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Jb news informativo nr. 2254

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Jb news informativo nr. 2254

  1. 1. JB NEWS Filiado à ABIM sob nr. 007/JV Editoria: Ir Jeronimo Borges Loja Templários da Nova Era nr. 91(Florianópolis) - Obreiro Loja Alferes Tiradentes nr. 20 (Florianópolis) - Membro Honorário Loja Harmonia nr. 26 (B. Horizonte) - Membro Honorário Loja Fraternidade Brazileira de Estudos e Pesquisas (J. de Fora) -Correspondente Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas (P. Alegre) - Correspondente Academia Catarinense Maçônica de Letras Academia Maçônica de Letras do Brasil – Arcádia de B. Horizonte Saudações, Prezado Irmão! Índice do JB News nr. 2.254 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Bloco 1-Almanaque Bloco 2-IrRui Bandeira – Os Landmarks da Maçonaria Regular: a Regra .... Sexto Landmark Bloco 3-IrJoão Anatalino Rodrigues – O Patriarca Abrahão e a Tradição Maçônica Bloco 4-IrJosé Valdecir Souza Martins – Maçonaria – O Porquê da Corda de 81 Nós? Bloco 5-IrMarcos Coimbra - Ditadura do Politicamente Correto Bloco 6-IrSérgio Quirino Guimarães - Secretário Bloco 7-Destaques JB – Breviário Maçônico p/o dia 1º. de dezembro e versos do Irmão e Poeta Adilson Zotovici (homenageando a Chapecoense)
  2. 2. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 2/31 1º de dezembro  1577 — Francis Walsingham recebe o título de cavaleiro.  1640 — Restauração da Independência de Portugal em relação ao Reino de Espanha; João, Duque de Bragança torna-se rei como João IV de Portugal após sessenta anos de domínio castelhano.  1821 — A colônia espanhola de Santo Domingo, atual República Dominicana, proclama sua independência da Espanha.  1822 — Pedro I é coroado Imperador do Brasil.  1825 — Na Rússia, o Czar Nicolau I sobe ao trono após a morte do seu irmão, o Czar Alexandre I.  1878 — É instalado na Casa Branca, residência do presidente norte-americano, o primeiro telefone.  1887 — É publicado o primeiro romance policial de Sir Arthur Conan Doyle sobre o detetive Sherlock Holmes.  1890 — É fundada a Sociedade União Musical Alenquerense (SUMA).  1900 — A Comissão de Arbitragem de Genebra concede a posse do território do atual Amapá ao Brasil.  1902 — Lançamento da obra Os Sertões de Euclides da Cunha. Nesta edição: Pesquisas – Arquivos e artigos próprios e de colaboradores e da Internet – Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias, de colaboradores e www.google.com.br Os artigos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião deste informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores. 1 – ALMANAQUE Hoje é o 336 dia do Calendário Gregoriano do ano de 2016– (Lua Nova) Faltam 30 dias para terminar este ano bissexto Dia Mundial da Luta contra a AIDS Se o Irmão não deseja receber mais o informativo ou alterou o seu endereço eletrônico, POR FAVOR, comunique-nos pelo mesmo e-mail que recebeu a presente mensagem, para evitar atropelos em nossas remesssas diárias. Obrigado. Colabore conosco para evitar problemas na emissão de nossas mala direta diária. EVENTOS HISTÓRICOS (Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki) Aprofunde seu conhecimento clicando nas palavras sublinhadas
  3. 3. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 3/31  1903 — O segundo filme de faroeste da história do cinema, O Grande Roubo do Trem é exibido em Washington, Estados Unidos.  1909 — É fundado em Israel, com o nome de Deganya Alef o primeiro kibbutz.  1910 — É apresentada oficialmente na Praça dos Restauradores em Lisboa, a nova Bandeira de Portugal após a Implantação da República.  1913 — Inaugurado o primeiro posto de gasolina em Pittsburgh, Estados Unidos.  1918  O parlamento dinamarquês aprova o decreto que tornou a Islândia um estado independente.  A Transilvânia e o Reino da Roménia se unem e formam a Romênia moderna.  O Reino da Sérvia e o Estado dos Eslovenos, Croatas e Sérvios se unem criando o Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos  1925 — É fundada a cidade de Sapé - Paraíba - Brasil  1929 — É inventado o jogo do Bingo, por Edwin Lowe.  1942 — Durante a Segunda Guerra Mundial é iniciado nos Estados Unidos o racionamento de combustível.  1944 — Fim da Conferência de Teerã, realizada entre os líderes das forças aliadas: Churchill, Roosevelt e Stálin.  