Voz da Paróquia - Novembro 2012

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Voz da Paróquia - Novembro 2012

  1. 1. Mioma 63ª Edição, novembro de 2012Mioma 63ª Edição, novembro de 2012Mioma 63ª Edição, novembro de 2012 Festa de Todos os Santos—1novembro Beato Nuno Álvares Pereira—6 novembro S. Martinho— 11 novembro Nossa Senhora das Graças 27 Novembro “Ó Maria concebida sem pecado, ro- gai por nós que recorremos a Vós” Oração pelas almas do purgatório Eterno Pai, Ofereço-Vos o Preciosíssimo Sangue de Vosso Divino Filho Jesus, em união com todas as Missas que hoje são cele- bradas em todo o mundo; por todas as Santas almas do purgatório, pelos peca- dores de todos os lugares, pelos pecadores de toda a Igreja, pelos de minha casa e de meus vizinhos. Amém.
  2. 2. 2 INDICE Pág. 3 — Crise: Papa propõe Deus como resposta Pág. 4, 5 — domingo XXXI do Tempo Comum Pág. 6, 7, 8 — domingo XXXII do Tempo Comum Pág. 8, 9 — domingo XXXIII do Tempo Comum Pág. 10, 11 — domingo XXXIV do Tempo Comum e ultimo Pág. 12 — São João de Ávila, novo doutor da Igreja Católica Pág. 13 — Hildegarda de Bingen, quarta «doutora» da Igreja Pág. 14 — O que é a Fé Pág. 15 — AVoz do Conselho Económico; Oração de taizé Pág. 16 — Dia de S. Martinho Pág. 17 — O Ano da Fé explicado às Crianças Pág. 18 — Pág. 19 — Agradecemos a todos quantos queiram participar com documentos e/ou testemunhos, que os façam chegar ao J.E.S (Grupo de Jovens Do Espírito Santo de Mioma), da seguinte forma e, prazos, para a edição do mês se- guinte: Em mão ou por correio, até dia 15; Para, jesmioma@hotmail.com, até ao dia 20. Visite-nos em: http://jesmioma.blogspot.com/ Versão Digital: http://www.slideshare.net/jesmioma http://issuu.com/jesmioma
  3. 3. 3 Crise: Papa propõe Deus como resposta Loreto, Itália, 04 out 2012 (Ecclesia) - Bento XVI recordou hoje no Santuário do Loreto, na Itália, as consequências da crise económica mundial para mui- tas famílias e defendeu a necessidade de “voltar para Deus” a fim de en- contrar esperança no atual cenário. “Sem Deus o homem acaba por deixar prevalecer o seu egoísmo so- bre a solidariedade e sobre o amor, as coisas materiais sobre os va- lores, o ter sobre o ser. É preciso voltar para Deus para que o homem volte a ser homem”, disse, na homilia da missa a que presidiu na Praça de Nossa Senhora do Loreto, 280 km a nordeste de Roma. O Papa afirmou que a crise “atinge não apenas a economia, mas vários seto- res da sociedade”, situação que exige uma nova relação com o divino, na qual “o horizonte da esperança não desaparece". “Nunca estamos sozinhos, Deus entrou na nossa humanidade e acompanha-nos”, referiu, perante mais de 10 mil pessoas. Durante a única intervenção pública desta visita, no dia em que se celebrava a memória de São Francisco de Assis, o Papa recordou “os problemas de tantas famílias que olham para o futuro com preocupação, os desejos dos jovens que se abrem à vida, os sofrimentos dos que esperam gestos e esco- lhas de solidariedade e de amor”. Bento XVI explicou que se apresentava no mesmo local em “peregrinação” para “confiar à Mãe de Deus duas importantes iniciativas eclesiais”: o Ano da Fé e a Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, com o tema ‘ANova Evangelização para a transmissão da Fé Cristã’. O Ano da Fé vai terminar a 24 de novembro de 2013, último domingo do ano litúrgico que começa no dia 1 de dezembro, e o Sínodo dos Bispos conclui-se a 28 de outubro. De acordo com uma antiga tradição, comprovada por pesquisas históricas e arqueológicas, o Santuário do Loreto guarda a casa onde a mãe de Jesus nasceu, em Nazaré, atual Israel. “É a fé que nos dá uma casa neste mundo, que nos reúne numa única família e que nos faz todos irmãos e irmãs. Contemplando Maria, devemos perguntar-nos se também queremos ser abertos ao Senhor, se queremos oferecer-lhe a nossa vida para que seja uma morada para ele”, declarou o Papa. Bento XVI lamentou que algumas pessoas vejam Deus como “um limite” pa- ra a sua liberdade. “É o próprio Deus que liberta a nossa liberdade, que a liberta do fe- char-se em si mesma, do possuir, da sede de poder, de posse e de domínio, e a torna capaz de abrir-se à dimensão que a realiza no sentido pleno: o do dom de si, do amor, que se faz serviço e parti- lha”, precisou. Afé, acrescentou, permite a “plena e definitiva realização” de cada ser humano.
