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SALA DE AULA
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DA ALFABETIZAÇÃO
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têm como objetivos específicos:
• garantir que todos os estudantes dos sistemas públicos de
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• formação continuada, presencial, para os Professores Alfabetizadores, ...
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Gestão do Trabalho
Pedagógico
Comunicação
Controle social
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Arranjo institucional
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CONSELHO OU NÚCLEO DE ALFABETIZAÇÃO
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Discussão, análise e proposição de estratégias...
Levando em consideração que a concepção de avaliação leva em conta não
apenas os saberes e conhecimentos das crianças, mas...
ANA: De onde e por quê?
• Portaria nº 868/2012, institui o Pacto e prevê já a ANA como
instrumento de avaliação
• Função: ...
Alfabetização ou letramento?
A alfabetização pode ser definida como a apropriação do sistema de escrita,
que pressupõe a c...
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PEDAGÓGICO
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CRECHE PRÉ-ESCOLA
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ALFABETIZAÇÃO
2º CICLO 3º E 4º CICLO 5º CICLO
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MATRIZ DE REFERÊNCIA
LINGUAGEM
EIXO ESTRUTURANTE HABILIDADE
LEITURA
H1. Ler palavras com estrutura silábica canônica
H2. Ler palavras com estrutura siláb...
EIXO ESTRUTURANTE HABILIDADE
ESCRITA
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regulares diretas
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MATRIZ DE REFERÊNCIA
MATEMÁTICA
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EXTERNA
Como as questões são criadas?
O que uma questão avalia?
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(capacidade de agir com eficiência).
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Questão de alternativas
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Operações cognitivas
• Identificar: que corresponde a ação cognitiva de
perceber por exemplo, uma figura e nomeá-la em
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Caraterísticas de uma questão
• Um item deve referir-se a apenas uma única habilidade
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COMO FUNCIONA
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Avaliação centrada na prova
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• Os resultados de desempenho nas áreas avaliadas são expressos
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•Avaliação da instituição
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• O Indicador de Formação Docente possibilita analisar a formação
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ESTUDOS DE CASO
Escola A x Escola B
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HORA DO COMERCIAL
REPERCUSSÕES PEDAGÓGICAS NA
SALA DE AULA
AVALIAÇÃO NACIONAL
DA ALFABETIZAÇÃO
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ANA - Avaliação Nacional da Alfabetização no âmbito do PNAIC
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ANA - Avaliação Nacional da Alfabetização no âmbito do PNAIC

  1. 1. REPERCUSSÕES PEDAGÓGICAS NA SALA DE AULA AVALIAÇÃO NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO Prof. Dr. João Alberto da Silva joaosilva@furg.br Profa. Dra. Marta Nörnberg martaze@terra.com.br
  2. 2. As ações do PACTO têm como objetivos específicos: • garantir que todos os estudantes dos sistemas públicos de ensino estejam alfabetizados até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental; •reduzir a distorção idade-série na Educação Básica; • melhorar o IDEB; • contribuir para o aperfeiçoamento da formação dos professores alfabetizadores; e • construir propostas para a definição dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento das crianças nos três primeiros anos do ensino fundamental  PLANOS DE ESTUDOS
  3. 3. As ações do PACTO têm como principais componentes • formação continuada, presencial, para os Professores Alfabetizadores, com foco na alfabetização e no letramento; • incentivo aos professores para participar da formação; • distribuição de recursos materiais do MEC, voltados para a alfabetização e o letramento, articulados pela formação (PNLD – Programa Nacional do Livro Didático, PNBE – Programa Nacional Biblioteca da Escola, Jogos Pedagógicos); • aumento da quantidade de materiais didáticos entregues por sala de aula; • monitoramento e acompanhamento pelos conselhos de educação e escolares; • mobilização da sociedade e da comunidade escolar;
  4. 4. As ações do PACTO principais componentes (cont.) • aplicação de avaliações diagnósticas (Provinha Brasil) pelas próprias redes, com retorno de resultados, no início e ao final do 2º ano; •realização de avaliações externas anuais para todos os alunos concluintes do 3º ano - ANA; • incentivo para as escolas que mais avançarem, face aos objetivos de alfabetização; •gestão e monitoramento das Ações, em colaboração.
