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um caminho
                     a ser trilhado
O amadurecimento do mercado brasileiro e principalmente
paranaense de desig...
4     gráfica. uma revista deEricson Straub
                                     design


      16      design, ideologia ...
A vIDA, A vIDA...   E A vIDA DA MAIS IMpORtAntE REvIStA DE

                    design do Brasil
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Se editar uma revista nos dias de
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nha, materializou-se um impresso
em forma de jornal que continha
poesias, opiniões, textos culturais
e de humor, tudo alin...
designers, ilustradores, diretore
                                  Miran. Nesse período, Miran tam-
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Ilustração de Carter Goodrich
                     publicada na edição de número
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A Trajetória da Gráfica
                                                 você poderá acompanhar nestas e nas páginas segui...
ANO: 1985/86
CAPA: Miran
Ilustração/Pojucan    11/12
ARTISTAS PARTICIPANTES:
                                             ...
ANO:1990
CAPA: Pojucan
ARTISTAS
PARTICIPANTES:
Pouucan (Brasil)
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Portfólio do ilustra-
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Alguns dos artistas brasileiros que desfilaram pela Gráfica
José Zaragoza, Francesco Petit, Felipe Taborda, Rico Lins, Ric...
ideologia e                                                                      tecnologia
                              ...
socialização da informação
                                                  Em segundo lugar, é preciso levar em conta a ...
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  1. 1. ABCDesign 1
  2. 2. um caminho a ser trilhado O amadurecimento do mercado brasileiro e principalmente paranaense de design, despretenciosamente nos trouxe a idéia de criar uma revista que revelasse um pouco da história, das idéias, das tendências e até mesmo das divergências deste segmento. Além da maturidade, que aponta para a colheita de promissores frutos, temos agora um grande número de jovens que estudam design e fizeram dele uma opção profissional, um caminho a ser trilhado. Por isso mesmo, nesta primeira edição buscamos formar um mix representativo dos temas que gra- vitam em torno do design. Criar um canal de divulgação para aqueles que pensam e fazem o design em seu meio, mesmo que sejam pioneiros, assim como aqueles que lentamente abri- ram espaço arduamente para que hoje pudessemos estar aqui falando sobre design. Da discussão do papel do designer no mercado de trabalho à trajetória da revista Gráfica, a mais genial e revolucionária pu- blicação brasileira deste segmento, que também deu ao design do Paraná um local de destaque no cenário nacional. Esta pri- meira edição nos revela que o leque de temas é amplo e que as discussões em torno do assunto prometem debates apaixo- nados e apaixonantes. Além de propiciar o debate, tão salutar para o amadurecimento de idéias e conceitos, esta publicação também se propõe a dar voz – e espaço – àqueles que fazem do design um projeto de vida no qual nunca podem faltar ta- lento, beleza e uma boa dose de ousadia. O Editor
  3. 3. 4 gráfica. uma revista deEricson Straub design 16 design, ideologia e tecnologia Robson Oliveira 19 o processo criativo no design Ronaldo Duschenes/Flexiv 20 design de produto, gestual ouMarcelo Castilho digital? 26 rendering. passo a passo o que é e como fazer um rendering. Accademia di Disegno 32 bauhaus. a pedagogia da ação Antonio M. Fontoura 38 a importância da reciclagem do papel Ivens Fontoura 40 casos e cases OpusMúltipla Comunicações 43 design ou webdesign? João Mouzaco
  4. 4. A vIDA, A vIDA... E A vIDA DA MAIS IMpORtAntE REvIStA DE design do Brasil Você é capaz de adivinhar porque a mais inteligente e sofisticada revista brasileira de design nasceu em Curitiba e conse- guiu sobreviver a todas as tempestades do mercado? Como diria o especialista em marketing, Eloi Zanetti, isto só aconteceu porque “alguém quis”. Neste caso, “o alguém” atende pelo nome de Oswaldo Miranda, mais conhecido como Miran, o homem que fez nascer uma das mais geniais publicações brasileiras de todos os tempos. 4 ABCDesign
  5. 5. ABCDesign 5
  6. 6. Se editar uma revista nos dias de hoje, mesmo com tantos recursos tecnológicos, já é um grande feito, imagine fazer isso cerca de 20 anos atrás, quando não existiam meios digitais e, mais do que isso, quan- do o custo para produzir qualquer material gráfico era inúmeras vezes mais alto do que hoje em dia. Esta – exatamente esta - é a história da revista Gráfica. Tal qual um gato, a Gráfica revelou-se com muitas vidas, capaz de muitos saltos, sem Mas o mérito da revista Gráfica não minho inverso: trazer o melhor do nunca perder a elegância. Tal qual se resume apenas à capacidade de design mundial para o brasileiros, a chuva, que vira vapor, se acumula transpor dificuldades financeiras e numa época em que as publicações em nuvens para depois precipitar-se aos métodos de produção. Acima importadas eram raras e as dificul- novamente levando vida, renovando de tudo, ela inaugurou uma nova dades para conseguí-las também paisagens, alterando cores e formas, fase para o design no Brasil. Foi a eras enormes. Em pouco tempo, a a Gráfica viveu muitos ciclos para primeira publicação a divulgar o revista transformou-se numa ponte voltar sempre melhor, porque, na design brasileiro para o mundo e, aproximando mercados distantes, essência, permanece a mesma. também, foi pioneira ao fazer o ca- espelhando tendências, revelando casos de sucesso e exemplos de genialidade pelo mundo afora. Dissociar a revista Gráfica do nome Miran é praticamente impossível. Afinal, ela nasceu de um ousado projeto individual do designer, que via a necessidade de ter no Brasil uma revista de design com padrão internacional. Porém, antes de ana- lisar a primeira edição da revista, datada de 1983, é preciso retomar alguns antecedentes que foram fundamentais para sua idealização e realização. Em meados dos anos 70, Curitiba vivia uma saudosa época de efervescência cultural. Nos bares da época, entre um chope e outro, discutia-se política, arte, cultura, publicidade, poesia, futebol e design. Acima e ao lado, Das conversas despretensiosas exemplos de algumas páginas de personalidades como Paulo premiadas do Leminski, Sérgio Mercer, Solda, Jornal O Raposa Paulo Vítola e Ernani Buchmann, 6 entre outros intelectuais da terri- ABCDesign
