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Jb news informativo nr. 2298

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Jb news informativo nr. 2298

  1. 1. JB NEWS Filiado à ABIM sob nr. 007/JV Editoria: Ir Jeronimo Borges Loja Templários da Nova Era nr. 91(Florianópolis) - Obreiro Loja Alferes Tiradentes nr. 20 (Florianópolis) - Membro Honorário Loja Harmonia nr. 26 (B. Horizonte) - Membro Honorário Loja Fraternidade Brazileira de Estudos e Pesquisas (J. de Fora) -Correspondente Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas (P. Alegre) - Correspondente Academia Catarinense Maçônica de Letras Academia Maçônica de Letras do Brasil – Arcádia de B. Horizonte O JB News saúda os Irmãos leitores de Lisboa
  2. 2. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 2/23 Nesta edição: Pesquisas – Arquivos e artigos próprios e de colaboradores e da Internet – Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias, de colaboradores e www.google.com.br Os artigos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião deste informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores. 1 – ALMANAQUE Hoje é o 14º dia do Calendário Gregoriano. Faltam 351 dias para terminar o ano de 2017 - Lua Cheia - É o 128º ano da Proclamçaõ da República; 195º da Independência do Brasil e 517º ano do Descobrimento do Brasil Hoje é o dia do Treinador de Futebol Colabore conosco. Se o Irmão não deseja receber mais o informativo ou alterou o seu endereço eletrônico, POR FAVOR, comunique-nos pelo mesmo e-mail que recebe o JB News, para evitar atropelos em nossas remesssas diárias por mala direta. Obrigado. Saudações, Prezado Irmão! Índice do JB News nr. 2.298 – Florianópolis (SC) – sábado , 14 de janeiro de 2017 Bloco 1-Almanaque Bloco 2-IrBarbosa Nunes – 164 anos da Loja Fraternidade de Santos (artigo semanal nr. 310) Bloco 3-IrMario López Rico – Explícame (1 de 9) – La idea del bien Bloco 4-IrPaulo Roberto - As Origens do Símbolo das Colunas Bloco 5-IrHenrique Monteiro – Histórias de Soares Bloco 6-IrAdemar Valsechi – Coluna da Harmonia (edição semanal nr. 64) Bloco 7-Destaques JB – Breviário Maçônico p/o dia 14 de janeiro e versos do Irmão e Poeta Adilson Zotovici (São Paulo – SP)
  3. 3. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 3/23 14 de janeiro  1506 — A escultura clássica Laoconte e seus filhos (Grupo de Laocoonte) é redescoberta em Roma por Felice de Fredi e vendida de imediato ao papa Júlio II.  1659 — Batalha das Linhas de Elvas  1724 — O rei Filipe V de Espanha abdica do trono em favor de seu filho mais velho  1784 — Os Estados Unidos ratificam um tratado de paz com a Inglaterra encerrando a Revolução norte- americana.  1797 — Batalha de Rivoli  1809 — Firmada a aliança entre Inglaterra e Espanha para lutar contra Napoleão, cujas tropas haviam invadido a Espanha.  1852 — Promulgada nova Constituição na França, que outorgou poder a Charles Louis Napoleón Bonaparte.  1876 — O telefone é patenteado por Alexander Graham Bell, apesar de ter sido inventado por Antonio Meucci.  1907 — Centenas de pessoas morrem quando um terremoto atinge Kingston, a capital da Jamaica.  1914 — Henry Ford, fundador da Ford, anuncia um novo sistema na linha de montagem de sua fábrica, que reduzia de 12,5 horas para 93 minutos a produção de um carro.  1943 — O presidente norte-americano Roosevelt e o primeiro-ministro inglês Churchill iniciam uma conferência de guerra em Casablanca.  1944 — Segunda Guerra Mundial: Início da ofensiva soviética contra tropas alemãs em Leninegrado e Novgorod.  1952 — Iniciam-se os Jogos Olímpicos de Inverno em Oslo  1953 — O marechal Josip Broz Tito é eleito presidente da República da Iugoslávia.  1965 — Os primeiros-ministros da República da Irlanda e da Irlanda do Norte se reúnem pela primeira vez em 43 anos.  1969 — Início da missão espacial soviética Soyuz 4  1974 — O general Ernesto Geisel é escolhido presidente da República por eleição indireta. Assumiria no dia 15 de março, enfrentando dificuldades econômicas e políticas.  1980 — Inicia-se o segundo mandato de Indira Gandhi como Primeira-Ministra da Índia.  1994 — Os presidentes da Rússia, Boris Iéltsin, e dos EUA, Bill Clinton, firmam em Moscou, com o presidente da Ucrânia, Leonid Kravchuk, um acordo para eliminar todos os mísseis nucleares estratégicos ex-soviéticos.  2001 — O socialista Jorge Sampaio é reeleito Presidente da República de Portugal.  2005 — A sonda Cassini-Huygens pousa em Titã.  2015 — Giorgio Napolitano renuncia à presidência da Itália. Culturais ou de média/mídia[editar | editar código-fonte]  1900 — Estreia a ópera Tosca, de Puccini.  1954 — A musa do cinema Marilyn Monroe casa-se com o jogador de beisebol Joe DiMaggio. A união dura apenas nove meses, pois ele era violento e ciumento.  1964 — Jacqueline Kennedy faz sua primeira aparição pública na TV desde o assassinato de seu marido John, presidente dos Estados Unidos, em novembro do ano anterior.  1965 — Adonias Filho é eleito membro da Academia Brasileira de Letras.  1973 — Elvis Presley realiza um show em Honolulu, no Hawaii, que foi o primeiro a ser transmitido via satélite para mais de 40 países e visto por mais de um bilhão de pessoas.  1990 — O programa de televisão Os Simpsons estreia no canal Fox nos Estados Unidos.  1995 – Último show da Legião Urbana, em Santos.  1998 – O canal de televisão NBC concorda em pagar ao estúdio Warner Brothers a quantia de US$ 13 milhões por episódio da série ER EVENTOS HISTÓRICOS (Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki) Aprofunde seu conhecimento clicando nas palavras sublinhadas
