Voz da Paróquia - Junho 2013

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Voz da Paróquia - Junho 2013

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Voz da Paróquia - Junho 2013

  1. 1. Mioma 70ª Edição, junho de 2013Mioma 70ª Edição, junho de 2013Mioma 70ª Edição, junho de 2013
  2. 2. 2 INDICE Pág. 3 — Pontificado do Papa Francisco, Consagrado à Nossa Senhora; Pág. 4, 5, 6 — domingo SS Corpo e Sangue de Cristo; Pág. 6, 7, 8 — domingo X do tempo comum; Pág. 8, 9, 10 — domingo XI do tempo comum; Pág. 10, 11, 12 — domingo XII do tempo comum; Pág. 12, 13, 14— domingo XIII do tempo comum; Pág. 15— Papa convida a evangelizar em diálogo com todos; Pág. 16— JMJ 2013 é consagrada à Nossa Senhora; Papa pede orações para que bispos e padres sejam «pastores» contra os lobos; Pág. 17 — A Voz do Conselho Económico; Pág. 18 — Os benefícios do chá; Pág. 19 — Passatempos; Agradecemos a todos quantos queiram participar com documentos e/ou testemunhos, que os façam chegar ao J.E.S (Grupo de Jovens Do Espírito Santo de Mioma), da seguinte forma e, prazos, para a edição do mês se- guinte: Em mão ou por correio, até dia 15; Para, jesmioma@hotmail.com, até ao dia 20. Se queres receber no teu correio eletrónico um exemplar da “A Voz da Paróquia” envia uma mensagem para o endereço jesmioma@hotmail.com com o assunto “Quero receber a Voz” Versão Digital: http://www.slideshare.net/jesmioma http://issuu.com/jesmioma
  3. 3. 3 Pontificado do Papa Francisco consagrado a Nossa Senhora Virgem Santíssima, 1. Estamos a Vossos pés, os Bispos de Portugal e esta multidão de peregrinos, no 96.° aniversário da Vossa Aparição aos Pastori- nhos, nesta Cova da Iria, para dar cumprimento ao desejo do Papa Francis- co, claramente expresso, de Vos consagrar a Vós, Virgem de Fátima, o seu Ministério de Bispo de Roma e de Pastor Universal. Assim Vos consagramos Senhora, Vós que sois Mãe da Igreja, o Ministério do novo Papa: enchei o seu coração da ternura de Deus, que Vós experimentastes como ninguém, para que ele possa abraçar todos os homens e mulheres deste tempo com o amor do Vosso Filho Jesus Cristo. A humanidade contemporânea precisa de sentir-se amada, por Deus e pela Igreja. Só sentindo-se amada vencerá a tentação da violência, do materialismo, do esquecimento de Deus, da perda do rumo que a conduzirá a um mundo novo, onde o amor reinará. Dai-lhe o dom do discernimento para saber identificar os caminhos da renovação da Igreja; dai-lhe coragem para não hesitar em seguir os caminhos sugeridos pelo Espírito Santo; amparai-o nas horas duras de sofrimento, a vencer, na caridade, as provações que a renovação da Igreja lhe trará. Estai sempre a seu lado, pronunciando com ele aquelas palavras que bem conheceis: "Eu sou a Serva do Senhor, cumpra-se em Mim a Tua Palavra". 2. Os caminhos de renovação da Igreja levam-nos a redescobrir a atualidade da Mensagem que deixastes aos Pastorinhos: a exigência da conversão a Deus que tem sido tão ofendido, porque tão esquecido. A conversão e sem- pre um regresso ao amor de Deus. Deus perdoa porque nos ama. É por isso que o Seu amor se chama misericórdia. A Igreja, protegida pela Vossa solici- tude maternal e guiada por este Pastor, tem de se afirmar, sempre mais, como Lugar da conversão e do perdão, porque nela a verdade exprime-se sempre na caridade. Vós indicastes a oração como o caminho decisivo da conversão. Ensinai a Igreja, de que Sois membro e modelo, a ser, cada vez mais, um povo orante, em comunhão com o Santo Padre, o primeiro orante deste povo e também em comunhão silenciosa com o anterior Papa, Sua Santidade Bento XVI, que escolheu o caminho do orante silencioso, desafian- do a Igreja para os caminhos da oração. 