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Jb news informativo nr. 2323

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Jb news informativo nr. 2323

  1. 1. JB NEWS Filiado à ABIM sob nr. 007/JV Editoria: Ir Jeronimo Borges Loja Templários da Nova Era nr. 91(Florianópolis) - Obreiro Loja Alferes Tiradentes nr. 20 (Florianópolis) - Membro Honorário Loja Harmonia nr. 26 (B. Horizonte) - Membro Honorário Loja Fraternidade Brazileira de Estudos e Pesquisas (J. de Fora) -Correspondente Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas (P. Alegre) - Correspondente Academia Catarinense Maçônica de Letras Academia Maçônica de Letras do Brasil – Arcádia de B. Horizonte O JB News saúda os Irmãos leitores de São José – SC (Grande Florianópolis) (Publique aqui a imagem de sua cidade: jbnews@floripa.com.br) Saudações, Prezado Irmão! Índice do JB News nr. 2.323 – Florianópolis (SC) – quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 Bloco 1-Almanaque Bloco 2-IrAilton Elisiário – Cargos de Governo (Crônica semanal) Bloco 3-IrJoão Ivo Girardi – Câmara Estrelada Bloco 4-IrJosé Ronaldo Viega Alves – A Arca Sagrada, se encontrada, corroboraria a existência do ... Bloco 5-IrPires Jorge – Do Estudo da História da Maçonaria à aplicação dos seus .... Bloco 6-IrPedro Juk – Perguntas & Respostas – do Ir Igor Diehl Porto (Canoas – RS) Bloco 7-Destaques JB – Breviário Maçônico p/o dia 8 de fevereiro e hoje com versos do Irmão e Poeta Adilson Zotovici (São Paulo - SP
  2. 2. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 2/31 Hercule Spoladore – A Bíblia de– A Bíblia de Jefferson Hercule Spoladore – A Bíblia de Jefferson 8 de fevereiro  870 — O Quarto Concílio de Constantinopla é encerrado.  1525 — América Colonial: o espanhol Hernán Cortés executa último imperador asteca, Cuauhtémoc.  1644 — Brasil Colônia: holandeses abandonam São Luís do Maranhão, que volta ao domínio português.  1736 — Por decreto, a Coroa portuguesa, obriga a que o transporte de ouro, diamantes e outras pedras preciosas do Brasil, se faça exclusivamente nos cofres das frotas.  1854 — O primeiro desfile de carros alegóricos durante o carnaval no Brasil aconteceu no Rio de Janeiro.  1897 — A Rainha Ranavalona III, a última monarca de Madagáscar (ou Madagascar), é deposta pelas tropas militares da França.  1904 — Fundado o Sport Lisboa e Benfica, um dos mais populares clubes de Portugal. Nesta edição: Pesquisas – Arquivos e artigos próprios e de colaboradores e da Internet – Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias, de colaboradores e www.google.com.br Os artigos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião deste informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores. 1 – ALMANAQUE Hoje é o 39º dia do Calendário Gregoriano. Faltam 326 dias para terminar o ano de 2017 - Lua Quarto Crescente – Dia de Fundação do Supremo Conselho doChile É o 128º ano da Proclamçaõ da República; 195º da Independência do Brasil e 517º ano do Descobrimento do Brasil Colabore conosco. Se o Irmão não deseja receber mais o informativo ou alterou o seu endereço eletrônico, POR FAVOR, comunique-nos pelo mesmo e-mail que recebe o JB News, para evitar atropelos em nossas remesssas diárias por mala direta. Obrigado. EVENTOS HISTÓRICOS (Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki) Aprofunde seu conhecimento clicando nas palavras sublinhadas
  3. 3. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 3/31  1912 — No Missouri (Estados Unidos) Albert Perry, capitão norte-americano realizou o primeiro salto de pára-quedas de um avião.  1914 — Carlitos (em Portugal, Charlot), interpretado por Charlie Chaplin, aparece pela primeira vez no cinema, em Between Showers.  1922 — A independência do Egito foi reconhecida pelo Reino Unido, que mesmo assim continuou com o controle do Canal de Suez.  1960 — Cerimônia de abertura da I Universíada de Inverno em Villars, Suíça.  1964 — Paulínia é emancipada, separando-se de Campinas.  1966 — Foi fechado definitivamente o local das primeiras apresentações dos Beatles, o bar Cavern Club.  1974 — Depois de sete anos de desentendimentos, Estados Unidos e Egito restabelecem relações diplomáticas.  1986 — Com medidas para conter a inflação e estabilizar a economia foi decretado no Brasil o Plano Cruzado. A nova moeda substitui o cruzeiro, com o corte de três zeros (mil cruzeiros passaram a valer um cruzado).  1991 — Fim da Guerra do Golfo.  1994 — Aviões americanos abateram quatro aviões iugoslavos na Bósnia, na primeira ação militar da OTAN.  1996 — No Reino Unido a princesa Diana concordou em se divorciar do príncipe Charles.  1997 — Um sismo de magnitude 5,5 na escala de Richter, sentido no noroeste do Irão (Irã), provoca cerca de 1100 mortos e entre 40 a 60 mil feridos.  2010 — Cerimônia de encerramento dos XXI Jogos Olímpicos de Inverno em Vancouver, Canadá.  2013 — Termina o pontificado de Bento XVI, que anunciou sua renúncia do dia 11 de fevereiro do mesmo ano.  2014 — A Universidade de Guadalajara, no México, ganha o reconhecimento de "benemérita" pelo congresso do estado de Jalisco. 1527 A expedição de Sebastião Caboto deixa a ilha de Santa Catarina, abandonando aqui três de seus homens, de nomes Francisco de Rojas, Martim Mendez e Miguel de Rodas. 1752 Provisão desta data criou a freguesia de São Miguel, na Capital de Santa Catarina. 1867 Aporta na ilha de Santa Catarina o navio “Lima e Silva”, conduzindo a bordo 200 imigrantes norte- americanos destinados à colônia de Itajaí-Mirim. 1882 Atos, desta data, criaram os Correios de São Joaquim e Campos Novos. 1884 Nasce na capital catarinense Fúlvio Coriolano Aducci. Foi deputado estadual, secretário de Estado e eleito governador, sendo deposto com a Revolução de 1930. Morreu no dia 8 de agosto de 1955. 1946 Toma posse como Interventor Federal no Estado de Santa Catarina o engenheiro Udo Deeke. 1957 Morre, no Rio de Janeiro, o General José Vieira da Rosa. Era natural de São José. Como militar participou da Revolução de 1893 em defesa do governo legal e da Campanha do Contestado. Estudioso da geografia catarinense deixou publicado a obra “Coreografia de Santa Catarina”. 1870 Fundado o Supremo Conselho do Chile 1923 Completada a 1ª travessia aérea New-York-Rio pelo piloto brasileiro Euclides Pinto Martins () iniciado em 16 de abril de 1922. Fatos históricos de santa Catarina Fatos maçônicos do dia Fonte: O Livro dos Dias 20ª edição (Ir João Guilherme) e acervo pessoal
  4. 4. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 4/31 Os Irmãos Templários te esperam nos Ingleses para uma “Templar Bier” e gostosos petiscos de cair o queixo O “Templar Bier” nos Ingleses, à rua geral nr. 6040, é o novo ponto de encontro dos Maçons de Florianópolis. Contatos: Ir Darci Rocco (Loja Templários da Nova Era) nos telefones (48) 3233-5069 – 9 9943 1571
  5. 5. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 5/31 Venerável Mestre! Desejas criar e manter um site de qualidade da sua Loja? Então atente para este anúncio (Coisa de Irmão para Irmão)
