
dispões, que Ele te dará energias suficientes para o empreendimento que desejas começar no teu mundo
interno. Não percas tempo. Começa agora, que as mãos de Deus estão a teu favor e Cristo será o teu Cami-
nho. Inicia agora a tua operação moral”.
(Frases extraídas do livro CIRURGIA MORAL, do espírito Lancellin, psicografado por João Nunes Maia)
Apócrifo [do grego apókryphos, do latim
apocryphu]
1. Diz-se, entre os católicos, dos escritos de assunto sagra-
do não incluídos pela Igreja entre as escrituras por ela con-
sideradas autênticas e divinamente inspiradas. 2. Diz-se de
obra ou fato sem autenticidade, ou cuja autenticidade não
se provou.
Mônada [do latim monada]
1. Organismo simples, que se pode tomar por unidade orgâ-
nica. 2. Elemento simples e indivisível, que se constitui for-
ma viva primária.
Transmutação [do latim transmutatione]
1. Para a Biologia, é a formação de novas espécies através de
mutações. 2. Mudança de um elemento químico em outro,
como acontece quando o Espírito é levado a reencarnar em
planeta diferente, e seu perispírito é trocado, transmudan-
do-se, para se adequar ao quimismo do novo ambiente.
Gratidão por mais um ano
O ano de 2016 com certeza deixará marcas em todos os que habitam o orbe terreno. Esse foi um ano repleto de acontecimen-
tos marcantes, tanto no contexto nacional, quanto no internacional, alguns bons, outros desafiadores, encarados por muitos
como desmotivadores e desanimadores. Contudo, lembremo-nos das palavras de Erasto no Evangelho Segundo o Espiritismo: “A
fé é a virtude que desloca montanhas”, disse Jesus. Todavia, mais pesados do que as maiores montanhas, jazem depositados nos
corações dos homens a impureza e todos os vícios que derivam da impureza. Parti, então, cheios de coragem, para removerdes
essa montanha de iniquidades que as futuras gerações só deverão conhecer como lenda, do mesmo modo que vós, que só muito
imperfeitamente conheceis os tempos que antecederam a civilização pagã. Sim, em todos os pontos do globo vão produzir-se as
subversões morais e filosóficas; aproxima-se a hora em que a luz divina se espargirá sobre os dois mundos.”
Como espíritos encarnados que somos, ainda temos limitações, por isso chegamos a duvidar que o porvir será de paz, de
fraternidade e de amor, porém é necessário fortalecer a fé que nos move e lutar para construir esse futuro ditoso. Se as “tem-
pestades” avassalarem o bem-estar da humanidade, nos ergamos juntos para reconstruir esse bem-estar. Tenhamos em mente
e em nossas atitudes a mensagem de amor do Cristo. Cabe a cada um de nós o esforço pela mudança, tendo-se consciência de
que ao batalharmos primeiramente pela nossa reforma íntima já estaremos modificando a esfera fluídica ao nosso redor e con-
seguintemente de nosso próximo.
Por isso irmãos, sejamos gratos aos desafios que nos estão sendo impostos a cada ano de nossas existências, porque nosso
Pai Celestial jamais nos entregaria uma missão que não fôssemos capazes de desempenhar com êxito. E se os desafios também
estão sendo impostos ao nosso orbe, é porque também está ele a evoluir juntamente conosco, ajudemo-lo então com preces,
pensamentos positivos, propagação do evangelho de Jesus, atitudes cristãs e com todo amor que carregamos em nosso ser, dado
a nós no momento de nossa criação, somos todos amor!
Assim sendo, obrigado Senhor, por mais um ano nesse orbe e que muitos outros possam vir!
Materialização1
É o ato ou o efeito de materializar-se.
De acordo com a doutrina espírita, é o fenômeno mediúnico, também conhecido como ectoplasmia ou teleplastia,
em que um ser espiritual ou objeto (de outra dimensão) obtém, em determinadas circunstâncias, uma forma mate-
rial tornando-se tangível e visível e a olho nu podendo ser visto, sentido e tocado por qualquer pessoa que os possa
presenciar. É, assim, uma típica manifestação de efeito físico.
Não é, entretanto, uma transformação da substância espiritual em matéria. Trata-se de uma condensação da subs-
tância de aspecto viscoso, esbranquiçada, amorfa, sutil, semimaterial, infinitamente plástica e de grande potência
e vitalidade denominada de ectoplasma , que ao se desprender ou ser exalada pelo médium (principalmente os de
efeito físico), juntamente com os fluidos do meio ambiente, modela e organiza, morfologicamente, o ectoplasma2
do
espírito desencarnado dando-lhe a possibilidade de se tornar visível. No livro “Domínios da Mediunidade”, André
Luiz ensina que é o ectoplasma um fluido material, leve, plástico e delicadíssimo, situado entre o períspirito e o cor-
po físico. Sua presença é fundamental para a materialização e para vários outros fenômenos.
Essa formação pode ser parcial (dedos, mãos, braços, rostos) ou total (corpo inteiro), com
substância luminosa ou não. Quanto à tangibilidade, tem-se, ainda: a) tipo rarefeito; de pouca
densidade, b) mais denso e opaco com bastante nitidez e, c) denso com solidez e tangibilidade
total (Dicionário de Filosofia Espírita - L. Palhano Jr).
O médium (agente mediúnico) não é o produtor desse fenômeno. É o espírito que o gera
animando-o e controlando-o pelo pensamento, de forma intencional ou não, conforme a sua
evolução, podendo também manipulá-los para aglomerar, dirigir, modificar e até combinar
entre si ou, até mesmo, conferir-lhes propriedades, para obter os resultados que desejam. É assim que os objetos
podem ser plasmados.
Durante o fenômeno é o médium, em transe ou não, que fornece o ectoplasma, como uma pasta flexível, viscosa
e semilíquida, que flui para fora de seu corpo, através dos orifícios, naturais do organismo (nariz, boca, ouvidos e até
pelos poros, tórax e extremidade dos dedos) que, juntando-se aos fluidos encontrados no ambiente (nas plantas,
animais, etc) modelam a forma pensamento idealizada pelo espírito.
A materialização não é um fenômeno que deva ser buscado por simples curiosidade. É um procedimento muito
desgastante para o médium, perigoso, de difícil manipulação e que exige treinamento, muita técnica e trabalho in-
tenso dos encarnados bem como, e principalmente, das entidades desencarnadas, para que o espírito comunicante
possa utilizar dos fluidos e se tornar visível. A ausência de preparo, a falta de elevação moral e de responsabilidade
dos encarnados pode afetar a saúde e até provocar o desencarne do médium.
