Formação das sociedades brasileira e americana. anotações iniciais

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Formação das sociedades brasileira e americana. anotações iniciais

  1. 1. Formação das sociedades brasileira e americana. Considerações Iniciais
  2. 2. 20/7/2013 2 Considerações Iniciais • Formação das sociedades – Ibero-americana (IA) – Americana (A) • Tempo entre os processos de colonização – Avaliação das informações oriundas das colônias IA • Perspectiva “relacional” no início da exploração – Membros do baixo escalão da corte (IA) – Gerentes e capitães experimentados em outras colônias (A)
  3. 3. 20/7/2013 3 Considerações Iniciais • Dinâmica sócio-econômica – (IA) Exploração=> Extrativismo; Remessa de impostos – (A) Investimentos=> Franquias; “parceria”, impostos • Ocupação planejada para ocupar o continente com ameaça de espanhóis, holandeses e franceses em busca do desbravamento • Investimentos , financiamentos, auditoria, consultoria • Reuniões nas assembléias no centro das cidades • “vias de circulação”
  4. 4. 20/7/2013 4 Considerações Iniciais • Nativos – (IA) índios sedentários, extrativistas da fauna e flora – (A) índios com tecnologia de agricultura e pecuária desenvolvida • Relevo – (IA) Selva, serras, cordilheiras e montanhas próximas ao litoral – (A) montanhas; planícies; pradarias • Densidade demográfica – (IA) => Dispersão com incomunicabilidade – (A) => Dispersão acessibilidade
  5. 5. 20/7/2013 5 Integração do território • (IA)Avanço para o interior por aventureiros – O relevo não facilitava a integração entre comunidades – Núcleos deixados à própria sorte – Aglutinação política e social em torno das “fazendas” – Consolidando a noção da “dependência” pelo “cumpadrio”. – Forte dependência dos recursos da Coroa. • (A) Formação e consolidação do núcleo antes de se avançar para o “interior” • (A) Consolidação de novos povoados – Novos investimentos da coroa britânica, consultores, auditores e eleição de representantes locais nos conselhos. Considerações Iniciais
  6. 6. 20/7/2013 6 • Perspectiva “relacional” ao longo do processo (IA) – Estrutura hierárquica das fazendas (núcleos) estimulava uma distância nas relações; – Miscigenação propiciou uso de códigos e dialetos no intuito de auto-proteção, gerando estratos vivenciais distintos e pouco intercambiáveis; e – A expressiva maioria da população não era chamada para participar do processo de desenvolvimento. Considerações Iniciais
  7. 7. 20/7/2013 7 • (A) A noção do “coletivo”, da “coisa pública” e inserção no processo de desenvolvimento foi desenvolvida – Uso das informações oriundas das demais regiões colonizadas pela Inglaterra; – A perspectiva do “franchising” dos negócios da coroa britânica; e – A percepção do “desenvolvimento coletivo” prevalente à autonomia dos povoados isolados. – O Herói nacional passou a ser o Fazendeiro desbravador. Considerações Iniciais
  8. 8. Formação Social • (IA) Dependência dos recursos do Estado, baixo empreendedorismo • (A) Independência da coroa, percepção do desenvolvimento coletivo, alto nível de empreendedorismo.
  9. 9. Reforçamento da Idiossincrasia • (IA) Estímulo a dependência; baixos investimentos na educação e formação técnica • (A) Estímulo ao empreendedorismo – Ampliação do acesso aos financiamentos da coroa por intermédio de métricas de desempenho e meritocracia. – Reforçamento do estímulo ao risco do empreendedor (aumento na remuneração e financiamentos)
  10. 10. Sedimentação da idiossincrasia Viés econômico • (A) Reforçamento do empreendedorismo com risco – Estímulo a atividade com proteção securitária • O mercado proteje o empreendimento por intermédio do seguro adquirido e da valorização do conhecimentno agregado – Estímulo ao desenvolvimento coletivo • Condomínios, cooperativas com grande participação
  11. 11. Sedimentação da idiossincrasia Viés econômico • (IA) Reforçamento da dependência e baixo risco – Estímulo a atividade com o Estado • O mercado interno prevalente • Remessas para o exterior com o Estado como fiador securitário (baixa remuneração no risco) – Baixo estímulo ao desenvolvimento coletivo • Cooperativas com prevalência dos “eleitos” com baixo estímulo ao empreendedorismo.
  12. 12. [...]

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