Manual dos principiantes<br />Maquetes, Batalhas <br />e outros trabalhos:<br />Acção de Formação<br />
1º Passo: Identificação<br />
Decisões, decisões…<br /><ul><li>Que grupos?
Maquete física ou tridimensional?
Maquete de monumento ou acontecimento?
Que momento da batalha melhor serve o conteúdo programático?
Que maquete: à escala ou simbólica?
O que precisamos fazer para representar o momento da batalha que escolhemos?
Que materiais vamos empregar? </li></li></ul><li>2º Passo: Investigação<br /><ul><li>Corrida à NET.
O site da Fundação da Batalha.
Pedido de informação à Fundação.
Consulta de enciclopédias, manuais e livros diversos, uns nossos e outros emprestados.
Consulta de links sugeridos pela fundação.
Ida ao Centro Interpretativo e aquisição de material de consulta.
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Maquetes, batalhas e outros trabalhos

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Maquetes, batalhas e outros trabalhos

  1. 1. Manual dos principiantes<br />Maquetes, Batalhas <br />e outros trabalhos:<br />Acção de Formação<br />
  2. 2. 1º Passo: Identificação<br />
  3. 3. Decisões, decisões…<br /><ul><li>Que grupos?
  4. 4. Maquete física ou tridimensional?
  5. 5. Maquete de monumento ou acontecimento?
  6. 6. Que momento da batalha melhor serve o conteúdo programático?
  7. 7. Que maquete: à escala ou simbólica?
  8. 8. O que precisamos fazer para representar o momento da batalha que escolhemos?
  9. 9. Que materiais vamos empregar? </li></li></ul><li>2º Passo: Investigação<br /><ul><li>Corrida à NET.
  10. 10. O site da Fundação da Batalha.
  11. 11. Pedido de informação à Fundação.
  12. 12. Consulta de enciclopédias, manuais e livros diversos, uns nossos e outros emprestados.
  13. 13. Consulta de links sugeridos pela fundação.
  14. 14. Ida ao Centro Interpretativo e aquisição de material de consulta.
  15. 15. Estudo das imagens esquemáticas da Batalha.
  16. 16. Estudo da topografia para representação aproximada na maquete e para definição das proporções dos soldados.
  17. 17. Estudo da proporção de combatentes dos dois exércitos.</li></li></ul><li>3º Passo: Planeamento <br /><ul><li>Planificação de tema, conteúdos, objectivos,
  18. 18. Listagem de material necessário.
  19. 19. Divisão de tarefas. </li></li></ul><li>4- Construção<br />Ensaio<br />Concretização<br /><ul><li>Elaboração de protótipos de figuras com a colaboração de colegas de EVT.
  20. 20. Elaboração de diversos croquis da base da batalha.
  21. 21. Acerto de escalas de figuras e campo de batalha.
  22. 22. Moldagem de bonecos com os materiais fornecidos.
  23. 23. Acertos nas quantidades e tamanhos dos bonecos.
  24. 24. Decisões e acertos quanto à moldagem das figuras.
  25. 25. Produção em massa de cem soldados e dez alimárias.</li></li></ul><li>
  26. 26. 5- AVALIAÇÃO<br />Reveses<br /><ul><li>1. Uma sessão com falta de material.
  27. 27. 2. Ao moldar as figuras, o número de bonecos que tínhamos revelou-se insuficiente.
  28. 28. 3. Sessão em que não tivemos material para fazer a base.</li></ul>Resoluções <br /><ul><li>1.Tempo utilizado para selecção de material recolhido e para troca de ideias.
  29. 29. 2. Fizemos contas para aumento do número de figuras, mantendo as proporções.
  30. 30. 3. Fizemos pormenores para as figuras.</li></ul>Reajustes <br /><ul><li>1.Excluímos alguns aspectos e juntámos novos. Repensámos materiais a usar na maquete e elaborámos nova lista de material necessário.
  31. 31. 2. Moldámos os bonecos necessários.
  32. 32. 3. As figuras ficaram mais completas.</li></li></ul><li>Dificuldades<br /><ul><li>Escolha de materiais para as figuras.
  33. 33. Conceber o protótipo das figuras.
  34. 34. Adequar a realidade geográfica a uma maquete simbólica.
  35. 35. Decidir da proporcionalidade dos exércitos.
  36. 36. Decidir da representação ou não de todos os tipos de soldados.
  37. 37. Adequar a maquete à faixa etária a que se destina.
  38. 38. Garantir que a maquete cumpra os objectivos didácticos planificados.</li></li></ul><li>
  39. 39. Aprendemos nesta acção de formação:<br /><ul><li>A escolha dos grupos de trabalho deve ser orientada pelo professor. Há tantas decisões a tomar que os alunos têm de se relacionar bem. Além disso, precisam que cada elemento tenha “jeito” para coisas diferentes.
  40. 40. O professor tem de levar alguns temas na manga, pois o brainstorming para esta actividade pode revelar-se difícil para crianças do segundo ciclo.
  41. 41. A constante orientação e supervisão do professor é imprescindível.
  42. 42. A gestão dos materiais necessários pelo professor é fundamental. Se faltar material para a consecução de uma parte da maquete que envolveu trabalho prévio dos alunos, as consequências serão o desânimo, desmotivação e o desinteresse face à actividade e ao próprio conteúdo, o que é exactamente o contrário do que se pretende com este tipo de actividade.</li></li></ul><li>Aplicação prática em sala de aula<br />Objectivos e estratégias até à concepção<br /><ul><li>Objectivo: o que queremos que saibam no final?
  43. 43. Processo: o aluno descobre os saberes e constrói os meios que permitem novas descobertas.
  44. 44. Escolha livre ou imposta de momento ou monumento, tendo em conta o grupo turma.
  45. 45. Trabalhar competências gerais e competências específicas de HGP face ao que consta do PCT.
  46. 46. Ter em conta as competências e os conteúdos de HGP para o 2º ciclo.
  47. 47. Contexto onde a escola está inserida.</li></ul>Metodologias para implementação na sala de aula: prática, organização, funcionalidade.<br /><ul><li>Pesquisa e recolha: explorar competências de HGP – tratamento de informação/fontes.
  48. 48. Amontoar informação.
  49. 49. Seleccionar e organizar: formar conjuntos relativos à época, momento/monumento, estrutura.
  50. 50. Escolher materiais: lista de compras, tarefas e etapas de trabalho: fazer guião.
  51. 51. Aplicar competências de compreensão histórica.</li></li></ul><li>Aplicação prática em sala de aula<br />Processos/Modelos/Aspectos de avaliação<br /><ul><li>“Handson”, mãos na massa: seguir/gerir o guião.
  52. 52. Verificação do respeito pelas etapas; balanços regulares do trabalho realizado; eventuais adaptações e/ou reformulações.
  53. 53. Registo das observações em grelhas próprias.
  54. 54. Competências gerais, específicas e interdisciplinaridade.</li></ul>Mudanças, melhorias e reformulações<br />ALUNOS<br /><ul><li>Auto-avaliação e reflexão sobre os resultados.
  55. 55. Balanço das aprendizagens.</li></ul>PROFESSORES<br /><ul><li>Utilidade do trabalho interdisciplinar face às poucas horas de HGP.
  56. 56. Troca de experiências com colegas.
  57. 57. Calendarização.
  58. 58. Verificação da aquisição de competências gerais e específicas.</li></li></ul><li>

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