1951 — São suspensas as relações comerciais entre as Alemanhas Oriental e Ocidental.  1954 — Inauguração do Estádio da Luz do clube Sport Lisboa e Benfica, na altura, o maior da Europa e o terceiro do Mundo.  1955 — Em Montgomery, no Alabama, Rosa Parks recusa-se a ceder seu lugar num ônibus a um branco. Este gesto deu início à luta pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos.  1956 — Minoo, no Japão, recebe estatuto de cidade.  1959  Doze nações firmam o Tratado Antártico pelo qual se comprometem a não reivindicar nenhuma parte do continente.  Tirada a primeira fotografia colorida do planeta Terra, de uma espaçonave.  1960 — Os cães Pchelka (Abelhinha) e Mushka (Mosquinha) são lançados a bordo da Korabl-Sputnik 3.  1961 — Protectorados das Nações Unidas: a parte ocidental da Nova Guiné se torna independente da Holanda.  1963 — É fundada a cidade de Votorantim - São Paulo - Brasil  1964 — Malawi, Malta e Zâmbia são admitidos como Estados-Membros da ONU.  1970  Ebino e Owariasahi, no Japão, recebem estatuto de cidade.  Aprovada lei na Itália que, em determinados casos, concede o divórcio.  1976  Estreia no Brasil o filme Dona Flor e Seus Dois Maridos, com Sônia Braga, Mauro Mendonça e José Wilker.  Angola é admitida como Estado-Membro da ONU.  1986 — O Museu D'Orsay é inaugurado em Paris pelo presidente François Mitterrand.  1989 — Mikhail Gorbatchov visita o Papa João Paulo II. É o primeiro líder soviético a visitar o Vaticano desde a Revolução Russa de 1917.  1990 — Eurotúnel o encontro dos dois túneis 40 metros abaixo do solo do Canal da Mancha.  2009 — Entra em vigor o Tratado de Lisboa. 1909 Lançada em Florianópolis a pedra fundamental do prédio do asilo “Irmão Joaquim”. Fatos históricos de santa catarina
  4. 4. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 4/31 1736 Nasce John Hancock () primeiro signatário da Declaração de Independência dos Estados Unidos, assinou desfavoravelmente com letras bem grandes, para que “o rei George III pudesse ler sem usar seus óculos” 1872 Carta do padre Eutychio Pereira da Rocha, 33º, reafirmando de forma inequívoca sua condição de Maçom, mesmo perseguido pela Igreja. 1868 niciado Joaquim Nabuco, na Loja América, em São Paulo. 1912 O Grão-Mestre Lauro Sodré, do Grande Oriente do Brasil cria o Grande Capítulo do Rito de York, ao qual ficariam subordinadas as Lojas do Rito existentes ou que fossem criadas (1912). Ratifica-se o engano de intitular como de “York” as Lojas que trabalhassem nos rituais do Rito Inglês Moderno, criado na união de 1813 1926 Fundação do Grande Oriente de Sergipe, federado ao GOB Fatos maçônicos do dia Fonte: O Livro dos Dias (Ir João Guilherme) e acervo pessoal
  5. 5. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 5/31 Venerável Mestre! Desejas criar e manter um site de qualidade da sua Loja? Então atente para este anúncio (Coisa de Irmão para Irmão)
  6. 6. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 6/31 Ir Rui Bandeira Obreiro da R. L. Mestre Affonso Domingues, n.º 5 da Grande Loja Legal de Portugal/GLRP. Escreve às quintas-feiras neste espaço. Este e outros artigos de sua autoria podem ser lidos no blog http://a-partir-pedra.blogspot.com.br Landmarks da Maçonaria Regular: a Regra em 12 Pontos - Sexto LANDMARK A Maçonaria impõe a todos os seus membros o respeito das opiniões e crenças de cada um. Ela proíbe-lhes no seu seio toda a discussão ou controvérsia, política ou religiosa. Ela é ainda um centro permanente de união fraterna, onde reinam a tolerante e frutuosa harmonia entre os homens, que sem ela seriam estranhos uns aos outros. Este preceito resume as regras de convivência entre maçons. Desde logo, avulta o respeito absoluto pela individualidade dos demais. As opiniões de cada um devem ser, e são, absolutamente respeitadas por todos os outros. Pode-se discordar de uma opinião emitida por outro maçom, mas a manifestação dessa discordância deve ser feita fundamentadamente e sem hostilizar, escarnecer ou por qualquer forma apoucar o seu autor. Pelo contrário, a crítica ponderada e fundamentada possibilitará um diálogo sereno, suscetível de permitir verificar os pontos de discordância, mas também aqueles em que se concorda, as razões do desacordo e a validade delas. Assim procedendo, não se criticam pessoas, analisam-se opiniões e, no limite, será possível que uma ou ambas as posições evoluam e, quiçá, o que