Aula 4 prevenção

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Aula 4 prevenção

  1. 1. Prof Enf Jesiele Spindler
  2. 2. PREVENÇÃO Prevenir: “antecipar, preceder, tornar impossível por meio de uma providência precoce”. Pág. 24
  3. 3. Prevenção Primária 1) Promoção da saúde: É feita através de medidas de ordem geral: ◦ Moradia adequada; ◦ Escolas; ◦ Área de lazer; ◦ Alimentação adequada; ◦ Educação em todos os níveis. Pág. 24
  4. 4. Prevenção Primária Promoção da Saúde:  Não se dirigem a determinada doença, mas servem para aumentar a saúde e o bem-estar geral.  A Educação em Saúde tem papel primordial.  Todo motivo que leva um paciente ao serviço de saúde é oportunidade de orientação. Pág. 25
  5. 5. Prevenção Primária 2) Proteção específica:  Imunizações;  Saúde ocupacional;  Higiene pessoal e do lar;  Proteção contra acidentes;  Aconselhamento genético;  Controle de vetores. Pág. 24
  6. 6. Prevenção Primária 2) Proteção específica:  Medidas aplicáveis a uma doença ou grupos de doenças específicas, visando interceptar as causas das mesmas antes que atinjam o homem. Pág. 26
  7. 7. Prevenção Secundária 1) Diagnóstico precoce:  Inquéritos para descoberta de casos na comunidade;  Exames periódicos, individuais, para detecção precoce de casos;  Isolamento para evitar a propagação de doenças;  Tratamento para evitar a progressão da doença. Pág. 25
  8. 8. Prevenção Secundária 1) Diagnóstico precoce: Evitar a contaminação de terceiros, se a moléstia for transmissível, curar ou estacionar o processo evolutivo da doença, a fim de evitar complicações ou sequelas, evitar a invalidez prolongada. Pág. 27
  9. 9. Prevenção Secundária 2) Limitação da incapacidade:  Evitar futuras complicações;  Evitar sequelas. Este nível implica na prevenção ou no retardamento das consequências de moléstias clinicamente avançadas. Pág. 25
  10. 10. Prevenção Terciária  Reabilitação (impedir a incapacidade total);  Fisioterapia;  Terapia ocupacional;  Emprego para o reabilitado. Pág. 25
  11. 11. Prevenção Terciária Alterações anatômicas e fisiológicas estão mais ou menos estabilizadas. Principal objetivo: recolocar o indivíduo afetado em uma posição útil na sociedade, com a máxima utilização de sua capacidade restante. Depende de meios adequados nos hospitais, na comunidade e na indústria. Pág. 27
  12. 12. Prof Enf Jesiele Spindler
  13. 13. É um sistema de informação, decisão e ação, para recomendar, planejar e avaliar medidas de controle dos agravos, em alerta permanente em relação à frequência e distribuição das doenças e dos fatores ou condições que propiciam o aumento do risco de transmissão das doenças, Pág. 27
  14. 14. Para ser eficiente é necessário que ocorra: controle de doenças e as suas atividades executadas em todos os níveis de prestação de serviços (unidades básicas, hospitais, clínicas particulares e população em geral). Pág. 28
  15. 15. Notificação compulsória A notificação compulsória consiste na comunicação da ocorrência de casos individuais, conjuntos de casos ou surtos, suspeitos ou confirmados, da lista de agravos relacionados na Portaria, que deve ser feita às autoridades sanitárias por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, visando à adoção das medidas de controle pertinentes. Pág. 28
  16. 16. Notificação compulsória É obrigatória a notificação de doenças, agravos e eventos de saúde pública constantes da Portaria nº 104, de 25 de janeiro de 2011, do Ministério da Saúde. Pág. 28
  17. 17. Notificação compulsória  Possibilitar a descoberta dos casos novos para desencadear o mais rapidamente possível o processo de profilaxia;  Permitir o planejamento das ações de saúde, a partir das prioridades levantadas pelo comportamento epidemiológico. Pág. 28
  18. 18. Notificação compulsória Pág. 28 TUBERCULOSE MALÁRIA SARAMPO HANSENIASE COQUELUCHE MENINGITE MENINGOCÓCICAS DIFTERIA LEISHMANIOSE TEGUMENTAR TETANO RAIVA HUMANA POLIOMIELITE FEBRE AMARELA PESTE ESQUISTOSSOMOSE DOENÇA DE CHAGAS CÓLERA AIDS
  19. 19. Pág. 28
  20. 20. Pág. 28

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