3. Na Vossa Mensagem aos Pastorinhos, aqui na Cova da Iria, pusestes em relevo o Ministério do Papa, "o Homem vestido de branco”. Três dos últimos Papas fizeram-se peregrinos do Vosso Santuário. Só Vós, Senhora, no Vosso amor maternal a toda a Igreja, podeis pôr no coração do Papa Francisco o desejo de ser peregrino deste Santuário. Não é algo que se lhe possa pedir por outras razões; só a cumplicidade silenciosa entre Vós e Ele o levara a sentir-se atraído por esta peregrinação na certeza de que será acompanhado por milhões de crentes, dispostos a ouvir de novo a Vossa Mensagem. Aqui, neste Altar do mundo, ele poderá abençoar a humanidade, fazer sentir ao mundo de hoje que Deus ama todos os homens e mulheres do nosso tempo, que a Igreja os ama e que Vós, Mãe do Redentor, os conduzis com ternura aos caminhos da salvação. D. José Policarpo, cardeal-patriarca de Lisboa e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa Fátima, 13 de Maio de 2013
  4. 4. 4 DOMINGO SS Corpo e Sangue de Cristo (2 de junho de 2013) LEITURA I Gen 14, 18-20 «Ofereceu pão e vinho» Leitura do Livro do Génesis Naqueles dias, Melquisedec, rei de Salém, trouxe pão e vinho. Era sacerdote do Deus Altíssimo e abençoou Abraão, dizendo: «Abençoado seja Abra- ão pelo Deus Altíssimo, criador do céu e da terra. Bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou nas tuas mãos os teus inimigos». E Abraão deu-lhe a dízima de tudo. Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL Salmo 109 (110), 1-4 (R. 4bc) Refrão: O Senhor é sacerdote para sempre. Ou: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec. Disse o Senhor ao meu Senhor: «Senta-te à minha direita, até que Eu faça de teus inimigos escabelo de teus pés. O Senhor estenderá de Sião o cetro do teu poder, e tu dominarás no meio dos teus inimigos. A ti pertence a realeza desde o dia em que nasceste nos esplendores da santidade, antes da aurora, como orvalho, Eu te gerei». O Senhor jurou e não Se arrependerá: «Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec». LEITURA II 1 Cor 11, 23-26 «Todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anuncia- reis a morte do Senhor» Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios Irmãos: Eu recebi do Senhor o que também vos transmiti: o Senhor Jesus, na noite em que ia ser entregue, tomou o pão e, dando graças, partiu-o e disse:
  5. 5. 5 «Isto é o meu Corpo, entregue por vós. Fazei isto em memória de Mim». Do mesmo modo, no fim da ceia, tomou o cálice e disse: «Este cálice é a nova aliança no meu Sangue. Todas as vezes que o beberdes, fazei- o em memória de Mim». Na verdade, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anun- ciareis a morte do Senhor, até que Ele venha». Palavra do Senhor. SEQUÊNCIA Terra, exulta de alegria, Louva o teu pastor e guia, Com teus hinos, tua voz. Quanto possas tanto ouses, Em louvá-l’O não repouses: Sempre excede o teu louvor. Hoje a Igreja te convida: O pão vivo que dá vida Vem com ela celebrar. Este pão __ que o mundo creia __ Por Jesus na santa Ceia Foi entregue aos que escolheu. Eis o pão que os Anjos comem Transformado em pão do homem; Só os filhos o consomem: Não será lançado aos cães. ALELUIA Jo 6, 5 Refrão: Aleluia. Repete-se Eu sou o pão vivo descido do Céu, diz o Senhor. Quem comer deste pão vi- verá eternamente. EVANGELHO Lc 9, 11b-17 «Comeram e ficaram saciados» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas Naquele tempo, estava Jesus a falar à multidão sobre o reino de Deus e a curar aqueles que necessitavam. Em sinais prefigurado, Por Abraão imolado, No cordeiro aos pais foi dado, No deserto foi maná. Bom pastor, pão da verdade, Tende de nós piedade, Conservai-nos na unidade, Extingui nossa orfandade E conduzi-nos ao Pai. Aos mortais dando comida, Dais também o pão da vida: Que a família assim nutrida Seja um dia reunida Aos convivas lá do Céu.