  4. 4. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 4/23 1583 Aporta, na ilha de Santa Catarina, o navegante espanhol Diego Flores Valdez, proveniente do Pacífico. 1788 Nasce, em Santo Antônio de Lisboa, José da Silva Mafra. Político, fez parte da Junta que dirigiu a província de Santa Catarina após a Independência e foi seu representante no Senado Federal, de 1844 até a sua morte a 3 de julho de 1871. 1830 Assume a presidência da província de Santa Catarina Miguel de Souza Melo e Alvim. 1923 Instalado, nesta data, o município de Bom Retiro, criado pela Lei nº 1.4408, de 4 de outubro de 1922. 1955 Fundado o Grande Capítulo dos Maçons do Real Arco do México. 1992 Renasce a Maçonaria da Rússia: a Loja Harmonia nº 1 é consagrada em São Petersburgo, pela Grande Loja Nacional Francesa. 1997 As Lojas Luiz de Camões e York notificam judicialmente a GLMERJ a saída da potência. Fatos históricos de santa Catarina Fatos maçônicos do dia Fonte: O Livro dos Dias 20ª edição (Ir João Guilherme) e acervo pessoal
  5. 5. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 5/23 INFORMATIVO BARBOSA NUNES Artigo nr. 310 164 anos da Loja Fraternidade de Santos Mais uma vez, das muitas que estive em Santos e Baixada Santista, tive o prazer de ser recebido com a fraternidade de sempre pelos irmãos maçons, iniciando a caminhada de 2017 nas comemorações dos 164 anos da Loja Fraternidade de Santos, fundada em 5 de janeiro de 1853, hoje tendo como Venerável o dinâmico irmão Luis Tadeu Sampel Borges. Nas minhas palavras e em nome do Grão-Mestre Geral, Marcos José da Silva, enfatizei a importância social da Loja Fraternidade de Santos, em especial, à 2 – 164 anos da Loja Fraternidade de Santos - Barbosa Nunes - artigo nr. 310
  6. 6. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 6/23 Fraternidade Feminina, presidida pela cunhada Maria Teresa e o Capítulo DeMolay Fraternidade de Santos. Santos, município portuário do estado de São Paulo, que além de suas praias podemos citar os Jardins da Orla que é o maior jardim frontal de praia em extensão do mundo. O Aquário de Santos (antigo Aquário Municipal de Santos), inaugurado em 1945 pelo então Presidente da República Getúlio Vargas e ampliado em 2006, é o segundo parque público mais visitado do estado e atrai turistas do mundo inteiro. Também outros lugares de interesse são o Museu do Café Brasileiro, o Orquidário Municipal, o Jardim Botânico Chico Mendes, o Teatro Coliseu Santista, o Panteão dos Andradas, o Monte Serrat, e a Estação do Valongo. A sessão magna pública de aniversário muito organizada e objetivamente conduzida pelo Venerável Luis Tadeu, foi altamente prestigiada por mais de 300 pessoas, entre elas, maçons da região, do estado de São Paulo e outros pontos do Brasil, como uma comitiva da Loja Regeneração Guabirubense, de Santa Catarina. Agradeço aos que me conduziram ao evento, registrando suas presenças nas pessoas de Mário Sérgio Nunes da Costa, Grão-Mestre Honorário do Grande Oriente de São Paulo, Édimo Muniz Pinho, Grão-Mestre do Rio de Janeiro, Múcio Bonifácio Guimarãoes, Presidente da Assembleia Federal Legislativa, Aníbal Martinez, Fernando Tullio Colaccioppo, Egisto Rigoli e João José Viana, Secretários e Assessor do GOB, respectivamente, José Moretzsohn, Ministro do STJ Maçônico, Ricardo Guizado, Grão- Mestre Honorário do GOSP. Deputados Federais Ricardo Carvalho, Ademir Cândido, Arquiariano Bites Leão, Ricardo Martinez, Arlindo Chapetta, irmãos Gerson Magdaleno, Wagner Lacerda e Nilton Gomes, Cacá Teixeira, este vereador e secretário de gestão da prefeitura de Santos e outros que sempre me cercam com muito incentivo. A solenidade foi prestigiada pelo Grão-Mestre Adjunto do GOSP, Kamel Aref Saab, pelo presidente da Assembleia Estadual Hermes Barbosa, Coordenador Regional Sérgio Soares e outros membros do Grande Oriente de São Paulo. Fico muito grato pela homenagem em placa que recebi das mãos do Venerável Luis Tadeu. A Loja Fraternidade de Santos foi homenageada pelo GOSP e GOB-RJ. O histórico da Loja Fraternidade de Santos, com sua importante trajetória social, foi apresentado pelo Orador da Loja, Ivo Sanches, que voltando ao tempo do século XIX, registra: “Imaginemos que estamos no início da segunda metade do século XIX e deixemos que a nossa mente perambule pelas vielas da Santos antiga. Nessa época, nossa cidade tinha uma população de mais ou menos 7.500 habitantes e era praticamente um grande charco, excetuando-se um quadrilátero de aproximadamente 750 mil metros quadrados, incluindo-se os arrabaldes, que se localizava onde é hoje o Centro da Cidade e o Valongo. O povo santista vivia com simplicidade; o homem era responsável pelo sustento da casa e a mulher cuidava da educação dos filhos e do lar. Em seu livro ‘A Carne’, escrito em 1887, Júlio Ribeiro refere-se a essa gente da seguinte maneira: ‘O povo santista é polido, afável, obsequioso, franco; a riqueza que lhe proporciona o comércio de sua cidade, fá-lo generoso, até pródigo. E tem nervo, tem brio: é o único povo que eu julgo capaz de uma revolução nesta pacata província’. Como não havia água encanada, as mulheres tinham que procurar um local para a
