Grecia antig2

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Grecia antig2

  1. 1. GRÉCIA ANTIGA SEC. IV E V A.C. JORGE FREITAS 2014
  2. 2. 1- INTRODUÇÃO PROPUS-ME REALIZAR ESTE TRABALHO, PORQUE SENDO UMA MATÉRIA DE QUE GOSTO PARTICULARMENTE, É TAMBEMUMCAPITULO DA HISTORIA UNIVERSAL QUE ESTOU A ESTUDARNO AMBITO DE UNIVERSIDADE SENIORDA QUINTADO CONDE. -SITUAÇÃO GEOGRAFICA DA ANTIGA GRECIA -GOVERNAÇÃO -FUNCIONAMENTO DA DEMOCRACIA ATENIENSE -CIDADÃOS E MUTECOS -ANEXOS. Mapa das colônias gregas no Mar Mediterrâneo durante o Período Arcaico.
  3. 3. Signos desconhecidos no Disco de Festo. SITUAÇÃOGEOGRAFICADA ANTIGAGRECIA: SUL DA EUROPA NORTE DE AFRICA ENTRE O MAR EGEU, JÓNICO E MAR DE CRETA GOVERNAÇÃO O modelo de governação era uma DEMOCARCIA DIRECTA. Isto é, todos os cidadãos participavamna aprovação dasleis,enos órgãos políticos (POLIS). FUNCIONAMENTODA DEMOCRACIA ATENIENSA ECLÉSIA Era a assembleia máxima.Formada por todos os cidadãos. Discutiameaprovavamas leis BULÉ Era o órgão encarregado de estudar e preparar todas as leis,queposteriormente seguiam para a ECLESIA. Para a aprovação ou rejeição dos cidadãos.Era composta por 500 cidadãos sorteados. MAGISTRADOS Os magistrados tinhamo poder executivo, comandavamos exércitos e chefiavamos tribunais. Eram 20, 10 eram eleitos e 10 eram sorteados. TRIBUNAIS Tinham o poder judicial,julgareaplicaras leis.Tínhamos a funcionar dois tipos detribunais: HELIO- 6000 juízes que julgamos casos mais comuns AREÓPAGO-antigos Arcontes que julgamos crimes de homicídio e religiosos
  4. 4. O Pártenon, um templo dedicado à deusa Atena, localizado na Acrópole de Atenas, é um dos símbolos mais representativ os da cultura e da sof isticação dos gregos antigos. CIDADÃOS, MUTECOS E ESCRAVOS CIDADÃOS- Eram uma pequena parte dos habitantes e os que ocupavam todos os lugares de relevo. Tinham obrigatoriamente de descenderem de pai e mãe que já tivessemnascido em Atenas e eram sujeitos durante o seu crescimento a uma serie de exigências que tinham obrigatoriamente de superar MUTECOS-Eram aqueles que embora já tendo nascido em Atenas, os seus pais ou um deles não era originário da Grécia. ESCRAVOS. Eram todos os outros, não tinham quaisquer direitos e viviam para servir os seu Senhores. TEXTOS TIRADOS DA NET: Os povos que na antiguidade habitaram o território da Gréciaconstruíram a primeira civilização duradoura da Europa, berço de toda a cultura ocidental moderna. Os gregos criaram obrasartísticas, literárias, filosóficase científicasde importância jamaissuperada, embora nunca tenham sido capazes de alcançar a unificação política. A Grécia antiga abrange o conjunto das civilizaçõesque se desenvolveram nas regiõessituadasna bacia do mar Egeu, sobretudo nas partes centrale sul da Grécia continental e no litoral oeste da Anatólia. Compreende desde a civilização minóica (ou minuana), que floresceu em Creta na idade do bronze e foi depois absorvida pela cultura micênica do continente, até a da Grécia transformada em província romana, no ano 146 a.C. O nome Grécia e o etnónimo grego, aplicados ao país e ao povo, foram empregados inicialmente apenas pelos romanos, que estenderam a toda a região o nome da primeira tribo que encontraram no continente. Os gregosdo período clássico chamavam a si mesmos helenose, a seu país, Hélade. Referiam-se assim aos habitantes da península grega, para distingui-losdos bárbaros, nome que davam aos povos que não tinham o grego como língua materna. Originalmente,Hélade era um topônimo de significado restrito, aplicado a um pequeno território ao sul da Tessália.