começou por uma clara divergência poderá terminar numa convergência de pontos de vista. Mas, se assim não suceder, não é nenhuma tragédia: cada um tem o direito de manter o seu ponto de vista e, mesmo discordando do outro, ficará a saber o conteúdo e as razões do diferente pensamento discordante; poderão ambos não concordar, mas, pelo menos - e não é pouco! - compreender-se-ão. Quanto às crenças de cada um, estas nem sequer se discutem: reconhecem-se e respeitam-se. Buscam-se os pontos de entendimento, a base ética comum que subjaz a toda a crença religiosa. E tanto basta! Por isso, em Loja não se discute Política nem Religião. Esta porque, sendo do foro íntimo da cada um, não faz sentido discuti-la. Aquela porque, sendo 2 – Os Landmarks da Maçonaria Regular: a Regra em 12 pontos Sexto Landmark - Rui Bandeira
  7. 7. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 7/31 suscetível de grandes paixões, poderia cavar insanáveis conflitos entre Irmãos. Ademais, reconhecendo cada maçom no seu Irmão um homem livre e de bons costumes, grave atentado a essa liberdade seria não lhe reconhecer o direito à sua crença religiosa e ao seu entendimento político. Não quer isto dizer que um maçom não possa ou não deva afirmar a sua convicção religiosa ou a sua posição política. Pode este, pode aquele, pode aqueloutro, podem todos. Mas, isto feito, mais além não se vai. Cada um crê no que crê, pensa como pensa, ponto final! Não há lugar para discussões sobre se esta crença é melhor do que aquela ou se aquele entendimento político é mais ou menos adequado do que aqueloutro. É por isso que os maçons - e particularmente os maçons de cada Loja - entre si constroem laços especialmente fortes de amizade e consideração mútua. Porque, tal como os irmãos de sangue não têm de pensar da mesma forma para fraternalmente se amarem, também os maçons consideram e respeitam e criam laços fraternos com os demais maçons, independentemente das crenças ou opiniões políticas de cada um. Com esta postura, a Loja é um lugar em que cada um pode estar sem desconfianças, um oásis de harmonia, que permite descansar das, por vezes, duras e amargas lutas do dia a dia, e cada maçom vê no seu Irmão um homem sério e honrado, que poderá dele discordar, mas que nunca o trairá. Rui Bandeira O Irmão João Anatalino Rodrigues, é palestrante, escritor e colunista do JB News. Outorgado com a Ordem do Mérito Templário da Loja Templários da Nova Era. Escreve às quintas-feiras e domingos. jjnatal@gmail.com - www.joaoanatalino.recantodasletras.com.br O PATRIARCA ABRAÃO E A TRADIÇÃO MAÇÔNICA 3 – O Patriarca Abrahão e a Tradição Maçônica João Anatalino Rodrigues
  8. 8. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 8/31 “Sai da tua terra e da tua parentela, e da casa do teu pai e vai para a terra que eu te mostrar. E eu farei de ti um grande povo e te abençoarei e engrandecerei o teu nome (...) Gênesis 1;12. Em Ur dos caldeus vivia o pai Abrão, A ler nas estrelas a luz da sabedoria. Quando lhe veio a divina inspiração; De que no mundo, só um Deus havia.. Entretanto aqueles magos da Caldéia, Que viviam do comércio da religião; Não gostaram nem um pouco da idéia, E foram logo expulsando o Pai Abrão. Então ele deixou a terra dos caldeus, E foi viver num vale chamado Hebron. Lá fundou a Grande Loja dos hebreus. A estes Irmãos Deus confiou o projeto: E desde então a Confraria dos maçons, Controem a obra do Grande Arquiteto. Abrão, o iniciado A Bíblia informa que o primeiro nome do patriarca fundador da nação israelita era Abrão. Esse era um nome comum entre os pastores da Mesopotâmea. Abrão era um pastor de cabras e ovelhas, até que Deus o escolheu para ser “pai de uma multidão”, ou seja, o patriarca genitor de vários povos que se espalharam pelo Oriente Médio, e especialmente os descendentes do seu neto Jacó, depois chamado Israel, povo que mais tarde seria escolhido por Deus para ser o seu modelo de nação. Então, depois dessa escolha e da aliança que foi firmada entre Deus e Abrão, quando este tinha noventa e nove anos, este passou a chamar-se Abraão, que significa “pai de multidões”. Essa é uma propriedade que a língua hebraica tem. As palavras, em hebraico, têm valores numéricos que são interpretados segundo as disposições das letras nas palavras e dos sons que elas formam. A simples adição de uma vogal ao nome de uma pessoa faz com que ela mude