Ef. trabalho

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Ef. trabalho

  1. 1. Escola Secundária João de BarrosEducação Física Nome: Joana Cordeiro Ano/Turma: 9ºE Disciplina: Educação Física Professora: José Pedro Bule 1
  2. 2. Escola Secundária João de Barros Valsa O que é Valsa é um tipo de dança clássica, embora sua origem tenha sidocampestre. A valsa surgiu na Áustria e na Alemanha, no inicio do século XIXinspirada em danças como o minueto (dança na qual os pares dançavamseparados) e o laendler (dança campestre, na Alemanha). Origem A palavra “valsa” deriva do alemão “Walzen”, que significa “girar” ou“deslizar”… nada mais apropriado, tendo em conta que esta é uma dança queincorpora um padrão básico de movimentos – passo-passo-espera – e oresultado é um par de bailarinos elegantes, a deslizar energicamente pelosalão. São as ondulações graciosas, as mudanças rápidas na velocidade docorpo e as elevações nas pontas de ambos os pés, que fazem da Valsa única.Parece difícil? Na realidade não é, porque a Valsa é uma coreografiarelativamente simples, baseada num esquema em diagonal, com um ritmobásico, repetitivo e de fácil memorização, que se traduzem em movimentosleves e suaves, executados na pista sempre no sentido contrário dos ponteirosdo relógio. Vários tipos de Valsa Apesar da popularidade inicial da Valsa ter sido confrontada com algumaresistência, a mais conhecida dança de salão de sempre sobreviveu a todas ascríticas, mostrando o seu valor nas melhores pistas do mundo. Com o passardos anos, serviu de base para a criação de outras danças, igualmentepopulares, e tem ainda diversas variações. 2
  3. 3. Escola Secundária João de Barros  Valsa Vienesa – a pioneira, dança-se a um ritmo bastante rápido.  Valsa Moderna ou Inglesa – uma derivação da Valsa Vienesa, dança- se a um ritmo mais lento.  Valsa Internacional Standard – o par mantém sempre a “posição fechada”, normalmente é apenas dançada em competições internacionais.  Valsa Estilo Americano – incorpora vários movimentos onde o par deixa praticamente de ter contacto um com o outro.  Valsa Peruana – muito semelhante à Valsa Moderna, difere na música, que é fortemente influenciada por sons latinos e espanhóis.  Valsa Venezuelana – os venezuelanos incluíram novos passos e a sua própria música à Valsa clássica.  Valsa “Cross Step” – tal como o próprio nome indica, esta Valsa inclui um passo especial, que é cruzado. História Ao contrário das danças existentes até então – onde o par dançavaseparado ou com os braços esticados e as mãos pousadas nos ombros um dosoutros – a Valsa implicava um contacto físico muito próximo e, por incrível quepareça, foi desde logo baptizada de “dança proibida”e apontada como uma dança vulgar, ou seja, umautêntico pecado! Este sentimento era aindapartilhado pelo povo inglês, na Europa, onde aaceitação da Valsa foi igualmente lenta. Por outro lado, a intimidade da Valsa era algoque agradava a muitas pessoas, principalmente aosjovens e, como o “fruto proibido é sempre o maisapetecido”, não houve resistência suficientementeforte para extinguir a dança. Aliás, a suapopularidade e aceitação continuou a crescer aolongo de todo o século XIX por dois motivos: os seuspassos básicos eram fáceis de aprender e, segundoescreveu José Ramos Tinhorão, um estudioso davalsa, os salões de dança eram dos "únicos espaçospúblicos de aproximação, que a época oferecia anamorados e amantes”. Em meados do século XIX, a Valsa estava simplesmente na moda epraticava-se em todo o mundo, sem excepção! A título de curiosidade, a Valsaacabou por ser destronada e o rótulo de “dança proibida” foi atribuído aosensual Tango. 3