  7. 7. nha, materializou-se um impresso em forma de jornal que continha poesias, opiniões, textos culturais e de humor, tudo alinhavado por um refinado trabalho de design gráfico e ilustração, assinado por Miran. Percebendo a repercussão que o material tinha causado, mesmo sendo apenas fixado pela Fundação Cultural de Curitiba, Desde a edição número 1, a Gráfica previlegiou os bons trabalhos de calí- em bares e pontos culturais de prosseguindo com sua trajetória de grafos e tipógrafos. Acima páginas da Curitiba, Miran decidiu procurar prêmios nacionais e internacionais. edição número 1. uma forma mais abrangente para divulgar as idéias do grupo. A Grafia Em 1981, em viagem aos Estados O Raposa Unidos, Miran teve contato com Foi então que Miran propôs ao Herb Lubalin, que, naquele mesmo jornal Diário do Paraná (que ano, publicou no “Upper, Lower & atualmente não circula mais) que Case” - jornal destinado à tipografia Abaixo trabalho de Miran publicado fosse encartada semanalmente - uma matéria com o portfólio de na edição de número 22 uma página intitulada “O Rapo- sa”. Assim, a produção dos textos, direção de arte e fotolitos seriam responsabilidade de Miran, fican- do a impressão e encarte a cargo do jornal. A proposta foi aceita e, em 1976, surgiu um dos embriões fundamentais para o nascimento da Gráfica. Muitos dos mais de 250 prêmios internacionais recebi- dos por Miran foram obtidos com páginas de “O Raposa”. A publicação de “O Raposa” em anuários internacionais fez com o nome de Miran fosse reconhecido especialmente nos Estados Uni- dos, facilitando assim o contato com importantes ilustradores e designers gráficos do cenário internacional, o que, mais tarde, seria de extrema importância para o conteúdo da revista Gráfica. “O Raposa” foi editado pelo Diário do Paraná até 1978 que então, por motivos financeiros, interrompeu sua circulação. A partir dali, “O Raposa” passou a ser editado 7 ABCDesign
  8. 8. designers, ilustradores, diretore Miran. Nesse período, Miran tam- bém fez importantes contatos com artistas gráficos por parte do “Type catálogo primoroso transformou-se, na verdade, no primeiro número da revista Gráfica. Directors Club”, do qual tornara- se membro ainda em 1978. Esses O começo contatos renderam uma exposição O contato de Miran com o desig- internacional de trabalhos especial- ner norte-americano Herb Lubalin mente tipográficos, realizada em influenciou-o a desenvolver sua Curitiba em 1982, e contribuíram própria publicação da forma que ele para o sucesso da revista. imaginara. Lubalin dizia que quando Os designers norte-americanos e um designer criava a concepção europeus enviaram materiais para gráfica de uma revista, ele mesmo Ilustração publicada na revista Gráfica a exposição. Porém, em contra- deveria empreendê-la. A convicção partida, exigiam um catálogo de do norte-americano vinha de uma qualidade, como forma de registro constatação daquilo que costumava de seus trabalhos. Miran percebeu ocorrer no mercado: interessantes que as peças enviadas mereciam projetos gráficos concebidos por um melhor registro, inclusive para designers sofriam constantemente a que todo o Brasil pudesse ter interferência de clientes, maculando contato com os trabalhos dos sua proposta original. Por causa disso, designers do exterior. Então, em o próprio Lubalin editou as revistas 1983, o que originalmente seria um “Avant Garde” e “Fact”. Tal qual um gato, a Gráfica revelou-se com muitas vidas, capaz de muitos saltos, sem nunca perder a elegância. O ponto de partida da revista A nova fase Gráfica foi a iniciativa individual Em 1987, algumas reportagens publi- de Miran que – com muita co- cadas a respeito da revista, enfocando ragem e espírito empreendedor sua excelente qualidade bem como – bancou os custos de produção. suas dificuldades financeiras, desper- Entre 1983 e 1987 foram publi- taram o interesse de empreendedores cados 17 números da Gráfica. E, interessados em alavancar negócios exatamente por causa dos altos editorias no Brasil. Naquele mesmo ano, custos, não havia uma periodi- Miran associou-se a Carlos Ferreira e cidade definida. Apesar disso, Orestes Woestehoff, que tornaram-se a revista tornou-se conhecida e responsáveis pelas áreas comercial e respeitada internacionalmente administrativa da editora. Além disso, por causa da seleção e edição de houve ainda um quarto parceiro que importantes trabalhos de desig- tornou-se fundamental nessa fase. Esse ners, diretores de arte, ilustra- investidor garantiu o necessário fôlego dores, cartunistas, fotógrafos e financeiro para suprir os compromissos outros profissionais conhecidos e da revista, resolvendo finalmente os desconhecidos na época, ligados problemas de periodicidade que, por ao universo das artes gráficas do sua vez, impossibilitavam os difíceis Brasil e do exterior. contratos de publicidade. 8 Ilustração de Michael Schwab ABCDesign para poster, publicada na edição de número 31 da Gráfica
  9. 9. Ilustração de Carter Goodrich publicada na edição de número 31 da Gráfica O processo de seleção e escolha dos trabalhos para publicação continua- vam com o mesmo rigor. Porém, mais páginas foram destinadas a cada ar- tista participante, tornando mais con- sistente a visualização dos portfólios. Além disso, a nova parceria possibilitou que a revista fosse produzida na Gráfi- ca Burti, melhorando sensivelmente a qualidade de impressão e acabamen- to. Naquele período, o prestígio da revista aumentou mais ainda no meio dos designers, erguendo a Gráfica à condição de mais importante publica- ção nacional sobre o tema. O grande prestígio, que alcançava dimensões internacionais, fez com que novos talentos do design mundial passassem a enviar seus trabalhos para publicação. Sem dúvida, uma das mais importantes contribuições da Gráfica Tal qual a chuva, que vira vapor, se acumula em nuvens para depois precipitar-se novamente levando vida. de arte, fotógrafos, arquitetos para o mundo do design foi estabele- Com a saída dos sócios, a cer um intercâmbio de informações partir de 1995, Miran voltou e valores estéticos entre o mercado a editá-la sozinho. Publicou brasileiro e o mercado internacional, então os números 43/44, sempre mesclando harmoniosamente 45, 46, 47/48, 50 e 51, to- os novos talentos com os talentos já dos com tiragens reduzidas. reconhecidos. A única exceção daquele Os europeus tiveram o privilégio de po- período – no que se refere der adquirir a Gráfica no ano de 1990, à alta tiragem - ficou por quando ela passou a ser distribuída pela conta da edição de número destacada editora suíça Rotovision. A 49, editada em 1999, que revista foi impressa na Gráfica Burti trouxe como destaque o até 1992. A partir daquela data, até trabalho do designer gráfi- 1994, passou a ser impressa na Gráfica co David Carson. E, apesar Palloti, em Porto Alegre. Naquele ano, de apresentar-se com uma com a saída de um importante patroci- “cara” mais próxima da nador, a publicação voltou a enfrentar estética atual do design dificuldades financeiras, prejudicando gráfico mundial, a Gráfica fortemente o cumprimento da perio- conseguiu manter-se fiel à dicidade estabelecida. sua linha editorial original. 