  6. 6. 6 O dia começava a declinar. Então os Doze aproximaram-se e disseram-Lhe: «Manda embora a multidão para ir procurar pousada e alimento às aldeias e casais mais pró- ximos, pois aqui estamos num local deserto». Disse-lhes Jesus: «Dai-lhes vós de comer». Mas eles responderam: «Não temos senão cinco pães e dois peixes… Só se formos nós mesmos comprar comida para todo este povo». Eram de facto uns cinco mil homens. Disse Jesus aos discípulos: «Mandai-os sentar por grupos de cinquenta». Eles assim fizeram, e todos se sentaram. Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao Céu e pronun- ciou sobre eles a bênção. Depois partiu-os e deu-os aos discípulos, para eles os distribuírem pela multidão. Todos comeram e ficaram saciados; e ainda recolheram doze cestos dos pedaços que sobraram. Palavra da salvação. DOMINGO X do Tempo Comum (9 de junho de 2013) LEITURA I 1 Reis 17, 17-24 «Aqui tens o teu filho vivo» Leitura do Primeiro Livro dos Reis Naqueles dias, caiu doente o filho da viúva de Sarepta, e a enfermidade foi tão gra- ve que ele morreu. Então a mãe disse a Elias: «Que tens tu a ver comigo, homem de Deus? Vieste a minha casa lembrar-me os meus pecados e causar a morte do meu filho?». Elias respondeu-lhe: «Dá-me o teu filho». Tomando-o dos braços da mãe, levou-o ao quarto de cima, onde dormia, e deitou-o no seu próprio leito. Depois invocou o Senhor, dizendo: «Senhor, meu Deus, quereis ser também rigoroso para com esta viúva, que me hospeda em sua casa, a ponto de fazerdes morrer o seu filho?». Elias estendeu-se três vezes sobre o menino e clamou de novo ao Senhor: «Senhor, meu Deus, fazei que a alma deste menino volte a entrar nele». O Senhor escutou a voz de Elias: a alma do menino voltou a entrar nele, e o menino recuperou a vida. Elias tomou o menino, desceu do quarto para dentro da casa e entregou-o à mãe, dizendo: «Aqui tens o teu filho vivo». Então a mulher exclamou: «Agora vejo que és um homem de Deus e que se encon- tra verdadeiramente nos teus lábios a palavra do Senhor». Palavra do Senhor.
  7. 7. 7 SALMO RESPONSORIAL Salmo 29 (30), 2.4-6.11-12a.13b (R. 2a) Refrão: Eu Vos louvarei, Senhor, porque me salvastes. Eu Vos glorifico, Senhor, porque me salvastes e não deixastes que de mim se regozijassem os inimigos. Tirastes a minha alma da mansão dos mortos, vivificastes-me para não descer ao túmulo. Cantai salmos ao Senhor, vós os seus fiéis, e dai graças ao seu nome santo. A sua ira dura apenas um momento e a sua benevolência a vida inteira. Ao cair da noite vêm as lágrimas e ao amanhecer volta a alegria. Ouvi, Senhor, e tende compaixão de mim, Senhor, sede vós o meu auxílio. Vós convertestes em júbilo o meu pranto: Senhor, meu Deus, eu Vos louvarei eternamente. LEITURA II Gal 1, 11-19 «Deus quis revelar em mim o seu Filho para que eu O anunciasse aos gen- tios» Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Gálatas Quero que saibais, irmãos: O Evangelho anunciado por mim não é de inspiração hu- mana, porque não o recebi ou aprendi de nenhum homem, mas por uma revelação de Jesus Cristo. Certamente ouvistes falar do meu proceder outrora no judaísmo e como perseguia terrivelmente a Igreja de Deus e procurava destruí-la. Fazia mais progressos no judaísmo do que muitos dos meus compatriotas da mesma idade, por ser extremamente zeloso das tradições dos meus pais. Mas quando Aquele que me destinou desde o seio materno e me chamou pela sua graça, Se dignou revelar em mim o seu Filho para que eu O anunciasse aos gentios, decididamente não consultei a carne e o sangue, nem subi a Jerusalém para ir ter com os que foram Apóstolos antes de mim; mas retirei-me para a Arábia e depois voltei novamente a Damasco. Três anos mais tarde, subi a Jerusalém para ir conhecer Pedro e fiquei junto dele quinze dias. Não vi mais nenhum dos Apóstolos, a não ser Tiago, irmão do Senhor. Palavra do Senhor.
  8. 8. 8 ALELUIA Lc 7, 16 Refrão: Aleluia. Repete-se Apareceu no meio de nós um grande profeta: Deus visitou o seu povo. EVANGELHO Lc 7, 11-17 «Jovem, Eu te digo: levanta-te» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas Naquele tempo, dirigia-Se Jesus para uma cidade chamada Naim; iam com Ele os seus discípulos e uma grande multidão. Quando chegou à porta da cidade, levavam um defunto a sepultar, filho único de sua mãe, que era viúva. Vinha com ela muita gente da cidade. Ao vê-la, o Senhor compadeceu-Se dela e disse-lhe: «Não chores». Jesus aproximou-Se e tocou no caixão; e os que o transportavam pararam. Disse Jesus: «Jovem, Eu te ordeno: levanta-te». O morto sentou-se e começou a falar; e Jesus entregou-o à sua mãe. Todos se encheram de temor e davam glória a Deus, dizendo: «Apareceu no meio de nós um grande profeta; Deus visitou o seu povo». E a fama deste acontecimento espalhou-se por toda a Judeia e pelas regiões vizi- nhas. Palavra da salvação. DOMINGO XI do Tempo Comum (16 de junho de 2013) LEITURA I 2 Sam 12, 7-10.13 «O Senhor perdoou o teu pecado: Não morrerás» Leitura do Segundo Livro de Samuel Naqueles dias, disse Natã a David: «Assim fala o Senhor, Deus de Israel: Ungi-te como rei de Israel e livrei-te das mãos de Saul. Entreguei-te a casa do teu senhor e pus-te nos braços as suas mulheres. Dei-te a casa de Israel e de Judá e, se isto não é suficiente, dar-te-ei muito mais. Como ousaste desprezar a palavra do Se- nhor, fazendo o que é mal a seus olhos? Mataste à espada Urias, o hitita, tomaste como esposa a sua mulher, depois de o teres feito passar à espada pelos amoni- tas. Agora a espada nunca mais se afastará da tua casa, porque Me desprezaste e to- maste a esposa de Urias, o hitita, para fazeres dela tua mulher». Então David disse a Natã: «Pequei contra o Senhor». Natã respondeu-lhe: «O Senhor perdoou o teu pecado: Não morrerás». Palavra do Senhor.
