SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 20
Baixar para ler offline
PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO
PARA PLÁSTICO
João Francisco
Jorge da Cunha
Judson Barros
Mateus Soares
Pallomma Lobato
TIPOS DE CONFORMAÇÃO PARA PLÁSTICO
 Termoformação
 Fundição
 Conformação e Processamento de
Espumas Poliméricas
TERMOFORMAÇÃO
 Processo no qual uma chapa de termoplástico
é aquecida e conformada na forma desejada.
 Realizado em duas etapas principais:
• Aquecimento
• Conformação
 A duração do ciclo depende da espessura e
coloração do polímero.
 Apenas termoplásticos podem ser termoformados.
TIPOS DE TERMOFORMAÇÃO
 A vácuo
 Por pressão
 Mecânica
TERMOFORMAÇÃO Á VÁCUO
 Primeiro processo de termoformação
 A pressão negativa suga a chapa preaquecida para
dentro do molde.
TERMOFORMAÇÃO POR PRESSÃO
 Aplica-se uma pressão para forçar a placa para
dentro do molde.
 Pressão utilizada: entre 3 e 4 atm.
 Tipos de molde:
• Negativo
• Positivo
MOLDE NEGATIVO
MOLDE POSITIVO
TERMOFORMAÇÃO MECÂNICA
 Usa-se um molde positivo e um negativo que se
encaixam pressionando a peça a ser conformada.
 Não é usada nenhuma pressão de ar
 Vantagem:
• Controle dimensional.
• Detalhamento da
superfície em ambos
os lados.
 Desvantagem:
• São necessários dois
moldes.
VANTAGENS E DESVANTAGENS DA
TERMOFORMAÇÃO
 Vantagens:
• Baixo investimento em equipamentos e moldes.
• Produção de peças com diferentes espessuras em
um mesmo molde.
 Desvantagens:
• Alta perda de material.
• Difícil controle da uniformidade da espessura das
paredes.
APLICAÇÕES
FUNDIÇÃO
 O processo consiste em despejar a resina líquida
adicionada a outras substâncias que promovem
endurecimento (catalisadores ou agentes de cura)
dentro de um molde.
 Termoplásticos e termorrígidos podem ser
fundidos.
 Não é empregado
aquecimento ou pressão.
VANTAGENS E DESVANTAGENS
 Vantagens:
• O molde é simples e barato
• O produto é relativamente livre de tensões
residuais
• O processo permite que sejam alcançados alto
grau de planicidade e qualidades óticas desejáveis
nas chapas transparentes de plástico.
 Desvantagens:
• É um processo para baixa produção
• As peças sofrem contrações.
APLICAÇÕES
 Encapsulamento de produtos eletrônicos
 Brindes e pequenos adornos
 Amostras para microscópios
CONFORMAÇÃO E PROCESSAMENTO DE
ESPUMAS POLIMÉRICAS
 A espuma polimérica é uma mistura de polímero e
gás, que torna o material poroso ou celular. As
mais comuns são:
• Poliestireno
• Poliuretano
 Gases utilizados:
• Ar
• Nitrogênio
• Dióxido de carbono
PROPRIEDADES CARACTERÍSTICAS
 Baixa densidade.
 Alta resistência por unidade de peso
 Isolamento térmico
 Boa qualidade de absorção de energia
CLASSIFICAÇÃO DAS ESPUMAS POLIMÉRICAS
 Elastoméricas Borracha.
 Flexíveis Polímero altamente plástico.
 Rígidas Termoplástico rígido.
PROCESSOS DE ESPUMAÇÃO
 Por agitação mecânica: Mistura uma resina líquida com
ar, agitando-o mecanicamente, e em seguida o polímero é
endurecido por calor ou reação química.
 Por mistura de um agente físico de espumação:
Dissolve-se esse agente, que pode ser o 𝑁2ou o 𝐶5 𝐻12, no
polímero fundido sobre pressão, fazendo o gás sair da
solução e se expanda quando a pressão é reduzida.
 Por mistura de um agente químico de espumação:
Mistura-se compostos químicos ao polímero, que se
decompõe a altas temperaturas e liberam gases como 𝑁2
ou 𝐶𝑂2 dentro do polímero.
 Conformadas por
extrusão e
moldagem.
 Conformadas por
aspersão e
vazamento.
Espumas de Poliestireno Espumas de Poliuretano
APLICAÇÕES DE ESPUMAS POLIMÉRICAS
Embalagens
Copos para bebidas quentesMaterial isolante térmico