  4. 4. 4 DOMINGO XXXI Tempo Comum (4 de novembro de 2012) LEITURA I Deut 6, 2-6 «Escuta, Israel: Amarás o Senhor com todo o teu coração» Leitura do Livro do Deuteronómio Moisés dirigiu-se ao povo, dizendo: «Temerás o Senhor, teu Deus, todos os dias da tua vida, cumprindo todas as suas leis e preceitos que hoje te ordeno, para que te- nhas longa vida, tu, os teus filhos e os teus netos. Escuta, Israel, e cuida de pôr em prática o que te vai tornar feliz e multiplicar sem medida na terra onde corre leite e mel, segundo a promessa que te fez o Senhor, Deus de teus pais. Escuta, Israel: o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças. As palavras que hoje te prescrevo ficarão gravadas no teu coração». Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL Salmo 17 (18), 2-3.4.47.50-51ab (R. 2) Refrão: Eu Vos amo, Senhor: Vós sois a minha força. Eu Vos amo, Senhor, minha força, minha fortaleza, meu refúgio e meu libertador, meu Deus, auxílio em que ponho a minha confiança, meu protetor, minha defesa e meu salvador. Invoquei o Senhor – louvado seja Ele – e fiquei salvo dos meus inimigos. Viva o Senhor, bendito seja o meu protetor; exaltado seja Deus, meu salvador. Senhor, eu Vos louvarei entre os povos e cantarei salmos ao vosso nome. O Senhor dá ao seu rei grandes vitórias e usa de bondade para com o seu ungido.
  5. 5. 5 LEITURA II Hebr 7, 23-28 «Porque permanece para sempre, possui um sacerdócio eterno» Leitura da Epístola aos Hebreus Irmãos: Os sacerdotes da antiga aliança sucederam-se em grande número, porque a morte os impedia de durar sempre. Mas Jesus, que permanece eternamente, possui um sacerdócio eterno. Por isso pode salvar para sempre aqueles que por seu intermédio se aproximam de Deus, porque vive perpetuamente para interceder por eles. Tal era, na verdade, o sumo sacerdote que nos convinha: santo, inocente, sem man- cha, separado dos pecadores e elevado acima dos céus, que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiro pelos seus pró- prios pecados, depois pelos pecados do povo, porque o fez de uma vez para sempre quando Se ofereceu a Si mesmo. ALei constitui sumos sacerdotes homens revestidos de fraqueza, mas a palavra do juramento, posterior à Lei, estabeleceu o Filho sumo sacerdote perfeito para sem- pre. Palavra do Senhor. ALELUIA Jo 14, 23 Refrão: Aleluia. Repete-se Se alguém Me ama, guardará a minha palavra, diz o Senhor; meu Pai o ama- rá e faremos nele a nossa morada. Refrão EVANGELHO Mc 12, 28b-34 «Amarás o Senhor teu Deus. Amarás o teu próximo» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos Naquele tempo, aproximou-se de Jesus um escriba e perguntou-Lhe: «Qual é o primeiro de todos os mandamentos?». Jesus respondeu: «O primeiro é este: ‘Escuta, Israel: O Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu entendimento e com todas as tuas forças’. O segundo é este: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’. Não há nenhum mandamento maior que estes». Disse-Lhe o escriba: «Muito bem, Mestre! Tens razão quando dizes: Deus é único e não há outro além d’Ele. Amá-l’O com todo o coração, com toda a inteligência e com todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, vale mais do que todos os ho- locaustos e sacrifícios». Ao ver que o escriba dera uma resposta inteligente, Jesus disse-lhe: «Não estás longe do reino de Deus». E ninguém mais se atrevia a interrogá-l’O. Palavra da salvação.