Deve ser realizado em ambiente tranquilo e escuro (luz verde, azul ou meia luz), para evitar interferências na vibra-
ção dos elementos vitais não se devendo, em hipótese alguma, se tocar no médium que deve permanecer isolado
até o final da manifestação.
Uma sessão de materialização só deve ocorrer por motivos superiores para atendimento
de serviços de cura e atendimento a sofredores encarnados.
Ao final da sessão de materialização, o corpo e/ou objeto se dissolvem e os seus elemen-
tos retornam ao corpo de origem.
_____________________________________________________________________________________________
1
Na Codificação Espírita não encontramos o termo materialização, Kardec se limitou a chamar de aparições tangíveis; palpáveis.
2
O termo ectoplasma também é inexistente na Codificação Espírita (o primeiro registro que se tem desse termo foi feito por
Charles Richet, Nobel em Medicina). Na Codificação, os Espíritos falam de fluidos, de sua condensação mais ou menos vaporosa,
mas nunca usando o termo ectoplasma.
Casa da Virgem Maria
Igreja da Anunciação - Onde Maria recebe a mensagem do Anjo Gabriel
Local do nascimento de Jesus
Interior da casa de Maria, depois da morte de Jesus
Maria recebe os reis magos
Bibliografia do Pentateuco
05 livros fundamentais na Doutrina Espírita
Por Allan Kardec
“Ao clarão do Natal, que em ti acorda a música da esperança, escuta a voz
de alguém que te busca o ninho da própria alma!. Alguém que te acende
a estrela da generosidade nos olhos e te adoça o sentimento, qual se trou-
xesses uma harpa de ternura escondida no peito.
Sim, é Jesus, o amigo fiel, que volta.”
Assim nos fala carinhosamente o Espírito Meimei em um dos capítulos
desta encantadora obra mediúnica, na qual se misturam prosa e poesia
para focalizarem a maior data da cristandade, exaltando a figura de nosso
Senhor Jesus Cristo.
Dezenas de autores espirituais vêm ofertar-nos belas mensagens natali-
nas, traduzindo, na forma de letras, seus pensamentos de gratidão e amor,
de esclarecimento e esperança.
O leitor encontrará significativas meditações em torno do real significado
do Natal, compreendendo que todos nós podemos fazer dos nossos cora-
ções a morada permanente de Jesus.
“Abre caminho, saudando os homens do presente que também o fo-
ram do passado e ainda, hão de ser os do futuro, mais um batalhador
da paz: o Reformador.”
Com essas palavras iniciais apresentava-se, em 21 de janeiro de 1883,
o novo órgão da imprensa espírita, fundado por Augusto Elias da Silva.
Há muito Reformador se tornou o mais antigo periódico da imprensa
espírita brasileira. Em todo o mundo, ocupa o quinto lugar em anti-
guidade.
Registram os Anais da Biblioteca Nacional (Vol. 85) ser o Reformador
um dos quatro periódicos surgidos no Rio de Janeiro, de 1808 a 1889,
que sobreviveram até os dias de hoje. São eles, pela ordem: Jornal do
Commercio (1827); Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasi-
leiro (1839); Diário Oficial (1862); Reformador (1883). À exceção do
Diário Oficial, Reformador é o único que jamais teve interrompido sua
publicação.
Associação Espírita Casa dos Humildes
www.casadoshumildes.com
Bruno Tavares Expositor Espírita
www.blogdobrunotavares.wordpress.com
https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_(m%C3%A3e_de_Jesus)
http://www.oconsolador.com.br/ano7/320/andre_luiz.html
http://grupoallankardec.blogspot.com.br/2010/01/quem-e-maria-para-os-espiritas.html
http://espiritismoemcristo.blogspot.com.br/2013/06/a-concepcao-de-maria-segundo-o.html
http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/NSenhora.html
http://www.catequisar.com.br/texto/maria/reflexao/10.htm
http://www.abiblia.org/ver.php?id=2329
http://www.a12.com/formacao/detalhes/mae-de-deus-nossa-mae
http://intermediandoamor.blogspot.com.br/2011/09/mensagem-de-maria-de-nazare-espirito.html
http://www.franciscanos.org.br/?page_id=5448
http://www.estudos-biblicos.net/maria.html
http://www.estudosdabiblia.net/esc110.htm
http://www.maiscuriosidade.com.br/21-informacoes-curiosas-sobre-maria-mae-de-jesus/
Livro “Maria de Nazaré, Miramez (João Nunes Maia), Editora Fonte Viva
https://pt.wikipedia.org/wiki/Materializa%C3%A7%C3%A3o
https://www.dicio.com.br/materializacao/
http://www.paginaespirita.com.br/materializacao.htm
http://chicoparasemprexavier.blogspot.com.br/2013/03/materializacao-de-espiritos.html
http://www.mundoespirita.net/materializaccedilatildeo.html
PERALVA, Martins. Estudando a Mediunidade
XAVIER, Francisco Cândido. Missionários da Luz. Pelo Espírito André Luiz
http://www.catequisar.com.br/texto/maria/reflexao/10.htm
CONTATO
Rua Henrique Machado, nº 110
Casa Forte - Recife/PE
(81) 3268-3954
casadoshumildes.com
blogchnoticias.blogspot.com.br
chnoticias@yahoo.com.br
EXPEDIENTE
CH Notícias
Nº 18 – Circulação mensal
Distribuição on-line
Recife-PE, 20/Dezembro/2016
Presidente: Albonize de França.
Vice-Presidente: Rosa Carneiro.
Deptº de Divulgação Doutrinária: Bruno Tavares.
Deptº de Mediúnico: Amaro Carvalho.
Edição: Bruno Tavares, Julio Rêgo,
	 Mônica Porto e Aline Jordão.	
Projeto Gráfico: Ingrid Cavalcanti.
ATIVIDADES
ATIVIDADES REQUISITOS DIA/HORA
Campanha do Quilo Boa vontade e tolerância. 1º e 3º Domingo de cada mês – 8 h.
Evangelização Infanto-Juvenil
Habilidades na área de educação e de ativi-
dades lúdicas. Boa interação com crianças
e jovens.
Domingo – 16 h.
Passes e vibração Ter feito o curso de passes.
Segundas antes das reuniões
públicas;
Terças, Quartas e Sextas após as reuniões;
Domingos antes e depois das reuniões.
Recepção e atendimento fraterno
Ter feito o curso de passes e ser doutrina-
dor.
Segunda e Quarta – 19 h;
Domingo – 16 h.
Assistência a gestantes
Querer compartilhar saberes e acolher o
próximo.