  6. 6. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 6/31 O Irmão Ailton Elisiário, é membro da Academia Paraibana de Letras Maçônicas. Publicação simultânea desta crônica às quartas-feiras no JB News, Jornal da Paraíba e Paraiabaonline. CARGOS DE GOVERNO O Governo para poder governar necessita de cargos. Esses cargos exigem que seus ocupantes sejam capazes para o desempenho e honestos. Trata-se de uma qualificação de ordem técnica e moral. A exigência técnica é preciso para que não haja desperdício ou prejuízo com a administração da coisa pública. A exigência moral mais ainda, para evitar o locupletamento indevido. A Constituição Federal no artigo 37 dispõe que a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios tem que obedecer aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Infelizmente em nosso país essas exigências legais não têm sido observadas com rigor. Prova disto são os processos da Lava Jato, do Mensalão e outros, que viraram uma coisa comum na vida nacional. Os governantes insistem em nomear seus ministros e secretários, inclusive se utilizando de manobras espúrias, em total e pleno desacordo com a norma constitucional. Uma questão importante é que os cargos do Poder Executivo não sejam ocupados por membros do Poder Legislativo. Estes são eleitos pelo povo para o exercício de mandatos legislativos, não para o exercício de funções executivas. Para o exercício de Ministro, Secretário de Estado e de Município por Senadores, Deputados ou Vereadores, a condição “sine qua” teria que ser a renúncia ao mandato legislativo. Com isto ficaria resguardada a vontade do eleitor e evitaria jogos de bastidores do poder para atendimento de interesses partidários e particulares. Outra questão mais importante ainda é a moralidade. Nenhum indivíduo deveria assumir qualquer cargo se sobre ele pesasse a menor suspeita de que seu comportamento não é ilibado. Para isto a presunção de inocência não deveria ter aplicabilidade. Não se pode admitir que um Governo se componha de auxiliares que respondem processos por comportamento duvidoso. Os governantes e seus auxiliares devem ser antes de tudo pessoas acima de quaisquer suspeitas. Todos eles devem carregar a imagem da mulher de Cesar, ou seja, não somente aparentarem ser honestos, mas também demonstrarem que são. A superioridade da vida pública em detrimento da vida privada deve ser levada em conta pelos governantes, para que todos possam beneficiar-se de um governo virtuoso. A virtude política não pode ser confundida com as tramas e maracutaias orquestradas pelos que estão no poder em proveito próprio, - isto é “esperteza”, fraude, furto -, mas pelo conjunto de ações, atitudes claras e compromissos éticos, em favor de toda nação. Daí ser imprescindível que os que compõem o Governo têm a obrigação de serem éticos, virtuosos, honestos, responsáveis e capacitados. 2 – Cargos de Governo Ailton Elisiário (Crônica semanal)
  7. 7. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 7/31 O Ir. João Ivo Girardi joaogira@terra.com.br da Loja “Obreiros de Salomão” nr. 39 de Blumenau é autor do “Vade-Mécum Maçônico – Do Meio-Dia à Meia-Noite” Premiado com a Comenda do Mérito Cultural Maçônico “Aquiles Garcia” 2016 da GLSC e com a Ordem do Mérito Templário da Loja Templários da Nova Era. escreve às quartas-feiras e domingos. (JB News nr. 863) CÂMARA ESTRELADA 1. Câmara Estrelada: (1487-1641) 1. Origens: Era uma longa tradição na Inglaterra, o rei presidir um tribunal composto por seus conselheiros íntimos. No entanto, em 1487, sob a supervisão de Henrique VII, o Tribunal da Câmara Estrelada foi estabelecido como um órgão judicial independente do conselho do rei, com um mandato para ouvir petições de recurso. Finalidades: Em certo sentido, o tribunal era um órgão de fiscalização; seus membros supervisionavam as operações de tribunais inferiores, bem como seus membros poderiam ouvir casos de apelo direto. Os membros da corte eram membros do órgão consultivo do rei, ou juízes provenientes dos tribunais de direito comum. A Câmara Estrelada foi assim nomeada por causa das estrelas no teto da sala onde suas reuniões foram realizadas, no Palácio de Westminster. Vantagens: A Câmara Estrelada oferecia resolução rápida para conflitos judiciais. Ele era popular durante os reinados dos reis Tudor, porque era capaz de fazer cumprir a lei, quando outras cortes foram atormentadas pela corrupção, e porque poderia oferecer soluções satisfatórias quando a lei comum restrito punição ou não para enfrentar infrações específicas. Sob os Tudors, audiências da Câmara Estrelada eram públicas, e sentenças foram sujeitas a inspeção e ridículo, o que levou a maioria dos juízes de agir com a razão e justiça. Inicialmente bem visto por causa de sua velocidade e flexibilidade, foi composta de conselheiros privados, bem como juízes de direito comum, e complementou as atividades da lei comum e equidade tribunais em ambos os civis e matéria penal. Em certo sentido, o tribunal era um órgão de fiscalização, supervisão das operações dos tribunais inferiores, embora seus membros pudessem ouvir casos de apelo direto também. O tribunal foi criado para garantir a aplicação justa das leis contra pessoas de 3 – Câmara Estrelada João Ivo Girardi
  8. 8. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 8/31 destaque, aqueles tão poderosos que tribunais comuns nunca poderiam condená-los de seus crimes. Outra função do Tribunal de Câmara Estrelada era agir como tribunal de equidade, o que poderia impor punição por atos que foram considerados moralmente repreensíveis, mas não em violação da letra da lei. Isso deu a Câmara Estrelada grande flexibilidade quanto poderia punir os criminosos para qualquer ação que o tribunal se sentiu deveria ser ilegal, mesmo quando na verdade era tecnicamente legal, no entanto, isso também significou que a justiça imposta pela Câmara Estrelada poderia ser muito arbitrária e subjetiva, e permitiu ao tribunal para ser utilizado mais tarde em sua história como um instrumento de opressão e não com o propósito de justiça para o qual ele se destina. Muitos crimes que são comumente processados, como tentativa, conspiração, calúnia e falso testemunho foram originalmente desenvolvidos pelo Tribunal de Câmara Estrelada, juntamente com seu papel mais comum de lidar com motins e sedição. Punições: Juízes poderiam escolher o castigo que sentiam mais apropriados para o crime ou criminoso. As punições permitidas: Multa; tempo no pelourinho; chicotadas; marcas; mutilação; prisão. Os juízes da Câmara Estrelada não foram autorizados a impor uma sentença de morte. Desvantagens: A concentração de poder em um grupo autônomo, não sujeita aos controles e equilíbrios de direito comum, feita abusos não apenas possível, mas provável, especialmente quando seus processos não foram abertos ao público. Embora a sentença de morte fosse proibida, não houve restrições à prisão, e um homem inocente poderia passar a vida na cadeia. 2. Henrique VIII: Sessões da Câmara Estrelada foram fechadas ao público. O rei Henrique VII usou o poder da Câmara Estrelada para quebrar o poder da aristocracia rural que tinha sido uma causa de problemas na Guerra das Rosas. Quando os tribunais locais eram frequentemente obstruído ou mal administrado, o Tribunal da Câmara Estrelada tornou-se um local de remessa para as pessoas comuns contra os excessos da nobreza. Sob a liderança do Cardeal Wolsey (o arcebispo de York e Lord Chanceler) e Thomas Cranmer (o Arcebispo de Canterbury) (1515-1529), o Tribunal da Câmara Estrelada se tornou uma arma política para interposição de ações judiciais contra os opositores às políticas do rei Henrique VIII, seus ministros e seu Parlamento. Apesar de ter sido inicialmente um tribunal de recurso, o rei Henrique, Wolsey e Cranmer incentivavam os autores a levar seus casos diretamente para a Câmara Estrelada, ignorando os tribunais inferiores inteiramente. Sessões do tribunal foram mantidas em segredo, sem acusações, sem direito de recurso, sem júris, e sem testemunhas. As evidências eram apresentadas por escrito. 