  7. 7. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 7/23 lavagem das roupas, e o mais conhecido pelas lavadeiras era a Pedra da Feiticeira, uma nascente de águas límpidas, que ficava numa trilha que partia da Rua da Palha”. Referindo-se ao dia 5 de janeiro de 1853, o documento narra uma declaração em reunião em um sobrado de Santos, feita pelo doutor Bernardo Avelino Gavião Peixoto: “Meus senhores, o objeto que se deve ocupar esta reunião para a qual vós fostes convidados, é discutir o pedido que a Loja Piratininga me fez; nele, essa Augusta Loja solicita-me esforços em criar uma Loja Maçônica no Vale de Santos. Essa Loja deverá tomar aos ombros, a grande como difícil empresa de esmolar ao pobre. Como não posso por mim só decidir uma questão de muita gravidade e nem tão pouco, responder de improviso a semelhante convite, eu os convidei para que, comparecendo à esta reunião, decidam da conveniência ou não conveniência de semelhante objeto e me ajudassem a dar uma definitiva solução a uma questão de tão alta importância”. “Dentro do sobrado, os Maçons José Maria de Andrade, Martim Francisco Ribeiro de Andrada, Bernardo Augusto Rodrigues da Silva, Frei Luis de Santo Ambrózio, Francisco Martins dos Santos, Joaquim de Jesus Pereira, Thomaz Rufino de Jesus, Manoel José Carneiro Bastos, Ângelo Garcia de Souza Ramos, Joaquim José Gomes, João Batista da Silva Bueno, Francisco Alves da Cunha, Joaquim José da Costa e Silva, João Manoel Alfaia Rodrigues, Tristão Cardozo de Menezes Souza, João Baptista de Souza e Manoel Luis Ferreira continuavam a ouvir o Irmão Gavião Peixoto”. “Colocada em votação a fundação de uma Loja Maçônica, foi ela aprovada por unanimidade e escolhido o título de “Loja Fraternidade”, sugestão feita pelo Irmão Martim Francisco. Foi também eleita a Administração Interina, assim composta: Venerável Mestre, João Antonio de Sá; 1º Vigilante, Martim Francisco Ribeiro de Andrada; 2º Vigilante, Francisco Alves da Cunha; Orador, Bernardo Avelino Gavião Peixoto; Secretário, Manoel Luis Ferreira e Tesoureiro, Joaquim de Jesus Pereira”. Em resumo, assim nasceu a Loja Fraternidade de Santos, que hoje conduz o Educandário Anália Franco, que educa e forma hoje 370 crianças, e a Casa do Sol, que tem condições de atender até 160 moradores, possibilitando uma vida mais feliz, mais digna, àqueles que já viveram a maior parte de suas existências. São duas entidades consideradas como modelos de boa administração e de atendimento humano aos menos afortunados na vida, desamparados pela sociedade e governos. “Hoje, como rotineiramente fazemos, damos uma olhada para trás, mas o nosso rumo é o futuro. Mais doce do que a conquista é a esperança. E isso não nos falta, porque imbuídos desse amor que norteia todas as ações e atitudes do Maçom, só podemos olhar para um futuro promissor, convictos que continuaremos a combater a ignorância, os preconceitos e os erros, ajudando a edificar uma Pátria mais humana, progressista e feliz. Tomar aos ombros a grande como difícil tarefa de esmolar ao pobre... Nós o fizemos e, com toda a certeza, sempre o faremos”. Agradeço as fotos dos irmãos Fernando Túllio Colaccioppo e Nilton Gomes. Barbosa Nunes, advogado, ex-radialista, membro da AGI, delegado de polícia aposentado, professor e maçom do Grande Oriente do Brasil - barbosanunes@terra.com.br
  8. 8. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 8/23 O Irmão Mario López Rico é de La Coruña – Espanha. Escreve aos sábados. Responsável pela publicação espanhola Retales de Masononeria mario.lopezrico@yahoo.es - retalesdemasoneria.blogspot.com.es Explícame (1 de 9) La idea del Bien Cuando hablamos del bien todos tenemos una idea más o menos clara de lo que es. De modo simple y directo podemos calificar el bien como todo aquello que es bueno para nosotros o para alguien. Así es “bien” dar de comer al hambriento porque eso es “bueno” para esa persona. Sin embargo, el concepto de idea del bien se remonta a la época griega; Según Platón, la idea de bien es la idea suprema de su teoría de las formas. La teoría de las formas o teoría de las ideas es una de las bases de la filosofía platónica. Platón realiza una división entre un mundo de cosas sensibles, (mundo sensible) y otro que no se puede percibir por medio de los sentidos (mundo inteligible) donde habitan las ideas. Para el autor, dichas