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

[MANO] Introdução a Polímeros - 2a ed.pdf
[MANO] Introdução a Polímeros - 2a ed.pdf[MANO] Introdução a Polímeros - 2a ed.pdf
[MANO] Introdução a Polímeros - 2a ed.pdfHORIZONARTEFATOSBORR
 
Adesão aplicada indústria da borracha
Adesão aplicada indústria da borrachaAdesão aplicada indústria da borracha
Adesão aplicada indústria da borrachaBorrachas
 
Materiais cerâmicos
Materiais cerâmicosMateriais cerâmicos
Materiais cerâmicosLívio Bruno
 
Aditivos de compatibilidade e agentes de acoplamento
Aditivos de compatibilidade e agentes de acoplamentoAditivos de compatibilidade e agentes de acoplamento
Aditivos de compatibilidade e agentes de acoplamentoBorrachas
 
Aglomerantes
AglomerantesAglomerantes
Aglomeranteshadahuay
 
Impact toughening mechanism
Impact toughening mechanism Impact toughening mechanism
Impact toughening mechanism NAMITHA CHANDRAN
 
07 propriedades termicas
07 propriedades termicas07 propriedades termicas
07 propriedades termicasA X.S
 
Compression moulding
Compression mouldingCompression moulding
Compression mouldingAdarsh Singh
 
Tecnologia dos Materiais
Tecnologia dos Materiais Tecnologia dos Materiais
Tecnologia dos Materiais suzanoleao
 
Aceleradores para a indústria da borracha
Aceleradores para a indústria da borrachaAceleradores para a indústria da borracha
Aceleradores para a indústria da borrachaBorrachas
 
Processos petroquímicos I
Processos petroquímicos IProcessos petroquímicos I
Processos petroquímicos IHoracimar Cotrim
 
Fenômenos observados em polímeros
Fenômenos observados em polímerosFenômenos observados em polímeros
Fenômenos observados em polímerosRobsonSantos374199
 
Seminário defeitos de fundição
Seminário defeitos de fundiçãoSeminário defeitos de fundição
Seminário defeitos de fundiçãoJosivaldo Chaves
 
Ciências dos Materiais - Aula 20 - Tratamentos Térmicos dos materiais
Ciências dos Materiais - Aula 20 - Tratamentos Térmicos dos materiaisCiências dos Materiais - Aula 20 - Tratamentos Térmicos dos materiais
Ciências dos Materiais - Aula 20 - Tratamentos Térmicos dos materiaisFelipe Machado
 
Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (PEUAPM)
Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (PEUAPM)Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (PEUAPM)
Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (PEUAPM)CENNE
 

Mais procurados (20)

Produção de cerâmica
Produção de cerâmicaProdução de cerâmica
Produção de cerâmica
 
[MANO] Introdução a Polímeros - 2a ed.pdf
[MANO] Introdução a Polímeros - 2a ed.pdf[MANO] Introdução a Polímeros - 2a ed.pdf
[MANO] Introdução a Polímeros - 2a ed.pdf
 
Adesão aplicada indústria da borracha
Adesão aplicada indústria da borrachaAdesão aplicada indústria da borracha
Adesão aplicada indústria da borracha
 
Materiais cerâmicos
Materiais cerâmicosMateriais cerâmicos
Materiais cerâmicos
 
Aditivos de compatibilidade e agentes de acoplamento
Aditivos de compatibilidade e agentes de acoplamentoAditivos de compatibilidade e agentes de acoplamento
Aditivos de compatibilidade e agentes de acoplamento
 