3. Sob os Stuarts: O poder do Tribunal da Câmara Estrelada cresceu consideravelmente sob a Casa de Stuart, e no tempo do rei Carlos I, tornou-se sinônimo de mau uso e abuso de poder por parte do rei e seu círculo. O rei James I e seu filho Carlos usaram o tribunal para examinar os casos de sedição, o que significava que o tribunal poderia ser utilizado para suprimir a oposição às políticas reais. Ele chegou a ser usado para julgar nobres poderosos demais para ser levado a julgamento em primeira instância. O rei Carlos I utilizou o Tribunal da Câmara Estrelada como substituto do Parlamento durante os onze anos de governo pessoal, quando ele governou sem um Parlamento. Carlos I fez uso extensivo do Tribunal da Câmara Estrelada para processar dissidentes, incluindo os puritanos que fugiram para a Nova Inglaterra. Em 17 de Outubro de 1632, o Tribunal da Câmara Estrelada proibiu todos os livros sobre a cobertura da Guerra dos Trinta Anos. Como resultado, livros relativos a esta matéria foram muitas vezes impressa em Amsterdam e contrabandeada para o país, até que a proibição foi suspensa seis anos depois. Bill of Rights: Nesta época foi assinada a Bill of Rights (Declaração de Direitos) de 7 de Junho de 1628, a qual constituiu a primeira restrição estatutária aos poderes do monarca, desde o advento dos Tudor em 1485. Através da Bill of Rights de 1628, da autoria do
  9. 9. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 9/31 Juiz Edward Coke (1552-1634), não poderiam ser estabelecidos tributos sem o consentimento do Parlamento e ninguém poderia ser detido e julgado senão pela lei ordinária. Em 1641 é abolida pelo Longo Parlamento a Câmara Estrelada e os Tribunais de Prerrogativa, pois contrários aos direitos e liberdades dos ingleses. De 1625 a 1642 o Parlamento tentou obter a submissão do Rei e do Conselho. O resultado foi a Guerra Civil. Em Janeiro de 1642, o rei Carlos I entrou na Câmara dos Comuns e tentou prender cinco dos seus opositores. Em resposta, os Comuns apresentaram ao rei, em Junho de 1642, nove medidas com vista a controlar o poder régio. O rei se retirou de Londres e em agosto declarou guerra ao Parlamento. Após a guerra civil, foi criado em Janeiro de 1649 o High Court com o objetivo de julgar o rei. Em 20 de Janeiro começou o julgamento; a 27 aqueles era condenado à morte e a sua execução ocorreria no dia 30 desse mês. Em maio de 1649 o Parlamento, sob a liderança de Oliver Cromwell, promulgava uma ata que declarava a Inglaterra como uma Commonwealth e um Estado governado pelos Representantes do Povo, abolindo-se a Câmara dos Lordes. Em 1660 foi restaurada a monarquia, após um período de governo militar e uma falhada tentativa de dar uma constituição escrita à Inglaterra em 1653 (The Instrument of Government). Mantiveram-se todas as conquistas parlamentares e judiciais que até a Guerra Civil limitavam a prerrogativa real nas áreas fiscal e legislativa e recuperou-se a Câmara dos Lordes. Antecedentes: No início dos anos 1600, a Inglaterra apresentava-se como um país em desenvolvimento e expansão. Nos reinados do século anterior, de Henrique XVIII e Elizabeth I, o território foi unificado, a nobreza foi colocada sob controle, a ingerência da Igreja católica fora afastada pela criação da Igreja anglicana. Desse modo, os britânicos já disputavam com os espanhóis os domínios coloniais na América Central e Caribe. No entanto, Elizabeth I, da dinastia Tudor, não deixou descendentes e subiu ao trono, em 1603, Jaime I, da dinastia escocesa Stuart, unindo as coroas da Inglaterra, da Irlanda e da Escócia. O rei, entretanto, pretendia governar sem o Parlamento, a quem cabia o poder de direito, de acordo com a Carta Magna de 1215. No entanto, o rei podia convocá-lo somente quando julgasse necessário e, assim, exercia o poder de fato. Sua justificativa para exercer o poder absoluto baseava-se na teoria da origem divina do poder real (absolutismo). Nesse sentido, Jaime I ressalta os aspectos católicos do anglicanismo que corroboram essa teoria. Quanto ao Parlamento (Câmara dos Comuns), que reunia a burguesia urbana e os produtores rurais progressistas - setores de crescente importância econômica ignorados pela Coroa -, aderiu em sua maioria ao puritanismo, uma seita calvinista (protestante). O rei versus o Parlamento: Foram constantes o confronto entre o rei e o Parlamento, em especial no que se refere aos impostos criados pela Coroa, havendo ainda questões sob a forma de ocupação da Irlanda e as perseguições religiosas. Destas últimas resultou o início da emigração para a América do Norte. Em 1625, Jaime I foi sucedido por seu filho Carlos I que, com a Inglaterra envolvida em guerras externas, viu-se forçado a convocar um Parlamento que já lhe era de antemão hostil. Este, em troca de seu apoio, exigiu o controle da política financeira, o comando do exército, bem como a regularidade na convocação do Parlamento. Em retaliação, o rei dissolveu o Parlamento e passou a governar com o apoio da Câmara Estrelada (tribunal formado por nobres de sua confiança). Além disso, reprimiu os dissidentes - em especial religiosos - o que aumentou a emigração para a América. Para submeter a todos, promovendo uma união religiosa, procurou impor o anglicanismo também à Escócia. Os escoceses se rebelaram e invadiram o norte da Inglaterra. A Revolução Puritana: A crise forçou o rei a convocar o Parlamento em 1640. Este destituiu a Câmara Estrelada, despojou o rei de sua autoridade e aprovou uma lei que tornava obrigatória a sua convocação a cada três anos, independentemente de determinação do monarca. No ano seguinte, uma revolta na Irlanda católica foi o estopim da Revolução Inglesa. O Parlamento se
  10. 10. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 10/31 recusou a entregar o comando do exército destinado à reconquista da Irlanda a Carlos I. Este não se conformou em perder o comando das forças armadas: com um grupo de apoiadores, invadiu o Parlamento e tentou prender os líderes da oposição. Não conseguiu. Foi forçado a se retirar de Londres e refugiou-se em Oxford, onde reuniu um exército de 20 mil homens, formado por uma parte da burguesia financeira, que temia qualquer desordem, e por aristocratas que ainda usufruíam dos benefícios feudais. Os ‘cabeças redondas’ e a República: Teve início uma guerra civil que iria durar de 1642 até 1645. No Parlamento, surgiu um líder político e militar que se destacaria na história da Grã-Bretanha e que ainda hoje desperta paixões e polêmicas no país: Oliver Cromwell. Originário dos grupos de produtores reais progressistas, puritano, homem de personalidade forte e carismática, Cromwell organizou o exército do parlamento segundo um novo modelo (New Model Army). Tratava-se de uma organização mais democrática, em que a ascensão se dava por mérito e os soldados participavam de comitês que tomavam decisões. Eram os chamados cabeças redondas, devido ao modelo de elmo que usavam. No rastro do Novo Exército, surgiu também um partido, os niveladores (levellers), pequenos proprietários que defendiam a república, o direito de voto e de representação no Parlamento a todos os homens livres, o fim dos monopólios reais, isto é, o livre comércio, a separação entre a Igreja e o Estado. Em 1645, Carlos I foi preso. Setores do Parlamento, porém, assustados com as pretensões dos niveladores, que tentavam tomar o controle do exército, resolveram se unir ao rei. Este, porém, aproveitou a situação para fugir para a Escócia, em cujo Parlamento acreditava obter proteção. Ledo engano: foi entregue aos ingleses, que o decapitaram, proclamando a República, em 19 de maio de 1649. 