Quarta – 13 h 30 min e
Um Domingo no mês.
Trabalho mediúnico e doutrinário
Ter feito todos os cursos
básicos e o de passes.
Segunda e Quarta – 19 h 45 min;
Domingo – 16 h
Instrutor e dirigente de reunião
Ter feito os cursos básicos e de passes. Para
instrutor, experiência e comunicação.
Nos dias de curso e de reunião no auditó-
rio.
Assistência às vovozinhas da Casa
dos Humildes
Formação na área da saúde. Para lazer,
nenhum requisito.
De acordo com a disponibilidade.
Biblioteca e Livraria Ser trabalhador da Casa Antes das reuniões públicas.
TI e eletroeletrônicos, manutenção Habilidade na área e vontade de aprender. Antes das reuniões públicas.
CURSOS
Segunda-feira 19 h 45 min
Sala 1 – Curso de Passe
Sala 2 – Curso Trabalhadores: ESTEM
Sala 3 – Iniciantes Curso de Mediunidade
Terça-feira
(a cada 15 dias)
19 h 45 min
EADE – Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita
ESDE – Estudo Sistemático da Doutrina Espírita
Quarta-feira 19 h 45 min
Sala 1 – Iniciantes Básico do Espiritismo
Sala 2 – Curso Trabalhadores: Doutrinação
Sala 3 – Iniciantes Curso de Doutrinação
REUNIÕES PÚBLICAS
Segunda-feira 19 h 45 min Reunião de Consulta espiritual.
Terça-feira 20 h Reunião Pública de Estudo de “O Livro dos Espíritos”.
Terça-feira 20 h Reunião de Vibrações Espirituais.
Quarta-feira 19 h 45 min Reunião Pública de Desobsessão.
Quinta-feira (apenas a 1ª do mês) 19 h 45 min Desobsessão dos Trabalhadores da Casa.
Sexta-feira
19 h 30
Reunião Pública de Estudos Espíritas:
1ª Sexta do mês: André Luiz > Estudando também Chico Xavier;
2ª Sexta: Emmanuel > Estudando também Amélia Rodrigues;
3ª sexta: Joanna de Ângelis > Estudando também Divaldo Franco;
4ª sexta: Bezerra de Menezes > Estudando também Herculano Pires.
Domingo 16 h Evangelização Infantil e Reunião da Juventude Espírita.
Domingo 16h Reunião Pública de Estudo de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”.

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  • 2. ODE AOS MEUS PAIS NO DESENCARNE DE MAMÃE Valéria Pessoa Pois é amigos!! A gente se prepara, mas perder mãe não tem preparo que dê jeito!! Sentir o colo que mais nos confortou na vida ficar gelado e sem vida é muito difícil!! Lembro que quando meu pai morreu mamãe me contou que havia pensado; “foram embora as últimas pessoas que dariam a vida por mim”, se referindo também aos seus pais. E hoje tenho essa sensação... Minha mãe era a alegria e o bom humor personificado, foi muuuuito amada e feliz!! Foi encontrar hoje o amor da vida dela!! Fico me dizendo que matéria não tem valor, que o que importa é o espírito, mas me surpreendo com a dor dilaceradora de ter que me despedir de um todo que amo, a matéria que junto com o seu espírito diferenciados que me deram a oportunidade de viver novamente. Sou muito grata a minha mãezinha, por me escolher como filha e ter me dado uma família feliz!! Siga em paz mãezinha, até um dia!!! Amo muito vc para sempre!!! Como é rápido desmanchar um lar, as coisas que dão estrutura e amparam uma vida inteira. Cada cantinho, cada cacareco sem importância para os que olham de fora tem uma história para quem viveu e compôs aquele ambiente. Nas divisões os “compa- nheiros” se separam, enfeites vivendo juntos há mais de dez anos, jogos de louça ou copos. Par de travesseiros pode ser separa- do?? Acho que não... Era mais evidente sua cumplicidade e “união estável” entre eles. Mais duro ainda é a necessidade de filhos “desarrumarem” a casa de seus pais, porque a realidade exige isto. Desliga-se a parte sentimental e ativa-se o lado prático, para não lembrar que desaparecerão da visão os cenários que você mantém no seu pensamento dos cantinhos que os acolhia, que eram “a carinha” deles. Que mesmo sem nada no lugar, depois de tudo desarrumado e formando pilhas, se dirigir o olhar e fixar naqueles lugares você pode ver tudo arrumadinho com eles lá, rindo, nos olhando com aquele olhar de amor e ternura que nunca mais veremos surgir em ninguém. Sabendo que isto não abala nem um pouco a eles porque já têm outras prioridades, mesmo tentando minimizar este evento, o depois não é fácil. Chegar de volta em casa com sacolas com coisinhas que ainda tem o cheirinho dela, um anel que ainda posso ver se mexendo na mãozinha dela, perfume, porta retrato, e meu Deus... suas cartas para o seu amor, falando de nós, seus filhos que lhe amam tanto e que apesar de estarmos invadindo a sua privacidade, como foi importante ler cada palavra de amor infinito, esperanças de reencontro e sensação de dever cumprido. Não meus irmãos!! Vamos levar tudo de volta, remontar, organizar, recompor, vamos respeitar esse lar tão amoroso que nos acolhia de uma forma inigualável. Mas não vai adiantar, agora são só coisas, com valores relativos, alguns com valor monetário, útil e outros simplesmente vão nos provocar flashes de lembranças. Precisamos que a vida continue, nos esforçamos para isto, mas esse movimento para que ela continue é uma agressão! Devia ter um botão de “pause” na vida para ser usado em casos de extrema necessidade como estes, a perda de seus pais!! Eu sei que vocês estão vivos, não somente em minhas lembranças e nem no meu DNA, mas espiritualmente, e sei que nos encontraremos um dia de novo, mas enquanto isto a saudade é imensa, mas com muita esperança tb. Saber que a vida é eterna conforta imen- samente, mas ao mesmo tempo se esforçar para viver no momento não é natural. Agradeço esse equilíbrio e essa serenidade por saber como vocês foram felizes, como se amam e nos amam. Devia ser óbvio, mas somos gratos a vocês por termos sido filhos muuuuuito amados. Como sei que isso não é condição de filho e que nem todos se sentem assim, minha gratidão aumenta. Que bom quando você entende e agradece ter tido esses pais!! Que tem certeza que eles planejaram se reencontrar um dia naquele trem, e que daquela paixão nasceria a nossa família linda, não perfeita, mas maravilhosa, me dá uma organização mental necessária para sobreviver. Ter a certeza de que todas as nossas preces amorosas e de gratidão, chegam até vocês, é muito bom. Dentro do meu coração tenho a certeza de quando vocês se encontrarem, além de dizerem da falta que um fez ao outro, vão se aprovar. Papai vai dizer a mamãe: “Você fez um bom trabalho, estou orgulhoso de você”, e mamãe vai dizer a ele: “Você colocou os trilhos antes meu amor e eu fiz o nosso trem continuar”. Um dia nós encontraremos em uma estação nossa, vocês e nós, seus quatro filhos, que já vieram ao mundo com essa enorme vantagem, tê-los como pais, Graças a Deus por isto!! Ouvi de uma pessoa que amo, no seu enterro mamãe... “Um dia festejaremos mais o desencarne que o nascimento!” Isto me mostra que não perdi vocês, só saíram por enquanto dos nossos campos de visão, como as coisas da casa. Até um dia meus amores!! _______________________________________________________________________________________________________ P. s.: Textos escritos no desencarne de minha mamãe no dia 05/12/16 e dois dias após, depois de algumas providencias práticas começarem a acontecer. Aos meus pais, Odo Maranhão Pessoa e Edilene Florêncio Pessoa.