  5. 5. A extensão do termo a toda a Grécia continental, e o emprego do nome heleno para designar o cidadão de qualquer polis (cidade-estado grega), mesmo das mais distantes, data do final do século VII a.C., quando os santuários de Deméter, em Antela, e de Apolo, em Delfos, se transformaram em centros religiososprocurados por todos os gregos. Formou-se a partir daí uma liga de cidades gregas para administraros templos e organizar os festivais, que reuniam cidadãosde todas as partes da Hélade e muito contribuíram para a unidade políticae cultural desses territórios. Idade do bronze. Os séculosdecorridos entre o início da idade do bronze, por volta do terceiro milênio a.C., até o fim do período micênico, por volta do ano 1100 a.C., são denominados período heládico. Durante essa fase, a população local, constituída inicialmentede pacíficoscriadorese agricultores, transformou-se em povo guerreiro. A economia baseava-se no comércio marítimo com as ilhase com os povos da costa leste do Mediterrâneo. Os chefes guerreirosdedicavam-se à guerra e à busca da fama e beneficiavam-se tanto do comércio quanto das terras de agricultura e pecuária, trabalhadaspelos servos. Essa transformação transcorreu lentamente. No ano 2600 a.C. houve uma invasão de povos oriundos da Anatólia que sabiam trabalhar o ferro e aperfeiçoaram as técnicasde agricultura e navegação. Cerca de seis séculos depois, tribos indo-europeiasinvadiram a península pelo norte e destruíram a sociedade existente. Falavam uma língua indo-europeia, pertenciam a uma outra raça e distinguiam-se pela forma dos túmulos de seus reis. Absorveram as práticas dos habitantes anteriores, mas passaram a viver em complexos fortificados. Um sistema de rampas e escadas levava da porta da cidade ao salão onde ardia o fogo sagrado. Esse projeto tornou-se mais tarde a planta do templo grego. Por volta do ano 1600 a.C., a fusão entre grupos do continente e a civilização minoica de Creta levou ao surgimento da cultura micênica, nome derivado da cidade de Micenas, no continente. A civilização minoica, a mais característica de toda a região do Egeu, notabilizara-se por suas cidadespopulosas, com grandesedifíciose residênciasluxuosas; pelo agudo senso comercial; pelasconquistasartísticas, que incluíam a escrita; e pela forma de governo, que concentrava o poder político nas mãos de um rei, encarregado de administraras riquezas do país. Civilização micênica. A monarquia minoica acabou por submeter-se ao poder militarmicênico, mas a cidade de Micenas valorizou a arte minoica de tal forma que acabou por importar seus artistas, cujas influênciasse manifestam nos temas ornamentais que adornam sua cerâmica, nas representaçõespictóricase na ourivesaria. A sociedade micênica era guerreira, como demonstramseu conhecimento dos carrospuxadospor cavalos, suasextraordinárias fortificações, os paláciosconstruídosem torno de um mégaro (salão central) e as armas e armaduras encontradasnas tumbas escavadas. Diante da pressão dos dórios, povo procedente do norte que migrou para a Grécia no início do século XII a.C., a civilização micênica sucumbiu. Os dórioseram um povo guerreiro, que usava armas de ferro e cultuava deuses masculinos, mais frequentemente do que femininos. Destruíram os paláciosmicênicose escravizaram todos que não conseguiram fugir a tempo para Atenas, para as ilhas ou para a Anatólia. Sua forma de vida era tão rude que os 300 anos de seu domínio ficaram conhecidoscomo idade das trevas -- ou como período geométrico, em alusão à simplicidade de sua cerâmica. À medida que a Grécia se recuperava dos efeitos da invasão, o povo grego foi desenvolvendo uma língua e uma religião em comum com os dórios, e as populações tornaram-se semelhantes. Todos cultuavam uma família de deuses chamados olímpicos, que habitariam paláciosno monte Olimpo. O culto compreendia a realização de festivais, disputas atléticas entre as cidadese cerimôniasdedicadas ao deus protetor de cada cidade. A mais conhecida dessas celebrações eram os Jogos Olímpicos, realizadosa cada quatro anos em Olímpia, em honra a Zeus e Hera. Os jogos começaram a ser disputados em 776 a.C., primeira data registrada da história da Grécia antiga. A