Seminario bdo

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Banco de dados Orientado a objeto

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Seminario bdo

  1. 1. Professor: Cleber Mira Dourados, 11 de abril de 2015 Aluno: Jose Roberto do Amaral
  2. 2. Aluno: Jose Roberto do Amaral Dourados, 11 de abril de 2015 Banco de Dados a objeto orientado
  3. 3. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  4. 4. Introduction Schedule Perspective Uma visão sobre Orientação a Objeto  Orientação a Objeto - Teve origem nas Linguagem de Programação OO  Foi aplicada a várias áreas da computação  Engenharia de software  Base de conhecimentos  Inteligência artificial  Banco de dados cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  5. 5. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  6. 6. Introduction Schedule Perspective Conceitos principais da Orientação a Objeto  Os principais conceitos da programação OO são:  Herança  Polimorfismo  Encapsulamento  Mensagem cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  7. 7. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  8. 8. Introduction Schedule Perspective Componentes da Orientação a objeto  conceitos são implementados pela classe e pelos objetos  Classe  Objetos  Identificador de Objeto (OID) cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  9. 9. Introduction Schedule Perspective Classes  Agrupa objetos com a mesma estrutura e comportamento, formando uma coleção de objetos classe: Pessoa Objeto = ocorrência de uma classe cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  10. 10. Introduction Schedule Perspective Atributos e Métodos  Atributos: caracterizam e definem a classe, cada atributo tem um nome e tipo associado.  Métodos: Definem as funcionalidades da classe, procedimentos associados ao objeto cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  11. 11. Introduction Schedule Perspective Atributos e Métodos Objeto cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  12. 12. Introduction Schedule Perspective Herança  Herança: permite que classes compartilhem métodos e atributos entre si cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  13. 13. Introduction Schedule Perspective Polimorfismo  É um recurso a onde uma mais classes compartilham os mesmo métodos de uma outra classe que tem a mesma assinatura, mas comportamento distintos. cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  14. 14. Introduction Schedule Perspective Mensagens  Quando um objeto deseja uma informação sobre um outro objeto  Quando deseja modificar o estado de outro objeto. Exemplo: func.aumentasalario(20, NovoSalario) cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  15. 15. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  16. 16. Introduction Schedule Perspective O que é um Banco de Dados Orientado a Objetos?  Um banco de dados orientado a objeto é um sistema em que cada informação é armazenada na forma de objeto.  Com os mesmos conceitos das linguagens de programação orientada a objeto.  Diferenças é a persistência dos objetos cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  17. 17. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  18. 18. Introduction Schedule Perspective Motivação  A necessidade de manipulação e armazenamento de dados complexos  Atender os requisitos de aplicações não convencionais  Engenharia e manufatura (CAD/CAM, CIM)  Aplicações cientificas (Meteorologia, Genética)  Aplicações envolvendo dados geográficos(GIS)  Aplicações multimídia  Funcionalidades que vão além do que o modelo relacional.  Acompanhar a evolução da Linguagem de programação cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  19. 19. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  20. 20. Introduction Schedule Perspective Entendo os Objetos no Banco de Dados Cada objeto é representado como com um identificador. Pode-se gerenciar objetos compostos  Um objeto definido dentro do outro. Normalmente o objeto possui 2 componentes:  estado(valor)  comportamento(operações) cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  21. 21. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  22. 22. Introduction Schedule Perspective Objetos– Identificadores de Objeto (OID)  Uma correspondêcia direta entre o objetos do mundo real e os objetos do BDOO  É identificador que o diferencia de todos os demais objetos durante a sua existência.  Cada OID é único  É gerado pelo sistema (SGBDOO)  É independente do endereço de armazenamento  É imutável  É desejável que seja utilizado apenas uma vez (mesmo após a exclusão do objeto) – UNIQUE  Podem ser utilizados para estabelecer relacionamento entre objetos.  Não é visível ao usuário externo. cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  23. 23. Introduction Schedule Perspective Uma representação Gráfica Pessoas ID Nome Apelido Empregados Departamento Cargo 0023 Jose Roberto Vendas Supervisor Beto 0026 Instancia do objeto Empregados Classe Sub-classe herda Atributos da classe pessoas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  24. 24. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  25. 25. Introduction Schedule Perspective Persistência dos Objetos Sem dúvida alguma uma das grandes característica desse modelo de banco de dados é a persistência de objetos.  Objetos Transientes  Existem somente durante a execução de um programa.  Objetos Persistentes  Persistem após a execução de um programa e podem ser posteriormente recuperados e compartilhados com outros programas. cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  26. 26. Introduction Schedule Perspective Uma visão da representação do objeto em cada modelo. Modelo ObjetoModelo relacional cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  27. 27. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  28. 28. Introduction Schedule Perspective Objetos complexos  Objetos podem ser agregados para formar objetos compostos EX.: capítulos podem ser agrupados para formar um livro  Agrupamento pode ocorrer em diversos níveis Parágrafos formam uma seção, seções formam um capítulo ... cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  29. 29. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  30. 30. Introduction Schedule Perspective Acesso aos Dados  Acesso aos dados podem ser feito de duas formas;  Linguagem de programação usando os OIDs dos objetos  Linguagem de consulta em geral derivada da SQL.  ODMG – (object data management group)  Definição de Dados- (ODL)  O objetivo da ODL é criar especificações de objetos, isto é, classes e interfaces  Linguagem de Consulta de Objetos - (OQL)  Suporte ao tratamento de objetos complexos, invocação de métodos, herança e polimorfismo cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  31. 31. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  32. 