  6. 6. 6 DOMINGO XXXII do Tempo Comum ( 11 de novembro de 2012) LEITURA I 1 Reis 17, 10-16 «Do seu punhado de farinha, a viúva fez um pãozinho e trouxe-o a Elias» Leitura do Primeiro Livro dos Reis Naqueles dias, o profeta Elias pôs-se a caminho e foi a Sarepta. Ao chegar às portas da cidade, encontrou uma viúva a apanhar lenha. Chamou-a e disse-lhe: «Por favor, traz-me uma bilha de água para eu beber». Quan- do ela ia a buscar a água, Elias chamou-a e disse: «Por favor, traz-me também um pedaço de pão». Mas ela respondeu: «Tão certo como estar vivo o Senhor, teu Deus, eu não tenho pão cozido, mas somente um punhado de farinha na panela e um pouco de azeite na almotolia. Vim apanhar dois cavacos de lenha, a fim de preparar esse resto para mim e meu filho. Depois comeremos e esperaremos a morte». Elias disse-lhe: «Não temas; volta e faz como disseste. Mas primeiro coze um pãozi- nho e traz-mo aqui. Depois prepararás o resto para ti e teu filho. Porque assim fala o Senhor, Deus de Israel: ‘Não se esgotará a panela da farinha, nem se esvaziará a almotolia do azeite, até ao dia em que o Senhor mandar chuva sobre a face da terra». Amulher foi e fez como Elias lhe mandara; e comeram ele, ela e seu filho. Desde aquele dia, nem a panela da farinha se esgotou, nem se esvaziou a almotolia do azeite, como o Senhor prometera pela boca de Elias. Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL Salmo 145 (146), 7.8-9a.9bc-10 (R. 1 ou Aleluia) Refrão: Ó minha alma, louva o Senhor. Ou: Aleluia. O Senhor faz justiça aos oprimidos, dá pão aos que têm fome e a liberdade aos cativos. O Senhor ilumina os olhos do cego, o Senhor levanta os abatidos, o Senhor ama os justos.
  7. 7. 7 O Senhor protege os peregrinos, ampara o órfão e a viúva e entrava o caminho aos pecadores. O Senhor reina eternamente; o teu Deus, ó Sião, é rei por todas as gerações. LEITURA II Hebr 9, 24-28 «Cristo ofereceu-Se uma só vez para tomar sobre Si os pecados de muitos» Leitura da Epístola aos Hebreus Cristo não entrou num santuário feito por mãos humanas, figura do verdadeiro, mas no próprio Céu, para Se apresentar agora na presença de Deus em nosso favor. E não entrou para Se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote que entra cada ano no Santuário, com sangue alheio; nesse caso, Cristo deveria ter padecido muitas vezes, desde o princípio do mundo. Mas Ele manifestou-Se uma só vez, na plenitude dos tempos, para destruir o pecado pelo sacrifício de Si mesmo. E, como está determinado que os homens morram uma só vez e a seguir haja o jul- gamento, assim também Cristo, depois de Se ter oferecido uma só vez para tomar sobre Si os pecados da multidão, aparecerá segunda vez, sem a aparência do peca- do, para dar a salvação àqueles que O esperam. Palavra do Senhor. ALELUIA Mt 5, 3 Refrão: Aleluia. Repete-se Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos Céus. EVANGELHO Forma longa Mc 12, 38-44 «Esta pobre viúva deu mais do que todos os outros» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos Naquele tempo, Jesus ensinava a multidão, dizendo: «Acautelai-vos dos escribas, que gostam de exibir longas vestes, de receber cumprimentos nas praças, de ocupar os primeiros assentos nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes. Devoram as casas das viúvas, com pretexto de fazerem longas rezas. Estes receberão uma sen- tença mais severa». Jesus sentou-Se em frente da arca do tesouro, a observar como a multidão deitava o dinheiro na caixa. Muitos ricos deitavam quantias avultadas.
