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O Graffiti nasceu nos muros e já rodou por muitos lugares: exposições, plataformas,
escritórios, sites e ...
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de graffiti da cidade, ele e...
além
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ruas.
Como na rua quando é para marcar presença a galera vai de banca, essa é formada
por nomes de peso: Katia Ba...
William Ferreira - artista plástico, escultor e grafiteiro, autodidata. michel japs - artista plástico e grafiteiro, autod...
“Gosto de mostrar a evolução do homem e, com isso sua decadência
e degradação em nome da evolução e da ganância por dinhei...
“Busco constantemente a evolução e a inovação através da tipografia.
Toda referência tipográfica serve como influência tan...
sketchs.
Antes da produção final, são apresentados
conceitos ilustrados através de alguns
fidelidadee posteriormente
são reproduzidos
no painel com
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Os sketchs pré-aprovados passam
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  1. 1. fite essa ideia. O Graffiti nasceu nos muros e já rodou por muitos lugares: exposições, plataformas, escritórios, sites e muito mais. Um dos seus novos endereços é o FITE, projeto dos artistas Michel Japs e Will Ferreira, com o objetivo de expandir as fronteiras da arte de rua e valorizar o trabalho da dupla. O projeto mal começou e já recebeu apoio da vizinhança. O SESC Sorocaba é um dos parceiros que abriu as portas para o FITE.
  2. 2. painel sesc. case O trabalho é um divisor de águas para o projeto. Além de ser o maior painel de graffiti da cidade, ele está localizado em um prédio que une cultura e sustentabilidade, pois, segue o modelo “Edifício Verde”, ou seja, construído com base em critérios que preservam o meio ambiente e a comunidade. Conceito que ganhou um toque de arte com o grafitti do Japs e do Will.
  3. 3. além das ruas. Como na rua quando é para marcar presença a galera vai de banca, essa é formada por nomes de peso: Katia Barelli, Supervisora do Núcleo Artístico no SESC, Marcelo Silvani, Coordenador do curso de Design na UNISO, e Cristina Delanhesi, Presidente do Museu de arte contemporânea de Sorocaba. Um negócio como esse não poderia passar em branco. E não passou. A Praia, um coletivo criativo formado por profissionais de comunicação e arte, registrou cada detalhe. Criou um vídeo, com direção de Chores Rodrigues, que desenvolve trabalhos voltados para a cultura de rua, produzindo vídeos e fotos de skatistas, editado por Laercio Almeida e com o apoio da produtora RTV, que cedeu equipamentos e estrutura. Para não sair do tom, a trilha foi composta por Zap San, artista independente na nova cena do Hip Hop sorocabano. O resultado desse trabalho não poderia ser visto qualquer dia. Por isso escolhemos o Dia Internacional do Graffiti, 27 de março, para lançar o vídeo, na página do Fite no Facebook. Então já sabe, o encontro já tem data e endereço marcado. Não perca. facebook.com/fiteart
  4. 4. William Ferreira - artista plástico, escultor e grafiteiro, autodidata. michel japs - artista plástico e grafiteiro, autodidata. Japs é formado em design gráfico pela universidade de Sorocaba e começou no graffiti em 2004, período em que andava de skate e começou a se interessar pela cultura de rua. Isso o levou a participar de oficinas de hip hop e numa dessas oficinas foi apresentado ao graffiti. A tipografia é sua principal inspiração e consequentemente o carro chefe do seu trabalho com graffiti e também como designer gráfico. Além do graffiti tradicional em paredes e muros, Japs desenvolve seu trabalho em diferentes plataformas como: camisetas e shapes de skate, fachadas de lojas e até móveis. Começouadesenharaos15anos,influenciadopelasrevistasemquadrinhos do Spawn. Aos poucos começou a criar seus próprios personagens e alguns anos depois passou a ter contato maior com as tintas de tecido que sua mãe usava em seus trabalhos de artesanato. Elas se tornaram a base principal de seus trabalhos em telas até hoje. O Graffiti apareceu na sua vida por volta de 2006 e, diferente de muitos grafiteiros não evoluiu da pichação, mas conheceu diretamente a arte do Graffiti. Aos poucos passou a desenvolver suas próprias técnicas. Além do graffiti Will desenvolve trabalhos em tela e esculturas.
  5. 5. “Gosto de mostrar a evolução do homem e, com isso sua decadência e degradação em nome da evolução e da ganância por dinheiro, se tornando um ser programado e sem vida. Uma máquina sem sentimentos. Tento passar isso em minha arte onde ela estiver, seja em tela, escultura, paredes, avenidas e ruas”.
  6. 6. “Busco constantemente a evolução e a inovação através da tipografia. Toda referência tipográfica serve como influência tanto no meu trabalho com graffiti quanto em meu trabalho como designer gráfico”.
  7. 7. sketchs. Antes da produção final, são apresentados conceitos ilustrados através de alguns
  8. 8. fidelidadee posteriormente são reproduzidos no painel com extrema Os sketchs pré-aprovados passam por um processo de ilustração digital

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