4. Influência na Constituição dos EUA: Os abusos históricos da Câmara Estrelada são considerados uma força motivadora primária por trás das proteções contra a auto-incriminação consubstanciado na Quinta Emenda da Constituição dos Estados Unidos. Ou seja, condições em que o réu é permitido pleitear a Quinta emenda para evitar a auto-incriminação - é, assim, muitas vezes interpretada através de referência aos métodos inquisitoriais da Câmara Estrelada. (A Quinta emenda da Constituição dos Estados Unidos da América assegura aos norte-americanos o direito de permanecer calado e evitar assim a auto-incriminação, assim como a proteção contra buscas e apreensões descabidas. É comum os americanos invocarem a Quinta emenda quando se encontram perante agentes da administração que estão cometendo arbitrariedades ou abuso de poder. Ela não é válida quando se trata de esfera militar em tempos de guerra ou em casos de risco à segurança da população). Como o Supremo Tribunal dos EUA descreveu: a Câmara Estrelada tem, por séculos, simbolizado um tribunal de exceção contra os direitos individuais básicos. No início de 1900, o poeta, biógrafo e dramaturgo Edgar Lee Masters (1868-1950), comentou: Na Câmara Estrelada o conselho poderia infligir qualquer punição de morte, condenações ao pelourinho, a chicotadas e o corte de orelhas. ... Espalhou-se o terrorismo entre os que foram chamados para fazer atos constitucionais. Tornou-se o chefe da defesa de Carlos I contra assaltos sobre aquelas usurpações que lhe custou a vida... 5. Maçonaria: Nos Altos Graus do Escocesismo os Cavaleiros Kadosh queixam-se da situação da Ordem dos Templários e do assassinato de Jacques De Molay, sendo então admitidos no recinto do Tribunal da Santa Veheme. Segue-se um diálogo sobre o tema crimes judiciários, sendo mencionados inúmeros personagens no decorrer da conversação. Falam-se ainda nos Tribunais Malditos - a Santa Inquisição, o Tribunal de Sangue da Holanda, a Câmara Estrelada da Inglaterra e os Tribunais Revolucionários da França. É ressaltada a injustiça dos crimes judiciários, como os crimes contra a liberdade de consciência, de pensamento e crimes políticos,
  11. 11. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 11/31 deixando-se claro que a história apenas registrou os casos mais retumbantes, mas que, sem dúvida, os casos anônimos foram inúmeros. 6. A Corte da Câmara Estrelada: 7. Filme: Câmara Estrelada: A Câmara Estrelada é um filme de suspense de 1983, estrelado por Michael Douglas. Seu título é tirado do nome do Tribunal Inglês do século XVII. Seu título em português é O Esquadrão da Justiça. Sinopse: Neste eletrizante drama, Steve Hardin (Michael Douglas), um jovem juiz, precisa dar satisfações à sua consciência quando criminosos deploráveis são libertados em seu tribunal devido à ação de advogados espertalhões que encontram obscuros furos na lei. Hardin sente-se totalmente impotente até que descobre O Esquadrão da Justiça, um pequeno grupo de homens poderosos determinados a estabelecer sua própria justiça vigilante. Em reuniões secretas a portas fechadas, eles decretam suas próprias sentenças para os culpados que escaparam do sistema sem pagar seus crimes. Co-estrelando Hal Holbrook, O Esquadrão da Justiça é um drama forte e instigante - um suspense tão atual e relevante como as manchetes dos jornais de hoje.
  12. 12. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 12/31 O Ir.·. José Ronaldo Viega Alves* escreve às quartas-feiras e domingos. Loja Saldanha Marinho, “A Fraterna” Santana do Livramento – RS ronaldoviega@hotmail.com A ARCA DA ALIANÇA, SE ENCONTRADA, CORROBORARIA A EXISTÊNCIA DO TEMPLO DE SALOMÃO. O MAÇOM E ARQUEÓLOGO CHARLES WARREN, AFINAL, BUSCAVA A ARCA OU VESTÍGIOS DO TEMPLO? (PARTE TRÊS) *** Resumo do capítulo anterior e comentários: Com vistas a melhor entendermos a natureza do trabalho realizado pelo Maçom, militar e arqueólogo inglês Charles Warren quando do período em que esteve em Jerusalém, seria interessante descobrir ou pode especificar sobre o que ele estava buscando exatamente quando realizava suas escavações arqueológicas no Monte do Templo, onde supostamente poderia guardar enterrada ou escondida a Arca. Aos poucos, à medida que consigamos remontar o seu trajeto e juntemos as peças todas, quem sabe, possamos responder à uma simples pergunta: será que ele buscava efetivamente a Arca da Aliança ou estava buscando as provas materiais da existência do Templo de Salomão? É bom que se diga que nesse caso a ordem dos fatores não alteraria o produto tanto assim, pois, conforme já foi sugerido anteriormente no título, um ou outro desses objetivos sendo cumprido daria praticamente um atestado em favor da existência do outro, ou pelo menos a ideia de que ambos estiveram muito próximos em determinado momento da história. Se Warren cavava insistentemente nos mesmos lugares onde os Templários haviam cavado em outros tempos (Século XII), poderíamos inferir daí que seus objetivos eram os mesmos? No capítulo que antecedeu a este, ou seja, na Parte Dois, além de comentários pertinentes, os dados que foram acrescentados à biografia de Warren, dão ênfase ou colocaram em evidência o seu pioneirismo, entre outros, claro, nessa área da ciência que veio a se consolidar depois com o nome de Arqueologia Bíblica. Daí o porquê de ter sido feita uma definição e alguns comentários sobre as especificações e objetivos da Arqueologia Bíblica. Não é disso que paralelamente vimos tratando também desde o início do trabalho? Dando prosseguimento, e entrando agora na terceira parte do trabalho veremos em termos de resultados arqueológicos o que Warren descobriu com as suas escavações. É pretensão ainda, se o presente trabalho ganhar mais capítulos, explorar outros assuntos correlatos girando em torno da Arca da Aliança, do tipo que vem a enriquecer ainda mais a história que está sendo contada ou montada aqui, além de fonte de consulta duradoura direcionada a todos aqueles que se interessem por assuntos relacionados à Arca da Aliança, à arqueologia bíblica, à 4 – A Arca Sagrada, se encontrada, corroboraria a existência do ... (Parte três) - José Ronaldo Viega Alves
  13. 13. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 13/31 presença dos ingleses com seu pioneirismo nesse ramo da Arqueologia e à essa parte que mantém um vínculo com a própria história da Maçonaria, que ganha doravante um já desses assuntos correlatos de que falávamos anteriormente, dado ao imperativo que se tornou: a referência aos templários. Para o capítulo final, seria interessante um “gran finale”, onde a Arca possa ser exposta de uma maneira “holográfica”, onde a sua descrição possa valer como um raio-x, um texto que possa dar a ideia real da sua magnificência, do seu esplendor e do seu simbolismo. Algo que deixe transparecer a ideia de que buscamo-la também à medida que os capítulos iam se sucedendo, juntamente com os caçadores da Arca perdida, para, simbolicamente encontrá-la afinal. QUAIS OS RESULTADOS REAIS OBTIDOS POR CHARLES WARREN? Com base nos dados coligidos por Richard Andrews em seu livro, todos apresentados da forma mais fidedigna, amparados nos fatos acontecidos envolvendo a passagem de Charles Warren pela Palestina, podemos arriscar-nos em dizer que Warren parece ter contribuído muito mais para sanar algumas das infinitas dúvidas que pairavam àquela época sobre a localização exata do Templo de Salomão, do que sobre as possibilidades de achar a Arca naquele mesmo lugar ou obter preciosas informações sobre o seu real paradeiro. Se