  5. 5. Gestão do Trabalho Pedagógico Comunicação Controle social e Mobilização Ações do Pacto Eixos principais Materiais, Literatura, Tecnologias Avaliação Formação
  6. 6. Arranjo institucional • Comitê Gestor Nacional: responsável pela coordenação e avaliação das Ações do Pacto em âmbito nacional. • Coordenação Institucional: colegiado estadual responsável pela mobilização política em torno do Pacto e das Ações do Pacto, assim como a solução de questões de nível estratégico no âmbito do estado. • Coordenação Estadual: a cargo de cada SEDUC, constitui o espaço de gestão das Ações do Pacto no âmbito da rede estadual, de apoio à implementação das Ações nos municípios, e de facilitação e monitoramento da rede de implementação em todo o estado. • Coordenação Municipal: a cargo das secretarias municipais de educação, constitui o espaço de gestão das Ações do Pacto no âmbito da rede municipal, cabendo a ela a relação preferencial com as escolas, o monitoramento de todas as ações e a interlocução com a coordenação institucional.
  7. 7. CONSELHO OU NÚCLEO DE ALFABETIZAÇÃO  Equipe coletiva de trabalho na rede: Discussão, análise e proposição de estratégias relativas aos DIFERENTES AÇÕES vinculadas ao PNAIC: Práticas e processos de FORMAÇÃO CONTINUADA Definição CURRICULAR Resultados de AVALIAÇÃO interna e externa Uso e organização dos MATERIAIS E RECURSOS fornecidos pelo Ministério da Educação
  8. 8. Levando em consideração que a concepção de avaliação leva em conta não apenas os saberes e conhecimentos das crianças, mas também o contexto, os insumos e as características do trabalho pedagógico, foram propostos 5 eixos de avaliação: 1. Infraestrutura das Instituições 2. Formação de Professores 3. Gestão 4. Organização do Trabalho Pedagógico 5. Nível de Alfabetização e Letramento • LP - Leitura e Produção Escrita • Matemática EIXOS DE AVALIAÇÃO – PNAIC
  9. 9. ANA: De onde e por quê? • Portaria nº 868/2012, institui o Pacto e prevê já a ANA como instrumento de avaliação • Função: dar suporte para a garantia de que todos os estudantes estejam alfabetizados, em Língua Portuguesa e Matemática, até o final do 3º ano do Ensino Fundamental. • assume-se uma avaliação para além da aplicação do teste de desempenho ao estudante, propondo-se, também, uma análise das condições de escolaridade que esse aluno teve, ou não, para desenvolver esses saberes. • Questionários para professores e gestores e testes com 20 itens para os estudantes (em Língua Portuguesa 17 itens objetivos e 3 itens de produção escrita).
  10. 10. Alfabetização ou letramento? A alfabetização pode ser definida como a apropriação do sistema de escrita, que pressupõe a compreensão do princípio alfabético, indispensável ao domínio da leitura e da escrita. Letramento é definido como as práticas e os usos sociais da leitura e da escrita em diferentes contextos. A avaliação executada pelo INEP visa articular essas noções, considerando que, embora sejam dois processos distintos, são complementares e importantes no processo de aquisição e uso da língua escrita. Especificidade do instrumento: os limites do instrumento permitem apenas a aferição do letramento em sua parcela que pode ser assumida no contexto escolar.
  11. 11. Como se estrutura a ANA? A Avaliação Nacional da Alfabetização se sustenta na ideia de Competência, que é a capacidade de agir eficazmente. Difere-se, fundamentalmente, da ideia de conteúdo- informação com a qual estávamos habituados.