9 Ilustração de Bill Mayer publi- ABCDesign cada na edição de número 29 da Gráfica
  10. 10. A Trajetória da Gráfica você poderá acompanhar nestas e nas páginas seguintes alguns detalhes de cada exemplar publicado da revista Gráfica. Imagem da capa, ano de publicação, criador e ilustrador da capa, artistas participantes de cada edição e uma breve análise de cada exemplar. 1 2 3 4 5 ANO: 1983 Set/ Out/ Nov ANO: 1983 ANO: 1983 ANO: 1984 ANO: 1984 CAPA: José Zaragoza CAPA: Gary Kelley CAPA: Rubem Grilo (BRA) CAPA: Robert Cunningham CAPA: Robert Cunningham ARTISAS PARTICIPANTES: ARTISAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: José zaragoza (Brasil) Hector Tortolano (Brasil) Gary Kelley (Estados Unidos) Mazé Mendes (Brasil) Robert Cunningham Michael David Brown (Estados Unidos) Jim Lienhart (Estados Unidos) Chico Caruso (Brasil) Takenobu Igarashi (Japão) (Estados Unidos) Francesco Guitart (Espanha) Fernando Medina (Espanha) Rubem Grillo (Brasil) João Galhardo (Brasil) Jesus Emío Franco (Venezuela) Buarne Norking ( Brasil) Rodolfo Vani (Brasil) Elvo Damo (Brasil) Caligrafia (Internacional) Cláudio Morato (Brasil) Adeir Rampazzo (Brasil) Michael Mancogian (Estados Unidos) Peter Grundy (Inglaterra) Strandel Baker (Estados Unidos) Helmut Brade (Alemanha) Michael Manwaring(Estados Unidos) Herb Lubalin ( Estados Unidos ) Eugene Mihaesco (Bucareste) Herb Lubalin (Estados Unidos) Marcas Brasil (Brasil) Caligrafia (Estados Unidos) Thiago de Mello (Brasil) Marcas Brasil (Brasil) Caligrafia (Internacional) Tim Girvin (Estados Unidos) Jack Escaloni (Brasil) A característica desta edição é a força dos tra- Christof Gassner (Alemanha) Tony Foster (Inglaterra) Herb Lubalin/ Carnese (Estados Unidos) Antonio Frasconi (Brasil) balhos em preto e branco de diversos artistas Lisete Laguetto(Brasil) Herb Lubalin (Inglaterra) Eduardo Bacigalupo (Brasil) J. Grashow (Estados Unidos) brasileiros e estrangerios. Traz os trabalhos Ramon G. Teja(Estados Unidos) Marcas Italianas (Itália) Francis Giacobetti (Estados Unidos) Seymour Chwast (Alemanha) de Gary Kelley, Ziraldo, Jaca, Coredano, Burke, Jaguar(Brasil) Canção Quatro (Brasil) J. R. Duran (Brasil) José Costa Leite (Uruguai) Chico Caruso e Rubem Grillo também dando Luis Solda (Brasil) Herbert Wenn (Alemanha) Bea Corrêa (Brasil) destaque para seção Arte Anual, também em A edição traz o trabalho de vários artistas Blow up (Brasil) CR Stúdio (Estados Unidos) preto e branco. nacionais e internacionais, chamando a atenção Jack Ronc (Brasil) Dedica parte da revista a um importante para o japonês, Tarebobu Igarashi. Também Grande parte da revista é dedicada Helga Miethke (Alemanha) evento da história do Design Gráfico do publica a seção Caligrafia que dentre outros ao portfólio de Robert Cunningham. tem trabalho de Herb Lubalin. Ainda é publicada Trabalhos de designers brasileiros e es- Paraná, a Grafia 3, exposição com mais nesta edição a seção de marcas criadas por trangeiros são publicados nas seções Trabalhos de artistas gráficos de peso de 1950 peças inscritas de todo o mundo. designers brasileiros. Marcas Brasil e Marcas Italianas. foram publicados desde o primeiro Trabalhos de artistas como Hiroshi Suzuki, número. Zaragoza (o Z da DPZ) inau- Herb Lubalin, Fernando Medina, Tim Clark, gura com suas ilustrações uma das Michael Mancogian além de muitos outros características da revista, a publicação são publicados nesta edição, alguns dentro de portfólios de ilustradores. A edição da Seção Caligrafia e Tipografia, espaço também marca o gosto pela publicação destinado a trabalhos destas áreas. de trabalhos tipográficos na seção Ca- ligrafia e Tipografia. Além de Zaragoza também são publicados trabalhos de Francesc Petit, Guitart, J. R. Duran, Herb Lubalin e Carnase. ANO: 1984 CAPA: Kélio Rodrigues ARTISAS PARTICIPANTES: Luís Trimano (Brasil) Jonh Casado (Estados Unidos) Cláudio Paciullo (Brasil) 6 ANO:1984/1985 CAPA: Robert Giusti (EUA) ARTISAS PARTICIPANTES: Robert Giusti (Estados Unidos) Marcas Califórnia (Estados Unidos) Ricardo Vansteen (Brasil) 7 ANO: 1985 CAPA: Chris Coppeland (USA) ARTISTAS PARTICIPANTES: Chris Coppeland (USA) Saul Bass (USA) Type Directors Club (USA) 8 ANO: 1985 CAPA: Marshall Arisman ARTISTAS PARTICIPANTES: Marshall Arisman (Estados Unidos) Caligrafia (Internacional) Portfólio/ Brasil (Brasil) 9 ANO: 1985 CAPA: Chichoni ARTISTAS PARTICIPANTES: Design/ Marcas parte II ( Internacional) Miran (Brasil) 10 Jeffrey Jones (Estados Unidos) Ucho Carvalho (Brasil) Victor Burton (Brasil) Caligrafia (Estados Unidos) Ilustração P/B ( Internacional) Grande número de páginas é dedicada ao Manuel Peres (Brasil) Na edição Nº10, Miran publica pela Ray Barber (Estados Unidos) Desenho (Internacional) Type Directors Club. O TDC 1984 foi uma Rico Lins (Brasil) primeira vez uma seção inteira com seu Herb Lubalin (Estados Unidos) Claudio Ferlauto (Brasil) exposição trazida ao Brasil com patrocínio Toninho (Brasil) portfólio, ao qual dedica a maior parte Jaca (Brasil) Cristina Burger (Brasil) da JWT/Brasil e exposta no MASP. Comple- Estúdio A3 (Brasil) da revista. Também é mantida a seção Montxo Algora (Espanha) David Quay (Inglaterra) ta a edição com a primeira publicação do Design/ Marcas parte I (Internacional) de marcas nacionais e internacionais. portfólio de Saul Bass. além do trabalho Dedica parte da edição às ilustrações Além das ilustrações em P/B de diversos artistas, do jovem americano Chris Coppeland. Uma Esta edição tem um espaço dedicado aos de Luís Trimano e Jeffrey Jones e a edição traz a seção Marcas da Califórnia, seção curiosidade é que a capa desta edição trabalhos dos designers brasileiros Manuel 10 John Casado. A edição continua a publicação do suplemento Caligrafia com portfólios dos designers brasileiros Ucho Carvalho, Ricardo Van Steen, Cristina Burger, foi pela primeira e única vez feita por um estudante. Peres, Toninho Gonçalves, Rico Lins, A3, Victor Burton e Miran. Além disso traz também a seção ABCDesign com trabalhos de Herb lubalin e Claudio Ferlauto e também a seção com o Marcas Design parte 1, com diversas marcas de Ray Barber. Calígrafo David Quay. designers internacionais e nacionais