ideas son como la estructura, los modelos a partir de los cuales se basan las cosas físicas, que no son más que copias imperfectas de aquellas. Es decir, el caballo solo es uno en el mundo de las ideas, la variedad de caballos que existen tanto en tamaño como forma y color se debe a que la copia que se hace en el mundo sensible del caballo idea nunca es perfecta ni exacta. En base a lo dicho, en el mundo de las ideas no existen la dualidad ni el cambio; es el mundo de lo que realmente es. En oposición a éste nos encontramos el mundo sensible, o realidad aparente, la cual es reflejo del primero y en el cual nos hallamos, que no es; sin embargo tiene algo de real por su participación en lo inteligible. De este modo Platón acaba con la antinomia de Heráclito1 y Parménides2 (o problema de lo uno y lo múltiple) pues las cosas cambian en el mundo material y son inmutables y eternas en el inteligible 1 Heráclito de Éfeso, conocido también como «El Oscuro de Éfeso» fue un filósofo griego. Nació hacia el año 535 a. C. y falleció hacia el 484 a. C.. Era natural de Éfeso, ciudad de la Jonia, en la costa occidental del Asia Menor (actual Turquía). Como los demás filósofos anteriores a Platón, no quedan más que fragmentos de sus obras, y en gran parte se conocen sus aportes gracias a testimonios posteriores. Heráclito afirma que el fundamento de todo está en el cambio incesante. El ente deviene y todo se transforma en un proceso de continuo nacimiento y destrucción al que nada escapa 2 Parménides de Elea fue un filósofo griego. Nació entre el 530 a. C. y el 515 a. C. en la ciudad de Elea, colonia griega del sur de Magna Grecia (Italia). Tanto la doctrina platónica de las formas como la metafísica aristotélica guardan una deuda incalculable con vía de la verdad de Parménides. Por esto es por lo que muchos filósofos y filólogos consideran que Parménides es el fundador de la metafísica occidental 3 – Explícame (1 de 9) – La idea del Bien - Mario López Rico
  9. 9. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 9/23 Pues bien, Platón nos presenta la idea de bien como el objeto más adecuado para el alma y causa de la realidad, perfección y verdad de las cosas. La importancia y funciones que Platón concede en su filosofía a la idea de bien es tal que muchos autores (los neoplatónicos y los primeros filósofos cristianos) la han identificado con Dios. La idea es perfecta en todo y dado que solo Dios es Perfecto en todo ambas cosas deben de ser la misma. La vuelta de tuerca sería que las ideas no son Dios sino los pensamientos de Dios; pero esto no es tema a tratar aquí. La Idea del Bien es el principio mismo de todas las demás Ideas y no puede estar sometido a ningún otro principio posterior, pues dado que es la idea de la que todas las demás participan no puede ella participar de ninguna otra que le fuese superior. Podemos definir cuatro dimensiones del Bien: 1. Carácter inteligible: El Bien es una idea, objeto de la filosofía, por lo tanto, como idea que es, solo el alma purificada puede aproximarse a ella ya que no es algo propio del mundo sensible o aparente . 2. El Bien es real: No es un mero concepto, no ha sido formado por la mente humana, ni depende de ella. Es una Idea que existe en sí, más allá de nuestra propia existenica y del mundo. Es más, cuando no exista la humanidad ni el mundo que conocemos, la idea del bien seguirá existiendo. 3. El Bien es realizable: Debe encontrar su realización en este mundo, así como ya reina en el de las ideas, es la meta a la que debe tender el hombre y la sociedad creada por él. Esta tendencia es lo que da sentido de la ética y a la política que, bien entendidas y aplicadas, disponen el alma humana (una) y la sociedad (la otra) siguiendo el modelo eterno del Bien. 4. El Bien es la causa, como fundamento del mundo inteligible, de toda realidad así como del conocimiento que de ella tenemos. Es decir, el Bien es la causa, y su aplicación y fruto son los efectos. Dichos efectos solo son visibles en el mundo sensible donde podmeos apreciarlos como mortales que somos. En el famoso pasaje sobre el Sol y la Idea del Bien queda esto bien reflejado. Nos dice que al igual que el ojo ve con más claridad cuando su objeto está bañado por la luz solar, también el entendimiento capta más nítidamente su objeto (ideas) a la luz de la Idea del Bien, esta proporciona la verdad a los objetos de conocimiento y la facultad de conocer al que conoce. Ni la luz ni la visión son el sol, como tampoco la verdad o el entendimiento son el bien, este merece más dignidad. La verdad para los griegos es aletheia (desvelamiento), es decir, quitar el velo a las apariencias para descubrir la realidad auténtica de las cosas. Por ello se concibe como una propiedad de las Ideas, refiriéndose a ellas como “objetos sobre las cuales brilla la verdad”. Platón asigna a la Idea del Bien, a la bondad o excelencia, una importancia que excede la meramente ética, es “lo que proporciona la verdad a los objetos del conocimiento y la facultad de conocer al que conoce”.
