Projeto bastidor
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.Google Art Project.O site ampliou incrivelmente seu acervo daversão 1 para a 2. Anteriormente, o acervo eracomposto por a...
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.Museu Virtual daCoca-Cola. A visita ao Museu “The very Best of CocaCola”, site que, a verdade, não se intitula ummuseu, c...
.Museu Virtual daCoca-Cola.A intenção é fazer com que o visitante seconsidere uma espécie de curador, isso tudoantes de se...
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www.projetobastidor.com.br
Olá,    seja bem-vindo(a) ao Projetobastidor.Esse é um espaço de exposição de telas dos pintores mais renomados da históri...
pintura moderna ( sec. XVIII e XIX) | pintura contemporânea
A duquesa de Alba.1797.   Goya
.Como se fosse uma estrela no cenário, aduquesa ocupa todo o espaço com suapresença.Não necessita nenhum acessório,nem uma...
A loucaO olhar da duquesa, nesta obra, sugereum temperamento apaixonado e emdesequilíbrio. O traje preto, adequadopara sua...
Pelo que se sabe, essa não foi aprimeira vez que Goya pintou aduquesa de Alba. Em uma carta deGoya, escrita a um amigo pin...
Sua mão dirige-se de formaimperiosa ao solo, onde sepode ver escrito na areia“Somente Goya”.A palavra “somente” foidescobe...
O pobre poeta., 1839.   Carl Spitzweg
Um jovem empurrando uma cadeirade rodas entra no palácio deCharlottenburg (Berlim) no dia 3 desetembro de 1989. Na sala on...
A área da janela é a parte mais clara doquadro, enquanto a zona situadaabaixo é a mais escura. Se a vista dostelhados com ...
O guarda-chuva começou a serutilizado no século dezoito poraqueles que não eramsuficientemente ricos para adquiriruma carr...
A bengala, naquela época, eraum artigo de moda erepresentava também a classeeconômica de quem a possuía.Nesse caso, o mode...
Música nas Tullerias. 1862   . Edouard manet
O quadro ficou sem comprador por quase 10 anos. Ninguém o queria. Essa obra foi um marco dapintura moderna, mas naquela ép...
Segundo as regras acadêmicas, os objetos cotidianos não podiamformar parte das obras de arte de alto nível, por serem cons...
O homem com barba e chapéu pode ser oirmão do pintor, Eugene Manet, que apareceem outro quadros de Manet. O senhor deóculo...
.ferramentas adicionais
Opção de áudio para as                                                     explicações sobre as obras.                    ...
.referências e bibliografia
Livro:Los secretos de las obras de arteRainer & Rose-Marie HagenTaschenSites:http://www.museuvirtual.unb.br/index.htmhttp:...
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A ideia do projeto bastidor surgiu de nosso próprio interesse pelas artes
plásticas,em especial a pintura e o desejo de apresentá-la de uma forma criativa e
diferenciada. Assim, o conteúdo do projeto foi inspirado no livro “Los secretos de las
obras de arte”, organizado por Rose-Marie e Rainer Hagen, e publicado pela editora
Taschen.
A edição apresenta pinturas em ordem cronológica, informações sobre os
pintores e os respectivos “segredos”, dados históricos sobre os personagens retratados, a
relação com o pintor e tendências da época, tudo exposto de forma bastante clara
através de rescortes de detalhes das pinturas.
Consideramos informações relevantes e interessantes para serem expostas
através da web em um formato convidativo e que fizesse referência com o espaço físico
dos museus e galerias de arte. Assim, o projeto bastidor configura-se um projeto de
museu virtual, onde os internautas podem ter acesso a determinadas pinturas e
informações sobre certos detalhes das mesmas, de uma forma simples e intuitiva.

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  1. 1. Projeto bastidor
  2. 2. .a ideia A ideia do projeto bastidor surgiu de nosso próprio interesse pelasartes plásticas,em especial a pintura e o desejo de apresentá-la de uma formacriativa e diferenciada. Assim, o conteúdo do projeto foi inspirado no livro“Los secretos de las obras de arte”, organizado por Rose-Marie e RainerHagen, e publicado pela editora Taschen. A edição apresenta pinturas em ordem cronológica, informaçõessobre os pintores e os respectivos “segredos”, dados históricos sobre ospersonagens retratados, a relação com o pintor e tendências da época, tudoexposto de forma bastante clara através de rescortes de detalhes das pinturas. Consideramos informações relevantes e interessantes para seremexpostas através da web em um formato convidativo e que fizesse referênciacom o espaço físico dos museus e galerias de arte. Assim, o projeto bastidorconfigura-se um projeto de museu virtual, onde os internautas podem teracesso a determinadas pinturas e informações sobre certos detalhes dasmesmas, de uma forma simples e intuitiva.