Aglomerantes
AglomerantesAglomerantes
Aglomerantes
 
Impact toughening mechanism
Impact toughening mechanism Impact toughening mechanism
Impact toughening mechanism
 
07 propriedades termicas
07 propriedades termicas07 propriedades termicas
07 propriedades termicas
 
Fundicao
FundicaoFundicao
Fundicao
 
Compression moulding
Compression mouldingCompression moulding
Compression moulding
 
Tecnologia dos Materiais
Tecnologia dos Materiais Tecnologia dos Materiais
Tecnologia dos Materiais
 
Caracteristicas do Processo de Fundição
Caracteristicas do Processo de FundiçãoCaracteristicas do Processo de Fundição
Caracteristicas do Processo de Fundição
 
Aceleradores para a indústria da borracha
Aceleradores para a indústria da borrachaAceleradores para a indústria da borracha
Aceleradores para a indústria da borracha
 
Processos petroquímicos I
Processos petroquímicos IProcessos petroquímicos I
Processos petroquímicos I
 
Fenômenos observados em polímeros
Fenômenos observados em polímerosFenômenos observados em polímeros
Fenômenos observados em polímeros
 
Corrosão
CorrosãoCorrosão
Corrosão
 
Seminário defeitos de fundição
Seminário defeitos de fundiçãoSeminário defeitos de fundição
Seminário defeitos de fundição
 
Ciências dos Materiais - Aula 20 - Tratamentos Térmicos dos materiais
Ciências dos Materiais - Aula 20 - Tratamentos Térmicos dos materiaisCiências dos Materiais - Aula 20 - Tratamentos Térmicos dos materiais
Ciências dos Materiais - Aula 20 - Tratamentos Térmicos dos materiais
 
Defeito s lingotamento de tarugos
Defeito s  lingotamento de tarugosDefeito s  lingotamento de tarugos
Defeito s lingotamento de tarugos
 
Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (PEUAPM)
Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (PEUAPM)Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (PEUAPM)
Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (PEUAPM)
 

Semelhante a Processos de conformação para plástico

Metalurgia do pó (Powder Metallurgy) - Conformação Mecânica
Metalurgia do pó (Powder Metallurgy) - Conformação MecânicaMetalurgia do pó (Powder Metallurgy) - Conformação Mecânica
Metalurgia do pó (Powder Metallurgy) - Conformação MecânicaJenniffer Orzechowski
 
Outros processamentos 2015
Outros processamentos 2015Outros processamentos 2015
Outros processamentos 2015edsonfran
 
Processo de fabricação de embalagens plásticas flexíveis
Processo de fabricação de embalagens plásticas flexíveisProcesso de fabricação de embalagens plásticas flexíveis
Processo de fabricação de embalagens plásticas flexíveisEmanoel S. Carvalho
 
Curso de Acrílicos
Curso de AcrílicosCurso de Acrílicos
Curso de AcrílicosCENNE
 
Ceramica 140621192036-phpapp01
Ceramica 140621192036-phpapp01Ceramica 140621192036-phpapp01
Ceramica 140621192036-phpapp01Carlos Monteiro
 
processos de fabricação laminação trefilacao.pptx
processos de fabricação laminação trefilacao.pptxprocessos de fabricação laminação trefilacao.pptx
processos de fabricação laminação trefilacao.pptxParticular
 
d6matPolimMod2.pdf
d6matPolimMod2.pdfd6matPolimMod2.pdf
d6matPolimMod2.pdfPaulo Silva
 
Processos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdf
Processos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdfProcessos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdf
Processos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdfTulyhanderNascimento
 
Trabalho sinterização 2015
Trabalho  sinterização   2015Trabalho  sinterização   2015
Trabalho sinterização 2015Marcosdeheus
 
