Tertúlia sobre inclusãoJoaquim.coloa@gmail.com                          Escola EB 2/3 Moinhos da Arroja                   ...
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Politicas inclusivas                                                                                                      ...
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Integração                   Inclusão                          Prepara a criança, em       Prepara e desenvolve a         ...
Integração           Inclusão                          Necessidades        Necessidades                          Especiais...
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Os alunos…Joaquim.coloa@gmail.com                          Comparativamente com os                          restantes alun...
Os alunos…                          São solicitados um menorJoaquim.coloa@gmail.com                          número de vez...
Os alunos…Joaquim.coloa@gmail.com                          Os professores esperam                          menos tempo pel...
Os alunos…                          Os adultos atribuem-lhesJoaquim.coloa@gmail.com                          menos respons...
Atitudes…                          Consequências observáveis dos                          costumes, práticas, ideologias, ...
Atitudes…                          Esta não é apenas umaJoaquim.coloa@gmail.com                          discussão normati...
Modelo Tradicional         Modelo Inclusivo                          Foco no aluno             Foco nos contextos         ...
MODELO                MODELO                           TRADICIONAL            INCLUSIVO                          Alguns al...
Modelo do aluno com defeito…                          Baixa Inteligência;                          Factores familiares;J...
Modelo baseado no crescimento da                          escola…                          Práticas de ensino eficazes;Jo...
Respeitar a                          Respeitar a                          diversidade                           diversidad...
Reflexão dos agentes   Modificação Intrínseca                                                                         das ...
Barreiras …                          Barreiras à aprendizagem do aluno:Joaquim.coloa@gmail.com                            ...
Barreiras…                           sócio-económicas;Joaquim.coloa@gmail.com                          acessibilidade a se...
Barreiras…                          condições de pouca acessibilidade física;Joaquim.coloa@gmail.com                      ...
facilitadores                Condições                                                                 /Joaquim.coloa@gmai...
Joaquim.coloa@gmail.com                CRENÇAS E VALORES CULTURAIS E                           CIVICOS                    ...
Currículo flexível e baseado na                          avaliação…                          Os alunos com NEE melhoram   ...
O estilo de aprendizagem dos                          alunos…                          A forma de aprender em relaçãoJoaqu...
Flexibilidade e Currículo -                                   Adequações                          Nívei       Elementos cu...
Exigências                                  do meio                                             BAIXAS          ALTAS     ...
Condições                                 do meio   Muito facilitador           Pouco facilitador                         ...
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Agrupamentos heterogéneos/ensino                          flexível/diferenciação…                          É necessária um...
Ensino cooperativo/ensino em                           parceria/ensino em equipa…                          Os professores ...
Aprendizagem cooperativa/tutoria de                           pares…                          A tutoria de pares ou aprend...
Bem-hajamJoaquim.coloa@gmail.com                                       e m h a”                                     lp in ...