  8. 8. 8 Veio uma pobre viúva e deitou duas pequenas moedas, isto é, um quadrante. Jesus chamou os discípulos e disse-lhes: «Em verdade vos digo: Esta pobre viúva deitou na caixa mais do que todos os outros. Eles deitaram do que lhes sobrava, mas ela, na sua pobreza, ofereceu tudo o que tinha, tudo o que possuía para vi- ver». Palavra da salvação. DOMINGO XXXIII do Tempo Comum (18 de novembro de 2012) LEITURA I Dan 12, 1-3 «Nesse tempo virá a salvação para o teu povo» Leitura da Profecia de Daniel Naquele tempo, surgirá Miguel, o grande chefe dos Anjos, que protege os filhos do teu povo. Será um tempo de angústia, como não terá havido até então, desde que existem nações. Mas nesse tempo, virá a salvação para o teu povo, para aqueles que estiverem inscritos no livro de Deus. Muitos dos que dormem no pó da terra acordarão, uns para a vida eterna, outros para a vergonha e o horror eterno. Os sábios resplandecerão como a luz do firmamento, e os que tiverem ensinado a muitos o caminho da justiça brilharão como estrelas por toda a eternidade. Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL Salmo 15 (16), 5.8.9-10.11 (R. 1) Refrão: Defendei-me, Senhor: Vós sois o meu refúgio. Ou: Guardai-me, Senhor, porque esperei em Vós. Senhor, porção da minha herança e do meu cálice, está nas vossas mãos o meu destino. O Senhor está sempre na minha presença, com Ele a meu lado não vacilarei. Por isso o meu coração se alegra, e a minha alma exulta, e até o meu corpo descansa tranquilo. Vós não abandonareis a minha alma na mansão dos mortos, nem deixareis o vosso fiel sofrer a corrupção.
  9. 9. 9 Dar-me-eis a conhecer os caminhos da vida, alegria plena em vossa presença, delícias eternas à vossa direita. LEITURA II Hebr 10, 11-14.18 «Por uma única oblação, tornou perfeitos para sempre os que Ele santifica» Leitura da Epístola aos Hebreus Todo o sacerdote da antiga aliança se apresenta cada dia para exercer o seu ministé- rio e oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca poderão perdoar os pe- cados. Cristo, ao contrário, tendo oferecido pelos pecados um único sacrifício, sentou-Se para sempre à direita de Deus, esperando desde então que os seus inimigos sejam postos como escabelo dos seus pés. Porque, com uma única oblação, tornou perfeitos para sempre os que Ele santifica. Onde há remissão dos pecados, já não há necessidade de oblação pelo pecado. Palavra do Senhor. ALELUIA Lc 21, 36 Refrão: Aleluia. Repete-se Vigiai e orai em todo o tempo, para poderdes comparecer diante do Filho do homem. EVANGELHO Mc 13, 24-32 «Reunirá os seus eleitos dos quatro pontos cardeais» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Naqueles dias, depois de uma gran- de aflição, o sol escurecerá e a lua não dará a sua claridade; as estrelas cairão do céu e as forças que há nos céus serão abaladas. Então, hão-de ver o Filho do homem vir sobre as nuvens, com grande poder e glória. Ele mandará os Anjos, para reunir os seus eleitos dos quatro pontos cardeais, da ex- tremidade da terra à extremidade do céu. Aprendei a parábola da figueira: quando os seus ramos ficam tenros e brotam as fo- lhas, sabeis que o Verão está próximo. Assim também, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o Filho do homem está perto, está mesmo à porta. Em verdade vos digo: Não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão. Quanto a esse dia e a essa hora, ninguém os conhece: nem os Anjos do Céu, nem o Filho; só o Pai». Palavra da salvação.