  11. 11. ANO: 1985/86 CAPA: Miran Ilustração/Pojucan 11/12 ARTISTAS PARTICIPANTES: Capa interna 13/14 ANO: 1986 CAPA: Carlos Nine ARTISTAS PARTICIPANTES: Carlos Nine 13/14 ANO: 1986 CAPA: Saul Bass/Miran ARTISTAS PARTICIPANTES: Saul Bass 15/16 Capa interna 15/16 Diversos Artistas participando das Andrés Cacioli diversas categorias em trabalhos P/B, Alberto Breccia Esta edição da Gráfica é dedicada portfólios de Rogério Dias (Brasil) Henrique Breccia exclusivamente ao portfólio do Don Weller (USA) Jorge Sazol designer americano Saul Bass. O Design e Ronald material apresentado na revista Número duplo especial em Shakespear foi motivo de exposição itine- Preto&Branco, abrangendo os rante no Brasil. A edição publica trabalhos de artistas com ilustraçôes Esta edição da Gráfica é dedicada também um story-board completo comercias, grafismo, quadrinhos, totalmente aos trabalhos de do filme de ficção “Quest” de desenhos de humor inéditos, além de importantes e talentosos ilustra- Saul Bass. dois portfólios de Rogério Dias (Brasil) dores e designers argentinos. e Don Weller. A NOVA FASE 17 18 19 20/21 22 ANO: 1987 ANO: 1988 ANO: 1988 ANO: junho/1988 ANO: 1988 CAPA: Marshall Arisman CAPA: John Alcorn CAPA: Sandra Filipucci CAPA: João Machado CAPA: Melanie Parks ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: Ubirajara Menezes (Brasil) Ferenc Pinter (Itália) Sandra Filipucci (Estados Unidos) João Machado (Portugal) Felipe Taborda (Brasil) Nego Miranda (Brasil) Bernardoni Lair Leoni (Brasil) Cavalcante & Lula (Brasil) Vasco de Castro (Portugal) Ricardo Pousselot (ESP) Marcas e Logos (Internacional) Antonio Nássara (Brasil) Mark Summers (Canadá) Manuel Peres ( Portugal) Daniel Pelavin (USA) Joseph Ciardiello ( Estados Unidos) Marcas Francesc Petit (Brasil) António Antunes (Internacional) 4 Imigrantes (Internaciona) Milton Glaser ( Estados Unidos ) Brian Grimiwood (Inglaterra) Caricatura/Design (Portugal) Tree (Internaciona) Dedica grande parte da revista para a seção Foto/ Ilustração (Portugal) Thales Pereira (Brasil) Nesta edição destaca-se o portfólio do artista Quadrinhos DPZ Campanhas (Brasil) Dedica partes iguais aos portfólios dos Marcas com vários trabalhos desenvolvidos por artistas convidados. A edição publica Miran. Também dedica grande parte às ilustra- gráfico Francesc Petit, a seção Marcas Brasil Esta edição é totalmente dedicada aos trabalhos também ilustrações de Milton Glaser ções de Ferénc Pinter. Uma das características e os trabalhos de Miran. Além disso traz as A edição destaca o portfólio de importantes designers, ilustradores, diretores um dos mais importantes designers desta fase da revista é a mudança de produtor, ilustrações de Sandra Filipucci, Cavalcante & do designer Felipe Taborda, do calígrafo de arte e fotógrafos portugueses, com destque do mundo. possibiltando um melhor padrão de acabamen- Lula e Brian Grimwood. espanhol Ricardo Rousselot, do ilustrador para o portfólio do designer Joâo Machado. to para a Gráfica. Daniel Pelavin, do designer Thales Pereira, além do portfólio da agência DPZ. Tam- bém traz as seções 4 Imigrantes e Tree. ANO: 1988 CAPA: Caulos ARTISTAS PARTICIPANTES: Zacharon Christopher (Polônia) Dads Jerry (Estados Unidos) 23 ANO: 1989 CAPA: M. Zacharow ARTISTAS PARTICIPANTES: Bea Feitler (Brasil) Frances Jetter (Estados Unidos) Eliane Stephan (Brasil) 24 ANO: 1989 CAPA: Miran/Carlos Coutinho ARTISTAS PARTICIPANTES: Vilma Slomp (Brasil) Lisa Beek (Alemanha) Mariza Dias (Brasil) 25 ANO: 1989 CAPA: Rob Day ARTISTAS PARTICIPANTES: Rob Day (Estados Unidos) 26 ANO: 1989/90 CAPA: Cárcamo ARTISTAS PARTICIPANTES: Gonzalo Cárcamo (Chile/Brasil) 27 Marcas Califória (Estados Unidos) Tim Girvin(Estados Unidos) Caulos (Brasil) Melanie M. Parks (Estados Unidos) Design & direção de Arte (Brasil) Tom Cyrry (Estados Unidos) Carlos Clémen (Argentina/Brasil) Mediavilla C. (França) Category Fotography Helga Miethke (Brasil) Davis Shannon (Estados Unidos) Mark Penberthy (Estados Unidos) Márcia “Z” Braga (Brasil) Category Design & A. D. Cristina Ganen (Brasil) Escena (Argentina) Globe Graphic (Internacional) Cambé Cláudio ( Brasil) Category Typography Marina Willer ( Brasil) The Globe (Internacional) Leon Kaplan (Brasil) Beatriz Faria Santos (Brasil) Marshall Arisman A edição tem grande parte dedicada Álvaro Barata (Brasil) Esta edição traz a primeira publicação espe- Jacqueline Leutwiller (Brasil) ao trabalho de Carlos Clémen, mas Globe Graphic (Internacional) cial dedicada exclusivamente ao trabalho de Cristina Burger (Brasil) A edição é dedicada com partes relativa- também valoriza a seção de marcas e McCann Erickson (Brasil) diretoras de arte, fotógrafas, ilustradoras e mente iguais a todos os artistas, desta vez o trabalho de Gonzalo Cárcamo, além designers femininas. Mostra os portfólios de Segunda edição da gráfica destinada somente predominando a ilustração, já que agrega da seção Globe Graphic que traz o A edição número 23 abre espaço para uma agência de propaganda, a McCann Bea Feitler, Frances Jetter, Eliane Stephan e Melanie Parks, além de grande miscelânea ao trabalho das designers, fotógrafas, diretoras três excelentes ilustradores. Também traz o trabalho tipográfico de Tim Girvin e o portfó- 11 trabalho de Mark Penberthy. de arte e ilustradoras. A edição traz o portfólio Erickson, mostrar seu portfólios ABCDesign com inúmeras outras. das artistas Lisa Beek e Marina Dias. Dedica a lio do estúdio argentino Escena que trabalha contendo peças gráficas e de televisão. maior parte à seção Design e Direção de Arte, com projetos visuais e de produto. A seção The Globe Graphic mostra trazendo trabalhos de designers e diretores de designers locais como o paranaense arte do Brasil. Àlvaro Gusso.