  9. 9. 9 SALMO RESPONSORIAL Salmo 31 (32), 1-2.5.7.11 (R. cf. 5c) Refrão: Perdoai, Senhor, minha culpa e meu pecado. Feliz daquele a quem foi perdoada a culpa e absolvido o pecado. Feliz o homem a quem o Senhor não acusa de iniquidade e em cujo espírito não há engano. Confessei-vos o meu pecado e não escondi a minha culpa. Disse: Vou confessar ao Senhor a minha falta, e logo me perdoastes a culpa do pecado. Vós sois o meu refúgio, defendei-me dos perigos, fazei que à minha volta só haja hinos de vitória. Alegrai-vos, justos, e regozijai-vos no Senhor, exultai vós todos os que sois retos de coração. LEITURA II Gal 2, 16.19-21 «Não sou eu que vivo: é Cristo que vive em mim» Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Gálatas Irmãos: Sabemos que o homem não é justificado pelas obras da Lei, mas pela fé em Jesus Cristo; por isso acreditámos em Cristo Jesus, para sermos justificados pela fé em Cristo e não pelas obras da Lei, porque pelas obras da Lei ninguém é justificado. De facto, por meio da Lei, morri para a Lei, a fim de viver para Deus. Com Cristo estou crucificado. Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim. Se ainda vivo dependente de uma natureza carnal, vivo animado pela fé no Filho de Deus, que me amou e Se entregou por mim. Não quero tornar inútil a graça de Deus, porque, se a justificação viesse por meio da Lei, então Cristo teria morrido em vão. Palavra do Senhor. ALELUIA 1 Jo 4, 10b Refrão: Aleluia. Repete-se Deus amou-nos e enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados.
  10. 10. 10 EVANGELHO Forma longa Lc 7, 36 __ 8, 3 «São-lhe perdoados os seus muitos pecados, porque muito amou» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas Naquele tempo, um fariseu convidou Jesus para comer com ele. Jesus entrou em ca- sa do fariseu e tomou lugar à mesa. Então, uma mulher uma pecadora que vivia na cidade ao saber que Ele estava à mesa em casa do fariseu, trouxe um vaso de ala- bastro com perfume; pôs-se atrás de Jesus e, chorando muito, banhava-Lhe os pés com as lágrimas e enxugava-Lhos com os cabelos, beijava-os e ungia-os com o per- fume. Ao ver isto, o fariseu que tinha convidado Jesus pensou consigo: «Se este ho- mem fosse profeta, saberia que a mulher que O toca é uma pecadora». Jesus tomou a palavra e disse-lhe: «Simão, tenho uma coisa a dizer-te». Ele respondeu: «Fala, Mestre». Jesus continuou: «Certo credor tinha dois devedores: um devia-lhe quinhentos dená- rios e o outro cinquenta. Como não tinham com que pagar, perdoou a ambos. Qual deles ficará mais seu amigo?». Respondeu Simão: «Aquele suponho eu a quem mais perdoou». Disse-lhe Jesus: «Julgaste bem». E voltando-Se para a mulher, disse a Simão: «Vês esta mulher? Entrei em tua casa e não Me deste água para os pés; mas ela banhou-Me os pés com as lágrimas e enxu- gou-os com os cabelos. Não Me deste o ósculo; mas ela, desde que entrei, não ces- sou de beijar-Me os pés. Não Me derramaste óleo na cabeça; mas ela ungiu-Me os pés com perfume. Por isso te digo: São-lhe perdoados os seus muitos pecados, por- que muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama». Depois disse à mulher: «Os teus pecados estão perdoados». Então os convivas começaram a dizer entre si: «Quem é este homem, que até perdoa os pecados?». Mas Jesus disse à mulher: «A tua fé te salvou. Vai em paz». Depois disso, Jesus ia caminhando por cidades e aldeias, a pregar e a anunciar a Boa Nova do reino de Deus. Acompanhavam-n’O os Doze, bem como algumas mulheres que tinham sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades. Eram Maria, cha- mada Madalena, de quem tinham saído sete demónios, Joana, mulher de Cusa, admi- nistrador de Herodes, Susana e muitas outras, que serviam Jesus com os seus bens. Palavra da salvação. DOMINGO XII do Tempo Comum (23 de junho de 2013) LEITURA I Zac 12, 10-11; 13, 1 «Voltarão os olhos para aquele a quem trespassaram» (Jo 19, 37) Leitura da Profecia de Zacarias Eis o que diz o Senhor: «Sobre a casa de David e os habitantes de Jerusalém derra- marei um espírito de piedade e de súplica.