  3. 3. .projeto gráfico_marca A logo ou assinatura do Projeto bastidor possui a tipografiaCandara.A palavra “projeto ”deve sempre vir em preto puro ( #0000) e apalavra “bastidor” em laranja (CMYK: C:0%, M:50%, Y:100%, K:0%). Caso o fundo seja na cor preta(#0000), a palavra “projeto” deve virem branco puro (#ffff) e a palavra “bastidor” no mesmo tom de laranja. O nome do projeto é bastante sugestivo já que a palavra bastidor,no meio artístico se trata do suporte de madeira ou ferro onde se prende alona para formar a tela de pintura. Assim, o significado daquilo queencontramos nos bastidores de determinado assunto ou evento trata-se semprede uma informação a mais, um segredo, compreendendo tudo aquilo que nãoé visto num espetáculo, mas que o sustenta por completo. ProjetobastidorProjeto bastidor
  4. 4. .conceito O Projeto bastidor tem como objetivo aproximar o público da pintura eda arte em geral, através do fornecimento de informações que não costumam serveiculadas com as obras (criadas a partir do século XVIII) de uma forma geral. Istoé, a visita ao museu ou às galerias garante ao visitante uma experiência sensorialbastante rica, mas dificilmente é capaz de inserir a obra em seu contexto histórico. Dessa forma, pode-se dizer que todo o potencial da obra artística não écompletamente aproveitado e assimilado pelo espectador. Assim, o Projetobastidor configurou-se uma espécie de museu virtual,onde o internauta pode visitar uma exposição de quadros e ter acesso à informaçõesda época em que foi pintado, do próprio pintor, da importância de certos elementosretratados e possíveis interpretações das intenções do pintor, baseado em dadoshistóricos e biográficos. Para tal, o projeto assumiu um design minimalista e simples, o quegarante maior destaque às obras apresentadas e suas cores. Além disso, optou-sepor uma linguagem bastante acessível a qualquer tipo de público. Nesse sentido, aprópria apresentação do projeto na página inicial está em primeira pessoa, para quetal aproximação possa ocorrer.
  5. 5. .conceito Ainda na página inicial, o internauta pode escolher entre um visitacronológica ou aletória. A primeira opção garante uma interação mais didática e estádividida unicamente em obras modernistas e obras contemporâneas. Assim, ointernauta pode optar por começar sua visita por qualquer época e terá ainda assimuma secessão cronológica de obras. A segunda opção garante uma interação maisinformal, rápida, para aqueles que não possuem muito tempo no momento da visita. Dessa forma, pode-se dizer que o Projetobastidor é capaz de atrairdiferentes tipos de público.Aqueles fanáticos e curiosos pelo mundo das cores etintas e os que estão de passagem e buscam apenas uma distração interessante.
  6. 6. .referências e benchmarking Para desenvolvimento do projeto, foi feita uma pesquisa que analisoudiversos museus virtuais do Brasil e do mundo. É importante ressaltar que há muitosespaços que se dizem museus virtuais e, no entanto, são apenas espaços virtuais quecontam com a informação do estabelecimento em questão e não com umaexperiência de interatividade e vivência proporcionada por outros museus virtuais.
  7. 7. .museu virtual da Universidade de Brasília.A Universidade de Brasilia (UnB) sedia emseu servidor o Museu Virtual de Ciência eTecnologia da UnB (http://www.museuvirtual.unb.br/index.htm) e,em diversas exposições virtuais, como “Avesda UnB” e “Cerrado”, o museu traz descriçõesescritas sobre os temas ou até mesmo um guiafalado, como é o caso da exposição“Astronomia”. A interatividade da visitadepende da exposição. A navegabilidade éboa, o site é organizado e leve. Peca, porém,na qualidade das imagens, o que é secundáriopara os assuntos trazidos.
