Monitoramento da Esterilização

665 visualizações

Publicada em

Treinamento sobre monitoramento da esterilização

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
665
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • - manter a esterilidade do produto;
    - vida útil e condições de funcionalidade;
    - proteção para transporte e armazenamento até a sua utilização;
    - favorecer a transferência asséptica até a sua utilização.
  • Monitoramento da Esterilização

    1. 1. MONITORIZAÇÃO DE ESTERILIZAÇÃO Esterilização JANAÍNA NASCIMENTO LASSALA E N F E R M E I R A C C I H / C M E F O R M A D A P E L A U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D A B A H I A P Ó S G R A D U A D A E M G E R O N T O L O G I A - U F B A E S P E C I A L I Z A Ç Ã O E M E N F E R M A G E M D E R M A T O L Ó G I C A - E S T Á C I O
    2. 2. Esterilização  Reprocessamento Seguro  Processo onde os microrganismos vivos são removidos ou mortos a tal ponto que não seja possível detectá-los no meio de cultura padrão onde previamente haviam proliferado
    3. 3. Processo de Esterilização
    4. 4. Classificação de Materiais Material Não Crítico Entra em contato com pele íntegra. Ex.: comadre Material Semi Crítico Entra em contato com mucosa ou com pele não íntegra. Ex.: inaladores Material Crítico Entra em contato com vasos sanguíneos ou tecidos livres de microorganismos. Ex.: instrumental Limpeza Desinfecção Esterilização
    5. 5. Infecção Susceptível Reservatório Agente
    6. 6. REQUISITOS PARA UM PROCESSO EFICAZ Esterilização
    7. 7. Limpeza  Remoção da sujidade, utilizando-se de ação mecânica É possível limpar o material sem esterilizá-lo, mas é IMPOSSÍVEL esterilizar ou desinfetar sem antes limpar o material adequadamente.
    8. 8. Tipos de limpeza  Limpeza Manual - Procedimento manual por meio de ação física  Limpeza Mecânica - Procedimento automatizado por meio de lavadoras com ação física e química (ex.: ultra-sônica, descontaminadoras de descarga, termo- desinfectadoras)
    9. 9. Insumos  Detergentes: limpeza por redução da tensão superficial da água, dispersão e suspensão da sujeira  Desinfetantes: agentes químicos capazes de destruir bactérias, fungos e vírus em um intervalo de tempo operacional  Lubrificantes: proteção de instrumentais, deve ser solúvel em água
    10. 10. Finalidades  Garantia da eficácia do processo de esterilização;  Garantia de reuso de artigos não críticos que são submetidos à limpeza;  Preservação do material;  Prevenção de deterioração;  Restauração da aparência;  Redução e remoção da carga microbiana presente.
    11. 11. Desinfecção  É o processo de eliminação e destruição de microorganismos, patogênicos ou não através de germicidas ou desinfetantes.  São usados os seguintes princípios ativos permitidos como desinfetantes pelo Ministério da Saúde: hipoclorito 1%, ácido paracético.
    12. 12. Secagem  Importância: a umidade interfere no processo de esterilização.  Material utilizado: - Ar comprimido medicinal (material com lúmen) - Pano limpo, seco e absorvente
    13. 13. Preparo  Inspeção e verificação de artigos – lupa - oxidações, sujidades ou umidade  Selagem e embalagem - finalidades - cuidados com a selagem  Identificação Material: __________________________________ Esterilizado em: ___/____/____ Hora:________ Validade: ___/____/____ Assinatura: _________________
    14. 14. Não Esquecer! Higienização das Mãos
    15. 15. Proteção da Saúde do Trabalhador Área/EPI Óculos proteção Máscara Luvas Avental impermeável Protetor auricular Calçado Recepção X X Procedimento X - Impermeável Antiderrapante Limpeza/ preparo X X Borracha cano longo X X Impermeável Antiderrapante Inspeção - X Procedimento - Se necessário Calçado fechado Desinfecção química X X Borracha cano longo X - Impermeável Antiderrapante Fonte: Resolução RDC 15 de 15 de março de 2012
    16. 16. Controles do Processo de Esterilização 1. Controle de Carga Indicador Biológico 2. Controle de Pacote Indicador Químico 3. Controle de Processo Fita de Autoclave 4. Controle de dos Registros Livro de Registros
    17. 17. Controle de Carga  Teste: indicador biológico  Objetivo: monitorar carga baseada no resultado do IB colocado no pacote teste  Frequência: diário (primeira carga do dia)
    18. 18. Indicadores Biológicos  Verdadeiro controle de carga  Integra todos os parâmetros necessários ao processo  Teste mais crítico para o processo
    19. 19. Teste Biológico
    20. 20. Controle de Pacote  Teste: integrador químico (classe 5 ou 6)  Objetivo: reagir a todos os parâmetros críticos dentro de um intervalo de tempo específico de ciclo de esterilização (tempo, temperatura e vapor)  Frequência: em cada pacote processado
    21. 21. Controle de processo  Classe 5 – Indicador integrador  Classe 6 – Indicador emulador
    22. 22. Controle de Processo  Informa se o artigo foi processado  Não deve ser o único meio de liberação de carga
    23. 23. Controle de Registro  Documentar material processado e o resultado obtido  Objetivo: rastrear pacote não estéril  Frequência: diário e após reparos ou manutenções
    24. 24. Não podemos ver a esterilidade ... ... Mas podemos nos cercar de cuidados para que ela seja efetiva e transmita segurança.

    ×