  • 3. MARIA DE NAZARÉ, (MARIA em hebraico, ou MIRIAM em aramaico) filha do Sacerdote is- raelense Eli e de sua esposa Ana, descendentes de Davi e de Rute, nasceu em Nazaré, pe- quena aldeia, sem muita fama política, religiosa e comercial, situada na região norte, na Baixa Galiléia, não muito distante do Lago de Genesaré, por volta do ano de 22 a.C. em 8 de setembro, num dia de sábado, segundo alguns escritos. De acordo com o Proto-Evangelho de Tiago1 , também conhecido como “Evangelho de Tiago” e/ou “Evangelho da Infância de Tiago” verifica-se que o casal Eli e Ana era infeliz por não con- seguir ter gerado filhos – o que significava, na religião e cultura judaica, um castigo de Deus. Eli decidiu então jejuar no deserto por 40 dias e 40 noites, para pedir a intervenção Divina. Nesse período, um anjo apareceu a Ana e disse-lhe: “Ana, Ana. O Senhor ouviu as tuas preces. Eis que conceberás e darás à luz, e de tua prole se falará em todo o mundo.” No mesmo dia, Eli, ainda nas montanhas, avista dois mensageiros de Deus que também lhe anunciam: “Eli, o Senhor ouviu tuas preces, desce e vai ao encontro de Ana, tua mulher, porque ela conceberá um filho”. Ana, ao saber que estava grávida, como era costume àquela época, fez votos para consagrar a criança, quando nascesse, con- duzindo-a ao Templo, em Jerusalém, para poder estudar as leis de Deus e ser formada nos segredos da vida espiritual, junto aos grandes sacerdotes. Maria nasceu bela e com saúde trazendo muitas alegrias aos pais emocionados. Foi uma semana de festa com visitas cons- tantes. Todos da cidade queriam conhecer aquele anjo de candura que acabara de chegar ao mundo e que tanta felicidade dera àquele casal. Teve sua primeira infância alegre e tranquila. Era inteligente, meiga, dócil, muito caridosa, trabalhadora e obediente. Um verda- deiro anjo lapidado no amor. Sempre cercada de muito carinho e atenção, por uma família alimentada pela oração. Desde muito cedo aprendeu a rezar com os pais dialogando com eles, a respeito de religião e das leis Divinas. Parecia adulta ao discursar e falar sobre coisas que muitos não saberiam sequer expor suas ideias. Quando divergia do que estava escrito sabia como explicar, com sabedoria, a sua opinião. Sua fama logo chegou aos sacerdotes do Templo e, aos sete anos, é interrogada por um rabino, a pedido do Sumo Sacerdote, que desejava entender como aquela sábia criança, que dizia ser a provável mãe do Messias, entendia tão bem das leis de Deus. Era tradição que somente os filhos homens poderiam ser iniciados no Templo de Jerusalém para serem sacerdotes. Entretanto, no Monte Moriá havia o Templo-escola que pertencia ao Templo de Jerusalém. Era uma verdadeira universidade espiritual onde as mulheres, virgens e de linhagem nobre, desde que possuidoras do dom espiritual poderiam ficar internas para estudar e se preparar para trabalhar á serviço de Deus, junto aos sacerdotes. Assim, inspirado pelos Espíritos e aceitando os argumentos expostos pelo rabino Azêdã-Moá, o Sumo Sacerdote decide abrir uma exceção e acolhe Maria, que não tinha origem nobre, era apenas uma humilde filha de camponeses de Nazaré, para edu- cá-la dentro dos mais altos preceitos da Escritura, ao mesmo tempo, que passariam a estudá-la e comprovar a legitimidade e veracidade das profecias que ela transmitia através de suas mensagens. Designam, para tutelá-la, Zacarias, esposo de sua tia por parte de mãe, Elizabeth. Ao entrarem internas para o Templo, as jovens deveriam esquecer-se do mundo físico, exterior, passando a viver apenas as coisas de Deus sob a orientação da Sinagoga. É dessa forma que Maria cresce, sob a influência de uma educação religiosa rígida pautada pelas regras do monastério. Ali também ela passa a demonstrar grande zelo e interesse pela leitura da Escritura Sagrada além de participar dos estudos e discussões que se realizavam, entre os judeus, semanalmente, na Sinagoga. Sempre muito religiosa e apoiada pelos ideais da mãe, desenvolveu a crença de que Deus poderia lhe escolher, dentre as mu- lheres, para uma missão divina aqui na terra. Não lembrava, mas, já tinha sido avisada, em espírito, que era a escolhida por Deus para ser a mãe de seu filho Jesus. O Messias tão esperado pela humanidade. Tendo atingido a faixa de idade entre os 12 e 13 anos, considerada como provável data de ocorrência da menarca entre as meninas, é legalmente autorizada para o matrimônio quando recebe o “gedulah”. Maria teve, então, de deixar o templo para arranjar um noivo, contrair núpcias e assumir as obrigações de uma esposa e companheira. _____________________________________________________________________________________________________ 1 Proto-Evangelho de Tiago é um evangelho apócrifo escrito provavelmente em 150 d.C. Esse título surgiu em fins do século XVI quando foi publicado, pois até então era chamado apenas de Livro de Tiago.