completamente de significado. Assim, Abrão, que era apenas o líder de um clã, com a adição de um a, passou a ser Abraão, o pai de uma multidão. Até os noventa e nove anos (número que também tem suas implicações cabalísticas), Abrão foi um homem comum, embora já desde criança tivesse sido escolhido por Deus para uma importante missão. Mas ao que parece, antes de receber de Deus a consagração e o prêmio de sua missão, ele teve que realizar uma longa jornada iniciática pelas terras que receberiam sua semente, e não raras vezes teve que intervir pessoalmente para garantir os resultados da tarefa que lhe fora confiada aos setenta e cinco anos de idade, quando saiu de Haran, cidade onde morava com sua família, para se estabelecer na terra de Canaã, por ordem expressa de Deus.[1]
  9. 9. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 9/31 Noventa e nove (99) é o número que antecede o cem (100), múltiplo de dez (10), considerado o número perfeito. Por isso, Abrão não poderia ser consagrado antes de atingir a “idade da perfeição”. Daí suas experiências e aventuras, conforme narradas na Bíblia, se assemelharem à uma verdadeira jornada iniciática, as quais constituem aventuras espirituais, realizadas justamente para aprimorar o caráter do indivíduo, para assim levá-lo a um estado de superação de sua condição material. Esse é o estado que todo místico precisa obter antes de receber a sua “iluminação”. Abraão, na tradição cabalística Quem era Abrão antes de receber a promessa da Aliança e qual realmente teria sido a sua real importância no contexto geral da história da civilização e das ideias que influenciaram a formação do espírito universal, especialmente entre os povos do ocidente? Tudo que sabemos sobre ele é o que consta das crônicas bíblicas e dos comentários que sobre esses textos os intérpretes e comentadores da Bíblia fizeram. Fora do Livro Sagrado não se encontrou, até agora, nenhum documento escrito, nenhuma referência arqueológica, nenhuma outra informação que sequer informe quando e onde viveu esse patriarca, que inaugurou a primeira experiência maçônica da civilização. A Bíblia registra que Abrão é um descendente de Noé, tendo nascido na décima geração desse patriarca, após o dilúvio. Embora não de modo explícito, ela sugere que Abrão já era um devoto da divindade que mais tarde iria ser cultuada pelo seu povo como sendo o verdadeiro e único Deus do universo. Esse era o mesmo Deus que teria instruído Noé para fazer a arca, e teria mantido com a família do patriarca uma relação de amizade, fidelidade e favorecimento, distinguindo o clã de Abraão entre todas as famílias da terra. Assim, de uma família de artesãos ele era descendente. Tinha, portanto, no sangue, o gene do maçom operativo, aquele que nasceu para construir, de um lado, as grandes obras civis, e de outro, o edifício moral da humanidade. Não foi sem propósito que Abrão tenha nascido na décima geração dos descendentes de Noé. Dez é o número perfeito, como já se informou. Assim, dez gerações teriam que ser contabilizadas, até que o descendente adequado para a missão que Deus queria realizar entre os homens, nascesse. Essa tradição, de contar as gerações de dez em dez, para situar os acontecimentos marcantes da linhagem de Israel, parece ter sido uma orientação fundada em alguma crença astrológica antiga, que via os acontecimentos cósmicos, benéficos para humanidade ocorrendo conforme esse segmento de tempo, da mesma forma que a sequência de seis era maligna, marcando os acontecimentos funestos. Dessa forma, encontraremos dez gerações do bem de Adão até Noé, e outras dez de Noé até Abrão. Destarte, são seis as gerações do mal, contabilizadas a partir de Cain até Noé. Curiosamente, o evangelista Mateus passou a contar as gerações sagradas de quatorze em quatorze desde Abrão até Jesus. Não conseguimos identificar uma possível fonte de suas informações pois elas não constam do Velho Testamento nem da literatura rabínica produzida paralelamente. Todavia, Lucas contabiliza 72 gerações a partir de Adão até Jesus. Onde ele conseguiu essas informações não fazemos a menor idéia, mas se lembrarmos que 72 é o número dos anjos (semamphores) ou espíritos, que servem na presença de Deus, talvez possamos ter uma pista dessa curiosa genealogia sagrada que resultou na pessoa de Jesus Cristo, chamada pela Cabala pelo sugestivo nome de Shekinah[2).
