Aula 2 semana

383 visualizações

Publicada em

Publicada em: Tecnologia
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Aula 2 semana

  1. 1. Reestabelecendo uma estação de trabalho Jorge Ávila Aula 02
  2. 2. Crimpagem • Ao crimpar, você deve retirar apenas a capa externa do cabo e não descascar individualmente os fios, pois isso, ao invés de ajudar, serviria apenas para causar mau contato, deixando frouxo o encaixe com os pinos do conector.
  3. 3. Crimpagem • A função do alicate é fornecer pressão suficiente para que os pinos do conector RJ- 45, que internamente possuem a forma de lâminas, esmaguem os fios do cabo, alcançando o fio de cobre e criando o contato:
  4. 4. Crimpagem
  5. 5. Crimpagem • Como os fios dos cabos de rede são bastante duros, é preciso uma boa dose de força para que o conector fique firme, daí a necessidade de usar um alicate resistente. Não tenha medo de quebrar ou danificar o alicate ao crimpar, use toda a sua força:
  6. 6. Crimpagem • É preciso um pouco de atenção ao cortar e encaixar os fios dentro do conector, pois eles precisam ficar perfeitamente retos. Isso demanda um pouco de prática. No começo, você vai sempre errar algumas vezes antes de conseguir.
  7. 7. Crimpagem • Veja que o que protege os cabos contra as interferências externas são justamente as tranças. • A parte destrançada que entra no conector é o ponto fraco do cabo, onde ele é mais vulnerável a todo tipo de interferência. • Por isso, é recomendável deixar o menor espaço possível sem as tranças. • Para crimpar cabos dentro do padrão, você precisa deixar menos de meia polegada de cabo (1.27 cm) destrançado.
  8. 8. Crimpagem • Você só vai conseguir isso cortando o excesso de cabo solto antes de encaixar o conector, como na foto:
  9. 9. Crimpagem • Outra observação é que, além de ser preso pelos conectores metálicos, o cabo é preso dentro do conector através de uma trava plástica, que é também presa ao crimpar o cabo. • A trava prende o cabo através da cobertura plástica, por isso é importante cortar todo o excesso de cabo destrançado, fazendo com que parte da cobertura plástica fique dentro do conector e seja presa pela trava. • Sem isso, os contatos podem facilmente ser rompidos com qualquer esbarrão, tornando a rede como um todo menos confiável.
  10. 10. Crimpagem • Além do cabo e do conector RJ-45, existem dois acessórios, que você pode ou não usar em seus cabos, conforme a disponibilidade. • O primeiro são as capas plásticas (boots), que são usadas nas pontas dos cabos para melhorar o aspecto visual. • Por estarem disponíveis em várias cores, elas podem ser também usadas para identificar os cabos, mas com exceção disso elas são puramente decorativas, não possuem nenhuma outra função.
  11. 11. Crimpagem • Para usá-las, basta colocar a capa antes do conector:
  12. 12. Crimpagem • Boots: – O segundo são os inserts, que são um tipo de suporte plástico que vai dentro do conector. – Depois de destrançar, organizar e cortar o excesso de cabo, você passa os 8 fios dentro do insert e eles os mantêm na posição, facilitando o encaixe no conector. – Os conectores RJ-45 projetados para uso em conjunto com o insert possuem um espaço interno maior para acomodá-lo.
  13. 13. Crimpagem • Boots: – Devido a isso, os inserts são fornecidos em conjunto com alguns modelos de conectores e raramente são vendidos separadamente:
  14. 14. Crimpagem • O primeiro teste para ver se os cabos foram crimpados corretamente é conectar um dos micros (ligado) ao switch e ver se os LEDs da placas de rede e do hub acendem. • Isso mostra que os sinais elétricos enviados estão chegando até o switch e que ele foi capaz de abrir um canal de comunicação com a placa.
  15. 15. Crimpagem • Se os LEDs nem acenderem, então não existe o que fazer. • Corte os conectores e tente de novo. • Infelizmente, os conectores são descartáveis. • Depois de crimpar errado uma vez, você precisa usar outro novo, aproveitando apenas o cabo. • Mais um motivo para prestar atenção
  16. 16. Crimpagem • Existem também aparelhos testadores de cabos, que oferecem um diagnóstico muito mais sofisticado, dizendo, por exemplo, se os cabos são adequados para transmissões a 100 ou a 1000 megabits e avisando caso algum dos 8 fios do cabo esteja rompido. • Os mais sofisticados avisam inclusive em que ponto o cabo está rompido, permitindo que você aproveite a parte boa.
  17. 17. Testador de Cabo
  18. 18. Testador de Cabo • Esses aparelhos serão bastante úteis se você for crimpar muitos cabos, mas são dispensáveis para trabalhos esporádicos, pois é muito raro que os cabos venham com fios rompidos de fábrica. • Os cabos de rede apresentam também uma boa resistência mecânica e flexibilidade, para que possam passar por dentro de tubulações. • Quase sempre os problemas de transmissão surgem por causa de conectores mal crimpados.
  19. 19. Testador de Cabo • Uma curiosidade com relação aos testadores é que algumas placas-mãe da Asus, com rede Yukon Marvel (e, eventualmente, outros modelos lançados futuramente), incluem um software testador de cabos, que pode ser acessado pelo setup, ou através de uma interface dentro do Windows. • Ele funciona de uma forma bastante engenhosa. Quando o cabo está partido em algum ponto, o sinal elétrico percorre o cabo até o ponto onde ele está rompido e, por não ter para onde ir, retorna na forma de interferência. • O software cronometra o tempo que o sinal demora para ir e voltar, apontando com uma certa precisão depois de quantos metros o cabo está rompido.
  20. 20. Testador de Cabo • Outra dica é que no padrão 100BASE-TX são usados apenas os pares laranja e verde para transmitir dados. Você pode tirar proveito disso para fazer um cabo mini- crossover para levar na sua caixa de ferramentas, usando apenas os pares laranja e verde do cabo. • De um lado a pinagem seria: – branco com laranja, laranja, branco com verde, nada, nada, verde, nada, nada; • Do outro seria: – branco com verde, verde, branco com laranja, nada, nada, laranja, nada, nada:
  21. 21. Cabo Crossover Este é um cabo fora do padrão, que não deve ser usado em instalações, mas, em compensação, ocupa um volume muito menor e pode ser útil em emergências.
  22. 22. Cabo de loopback • Outro componente que pode ser útil em algumas situações é o conector de loopback, que é usado por programas de diagnóstico para testar a placa de rede. • Ele é feito usando um único par de fios, ligado nos contatos 1, 2, 3 e 6 do conector, de forma que os dois pinos usados para enviar dados sejam ligados diretamente nos dois pinos de recepção, fazendo com que a placa receba seus próprios dados de volta:
  23. 23. Cabo de loopback • Conector de loopback • A pinagem do conector de loopback é: – 1- Branco com laranja – 2- Laranja – 3- Branco com laranja (retornando) – 4- nada – 5- nada – 6- Laranja (retornando) – 7- nada – 8- nada
  24. 24. Cabo de loopback • Ao plugar o conector na placa de rede, você notará que o link da rede é ativado. Ao usar o comando "mii-tool" no Linux, por exemplo, você teria um "eth0: no link" com o cabo de rede desconectado e passaria a ter um "eth0: negotiated 100baseTx-FD, link ok" depois de encaixar o conector de loopback.

×