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  1. 1. Linha 1 Linha 2 Linha 3 Linha 4 0 2 4 6 8 10 12 Coluna 1 Coluna 2 Coluna 3 COMBATE E SERVIÇO EM CAMPANHA ORIENTAÇÃO EM CAMPANHA
  2. 2. ASSUNTO 02 – BÚSSOLA GENERALIDADES ►Bússola é um instrumento destinado à medida de ângulos horizontais e à orientação da carta e orientação no terreno. ►É um goniômetro no qual a origem de suas medidas é determinada por uma agulha imantada que indica, por princípio da física terrestre, uma direção aproximadamente constante, que é o norte magnético.
  3. 3. ► Comumente uma bússola compõe-se de uma caixa acrílica ou de metal em cujo interior existe um limbo graduado. No fundo e no centro desta caixa existe um pino de aço, denominado quício, sobre o qual gira a agulha imantada. ► Mede-se o azimute magnético para o ponto, realizando-se para maior precisão três leituras deste azimute. ASSUNTO 02 – BÚSSOLA GENERALIDADES
  4. 4. Atribui-se a descoberta da orientação natural dos ímans aos chineses, por volta do ano 2000 a.C., e por conseqüência, a invenção da bússola. Foi introduzida na Europa pelos árabes, e foi Flávio Gioia que introduziu também o desenho da rosa-dos-ventos na bússola. Data pelo menos do século XV o conhecimento da declinação magnética, quer dizer, da diferença entre o Norte magnético, indicado pela agulha, e o Norte verdadeiro e, possivelmente, foi descoberta pelos portugueses. A declinação era verificada pelo confronto com a observação da Estrela Polar, quando no hemisfério norte, ou da Estrela Pé do Cruzeiro, quando no hemisfério sul, e a direcção apontada pela bússola. A bússola é sem dúvida o instrumento mais conhecido dos Descobrimentos, pois foi provavelmente o mais importante. Indicando sempre o Norte, é uma ajuda preciosa para todo e qualquer navegador. As bússolas actuais variam um pouco entre si, mas têm os mesmos componentes básicos. ASSUNTO 02 – BÚSSOLA UM POUCO DE HISTÓRIA
  5. 5. ASSUNTO 02 – BÚSSOLA CURIOSIDADE
  6. 6. CARACTERÍSTICAS DAS BÚSSOLAS PARTES DA BÚSSOLA (LIMBO FIXO)
  7. 7. CARACTERÍSTICAS DAS BÚSSOLAS PARTES DA BÚSSOLA (LIMBO MÓVEL)
  8. 8. CARACTERÍSTICAS DAS BÚSSOLAS ► TIPOS DE BÚSSOLAS: O Exército Brasileiro utiliza, basicamente, dois tipos de bússolas: as bússolas de limbo móvel e as bússolas de limbo fixo.
  9. 9. CARACTERÍSTICAS DAS BÚSSOLAS ► TIPOS DE BÚSSOLAS: As bússolas que possuem a agulha independente do limbo, isto é, o limbo se movimenta quando giramos o aparelho, são chamadas de limbo móvel.
  10. 10. CARACTERÍSTICAS DAS BÚSSOLAS ► TIPOS DE BÚSSOLAS: As bússolas que apresentam a agulha solidária ao limbo (sofrendo este as conseqüências da imantação da agulha, fica numa posição constante quando movimentamos a bússola), são chamadas de limbo fixo.
  11. 11. CARACTERÍSTICAS DAS BÚSSOLAS ► GRADUAÇÃO: Os limbos das bússolas podem ser graduados em graus ou em milésimos, seguidamente da esquerda para a direita no sentido dos ponteiros do relógio, istó é, no sentido NESO ou da direita pra esquerda no sentido NOSE. N - NORTE E – LESTE S – SUL O - OESTE
  12. 12. N - NORTE O – OESTE S – SUL E – LESTE
  13. 13. CARACTERÍSTICAS DAS BÚSSOLAS ► AFERIÇÃO: Para que uma bússola possa ser empregada, deve satisfazer um conjunto de condições, as quais devem ser verificadas previamente por meio de operações preliminares: 1 – CENTRAGEM; 2 – SENSIBILIDADE; e 3 – EQUILÍBRIO.