  10. 10. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 10/31 Abraão e a tradição maçônica Os comentários rabínicos posteriores, constantes do Talmude e principalmente dos textos cabalísticos, retratam Abrão como sendo um sábio, imerso em contemplações metafísicas, ou um visionário, muito próximo dos magos caldeus retratados na literatura mesopotâmica. Segundo esses textos ele, ainda jovem, intuiu a existência de uma só divindade e passou a integrar toda a realidade divina num único conceito que seria o de Jeová, deus acreditado pelos povos pastores do norte da Mesopotâmia. Esse deus não era representado por espíritos da natureza nem retratado em qualidades humanas, como faziam a maioria dos povos antigos, que através de seus ídolos, reverenciavam as forças da natureza e o poder dos seus reis. Jeová, ao contrário, era um conceito abstrato, que encarnava hierarquia, poder e origem sobrenatural do homem. Essa ideia simbolizava, ao mesmo tempo, o patriarca da família, na sua natural posição hierárquica e a ascendência divina da família, representada por uma origem recenseada a partir do primeiro homem que Deus colocou na terra, ou seja, Adão. Foi essa concepção, aliás, que deu força á ideia de que Israel era um povo escolhido, pois sua linhagem se originava na própria divindade e seu direito de propriedade era oriunda do próprio Deus, por que Ele prometera aquela terra á Abrão e sua descendência. Nasceria, dessa forma, o conceito de fratria racial, ou seja, a ideia de um clã unido pelos laços do sangue e da tradição, que mais tarde daria sedimento ao conceito de Fraternidade, que Moisés iria usar para dar ao povo de Israel uma organização de verdadeira maçonaria. O proto-estado de Israel, antes de se tornar um reino, pode ser considerado como uma espécie de vivência maçônica bastante peculiar. Tanto é que o rito do Arco Real se refere à Loja presidida por Moisés no Monte Horeb como sendo a primeira Loja maçônica do mundo. Essa é a razão pela qual os maçons adotaram tantos símbolos e referências à cultura israelita e também o motivo de os encontrarmos disseminados por todos os graus do moderno catecismo maçônico. Essas inferências não se devem apenas a admissão de judeus na Ordem, como de ordinário acreditam alguns autores, mas porque a própria cultura maçônica desenvolveu-se a partir do núcleo israelita e busca recompor, no simbolismo e no objetivo contido na idéia de fraternidade praticada pela Maçonaria moderna, os mesmos sentimentos que motivaram a fundação da antiga nação de Israel. Dessa forma, podemos dizer que se existe um arquétipo inspirador para a Arte Real hoje praticada, esse é a Israel bíblica. A nação que Abraão fundou é uma verdadeira obra de maçonaria, cuja estrutura seria, mais tarde, erguida por Moisés e receberia o acabamento final através de Salomão. Mais tarde esse edifício seria reformado por Zorobabel, o Aterzata, e sofreria depois uma reforma total através de Jesus, o mestre carpinteiro de Nazaré. Todos eles maçons operativos, como se vê. É por isso que a tradição cabalística e a filosofia gnóstica, cuja influência na maçonaria é indiscutível, veem em Abraão um mago conhecedor dos grandes segredos arcanos. Um desses segredos é o Verdadeiro Nome de Deus. Essa é outra influência derivada da prática da Cabala, especialmente da sua parte fonética. Para os cabalistas o Nome de Deus é uma palavra que contém, no número formado pela sua composição gráfica, somado ao valor numérico resultante do som produzido pela sua correta pronúncia, um poder extraordinário.
  11. 11. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 11/31 A ideia de que certos sons transmitem poder é uma antiga crença, existente em quase todos os povos antigos. Na Índia, por exemplo, o som da palavra Om é um mantra poderoso. Em todas as línguas semitas existe a crença em palavras mágicas, que produzem acontecimentos maravilhosos. A própria Bíblia parece avaliar essa crença quando diz que foi através do som de sete trombetas e dos gritos dos soldados israelitas que as muralhas de Jericó ruíram para que Josué pudesse conquistá-la.(3). Segundo os cultores da Cabala mística foi com esse poder, emanado da escrita e da pronúncia do seu Nome, que Deus teria dado surgimento á matéria universal, a partir da sua própria essência espiritual, sendo o seu grito inicial “Haja Luz”, o chamado Big-Bang dos cientistas. A partir daí todas as manifestações de criação divina no mundo das realidades manifestas são precedidas da pronúncia desse Nome Inefável. Por isso o próprio Deus o proibiu de ser pronunciado em vão em um dos mandamentos do Decálogo, pois essa ação dá impulso a um ato criador, que somente a Deus é permitido. Para os cabalistas, foi Abraão quem transmitiu ao povo de Israel as informações sobre a criação do mundo, que constam do Gênese. Ele as teria obtido junto aos sábios mesopotâmicos quando ainda habitava em Ur dos caldeus. Essas informações estariam contidas na literatura suméria, mas somente Abraão conseguiu entender o verdadeiro significado dessas lendas da criação e registrou as suas observações no chamado “Livro da Criação”, ou Sefer Yetzira, obra cabalística por excelência, que desvenda o segredo da criação do mundo. Nessa obra, escrita em códigos só entendidos por verdadeiros iniciados, Abraão revela que Deus criou o mundo a partir das combinações feitas com as letras e o som do seu Verdadeiro Nome, que resultou nas dez emanações da Árvore da Vida, que são as dez famosas sefiroths.(4) Embora Abrão não seja citado na Maçonaria como autor de obras arquitetônicas de vulto, que lhe conferisse um lugar de destaque entre os mestres maçons cultuados nas lendas maçônicas, como Seth, Enoque, Ninrode, Salomão e Hiram Abiff, o nome do patriarca hebreu não pode ser esquecido quando se fala de tradição maçônica. Isso porque, sendo Abraão o pai da nação de Israel, obra maçônica por excelência, ele é, na verdade, um dos mais importantes maçons de todos os tempos.