  10. 10. 10 DOMINGO XXXIV e último NOSSO SENHOR JESUS CRISTO REI DO UNIVERSO (28 de outubro de 2012) LEITURA I Dan 7, 13-14 «O seu poder é eterno» Leitura da Profecia de Daniel Contemplava eu as visões da noite, quando, sobre as nuvens do céu, veio alguém semelhante a um filho do homem. Dirigiu-Se para o Ancião venerável e conduziram-no à sua presença. Foi-lhe entre- gue o poder, a honra e a realeza, e todos os povos, nações e línguas O serviram. O seu poder é eterno, não passará jamais, e o seu reino não será destruído. Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL Salmo 92 (93), 1ab.1c-2.5 (R. 1a) Refrão: O Senhor é rei num trono de luz. O Senhor é rei, revestiu-Se de majestade, revestiu-Se e cingiu-Se de poder. Firmou o universo, que não vacilará. É firme o vosso trono desde sempre, Vós existis desde toda a eternidade. Os vossos testemunhos são dignos de toda a fé, a santidade habita na vossa casa, por todo o sempre. LEITURA II Ap 1, 5-8 «O Príncipe dos reis da terra fez de nós um reino de sacerdotes para Deus» Leitura do Apocalipse Jesus Cristo é a Testemunha fiel, o Primogénito dos mortos, o Príncipe dos reis da terra. Àquele que nos ama e pelo seu sangue nos libertou do pecado e fez de nós um reino de sacerdotes para Deus seu Pai, a Ele a glória e o poder pelos séculos dos séculos. Amen.
  11. 11. 11 Ei-l’O que vem entre as nuvens, e todos os olhos O verão, mesmo aqueles que O trespassaram; e por sua causa hão-de lamentar-se todas as tribos da terra. Sim. Amen. «Eu sou o Alfa e o Ómega», diz o Senhor Deus, «Aquele que é, que era e que há-de vir, o Senhor do Universo». Palavra do Senhor. ALELUIA Mc 11, 9.10 Refrão: Aleluia. Repete-se Bendito o que vem em nome do Senhor, bendito o reino do nosso pai David. EVANGELHO Jo 18, 33b-37 «É como dizes: sou Rei» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João Naquele tempo, disse Pilatos a Jesus: «Tu és o rei dos Judeus?». Jesus respondeu-lhe: «É por ti que o dizes, ou foram outros que to disseram de Mim?». Disse-Lhe Pilatos: «Porventura eu sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes é que Te entregaram a mim. Que fizeste?». Jesus respondeu: «O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que Eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui». Disse-Lhe Pilatos: «Então, Tu és rei?». Jesus respondeu-lhe: «É como dizes: sou rei. Para isso nasci e vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz». Palavra da salvação.
  12. 12. 12 São João de Ávila, novo doutor da Igreja Católica Religioso espanhol do século XVI renovou Or- dem Carmelita Bento XVI vai proclamar o religioso espanhol São João de Ávila (c. 1499-1569) como “doutor da Igreja”. O religioso espanhol, que foi canonizado a 31 de maio 1970 por Paulo VI, apoiou Santa Te- resa de Ávila na reforma da Ordem Carmelita e o português São João de Deus na fundação de casas de apoio aos desfavorecidos. Bento XVI revelou oficialmente que iria procla- mar dois novos doutores da Igreja Católica no último dia 27 de maio, destacando a “marca intensa de fé” que estes santos deixa- ram, “em períodos e ambientes culturais bem diferentes”. O Papa sublinhou que São João de Ávila “participou e trabalhou na renovação cultu- ral e religiosa da Igreja e na configuração da sociedade na transição para a moderni- dade”. Aobra do novo doutor da Igreja inclui o 'Tratado do amor de Deus' e o seu percurso foi alvo de uma investigação da Inquisição, que o manteve dois anos na prisão, ten- do sido absolvido e libertado em 1533. Num encontro com bispos espanhóis, em Madrid, no dia 20 de agosto de 2011, Ben- to XVI anunciara a intenção de proclamar o padroeiro do clero secular espanhol co- mo ‘doutor da Igreja Universal’, em resposta aos da Conferência Episcopal Espanho- la, bem como de “um grande número de arcebispos e bispos de outras partes do mundo, e de muitos fiéis”. O episcopado católico espanhol promoveu um concurso de poesia sobre São João de Ávila que foi ganho por Manuel Laespada Vizcaíno, com a obra ‘Evangelizador de Ma- drugadas (O, cómo desde la infancia se forja un alma)’, considerada a melhor entre os 14 finalistas. O ‘Apóstolo da Andaluzia’, como é conhecido, foi apresentado pelo Papa, a 20 de maio deste ano, como alguém marcado pelo “seu conhecimento profundo da Sagra- da Escritura, dos santos Padres, dos concílios, das fontes litúrgicas e da teologia sau- dável, juntamente com o seu amor fiel e filial pela Igreja”. Isso “tornou-o um autêntico renovador, numa época difícil da história da Igreja”, acrescentou Bento XVI. AIgreja Católica reconheceu até hoje 33 doutores, entre os quais Santo António de Lisboa e três mulheres: Teresa de Ávila, Catarina de Sena e Teresinha de Lisieux. O título de doutor da Igreja é atribuído a fiéis que se tenham distinguido pela santi- dade de vida, ortodoxia doutrinal e sabedoria. OC