  11. 11. 11 Ao olhar para Mim, a quem trespassaram, lamentar-se-ão como se lamenta um filho único, chorarão como se chora o primogénito. Naquele dia, haverá grande pranto em Jerusalém, como houve em Hadad-Rimon, na planície de Megido. Naquele dia, jorrará uma nascente para a casa de David e para os habitantes de Jerusalém, a fim de lavar o pecado e a impureza». Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL Salmo 62 (63), 2-6.8-9 (R. 2b) Refrão: A minha alma tem sede de Vós, meu Deus. Senhor, sois o meu Deus: desde a aurora Vos procuro. A minha alma tem sede de Vós. Por Vós suspiro, como terra árida, sequiosa, sem água. Quero contemplar-Vos no santuário, para ver o vosso poder e a vossa glória. A vossa graça vale mais que a vida: por isso os meus lábios hão-de cantar-Vos louvores. Assim Vos bendirei toda a minha vida e em vosso louvor levantarei as mãos. Serei saciado com saborosos manjares e com vozes de júbilo Vos louvarei. Porque Vos tornastes o meu refúgio, exulto à sombra das vossas asas. Unido a Vós estou, Senhor, a vossa mão me serve de amparo. LEITURA II Gal 3, 26-29 «Todos vós que recebestes o batismo de Cristo, fostes revestidos de Cristo» Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Gálatas Irmãos: Todos vós sois filhos de Deus pela fé em Jesus Cristo, porque todos vós, que fostes batizados em Cristo, fostes revestidos de Cristo. Não há judeu nem grego, não há es- cravo nem livre, não há homem nem mulher; todos vós sois um só em Cristo Jesus. Mas, se pertenceis a Cristo, sois então descendência de Abraão, herdeiros segundo a promessa. Palavra do Senhor.
  12. 12. 12 ALELUIA Jo 10, 27 Refrão: Aleluia. Repete-se As minhas ovelhas escutam a minha voz, diz o Senhor; Eu conheço as mi- nhas ovelhas e elas seguem-Me. EVANGELHO Lc 9, 18-24 «És o Messias de Deus. O Filho do homem tem de sofrer muito» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas Um dia, Jesus orava sozinho, estando com Ele apenas os discípulos. Então perguntou-lhes: «Quem dizem as multidões que Eu sou?». Eles responderam: «Uns, dizem que és João Baptista; outros, que és Elias; e outros, que és um dos antigos profetas que ressuscitou». Disse-lhes Jesus: «E vós, quem dizeis que Eu sou?». Pedro tomou a palavra e respondeu: «És o Messias de Deus». Ele, porém, proibiu-lhes severamente de o dizerem fosse a quem fosse e acrescen- tou: «O Filho do homem tem de sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas; tem de ser morto e ressuscitar ao terceiro dia». Depois, dirigindo-Se a todos, disse: «Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz todos os dias e siga-Me. Pois quem quiser salvar a sua vi- da, há-de perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, salvá-la-á». Palavra da salvação. DOMINGO XIII do Tempo Comum (30 de junho de 2013) LEITURA I 1 Reis 19, 16b.19-21 «Eliseu levantou-se e seguiu Elias» Leitura do Primeiro Livro dos Reis Naqueles dias, disse o Senhor a Elias: «Ungirás Eliseu, filho de Safat, de Abel- Meola, como profeta em teu lugar». Elias pôs-se a caminho e encontrou Eliseu, filho de Safat, que andava a lavrar com doze juntas de bois e guiava a décima segunda. Elias passou junto dele e lançou sobre ele a sua capa. Então Eliseu abandonou os bois, correu atrás de Elias e disse- lhe: «Deixa-me ir abraçar meu pai e minha mãe; depois irei contigo». Elias respondeu: «Vai e volta, porque eu já fiz o que devia». Eliseu afastou-se, tomou uma junta de bois e matou-a; com a madeira do arado assou a carne, que deu a comer à sua gente. Depois levantou-se e seguiu Elias, fi- cando ao seu serviço. Palavra do Senhor.