  12. 12. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 12/31 Ir José Valdeci Souza Martins MM da Loja. Ordem e Progresso n° 25 G.·.L.·.E.·.M.'. S.'..·. - R.·.E.·.A.·.A.·. Reuniões as 6ª feiras às 20:00 horas Or.·. Campo Grande-MS. Resides in the hearts of good man (Reside no coração do homem bom) valdeci3pontocom@gmail.com www.valdecimartins.com.br MAÇONARIA O PORQUÊ DA CORDA DE 81 NÓS? Certo dia, conversando com um Irmão antigo e experiente de maçonaria, e abordando sobre tal assunto “corda de 81 nós” ele me disse que isso só passou a existir a partir dos anos 50 quando 81 grãos mestre de várias partes do mundo se reuniram em uma das chamadas mesas redondas da Confederação Maçônica Simbólica do Brasil – CMSB e daí surgiu a Corda de 81 Nós. Disse ainda ele que na CMSB existe esse registro. Respeitando a idade e tempos de maçonaria do Irmão, respeitei sua resposta e como um eterno aprendiz, fui em busca de uma resposta mística e esotérica, pois esta é a parte que mais busco estudar na Instituição maçônica. A corda simboliza ligação, vínculo, união, sobretudo quando possui um ou mais nós, significando uma ligação com as forças ocultas do universo. Já quando é representada estendida, sem nós, a corda simboliza ascensão, o ato de subir, de elevar-se. A corda que percorre o friso dos Templos das Lojas, tendo uma borla em cada uma de suas extremidades, que terminam diante das duas colunas da entrada. De distância em distância existem nós que são chamados “laços de amor”. Primitivamente, estas cordas com “laços de 4 – Maçonaria – O Porquê da Corda de 81 Nós? José Valdecir Souza Martins
  13. 13. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 13/31 amor” eram desenhadas num pequeno paralelogramo, traçado no chão, com giz ou carvão que constituía o Painel da Loja e que posteriormente, foi substituído pelo “tapete”. No grau de aprendiz havia três laços, no de companheiro continham quantidades de laços diferentes e no de Mestre não haviam laços, era um desenho diferente. Já Joules Boucher (2001) defende que “Pode-se, portanto, pensar razoavelmente que os primeiros maçons especulativos, tendo substituído o cordel operativo por um cordão ornamental, deu muito naturalmente a este cordão nós em forma de “laços de amor‟. Essa espécie de nós figurando nos brasões o Painel ou Tapete da Loja que enfeixa os símbolos, essenciais da Maçonaria, pode ser considerado como o armorial maçônico” Abrindo aqui um importante parêntese a ser estudo, alguns autores dizem que a corda de 81 nós ao redor da abóbada é uma invenção brasileira. O que existe na tradição maçônica é a corda de 13 nós que servia para medições no canteiro de obras, onde houve uma germinação do rito das famílias Stuart na Escócia. Na França, algo parecido existiu como “laços de amor” nas decorações das Lojas, mas não se referiam à corda de 13 ou 81 nós. Sabemos que muitos de nossos estudos e da nossa própria história se perdeu no tempo. Mas aqui vai alguns pontos a ser estudado e analisado aos Irmãos que gostam de se aprofundar nos nossos estudos. * A estrutura destes “nós” (em forma de laços), representa o símbolo esotérico do infinito, indicando que a obra da renovação é duradoura e infinita. Este é um dos motivos pelos quais estes laços são chamados "Laços de Amor", porque demonstram a dinâmica Universal do Amor - na continuidade da vida. Além disso, o fato dos nós estarem abertos, em forma de laços, como um "8" deitado (∞), devem lembrar ao Maçom que é preciso tomar muito cuidado para não puxá-los. Eles devem permanecer como estão! Por quê? Um nó fechado, neste caso, significaria a interrupção e o estrangulamento da fraternidade que deve existir entre os Irmãos. * A disposição da corda inicia-se no “nó” central, que deve estar acima do Trono de Salomão (da cadeira do V.'. M.'.). Ele simboliza o número UM e tudo o que ele implica: unidade, indivisibilidade, sagrando-se ainda, por representar o Criador, princípio e fundamento do Universo. Este símbolo, especificamente, remonta à antiga escola Pitagórica. Desta forma, a corda conta ainda com quarenta “nós”, equidistantes, de cada lado que se estendem pelo Norte e pelo Sul. Reparem que a corda acaba terminando em duas borlas, em cada uma de suas extremidades, ambas relembram ao Maçom sobre a Justiça e a Prudência. * Segundo a maioria dos estudiosos, o fato da corda ser aberta em torno da Porta do Templo indica que a Ordem Maçônica é dinâmica e progressista, estando, portanto,