  13. 13. 13 Hildegarda de Bingen, quarta «doutora» da Igreja Santa alemã, mística e música do sé- culo XII, tem merecido atenção parti- cular de Bento XVI Bento XVI vai proclamar a santa ale- mã Hildegarda de Bingen como nova “doutora da Igreja”, um reconheci- mento que a torna a quarta mulher a receber essa distinção. A monja beneditina nascida em 1098 e falecida em 1179 no atual território germânico foi oficialmente canonizada pelo atual Papa no último dia 10 de maio, que estendeu a toda a Igreja Católica o seu culto litúrgico. Bento XVI anunciou a intenção de proclamar dois novos doutores da Igreja Católica, São João de Ávila e Santa Hildegarda de Bingen, a 27 de maio, destacando a “marca intensa de fé” que estes santos deixaram, “em períodos e ambientes culturais bem diferentes”. Hildegarda, disse o Papa, “assumiu o carisma beneditino no meio da cultura medie- val, foi uma autêntica professora da teologia e estudou aprofundadamente a ciência natural e a música”. Amonja e fundadora de dois mosteiros escreveu livros de mística e teologia, textos de medicina e análises de fenómenos naturais. Em 1147, o Papa Eugénio III autorizou a mística a divulgar publicamente as suas visões e a falar delas em público, pelo que a partir de então o “prestígio espiritual de Hildegarda cresceu cada vez mais, ao ponto de os contemporâneos lhe atribuí- rem o título de ‘profeta teutónica’", recordou Bento XVI, numa das duas catequeses que lhe dedicou em setembro de 2010, no Vaticano. O atual Papa elogiou a “sabedoria espiritual” e “santidade de vida” da germânica e sublinhou que as suas visões místicas são “ricas de conteúdos teológicos”, em parti- cular a “poderosa visão do Deus que vivifica o cosmos com a sua força e luz”. “Hildegarda manifesta a versatilidade de interesses e a vivacidade cultural dos mos- teiros femininos da Idade Média, contrariamente aos preconceitos que ainda pesam sobre aquela época”, disse. AIgreja Católica reconheceu até hoje 33 doutores, entre os quais Santo António de Lisboa e três mulheres: Teresa de Ávila, Catarina de Sena e Teresinha de Lisieux. O título de doutor da Igreja é atribuído a fiéis que se tenham distinguido pela santi- dade de vida, ortodoxia doutrinal e sabedoria. OC
  14. 14. 14 João Manuel Duque, diretor-adjunto da Faculdade de Teologia, UCP-Braga A primeira e mais básica resposta à pergunta do título poderá, sem dúvida, ser formulada do seguinte modo: a fé é uma determinada atitude dos huma- nos. Como tal, é bem começar por uma descrição breve das caraterísticas des- sa atitude, que aliás são partilhadas por todos os tipos de fé, religiosa ou não, cristã ou não. A atitude humana que melhor pode descrever a atitude de fé é a da confiança. Ter fé é, no sentido mais básico, confiar em algo ou alguém dife- rente de nós mesmos. Assim, opõem- se-lhe duas atitudes: a da desconfiança total, que levaria, em muitos casos, ao desespero; ou a da autoconfiança total, ou seja, a da confiança apenas em nós mesmos. Portanto, a fé pressupõe ca- pacidade de confiar e capacidade de confiar nou- tros. Aconfiança noutros implica, ao mesmo tempo, a capacidade de receber algo, reconhecendo que não podemos con- quistar e produzir tudo o que somos e temos por nós mesmos. Porque quem confia em alguém mais do que em si mesmo, sabe que há dimensões da vi- da que só esse alguém, em quem se confia, pode dar. O caso mais gritante é o do bebé, que confia na sua mãe ou no seu pai, relati- vamente a tudo o que tem a ver com a sua existência. Não considera, ainda – como acontecerá depois com muitos adultos – que é autossuficiente e que merece, pelo seu trabalho, aquilo que tem. O que tem e o que é, sente-o co- mo dádiva permanente dos pais e con- fia nessa dádiva, despreocupadamente. Ter fé é acolher a existência como dádi- va gratuita