considerarmos o fato de que havia uma discussão acirrada, vinda de muito tempo, envolvendo as opiniões dos estudiosos, engenheiros militares e historiadores sobre a real localização do Templo de Salomão... Se considerarmos que a intensidade dessas discussões, na verdade, persistem até os nossos dias, pois, os judeus ortodoxos reivindicam o Monte do Templo como um lugar sagrado que lhes pertence, em primeiro lugar pelo simples fato de que os seus ancestrais foram os primeiros em assim identificá-lo, e em segundo lugar pelo que tem registrado o Velho Testamento ... Por outro lado, os muçulmanos que, diga-se de passagem, também veneram Abraão, veem esse mesmo Monte do Templo como algo que lhes pertence historicamente também. Uma das argumentações básicas com a qual os muçulmanos se utilizam para fazer frente à afirmação dos judeus, começa com a pergunta: Qual a prova arqueológica sobre a presença do Templo de Salomão ali naquele monte? Pois, mesmo que estas querelas não estivessem bem acentuadas naquela época, é como se Warren tivesse trabalhado nesse sentido, ou seja, apresentar as provas para assim responder à questão. Uma das primeiras coisas que fez quando lá chegou foi uma lista das teorias vigentes na época versando sobre a localização do Templo de Salomão, tudo meticulosamente, já que tinha certeza de que se conseguisse determinar a posição do Templo, o lugar da Arca (não importa se ela estava em primeiro ou segundo plano) consequentemente poderia ser calculado de maneira precisa. Será que estamos exagerando um pouco nas especulações? Sobre esses acontecimentos, o relato histórico de Andrews não se coadunaria exatamente com quais inferências das que foram feitas até aqui? OS ACHADOS DE WARREN De acordo com Laurence Gardner, o que temos sobre a real participação de Warren é o seguinte: “Na década de 1860, o explorador britânico Sir Charels Warren realizou extensas escavações sob o monte do Templo para a Palestine Exploration Fund; a coleção de fotografias dessa expedição (atualmente pertencente ao Fundo) é muito reveladora. Para começar, sua equipe cavou diversos poços verticais até atingir o leito de rocha; em seguida, abriu túneis laterais entre eles para identificar as paredes do alicerce quadrado original e suas subsequentes extensões. Depois disso, foram ainda mais fundo, até atingir o calcário, onde descobriram uma expansão de labirintos subterrâneos de corredores e passagens ventosos. Entre eles, havia grandes espaços de armazenamento e um reino virtual de cavernas e cisternas de água habilmente planejadas. Felizmente, além das fotos em preto e branco, algumas das imagens foram feitas em cores pelo artista vitoriano William Simpson, famosos por suas pinturas da Guerra da Criméia apenas alguns anos antes (ele fora enviado a Jerusalém para registrar a expedição de Warren para o London Ilustrated News).
  14. 14. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 14/31 Foi durante essas escavações do Palestine Exploration Fund que se encontrou o alicerce quadrado original do primeiro Templo do rei Salomão. Suas paredes mais baixas de sustentação ainda estavam intactas e suas técnicas de alvenaria eram bem distintas daquelas do segundo Templo e das construções posteriores. Foi obra do acaso que essas escavações tenham ocorrido naquela data, pois nunca se repetiram, exceto por um mapeamento feito por engenheiros militares britânicos pouco depois em 1894. A partir dessa época, toda a área subterrânea ficou inacessível por causa da suscetibilidade política e religiosa muçulmana. Uma das recompensas pelo projeto de 1894 foi a descoberta de uma cruz templária, uma espada templária quebrada e outros itens relacionados nos túneis.” SOBRE OS ACHADOS DE WARREN QUE PROVAM QUE OS TEMPLÁRIOS FIZERAM ESCAVAÇÕES SOB O MONTE DO TEMPLO NO SÉCULO XII Na primeira parte do presente trabalho comentei que alguns autores sustentam a tese da Arca ter sido encontrada pelos Templários, mas, o que existem de fato são relatos e até comprovações de que eles escavaram no monte do Templo quando estacionados em Jerusalém. Foi dito também que seria difícil afirmar qualquer coisa neste sentido, ou seja, de que realmente a encontraram. Algumas informações, não somente sobre esta possibilidade, já são um tanto confusas, e como já disse em outra ocasião quase tudo fica por conta da imaginação de alguns, quando é preciso provas cabais. Os templários realizaram sim escavações, e as provas seriam os objetos encontrados conforme o trecho que segue extraído da obra já citada de Frank Joseph e Laura Beaudoin, mas, não somente da parte deles existe referência sobre o assunto. Por enquanto, vejamos o trecho em que eles registram o fato referente aos achados e depois façamos o comentário que for julgado pertinente. “Em 1867, após o Monte do Templo, ter sido pela primeira vez cientificamente examinado, o capitão Charles Wilson, dos Engenheiros Reais Britânicos, e seu chefe de escavações, coronel Charles Warren, descobriram o complexo subterrâneo dos Templários. Quaisquer dúvidas com relação à identidade de seus escavadores do século XII foram deixadas de lado com a descoberta de uma espada, uma espora, um fragmento de lança e uma cruz de metal, que obviamente eram artefatos dos templários. Em 1912, os itens foram enviados ao avô de Robert Brydon, Anthony Mayhew Brydon, um perito na história dos templários na Escócia.” E mais adiante: “Após seis anos de trabalho incessante, os templários ainda não tinham nada para mostrar como resultado das toneladas de barro e rocha removidas do Monte do Templo.” No entanto, na sequência do que foi posto acima, os autores promovem uma reviravolta e acabam por desfiar toda uma série de eventos que vão culminar no encontro da Arca pelo templários. Será que podemos acreditar? Será que não é mais uma das tantas fantasias criadas quando o assunto gira em torno da Arca? Antes de prosseguir, já no próximo capítulo com mais informações e desdobramentos dessa história que envolve os templários e a Arca, é bom que tenhamos em mente, as seguintes passagens retiradas do “Vade-Mécum Maçônico”, referentes aos verbetes Templários: “A Ordem do Templo e Templários” e “Templários – 1 – O Veredicto da História”: “Com relação à Ordem dos Templários, embora muitos autores queiram encontrar nela, os primórdios da Maçonaria, a realidade histórica mostra que isso é apenas fantasia, pois a Ordem era mais dedicada ao belicismo religioso e às operações financeiras do que à construção, embora o Compagnonnage (Companheirismo) da Idade Média, dedicado à construção de catedrais e obras públicas, pareça ter as suas origens ligadas aos templários.” Ainda e principalmente estes comentários, deverão ser levados em consideração: “A especulação não chegou ao fim no séc. XVIII; na verdade, nunca foi mais febril do que hoje, criando, nas palavras de Malcom Barber, o principal historiador dos templários na Grã-Bretanha, ‘uma pequena indústria muito ativa, rendosa para os cientistas, historiadores da arte, jornalistas, editores e críticos de televisão’. Começando com as alegações alegóricas esotéricas dos maçons, afirma-se que os templários foram guardiões do Santo Graal – que é por sua vez o cálice usado por Cristo na Última Ceia -, da linhagem dos reis merovíngios descendentes da união de Cristo com Maria Madalena, ou simplesmente da relíquia mais preciosa dos templários, o Sudário de Turim. (...) Assim, um veredicto definitivo sobre os templários deve depender do nosso juízo acerca da cristandade católica, e em particular de sua guerra contra o Islã, as Cruzadas”.