  8. 8. .my studios gallery. Em se tratando dos espaços destinadosexclusivamente às artes visuais, é possíveldescobrir diversos sites estrangeiros. O siteMy Studios se apresenta como a maior galeriavirtual do mundo e reproduz obras de váriosartistas, citando somente o nome do autor e daobra e possibilitando a compra de umareprodução em tinta a óleo da obra.
  9. 9. .Google Art Project.O site organiza suas galerias com o acervo demais de 150 museus em 40 países. O siteutiliza tecnologia do Google e informações deespecialistas. As formas de visualização sãodiversas, podendo ser categorizadas pormuseu, por artista, randomicamente ou comouma galeria organizada pelo próprio visitante.O grande diferencial do projeto é o apoio e atecnologia do Google que, com toda a certeza,abre portas e facilita o acesso aos acervos dosmuseus, possibilitando a obtenção de umacervo gigante além de um Google StreetView em diversos museus que simula umverdadeiro passeio pelo museu. Com atecnologia, também é possível a interação comredes sociais como Google +, o que podeservir como uma grande ferramenta dedivulgação do serviço.
  10. 10. .Google Art Project.O site ampliou incrivelmente seu acervo daversão 1 para a 2. Anteriormente, o acervo eracomposto por apenas 17 museus na primeiraversão e 9 países. A versão 2, com seu 150museus em 40 países, abrange diversos tipo dearte, desde o museu da Casa Branca até oRock Art Museum, na África do Sul.Navegabilidade .O site oferece um design muito bonito eelegante, as imagens aparecem em altaresolução, e um discreto menu demonstra asopções de organização: Acervos (por museu),Artistas (em ordem alfabética), Obras de artee Galerias do usuário, sem esquecer, é claro,da opção Street View. Além da beleza, o sitetambém parece oferecer rapidez e animações.
  11. 11. .MUVI.O projeto brasileiro MUVI, idealizado porFábio Channe, que teve como colaboradoresos projetos “Artista na Universidade”,“Hetorodoxia” e “Projeto para um desenho”,além do artista Laércio Redondo e do TeatroMonótono. A proposta é apresentar obras deartistas contemporâneos, emergentes, falandoum pouco sobre os mesmos. Sem objetivonenhum de lucro, o MUVI cria um banco dedados a disposição de profissionais da artecomo curadores, professores, críticos,pesquisadores e colecionadores, além de seruma fonte de conhecimento e apreciação aosamantes das artes. Funciona também como umespaço de discussão e pensamento daprodução artística contemporânea.
  12. 12. .MUVINavegabilidade.O site, que se diz um museu virtual, oferecelinks para diferentes organizações. Noprimeiro link, é possível conhecer alguns dosartistas que têm suas obras expostas no site.Há uma mini-biografia de cada um e links quelevam às diferentes exposições do artista. Aísim o museu exibe as obras. Outros linkscomo o “Incisões” parecem exibir uma galeriacom vários artistas, enquanto o “Lendo arte”expõe diversos textos e entrevistas sobre omundo da arte. O site cumpre o que prometequando volta seu público para os profissionaisda arte, no entanto, o conceito de “museuvirtual” é um pouco distorcido.Apesar da aparência do site não ser das maiscaprichadas, há rapidez e fluidez.
  13. 13. .Museu Virtual daCoca-Cola. A visita ao Museu “The very Best of CocaCola”, site que, a verdade, não se intitula ummuseu, começa com um vídeo de apresentaçãode Phil Mooney, responsável pelo Arquivosda Coca-cola, segundo ele, “um lugar onde seguarda 125 anos de memórias relacionada àmais famosa marca do mundo”. Phil convidaos visitantes a conhecerem esse arquivo epropõe uma interação: os visitantes devemajudar a escolher os itens mais especiais, queos trazem mais memórias afetivas, do acervo.Para isso, é possibilitado que se vote ecomente em cada objeto. Os 125 mais votadosserão considerados os objetos maisimportantes da história da Coca-cola. Nãopára por aí: Phil propõe aos visitantes quevasculhem seus sótãos e porões, fotografem osobjetos Coca-cola e os subam para o site.