  13. 13. 13 SALMO RESPONSORIAL Salmo 15 (16), 1-2a.5.7-8.9-10.11 (R. cf. 5a) Refrão: O Senhor é a minha herança. Defendei-me, Senhor: Vós sois o meu refúgio. Digo ao Senhor: «Vós sois o meu Deus». Senhor, porção da minha herança e do meu cálice, está nas vossas mãos o meu destino. Bendigo o Senhor por me ter aconselhado, até de noite me inspira interiormente. O Senhor está sempre na minha presença, com Ele a meu lado não vacilarei. Por isso o meu coração se alegra e a minha alma exulta, e até o meu corpo descansa tranquilo. Vós não abandonareis a minha alma na mansão dos mortos, nem deixareis o vosso fiel sofrer a corrupção. Dar-me-eis a conhecer os caminhos da vida, alegria plena na vossa presença, delícias eternas à vossa direita. LEITURA II Gal 5, 1.13-18 «Fostes chamados à liberdade» Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Gálatas Irmãos: Foi para a verdadeira liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permanecei firmes e não torneis a sujeitar-vos ao jugo da escravidão. Vós, irmãos, fostes chamados à liber- dade. Contudo, não abuseis da liberdade como pretexto para viverdes segundo a car- ne; mas, pela caridade, colocai-vos ao serviço uns dos outros, porque toda a Lei se resume nesta palavra: «Amarás o teu próximo como a ti mesmo». Se vós, porém, vos mordeis e devorais mutuamente, tende cuidado, que acabareis por destruir-vos uns aos outros. Por isso vos digo: Deixai-vos conduzir pelo Espírito e não satisfareis os desejos da car- ne. Na verdade, a carne tem desejos contrários aos do Espírito, e o Espírito desejos contrários aos da carne. São dois princípios antagónicos e por isso não fazeis o que quereis. Mas se vos deixais guiar pelo Espírito, não estais sujeitos à Lei de Moisés. Palavra do Senhor.
  14. 14. 14 ALELUIA 1 Sam 3, 9; Jo 6, 68c Refrão: Aleluia. Repete-se Falai, Senhor, que o vosso servo escuta. Vós tendes palavras de vida eterna. EVANGELHO Lc 9, 51-62 «Tomou a decisão de Se dirigir a Jerusalém. Seguir-Te-ei para onde quer que fores» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas Aproximando-se os dias de Jesus ser levado deste mundo, Ele tomou a decisão de Se dirigir a Jerusalém e mandou mensageiros à sua frente. Estes puseram-se a caminho e entraram numa povoação de samaritanos, a fim de Lhe prepararem hospedagem. Mas aquela gente não O quis receber, porque ia a caminho de Jerusalém. Vendo isto, os discípulos Tiago e João disseram a Jesus: «Senhor, queres que man- demos descer fogo do céu que os destrua?». Mas Jesus voltou-Se e repreendeu-os. E seguiram para outra povoação. Pelo caminho, alguém disse a Jesus : «Seguir-Te-ei para onde quer que fores». Jesus respondeu-lhe: «As raposas têm as suas tocas, e as aves do céu os seus ni- nhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça». Depois disse a outro: «Segue-Me». Ele respondeu: «Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar meu pai». Disse-lhe Jesus: «Deixa que os mortos sepultem os seus mortos; tu, vai anunciar o reino de Deus». Disse-Lhe ainda outro: «Seguir-Te-ei, Senhor; mas deixa-me ir primeiro despedir-me da minha família». Jesus respondeu-lhe: «Quem tiver lançado as mãos ao arado e olhar para trás não serve para o reino de Deus». Palavra da salvação. Todas as quartas 6as-feiras de cada mês, às 21h, na igreja dos Terceiros, junto ao parque da Cidade de Viseu. (Próxima Oração—28 de junho de 2013)
  15. 15. 15 O Papa Francisco convidou os católicos a anunciarem a sua fé em diálogo com todos, construindo “pontes” em vez de “muros”. “Os cristãos que têm medo de fazer pontes e preferem construir muros são cristãos que não estão seguros da sua própria fé, não estão seguros de Jesus Cristo”, alertou, na homilia da missa a que presidiu na capela da Casa de Santa Marta, no Vaticano, com a participação de funcionários da Santa Sé. Segundo o Papa, quem quer trans- mitir a mensagem do Evangelho deve “ouvir todos”, algo que considera ter vindo a melhorar, dentro da Igreja, nas últimas décadas. “Lembro-me que quando era criança, se ouvia nas famílias católicas, na minha: ‘Não os podemos visitar porque não são casados pela Igreja’. Era como uma exclusão, não, não podem ir porque são comunistas ou ateus”, relatou. Francisco disse que esta é uma “defesa da