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TERTÚLIA SOBRE INCLUSÃO NA EB 2/3 MOINHOS DA ARROJA

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TERTÚLIA SOBRE INCLUSÃO NA EB 2/3 MOINHOS DA ARROJA

  1. 1. Tertúlia sobre inclusãoJoaquim.coloa@gmail.com Escola EB 2/3 Moinhos da Arroja 3 de Dezembro de 2012
  2. 2. o açã itoriz P mon lideranças legislação interações financiamento organização oliticas inclusivas descPoliticas inclusivas e ntra liz aç ão
  3. 3. Politicas inclusivas ão legislação o financiamento liz aç açã oriz ntra it e mon desc Currículo referenciadoCurrículo prescrito relevância conceção ecológica participação flexibilidade Adequação/acesso diferenciação interações organização lideranças Politicas inclusivas
  4. 4. Politicas inclusivas Co nt ex to si o nc çã ão legislação ra lus o financiamento bo liz aç açã la iv o co oriz ntra s s it ira e mon re desc r ba s o so çã ur lia Currículo referenciado c a re avCurrículo prescrito relevância conceção ecológica participação flexibilidade Adequação/acesso diferenciação m ge ua lin g es ad tiv id interações s fe re a lo va organização ão aç lideranças tig v es Cu s in de as ltu itu e m at bl ra ro si p de nc o lus çã lu iv a so re Politicas inclusivas s
  5. 5. Politicas inclusivas Co nt o ex sin to En si fo rm o nc aç çã ão legislação re ão ra lus o fle financiamento bo liz aç açã xã la iv o o ec co oriz ntra s co rit lab ici s it or pr da ira e mon of de re desc aç iss r ão ion ba s o ali so çã da ur lia Currículo referenciado de c a re avCurrículo prescrito relevância conceção ecológica participação flexibilidade Adequação/acesso diferenciação m ge ua qu lin g es av ali ad es da interações id ali til aç de s fe tiv ão os p de re a inc re fe v id lo lus re va organização iv a nci a ão ais ex aç lideranças pe tig co es rie lab Ap v Cu in nc s or tem as ren de aç ia ltu ão s itu e m at bl ra po d ro iz a si s p de nc ge o lus çã m lu iv a so re Politicas inclusivas s
  6. 6. Politicas inclusivas Co nt o ex sin to En si fo rm o nc aç çã ão legislação re ão ra lus o fle financiamento bo liz aç açã xã la iv o o ec co oriz ntra s co rit lab ici s it or pr da ira e mon of de re desc aç iss r ão ion ba s o ali so çã da ur lia Currículo referenciado de c a re avCurrículo prescrito Diferenças humanas / relevância conceção ecológica diversidad participação e– flexibilidade Adequação/acesso relação e comunicaç diferenciação ão m ge ua qu lin g es av ali ad es da interações id ali til aç de s fe tiv ão os p de re a inc re fe v id lo lus re va organização iv a nci a ão ais ex aç lideranças pe tig co es rie lab Ap v Cu in nc s or tem as ren de aç ia ltu ão s itu e m at bl ra po d ro iz a si s p de nc ge o lus çã m lu iv a so re Politicas inclusivas s
  7. 7. Integração Inclusão Prepara a criança, em Prepara e desenvolve a particular as designadas escola para alcançar como sendo especiais todos os alunos eJoaquim.coloa@gmail.com para se poderem integrar ultrapassar as barreiras à numa classe regular. participação. A escola mantém-se na Tem em conta a escola mesma. enquanto microssistema em permanente interacção com outros microssistemas. A integração é vista A inclusão tem presente parcelarmente (a todos os contextos onde integração escolar, a o indivíduo interage integração social, a enquanto cidadão. integração profissional).
  8. 8. Integração Inclusão Necessidades Necessidades Especiais IndividuaisJoaquim.coloa@gmail.com Exclusão Inclusão e Direitos Especialistas Apoio Rigidez Flexibilidade Indivíduo isolado Contexto
  9. 9. Os alunos… São muitas vezesJoaquim.coloa@gmail.com colocados em ambientes de aprendizagem mais “pobres” em termos de aprendizagem, de interações com os outros e de experiências de vida;
  10. 10. Os alunos…Joaquim.coloa@gmail.com Ficam muitas vezes privados do acesso ao currículo comum e introduzem-se currículos alternativos;
  11. 11. Os alunos…Joaquim.coloa@gmail.com Comparativamente com os restantes alunos, ocupam menos tempo “na tarefa” de ensino / aprendizagem (leitura, escrita, cálculo, ...);
  12. 12. Os alunos… São solicitados um menorJoaquim.coloa@gmail.com número de vezes pelos professores;
  13. 13. Os alunos…Joaquim.coloa@gmail.com Os professores esperam menos tempo pelas suas respostas e dão-lhes menos “feedback”;
  14. 14. Os alunos… Os adultos atribuem-lhesJoaquim.coloa@gmail.com menos responsabilidades e proporcionam-lhes menos oportunidades de controlo quer dos seus atos quer do meio que os rodeia.
