Novos territórios da comunicação

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Novos territórios da comunicação

  1. 1. da comunicação os novos territórios
  2. 2. mediação e mediadores <ul><li>Gatekeeper </li></ul><ul><li>Two steps flow </li></ul><ul><li>Modos de transmissão </li></ul><ul><li>Gatewatcher </li></ul><ul><li>“ Bibliotecário” </li></ul><ul><li>Foco na organização da informação </li></ul><ul><li>Arquitetura de participação </li></ul><ul><li>Cartógrafo da informação </li></ul><ul><li>Formação de redes </li></ul><ul><li>Capital social </li></ul>
  3. 3. ohmynews international Um exemplo de jornalismo colaborativo: http://tinyurl.com/3pbpbu Bem-vindo ao jornalismo open-source: http://tinyurl.com/3ndv2y http://english.ohmynews.com
  4. 4. overmundo O grito eletrônico do Overmundo: http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=160 A criação do Overmundo e algumas decisões envolvidas http://tinyurl.com/4hr7qo www.overmundo.com.br
  5. 5. os 11 passos do jornalismo colaborativo <ul><li>1. Permitir comentários do público </li></ul><ul><li>2. Repórter cidadão integrado </li></ul><ul><li>3. Modo open-source de produção </li></ul><ul><li>4. Hospedagem de blogs cidadãos </li></ul><ul><li>5. Blogs como redação “transparente” </li></ul><ul><li>6. Site jornalístico stand-alone: versão editada </li></ul><ul><li>7. Site jornalístico stand-alone: versão não-editada </li></ul><ul><li>8. Versão impressa </li></ul><ul><li>9. Modelo híbrido: jornalistas profissionais + repórteres cidadãos </li></ul><ul><li>10. Integração de modelos sob o mesmo teto </li></ul><ul><li>11. Jornalismo Wiki: onde os leitores são editores </li></ul>Fonte: http://www.poynter.org/content/content_view.asp?id=83126
  6. 6. por uma cartografia da informação <ul><li>Questão levantada: como se estabelecem os processos de mediação em ambientes digitais colaborativos ? </li></ul><ul><li>Novamente recorrendo a Bowman e Willis (2003), podemos analisar: </li></ul><ul><li>reputação em comunidades virtuais </li></ul><ul><li>conexões entre interagentes </li></ul><ul><li>informar/ser informado em meio colaborativo. </li></ul>
  7. 7. novos territórios <ul><li>Conceituações de Philipe Breton e Serge Proulx (2002). </li></ul><ul><li>“ No interior das mídias, um setor, ainda informal, está em gestação e deverá tender rapidamente à autonomia: o “gerenciamento da comunicação”, que engloba as relações públicas, a publicidade, os serviços de comunicação e de informação internas das empresas” (pág. 91) </li></ul><ul><li>“ No plano material, as mídias recorrem às técnicas que privilegiam sistematicamente a comunicação social mais do que a comunicação interpessoal. Esse setor mostra além disso uma surpreendente capacidade de aboserver as inovações técnicas concebidas para outros usos e colocá-las rapidamente a serviço de suas próprias finalidades” (pág. 92) </li></ul>
  8. 8. novos territórios <ul><li>“ O segundo território da comunicação social, de rápido desenvolvimento e ao mesmo tempo de formação mais recente, é o da telefonia e, de maneira mais geral, de todos os serviços que têm por objeto a transmissão de mensagens ” (pág. 92) </li></ul><ul><li>“ O telégrafo e, em seguida, o telefone não foram imediatamente técnicas a serviço da comunicação interpessoal” (pág. 92) </li></ul><ul><li>“ O terceiro território ocupado pelas técnicas de comunicação moderna, o mais recente também é o que organiza em torno da informática como técnica de tratamento da informação. (...) Assim, toda comunicação mediatizada pela informática trará imediatamente a marca lógico-filosófica própria dessa técnica” (pág. 93) </li></ul>
  9. 9. novos territórios <ul><li>“ A aproximação entre as três grandes tradições em matéria de técnicas de comunicação vai se operar de duas maneiras. Primeiro uma aproximação, se assim podemos dizer, pela base, graças a uma unificação progressiva do fundamento material das técnicas e à penetração do ‘paradigma digital’, conjunto coerente de materiais de base eletrônica, de técnicas, de desafios econômicos e políticos” (pág. 94) </li></ul><ul><li>“ As primeiras formas que esse paradigma tomou foram as intersecções crescentes entre as telecomunicações e a informática na formação, na manipulação e na memorização da informação midiática. O paradigma digital vai portanto rapidamente ser um fator de integração transversal da maioria das técnicas de comunicação” (pág. 94) </li></ul>
  10. 10. novos territórios <ul><li>“ A primeira constatação que se pode fazer é que os homens encarregados de fazer funcionar as técnicas que pertencem a esses diferentes campos não pertencem aos mesmos grupos sociais, não têm a mesma formação nem a mesma cultura de referência e que, fundamentalmente, sua relação antropológica com a técnica é diferente. A segunda constatação é que os homens não manipulam, nem no conceito nem na prática, a mesma informação” (pág. 95) </li></ul><ul><li>“ O especialista, no mundo das mídias, opera principalmente sobre o sentido das mensagens e da comunicação, e tanto mais quanto está em contato com o público. Sua palavra-chave é informação qualitativa ” (pág. 95) </li></ul>
  11. 11. novos territórios <ul><li>“ O universo das telecomunicações mostra toda a sua atividade na área do transporte e da confiabilidade das mensagens. Sua palavra-chave é interatividade da informação , graças à criação de redes” (pág. 95) </li></ul><ul><li>“ A informática, enfim, que nasceu de uma interrogação sobre as condições da produção intelectual e sobre o aspecto formal das informações, poderá ser descrita como a área do tratamento da informação digital, ou seja, da informação em sua forma numérica” (pág. 95) </li></ul><ul><li>“ A técnica, no mundo das mídias, tem apenas uma condição de ferramenta, quando não é simbolicamente jogada em um alhures indefinido, e, no plano concreto e cotidiano, o plano das relaç]oes sociais, os técnicos são relegados tradicionalmente (...) ao exterior do ato da criação” (pág. 97) </li></ul>
  12. 12. novos territórios <ul><li>“ A famosa ‘teoria da informação’ de Shannon saiu diretamente das pesquisas sobre a otimização da transmissão de mensagens, obtida não pela via do aperfeiçoamento das linhas físicas de comunicação, mas pela via da codificação adequada, que permitia por exemplo atenuar a persistência do ruído de fundo nos canais de transmissão” (pág. 97) </li></ul><ul><li>“ Quem diz rede diz território, dessa vez no sentido da geografia política e social” (pág. 97) </li></ul><ul><li>“ A cultura desses especialistas, inspirada em uma tradição que vai de Descartes a Wittgenstein e Turing, passando por Leibniz, é fortemente marcada pela busca da evidência racional, da prova e da dedução lógica, mas também de uma linguagem universal” (pág. 98) </li></ul>
  13. 13. novos territórios <ul><li>“ Os apaixonados pela informática formam uma verdadeira “tribo”, grupo social original que agrupa nas mesmas redes profissionais e amadores, com as preocupações mais centradas na ferramenta do que em seus usos concretos. A propensão natural dessa nova cultura será a inteligência artificial” (pág. 99) </li></ul><ul><li>“ Isso não impede a informática de ocupar um lugar singular no espaço social, nem certas pessoas de a definirem como o motor de uma verdadeira ‘revolução’ , ou ainda como o centro de uma nova ´cultura técnica’” (pág. 99) </li></ul>

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