  • 4. Entretanto, os Sacerdotes sentiam a obrigação de proteger Maria, que era considerada “uma enviada de Deus”, possível mãe do Messias. Não poderia desposar qualquer rapaz. Deveria casar-se com um homem que tivesse princípios e respeitasse as leis morais e mosaicas. É assim que, sob a orientação de um anjo, José é escolhido para desposá-la. José-Bem-Jacob, já viúvo, era carpinteiro (profissão muito prestigiada no povo de Israel na época), filho de Jacó, família de camponeses, também descendente da linhagem de Davi, apesar de achá-la muito nova, pede-a em casamento. Trazia no coração a bondade, a simplicidade, e a obediência às leis do Senhor além de querer muito uma nova companheira. Não estava nos planos de Maria o casamento. Sabia que o Messias nasceria de uma virgem da genealogia de Davi e ela preten- dia ser uma candidata devendo permanecer pura para isso. Mas não podia ir de encontro às leis e o que determinara os sacerdo- tes. Assim, aos 14 anos fica noiva de José e, após o anúncio à família, volta para Jerusalém enquanto aguardava os preparativos para o ritual do casamento que se daria dali a um ano. Como religiosa que era, continuou orando a Deus para que lhe orientasse e iluminasse para os caminhos da nova vida. Maria, com certeza já tinha ouvido, na Sinagoga, sobre aparecimento de anjos a profetas, patriarcas e reis de Israel, mas há muito não se tinha mais notícias de tais acontecimentos, ainda mais que essas coisas não aconteciam com mulheres que pouco direito e reconhecimento possuíam numa sociedade patriarcal. Porém, em um final de tarde, (Lucas 1:26/35) Maria recebe a visi- ta do anjo Gabriel, “o anjo da Anunciação”, que lhe comunica os desígnios de Deus de que se tornaria a mãe do seu filho amado: Jesus. Recebesse ela José, como esposo, porque esse era seu desejo. Muito assustada, escuta o que o anjo lhe fala e diz “SIM” ao que seria um novo começo da humanidade. Grávida mas ainda não casada, suporta com fé o medo das possíveis desconfianças do esposo e dos prováveis comentários maldosos da comunidade se soubessem que estava grávida (Deuterônimo 22:22/29). Com certeza, sua reação deve ter sido de muita apreensão. Aparecer grávida e solteira era bastante temeroso podendo ser condenada a pena de morte por apedrejamen- to. Ela, entretanto tudo suportou com fé. José, também recebeu a visita de um anjo, que lhe comunicou a situação lhe convencendo da lealdade de Maria e que deveria desposá-la sem receio. Essa visita foi de fundamental importância tendo em vista que Maria precisava da compreensão e prote- ção daquele que seria seu marido, companheiro e pai da criança que logo chegaria. Com certeza não foi só Maria a escolhida por Deus. José também o foi. Jesus nasceu quando Maria contava com 16 anos de idade numa manjedoura, nos arredores de Belém da Judéia, confirmando o que o mundo todo esperava. A chegada do Messias, o Salvador do Mundo - o mensageiro da paz. Maria e José submeteram Jesus a todos os costumes judeus. Circuncidaram-no ao final do oitavo dia e, com 33 dias (supostamente) ofereceram o sacrifício da purificação para Maria deixar de ser considerada imunda pela Lei de Moisés (Levítico 12). A família Sagrada formada passou a morar em Nazaré, tendo Maria levado uma vida de esposa e mãe amorosa além de dona de casa. Ficou viúva por volta de (~18 d.C.) quando passou então a dever obediência a seu filho primogênito que, agora, era o Chefe de Família. Seguiu Jesus, quando da sua vida de pregação (~27-30 d.C.) sofrendo junto toda a sua paixão e crucificação num perfeito exemplo de submissão a Deus. Esteve sempre presente encorajando os discípulos temerosos a seguir seu Filho amado. As últimas informações, encontrada na Bíblia, acerca da vida de Maria é em João, (João 19,16- 27), e em Lucas (Lucas 23:49), na crucificação, quando Jesus escolhe seu discípulo João para tomar conta dela, e em Atos (1,12-14), quando relata que ela, após a crucificação permaneceu reclusa, apenas em contato com os discípulos, como uma verdadeira “família espiritual”, em cons- tante vigília e oração. João foi o discípulo escolhido, provavelmente, por ser o que teria mais condição de ampará-la e compreendê-la. ” E junto à cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria mulher de Clopas, e Maria Madalena. Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava esta- va presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa (João 19:25-27). Não se tem certeza da data ou loca da sua morte. Entretanto, sabe-se que foi em torno dos 72 anos de idade, por volta dos anos 50 d.C.
  • 5. Tudo o que se tem sobre a vida de Maria é o que foi citado nos Evangelhos da Bíblia. Entretanto, o que se pode verificar é que, sem dúvida, foi uma mulher simples, porém muito forte, de uma fé inabalável que viveu num contexto histórico muito especial. Nunca foi protegida nem se deixou abalar pelos problemas e dilemas que a atormentavam. Não ficou segregada. Viveu e envelhe- ceu como todas as mulheres da época. Sempre buscou, com zelo e amor, estar presente na vida do Filho cumprindo seu desígnio. Era participativa na comunidade e sempre muito sensível e dedicada aos mais necessitados. Era humana e agia como tal, apesar da convivência com o filho, que, tinha a certeza, ser possuidor de um poder espiritual elevadíssimo. Ela sabia. O anjo Gabriel já a havia alertado. Ele era o filho de Deus. O Messias esperado e que tinha uma grande missão para cumprir. Devido ao contexto social em que viveu e por ser mulher, pouco se escreveu e se falou sobre a vida de Maria. Sua atuação, suas palavras, ou sua maneira de ser ou de viver ficou restrita a pequenas passagens dos evangelhos. O pouco que foi dito apenas reforça a ideia de uma mulher forte, de uma fé inquebrantável que amava o “filho humano” respeitando o limite e os espaços do “filho Divino” estando sempre ao seu lado, porém, permitindo, silenciosamente, que ele agisse como aprouvesse. Ela cria que ele era o Filho de Deus e a ela só cabia ser sua mãe terrena e fiel seguidora sempre demonstrando amor, fé e sabedoria, mesmo no