Tecnologia de poliureia
Tecnologia de poliureiaTecnologia de poliureia
Tecnologia de poliureiaMarmai
 

Semelhante a Processos de conformação para plástico (20)

Metalurgia do pó (Powder Metallurgy) - Conformação Mecânica
Metalurgia do pó (Powder Metallurgy) - Conformação MecânicaMetalurgia do pó (Powder Metallurgy) - Conformação Mecânica
Metalurgia do pó (Powder Metallurgy) - Conformação Mecânica
 
Aula6 plsticos process_reciclagem
Aula6 plsticos process_reciclagemAula6 plsticos process_reciclagem
Aula6 plsticos process_reciclagem
 
Outros processamentos 2015
Outros processamentos 2015Outros processamentos 2015
Outros processamentos 2015
 
Industrias+de+plasticos
Industrias+de+plasticosIndustrias+de+plasticos
Industrias+de+plasticos
 
Processo de fabricação de embalagens plásticas flexíveis
Processo de fabricação de embalagens plásticas flexíveisProcesso de fabricação de embalagens plásticas flexíveis
Processo de fabricação de embalagens plásticas flexíveis
 
Apresentação
ApresentaçãoApresentação
Apresentação
 
Curso de Acrílicos
Curso de AcrílicosCurso de Acrílicos
Curso de Acrílicos
 
Rotomoldagem
RotomoldagemRotomoldagem
Rotomoldagem
 
Ceramica 140621192036-phpapp01
Ceramica 140621192036-phpapp01Ceramica 140621192036-phpapp01
Ceramica 140621192036-phpapp01
 
Ceramica
CeramicaCeramica
Ceramica
 
Cap 7 resumo (1)
Cap 7   resumo (1)Cap 7   resumo (1)
Cap 7 resumo (1)
 
processos de fabricação laminação trefilacao.pptx
processos de fabricação laminação trefilacao.pptxprocessos de fabricação laminação trefilacao.pptx
processos de fabricação laminação trefilacao.pptx
 
polióxido de metileno
polióxido de metilenopolióxido de metileno
polióxido de metileno
 
Laminacao 3D3A
Laminacao  3D3ALaminacao  3D3A
Laminacao 3D3A
 
Laminacao
LaminacaoLaminacao
Laminacao
 
d6matPolimMod2.pdf
d6matPolimMod2.pdfd6matPolimMod2.pdf
d6matPolimMod2.pdf
 
Processos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdf
Processos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdfProcessos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdf
Processos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdf
 
Trabalho sinterização 2015
Trabalho  sinterização   2015Trabalho  sinterização   2015
Trabalho sinterização 2015
 
Tecnologia de poliureia
Tecnologia de poliureiaTecnologia de poliureia
Tecnologia de poliureia
 
Extrusão
ExtrusãoExtrusão
Extrusão
 

Último

AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docxAE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docxConsultoria Acadêmica
 
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptx
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptxResistencias dos materiais I - Tensao.pptx
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptxjuliocameloUFC
 
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais PrivadosGestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais PrivadosGuilhermeLucio9
 
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptxBanco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptxTherionAkkad2
 
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024Consultoria Acadêmica
 
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptxPatrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptxAssimoIovahale
 
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdfAulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdfMateusSerraRodrigues1
 

Último (7)

AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docxAE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
 
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptx
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptxResistencias dos materiais I - Tensao.pptx
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptx
 
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais PrivadosGestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
 
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptxBanco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
 
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
 
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptxPatrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
 
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdfAulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
 