de outro. Aceitar que esse Deus, que dá a vida e nos dá para a vida, vive connosco, se revela e nos liberta da morte em Jesus Cristo, é confiar de modo cristão. Ter fé cristã é, portanto, aceitar que Deus, em Jesus Cristo, nos dá a vida, para além da morte e para além de todas a nossas capacidades de a conquistar. Isso per- mite uma atitude de confiança que abre à esperança, para além de todo o ab- surdo aparente. E, ao mesmo tempo, implica o conhecimento de que o único caminho dessa esperança é a caridade, como dádiva da vida ao outro. Ou seja, a fé cristã está sempre ligada às outras duas virtudes teologais, pois só assim o dinamismo do acolhimento da vida da- da por Deus é possível. A atitude de fé do cristão implica, ao mesmo tempo, a confissão convicta de um conjunto de afirmações sobre Deus e sobre os humanos, a que chamamos Credo ou símbolo da fé. Essa confissão, assim como a atitude correspondente, vive-se num leque de relações comuni- tárias, que nos ligam aos outros cren- tes, do nosso tempo e de outras gera- ções, assim como aos próprios não- crentes. Ou seja, não há fé cristã se não for inserida num dinamismo comu- nitário e numa tradição. Se assim não fosse, a fé seria puro sentimento indivi- dual e subjetivo, de iniciativa própria e para auto realização pessoal. Mas, ao assim ser, negava-se a si mesma, pois negava a básica atitude de confiança no outro, mais do que em si mesmo. João Manuel Duque, Diretor Adjunto Faculdade de Teologia, UCP-Braga
  15. 15. 15 A Voz do Conselho Económico Publicamos nesta edição o relatório de contas, referente ao mês de setembro de 2012 Contributos a entregar na diocese Missas plurintencionais 155,00 € Ofertório 4.º domingo (cadeira de São Pedro) 41,01 € RESUMO FINAL Receita Total 868,18 € Aentregar na diocese 196,11 € Saldo para o fundo paroquial 672,07 € Despesas da paróquia 650,40 € Saldo Final 21,67 € Todas as quartas 6as- feiras de cada mês, às 21h, na igreja dos Terceiros, junto ao parque da Cidade de Viseu. (23 de novem- bro de 2012) Curiosidades Novembro: É o décimo primeiro mês do ano no calendário gregoriano, tendo a dura- ção de 30 dias. Novembro deve o seu nome à palavra latina novem (nove), dado que era o nono mês do calendário romano. Receita Despesas Dia/Evento Evento Montante Ofertórios dominicais na igre- ja matriz 238,18 € Venc. Pároco 600,00 € Missas plurintencionais 310,00 € Evang. Voz Paróquia 36,00 € Festa de Santa Eufémia- Lages 60,00€ Batismos 1 10,00€ TOTAL 868,18 € 650,40 € Donativo para a igreja 100,00€ culto 14,40 € Festa São Miguel-Fontainhas 60,00€ Funerais 2 90,00€
  16. 16. 16 O Dia de S. Martinho comemora-se a 11 de Novembro. Neste dia, no nosso país, as- sam-se as castanhas e prova-se o vinho novo. Atradição manda que o dia de S. Marti- nho se festeje com castanhas, água-pé (para os mais cresci- dos), uma fogueira para saltar (quem quiser) e bom convívio. •Lenda de S. Martinho: Martinho era um valente soldado romano que estava a regres- sar da Itália para a sua terra, algures em França. Montado no seu cavalo estava a passar num caminho para atra- vessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo. Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam. De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola. Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou -a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre. Nesse momento, de repente, as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão! Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom. É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mes- mo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho. O "Verão" de S. Martinho também é conhecido por "Verão dos Marmelos". •Magusto: É a festa em que se assam as castanhas (que se recolhem nesta altura) e se convive. Tem a ver com o momento em que, depois da vindimas, nos meses de Setembro e Outubro, o vinho está pronto e se prova. •Assar castanhas: Como se preparam as castanhas para assar? - Molham-se (não tem que ser, mas ajuda a que o sal agar- re). - Dá-se um golpe em cada uma (retalhar). - Põe-se sal. - Põe-se um pouco de erva-doce (dá um sabor muito bom). - Põem-se dentro do fogareiro (ou num tabuleiro no forno, ou no calor de uma fogueira). Quanto tempo demoram as castanhas a assar? Um quarto de hora, aproximadamente.