  12. 12. Currículo prescrito Currículo apresentado Currículo moldado Currículo praticado Currículo avaliado Diferentes Currículos (Sacristán)
  13. 13. PARAMÊTROS CURRICULARES NACIONAIS CURRÍCULO LEI DE DIRETRIZES E BASES PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO REGIMENTO PLANO DE ENSINO DO CICLO PLANEJAMENTO ANUAL PLANO DE AULA 70% PCN 30% LOCAL ANA se propõe a avaliar apenas os 70% da base comum
  14. 14. CRECHE PRÉ-ESCOLA ED. INFANTIL ( 0 -5 anos) CICLO DE ALFABETIZAÇÃO 2º CICLO 3º E 4º CICLO 5º CICLO anos iniciais ENSINO FUNDAMENTAL ENSINO MÉDIO EDUCAÇÃO BÁSICA ESTRUTURA DO ENSINO anos finais Qual a referência de currículo? PCN? Diretrizes de 2006? Livro Didático? 2012 – Elementos conceituais e metodológicos para definição dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento do Ciclo de Alfabetização
  15. 15. MATRIZ DE REFERÊNCIA DA ANA
  16. 16. Eixo Estruturante Habilidades Especificações da Habilidade Eixos se referem aos campos amplos abrangendo os conteúdos curriculares passíveis de avaliação em larga escala. São os processos cognitivos mobilizados em torno das experiências de aprendizagem sobre os conteúdos. Elas se referem à compreensão e às diferentes formas de se estruturar um item, a partir daquela habilidade. Exemplo: LEITURA Exemplo: H9. Estabelecer relações entre partes de um texto marcadas por conectores Exemplo: Tempo, causa e consequência, finalidade Contos, histórias, reportagens, textos informativos ESTRUTURA DAS MATRIZES - ANA
  17. 17. MATRIZ DE REFERÊNCIA LINGUAGEM
  18. 18. EIXO ESTRUTURANTE HABILIDADE LEITURA H1. Ler palavras com estrutura silábica canônica H2. Ler palavras com estrutura silábica não canônica H3. Reconhecer a finalidade do texto H4. Localizar informações explícitas em textos H5. Compreender os sentidos de palavras e expressões em textos H6. Realizar inferências a partir da leitura de textos verbais H7. Realizar inferências a partir da leitura de textos que articulem a linguagem verbal e não verbal H8. Identificar o assunto de um texto H9. Estabelecer relações entre partes de um texto marcadas por elementos coesivos MATRIZ DE LÍNGUA PORTUGUESA
  19. 19. EIXO ESTRUTURANTE HABILIDADE ESCRITA H10. Grafar palavras com correspondências regulares diretas H11. Grafar palavras com correspondências regulares contextuais entre letras ou grupos de letras e seu valor sonoro H12. Produzir um texto a partir de uma situação dada. MATRIZ DE LÍNGUA PORTUGUESA
  20. 20. MATRIZ DE REFERÊNCIA MATEMÁTICA
  21. 21. ITENS DE AVALIAÇÃO EXTERNA Como as questões são criadas?
  22. 22. O que uma questão avalia? •Toda questão deve avaliar uma competência (capacidade de agir com eficiência). •O item deve possuir uma operação cognitiva, um objeto de conhecimento (conteúdo) e um contexto. •Contextos devem ser significativos e não apenas servirem de ilustração da situação.
  23. 23. Questão de alternativas • Texto base: apresenta os dados e informações que caracterizam uma situação problema que deverá ser resolvida. • Enunciado: constitui-se de uma pergunta ou uma frase incompleta, que indica ao aluno qual problema deve ser resolvido, tomando por base o texto base. • Alternativas: – gabarito é a resposta correta – distratores são respostas incorretas, mas plausíveis, apontando uma possível operação mental feita pelo aluno que não desenvolveu totalmente a habilidade testada, mas que tem relação com ela.
  24. 24. Operações cognitivas • Identificar: que corresponde a ação cognitiva de perceber por exemplo, uma figura e nomeá-la em função de suas propriedades, qual a operação aritmética que resolve um cálculo ou localizar um dado em uma tabela. • Calcular: Realizar um procedimento aritmético ou algébrico • Reconhecer: Reconhecer elementos de um item dentre outros. Compreender o que é o numerador da fração, qual é a resposta do problema em uma cálculo. • Interpretar: Em função do contexto, compreender a situação envolvida a fim de mobilizar recursos dos conteúdos para resolvê-la.
  25. 25. Caraterísticas de uma questão • Um item deve referir-se a apenas uma única habilidade • Os itens devem ser independentes entre si • Dificuldade: definida pelo desempenho dos alunos (ex- post) • Complexidade: definida pelos processos mentais mobilizados, por hipótese, para a resolução do problema proposto • Para uma mesma habilidade, pode-se construir diferentes itens para abordar as diferentes formas de avaliar a habilidade.
  26. 26. COMO FUNCIONA A NOTA?