momento mais crucial e doloroso da sua vida e do Seu amado Filho: o calvário. Sua festa é comemorada todos os anos no dia 1º de janeiro. “ - Amados filhos, que nossas emoções sejam nosso pleito de gratidão e carinho que devemos ao nosso Divino Mestre, credor verdadeiro de toda e qualquer expressão de respeito de nossos corações agradecidos. Ninguém nos tem amado tanto e com tal devotamento quanto Ele, nem se sacrificado de tal forma pela evolução do rebanho que o Pai lhe confiara, nos longos e perdidos milênios do pretérito. - Trago-vos o beijo daquele que, Senhor de todos nós, fez-se Fi- lho de meu coração para bafejar-me com sua Luz. O mesmo que, ainda hoje, se nos oferece como o Verdadeiro Amigo. O Cristo de Deus segue esperando vossa companhia, embreando as tarefas sublimes para a edificação do Novo Mundo. Felizes daqueles que, como vós, já se dedicam a cooperar com as forças da Vontade e o idealismo do Espírito para que a obra se encontre pronta à che- gada do Senhor. Venho da parte de meu filho para vos concitar à multiplicação dos esforços a fim de que os seres aproveitem os últimos chamamentos e despertem. Duplo trabalho de salvação que recupera iludidos e cegos, ao mesmo tempo em que vos resgata pelo exemplo no Bem através da Abnegação. O Novo Mundo será marcado pela predominância desses sentimentos nos quais podereis vos diplomar através dos serviços desta hora difícil. Seja como servo vestindo a roupa de carne, seja como os que já se despiram da matéria, todos estais convocados para essa ingente e gloriosa batalha. - Perdidos no cipoal das ilusões da carne, nossos semelhantes se insensibilizam para as coisas do Espírito, desperdiçando os inúmeros avisos que lhes têm sido encaminhados pela solicitude do Governante Terreno. Como crianças rebeldes a fazerem troça das advertências do tutor amoroso, candidatam-se à descoberta da Verdade através de um sofrimento que poderia ser evitado. Todas as forças do Bem, neste momento, devem ser canalizadas para auxiliar os retardatários de boa vontade a que se conscien- tizem e trabalhem contra as nódoas inferiores que contaminam suas almas porquanto, o auxiliar da reforma que transformará o velho mundo em Novo Mundo, o Mundo Novo se avizinha com a missão de retirar os rebeldes, aqueles que se sintonizam com suas forças primitivas. Confiando em vossos corações, o Filho Amado me incumbe de envolver-vos no amplexo do Amigo Fiel, para que não vos esqueçais da aliança de amor a frutificar nas horas da transformação do mal em Bem. Este é o momento de beberem do mesmo cálice que ele bebeu, para a salvação dos aflitos, à custa dos vossos esforços e do sacrifício de vossos inte- resses. Aproxima-se o tempo do cumprimento de todas as coisas. No entanto, a maioria ainda não está pronta. Empenhemo-nos na multiplicação das luzes para que, iluminados pelos exemplos e ensinamentos da virtude, seja menor o número dos caídos na escuridão, dos excluídos das núpcias por não terem envergado a veste nupcial, porquanto todos os que não se renovarem a tem- po, ver-se-ão amarrados pelo orgulho e egoísmo de que não se libertaram e atirados nas trevas exteriores, onde haverá prantos e ranger de dentes. - Recordai-vos, amados de meu coração: não haverá outra última hora do que aquela em que estamos vivendo, no trânsito evolutivo para um mundo melhorado. Já recebestes, ao longo dos milênios, o testemunho de Amor do meu Filho por cada um de vós. Esta é, por fim, a derradeira oportunidade de demostrardes o vosso Amor por Ele na superfície deste mundo. Que a Paz seja a vossa conselheira e a Bondade, o pão da Vida Eterna.” (Mensagem extraída do livro Herdeiros do Novo Mundo, pelo espírito Lucius, psicografado por André Luiz Ruiz)
  • 6. Trechos da matéria publicada no Diário de Pernambuco em 02 de Setembro de 1980. Fonte: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_16&PagFis=13824&Pesq=federa%C3%A7%C3%A3o%20 esp%C3%ADrita%20de%20pernambuco
  • 7. Trechos da matéria publicada no Diário de Pernambuco em 02 de Setembro de 1980. Fonte: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_16&PagFis=13824&Pesq=federa%C3%A7%C3%A3o%20 esp%C3%ADrita%20de%20pernambuco
  • 8. Comemoração do Natal das Vovós da nossa querida Casa dos Humildes, realizado no sá- bado - 17/12/2016. A equipe CH gostaria de deixar registrada aqui, sua gratidão a todos os que puderem fazer desse momento uma realidade! Que no ano vindouro possamos con- tinuar a compartilhar do carinho e sabedoria dessas amadas senhoras que tanto tem a nos ensinar! Muito obrigado irmãos!
  • 9. “Corres sempre o risco de errar ao seguires homens na Terra, mesmo que sejam os mais entendidos. Ainda resta muita coisa por fazer em todas as condutas, daí o perigo de caíres com eles em erros graves. Segue somente o Cristo, por ser somente Ele o Caminho, a Verdade e a Vida”. “Meu irmão, se até hoje te faltou coragem para a reforma interior, busca o Cristo pelos meios de que dispões, que Ele te dará energias suficientes para o empreendimento que desejas começar no teu mundo interno. Não percas tempo. Começa agora, que as mãos de Deus estão a teu favor e Cristo será o teu Cami- nho. Inicia agora a tua operação moral”. (Frases extraídas do livro CIRURGIA MORAL, do espírito Lancellin, psicografado por João Nunes Maia) Apócrifo [do grego apókryphos, do latim apocryphu] 1. Diz-se, entre os católicos, dos escritos de assunto sagra- do não incluídos pela Igreja entre as escrituras por ela con- sideradas autênticas e divinamente inspiradas. 2. Diz-se de obra ou fato sem autenticidade, ou cuja autenticidade não se provou. Mônada [do latim monada] 1. Organismo simples, que se pode tomar por unidade orgâ- nica. 2. Elemento simples e indivisível, que se constitui for- ma viva primária. Transmutação [do latim transmutatione] 1. Para a Biologia, é a formação de novas espécies através de mutações. 2. Mudança de um elemento químico em outro, como acontece quando o Espírito é levado a reencarnar em planeta diferente, e seu perispírito é trocado, transmudan- do-se, para se adequar ao quimismo do novo ambiente.
