GTC
Sistemas de Informação em Turismo Compreender  o que são Tecnologias de Informação de uma organização; Reconhecer a necess...
Sistemas de Referenciação Geografica no Turismo No próximo dia 5 de Maio de 2009 irá decorrer na Escola Superior de Hotela...
Sistemas de Informação e Patrimonio Por iniciativa do Conselho Metropolitano de Vereadores da Cultura, a Área Metropolitan...
Sistemas de Informação para a Gestão Cultural O modelo de terceirização da gestão dos equipamentos culturais públicos para...
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  1. 1. GTC
  2. 2. Sistemas de Informação em Turismo Compreender o que são Tecnologias de Informação de uma organização; Reconhecer a necessidade da função de Tecnologias de Informação no Turismo ; Diferenciar as actividades de intervenção a que recorrem as Tecnologias de Informação;  Adquirir competências na utilização de ferramentas básicas sobre análise espacial em sistemas de informação geográfica (SIG) e processamento digital de imagens de satélite para aplicação noutras unidades curriculares do curso .    
  3. 3. Sistemas de Referenciação Geografica no Turismo No próximo dia 5 de Maio de 2009 irá decorrer na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) o seminário 'Turismo e Território: Dinâmicas e Desenvolvimento', cujos principais destinatários são estudantes e profissionais do turismo, planeamento regional e local e do ambiente. Pretende-se, com este evento, promover o debate sobre o desenvolvimento turístico conjugado com as dinâmicas e especificidades locais, promovendo os recursos naturais e culturais existentes, como forma de aumentar a competitividade territorial. A participação no seminário, que se realizará na Sala Estoril da ESHTE, é gratuita, mas a inscrição é obrigatória e deverá ser feita até 31 de Abril.
  4. 4. Sistemas de Informação e Patrimonio Por iniciativa do Conselho Metropolitano de Vereadores da Cultura, a Área Metropolitana do Porto promove a realização do Seminário Sistemas de Informação e Património Cultural. O objectivo deste Seminário consiste em promover o debate e analisar os modelos de cooperação que se podem estabelecer, a partir de projectos em curso no país e na Área Metropolitana do Porto. O Inventário do Património Cultural , nas suas diferentes tipologias, é uma actividade que tem conhecido um significativo incremento e que conheceu apoios financeiros importantes no Quadro Comunitário que se encontra agora em fase de conclusão. Este contexto possibilitou a realização de inúmeros projectos na área do Património Móvel, Imóvel e Imaterial , da iniciativa de Autarquias, Administração Central, Dioceses, Fundações e outras entidades. Os museus , nomeadamente os que integram a Rede Portuguesa de Museus, são claramente o exemplo desta realidade, que se manifestou através de projectos de inventariação e informatização das suas colecções e que deu início, para além do MatrizNet do Instituto Português dos Museus e da Conservação, a processos de divulgação pública dos seus acervos através da Internet. No que respeita ao Património Imóvel, os projectos financiados nos últimos anos pelo Programa Operacional da Cultura evidenciam novas abordagens em que a integração de informação assume especial importância, a par da utilização de Sistemas de Informação Geográfica e da divulgação de conteúdos através da Internet. Importa, portanto, aprofundar o debate sobre iniciativas que envolvem diversas áreas de conhecimento e uma grande complexidade técnica especialmente porque a tipologia das dificuldades são, nos seus diferentes patamares, em tudo muito semelhantes. Fonte: http://www.amp.pt/
  5. 5. Sistemas de Informação para a Gestão Cultural O modelo de terceirização da gestão dos equipamentos culturais públicos para organizações sociais, que já vem sendo aplicado por Estados como São Paulo e Mato Grosso, agora é alvo de discussões no Rio de Janeiro. O projeto de lei 1975/2009 , encaminhado para a Assembléia Legislativa, possibilita a qualificação das OS e seus contratos de parceria com o Estado. A secretária estadual de Cultura, Adriana Rattes, defende o projeto pautando-se principalmente nos argumentos da desburocratização da gestão e de representantes da sociedade civil fazendo parte do conselho das OS. O fato de essas organizações poderem captar recursos via leis de incentivo passa batido pelo discurso da secretária, ao menos nestas falas .

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