  12. 12. ANO:1990 CAPA: Pojucan ARTISTAS PARTICIPANTES: Pouucan (Brasil) 28 Duffi Design (Estados Unidos) ANO: 1990 CAPA: Bill Mayer ARTISTAS PARTICIPANTES: Bill Mayer (Estados Unidos) John Howard (Inglaterra) Design Brasil (Brasil) 29 ANO:1990 CAPA: Brad holland ARTISTAS PARTICIPANTES: Brad Holland (Estados Unidos) Bob Wolfenson(Brasil) Design (Internacional) 30 ANO: 1990 CAPA: Michael Schwab ARTISTAS PARTICIPANTES: Carter Goodrich ( Estados Unidos ) Arnaldo Pappalardo ( Brasil ) 31 ANO: 1991 CAPA: Laura Smith ARTISTAS PARTICIPANTES: 32 Laura Smith (Estados Unidos) Seymour Schwast ((Estados Unidos) Greg Spalenk (Estados Unidos) Globe grafic (Internacional) Globe Graphic (Internacioanal) American Marks ( Int) Type (Japão) Al Hirschfeld (Estados Unidos) Marzena Kawalerowic (Polônia) Tom Foty (Estados Unidos) Michael Schwab ( Estados Unidos ) David Brier (Estados Unidos) Ignácio Iturria (Uruguai) Rogélis ( Brasil ) Plauto (Brasil) Globe Graphics Grande parte destinada às ilustrações do ame- Boa parte da edição é dedicada as Globe Graphics ( Int ) ricano Bill Mayer, além de ilustrações de Jonh ilustrações de Brad Holland, traz também Nigel Buchanan ( Austrália ) Grande parte da edição é dedicada ao Dedica parte da edição aos Howard e Marzena Kawalerowicz. A edição traz o belo portfólio de Bob Wolfenson, e Tom trabalho do importante ilustrador norte- trabalhos de Pojucan . A grande também embalagens e marcas desenvolvidas Foty. Nesta edição também são publicadas O número 31 da Gráfica traz os americano Seymour Schwast. Além disso atração desta edição é a publica- por designers do Brasil e anúncios desenvolvi- as seções Globe Graphic e Marcas Design portfólios dos ilustradores Michael são publicados trabalhos de designers ção dos trabalhos de um dos mais dos por agências de propaganda brasileiras. internacional com trabalhos de design de Schwab e Carter Goodrich, Rogélis do japoneses. A edição também dedica importantes designers norte- diversos artistas. Brasil e Nigel Buchanan da Austrália, grande parte ao trabalho do designer americanos, Joey Duffy. também traz o portfólio do fotógrafo David Brier. brasileiro A. Pappalardo. 33 34 35 36 37 ANO: 1991 ANO: 1992 ANO: 1993 ANO: 1992 ANO: 1992 CAPA: Kent Williams CAPA: Klaus Mitteldorf CAPA: Jean- Paul Goude CAPA: Daniel Zakroczemski CAPA: Kazumi Kurigami (Estados Unidos) ARTISTAS (França) ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: PARTICIPANTES: ARTISTAS Makoto Saito ( Japão ) Takao Matsuda ( Japão ) Kent Williams Klaus Mitteldorf (Brasil) PARTICIPANTES: Daniel Zakroczemski ( Estados Unidos) Type in Japan (Estados Unidos) Jay Vigon (Estados Unidos) Tommy Steele (Estados Unidos) Print Magazine Vittorio Torchetti ( Brasil ) Carrieri (Brasil) Carlos Alonso (Argentina) Vicente Martin (Uruguai) Mario Botta ( Suiça ) Saggese Antônio ( Brasil ) Neville Brody (Inglaterra) Michael Doret (Estados Unidos) Design in California (Estados Unidos) Miran ( Brasil ) Steadman Ralph (Inglaterra) Guilherme Zamoner (Brasil) Paul Rogers (Estados Unidos) Este número traz os portfólios de Makoto Identidade (Internacional) Arthur M. Casas (Brasil) Saito e de Daniel Zakrozcemski, mas a O destaque para este número é o portfó- A edição 33 traz com destaque o Miran( Brasil) grande novidade fica por conta da publica- lio de Miran, que mostra a força de seu A grande atenção desta edição é para trabalho do fotógrafo brasileiro Klaus ção de um maravilhoso portfólio do arquite- trabalho nas diversas áreas do design a publicação do portfólio do britãnico Mitteldorf. Também são publicados A edição traz várias capas do designer Tommy to suiço Mario Botta. Além disso a edição gráfico. Também traz os portfólios de Takao Neville Brody, um dos mais importantes os portfólios de Michael Doret, Jay Steele. Publica também os portfólios dos também traz as seções Print Magazine e Matsuda, do designer de produto brasileiro designers gráficos do mundo. Além disso Vigon, Carlos Alonso e Guilherme Ilustradores Vicente Martins e Paul Rogers e Marcas americanas. Vittorio Torchetti e do fotógrafo Saggese a edição traz também o trabalho dos Zamoner do Brasil. também de Miran. Ainda abre espaço para a Antônio, além da seção Type in Japan com ilustradores Kent Williams, Steadman seção Design Made in California com marcas vários trabalhos de tipografia do Japão. Ralph e a seção Identidade. e peças gráficas. 38 39 40 41 42 ANO: 1993 ANO: 1993 ANO:1994 ANO:1994 ANO:1994 CAPA: Eric Dinyer CAPA: Allain le Foll CAPA: Bruno Monguzzi CAPA: Fred Otnes CAPA: Louis Faurer ARTISTAS ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: PARTICIPANTES: Allain le Foll (França) Bruno Monguzzi (Suiça) Fred Otnes (Estados Unidos) Appearances (Estados Unidos) Eric Dinyer Louise Lilli (Estados Unidos) Ricardo Elkind (Brasil) Silvia Ribeiro (Brasil) Torreni Peret (Espanha) (Estados Unidos) Saul Steinberg (Romênia) George Stavrinos (Estados Unidos) Design Interface (Brasil) Wieslan Rosocha (Polônia) Posters (Internacional) Iury Bueno (Brasil) Design Product Design Igarashi (Japão) Hans Hillman (Alemanha) Design World (Internacional) Design (Brasil) Architecture Exhibit (Internacional) Tipographicka (Internacional) Claudio Avarez (Argentina) Typography (Internacional) Sem dúvida a grande atenção para esta O designer Bruno Monguzzi é a grande Typographycka Eiko (Japão) Edição especial totalmente em P/B. A edição Esta edição traz o trabalho do ilustra- edição é o portfólio da designer norte- atração desta