  10. 10. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 10/23 Sobre el autor Mario López Rico es maestro masón y trabaja actualmente en su logia madre Renacimiento 54 – La Coruña – España, bajo la Obediencia de la Gran Logia de España, donde fue iniciado el 20 de Noviembre de 2007 y fue reconocido como maestro el 22 de Abril de 2010. A partir del año 2011 comienza a subir la escalera masónica filosófica del REAA siendo también, en la actualidad, Maestro de la Marca – Nauta del Arco Real, Compañero del Arco Real de Jerusalén y Super excelent master (grado cuarto y último de los Royal & Select Master – Rito york) Miembro Fundador Capitulo Semper Fidelis nº 36 de Masones del Arco Real el 18 – Oct – 2014 Miembro Fundador Consejo Mesa de Salomón nº 324 de Maestros Reales y Selectos (Masonería Criptica) el 20 – Feb - 2016
  11. 11. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 11/23 Ir. Paulo Roberto - MI da Loja Pitágoras nr. 15 Grande Secretário Adjunto Guarda-Selos da GLSC e Membro da Academia Catarinense Maçônica de Letras Escreve aos sábados neste espaço. prp.ephraim58@gmail.com.br Paulo Roberto As Origens do Símbolo das Colunas “J” e “B” na Maçonaria Para que seja bem compreendido o simbolismo maçônico, necessário se torna buscar-lhe as fontes e encontrar-lhe as origens. Para um símbolo tão complexo como o das Colunas B e J, seria pueril procurá-lo simplesmente na Bíblia. É mais do que certo, então, chegar o pesquisador a conclusões erradas. O simbolismo maçônico formou-se, de um lado, com tudo aquilo que os Maçons Operativos, construtores de catedrais e outros monumentos medievais, legaram aos Maçons Especulativos. Outros símbolos foram introduzidos em nossa Instituição por cabalistas, alquimistas, hermetistas, rosacrucianos e outros amadores de ciências ocultas, Maçons Aceitos que pertenceram às primitivas Lojas Especulativas. Estes ocultistas, dos quais existem numerosos traços nos primórdios da Maçonaria Especulativa, transferiram para a Instituição parte do seu cerimonial e de seus símbolos. As espadas, as velas, a câmara de reflexão, o painel da Loja, são vestígios cabalísticos, como também as Colunas B e J. Os cabalistas estabeleciam uma ligação entre as duas colunas e o nome de Deus. As duas colunas eram à base de um triângulo, cujo vértice era o Altar colocado no centro do Templo Sagrado, “como o coração é o centro do homem”. Consideravam a Nome Divino como o “coração” do Templo. Os alquimistas legaram à Maçonaria a sua interpretação das colunas B e J; o Sol e a Lua; o Enxofre, o Mercúrio e o Sal, que são os três princípios da Natureza; os quatro elementos herméticos: Ar, Água, Terra e Fogo, o VITRIOL etc. Para os alquimistas, efetivamente, as Colunas B e J, profusamente usadas em sua iconografia, representavam os princípios Fêmea e Macho, respectivamente, o que está de acordo com as explicações fornecidas pelo Ir.: Adolfo Terrones Benitez. O Sol e a Lua tinham o mesmo sentido, mas representavam também o ouro e a prata. Para os hermetistas, o Enxofre era o princípio macho, o Mercúrio, o princípio fêmea e o Sal representava o princípio neutro. 4 – As Origens do Símbolo das Colunas Paulo Roberto
  12. 12. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 12/23 As Colunas B e J representavam para os ocultistas, que impregnaram a Maçonaria com as suas doutrinas, os princípios masculino e feminino, considerados base da criação. Em seu “Livre Du Compagnon”, Oswald Wirth escreveu um parágrafo que nos permitiremos reproduzir: “Nunca houve contestações sobre o sexo simbólico dessas duas colunas, a primeira sendo suficientemente caracterizada como masculina pelo Iod inicial que a designa habitualmente. Este caráter hebraico corresponde, com efeito, à masculinidade por excelência, Beth, a segunda letra do alfabeto hebraico, é considerada, por outro lado, como essencialmente feminina, visto que o seu nome significa casa, habitação, de onde surge a ideia de receptáculo, de caverna, de útero etc. A Coluna J é, portanto masculina-ativa e a Coluna B feminina-passiva. O Simbolismo das cores exige, em consequência, que a primeira seja vermelha, e a segunda branca ou preta.” Pronunciamentos muito interessantes foram feitos por Maçons eruditos, dos quais reproduziremos alguns a título ilustrativo. O simbolista Mackey escreve, por exemplo, em sua “Encyclopaedia of Freemasonry”: “Na verdade, a coluna circular e monolítica, quando solitária, representava para as mentes dos mais antigos o falo, símbolo da fecundidade da natureza e da energia criadora e geradora da Divindade, e é nas colunas fálicas que devemos procurar a verdadeira origem do culto das colunas, que foi realmente o culto predominante entre os antigos.” Os povos primitivos, muito mais próximos da natureza que os modernos, e sem muitas preocupações de ética e pudor, consideravam o falo como um símbolo religioso que representava a fecundidade da Natureza, adorando-o sem preconceitos ou preocupações de lascívia. Este culto foi universal e constatado não somente na Europa e na Ásia, mas ainda no antigo México e até no próprio Taiti. Na Grécia e em Roma, o falo era levado em procissões e, por toda a parte, era considerado como signo protetor, sendo representado na fachada das casas e das próprias igrejas ou trazido como amuleto. A figa é uma reminiscência destas superstições que se perdem na noite dos tempos. Também Elifas Levi escreve em seu “Dogma e Ritual de Alta Magia” um parágrafo que consideramos uma joia para os estudiosos: “Adão é o tetragrama humano, que se resume no Iod misterioso, imagem do falo cabalístico. Ajuntai a este Iod o nome ternário de Eva, e formareis o nome de Jehovah, o tetragrama divino, que é a palavra cabalística e mágica por excelência: Iod, he, vau, he, que o sumo sacerdote, no templo, pronunciava Iodcheva.”