  15. 15. Atitudes… Consequências observáveis dos costumes, práticas, ideologias, valores,Joaquim.coloa@gmail.com normas, crenças religiosas e outras que influenciam o comportamento individual e a vida social em todos os níveis, dos relacionamentos interpessoais e associações comunitárias às estruturas políticas, económicas e legislativas. Classificação Internacional da funcionalidade, Incapacidade e Saúde(CIF), 2001
  16. 16. Atitudes… Esta não é apenas umaJoaquim.coloa@gmail.com discussão normativa onde são tomadas posições com base em emoções ou em outras perceções ou sentimentos. Relatório - práticas de sala de aula - AEDENE
  17. 17. Modelo Tradicional Modelo Inclusivo Foco no aluno Foco nos contextos Avaliação por Avaliação interdisciplinar especialistasJoaquim.coloa@gmail.com Perfil baseado no NEE por referência ao diagnóstico contexto de sala de aula Programa para o aluno Estratégias para o professor Classificação potencial Ambientes de sala de no programa aula colaborativos e flexíveis
  18. 18. MODELO MODELO TRADICIONAL INCLUSIVO Alguns alunos não Todos os alunos estão na sala de aulaestão na sala deJoaquim.coloa@gmail.com aula Os alunos são Os grupos são agrupados por níveis heterogéneos de competência O processo de ensino O processo de dirige-se ao aluno ensino considera médio as diferenças
  19. 19. Modelo do aluno com defeito… Baixa Inteligência; Factores familiares;Joaquim.coloa@gmail.com Factores sócio-económicos; Focado nas limitações e áreas fracas; Na falta de motivação intrínseca; Etc;
  20. 20. Modelo baseado no crescimento da escola… Práticas de ensino eficazes;Joaquim.coloa@gmail.com Operacionalização de estratégias de apoio; Currículo relevante e abordagens curriculares inovadoras; Eficaz resolução de problemas; Formação de pessoal adequada.
  21. 21. Respeitar a Respeitar a diversidade diversidadeJoaquim.coloa@gmail.com Assumir valores Assumir valores democráticos democráticos Integrar as Integrar as diferenças diferenças Respeitar o direito como valor Mudar Mudar como valor à participação as atitudes as atitudes Eliminar ou atenuar barreiras
  22. 22. Reflexão dos agentes Modificação Intrínseca das atitudes Pr srerB aira d de oces e es soJoaquim.coloa@gmail.com cu s ta ãaictrp çpi a o Construção Mais valia à diferença Dinamização dos recursos De individual Escolas Inclusivas Linguagem ligada Partilha de poder à prática Automatização da instituição
  23. 23. Barreiras … Barreiras à aprendizagem do aluno:Joaquim.coloa@gmail.com de causa biológica de causa envolvimental (decorrentes de interacções familiares, decorrentes de interacções na escola, etc.).
  24. 24. Barreiras… sócio-económicas;Joaquim.coloa@gmail.com acessibilidade a serviços básicos; estados de pobreza; atitudes; currículos pouco flexíveis; padrões linguísticos e culturais;
  25. 25. Barreiras… condições de pouca acessibilidade física;Joaquim.coloa@gmail.com serviços de apoio inapropriados ou inexistentes questões políticas e legislativas; condições específicas do indivíduo; formação dos vários profissionais.
  26. 26. facilitadores Condições /Joaquim.coloa@gmail.com limitações do sujeito Condições sociais económicas e culturais interacções
  27. 27. Joaquim.coloa@gmail.com CRENÇAS E VALORES CULTURAIS E CIVICOS Espa ço e ling uage m mate riai s tempo Desenvolvimento pessoal e social Inte racç ões e relaç ões mate mát ica Observação, planificação Expressão e avaliação artística das crianças SALA/ESCOLA ÁREAS CURRICULARES Desen volvi ment Proje ctos e o moto r activ idade s DIMENSÕES CURRICULARES DESENVOLVIMENTO DA QUALIDADE Desen volvi ment o Orga nizaç ão cívico de grup osFORMOSINHO PAIS E COMUNIDADE
  28. 28. Currículo flexível e baseado na avaliação… Os alunos com NEE melhoram academicamente com uma monitorização,Joaquim.coloa@gmail.com avaliação e planeamento sistemático do trabalho que é feito diariamente na escola. Desta forma, a instrução pode ser adaptada e gerida de acordo com as necessidades do aluno e o apoio adicional pode ser introduzido adequadamente. Relatório - práticas de sala de aula - AEDENE
  29. 29. O estilo de aprendizagem dos alunos… A forma de aprender em relaçãoJoaquim.coloa@gmail.com ao tipo de materiais, ambiente de trabalho mais ou menos estruturado, mais ou menos flexível, organização em grande ou pequeno grupo, etc.