  14. 14. .Museu Virtual daCoca-Cola.A intenção é fazer com que o visitante seconsidere uma espécie de curador, isso tudoantes de sequer entrar no museu. Depois daapresentação, ao visitante são oferecidas trêsopções: “fazer um tour à vontade”, “procurarpor um objeto em particular” ou “subir seuspróprios arquivos”..Clicando no primeiro link, o visitante éguiado por Phil, em um vídeo em primeirapessoa, a uma sala que abriga os ArquivosCoca-Cola. Esse passeio simula mesmo umaentrada no prédio da empresa, com direito apasseio no elevador. Quando a porta da sala seabre, outro funcionário da Coca-cola recebe osvisitantes e apresenta brevemente a sala. Aimagem, então, se torna clicável e, por quenão dizer?, explorável! Ao passar do mouse,surgem caixas de texto com descrições e, aoclicar, pode-se votar, comentar e compartilharnas redes sociais. É possível passear na sala,explorando os corredores.
  15. 15. .Museu Virtual daCoca-Cola.O museu, entre os pesquisados, ganhou nosquesitos design e interatividade. O site talvezperca pontos na organização, mas não perde acoerência. Como a apresentação é a sala deuma empresa, é natural que o ambiente, porser limitado, não ganhe um prêmio pelaorganização. .O projeto bastidor tem como objetivo levara cultura de uma forma acessível e leve,mantendo sempre como foco as obras de artee, por isso, adotando um design minimalista,como o Google Art Project, mas usando comorecurso a interatividade, como as duaspossibilidades de visualização, cronológica erandômica e, posteriormente, a criação de umambiente virtual como o usado pelo MuseuVirtual da Coca-Cola.
  16. 16. www.projetobastidor.com.br
  17. 17. Olá, seja bem-vindo(a) ao Projetobastidor.Esse é um espaço de exposição de telas dos pintores mais renomados da história daarte produzida a partir do século VXIII. Certamente você já viu alguns deles por aí.Toda pintura possui uma história, um tema, uma técnica e muitos, muitos segredos.Ficou curioso ? Você pode fazer um passeio pela exposição no modo aleatório ou cronológico.
  18. 18. pintura moderna ( sec. XVIII e XIX) | pintura contemporânea
  19. 19. A duquesa de Alba.1797. Goya
  20. 20. .Como se fosse uma estrela no cenário, aduquesa ocupa todo o espaço com suapresença.Não necessita nenhum acessório,nem uma coluna para apoiar-se, nem umaárvore que lhe ofereça sombra. Aparecesozinha, de pé diante do fundo quasemonocromático com uma paisagem fluvial daregião espanhola de Andaluzia. A solidão e apose orgulhosa correspondem a seu caráter:Maria de Pilar Teresa Cayetana de SilvaAlvarez Toledo, a 13ª duquesa de Alba,primeira dama espanhola depois da rainha,com quem mantinha uma relação de purarivalidade..Se não fosse retratada por Goya, hoje seriaconhecida apenas pelos historiadores, comouma mulher que amava os escândalos e asfofocas, com um comportamento que fugia aspadrões formais da corte daquela época. Suarelação com o pintor foi tema de discussão emuitos afirmam a existência de uma relaçãoamorosa e trágica entre os dois.
  21. 21. A loucaO olhar da duquesa, nesta obra, sugereum temperamento apaixonado e emdesequilíbrio. O traje preto, adequadopara sua situação de viúva – o Duquemorreu em 1796.O quadro foi pintado quando aduquesa de Alba tinha 35 anos deidade, mais jovem e bonita que suaprincipal rival, a rainha Maria Luisa,que em uma carta a Godoy, escreve:“A Alba, tão louca quanto em suainfância”. De fato, historiadores veema razão de sua loucura em sua infânciae esterilidade.
  22. 22. Pelo que se sabe, essa não foi aprimeira vez que Goya pintou aduquesa de Alba. Em uma carta deGoya, escrita a um amigo pintor,pode-se ler: “Mais te valia vir paraajudar-me a pintar o quadro de Alba,que se meteu no estúdio para que eupinte sua cara...coisa que meproporciona mais prazer que pintarna tela”. A carta foi escrita em 1795,apontando então um encontroanterior ao quadro em questão.No dedo da duquesa não brilhanenhuma recordação de seu falecidomarido. Junto ao anel de diamantescom o nome “Alba” gravado, pode-se ver um segundo anel de ouro, noqual se pode ler “Goya”.