  15. 15. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 15/31 Esqueceu-se aqui simplesmente de mencionar a Arca, ou isso se deve à hipótese essa sobre eles terem encontrado a mesma não passa de outra fantasia entre tantas? COMENTÁRIOS: Sobre o fato de terem sido feitos tais achados: objetos pertencentes aos templários que foram encontrados, parecem ser algo que não se pode contestar, eis que, outros autores aludem a esses acontecimentos, mas, no texto acima dos autores já citados, há algumas informações que não batem: eles dão a patente de coronel a Charles Warren e o subordinam ao capitão Charles Wilson, o que é totalmente errado. Além do mais os achados referentes aos objetos pertencentes aos templários são atribuídos a Warren, quando no extrato anterior, o de Laurence Gardner, sobre os achados, é dado a entender que aconteceram em 1894 por uma outra equipe pós Wilson e pós Warren. Também, pelo que se sabe, e agora voltando ao texto de Joseph & Beaudoin, que Wilson e Warren não escavaram em conjunto, já que cada um deles esteve sozinho em Jerusalém em períodos diferentes. *** CONTINUA NO DOMINGO 12/02/17 CONSULTAS BIBLIOGRÁFICAS: Livros: ANDREWS, Richard. “Sangue Sobre a Montanha” – Imago Editora – 2000 GARDNER, Laurence. “Os Segredos Perdidos da Arca Sagrada” – Madras Editora Ltda. 2004. GIRARDI,João Ivo. “Do Meio-Dia à Meia-Noite Vade-Mécum Maçônico” - Nova Letra Gráfica e Editora Ltda. 2ª Edição - 2008 JOSEPH, Frank & BEAUDOIN, Laura. “Abrindo a Arca da Aliança: do Mito à História” - Editora Pensamento -2009
  16. 16. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 16/31 Ir Pires Jorge MM da Loja Salvador Allende (GOL) Lisboa - Portugal “Do Estudo da História da Maçonaria à aplicação dos seus Princípios no quotidiano” O Ser Humano nasce, cresce, aprende (através do Estudo e com os Outros) e escolhe uma de duas opções: a) ou se integra na Sociedade, disponibilizando-lhe a sua Inteligência, os seus Conhecimentos, a sua Maturidade; b) ou apenas usufrui (ou serve-se …) do esforço e da entrega dos Demais. Os valores da Virtude (praticar o Bem, contrariar o Mal, praticar a Disponibilidade para com os Outros, contrariar o Egoísmo) concretizam-se nas práticas da Beneficência, da não- Maleficência e da Justiça. Estes princípios são a base do dia-a-dia dum Maçon pois “… a Maçonaria consubstancia nos seus Princípios orientadores – o dever da Beneficência, a partilha através da Solidariedade, a reflexão sobre a Igualdade no acesso, a Tolerância como prática de Liberdade de pensamento …” *1. “… Aos Maçons que ocupam lugares de decisão política, de administração pública ou de administração empresarial … exige-se um exemplar comportamento moral e ético…” *2 o qual se espera de quem assume a elevada responsabilidade da “coisa pública”, isto é, da gestão do Estado Português. AMADEU GAUDÊNCIO (Ir:. Magalhães Lima e, mais tarde, Ir:. Gomes Freire), em 1933 (e:. v:.) advertiu-nos que “… o Maçon tem que ser um homem virtuoso …” *3 considerando ele que deve possuir “… as três grandes virtudes …: a Beneficência, a Discrição e a Obediência. Sem estas virtudes não se compreende o homem nem se concebe o Maçon …” *4. Alerta-nos, também, que “… os que vieram para aqui unicamente com a mira em Si depressa cansam porque o egoísmo não serve para cimentar o interesse comum …” *5 pois, como sabemos, “… o Maçon deve distinguir-se na Sociedade como exemplo de honestidade, de competência profissional e de respeito pelos direitos dos outros …” *6 . Constatamos, assim, a importância do Exemplo individual dum Homem Livre, Solidário e Tolerante como um objetivo a atingir pelo trabalho constante que envolve o conhecimento da Vida (através da Maturidade) tal como o conhecimento da História (evolutiva) da Maçonaria dela retirando os ensinamentos necessários ao desbaste da Pedra Bruta e ao atingimento da 5 – Do Estudo da História da Maçonaria à aplicação dos seus Princípios no quotidiano – Pires Jorge
  17. 17. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 17/31 Pedra Cúbica por cada Um, sempre ao serviço do Outro (com renúncia ao Egoísmo), sendo o próprio Exemplo um “… contributo Pessoal para a edificação da Fraternidade Universal …” *7. Esta maneira-de-estar-na-Vida foi sintetizada numa frase de MARGARIDA ALMEIDA ROCHA: “… Fica livre quem se liberta! Mas só é livre quem liberta! …” *8. Para atingir tal estádio, como nos alerta RUI ALBERTO NUNES dos SANTOS, não basta “apenas” ser um “conhecedor” da História da Maçonaria para se praticarem os seus princípios pois “… o trabalho maçónico não se esgota no estudo das origens e da História da Maçonaria, dos seus Rituais e práticas, sem negar a importância desse trabalho …” *9. Há sim que saber colher, adequadamente, os ensinamentos decorrentes dos exemplos da História atrás referida e ter a Sabedoria para os aplicar no nosso quotidiano de forma genuína, discreta e honrada . Pires Jorge, M.’.M.’. R.’.L.’. Salvador Allende G.’.O.’.L.’. Referências Bibliográficas *1 PIRES JORGE, “O Maçon e o seu Exemplo”, “14º Congresso GOL – Comunicações”, 25-26/Janº/2014 (e:. v:.): p 183 *2 RUI ALBERTO NUNES DOS SANTOS, “Maçons e Maçonaria na Sociedade de hoje: Que interrogações?”, “14º Congresso GOL – Comunicações”, 25-26/Janº/2014: (e:. v:.): p 120 *3,4,5 AMADEU GAUDÊNCIO, “TESE de Elev:. ao Gr:. 18 - Considerações sobre o nº 7 do Artº 26º da Const:. da Maç:. Portuguesa”, “Publicações da Resp:. Loj:. Cap:. INVICTA nº 446 ao Val:. do PORTO/1930-1933”: pp 206-207 (citado por PIRES JORGE em “O Maçon e o seu Exemplo”, “14º Congresso GOL – Comunicações”, 25-26/Janº/2014 (e:. v:.): p 183) *6 idem *2: p 120 *7 idem *3,4.5: p 184 *8 MARGARIDA ALMEIDA ROCHA, “Só é livre quem liberta”, “Revista da Maçonaria”, Série II, nº3, Julho/2012: p 67 (citado por PIRES JORGE em “O Maçon e o seu Exemplo”, “14º Congresso GOL – Comunicações”, 25-26/Janº/2014 (e:. v:.) : p 183) *9 idem *2: pp 122-12 BIBLIOGRAFIA AMADEU GAUDÊNCIO, “TESE de Elev:. ao Gr:. 18 - Considerações sobre o nº 7 do Artº 26º da Const:. da Maç:. Portuguesa”, “Publicações da Resp:. Loj:. Cap:. INVICTA nº 446 ao Val:. do PORTO / 1930-1933” (citado por PIRES JORGE em “O Maçon e o seu Exemplo”, “14º Congresso GOL – Comunicações”, 25- 26/Janº/2014 (e:. v:.) MARGARIDA ALMEIDA ROCHA, “Só é livre quem liberta”, “Revista da Maçonaria”, Série II, nº3, Julho/2012 (citado por PIRES JORGE em “O Maçon e o seu Exemplo”, “14º Congresso GOL – Comunicações”, 25-26/Janº/2014 (e:. v:.) PIRES JORGE, “O Maçon e o seu Exemplo”, “14º Congresso GOL – Comunicações”, 25-26/Janº/2014 (e:. v:.) RUI ALBERTO NUNES DOS SANTOS, “Maçons e Maçonaria na Sociedade de hoje: Que interrogações?”, “14º Congresso GOL – Comunicações”, 25-26/Janº/2014 (e:. v:.)