edição. Além dele também traz a Seção Appearances com trabalhos de dor Eric Dinyer, porém grande parte da americana Louise Filli. Mas a edição não o trabalho de George Stavinos e as seções Esta edição dedica grande parte aos fabulosos diversos fotógrafos de revista de moda. A revista é dedicada à seção de Posters fica só nisso, publica também as fantásticas Marcas do Mundo e Architecture que traz trabalhos de Fred Otnes e do designer japonês edição traz ainda os portfólios dos ilustra- 12 Internacionais e Marcas. Além disso a edição também traz o trabalho do ilustrações em litografia do francês Allain le Foll, além do também fantástico trabalho do vários desenhos de Arquitetura completam a revista. Takenobu Igarashi. Além disso a edição também dores Wieslan Rosocha, Hans Hillman e os traz os trabalhos da designer Silvia Ribeiro e as trabalhos de escultura e de design gráfico ABCDesign argentino Claudio Alvarez. ilustrador Saul Steinberg. seções tipografia World e Exhibit Design. de Torreni Peret.
  13. 13. 43/44 45 46 ANO: 1995 Capa interna da edição Nº 43/44, ANO: 1995 ANO: 1995/1996 Capa interna da edição Nº 46 CAPA: desenho de Frank Lloyd Wright CAPA: Takenobu Igarashi CAPA: Miran/Foto: Cassina/Itália Frank Lloyd Wright ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS Takenobu Igarashi (Japão) Charles Rennie Mackintosh PARTICIPANTES: Cassina Frank Lloyd Wright , Robert Adam, Étienne- Edição especial dedicada totalmente ao tra- Louis Boullé, Karl Friedrich Schinkel, Violet-le Duc, balho do designer japonês Takenobu Igarashi, Edição especial com 180 páginas dedicada ao Nurnberg School, Donato Bramante, Leonardo da sendo que são publicados inúmeros trabalhos trabalho de Charles Rennie Mackintosh. Um Vinci, Buonarroti, Sir matthew Digby Wyatt, Alfred de design de produto, gráfico e esculturas. artigo de 20 páginas é dedicado a “Cassina” Waterhouse, Otto Wagner, Antonio Sant’elia e Hugh Ferris além de outros. Arredamenti/Itália-série “Cassina I Maestri”. Edição especial com mais de 300 páginas e baixis- síma tiragem. Dedicada totalmente aos trabalhos de arquitetos, sendo que 70% ao trabalho de Frank Lloyd Wright. A novidade é que nesta edição são utilizadas várias técnicas de impressão, xerox, serigrafia, off-set, impressões heliográficas e digitais. 47 48 49 50 ANO: 1996/1997 ANO: 1997/1998 ANO: 1999/2002 Capa interna da edição Nº 49 ANO: 2000 CAPA: Eduardo Benito CAPA: Edouard Cazaux/1925 CAPA: Eugène Mihaesco CAPA: André François ARTISTAS Foto: Richard Ball /Matt Mahurim/ David Carson ARTISTAS PARTICIPANTES: ARTISTAS PARTICIPANTES: PARTICIPANTES: Jean Carlu ( França), Charles Loupot Gráfica-Art Decó Parte 2 Laura Smith (Estados Unidos) André François Cassandre ( França ), H. Mercier, Paul Colin Continuação da edição 47 com trabalhos em Seymour Schwast ((Estados Unidos) Peret ( França), Mauzan, Sepo, Seneca, William de art decó em livros, bookbinding, design de Type (Japão) Ciardiello Welsh, M. F. Agah, Binder, Gustav Jensen, objetos em geral, mini esculturas e fachadas David Brier (Estados Unidos) Fotógrafos do Brasil Lucian Bernard, Lousie Filli, Carin Golden- de edifícios argentinos, franceses e diversos Plauto (Brasil) Desenhos a bico de pena de ar- berg, Paula Scher. nos Estados Unidos, especialmente em Nova quitetos York, Chicago e Miami. Após alguns números com baixa tiragem, a Selos comemorativos Gráfica-Art Decó Parte 1 Gráfica 49 volta a ser produziha em grande Edição com trabalhos de artes gráficas quantidade. A revista traz o trabalho de David Edição mista com portfólios de do período das décadas de 1920 e 1930. Carson, Andre François, Eugène Mihaesco, do Ciardello, Peret e fotógrafos diversos. Contém diversos posters e insertado um fotógrafo Carlos Teixeira e a Seção Áurea, com Além disso traz também a história caderninho especial com capas de Benito portfolios de ilustradores argentinos. dos selos comemorativos entre 1910 para a Vogue de 1921 a 1934. e 1920 e desenhos a bico de pena por arquitetos. ANO: 2000/2001 CAPA: Ken Cato ARTISTAS PARTICIPANTES: Ken Cato ( Austrália) 51 Caricaturistas e Ilustradores brasileiros Cássio Loredano ( Brasil), Luís Trimano, Ja- Capa interna da edição Nº 51 , ilustração de Ken Kato ANO: 2001/2002 CAPA: Bill Mayer ARTISTAS PARTICIPANTES: Bill Mayer ( Estados Unidos) Theo Dimson ( Canadá ) Carlos Nine ( Argentina ) 52 Portfólio de Oswaldo Miranda / Miran Miran 20 anos de design Gráfico, editado entre os anos de 1987 e 1988 no mesmo formato da guar, Caulos, Zélio, Luis Gê, Irmãos Caruso, David Carson ( Estados Unidos) Revista Gráfica Ziraldo, Claudius, Laerte Phillip Starck ( França ) Tipografia Formandos do Curso de Design da PUC/PR Edição especial em preto e branco, sendo que grande parte da edição é dedicada ao Esta edição marca o reinício da periodicidade da Gráfica. trabalho do designer australiano Ken Kato e Como presente ela traz os trabalhos de Bill Mayer, Theo sua produção de marcas, logos, ilustrações, design editorial, calendários e design de Dimson e Carlos Nine, além de miscelâneas de David Carson e Phillippe Starck. As grandes novidades são o número de 13 produto. A edição traz também uma mostra páginas e o custo mais acessível, possível graças à parceria ABCDesign de caricaturistas e ilustradores brasilei- da Gráfica com a gigantesca Editora Escala. Além disso outra ros. A edição finaliza com artigo do prof. novidade é a publicação de trabalhos de formando em design Joaquim da Fonseca “ Caricaturas” . da PUC/PR.