  4. 4. Escola Secundária João de Barros Corfebol O que é Corfebol (do holandês korfbal) é um desporto colectivo praticadoprincipalmente na Holanda e na Bélgica. Difere de outros desportossemelhantes porque é praticado por equipas mistas, formadas por quatrohomens e quatro mulheres. História do Corfebol O Corfebol surgiu na Holanda em 1902, inventado por NicoBroekhuysen, inspirado num jogo sueco denominado "Ringball". Na Holanda, o"ring" (aro metálico) sueco foi substituído pelo "korf" (cesto de vime), originandoo Korfball, que numa tradução livre significa bola (ball) ao cesto (korf) e cujo"aportuguesamento" conduziu a Corfebol. "Naquela altura a Associação deEducação Física de Amesterdão solicitava um jogo que pudesse ser praticadopor jovens de ambos os sexos, não fosse muito dispendioso, solicitasse umaactividade física geral e que fosse atraente para os jovens. Um jogo com estesrequisitos não existia mas Broekhuysen sentiu tê-lo encontrado na Suécia...".Teve uma boa aceitação e expansão da modalidade logo após a suaapresentação, e em 1903 constitui-se a Associação Holandesa de Corfebol.Nos anos seguintes a actividade desenvolveu-se essencialmente na Holanda ejunto dos mais jovens, vindo progressivamente a aumentar a sua popularidadee o número de praticantes, sendo actualmente cerca de 100 mil na Holanda.Em 1920, foi apresentada como modalidade de demonstração nos JogosOlímpicos. Nessa altura a Bélgica inicia a sua prática e devido à suaproximidade geográfica com a Holanda, depressa se desenvolveu, levando àformação da Associação Nacional em 1921. Oito anos mais tarde, foinovamente modalidade de demonstração nos Jogos Olímpicos de Amesterdão,em 1928. Em 1933 a modalidade sofre um novo impulso com a criação da IKF. RegrasComo qualquer outra modalidade, o Corfebol apresenta um conjunto de regrasque lhe dá características próprias. 4
  5. 5. Escola Secundária João de Barros A característica que o distingue de todos os outros desportos colectivosé o facto de ser misto: as equipas de Corfebol são constituídasobrigatoriamente por atletas de ambos os sexos. O objectivo é introduzir a bola no cesto da equipa adversária. O cesto éde verga e está colocado num poste a 3.50 m do solo. A bola é disputada porduas equipas de oito elementos, quatro rapazes e quatro raparigas (2 à defesae 2 ao ataque), e só pode ser jogada com a mão. Não pode ser driblada e osjogadores não podem dar passos com a bola na mão. A bola a utilizar é umabola de futebol nº 5. O campo de jogo é rectangular, de dimensões 40X20 metros, eencontra-se dividido ao meio por uma linha central.Cada uma das zonas de divisão contém um cesto, colocado a 6.67 metros dalinha de fundo. A 2.50 metros do cesto, no sentido da linha central, existe amarca de penalidade. Em cada uma das zonas são colocados 2 jogadores e 2jogadoras de cada equipa, designados por "quadrado": numa zona haverá umquadrado atacante e na outra um quadrado defensivo. Os jogos têm a duração de 1 hora, 2x30 minutos, com 10 minutos deintervalo. No início do jogo, da 2ª parte e depois de cada cesto marcado, a bolaé jogada a partir da linha central (no meio desta). Cada cesto equivale a um ponto. Sempre que há cesto a bola é repostapela equipa que o sofreu. Quando o somatório dos pontos das duas equipas épar (p.e. 1-1; 3-1; 2-2), as equipas mudam de zona. Isto significa que sempreque se marcam dois pontos, quem estava a defender passa a atacar e quemestava a atacar passa a defender. No início da 2ª parte, os quadradosatacantes (de ambas equipas) do fim da primeira parte mantêmse, mas trocamde meio-campo. A defesa deve ser individual e por sexo, o que quer dizer que cadajogador defensivo deve defender (marcar) um jogador atacante da equipaadversária do mesmo sexo. Não é permitido lançar ao cesto quando se estácoberto (defendido ou marcado). Estar defendido é ter um adversário defensivodo mesmo sexo, à distância de um braço, entre si e o cesto e manifestandointenção de impedir o lançamento (de braço levantado).É proibido:-tocar a bola com a perna ou com o pé ou com o joelho-bater a bola com o punho ou com o pé-bater ou tirar a bola das mãos do adversário ou de umcompanheiro-correr ou andar com a bola ou driblar-lançar de uma posição defensiva-lançar de uma posição defendida: entre o atacante e ocesto; de frente para o atacante; com o braçolevantado à distância de um braço. 5
