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Patricia

  1. 1. RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE2009Institui Diretrizes Operacionais para oAtendimento Educacional Especializadona Educação Básica, modalidadeEducação Especial.EMEF General Antônio SampaioJaguarão/RSEtapas da Educação Básica:Pré-escola e Ensino FundamentalNúmero de professoras/es:33 professoresNúmero de funcionárias/os:6 funcionários
  2. 2. Composição do Subprojeto:15 bolsistas: 11 em sala de aula e 4 na sala de Atendimento Educacional Especializado3 supervisores:•Acompanhar a frequência do bolsista na ficha ponto.•Informar aos professores colaboradores sobre ausência não justificada anteriormentepelo bolsista por e-mail.•Assessorar os bolsistas na intervenção pedagógica com os alunos.•Receber e conferir a execução do plano de atividade semanal, rubricando asatividades realizadas na escola. (O plano deve ser entregue sempre anteriormente àsemana seguinte e enviado por e-mail aos coordenadores.)• Orientar pedagogicamente os bolsistas no planejamento de atividades a seremrealizadas na sala de aula e em atendimento individualizado: uma semana o alunoacompanha e intervém junto aos alunos nas atividades propostas pela titular; noutrasemana, os alunos propõem uma atividade e/ou aula.•Acompanhar a reflexão semanal sobre o planejamento executado pelos bolsistas. Objetivos: •Refletir acerca das práticas educativas presentes numa proposta de educação inclusiva que engloba a sala de aula que o aluno alfabetizando está incluso e a sala de Atendimento Educacional Especializado - AEE. •Estabelecer pautas de planejamento de ensino para estudantes com necessidades educacionais especiais que frequentam a sala de AEE, orientados pelas estratégias e recursos educacionais especializados. •Fortalecer a formação para a atividade docente alfabetizadora, no sentido de gerar resultados verificáveis nas aprendizagens das crianças.
  3. 3. Metodologia:•Fundamentada na perspectiva do professor reflexivo (Zeichner,1993).•Pesquisa sociantropológica sobre a comunidade escolar,envolvendo observações, entrevistas, caminhadas no entorno daescola e registro escrito, fotográfico e em vídeo do observado.•Estudo e discussão em grupos para aprofundamento dos temas queenvolvem a alfabetização e a educação inclusiva.•Avaliação diagnóstica dos níveis de aquisição da escrita (1º ao 5ºano) e do desempenho na escrita de textos (4º e 5º anos).•Intervenção junto aos alunos em suas produções escritas, atravésde jogos fonológicos (CEEL – UFPE), atividades estruturadas erecreativas, produção de textos.•Acompanhamento dos alunos com necessidades especiais na salade aula e na sala de AEE.
  4. 4. Reflexões preliminares:•O trabalho em andamento exige a compreensão dodesenvolvimento ao longo do ciclo vital, da diversidade étnica elinguística presente nas comunidades e, principalmente, asespecificidades dos alunos com necessidades educacionais especiais.•A identificação das dificuldades enfrentadas pelos professores emrelação ao contexto escolar e à aprendizagem da leitura e da escritapelas crianças.•O mapeamento das áreas envolvidas no Plano Individual de Ensino(PIE) dos alunos atendidos e a avaliação diagnóstica do nível deescrita das turmas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental.•A necessidade dos bolsistas trabalharem com as mesmas turmas egrupos pequenos de alunos na continuidade do subprojeto em 2013,devido ao vínculo emocional estabelecido e ao conhecimento que sedelineia sobre a trajetória cognitiva, afetiva e social das crianças naescola.Referências:ADAMS, Marilyn Jager (et al.). Consciência fonológica em criançaspequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.DECRETO Nº 7.611, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2011.FERREIRO, Emilia ; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita.Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.LDB (Lei de Diretrizes e Bases) LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE1996. (Art. 58 e 59).RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009.SOARES, Magda Becker. Alfabetização e letramento. São Paulo:Contexto, 2003.ZEICHNER, Kenneth M. A formação reflexiva de professores: ideias epráticas. Lisboa: Educa, 1993.http://pibidalfabetizacaoeinclusao.blogspot.com.br/.

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