  13. 13. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 13/23 Não menos importante para a compreensão do símbolo é uma nota de Jules Boucher, em “La Symbolique Maçonnique”, sobre o significado oculto das palavras IAKIN e BOAZ, que reproduziremos por inteiro. Diz ele: “Parece-nos útil dar aqui uma opinião etimológica que diz respeito à IaKiN e a BoaZ, opinião proveniente de uma tradição semítica muito segura. Lendo-se os dois nomes IaKiN e BoaZ e invertendo-os (regra habitual, essencialmente tradicional e nitidamente obrigatória, para a conservação do segredo, de todo rito especificamente mágico), obter-se-á os nomes NiKaI e ZoaB que são (se forem consideradas tão somente as consoantes, letras masculinas, únicas importantes e constituintes) os dois vocábulos indicando, o primeiro a cópula, o coito (NK), o ato sexual gerador e criador dos Mundos e o segundo (ZB) o órgão fecundante, o falo. Assim, o simbolismo sexual das romãs toma todo o seu sentido e todo o seu valor. Um dos desenhos mais particularmente simbólicos do Mestre Oswald Wirth, servindo de frontispício à Maçonaria Oculta de Ragon, edição de 1926, indica nitidamente este simbolismo “para aqueles que sabem ver e compreender”, inscrevendo a palavra BOHAZ invertida sobre a coluna à direita do desenho.”. Este desenho foi repetido na edição de 1963 do “Livre Du Maitre” de Oswald Wirth. Na coluna da esquerda, de acordo com o ritualismo do Rito Moderno, está escrito IAKIN e na direita ZAHOB. Ressalta Jules Boucher que semelhante etimologia não deixará de perturbar alguns pudicos revoltados e alguns, principalmente, católicos antiquados, persuadidos que a Maçonaria é a Sinagoga de Satã e uma escola de depravação, e conclui: “Não se deve tratar de desenganá-los, mas simplesmente repetir a célebre sentença: “tudo é puro para os puros”, e reter firmemente o aspecto magnificamente criador (diríamos quase demiúrgico – de demiurgo, significando: “nome, que os philósophos platónicos davam ao criador dos homens”) deste símbolo.”.
  14. 14. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 14/23 O Irmão Henrique Monteiro, de Lisboa, é jornalista profissional, diretor do semanário Expresso e hoje administrador daquele jornal de grande prestígio. A matéria foi enviada pelo Ir. António Valdemar, também jornalista em Lisboa e colaborador do JB News Assunto: Artigo Soares Maçonaria Histórias de Soares – IV Soares foi da Maçonaria? Sim e não… Quarta de cinco histórias sobre a vida de Mário Soares. Hoje sobre a sua relação com a Maçonaria e da sua Maçonaria com a nossa Maçonaria e da sua pessoa com os nossos maçons, de como ele se entediava de morte com tudo isso e de como alguém pagou por ele as quotas em atraso Texto Henrique Monteiro: Soares foi da Maçonaria? Sem dúvida? E foi maçom? Sobre esta segunda pergunta a doutrina divide-se. Há os que pensam que basta ter sido iniciado numa Loja Maçónica para se ser maçom; e há os que pensam que ser maçom é ter uma vivência e uma permanência na maçonaria, não apenas ter sido iniciado. Digamos, em linguagem mais corrente, que Mário Soares é como aquelas pessoas que são batizadas, mas não são praticantes. No fundo, qual é a história? Que Soares estava rodeado de maçons em Portugal (dos poucos que sobreviveram ao decreto que a extinguiu em 1935 e trabalharam clandestinamente) é claríssimo. No entanto, foi preciso esperar pelo ano de 1972, tinha Mário Soares 47 anos, a caminho dos 48, para que o convencessem a entrar na organização. Esse papel coube a Atilano dos Reis Ambrósio, que usava o pseudónimo literário de Jorge Reis e tem como romance mais famoso “Matai-vos uns aos outros”. Reis vivia em Paris, onde aliás faleceu há pouco mais de um ano, estando enterrado no cemitério do Père Lachaise, mas mantinha uma casa em Cascais. Militante do PCP nos anos 40, como Soares, exilou-se em Paris depois de se desligar do PCP e entrou na Grande Loja de França, a mais ritualística e rigorosa que pratica o Rito Escocês Antigo e Aceite e o Rito Escocês Retificado. Foi para uma Loja do Rito Escocês Antigo e Aceite que Reis levou Soares: Les Compagnons Ardents, na qual foi recebido como Aprendiz e, depois, elevado a Companheiro, ainda antes do 25 de Abril. O percurso de Jorge Reis afastá-lo-ia, mais tarde, de Soares. Aquele tinha uma amizade que chegava à veneração a Vasco Gonçalves, primeiro-ministro pró-comunista de quatro governos do PREC (1974-1975), contra o qual Soares mobilizava todo o país e, em especial, os socialistas. 5 – Histórias de Soares Henrique Monteiro