partir de então, os gregos passaram a datar os acontecimentos fazendo referência ao ano olímpico. Período arcaico. O terror das invasões dórias resultou na formação de cidades-estados, as pequenas nações gregas, surgidas à medida que os habitantes dos vilarejos dispersosbuscavam proteçãonas proximidadesdas fortificações micenianas. Em 800 a.C. aproximadamente, as cidades passaram a seguir um mesmo padrão urbanístico: uma fortaleza (acrópole) cercada de muros altos abrigava os templos e podia acomodar a população e os moradores dos povoados próximos quando a cidade fosse sitiada. Abaixo dela ficavam o mercado (ágora) e os quarteirões residenciais. As cidades-estadostinham governo próprio, limitesdefinidose mantinham entre si relaçõesdiplomáticas. A história política da Gréciaantiga é, em grande medida, a história das cinco maiores cidades-estados-- Atenas, Esparta, Tebas, Corinto e Argos. O período arcaico se estende de meados do século VIII até o início do século V a.C. Pressionada pelo cresci mento demográfico na Grécia continental, a população fundou várias colônias, da Anatólia e do mar Negro à França, Espanha e norte da África. Os oriundos de Atenas fundaram as primeirascolôniasna Anatólia, ajudados pela Lídia. As cidades jônicas originaram-se do comércio no mar Negro. Os habitantes das novas cidadesda Ásia ou das margens do Mediterrâneo consideravam-se gregos e mantinham laçoscom suas cidades de origem. No final do século VII a.C., a cunhagem de moedas, que os gregos jônicosaprenderam com os lídios, revolucionou o comércio. O que hoje se entende como literatura e filosofia gregasnasceu nas cidadesjônicas, onde também surgiu o alfabeto grego. Um importante elemento de aglutinação cultural dessas cidadesforam os poemas homéricosIlíada e Odisséia, baseados na guerra de Tróia e nas viagens do herói Ulisses. Osgregos consideravam a poetisa Safo, da ilha de Lesbos, o maior nome da poesia lírica e Tales de Mileto o primeiro grande filósofo grego. Foi tambémnesse período, na Beócia, no continente, que floresceu Hesíodo.
  6. 6. Período clássico. O século V a.C., início do período clássico, foi a um só tempo infausto e glorioso para a Grécia continental. Os persas invadiram por duas vezes o território grego, de forma devastadora. Mas foi também um século de triunfos, que correspondeu ao ápice da cultura grega. As guerras greco-pérsicas, iniciadasem 499 a.C., fizeram com que Atenas e Esparta, as duas cidades hegemônicas, superassem divergênciase se aliassem contra o inimigo comum. Os persasesmagaram a revolta, e Dario I o Grande resolveu punir Atenas. Em 490 a.C. Dario lançou uma força invasora, mas o exército atenienserechaçou o ataque, na batalha de Maratona. A vitória foi importante por duas razões: mostrou as perdas que os hoplitas (soldadosde infantaria com armadura pesada ou fortemente armados) gregos foram capazesde impor aos persas e pôde ser usada para fins de propaganda. A segunda guerra greco-pérsica, dirigida por Xerxes, filho e sucessorde Dario I, teve início com a expedição punitiva realizada dez anos depois, quando os persas derrotaram os gregos no desfiladeiro das Termópilase incendiaram a Acrópole. Mesmo assim, Temístocles, comandante da frota ateniense, destruiu com os trirremes gregas-- naus dotadas de três pavimentos de remos e vela redonda -- a frota persa, em Salamina. Sem o apoio naval, o exército persa foi finalmente dizimado na batalha de Platéia, em 479 a.C., por uma confederação de cidades gregas. A vitória deveu-se principalmente ao amor à liberdade dos gregos, que defenderam desesperadamente sua independência, ameaçada por um inimigo mais poderoso. A essa altura, Atenas e Esparta, as principaiscidades-estados, exibiam acentuadoscontrastes, tanto na forma de governo quanto em cultura. De acordo com a tradição instituída por seu legislador, Licurgo, Esparta adotara um regime autoritário e militarista, em que os homens eram preparados para a guerra e as mulheres para gerar bravos guerreiros. Atenas vivia em regime democrático, graçasà constituição legada por Sólon, que permitiu uma participação cada vez maior dos cidadãos, ricosou pobres, na elaboração das leis. Atenas prosperou principalmente