  30. 30. Flexibilidade e Currículo - Adequações Nívei Elementos curriculares Relação com o currículo s comumJoaquim.coloa@gmail.com 1 organização e disposição do Menor afastamento do espaço currículo comum 2 estratégias e actividades 3 recursos educativos 4 momentos, formas e critérios de avaliação 5 estruturação do tempo 6 conteúdos Maior afastamento do currículo 7 objectivos comum Madureira & Leite, 2003
  31. 31. Exigências do meio BAIXAS ALTAS AptidõesJoaquim.coloa@gmail.com pessoais BAIXAS cronificação desadaptação ALTAS perda ou adaptação deterioração
  32. 32. Condições do meio Muito facilitador Pouco facilitador Condições do aluno • Níveis de independência e • Dependência autonomia elevados • DesmotivaçãoJoaquim.coloa@gmail.com • Motivação • Desinteresse • Interesse • Desinvestimento Poucas • Empenho • Perda de capacidades • Investimento limitações • Aumento otimização de • Dificuldade em generalizar e transferir capacidades aprendizagens • Facilitação em generalizar e transferir aprendizagens • Pouca participação • Participação
  33. 33. Condições do meio Muito facilitador Pouco facilitador Condições do aluno • Embora muitas vezes com • Altos níveis de ajuda observam-se níveis de dependênciaJoaquim.coloa@gmail.com independência e autonomia • Isolamento elevados • Desmotivação Muitas • Motivação • Desinteresse limitações • Interesse • Desinvestimento • Empenho • Perda e deterioração de • Investimento capacidades • Aumento e optimização de • Pouca participação capacidades • Participação
  34. 34. Agrupamentos heterogéneos/ensino flexível/diferenciação… É necessária uma abordagem maisJoaquim.coloa@gmail.com diferenciada da educação quando se lida com a diversidade de alunos na sala de aula. Objetivos bem definidos, formas alternativas de aprendizagem, ensino flexível e agrupamentos flexíveis incrementam a educação inclusiva.. Relatório - práticas de sala de aula - AEDENE
  35. 35. Ensino cooperativo/ensino em parceria/ensino em equipa… Os professores necessitam de apoio (prático) de umJoaquim.coloa@gmail.com professor extra e/ou dos seus colegas diretores e outros profissionais. Quer para o desenvolvimento das competências académicas quer sociais dos alunos com NEE. Esta parece ser uma forma eficaz de trabalhar. É evidente que um apoio ou uma ajuda adicional precisam de ser bem coordenados e planeados. Relatório - práticas de sala de aula - AEDENE
  36. 36. Aprendizagem cooperativa/tutoria de pares… A tutoria de pares ou aprendizagem cooperativa é eficaz tanto nas áreas cognitiva como afetiva. OsJoaquim.coloa@gmail.com alunos que se ajudam uns aos outros, especialmente quando estão a níveis diferentes, beneficiam em aprender juntos. Além disso, não há indicações de que os melhores alunos sejam prejudicados com esta situação, em termos de ausência de novos desafios ou oportunidades. Também aqui, os resultados apontam progressos nas áreas académica e social. Relatório - práticas de sala de aula - AEDENE
  37. 37. Bem-hajamJoaquim.coloa@gmail.com e m h a” lp in cu i s e s co “d e r e u ua lq Apresentação disponível em: q www.slideshare.net/jcoloa www.facebook.com/groups/244591468914345/

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