  14. 14. CARACTERÍSTICAS DAS BÚSSOLAS 1 – CENTRAGEM: verifica -se esta condição lendo as graduações indicadas pelas duas pontas da agulha sobre as diversas partes do limbo. A diferença entre essas leituras deve ser constante e igual a 180º ou 3.200'’’. No caso contrário, o instrumento estará mal centrado e teremos de forçar ligeiramente o quício a fim de retomar sua posição normal.
  15. 15. CARACTERÍSTICAS DAS BÚSSOLAS 2 – SENSIBILIDADE: Comprova-se esta circunstância aproximando um objeto imantado e afastando-o. Nota-se que a agulha sofrerá um desvio e voltará à sua posição após algumas oscilações, na ordem de 25º.
  16. 16. CARACTERÍSTICAS DAS BÚSSOLAS 3 – EQUILÍBRIO: Uma bússola está em perfeito equilíbrio quando colocada na posição horizontal, a agulha conserva-se nessa posição. Caso uma das pontas da agulha fique mais baixa, não permitindo sua livre rotação sobre o quício, é necessário pôr um contrapeso, procurando o equilíbrio da agulha.
  17. 17. CARACTERÍSTICAS DAS BÚSSOLAS DECLINAÇÃO DA BÚSSOLA: - SERÁ ESTUDADO NO ASSUNTO 04 (Orientação por comparação).
  18. 18. DETERMINAÇÃO DO AZIMUTE MAGNÉTICO AZIMUTE: São ângulos horizontais medidos no sentido do movimento dos ponteiros do relógio, a partir do NM, do NV e do NQ.
  19. 19. DETERMINAÇÃO DO AZIMUTE MAGNÉTICO AZIMUTE: É necessário, portanto, que se conheça o ângulo QM, o qual poderá encontrar-se em duas situações:
  20. 20. DETERMINAÇÃO DO AZIMUTE MAGNÉTICO CONTRA-AZIMUTE: É o azimute da direção oposta: * Se Az<180º, então C Az = Az+180º; e * Se Az>180º, então C Az = Az – 180º. EXEMPLO: Se o azimute é 270º, o contra-azimute será: 270º-180º = 90º
  21. 21. DETERMINAÇÃO DO AZIMUTE MAGNÉTICO DETERMINAÇÃO DE UM AZIMUTE: A leitura de um azimute com a bússola depende do tipo deste aparelho: se de limbo móvel, de se de limbo fixo. E, mais, do sentido de sua graduação: NESO ou NOSE. Entretanto uma regra prática resolve todos os problemas criados pelos diversos tipos de aparelhos, evitando possíveis dúvidas, qualquer que seja a bússola e sua graduação. Giramo-la para a direita, se a graduação aumenta ele nos dá o azimute diretamente, no caso contrário, o valor do azimute será igual a 360º menos a graduação lida.
  22. 22. DETERMINAÇÃO DO AZIMUTE MAGNÉTICO EMPREGO DAS BÚSSOLAS DE LIMBO FIXO: Não há necessidade de girar o limbo manualmente, pois o que deverá ser girado é a bússola (ou o corpo) para o azimute desejado ou para o ponto materializado no terreno que se quer o azimute.
  23. 23. DETERMINAÇÃO DO AZIMUTE MAGNÉTICO FAZENDO A VISADA:
  24. 24. DETERMINAÇÃO DO AZIMUTE MAGNÉTICO MODO DE SEGURAR A BÚSSOLA:
  25. 25. DETERMINAÇÃO DO AZIMUTE MAGNÉTICO VISADA E LEITURA SIMULTÃNEA:
  26. 26. OBTENÇÃO DE AZIMUTES * COM O USO DA BÚSSOLA DE LIMBO MÓVEL: Para obter melhor precisão e facilitar a utilização da bússola, é importante que sejam seguidos os seguintes passos: a. Colocar a bússola na palma da mão, mantê-la na altura do peito e na horizontal, para não impedir o livre movimento da agulha imantada.