  18. 18. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 18/31 Este Bloco é produzido pelo Irmão Pedro Juk, às segundas, quartas e sextas-feiras Sinal de socorro Em 24/06/2016 o Respeitável Irmão Igor Diehl Porto, Loja Obreiros da `Pedra, 118, GLRGS, Oriente de Canoas, Estado do Rio Grande do Sul, solicita a seguinte informação: igordp@beckerediehlporto.com.br Procurei na literatura, inclusive em suas respostas algo acerca do sinal de socorro do Mestre Maçom, mas encontrei pouca literatura. O Irmão poderia informar qual a origem de tal sinal e sua exegese? Considerações: Sinais Maçônicos têm sido na Moderna Maçonaria tratada como um segredo inviolável para o Maçom, até porque um não iniciado de posse do seu conhecimento poderia ter acesso aos trabalhos maçônicos que são passíveis de cobertura. A origem dos Sinais maçônicos está no período do Ofício quando as guildas de construtores medievais da pedra calcária, precursoras da Francomaçonaria, os seus membros eram instruídos com métodos de reconhecimento, já que, sob a proteção da Igreja-Estado da época, os artífices podiam se deslocar livremente para a contratação e execução de obras. Em síntese, um obreiro regular de uma guilda de construtores de posse de Sinais, Toques e Palavras podia ser reconhecido sem ter que passar horas e horas no desbaste de uma pedra para provar a sua habilidade. Não esqueça: envie sua pergunta identificada pelo nome completo, Loja, Oriente, Rito e Potência. 6 – Perguntas & Respostas Pedro Juk
  19. 19. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 19/31 É verdade, porém, que havia na época uma enorme quantidade de Sinais, o que pode ser averiguado através dos Manuscritos – conhecidos como Antigas Obrigações – e também nas revelações contidas nas obras espúrias, a exemplo do Masonry Dissected de Samuel Prichard datado de 1.730. Não raras vezes, as confrarias de construtores possuíam suas particularidades regionais, de tal modo que muitos dos Sinais se diferenciavam entre uns e outros, embora na sua grande maioria sempre estivessem nos seus movimentos relacionados aos instrumentos do ofício (Esquadro, Nível e Prumo). Assim, ao longo dos anos, muitos procedimentos acabaram por se perder e outros evoluíram junto com a Ordem, desde o seu período Operativo (de Ofício), ao Especulativo e por fim na Moderna Maçonaria, sendo que nessa última, os Ritos absorveram e qualificaram os Sinais de acordo com a quantidade dos seus Graus. Na questão prática e genérica, os Sinais de reconhecimento sempre foram pautados pela discrição, de modo que não pudessem ser facilmente percebidos e interpretados pelos Cowans. O termo Cowan se deriva de um dialeto no norte da Escócia e significa “aquele que constrói muros de pedra sem argamassa” e se refere ao construtor picareta, sem qualificação, já que sem o cimento para ligar o assentamento, as pedras só empilhadas simplesmente se constituem numa parede frágil e sujeita à fácil destruição – em tese, na atual Maçonaria seriam os não iniciados (profanos). À bem da verdade, os Sinais sempre fizeram parte dos segredos da arte de construir na Sublime Instituição e alguns deles, além do reconhecimento pessoal, serviam também para pedir ajuda nas necessidades prementes, sobretudo quando um membro do ofício estivesse em perigo e precisasse ser conduzido a porto de salvamento. Assim o Sinal de Socorro também foi muito utilizado pelos integrantes da Ordem nas conquistas sociais, sobretudo nos movimentos libertários que envolviam vez por outra escaramuças armadas e sentenças de morte – vale a pena conferir que não raras vezes maçons estiveram presentes em ambos os lados da contenda, a exemplo do que aconteceu na Revolução Francesa. Atualmente, conservando também a tradição iniciática, a Maçonaria adota os Sinais, Toques e Palavras de reconhecimento como prática haurida dos nossos ancestrais operativos. Nesse interim, muitos Ritos mantém a prática de ensinar aos seus membros que alcançaram a plenitude maçônica (Grau de Mestre) um Sinal que serve para pedir ajuda numa real necessidade. No caso do REAA temos um gesto dos mais tradicionais (além da sua variação), cuja postura e forma de proceder envolvem discrição e atenção, já que o maçom que pede ajuda, também deve estar atento e pronto ao perceber pedido de socorro de um Irmão necessitado. No que diz respeito à interpretação do Sinal de Socorro no REAA, bem como a sua variação (S, C e J), ambos são hauridos da Lenda do Terceiro Grau e de uma antiga lenda noaquita (Noé e seus três filhos). À bem da verdade essa relação está na alegoria da Natureza e a morte do Sol que deixa a mãe Terra viúva uma vez por ano (a m oo ff da v). É uma relação deísta e iniciática que sugere um Sinal de Aflição que é dado em caso de perigo de morte. Conforme Allec Mellor in Dictionaire des Franc-Maçons et de La Franc-Maçonnerie, muitos autores citam casos em que maçons puderam salvar suas vidas desta forma diante do inimigo ou de uma insurreição. Quanto a sua exegese, o Sinal de Socorro denota simbolicamente um gesto de pavor e desespero diante de uma situação. Concluindo, remeto-o a uma competente Peça de Arquitetura de autoria do Respeitável Irmão Hercule Spoladore com o título de “Sinais Maçônicos Antigos”, cujo escrito segue anexo para auxiliá-lo na compreensão do fato. T.F.A. PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com - Ago/2016
  20. 20. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 20/31 LANÇAMENTO R$50,00 Todos os dias dá para pinçar alguma coisa para discutir em Loja e enriquecer a sessão. (O JB News só usa para o seu 1º. Bloco, informações fornecidas pelo “O Livro dos Dias”) Dia após dia, está em O Livro dos Dias, em sua 21ª Edição! Aproveite para conferir em www.artedaleitura.com De Irmão para Irmão As publicidades aqui veiculadas são cortesia do JB News, como apoio aos irmãos em suas atividades profissionais. Valorize-os, preferindo o que está sendo anunciado.