Processos de conformação para plástico

  • 1. PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO PARA PLÁSTICO João Francisco Jorge da Cunha Judson Barros Mateus Soares Pallomma Lobato
  • 2. TIPOS DE CONFORMAÇÃO PARA PLÁSTICO  Termoformação  Fundição  Conformação e Processamento de Espumas Poliméricas
  • 3. TERMOFORMAÇÃO  Processo no qual uma chapa de termoplástico é aquecida e conformada na forma desejada.  Realizado em duas etapas principais: • Aquecimento • Conformação  A duração do ciclo depende da espessura e coloração do polímero.  Apenas termoplásticos podem ser termoformados.
  • 4. TIPOS DE TERMOFORMAÇÃO  A vácuo  Por pressão  Mecânica
  • 5. TERMOFORMAÇÃO Á VÁCUO  Primeiro processo de termoformação  A pressão negativa suga a chapa preaquecida para dentro do molde.
  • 6. TERMOFORMAÇÃO POR PRESSÃO  Aplica-se uma pressão para forçar a placa para dentro do molde.  Pressão utilizada: entre 3 e 4 atm.  Tipos de molde: • Negativo • Positivo
  • 9. TERMOFORMAÇÃO MECÂNICA  Usa-se um molde positivo e um negativo que se encaixam pressionando a peça a ser conformada.  Não é usada nenhuma pressão de ar  Vantagem: • Controle dimensional. • Detalhamento da superfície em ambos os lados.  Desvantagem: • São necessários dois moldes.
  • 10. VANTAGENS E DESVANTAGENS DA TERMOFORMAÇÃO  Vantagens: • Baixo investimento em equipamentos e moldes. • Produção de peças com diferentes espessuras em um mesmo molde.  Desvantagens: • Alta perda de material. • Difícil controle da uniformidade da espessura das paredes.
  • 12. FUNDIÇÃO  O processo consiste em despejar a resina líquida adicionada a outras substâncias que promovem endurecimento (catalisadores ou agentes de cura) dentro de um molde.  Termoplásticos e termorrígidos podem ser fundidos.  Não é empregado aquecimento ou pressão.
  • 13. VANTAGENS E DESVANTAGENS  Vantagens: • O molde é simples e barato • O produto é relativamente livre de tensões residuais • O processo permite que sejam alcançados alto grau de planicidade e qualidades óticas desejáveis nas chapas transparentes de plástico.  Desvantagens: • É um processo para baixa produção • As peças sofrem contrações.
  • 14. APLICAÇÕES  Encapsulamento de produtos eletrônicos  Brindes e pequenos adornos  Amostras para microscópios
  • 15. CONFORMAÇÃO E PROCESSAMENTO DE ESPUMAS POLIMÉRICAS  A espuma polimérica é uma mistura de polímero e gás, que torna o material poroso ou celular. As mais comuns são: • Poliestireno • Poliuretano  Gases utilizados: • Ar • Nitrogênio • Dióxido de carbono
  • 16. PROPRIEDADES CARACTERÍSTICAS  Baixa densidade.  Alta resistência por unidade de peso  Isolamento térmico  Boa qualidade de absorção de energia
  • 17. CLASSIFICAÇÃO DAS ESPUMAS POLIMÉRICAS  Elastoméricas Borracha.  Flexíveis Polímero altamente plástico.  Rígidas Termoplástico rígido.
  • 18. PROCESSOS DE ESPUMAÇÃO  Por agitação mecânica: Mistura uma resina líquida com ar, agitando-o mecanicamente, e em seguida o polímero é endurecido por calor ou reação química.  Por mistura de um agente físico de espumação: Dissolve-se esse agente, que pode ser o 𝑁2ou o 𝐶5 𝐻12, no polímero fundido sobre pressão, fazendo o gás sair da solução e se expanda quando a pressão é reduzida.  Por mistura de um agente químico de espumação: Mistura-se compostos químicos ao polímero, que se decompõe a altas temperaturas e liberam gases como 𝑁2 ou 𝐶𝑂2 dentro do polímero.
  • 19.  Conformadas por extrusão e moldagem.  Conformadas por aspersão e vazamento. Espumas de Poliestireno Espumas de Poliuretano
  • 20. APLICAÇÕES DE ESPUMAS POLIMÉRICAS Embalagens Copos para bebidas quentesMaterial isolante térmico