Refletir Sobre Modelos de Ação em Educação Especial: ENFATIZAR A INCLUSÃO

298 visualizações

Publicada em

Slides da comunicação apresentada nas III Jornadas de Educação Especial Ser ESEN – Educar Sempre. Excluir Nunca
Escola Secundária Emídio Navarro -Viseu
22 e 29 de Abril de 2017

Publicada em: Educação
  • Seja o primeiro a comentar

Refletir Sobre Modelos de Ação em Educação Especial: ENFATIZAR A INCLUSÃO

  1. 1. Ser ESEN – Educar Sempre. Excluir Nunca III Jornadas de Educação Especial Escola Secundária Emídio Navarro Viseu 22 e 29 de Abril de 2017 j o a q u i m . c o l o a @ g m a i l . c o m Joaquim Colôa
  2. 2. Modelos de Ação…
  3. 3. Diferenciação Pedagógica (DP)
  4. 4. Diferenciação Pedagógica (DP) (adp. De Oaksford & Jones, 2001 )
  5. 5. Dimensões da Diferenciação Pedagógica (DP)
  6. 6. Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) (Tracey;GeVue&MissyMengel,2014)
  7. 7. Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) I. Proporcione diversas formas de envolvimento e participação II. Preveja diversas formas de apresentação e exploração III. Proporcione diversos meios de ação e expressão mobilização do interesse perceção atividades e tarefas valorização do esforço e da persistência linguagens, expressões e símbolos expressão e comunicação autorregulação compreensão desempenhos (Tracey;GeVue&MissyMengel,2014)
  8. 8. Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) (Tracey ; Ge Vue & Missy Mengel, 2014) critérios
  9. 9. Intervenção Multiníveis de Resposta à Diversidade (IMRD)
  10. 10. Características base do NIVEL I Foco – Todos os alunos, disponibilizando-se recursos de qualidade no apoio à ação de ensino e à gestão de comportamentos. Currículo – Currículo da turma com base no princípio da flexibilidade. Organização Curricular – São utilizadas diversas formas de organização e diferenciação pedagógica de forma a responder às necessidades de todos os alunos. Tempo – As ações são implementadas em contexto de sala de aula em cada unidade de ensino durante o desenvolvimento normal do currículo da turma ao longo do ano letivo. (Cicek, 2012)
  11. 11. Características base do NIVEL I Avaliação – Avaliações de referência em cada período letivo ao longo do ano. As avaliações são adequadas à gestão de ações complementares em contexto de sala de aula. Contexto – Sala de aula. Tomada de decisão – Serão desenvolvidas ações características do NIVEL II quando o aluno, de forma consistente e contínua, apresenta insucesso em uma ou mais áreas de desempenho (ou expetativas comportamentais) por comparação com os seus pares. (Cicek, 2012)
  12. 12. Características base do NIVEL II Foco – Alunos com dificuldades consistentes e contínuas para os quais as estratégias de diferenciação pedagógica não resultaram, necessitando o desenvolvimento de ações estratégicas complementares desenvolvidas com o apoio / orientação de serviços específicos. Currículo – Recorre-se de forma sistemática a procedimentos, programas e atividades complementares e específicas que tenham evidências cientificas de apoio ao currículo da turma. Organização Curricular – Normalmente ações de ensino uniforme desenvolvidas com pequenos grupos (3-4-5) de alunos. (Cicek, 2012)
  13. 13. Características base do NIVEL II Tempo – 30m por dia, 2 a 3 vezes por semana durante um período de 6 a 8 semanas. Avaliação – Avaliações / monotorização semanal dos progressos, o objeto devem ser as competências identificadas como frágeis. Agentes – Profissionais do agrupamento de escolas qualificados. Contexto – As ações podem ocorrer dentro ou fora da sala de aula. Tomada de decisão – A taxa de sucesso espetável para o aluno. (Cicek, 2012)
  14. 14. Características base do NIVEL III Foco – Alunos que não tiveram sucesso com as ações desenvolvidas no NIVEL II e cujos progressos denotam dificuldades contínuas e consistentes. Currículo – Ações específicas sustentadas em evidências cientificas por referência ao currículo da turma, que diferem das do NIVEL I e II por serem mais frequentes, abrangentes e intensivas. Organização Curricular – Ações de ensino normalmente uniformes desenvolvidas com pequenos grupos (2-3) ou individualmente. Tempo – Ações de 45m-60m durante os 5 dias da semana desenvolvidas por um período de 8 – 12 semanas, complementares às ações de ensino em sala de aula. (Cicek, 2012)
  15. 15. Características base do NIVEL III Avaliação – Avaliações / monotorização duas vezes por semana ou no mínimo uma vez, cujo foco devem ser as competências identificadas como frágeis. Agentes – Profissionais do agrupamento de escolas qualificados para desenvolverem ações no NIVEL III . Contexto – As ações podem ocorrer dentro ou fora da sala de aula. Tomada de decisão – O objetivo é a taxa de sucesso expetável para o aluno. (Cicek, 2012)
  16. 16. Dos Procedimentos e Recursos Humanos…
  17. 17. Possível Relação – DP + DUA
  18. 18. Tentativa de Relação – DP + DUA + IMRD
  19. 19. Arrisque a Inovação e tome Decisões…
  20. 20. Mas tenha Presente que Inclusão NÃO É…
  21. 21. Decisões para uma Escola Inclusiva A opção por políticas inclusivas potencia o envolvimento de todos e as práticas de colaboração. Uma cultura forte no respeito pela diversidade potencia a criação de um clima acolhedor para todos. O desenvolvimento de práticas inclusivas requer o uso eficaz dos recursos.
  22. 22. Decisões para uma Escola Inclusiva A atenção à diversidade aumenta o envolvimento e participação dos alunos. A atenção às aprendizagens apoia cada um dos alunos a aceder ao currículo como um todo. A atenção aos comportamentos apoia a construção de um clima de sala de aula positivo.
  23. 23. Sala de aula com PRÁTICAS INCLUSIVAS Todos os alunos beneficiam dos recursos adicionais e há evidências de qua algumas respostas e recursos específicos são elegíveis para alguns alunos. As respostas às necessidades de alguns alunos são dadas sobretudo em sala de aula potenciando o acesso ao currículo em detrimento de meios mais restritivos. Existe coadjuvação no ensino , colaboração nas aprendizagens e avaliação para as aprendizagens.
  24. 24. Organizar A Escola para a Inclusão
  25. 25. Vamos Voltar ao Inicio?
  26. 26. A Terminar… Quando se trata de aprendizagem, a variabilidade natural é a regra, não é a exceção. (Meyer; Rose; Gordon , 2014
  27. 27. j o a q u i m . c o l o a @ g m a i l . c o m Joaquim Colôa Apresentação disponível em: http://www.joaquimcoloadias.comunidades.net http://www.slideshare.net/jcoloa

×