fé, mas com muros” e que Jesus “fez pontes”. “O cristão deve anunciar Jesus Cristo de forma a que Jesus Cristo seja acei- te, recebido, não recusado”, sustentou. O Papa deu o exemplo do Apóstolo Paulo, que no primeiro século do Cristianismo anunciou Jesus em vários países, até ao seu martírio em Roma. “Ele (Paulo) sabe que o anúncio de Jesus Cristo não é fácil, mas que não de- pende dele: ele tem de fazer todos os possíveis, mas o anúncio de Jesus Cristo, o anúncio da verdade, depende do Espírito Santo”, realçou. Francisco reforçou a ideia de que a verdade “é um encontro” com Jesus e que “ninguém” é seu dono. “A verdade recebe-se no encontro”, prosseguiu. O Papa voltou ao exemplo de São Paulo para defender que “a evangelização não é fazer proselitismo”. “Quando a Igreja perde esta coragem apostólica torna-se uma Igreja para- da, uma Igreja ordenada, bela, tudo belo, mas sem fecundidade, porque per- deu a coragem de ir às periferias, onde há muitas pessoas vítimas da idola- tria, da mundanidade, do pensamento fraco”, avisou. Em conclusão, Francisco deixou outro alerta: “Aqueles que não avançam para não errarem cometem um erro mais grave”. RV/OC
  16. 16. 16 JMJ Rio2013 é consagrada a Nossa Senhora de Fá- tima No dia de Nossa Senhora de Fátima, o arcebispo do Rio de Janeiro e presidente do COL, Dom Orani João Tempes- ta, consagrou os peregrinos e voluntários da JMJ Rio2013 à Virgem Maria. A consagração foi feita durante a Santa Missa celebrada no Santuário de Fátima em Portugal. “Ó Virgem de Fátima, como peregrino em terras portu- guesas e com o coração repleto de alegria, venho consa- grar ao vosso Imaculado Coração, todos os jovens que estão preparando-se para a Jornada Mundial da Juventu- de, no Rio de Janeiro. Humildemente vos pedimos, rogai pelo comité organizador local e por todos os voluntários empenhados nos mais variados serviços em preparação a este momento. Olhai com vosso amor de Mãe todos os jovens que sofrem, vítimas da violência e do abandono, do desemprego e do descaso. Suplicamos, ó Rainha, que a Jornada Mundial da Juventude seja uma extraordinária experiência de encontro dos jovens com vosso amado Filho e que possa aumentar o amor de cada um deles por Cristo, único capaz de dar pleno sentido às nossas vidas, fazendo dos jovens discípulos e missionários numa sociedade em mudança. Virgem Imaculada, que aqui na Cova da Iria vos manifestastes aos três pastorinhos e pedistes que rezássemos pela Igreja, vos rogamos que continueis intercedendo pela Esposa de Cristo e pelo Papa Francisco, para que juntos consigamos testemunhar ao mundo o quanto Deus nos ama e espera por nosso amor. Mãe querida, vosso convite à conversão continua vivo em nossos corações e princi- palmente no coração dos jovens, os quais confio, nesta celebração, ao teu Puríssimo Coração. Ave Maria, ... Fátima, 12 de maio de 2013 D. Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro” Papa pede orações para que bispos e padres sejam «pastores» contra os lo- bos Francisco alerta para tentações da vaidade e da riqueza O Papa pediu hoje no Vaticano que os bispos e os padres sejam pastores que prote- gem as comunidades católicos dos “lobos vorazes”, sem cederem às tentações da “vaidade” e da “riqueza”. “No fim de contas, um bispo não é bispo para si próprio, mas para o povo, e um padre não é padre para si mesmo, é-o para o povo”, referiu Francisco, na homilia da missa a que presidiu esta manhã na capela da Casa de Santa Marta. A intervenção realçou que aqueles que seguem “a estrada da riqueza” e a “estrada da vaidade” se transformam em “lobos e não pastores”. “Quando um padre, um bispo, vai atrás do dinheiro, o povo não o ama e isso é um sinal. Ele próprio acaba mal”, alertou. O mesmo aviso foi lançado contra o “espírito do carreirismo” que “faz tanto mal à Igreja” e leva as pessoas ao “ridículo” de se vangloriarem. O Papa pediu orações pelos membros da hierarquia católica, para que sejam “pobres”, “humildes”, “mansos” e estejam “ao serviço do povo”. Cidade do Vaticano, 15 maio 2013 RV/OC