  17. 17. 17 O ANO DA FÉ EXPLICADO ÀS CRIANÇAS Criança – Há dias ouvi dizer que começou o Ano da Fé. O que é isso? Adulto – O Ano da Fé é um tempo em que o Papa pro- põe, a toda a Igreja, para incentivar os cristãos a co- nhecerem melhor as razões da sua fé. Criança – E porquê? Adulto – Porque o Papa tem consciência de que muitas pessoas puseram Deus de lado e por isso não são feli- zes. Criança – Também na minha escola já há muitos cole- gas que não vão à catequese, não frequentam as aulas de Moral, nunca falam de Deus e vivem como se Ele não existisse. Adulto – Estás a ver como é preciso dizer às pessoas todas e, sobretudo aos adultos, aos pais, aos avós, aos padrinhos, aos irmãos mais velhos, que Deus nos ama muito, está connosco cada dia e quer que vivamos felizes. Criança – É verdade, também eu me esqueço de Deus Pai, de Jesus e do Espírito Santo. Então, este ano, tenho possibilidade de crescer no conhecimento do Amor de Deus por toda a humanidade? Adulto – Isso mesmo! Vejo que estás a compreender que o Ano da Fé é uma oportu- nidade para descobrir a alegria de acreditar em Deus e de encontrar a melhor forma de falar d’Ele às pessoas. Criança – E como vamos poder crescer no conhecimento de Jesus Cristo e na união com Ele? Adulto – Ainda bem que fizeste essa pergunta. ADiocese programou vários momen- tos de oração, de estudo e de reflexão para conhecermos melhor Jesus Cristo e o seu Evangelho. São propostas interessantes e variadas para atingirem grande número de pessoas. São, para todas as idades: momentos de estudo e de reflexão, celebrações e tempos de oração na comunidade e na família. Um ano em cheio, para professar a nossa fé e poder dizer com toda a convicção o “CREDO” isto é: “EU CREIO” Criança - E nós, os mais novos, o que podemos fazer? Adulto – Compreender a catequese e a Missa de Domingo como um encontro com o Senhor Jesus. Para isso é muito importante não faltar e participar com alegria e inte- resse. Criança – Vamos a isso. Adulto – Vamos, ó Jesus, podes contar connosco
  18. 18. 18 •Dois provérbios: - No dia de S. Martinho vai-se à adega e prova-se o vinho. ou - No dia de S. Martinho vai à adega e prova o teu vinho. - No dia de S. Martinho, lume, cas- tanhas e vinho. A castanha: Acastanha é um fruto que vem de uma árvore: o castanheiro. Um con- junto de castanheiros chama-se souto. No norte de Portugal é que os castanheiros se dão melhor, e é de lá que vêm as castanhas para vender no País todo. Acastanha está na árvore protegida por uma bola cheia de picos que se chama "ouriço". Quando chega o Outono, o ouriço abre e deixa cair a castanha no chão. Antes de a bata- ta chegar à Europa e se espalhar por todo o lado (séc. XVII), a castanha era a base da alimentação, especialmente no campo. Pode cozer-se, assar-se, fazer-se em puré, fazer-se sopa com ela, Magusto paroquial—11 de novembro Ás 14 horas no largo junto da igreja Provérbios de São Martinho • Por S. Martinho semeia fava e o linho. • Se o Inverno não erra o caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho. • Se queres pasmar o teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho. • No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o vinho. • No dia de S. Martinho, castanhas, pão e vinho. • No dia de S. Martinho com duas castanhas se faz um magustinho. • Dia de S. Martinho, fura o teu pipinho. • Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho. Pelo S. Martinho, todo o mosto é bom vinho
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  20. 20. 20 Com a colaboração do JES Por favor guarde a nossa voz, pode ser-lhe útil no futuro. 2012 jesmioma@hotmail.com = Lua cheia = Lua nova = Quarto crescente = Quarto Minguante

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