  • 10. Gratidão por mais um ano O ano de 2016 com certeza deixará marcas em todos os que habitam o orbe terreno. Esse foi um ano repleto de acontecimen- tos marcantes, tanto no contexto nacional, quanto no internacional, alguns bons, outros desafiadores, encarados por muitos como desmotivadores e desanimadores. Contudo, lembremo-nos das palavras de Erasto no Evangelho Segundo o Espiritismo: “A fé é a virtude que desloca montanhas”, disse Jesus. Todavia, mais pesados do que as maiores montanhas, jazem depositados nos corações dos homens a impureza e todos os vícios que derivam da impureza. Parti, então, cheios de coragem, para removerdes essa montanha de iniquidades que as futuras gerações só deverão conhecer como lenda, do mesmo modo que vós, que só muito imperfeitamente conheceis os tempos que antecederam a civilização pagã. Sim, em todos os pontos do globo vão produzir-se as subversões morais e filosóficas; aproxima-se a hora em que a luz divina se espargirá sobre os dois mundos.” Como espíritos encarnados que somos, ainda temos limitações, por isso chegamos a duvidar que o porvir será de paz, de fraternidade e de amor, porém é necessário fortalecer a fé que nos move e lutar para construir esse futuro ditoso. Se as “tem- pestades” avassalarem o bem-estar da humanidade, nos ergamos juntos para reconstruir esse bem-estar. Tenhamos em mente e em nossas atitudes a mensagem de amor do Cristo. Cabe a cada um de nós o esforço pela mudança, tendo-se consciência de que ao batalharmos primeiramente pela nossa reforma íntima já estaremos modificando a esfera fluídica ao nosso redor e con- seguintemente de nosso próximo. Por isso irmãos, sejamos gratos aos desafios que nos estão sendo impostos a cada ano de nossas existências, porque nosso Pai Celestial jamais nos entregaria uma missão que não fôssemos capazes de desempenhar com êxito. E se os desafios também estão sendo impostos ao nosso orbe, é porque também está ele a evoluir juntamente conosco, ajudemo-lo então com preces, pensamentos positivos, propagação do evangelho de Jesus, atitudes cristãs e com todo amor que carregamos em nosso ser, dado a nós no momento de nossa criação, somos todos amor! Assim sendo, obrigado Senhor, por mais um ano nesse orbe e que muitos outros possam vir!
  • 11. Materialização1 É o ato ou o efeito de materializar-se. De acordo com a doutrina espírita, é o fenômeno mediúnico, também conhecido como ectoplasmia ou teleplastia, em que um ser espiritual ou objeto (de outra dimensão) obtém, em determinadas circunstâncias, uma forma mate- rial tornando-se tangível e visível e a olho nu podendo ser visto, sentido e tocado por qualquer pessoa que os possa presenciar. É, assim, uma típica manifestação de efeito físico. Não é, entretanto, uma transformação da substância espiritual em matéria. Trata-se de uma condensação da subs- tância de aspecto viscoso, esbranquiçada, amorfa, sutil, semimaterial, infinitamente plástica e de grande potência e vitalidade denominada de ectoplasma , que ao se desprender ou ser exalada pelo médium (principalmente os de efeito físico), juntamente com os fluidos do meio ambiente, modela e organiza, morfologicamente, o ectoplasma2 do espírito desencarnado dando-lhe a possibilidade de se tornar visível. No livro “Domínios da Mediunidade”, André Luiz ensina que é o ectoplasma um fluido material, leve, plástico e delicadíssimo, situado entre o períspirito e o cor- po físico. Sua presença é fundamental para a materialização e para vários outros fenômenos. Essa formação pode ser parcial (dedos, mãos, braços, rostos) ou total (corpo inteiro), com substância luminosa ou não. Quanto à tangibilidade, tem-se, ainda: a) tipo rarefeito; de pouca densidade, b) mais denso e opaco com bastante nitidez e, c) denso com solidez e tangibilidade total (Dicionário de Filosofia Espírita - L. Palhano Jr). O médium (agente mediúnico) não é o produtor desse fenômeno. É o espírito que o gera animando-o e controlando-o pelo pensamento, de forma intencional ou não, conforme a sua evolução, podendo também manipulá-los para aglomerar, dirigir, modificar e até combinar entre si ou, até mesmo, conferir-lhes propriedades, para obter os resultados que desejam. É assim que os objetos podem ser plasmados. Durante o fenômeno é o médium, em transe ou não, que fornece o ectoplasma, como uma pasta flexível, viscosa e semilíquida, que flui para fora de seu corpo, através dos orifícios, naturais do organismo (nariz, boca, ouvidos e até pelos poros, tórax e extremidade dos dedos) que, juntando-se aos fluidos encontrados no ambiente (nas plantas, animais, etc) modelam a forma pensamento idealizada pelo espírito. A materialização não é um fenômeno que deva ser buscado por simples curiosidade. É um procedimento muito desgastante para o médium, perigoso, de difícil manipulação e que exige treinamento, muita técnica e trabalho in- tenso dos encarnados bem como, e principalmente, das entidades desencarnadas, para que o espírito comunicante possa utilizar dos fluidos e se tornar visível. A ausência de preparo, a falta de elevação moral e de responsabilidade dos encarnados pode afetar a saúde e até provocar o desencarne do médium. Deve ser realizado em ambiente tranquilo e escuro (luz verde, azul ou meia luz), para evitar interferências na vibra- ção dos elementos vitais não se devendo, em hipótese alguma, se tocar no médium que deve permanecer isolado até o final da manifestação. Uma sessão de materialização só deve ocorrer por motivos superiores para atendimento de serviços de cura e atendimento a sofredores encarnados. Ao final da sessão de materialização, o corpo e/ou objeto se dissolvem e os seus elemen- tos retornam ao corpo de origem. _____________________________________________________________________________________________ 1 Na Codificação Espírita não encontramos o termo materialização, Kardec se limitou a chamar de aparições tangíveis; palpáveis. 2 O termo ectoplasma também é inexistente na Codificação Espírita (o primeiro registro que se tem desse termo foi feito por Charles Richet, Nobel em Medicina). Na Codificação, os Espíritos falam de fluidos, de sua condensação mais ou menos vaporosa, mas nunca usando o termo ectoplasma.