  27. 27. Nota da prova ou nota da questão? Avaliação centrada na prova: • Limitação no número de questões por prova • Resultado da avaliação: número de itens certos • Dá espaço para o chute Avaliação centrada no item: • O que importa não é a quantidade de itens que os alunos acertam, mas sim quais itens os alunos acertam • Os instrumentos podem mudar o conteúdo ao longo do tempo, mas não os itens • Uso de análise estatísticas
  28. 28. Avaliação centrada na prova Aluno Questão 1 Questão 2 Questão 3 Questão 4 Total João 1 1 0 0 5,0 Maria 0 0 1 1 5,0 Pedro 1 1 0 0 5,0 Rafael 1 0 1 0 5,0 Carla 1 0 0 1 5,0
  29. 29. Avaliação centrada no item Aluno Questão 1 Questão 2 Questão 3 Questão 4 Total João 1 1 1 0 6,0 Maria 0 0 1 1 7,0 Pedro 1 1 0 0 3,0 Rafael 1 0 1 0 4,0 Carla 1 0 0 1 5,0 Considera-se que as questões possuem graus de dificuldades diferentes
  30. 30. As réguas das escalas • Os resultados de desempenho nas áreas avaliadas são expressos em escalas de proficiência. As escalas de Língua Portuguesa (Leitura) e de Matemática da ANA 2013 são compostas por quatro níveis progressivos e cumulativos. Isso significa uma organização da menor para a maior proficiência. • Estabelecida a escala, realizou-se a interpretação pedagógica. Com base no nível da escala em que os alunos estão situados e com a respectiva interpretação pedagógica desses níveis é possível inferir as habilidades que os alunos provavelmente dominam, subsidiando, assim, a atuação de professores e gestores. Nesse processo ocorre a divisão da escala em níveis e a definição dos itens âncora de cada nível.
  31. 31. ANA PARA ALÉM DA NOTA DOS ESTUDANTES
  32. 32. Progressão no ciclo de alfabetização Progressão escolar Progressão do ensino Progressão das aprendizagens relacionada ao direito que a criança tem de avançar na escolarização organização e elaboração dos direitos de aprendizagem em todas as áreas de conhecimento e anos escolares de cada ciclo refere-se à qualidade crescente das aprendizagens construídas
  33. 33. Três instâncias de avaliação: •Avaliação da aprendizagem dos estudantes •Avaliação da instituição •Avaliação do sistema escolar Dois grandes indicadores: •Indicador de Nível Socioeconômico •Indicador de Formação Docente da escola. CONCEITO DE ESCOLAR SIMILAR
  34. 34. Indicador de Nível Socioeconômico (INSE) • O Indicador de Nível Socioeconômico possibilita, de modo geral, situar o público atendido pela escola em um estrato ou nível social, apontando o padrão de vida referente a cada um desses estratos. Esse indicador é calculado a partir da escolaridade dos pais e da posse de bens e contratação de serviços pela família dos alunos. • As escolas foram classificadas em sete grupos, de modo que, no Grupo 1, estão as escolas com nível socioeconômico mais baixo e, no Grupo 7, as com nível socioeconômico mais alto.
  35. 35. Indicador de Formação Docente • O Indicador de Formação Docente possibilita analisar a formação dos professores que lecionam as disciplinas avaliadas pela ANA. É calculado a partir da formação inicial dos professores dos anos iniciais do ensino fundamental que lecionam Língua Portuguesa e Matemática na escola, apresentando o percentual dessas disciplinas que são regidas por professores que possuem Licenciatura em Pedagogia ou Normal Superior, Licenciatura em Letras-Língua Portuguesa ou Matemática, respectivamente, ou Bacharelado em Pedagogia, Língua Portuguesa ou Matemática com o devido curso de complementação pedagógica.
  36. 36. Escolas Similares Cada escola poderá, ainda, analisar seus resultados tendo como referência um perfil chamado de “Escolas Similares”, que sintetiza os resultados de um grupo de escolas com características semelhantes, ou seja, que pertencem à mesma microrregião geográfica, à mesma localização (urbana e rural) e que possuem os valores absolutos do Indicador de Nível Socioeconômico (Inse) próximos. Esses três critérios permitem selecionar o grupo de escolas que estão em condições semelhantes e fazer o cálculo da distribuição percentual dos alunos pelos níveis de proficiência desse perfil.
  37. 37. ESTUDOS DE CASO
  38. 38. Escola A x Escola B
  39. 39. O QUE PODEMOS APRENDER COM ESTES DADOS?
  40. 40. Progressão no ciclo de alfabetização Progressão escolar Progressão do ensino Progressão das aprendizagens relacionada ao direito que a criança tem de avançar na escolarização organização e elaboração dos direitos de aprendizagem em toadas as áreas de conhecimento e anos escolares de cada ciclo refere-se à qualidade crescente das aprendizagens construídas
  41. 41. Onde está o aluno? O que ele sabe? Onde precisamos focar? O que precisa aprender?
  42. 42. HORA DO COMERCIAL
  43. 43. REPERCUSSÕES PEDAGÓGICAS NA SALA DE AULA AVALIAÇÃO NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO Prof. Dr. João Alberto da Silva joaosilva@furg.br Profa. Dra. Marta Nörnberg martaze@terra.com.br

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