  15. 15. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 15/23 Durante a sua permanência na Grande Loja de França Mário Soares convidou a entrar um amigo, que havia de ser seu ministro da Cultura – António Coimbra Martins, atualmente à beira de fazer 90 anos. Porém, a sua própria adesão aos ideais e rituais maçónicos nunca foram entusiasmados. “Era muito maçador e não correspondia a nada do que eu pensava ser”, disse-me um dia. “Mas não tenho nada contra os maçons, a começar pelo meu filho e por ti, que também és”. E sou. É sabido. Por isso posso continuar a história com algum conhecimento. Após o 25 de Abril e por interferência de outras pessoas, que nada tinham a ver diretamente com Soares, a Grande Loja de França (GLDF) foi fundamental no restabelecimento ritualístico e organizativo do Grande Oriente Lusitano. Curiosamente, o tempo encarregou-se de tornar o GOL mais próximo do Grande Oriente de França (GODF) do que da GLDF, mas Soares jamais teve a ver com o GODF. Por seu lado, o GOL manteve sempre relações com as duas organizações francesas. Com 39 anos de clandestinidade, quase todos eles dirigidos por Luís Rebordão (1937-1975), após o afastamento do último Grão-Mestre do GOL não clandestino, Norton de Matos, foram-se perdendo práticas ritualísticas e simbólicas. Rebordão, que conta, mais tarde, com o apoio do médico Dias Amado (também ligado a Soares) e ainda de outros maçons ilustres como Álvaro de Athayde (o cirurgião de Salazar) ou Adelino da Palma Carlos (o primeiro primeiro-ministro depois do 25 de Abril), entre outros, passa o testemunho justamente a Dias Amado (1975-1981) que consegue o apoio da GLDF para refazer os rituais, nomeadamente nas iniciações e nas passagens a Mestre que, devido à complexidade das respetivas cerimónias, eram difíceis ou impossíveis de realizar em clandestinidade, utilizando-se, nessa altura, sobretudo as chamadas ‘passagens administrativas’ (ou seja, sem provas e sem ritual). Porém, na altura, o ‘Companheiro’ Soares já se desligara totalmente da organização estando, como se diz na Maçonaria, ‘adormecido’. O contacto só volta a ser estabelecido nos anos 90, quando era Presidente da República. A determinada altura, a GLDF decide entregar-lhe uma medalha e, simultaneamente, aumentar o seu grau administrativamente para o 4º do Rito Escocês Antigo e Aceite (o primeiro dos altos graus escoceses, o que tornou Soares numa espécie de Mestre Maçon honorário). A decisão e a carta que a acompanhava foi do Grão-Mestre da GLDF da época, Jean-Louis Mandinaud, que a fez chegar a Portugal via uma Loja do GOL que tinha particulares relações com aquela organização maçónica francesa. Soares recebeu, então a carta e a medalha, que lhe foram entregues por Luís Nunes de Almeida, juiz do Tribunal Constitucional, e presidente da loja contactada pelos franceses, acompanhado do então Grão-Mestre do GOL, João Rosado Correia, que fora ministro do Equipamento Social do governo do Bloco Central, chefiado por Soares. Além da medalha, havia uma pequena dívida a pagar à GLDF. Mas Soares nunca soube dessa parte. Nunes de Almeida, abriu os cordões à bolsa e pagou-a – gesto que foi do conhecimento de pouca gente. Não sei se esta verdade é incómoda, desmente ou confirma preconceitos, desilude quem acreditou em mitos ou qualquer outra coisa. Sei que este foi o percurso de um homem, que apesar de achar as reuniões da Maçonaria entediantes, no essencial, procedeu de acordo com os seus valores.
  16. 16. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 16/23 Coluna da Harmonia O Irmão Ademar Valsechi escreve aos sábados. É MI da Loja Templários da Nova Era – 33º. REAA – membro da Academia Catarinense Maçônica de Letras, ex-Grande Mestre de Harmonia, atual Grande Secretário de Cultura da GLSC e autor do Livro “A Arte da Música Através do Tempo e na Maçonaria” além da Coletânea em MP3 de Músicas para Ocasiões Maçônicas. - valsechibr@gmail.com Coluna da Harmonia – Nr. 64 Música Barroca Alessandro Scarlatti (1.659 – 1.725) - 2ª parte Entre suas óperas se destacaram “Rosaura” (1.690) e “Griselda” (1.721). Alessandro Scarlatti é criador da “ária melodiosa”. Uma dessas árias, “Cara Tomba” (da ópera Mitridate, 1.750), impressionou o grande Bach que a copiou para o seu caderno de notas. Ilustrando a 64ª Coluna da Harmonia, vamos ouvir no link uma das belas Sonatas de Alessandro Scarlatti: Sonata L 33. Ademar Valsechi  019 - A. Scarlatti Sonata L33.mp3 6 – Coluna da Harmonia nr. 64 Ademar Valsechi
  17. 17. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 17/23 (as letras em vermelho significam que a Loja completou ou está completando aniversário) GLSC - http://www.mrglsc.org.br GOSC https://www.gosc.org.br Data Nome Oriente 01/01/2003 Fraternidade Joinvillense Joinville 26/01/1983 Humânitas Joinville 31/01/1998 Loja Maçônica Especial União e Fraternidade do Mercosul Ir Hamilton Savi nr. 70 Florianópolis (só trabalha no recesso maçônico) 11/02/1980 Toneza Cascaes Orleans 13/02/2011 Entalhadores de Maçaranduba Massaranduba 17/02/2000 Samuel Fonseca Florianópolis 21/02/1983 Lédio Martins São José 21/02/2006 Pedra Áurea do Vale Taió 22/02/1953 Justiça e Trabalho Blumenau GOB/SC – Data Nome da Loja Oriente 11.01.1957 Pedro Cunha nr. 11 Araranguá 18.01.2006 Obreiros de Salomão nr. 39 Blumenau 15.02.2001 Pedreiros da Liberdade nr. 79 Florianópolis 21.02.1903 Fraternidade Lagunense nr. 10 Laguna 25.02.1997 Acácia Blumenauense nr. 67 Blumenau 25.02.2009 Caminho da Luz nr. 99 Brusque 7 – Destaques (Resenha Final) Lojas Aniversariantes de Santa Catarina Mêses de janeiro e fevereiro