  14. 14. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 14/31 sempre aberta às novas ideias, desde que estas contribuam para a evolução do Homem e para o progresso racional da humanidade. Sem dúvida, a corda é a trena de hoje, assim como o terço tem sua representação em uma religião, a corda que como ferramenta, fala de união e força, pode ter em sua origem tal medida. Finalizo considerando em todos os sentidos, que o nó da corda dos Templos Maçônicos é o nó impresso nos ladrilhos do Templo de Salomão, e não o nó de uma corda de medidas, ou seja, é uma ferramenta emulada; ou seja, nos faz sentir nobre, nos igualando aos Irmãos em virtude e merecimento. BIBLIOGRAFIA. CASTELLANI, José. “O Rito Escocês Antigo e Aceito - História, Doutrina e Prática”. 2. Ed. São Paulo: A Trolha, 1995. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. “Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa”. 2. ed. 30. Impr. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira. SIMBOLOS, Dicionário. Disponível em: < http://www.dicionariodesimbolos.com.br/corda/ >. Acesso em 06 de novembro de 2016. Compêndio Maçônico vol. – II janeiro de 1998. Informações: Ir Nilton Nordim Coelho - Cel (48) 99157-7780
  15. 15. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 15/31 O Irmão Marcos Coimbra é Secretário de Educação e Cultura do SCRM – do GOB e MI da Loja Maçônica União e Tranquilidade nr. 2 do GOB/RJ, Economista e Professor, Assessor Especial da Presidência da ADESG, Acadêmico Titular da Academia Brasileira de Defesa e Autor do livro Brasil Soberano. “Na minha página www.brasilsoberano.com.br existem cerca de hum mil artigos de minha lavra , publicados nos últimos quinze anos.” Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br DITADURA DO POLITICAMENTE CORRETO O cidadão brasileiro é tiranizado hoje em dia pela ditadura do politicamente correto, imposta por minorias atuantes, que avançam em face da passividade da maioria silenciosa do povo. Chega ao cúmulo de termos que exercer a autocensura, com receio de sermos “linchados” moralmente e penalmente pelos patrulheiros ativistas “xiitas”, acostumados a exercer a tirania sobre o cidadão. O direito constitucional de liberdade de expressão torna-se letra morta, pois, caso algum cidadão divirja das “regras” impostas pelos radicais fiscais das “minorias”, será punido severamente. Um dos exemplos mais marcantes foi ação empreendida, tempos atrás, no sentido de censurar a obra do genial escritor Monteiro Lobato, autor predileto da criançada do século passado, responsável pelo hábito de leitura de milhões de brasileiros. Ninguém aguenta mais a supremacia de discussões sobre homossexualismo, cotas raciais, igualdade de gênero ao invés do debate sobre as questões de sobrevivência do país, como falência de Estados, corrupção endêmica, ameaças à classe de baixo, através da famigerada reforma da previdência, sabotagem à operação Lava Jato e outros. E ai de quem se atreva a matar um jacaré em defesa de sua família. Será preso sem direito a fiança e punido com uma severa pena. Já assaltar e matar, a estória passa a ser outra. Existem vários criminosos condenados a dezenas de anos de prisão, os quais, após alguns poucos anos de reclusão, são liberados e voltam a delinquir. Os ativistas de diversas destas ditas minorias são altamente agressivos não aceitando o direito dos cidadãos de pensar de um modo diferente, ameaçando-os de enquadramento nas diversas “leis” impostas por eles e aceitas pelos congressistas passivos, ansiosos por agradar aos “formadores de opinião”, adeptos de práticas e comportamentos repudiados pela maioria do povo brasileiro. Um exemplo claro deste procedimento é a questão da descriminalização da droga, defendida por figuras de relevo do meio artístico e até mesmo político, em causa própria, ou de parentes próximos, respaldados por uma ofensiva internacional envolvendo interesses de entidades, grupos e agentes interessados em negócios bilionários. Afinal, qual a razão do Sr. George Soros defender a legalização das drogas? 5 – Ditadura do Politicamente Correeto Marcos Coimbra Hercule Spoladore