32. Introduction Schedule Perspective Controle de Transações  Difere das aplicações tradicionais  Utiliza-se de transações de longa duração. cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  33. 33. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  34. 34. Introduction Schedule Perspective Relacionamentos  Não possuem um elemento especifico para representação dos relacionamentos.  Pode ser feita por vereáveis de instância que armazenam o OIDs dos objetos  Alguns sistemas implementam e mantêm a integridade referencial. cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  35. 35. Introduction Schedule Perspective cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  36. 36. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  37. 37. Introduction Schedule Perspective Vantagens  Capacidade de armazenamento  Desempenho das consultas, por não ter chaves os objetos se comunicam  Reuso do codigo Desvantagens  A falta de padronização das linguagens de manipulação de dados  Custo de aquisição de novas tecnologias  Curva de aprendizagem e adaptação do ambiente. cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  38. 38. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  39. 39. Introduction Schedule Perspective Porque utilizar banco de dados orientado a objeto  Agilizam o desenvolvimento de aplicações, pois não são necessárias conversões do modelo OO para o modelo relacional.  Fácil manutenção. cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  40. 40. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  41. 41. Introduction Schedule Perspective Bancos de dados OO no mercado cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  42. 42. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  43. 43. Introduction Schedule Perspective DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  O db4o é um banco de dados orientado a objetos que trata objetos nativamente como base de dados; nele não existem tabelas, linhas ou colunas , só objetos.  O db4o também não usa a linguagem SQL - CRUD (Create, Read, Update e Delete) mas utiliza uma outra tecnologia chamada de Native Query´s para tratar objetos.  Disponibiliza acesso direto ao banco sem utilizar ORM (Mapeamento Objeto-Relacional). cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  44. 44. Introduction Schedule Perspective Estrutura de armazenamento / segurança do db4o  através de um ou mais arquivos (a escolha é sua) gravados de forma binária.  Pode-se inserir senha.  A capacidade máxima de um arquivo de objetos é de 254 GB. Funcionalidades usadas no db4o  Db4oFactory - Oferece métodos (estáticos) para abrir/fechar um banco de dados, se conectar e iniciar um servidor;  IObjectContainer - É o coração do db4o para persistência de dados(objetos)  Close - fecha a instância;  Commit - confirma uma transação;  Store - armazena novos objetos ou atualiza objetos já armazenados; (O método Set esta obsoleto)  Get - Interface Query-by-example para retornar objetos; (QueryByExample)  Delete - Deletar um objeto armazenado;  Query<T> - Efetua uma pesquisa e retorna uma lista tipada;  RoolBack -anula uma transação; cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  45. 45. Introduction Schedule Perspective Suporta 3 tipos de conexões:  Direta - usada em aplicações embarcadas;  Client/Server - A forma padrão de conexão com um SGBD; você terá que criar um projeto na sua aplicação que será o seu servidor;  Client/Servidor Embutido - Não precisa de um servidor externo; você instancia um servidor na mesma máquina da aplicação; Recuperação dos dados  pode ser feita através query nativas, há também a possibilidade de recuperar as informações através de QbE (Query by Example) cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  46. 46. Introduction Schedule Perspective Controle de transações Além do suporte a transações (Commit e Rollback) o db4o oferece a criação de Sessions (início e fim), fácil manipulação do arquivo de B.D (Criar, abrir, fechar e pagar) e CRUD em objetos Indexação Em apenas uma linha de comando é possível criar / desfazer um índice. Escolha uma propriedade de sua classe para ser o índice e pronto: o índice foi criado. Com a mesma facilidade que é criado, o índice também é removido. cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  47. 47. Introduction Schedule Perspective Desempenho De acordo com o site do db4o (www.db4o.com), este banco roda até 44 vezes mais rápido que os BDs que já conhecemos (Hibernate com Mysql). Mais detalhes no site que gerou o benchmark PolePosition (www.polepos.org). cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  48. 48. Introduction Schedule Perspective Quem está usando DB4o cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  49. 49. Introduction Schedule Perspective cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto Referência Bibliográfica  ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de banco de dados. 6. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2011. 788p.  SILBERSCHATZ, Abraham; KORTH, Henry F; SUDARSHAN, S. Sistema de bancos de dados. Sao Paulo, SP: Campus, 2006. 861p.  NASSU, Eugenio Akihiro; SETZER, Valdemar Waingot. Bancos de dados orientados a objetos. Sao Paulo, SP: Blucher, 2002. 122p.  GUIMARAES, Celio Cardoso. Fundamentos de banco de dados: modelagem, projeto e linguagem SQL. Campinas, SP: Editora UNICAMP, 2003. 262p.  ALVES, William Pereira. Banco de Dados : teoria e desenvolvimento. São Paulo. Erica, 2009. 288p.  T.M. Connolly, C.E. Begg. Database Systems 4th Edition: A Practical Approach to Desing, Implementation, and Management 1136p.
  50. 50. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  51. 51. Schedule Perspective Introduction Objective Perguntas ? •Embora muitos propositos experimentais e sistemas de banco de dados comerciais orientado a objeto tenham sido criado, eles não tiveram uso generalizado por causa da pupolaridade dos sistemas relacionais e objeto – relacional. cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  52. 52. Introduction Schedule Perspective  Uma visão sobre Orientação a Objeto  Conceitos principais da Orientação a Objeto  Componentes da Orientação a objeto  O que é um Banco de Dados Orientado a Objeto  Motivação  Entendendo os objetos no Banco de Dados  Identificador de Objetos(OID)  Persistência dos objetos  Objetos Complexos  Acesso aos Dados  Controle de Transação  Relacionamentos  Vantagens e desvantagens  Porque utilizar Banco de dados OO  Bancos de dados OO no mercado  DB4o – Na terra de gigantes do BD Relacional  Conclusão  Perguntas cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto
  53. 53. Schedule Perspective Introduction Objective Perguntas ? cidade, 11 de abril de 2015 Banco de Dados Orientado a Objeto

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