  21. 21. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 21/31 (as letras em vermelho significam que a Loja completou ou está completando aniversário) GLSC - http://www.mrglsc.org.br GOSC https://www.gosc.org.br Data Nome Oriente 01/01/2003 Fraternidade Joinvillense Joinville 26/01/1983 Humânitas Joinville 31/01/1998 Loja Maçônica Especial União e Fraternidade do Mercosul Ir Hamilton Savi nr. 70 Florianópolis (trabalha no recesso maçônico) 11/02/1980 Toneza Cascaes Orleans 13/02/2011 Entalhadores de Maçaranduba Massaranduba 17/02/2000 Samuel Fonseca Florianópolis 21/02/1983 Lédio Martins São José 21/02/2006 Pedra Áurea do Vale Taió 22/02/1953 Justiça e Trabalho Blumenau Data Nome da Loja Oriente 11.01.1957 Pedro Cunha nr. 11 Araranguá 18.01.2006 Obreiros de Salomão nr. 39 Blumenau 15.02.2001 Pedreiros da Liberdade nr. 79 Florianópolis 21.02.1903 Fraternidade Lagunense nr. 10 Laguna 25.02.1997 Acácia Blumenauense nr. 67 Blumenau 25.02.2009 Caminho da Luz nr. 99 Brusque 7 – Destaques (Resenha Final) Lojas Aniversariantes de Santa Catarina Mêses de janeiro e fevereiro
  22. 22. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 22/31 GOB/SC – http://www.gob-sc.org.br/gobsc Data Nome Oriente 07.01.77 Prof. Mâncio da Costa - 1977 Florianópolis 14.01.06 Osmar Romão da Silva - 3765 Florianópolis 25.01.95 Gideões da Paz - 2831 Itapema 06.02.06 Ordem e Progresso - 3797 Navegantes 11.02.98 Energia e Luz -3130 Tubarão 29.02.04 Luz das Águas - 3563 Corupá Vem aí o IX Chuletão Templário. O evento filantrópico Maçônico Loja “Templários da Nova Era”
  23. 23. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 23/31 Notícias da Grande Loja do Estado do Acre (informações: Ir Chiquinho, de Rio Branco) - A Grande Loja do Estado do Acre continua com a sua política de posse aos Veneráveis Mestres das Lojas de sua administração percorrendo todos os orientes do Estado, através de seu alto corpo. No registro fotográfico abaixo, algumas imagens que fazem notícias. Na Loja Fraternidade e Trabalho, de Sena Madureira, na posse do Ir. Natalício como VM, além da presença do Grão-Mestre Fernando Zamora, compareceram o Ir. Chiquinho Grande Mestre de Cerimônias, Ir Adail, Grande Orador, Ir Elder 2º. Grande Vigilante e Ir Chiquito, Delegado da Jurisdição. Na última segunda-feira, as posses foram prestigiadas com as seguintes presenças: Loja 01: Eminente Grão-Mestre Adjunto, Ir Valmiki; Loja 03: IrElder, 2º. Grande Vigilante, Ir Adair, Grande Orador e Ir Chiquito, Delegado; Loja 10: Past Grão-Mestre, Irmão Garcia e o Ir. Silva Lima, Delegado. Loja 13 - Ir Fernando, Segundo Grande Vigilante; Ir Pedro Longo PGM, Ir Mário Santini, PGM e Ir Erick Grande Secretário das Relações Interiores; Loja 18 - Ir Marco Antonio, Grande Secretário das Relações Exteriores e Ir Chiquinho, Grande Mestre de Cerimônias. Ainda na Loja Rei Salomão, estavam presentes o Grande Secretário de Relações Exteriores ir. Marcos Antônio e o GMdeCerimonia ir. Chiquinho, como também o ministro do Superior Tribunal Eleitoral ir. Cleiton e o Relações Pública fã GLEAC ir. Leandro. Na posse do venerável Reginaldo dando posse na sua diretoria.
  24. 24. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 24/31
  25. 25. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 25/31
  26. 26. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 26/31 Do Mano e Amigo João Guilherme Jerônimo, mano: Gostei muito do seu artigo sobre Voltaire. Ele é um monumento à liberdade e à coragem, humano até o âmago. E consistente como poucos. Outro que é devoto do "Velho Patife" é nosso Irmão José Maurício Guimarães, que também deve ter gostado muito de reviver um pouco desse momento incrível. Quanto à opressão dos potentados da Igreja, há dois momentos:ante e pós-Voltaire! Antes que eu me esqueça: estou com o seu Livro dos Dias 2017 dedicado, só esperando você dizer quantos mais você deseja, além do seu, e para onde devo mandar (espero que não seja para a Austrália!). Um grande abraço, JG
  27. 27. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 27/31 CONVOCAÇÃO e CONVITE ATENÇÃO: MUDANÇA DE LOCAL O Secretário da Loja, que subscreve, convoca todos os Irmãos do quadro, com base no inciso V do Artº 116 do Regulamento Geral da Federação e convida todos os demais Irmãos, para a 50ª Sessão da A.R.L.S. “Alvorada da Sabedoria” nº 4.285, a primeira sessão ritualística do ano, dia 14 de fevereiro, terça-feira, quando a palestra a cargo do Poderoso Ir. Altair Salésio Rodrigues, Grão-Mestre Adjunto do GOB-SC, com o tema “Como Está Estruturado o GOB-SC”. A sessão será no Templo Maçônico da Fraternidade da Arte Real (FAR), situado à rua Presidente Gama Rosa, 36, Trindade, Florianópolis, logo após o TRITI (Terminal de ônibus Integrado da Trindade). Programação: 20:15 h: encontro no átrio do Templo; 20:30 h: início da sessão. Após a sessão, será oferecido uma ágape com um bom whisky. Ir. Ruben Luz da Costa, Secretário Wisdom Dawn Lodge
  28. 28. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 28/31 Ir Marcelo Angelo de Macedo, 33∴ MI da Loja Razão e Lealdade nº 21 Or de Cuiabá/MT, GOEMT-COMAB-CMI Tel: (65) 3052-6721 divulga diariamente no JB News o Breviário Maçônico, Obra de autoria do saudoso IrRIZZARDO DA CAMINO, cuja referência bibliográfica é: Camino, Rizzardo da, 1918-2007 - Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014 - ISBN 978-85.370.0292-6) 8 de fevereiro Astrologia É a ciência dos astros; desenvolveu-se entre os caldeus e sua origem è ignorada, mas sempre existiu; pelo menos, os escritos, tanto em pergaminho como em tábuas de barro ou esculpidas em pedra, como os "grafitos", revelam-nos isso. A astrologia está ligada à religião desde os tempos primitivos, quando o homem via nas fases da Lua, nos eclipses solares, prenúncios que, interpretados pelos magos e adivinhos, descreviam o futuro. Hoje, a astrologia, com o estudo do horóscopo, pretende dirigir a vida humana, prevendo o futuro. Mapas astrológicos são apresentados por meio de sofisticados computadores, com resultados aceitáveis. Em Maçonaria, porém, apesar de na "abóbada celeste" dos Templos constarem Sol, Lua e planetas, são apresentadas constelações destinadas a influenciar sobre os maçons reunidos. Trata-se mais de uma tradição artística ornamental simbólica do que uma realidade científica. O futuro pertence a Deus e não será revelado por artifícios aventureiros. A Maçonaria não se preocupa com esse futuro, mas sim com um presente efetivo dando aos seus adeptos as benesses que lhe são peculiares. Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 58.
  29. 29. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 29/31 A.R.L.S. “AMOR À VIRTUDE” - Fundada em 08/03/1871 Filiada Ao Grande Oriente Paulista - Franca – SP.
  30. 30. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 30/31 O Irmão Adilson Zotovici, Loja Chequer Nassif-169 de São Bernardo do Campo – GLESP escreve aos sábados e esporadicamente em dias alternados adilsonzotovici@gmail.com Busco entender tristemente ! Nas palavras, olhos e gestos, Em cada ação incoerente Quiçá, impróprios protestos... Ou sonho impossível, inocente ? Tantos são os manifestos ! Às vezes, mesmo calados Alguns, propósitos honestos Mas, pelo mal, manipulados Por maus espíritos, molestos ! Nos protegidos, nos largados, Mal-grassam por todos os cantos Almas e corpos penhorados Cobrindo-os com negros mantos Tornando esquecidos, os amados !
  31. 31. JB News – Informativo nr. 2.323– Florianópolis (SC), quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017 - Pág. 31/31 Quebrando pois, os encantos De todo aquele que se ilude Que a “droga”, traz acalantos ! Ao velho e ao jovem amiúde Entre falsos risos e prantos ! Fugaz, triste passagem alude, Irreverência ao SENHOR ! Aniquilando a fé, a saúde, Criando débito posterior Findando, breve, num ataúde ! Adilson Zotovici ARLS Chequer Nassif-169 S.B. do Campo – SP

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