  27. 27. OBTENÇÃO DE AZIMUTES b. Apontar a seta de navegação para a direção do objetivo a ser atingido
  28. 28. OBTENÇÃO DE AZIMUTES c. Girar o anel graduado até a agulha imantada coincidir com a seta de orientação
  29. 29. OBTENÇÃO DE AZIMUTES d. Após esta operação, verificar o azimute que está registrado na bússola. A graduação da bússola, geralmente, é numerada de 20 em 20 graus e dividida de 2 em 2 graus.
  30. 30. OBTENÇÃO DE DIREÇÕES * COM O USO DA BÚSSOLA DE LIMBO MÓVEL: Com o auxílio da bússola é possível saber a direção para um determinado ponto, porém é necessário saber o azimute para este ponto. Para obtenção da direção, basta seguir os seguintes passos: 1. Registrar o azimute na bússola.
  31. 31. OBTENÇÃO DE DIREÇÕES * COM O USO DA BÚSSOLA DE LIMBO MÓVEL: 2. Colocar a bússola na palma da mão, mantê-la na altura do peito e na horizontal, para não impedir o livre movimento da agulha imantada.
  32. 32. OBTENÇÃO DE DIREÇÕES * COM O USO DA BÚSSOLA DE LIMBO MÓVEL: 3. Girar o corpo até que a seta de orientação da bússola coincida com a agulha.
  33. 33. OBTENÇÃO DE DIREÇÕES * COM O USO DA BÚSSOLA DE LIMBO MÓVEL: 4. Verificar a direção a ser seguida, através da indicação da seta de navegação da bússola (Idt um ponto que materialize o Azm)
  34. 34. PRECAUÇÕES NO EMPREGO E CONSERVAÇÃO DA BÚSSOLA a. Além da variação causada pela declinação magnética, uma bússola é afetada pela presença do ferro, magnetos, fios condutores de eletricidade e aparelhos elétricos. b. Certas áreas geográficas possuem depósitos de minério (como ferro) que podem tornar imprecisa uma bússola situada próximo deles. Conseqüentemente, todas as massas visíveis de ferro ou campos elétricos devem ser evitados quando se emprega a bússola.
  35. 35. PRECAUÇÕES NO EMPREGO E CONSERVAÇÃO DA BÚSSOLA São as seguintes as distâncias mínimas de segurança:
  36. 36. PRECAUÇÕES NO EMPREGO E CONSERVAÇÃO DA BÚSSOLA São as seguintes as distâncias mínimas de segurança:
  37. 37. PRECAUÇÕES NO EMPREGO E CONSERVAÇÃO DA BÚSSOLA São as seguintes as distâncias mínimas de segurança:
  38. 38. PRECAUÇÕES NO EMPREGO E CONSERVAÇÃO DA BÚSSOLA São as seguintes as distâncias mínimas de segurança:
  39. 39. PRECAUÇÕES NO EMPREGO E CONSERVAÇÃO DA BÚSSOLA São as seguintes as distâncias mínimas de segurança:
  40. 40. PRECAUÇÕES NO EMPREGO E CONSERVAÇÃO DA BÚSSOLA São as seguintes as distâncias mínimas de segurança:
  41. 41. PRECAUÇÕES NO EMPREGO E CONSERVAÇÃO DA BÚSSOLA Outras precauções: • Não ficcionar a tampa de vidro da bússola; • Visar sempre pontos bem definidos e notáveis no terreno; • Executar uma visada inversa; • Não conservar a bússola em ambiete úmido; • Evitar que a bússola sofra choques violentos; • Limpar de vez em quando as partes externas da bússola; e • Nunca desmontar o aparelho, o que só pode ser feito por pessoa especializada.
  42. 42. PRÁTICA
  43. 43. RETAP

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