  18. 18. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 18/23 http://www.gob-sc.org.br/gobsc Data Nome Oriente 07.01.77 Prof. Mâncio da Costa - 1977 Florianópolis 14.01.06 Osmar Romão da Silva - 3765 Florianópolis 25.01.95 Gideões da Paz - 2831 Itapema 06.02.06 Ordem e Progresso - 3797 Navegantes 11.02.98 Energia e Luz -3130 Tubarão 29.02.04 Luz das Águas - 3563 Corupá Um Templário no “Temple Church” O Irmão Fernando Lemos, Secretário de Informática da Loja “Templários da Nova Era” encontra-se em férias pela capital inglesa. Na foto, visitando o “Temple Church” (Igreja do Templo), obra construída pelos Templários no final do Sec. XII e seriamente danificada nos bombardeios da 2ª. Guerra Mundial. Foi restaurada depois. É famosa por ser uma igreja de forma arredondada, uma característica de design comum para as igrejas dos Templários. É famosa por suas efígies de pedra dos séculos XIII e XIV.
  19. 19. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 19/23 Ir Marcelo Angelo de Macedo, 33∴ MI da Loja Razão e Lealdade nº 21 Or de Cuiabá/MT, GOEMT-COMAB-CMI Tel: (65) 3052-6721 divulga diariamente no JB News o Breviário Maçônico, Obra de autoria do saudoso IrRIZZARDO DA CAMINO, cuja referência bibliográfica é: Camino, Rizzardo da, 1918-2007 - Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014 - ISBN 978-85.370.0292-6) Dia 14 de janeiro: Ajoelhar Consigna o dicionário: "Ato de pôr-se de joelhos, com a finalidade de orar, adorar, reverenciar, com humildade, submissão e súplica." Nas cerimônias maçônicas, apenas o Mestre de honra e o candidato - quando presta o juramento - ajoelham-se para abrir o Livro Sagrado (ato nem sempre seguido pela maioria das Lojas). Afora esses casos, o maçom não tem a oportunidade de se ajoelhar, nem mesmo quando é feita a oração coletiva. Além de ato místico, o ajoelhar é instintivo quando a pessoa encontra-se em perigo e, desesperada, atira-se ao solo com joelhos para, então, suplicar. Trata-se de um hábito místico que não devemos esquecer, tanto no desespero, na dor e na aflição como no regozijo. O maçom "ajoelha-se" diante da Natureza para "reverenciar" o Criador, responsável pela grandiosidade do universo. Devemos ser gratos pela vida, pela fortuna, pelo prazer e pela satisfação e de "joelhos" (mentalmente) render nossa homenagem a quem nos propicia tanta benesse. A gratidão é uma virtude maçônica. Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 33.
  20. 20. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 20/23 Monumento esculpido em Santo André-SP
  21. 21. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 21/23 Os vídeos são pesquisados ou repassados, em sua maioria, por irmãos colaboradores do JB News. (fontes: internet) 1– 15 ruas floridas belíssimas que mais parecem conto de fada.. 2 – A graça e a beleza das corujas como você nunca viu antes! 3 – Veja os céus e o mundo como se fosse um piloto de avião! 4 – Show de cordas: Show de cordas.mp4 5 – San Fermin: San Fermin 2.013.pps 6 – Grande Loja do Estado do Acre – GLEAC Grande Loja do Estado do Acrew.mp4 7 – Filme do dia: “O Refúgio Secreto” – Sinopse: Uma família cristã arriscou suas vidas escondendo judeus em sua casa para salvar-los do campo de concentração. Eles conseguiram esconde-los. porém a família cristã foi considerada inimiga do governo Hitler e foram levadas para o campo de concentração, campo de morte mas ñ entregou o esconderijo. É comovente mas nos trás lição de vida e amor ao próximo. https://www.youtube.com/watch?v=QwGVYJhYJac&t=605s
  22. 22. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 22/23 O Irmão Adilson Zotovici, Loja Chequer Nassif-169 de São Bernardo do Campo – GLESP escreve aos sábados e esporadicamente em dias alternados adilsonzotovici@gmail.com MUITO ALÉM Perfeita ritualística Boa egrégora também Afeição com a mística Estudos que entretém ! Revelação artística Pelo obreiro que a detém Dialética, casuística, Sem inquietar alguém Emprega-se até a heurística Há também quem se abstém ! E creio, por característica, Nisso tudo há um porém ! Por sua alma altruística , Ao livre pedreiro convém Numa visão realística “Seu empenho...muito além”!
  23. 23. JB News – Informativo nr. 2.298 – Florianópolis (SC), sábado, 14 de janeiro de 2017 Pág. 23/23 Pois afora cultura simbolística Muito conhecimento contém Pra lá fora, à obra humanística, O que da Loja aberta se obtém !

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