durante o governo de Péricles, de 460 a 429 a.C., e se transformou na capital política, econômica e culturaldo mundo grego. A democracia de Péricles despojou a aristocracia da maioria dos poderes e privilégios; o conselho dos 500 resolvia todos os assuntos do estado e controlava o executivo, e a vontade popular se expressava na assembleia. Péricles se dedicou à consolidação do poder ateniense, mas não conseguiu a unificação pan-helênica, que tanto almejara. Em 477 a.C. Atenas firmara com as cidades jônicasuma aliança, a liga de Delos, para protegê-las dos persas. No início, as cidades que faziam parte da liga mantiveram sua autonomia, mas Atenas desde o primeiro momento assumiu a direção militare a administração dos recursos que os aliadoshaviam depositado no templo de Apolo, em Delos. Ao afastar-se o perigo persa, a hegemonia ateniense começou a ser discutida por algumascidades, como Naxose Tasos, que tentaram sem êxito abandonar a liga; pelas cidadesindependentes, como Corinto, que se sentiam ameaçadas; e pelas que faziam parte da liga do Peloponeso, à frente das quais estava Esparta. Guerra do Peloponeso. Os choques entre Atenas e outras cidades se tornaram cada vez mais frequentes. A intervenção ateniense no conflito entre Corinto e Corcira (atual Corfu)provocou, a pedido de Corinto, a reunião da liga do Peloponeso, cujos membrosdecidiram declararguerra a Atenas. Os ateniensesnada fizeram para evitá-la, confiantes nas vultosas reservas de ouro, suficientespara financiar um longo conflito, e na frota de navios, imensamente superior à dos Peloponésios. Mas o exército espartanoera mais numeroso e estava melhor preparado que o ateniense. Começou assimuma guerra que se prolongaria por quase trinta anos, com resultados desfavoráveis para ambos os lados. Durante os primeiros anos de guerra, as forças atenienses e espartanasse mantiveram equilibradas, mas a intervenção da Pérsia acabou por favorecer Esparta. A destruição completa do exércitoe da frota atenienses na Sicília paralisou Atenas. Com o apoio da Pérsia, o excelente estrategista espartano Lisandro conseguiu triunfar na batalha decisiva de Egospótamo, em 405 a.C. Atenas resistiu ao assédio lacedemônio, mas foi obrigada a render-se. Após perder o império mediterrâneo, voltou a contar apenas com seus próprios recursos. Apesar da paz assinada em 404 a.C., o mundo grego, inteiramente dividido, jamaisrecuperou o esplendor do passado. A Pérsia, verdadeira vencedora do conflito, passou a participar ativamente da política grega, ora em apoio a Esparta, ora a Atenas, ora finalmente atuando como potência mediadora entre as duas cidades-estados. Depois da guerra do Peloponeso instalou-se a hegemonia lacedemônia e Esparta tentou impor o regime oligárquico em toda a Grécia. Descontente com o acordo de paz e com o predomínio de Esparta, Tebas fez uma aliança com sua antiga inimiga Atenas. Em 379 a.C., dois tebanos, Pelópidas e Epaminondas, organizaram uma conspiração contra a guarnição espartana da Cadméia (cidadela de Tebas), que marcou o começo da decadência de Esparta. Ameaçados pelo avanço tebano, os espartanos assinaram, em 374 a.C., um novo tratado de paz com Atenas: esta reconhecia a supremacia espartana no Peloponeso, e Esparta, em troca, reconhecia a segunda liga marítima ateniense. Esparta, no entanto, quebrou o acordo e interveio contra Atenas mais uma vez no oeste. Começou nessa época o apogeu da Tessália e de Tebas, que reorganizaram seus exércitose restauraram a Liga Beócia, o que motivou a reaproximação entre Esparta e Atenas. Na batalha de Leuctras, em 371 a.C., Epaminondas, renovador da tática militar, infligiu à infantaria espartana uma derrota de que ela nunca mais se recuperou. Depois da batalha de Mantinéia (362 a.C.), em que os tebanos, apesar de terem vencido os atenienses e espartanos, perderam Epaminondas, assinou-se uma paz pela qual nenhum estado conseguiu impor seu domínio. O equilíbrio alcançado após Mantineia se apoiava unicamente na exaustão a que tinham chegado igualmente todos os estados gregos. Com o desmoronamento definitivo dos sonhos e ambiçõeshegemônicas de Atenas, Esparta e Tebas, a Grécia ficou à mercê de um país do norte: a Macedônia.