  23. 23. Sua mão dirige-se de formaimperiosa ao solo, onde sepode ver escrito na areia“Somente Goya”.A palavra “somente” foidescoberta recentementedepois de uma restauração.
  24. 24. O pobre poeta., 1839. Carl Spitzweg
  25. 25. Um jovem empurrando uma cadeirade rodas entra no palácio deCharlottenburg (Berlim) no dia 3 desetembro de 1989. Na sala onde estãoexpostos os quadros de CarlSpitzweg, o suposto incapaz e seucúmplice tiram as ferramentas quetraziam escondidas e cortam os fiosque seguravam dois dos quadrosnaquela exposição. O alarme toca,mas eles conseguem escapar com osquadros. Desaparecem então, “A cartade amor” e “O pobre poeta”. O pobre poeta já havia sido roubadoanteriormente. É importante ressaltarque as obras de Spitzweg costumamdesaparecer com frequência. Trinta eseis de seus quadros foram roubados,devido a sua grande popularidade.Spitzweg nasceu em Munique em1808, converte-se em farmacêuticopor desejo paterno. Somente depoisda morte de seu pai voltou-se para apintura.
  26. 26. A área da janela é a parte mais clara doquadro, enquanto a zona situadaabaixo é a mais escura. Se a vista dostelhados com neve dava prazer aoartista, o interior representa a condiçãode miséria do personagem. Faz frio e oaquecedor encontra-se desligado, casocontrário o chapéu não estariapendurado ali, nem tampouco opersonagem estaria vestindo um casacoe ainda cobrindo-se com uma manta.Além disso, outro sinal de pobreza é ofato de o personagem utilizar aspróprias obras para se aquecer, nomomento de acender o aquecedor.Naquela época era sabido que mesmoum pintor podia manter-se com a rendaque ganhava na venda dos quadros,mas um poeta encontrava grandesdificuldades para sobreviver com suaprodução literária.
  27. 27. O guarda-chuva começou a serutilizado no século dezoito poraqueles que não eramsuficientemente ricos para adquiriruma carruagem.
  28. 28. A bengala, naquela época, eraum artigo de moda erepresentava também a classeeconômica de quem a possuía.Nesse caso, o modelo emformato de T tratava-se do maissimples e econômico.
  29. 29. Música nas Tullerias. 1862 . Edouard manet
  30. 30. O quadro ficou sem comprador por quase 10 anos. Ninguém o queria. Essa obra foi um marco dapintura moderna, mas naquela época recebeu severas criticas.Um dos poucos críticos que conseguiu apreciar a pintura foi Émile Zola. Zola explicou da seguinteforma: Imaginem um grande número de pessoas, umas cem, que se movem de baixo do sol e dasárvores. Cada pessoas pode parecer um simples borrão, quase indefinido, as quais os detalhes sereduzem a pontos negros. Apenas se o observador se posicionar a uma distância respeitável do quadro,se podia entender o efeito causado por Manet.
  31. 31. Segundo as regras acadêmicas, os objetos cotidianos não podiamformar parte das obras de arte de alto nível, por serem consideradosvulgares. As cadeiras de ferro, colocadas por Manet em primeiroplano, eram de uma atualidade realmente provocativa.
  32. 32. O homem com barba e chapéu pode ser oirmão do pintor, Eugene Manet, que apareceem outro quadros de Manet. O senhor deóculos que está logo atrás é o compositorJacques Offenbach.
  33. 33. .ferramentas adicionais
  34. 34. Opção de áudio para as explicações sobre as obras. O visitante pode aplicar zoom na parte textual e no próprio quadro.Voltar para exposição *Essas opções ficam visíveis e ativas todo o tempo no lado esquerdo da tela O homem com barba e chapéu pode ser o irmão do pintor, Eugene Manet, que aparece em outro quadros de Manet. O senhor de óculos que está logo atrás é o compositor Jacques Offenbach.
  35. 35. .referências e bibliografia
  36. 36. Livro:Los secretos de las obras de arteRainer & Rose-Marie HagenTaschenSites:http://www.museuvirtual.unb.br/index.htmhttp://www.muvi.advant.com.br/index.htmlhttp://www.mystudios.com/artgallery/http://theverybestofcocacola.com/home/http://www.googleartproject.com/

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