  • 12. Casa da Virgem Maria Igreja da Anunciação - Onde Maria recebe a mensagem do Anjo Gabriel
  • 13. Local do nascimento de Jesus Interior da casa de Maria, depois da morte de Jesus Maria recebe os reis magos
  • 14. Bibliografia do Pentateuco 05 livros fundamentais na Doutrina Espírita Por Allan Kardec “Ao clarão do Natal, que em ti acorda a música da esperança, escuta a voz de alguém que te busca o ninho da própria alma!. Alguém que te acende a estrela da generosidade nos olhos e te adoça o sentimento, qual se trou- xesses uma harpa de ternura escondida no peito. Sim, é Jesus, o amigo fiel, que volta.” Assim nos fala carinhosamente o Espírito Meimei em um dos capítulos desta encantadora obra mediúnica, na qual se misturam prosa e poesia para focalizarem a maior data da cristandade, exaltando a figura de nosso Senhor Jesus Cristo. Dezenas de autores espirituais vêm ofertar-nos belas mensagens natali- nas, traduzindo, na forma de letras, seus pensamentos de gratidão e amor, de esclarecimento e esperança. O leitor encontrará significativas meditações em torno do real significado do Natal, compreendendo que todos nós podemos fazer dos nossos cora- ções a morada permanente de Jesus. “Abre caminho, saudando os homens do presente que também o fo- ram do passado e ainda, hão de ser os do futuro, mais um batalhador da paz: o Reformador.” Com essas palavras iniciais apresentava-se, em 21 de janeiro de 1883, o novo órgão da imprensa espírita, fundado por Augusto Elias da Silva. Há muito Reformador se tornou o mais antigo periódico da imprensa espírita brasileira. Em todo o mundo, ocupa o quinto lugar em anti- guidade. Registram os Anais da Biblioteca Nacional (Vol. 85) ser o Reformador um dos quatro periódicos surgidos no Rio de Janeiro, de 1808 a 1889, que sobreviveram até os dias de hoje. São eles, pela ordem: Jornal do Commercio (1827); Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasi- leiro (1839); Diário Oficial (1862); Reformador (1883). À exceção do Diário Oficial, Reformador é o único que jamais teve interrompido sua publicação.
  • 15. Associação Espírita Casa dos Humildes www.casadoshumildes.com Bruno Tavares Expositor Espírita www.blogdobrunotavares.wordpress.com https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_(m%C3%A3e_de_Jesus) http://www.oconsolador.com.br/ano7/320/andre_luiz.html http://grupoallankardec.blogspot.com.br/2010/01/quem-e-maria-para-os-espiritas.html http://espiritismoemcristo.blogspot.com.br/2013/06/a-concepcao-de-maria-segundo-o.html http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/NSenhora.html http://www.catequisar.com.br/texto/maria/reflexao/10.htm http://www.abiblia.org/ver.php?id=2329 http://www.a12.com/formacao/detalhes/mae-de-deus-nossa-mae http://intermediandoamor.blogspot.com.br/2011/09/mensagem-de-maria-de-nazare-espirito.html http://www.franciscanos.org.br/?page_id=5448 http://www.estudos-biblicos.net/maria.html http://www.estudosdabiblia.net/esc110.htm http://www.maiscuriosidade.com.br/21-informacoes-curiosas-sobre-maria-mae-de-jesus/ Livro “Maria de Nazaré, Miramez (João Nunes Maia), Editora Fonte Viva https://pt.wikipedia.org/wiki/Materializa%C3%A7%C3%A3o https://www.dicio.com.br/materializacao/ http://www.paginaespirita.com.br/materializacao.htm http://chicoparasemprexavier.blogspot.com.br/2013/03/materializacao-de-espiritos.html http://www.mundoespirita.net/materializaccedilatildeo.html PERALVA, Martins. Estudando a Mediunidade XAVIER, Francisco Cândido. Missionários da Luz. Pelo Espírito André Luiz http://www.catequisar.com.br/texto/maria/reflexao/10.htm CONTATO Rua Henrique Machado, nº 110 Casa Forte - Recife/PE (81) 3268-3954 casadoshumildes.com blogchnoticias.blogspot.com.br chnoticias@yahoo.com.br EXPEDIENTE CH Notícias Nº 18 – Circulação mensal Distribuição on-line Recife-PE, 20/Dezembro/2016 Presidente: Albonize de França. Vice-Presidente: Rosa Carneiro. Deptº de Divulgação Doutrinária: Bruno Tavares. Deptº de Mediúnico: Amaro Carvalho. Edição: Bruno Tavares, Julio Rêgo, Mônica Porto e Aline Jordão. Projeto Gráfico: Ingrid Cavalcanti. ATIVIDADES ATIVIDADES REQUISITOS DIA/HORA Campanha do Quilo Boa vontade e tolerância. 1º e 3º Domingo de cada mês – 8 h. Evangelização Infanto-Juvenil Habilidades na área de educação e de ativi- dades lúdicas. Boa interação com crianças e jovens. Domingo – 16 h. Passes e vibração Ter feito o curso de passes. Segundas antes das reuniões públicas; Terças, Quartas e Sextas após as reuniões; Domingos antes e depois das reuniões. Recepção e atendimento fraterno Ter feito o curso de passes e ser doutrina- dor. Segunda e Quarta – 19 h; Domingo – 16 h. Assistência a gestantes Querer compartilhar saberes e acolher o próximo. Quarta – 13 h 30 min e Um Domingo no mês. Trabalho mediúnico e doutrinário Ter feito todos os cursos básicos e o de passes. Segunda e Quarta – 19 h 45 min; Domingo – 16 h Instrutor e dirigente de reunião Ter feito os cursos básicos e de passes. Para instrutor, experiência e comunicação. Nos dias de curso e de reunião no auditó- rio. Assistência às vovozinhas da Casa dos Humildes Formação na área da saúde. Para lazer, nenhum requisito. De acordo com a disponibilidade. Biblioteca e Livraria Ser trabalhador da Casa Antes das reuniões públicas. TI e eletroeletrônicos, manutenção Habilidade na área e vontade de aprender. Antes das reuniões públicas.
  • 16. CURSOS Segunda-feira 19 h 45 min Sala 1 – Curso de Passe Sala 2 – Curso Trabalhadores: ESTEM Sala 3 – Iniciantes Curso de Mediunidade Terça-feira (a cada 15 dias) 19 h 45 min EADE – Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita ESDE – Estudo Sistemático da Doutrina Espírita Quarta-feira 19 h 45 min Sala 1 – Iniciantes Básico do Espiritismo Sala 2 – Curso Trabalhadores: Doutrinação Sala 3 – Iniciantes Curso de Doutrinação REUNIÕES PÚBLICAS Segunda-feira 19 h 45 min Reunião de Consulta espiritual. Terça-feira 20 h Reunião Pública de Estudo de “O Livro dos Espíritos”. Terça-feira 20 h Reunião de Vibrações Espirituais. Quarta-feira 19 h 45 min Reunião Pública de Desobsessão. Quinta-feira (apenas a 1ª do mês) 19 h 45 min Desobsessão dos Trabalhadores da Casa. Sexta-feira 19 h 30 Reunião Pública de Estudos Espíritas: 1ª Sexta do mês: André Luiz > Estudando também Chico Xavier; 2ª Sexta: Emmanuel > Estudando também Amélia Rodrigues; 3ª sexta: Joanna de Ângelis > Estudando também Divaldo Franco; 4ª sexta: Bezerra de Menezes > Estudando também Herculano Pires. Domingo 16 h Evangelização Infantil e Reunião da Juventude Espírita. Domingo 16h Reunião Pública de Estudo de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”.