  6. 6. Escola Secundária João de Barros VelocidadeTodas as corridas têm como objectivo chegar primeiro á meta, o atleta quechegar primeiro, vence a partida.  Curta distância/velocidade, meia distância/meio fundo e longa distância/de fundo As corridas de curta, média e longa distância são parecidas, o que asdiferencia é o facto de nas de velocidade a distância é até 400m inclusive, nasde meio fundo a distância é até 800 ou 1500m, nas de fundo a distância é até3000m ou mais e o facto de nas corridas de velocidade existe umposicionamento especial para a largada devido à explosão muscular exigida.Neste tipo de corridas é comum haver falsas partidasque acontecem quando o atleta sai antes do tiro departida (sinal dado para o início da prova), este erroleva à desclassificação do atleta.Quais os procedimentos que o corredor deve adotar na preparação para a saída?Após colocar o bloco de partida na posição adotada por ele, o corredor coloca-se em pé, mais ou menos um metro e meio atrás do seu bloco, e aguarda atéque os adversários estejam na mesma posição. Quando todos os concorrenteso fizerem, o árbitro de partida diz: “AOS SEUS LUGARES”. Ao ouvir essaordem, cada corredor coloca-se em posição sobre os blocos de partida, fixandoprimeiro o pé da frente e apoiando o corpo sobre as mãos, colocando-os alémda linha de partida. Em seguida, coloca o pé de trás no suporte, com o joelhodesta perna apoiado no chão. 6
  7. 7. Escola Secundária João de Barros Depois, faz o posicionamento das mãos, imediatamente atrás da linhade partida. As mãos devem estar separadas, a uma distância igual a dosombros, colocados sobre a ponta dos dedos, que formam a letra U virada parabaixo. Colocados desta forma, o corredor aguarda em posição imóvel o novocomando do árbitro que dirá: "PRONTOS!" Ao ouvir essa palavra, o corredoreleva rapidamente o quadril, de forma a elevar o joelho, que está em contatocom o solo, ao mesmo tempo em que projeta os ombros um pouco à frente dalinha de partida, de forma que todo o peso do tronco fique sustentado pelosdedos das mãos.A elevação dos quadris varia para mais ou menos, de acordo com o tipo desaída utilizado. Quanto mais próximo for a distância entre os apoios dos pés,tanto maior será a elevação.Os braços devem estar totalmente estendidos, o pescoço relaxado, a cabeçaabaixada, de forma que o olhar esteja dirigido a um ponto cerca de 1,5 metrosadiante, ou entre os joelhos. Tomada essa posição, o corredor deve manter-seestático, aguardando o tiro de partida, que será dado logo que todos os demaiscorredores estejam em posição.A PARTIDA: Ao ouvir o tiro da partida, o corredor deve reagir o mais rápidopossível, realizando automaticamente os seguintes movimentos, considerandoo pé esquerdo como o pé de impulsão, colocado no apoio anterior: a perna dafrente impulsiona o corpo, com toda a força adquirida pelo apoio do pé sobre osuporte; o braço esquerdo é levado à frente e o direito para trás apenas até alinha do quadril; a perna direita deixa o apoio, dirigindo-se para a frente atravésde um movimento rasante, juntamente com os quadris. O bloco de partidaoferece uma grande ajuda, devido a forte ação dos pés sobre os apoios que elesuporta no momento da impulsão, ao ser realizada a partida. A ação dosbraços é muito forte no princípio, para logo em seguida entrar em ritmo rápido ecompassado com as pernas. Não basta apenas impulsionar o corpo com forçasobre o bloco ou impulsionar mais rápido depois. Além de tudo isso, é precisocortar precipitações que venham a comprometer a eficácia de uma boa saída.Para completar o estudo sobre a saída baixa, vamos relacionar uma série deobservações a serem respeitadas na totalidade dos gestos da saída. Assim,temos pontos positivos e negativos. 7

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