  17. 17. 17 A Voz do Conselho Económico Publicamos nesta edição o relatório de contas, referente ao mês de abril de 2013 Contributos a entregar na diocese Missas plurintencionais 372,50 € TOTAL 372,50 € RESUMO FINAL Receita Total 1.315,97 € A entregar na diocese 372,50 € Saldo para o fundo paroquial 943,47 € Despesas da paróquia 636,00 € Saldo Final 307,47 € Receita Despesas Dia/Evento Evento Montante Ofertórios dominicais na igreja matriz 239,47 € Venc. Pároco 600,00 € Missas plurintencionais 745,00 € Evang. Voz Paróquia 36,00 € Côngrua (3) 55,00 € € Batismos 40,00 € TOTAL 1.315,97 € 636,00 € Receita de catecismos 196,50 € Funerais (1) 40,00 €
  18. 18. 18 Todos os benefícios do cháTodos os benefícios do chá Não é um medicamento, mas os seus benefícios para o organis- mo são variados. Existem várias espécies de chá. Conheça as vantagens de cada um. Os tipos básicos de chá, produzidos so- bretudo na China, Índia e Ceilão, são provenientes da mesma espécie (camellia sinensis). Chá verde Produz uma infusão de cor verde jade e um suave e relaxante odor a verduras frescas. É o menos oxidado e, por isso, preserva uma maior quantidade de catequinas, um fi- tonutriente com uma forte ação antioxidante. Chá preto É o mais aromático e o mais forte. As suas folhas em água a ferver produzem uma bebida castanha avermelhada com um aroma semelhante ao do malte. Chá oolong Considerado uma variedade intermédia entre o verde e o preto, pode apresentar três fases de oxidação, designadamente ligeira, moderada ou completa. Chá branco Resulta da infusão de chá com folhas jovens, que não sofreram efeitos de oxidação. É o mais suave e delicado e também o mais caro e difícil de encontrar. 6 razões para beber chá 1. É hidratante Vários estudos descrevam o chá como uma fonte de hidratação por excelência, logo a seguir à água. Outros revelam que os consumidores apreciam o chá não só para matar a sede, mas também pelo seu sabor. 2. É antioxidante Combate o envelhecimento, devido ao seu elevado conteúdo em flavonoides (fitonutrientes com forte ação antioxidante). Esta propriedade faz do chá um fiel aliado do coração, evitando a aterosclerose, redu- zindo a tensão arterial e o risco de enfarte. 3. Tanto pode ser excitante como relaxante De acordo com Helena Cid, «o chá contém L-teanina e baixos níveis de cafeína o que, para além de mais benéfico para a saúde, ajuda a manter a pessoa em alerta». A L- teanina produz efeitos tranquilizantes no cérebro, induzindo o relaxamento sem causar sonolência. 4. É anti-infecioso Os taninos (fitonutrientes com ação adstringente) não só conferem ao chá o seu sabor ligeiramente amargo, como também as suas qualidades antivirais e antibacterianas. Segundo alguns especialistas, combatem inclusive o vírus da gripe, o herpes simplex e a hepatite crónica. 5. É anticancerígeno Os seus compostos, sobretudo os do chá verde, exercem um papel protetor contra as células tumorais do pulmão, pele, próstata e estômago. Para além disso, atua contra agentes cancerígenos como as nitrosaminas. 6. Protege os dentes Contém flúor, que contribui para o endurecimento do esmalte dentário. É por esta ra- zão que os japoneses aconselham os seus filhos a beberem chá verde depois de come- rem doces. No entanto, não pode ser usado como substituto de uma boa higiene oral já que a desvantagem do chá é a de poder manchar os dentes.
  19. 19. 19 13 DE JUNHO
  20. 20. 20 Com a colaboração do JES Por favor guarde a nossa voz, pode ser-lhe útil no futuro. 2013 Lua cheia Lua nova Quarto crescente Quarto Minguante Junho AGRICULTURA. JARDINAGEM. ANIMAIS. Cavar, estrumar e semear os campos. No Quarto Minguante, ceifa do trigo, centeio e cevada. Na Horta semear em viveiro alface, alho-porro, repolho, couves-flor e de Bruxelas, couve-nabo, couve-rábano e couve-galega. Em local definitivo semear cenoura, chicória, nabo, rabanete, salsa, etc. Colher a batata de Fevereiro. Cuidar de milharais, batatais e morangal. Continua a sementeira do feijão para consumo em verde. Plantar batata, pimento e tomate. Colher cebola, alho, alfaces e aipo, da sementei- ra de Janeiro. Apanhar as cerejas e as nêsperas. Extrair o mel e a cortiça. Na vinha continuar com os tratamentos e aplicar o enxofre quando se manifestar o oídio. No Jardim semear begónias, calêndulas, gipsófilas, goivos, e colher rosas, cravos, etc. Animais: o gado, bem bebido sai dos estábulos na alba ou ao entardecer.

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