  14. 14. Portfólio do ilustra- dor brasileiro Jack Ronc, publicado na edição número 1 da revista Gráfica Expoentes do Canadá, Espanha, Portu- gal, Suíça, Alemanha, Estados Unidos, Japão, Inglaterra, França, Polônia, Itália, Uruguai, Austrália e Argentina Os grandes profissionais nas páginas da Gráfica esbanjaram charme e sofisticação nas Passados 18 anos da publicação do primeiro número da Gráfica, muita coisa páginas da Gráfica. As importantes mudou no universo do design gráfico. Revolucionárias tecnologias digitais conexões internacionais de Miran e seu alteraram completamente os processos de criação e utilização de imagens. incomparável faro para identificar talen- Apesar das enormes e constantes inovações, a Gráfica nunca se deixou tos pelo mundo afora foram decisivos levar por modismos, mantendo a fidelidade e a coerência de sua proposta, para a concepção e o lançamento de vinculada exclusivamente ao altíssimo padrão de qualidade que permeia a edições duplas especiais como “Gráfica publicação da primeira à última página. Exatamente por isso foi – e ainda Design/Argentina”, “Gráfica Women/ é – uma das poucas publicações voltadas para o design a valorizar trabalhos Design vols.1 e 2”, “Gráfica Iustração de ilustradores. em P&B”, “Gráfica Saul Bass”, “Gráfica A preservação do projeto e dos ideais da Gráfica ficam ainda mais evidentes quando Design Portugal”, “Gráfica Charles se tem a chance de folhear as primeiras edições e compará-las às mais recentes. O Rennie Mackintosh” e “Gráfica Master- passado, o presente e as tendências de futuro do design são acompanhados de pieces of Architetural Drawing”. perto, revelando uma capacidade rara de evoluir sem perder a identidade, inovar O papel fundamental desempenhado sem abrir mão dos princípios fundamentais. Tudo isso, envolto num trabalho que pela revista curitibana no cenário nacio- transborda talento e elegância, foi fundamental para conseguir atrair e reunir nal e mundial do design também fica designers, ilustradores, diretores de arte e fotógrafos de diversos países. claro em função do espaço conquistado por ela em importantes publicações internacionais como “World Graphic Design Now/ Editorial, Vol.5”, editado no Japão, “Magazines Inside & Out” de Steven Heller e Tereza Fernandes ( PBC Publisher/USA) e “Typographic Communication Today” de Edward M. Gottschall (MIT Press/USA ). No Brasil, a importância da Gráfica está registrada na recente publicação da Editora Abril, “A Revista no Brasil”, na Trabalho de Design de mobiliário desenvolvido qual é reconhecida como uma das mais pelo arquiteto suiço marcantes publicações no mercado Mario Botta, publica na edição 34 da Gráfica editorial brasileiro, apesar de seu caráter independente. No livro “Gráfica – Arte e Indústria no Brasil”, que documentou 14 ABCDesign
  15. 15. Alguns dos artistas brasileiros que desfilaram pela Gráfica José Zaragoza, Francesco Petit, Felipe Taborda, Rico Lins, Ricardo Van Steen, Ucho Carvalho, Cláudio Morato, Sérgio Liuzzi, Rogério Martins, Ubirajara Menezes, Adeir Rampazzo, Chico e Paulo Caruso, Jaguar, Caulos, Kélio Rodrigues, Rubens Grilo, Helga Miethke, Mariza Dias, Eliane Stephan, Silvia Ribeiro, Cristina Burger, OZ (Ronald Kapaz/ André Poppovic/Giovanni Vannuchhi), DPZ, McCann Erickson, Interface Design, Rodolfo Vanni, Mauro Peres, Renato Renner, Thales Pereira, Jaca, Qu4tro Arquitetos (Estúdio), Arthur Casas, Lula & P. Cavalcante, Solda, Caulos, Carlos Clémen, Gonzalo Cárcamo, Trimano, Cláudio Ferlauto, Pojucan, J.R. Duran, Bob Wolfenson, Klaus Mitteldorf, Arnaldo Pappalardo dentre outros que não foram citados. Alguns dos artistas internacionais que desfilaram pela Gráfica Milton Glaser, Seymour Chwast, Saul Bass, Marshall Arisman, Michael Schwab ,Daniel Pelavin, Brad Holland, Fred Otnes, Louise Fili, Ralph Steadman, Saul Steinberg, Helmut Brade, André François, The Duffy Design Group, John Howard, Takenobu Igarashi, Robert M. Cunningham, Makoto Saito, Bruno Monguzzi, Mario Botta, Michael Doret, Vivienne Flesher, Robert Giusti, Rosocha Wieslaw, Hans Hillman, Ignáccio de Iturria, Montxo Algora, Jerry Dadds, David Quay, Brian Grimwood, Escena Diseño, Tommy Steele, John Ca- sado, Mark Summers, Alan E. Cober, Hermenegildo Sábat, Crist, Alain Le Fool, Peret, Christopher Zacharow, Sandra Filippucci, Jay Vigon, Eugéne Mihaesco, Laura Smith, Melanie M. Parks, Eric Dinyer, Jeffrey Jones, Ferénc Pinter, Takao Matsuba, Kent Williams, Luís Scafati, Neville Brody e David Carson, Michael David Brown, Fernando Medina, Michael Manvaring, Tom Foty, Daniel Zakroczemski, Joe Ciardiello, Rob Day, David Shannon, Tom Curry, Tom Girvin, Mark Penberthy, Gary Kelley, Greg Spalenka e Carter Goodrich, Marzena Kawalerowicz, Nigel Buchanan, David Brier, Paul Rogers, Bill Mayer, Joe Ciardiello, Al Hirschfeld dentre outros que não foram citados. os 180 anos de história deste setor ter sua revista viva e pujante de idéias. A Gráfica número 52 traz o trabalho do im- da indústria (um projeto editorial de Dentro deste panorama, a Gráfica foi portante caricaturista e ilustrador argentino Margarida Cintra Godinho e Sylvia e continua sendo o principal meio de Nine (que trabalha também para os mercados Monteiro para a Bandeirantes S/A divulgação do design nacional. E, por norte-americano e europeu), o designer cana- Gráfica e Editora), a revista Gráfica saber disso, Miran conseguiu fazê-la so- dense Theo Dimson e o norte-americano Bill é registrada como uma publicação breviver aliando um talento primoroso a Mayer (que apresenta um artigo sobre tipo- grafia) , além de artigos de designers brasi- revolucionária e criativa em seu um espírito de luta raramente visto no leiros e do exterior sobre embalagem, marcas segmento. mercado editorial brasileiro. e fotografia editorial. Mais do que um gesto de esperança e uma