  7. 7. Hegemonia macedônica e decadência. A dissolução da liga ateniense ocorreu ao mesmo tempo em que a Macedônia começava a ascender, liderada por Filipe II. Depois de unificaro reino, FilipeII iniciou uma política de expansão cujo primeiro objetivo foi proporcionarao país uma saída para o mar. As cidades que resistiram foram destruídas. A conquista das minas de ouro do monte Pangeu forneceu os recursosnecessáriospara fazer da Macedônia uma potência. O exército macedônico foi reorganizado por Filipe, que o dotou da famosa falange e de equipamentos de guerra. Atenas não se opôs ao avanço macedônico. Só mais tarde o orador Demóstenes concitou os cidadãosatenienses a resistirem a Filipe, mas, juntamentecom os tebanos, os atenienses foram derrotados na decisiva batalha de Queroneia, em 338 a.C. Filipe uniu todas as cidades gregas, com exceção de Esparta, e assumiu pessoalmente o comando da confederação, o que na prática significou submeter a Grécia à Macedônia. Filipe foi assassinado em 336 a.C., quando se preparava para realizar a conquista da Pérsia. Seu filho e herdeiro, Alexandre o Grande, que tinha então vinte anos, transformou em realidade esse ambicioso projeto. Toda a sociedade grega sofria então as consequências de suas própriasguerrascivise dos confrontos com a Macedônia. O campo ficou devastado e os pequenos proprietários ruraistenderam a desaparecer. Os mercenários se converteram num mal inevitável que assolou o campo e as cidades. As contínuas guerras provocaram a estagnação econômica, enquanto as classes menos favorecidasesperavam a assistência do estado. Entre os intelectuaisdo período, como Platão, Isócrates e Xenofonte, começou a ganhar forma a idéia da unificação grega sob a liderança de um dirigente carismático. Alexandre o Grande se propôs unificar sob seu poder todo o mundo civilizado. Entretanto, antes de iniciar suas campanhas contra a Pérsia precisava assegurar o domínio sobreas cidadesgregas. Primeiramente, conseguiu que a Liga de Corinto o nomeasse comandante supremo dos gregos. Depois de submeter, em 335 a.C., os trácios e ilírios, que se haviam sublevado, voltou-se contra Tebas,que também se rebelara e destruiu a cidade, matando ou escravizando todos os seus habitantes. A Grécia comprovou a impossibilidade de opor-se a Alexandre, que pôde então empreender suas conquistasna Ásia. Depois de confiar a Antípatro a regência da Macedônia e o governo da Grécia, cruzou o Helesponto. Em 334 a.C., Alexandre atravessou a Ásia, desafiou Dario III e chegou à Índia. Suas conquistas e seu projeto de construir uma ponte entre o oriente bárbaro e a civilização grega constituíram a origem da chamada civilização helenística, que se desenvolveu em grande parte da Ásia (Pérsia, Síria e Índia) e no Egito. Assim, depois que a Grécia perdeu o poder e a independência política, sua língua e sua cultura se tornaram universais. Alexandre concebeu o plano de um império que resultariada união de gregos e persas, mas morreu de febre na Babilônia, em 323 a.C. Liderados por Atenas, os gregos se revoltaram nesse ano contra a Macedônia na chamada guerra lamina, mas tiveram de capitular depois da derrota de Amorgos e a Liga de Corinto foi dissolvida. O problema da sucessão de Alexandre arrastou o país a novas guerras. Por fim, impuseram-se os antigónias na Macedónia, a monarquia selêucidano Oriente e a ptolemaica no Egipto. Com isso, o império dividiu-se definitivamente, embora os anseios de liberdadedos gregos os levassem ainda a novas guerras e coligações, de êxito esporádico, até a intervenção final e a ocupação do território pelosromanos.
  8. 8. CIDADE DE EFESUS NATUQUIA foto tirada por mim VISTA DACIDADE DE ATENAS PÁRTENON foto tirada por mim-2011 NOTA FOTOS TIRADAS POR MIM EM 2011 GRÉCIA E ATENAS

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