prova inegável de garra e Perseverar é preciso O número 52 e o futuro profissionalismo, a edição de número 52 rea- O terceiro milênio trouxe boas cons- A partir da edição 52, a Gráfica passa firma a posição desta revista como um marco tatações para as artes gráficas no a contar com o patrocínio da Editora das artes gráficas, resumindo sua história em Brasil. Hoje já se pode afirmar, sem Escala, que investiu em estrutura física tempos modernos. Sem medo de errar – ou medo, que o design brasileiro atin- e equipamentos de última geração, exagerar – pode-se dizer que a Gráfica guarda giu sua maturidade profissional. É possibilitando não apenas qualidade, em si mesma a essência do próprio design, claro – todos sabemos e o mercado mas também agilidade e periodicidade que é um misto de talento, arte, elegância e reconhece – que ainda há muita coisa garantidas. Outra boa notícia, para ousadia. a melhorar. E, mesmo num contexto aqueles que sempre acompanharam negativo de desigualdades sociais e a revista Gráfica, é que, em breve, Para adquirir sua Gráfica 52 A partir de dezembro de 2001, poderá econômicas, que tanto perturbam e algumas edições anteriormente publi- ser contata a Editora Escala ( São Paulo ) atrasam todos os segmentos culturais cadas com tiragens reduzidas serão pelo Fone: 11 3966-3166, a Opera Gra- e profissionais do país, o design con- relançadas pela editora Opera Gra- phica e Comix Bookshop ( São Paulo ) seguiu alcançar seu espaço porque phica e Comix Bookshop, de Carlos pelo Fone: 11 883-2142 contou com a dedicação e o talento Mann, parceiro da Gráfica nesta de inúmeros profissionais e de asso- nova empreitada. Inicialmente estão Ericson Straub ciações de classe. programados os relançamentos da Designer, Especialista em A síntese deste verdadeiro movimen- Série Marcas Fortes 1 e 2, e as edi- História da Arte, Mestrando to de resistência é representada pelo ções 43/44, 45, 46, 47,48 e 50 em trabalho de Miran que - apesar das forma de revista objeto para uso, em Engenharia da produção/UFSC, dores e pesares infligidos pelo mer- como agenda/notebook. Nas próxi- Professor do Curso de Design da cado editorial, associadas à sempre mas edições da Gráfica, as datas de Universidade Tuiuti do Paraná. trepidante e movediça condição da relançamento destes produtos serão 15 economia brasileira - conseguiu man- divulgadas previamente. ABCDesign
  16. 16. ideologia e tecnologia Robson Oliveira O primeiro ícone rabiscado em uma pré-histórica ca- pré-história verna criou a possibilidade da comunicação visual, ou melhor, criou a própria comunicação visual. Aquele sim- ples rabisco modificou para sempre a sorte dos nossos ancestrais, tornando-se um elemento vital para algumas decisões. O animal rabiscado significava a comida. Es- tava criado, então, o primeiro menu ilustrado de que se tem notícia. A todo momento que alguém apontava o bicho, ou era hora do almoço ou era hora da caça. O ato do nosso pré-histórico designer, o famoso “Peter Kantropo”, dá a todos nós, que temos o ofício de criar formas bi ou tridimensionais a partir de nossa imagi- nação, algumas importantes lições. Primeiro pelo cará- ter ideológico de sua ação. Ao desenhar para outros, “Peter” estava socializando uma informação que, até aquele momento, era só dele. Daquela forma, ele havia criado a possibilidade de que seus pares pudessem par- ticipar de seu conhecimento e, mais do que isso, pudes- sem usá-lo para tornar mais fácil a vida de todos. 16 16 A B C D e s isgi n n ABCDe g
  17. 17. socialização da informação Em segundo lugar, é preciso levar em conta a multidisciplinaridade do ato de “Peter”, pois para chegar ao produto final, ele teve de analisar a forma observada, dimensioná-la em uma escala possível de realização, criar ferramentas para a execução do trabalho, estudar o público alvo e executar o seu traba- lho em um lugar que pudesse ser visto e conservado. Esta é, a meu ver, a essência do design e a forma como devemos entendê-lo: um misto de ideologia, multidisciplinaridade e talento. ideologia Tanto na pré-história quanto hoje, o design é uma ferramenta para buscar comida. É um ganha pão para alguns e, para outros, uma arma de caça aos consumi- i d e o l o g ia é força que move, anima, diferencia dores. Tanto no tempo das cavernas quanto na era dos talento, computadores, o designer, para se comunicar, precisa mas falta de talento. Mas o que quero observar, mesmo, não são alma, ousa- as semelhanças existentes entre as duas épocas mas, dia. Falta vontade de sim, as diferenças. A primeira diferença diz respeito ao revolucionar e de se criar o Novo sobre os caráter ideológico de nosso trabalho. Nos últimos 10 escombros da nossa decadente e desorien- anos, o design e os designers perderam muito da força tada civilização. Isto me faz lembrar de uma e da qualidade ideológica presentes nos trabalhos do frase do anarquista catalão, Durruti, em começo do século e, principalmente, nas décadas de 50 1937, logo depois de saber do bombardeio e 60. Talvez a queda do muro de Berlim, em 90, tenha aéreo da cidade de Guernica - o primeiro derrubado consigo muito do inconformismo e ousadia bombardeio do gênero que se tem notícia latentes em muitas penas e pincéis. e que, inclusive, gerou o célebre mural de Independente dos motivos, percebo que nos trabalhos que Picasso. “Não importa que a burguesia andei pesquisando antes de redigir este texto, tanto nas ar- com suas bombas destrua o mundo inteiro. tes gráficas quanto no design de produto, existe hoje uma Sobre os escombros, construiremos um enorme preocupação em agradar o mercado, ou agradar mundo novo, pois trazemos o novo em o cliente. Tenho visto muita coisa boa feita por gente de nossos corações”’, disse Durruti. 17 17 A B C D e s isgi n n ABCDe g

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