  16. 16. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 16/31 Na Segurança, entidades ditas defensoras dos “direitos humanos” vão progressivamente demonizando as forças policiais, de modo a inviabilizar sua ação de contenção de hordas de vândalos, a maioria treinada por grupos terroristas, inclusive do exterior, muitos dos quais subvencionados direta ou indiretamente por ONGs e até mesmo por órgãos governamentais da administração direta e indireta. A ação do crime organizado cresce desmesuradamente, ameaçando e intimidando o cidadão comum e colocando contra a parede as autoridades da área, incapazes de garantir o direito de ir e vir da população. Crimes bárbaros são cometidos diariamente e denominados “menores” barbarizam a cidade, ancorados na certeza da impunidade prescrita em legislação desatualizada, merecedora de urgente revisão, com a adoção da diminuição da idade de maioridade penal para um patamar a ser determinados pelos especialistas no setor, a exemplo de países mais desenvolvidos. Na maior parte das recentes manifestações havidas, inicialmente pacíficas, hordas de bárbaros assumem a liderança dos movimentos, promovendo toda sorte de crimes, seja de ordem pessoal ou patrimonial, depredando lojas, agências bancárias, prédios públicos, obras de arte, quando não saqueiam o comércio, roubando bens de toda espécie. Os vândalos são protegidos por advogados militantes e também pela atuação de integrantes de “mídias alternativas”, os quais simplesmente proíbem a ação da imprensa tradicional e divulgam imagens distorcidas dos acontecimentos, de modo engajado, de forma a inibir a ação policial de manutenção da lei e da ordem, em proveito da anarquia e da baderna generalizada. Chegamos ao cúmulo de assistir frequentemente grupos de poucas pessoas impedindo o trânsito nas principais artérias do país, ocasionando engarrafamentos monstruosos, com prejuízos a centenas de milhares de cidadãos pagadores de impostos. Ora, o direito constitucional de ir e vir não é menos importante do que o de liberdade de expressão destes grupos. Também deve ser respeitado. Ativistas comandados por militantes de partidos políticos ocupam irregularmente centenas de escolas públicas em vários Estados, em protesto contra iniciativas dos atuais detentores do poder político, sobre as quais não possuem conhecimento, funcionando como massa de manobra de interesses partidários. Até hospital sofre ameaça de invasão. Então, autoridades policiais omitem-se com receio de serem processadas e punidas por qualquer ação empreendida, considerando-se o histórico recente de “vitimização” de criminosos e “criminalização” dos integrantes das forças policiais, estrategicamente aplicado por grupos interessados em coibir qualquer tentativa de contenção dos excessos delituosos cometidos por profissionais radicais. E a Justiça permanece omissa. Quando age, procede de forma tíbia, sem a devida autoridade. Vivemos momentos muito difíceis, os quais podem provocar consequências extremamente graves ao tecido social, ocasionando situações indesejáveis. Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br Página: www.brasilsoberano.com.br
  17. 17. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 17/31 Ano 04 - artigo 02 - número sequencial 231 – 10 janeiro 2010 Data: 10 de Janeiro de 2010 Número 02, ano 04 Número seqüencial: 231 Tema: Secretário Secretário Saudações estimado Irmão, Se quiser ajudar sua Loja, seja o SECRETÁRIO. Uma das formas de apresentar o Quadro de Obreiros de uma Loja é dividí-lo em Luzes, Dignitários, Oficiais e Irmãos sem Cargos, mas os cargos e sua distribuição nestas quatro categorias variam conforme a Potência, o Oriente e o Rito. Já encontrei em literaturas que as Luzes de uma Loja são o Venerável Mestre, o Primeiro Vigilante e o Segundo Vigilante e que o Orador, o Secretário e o Chanceler são os Dignitários da Loja, porém em outras literaturas há a substituição do Chanceler pelo Tesoureiro e até mesmo listas que aparecem ambos (Orador, Secretário, Tesoureiro e Chanceler). A confusão maior está quando se apresenta uma lista de dignitários contendo o Venerável e os Vigilantes, eles são DIGNIDADES e não DIGNITÁRIOS; há uma sutil diferença que não é encontrada nos dicionários, e sim durante os trabalhos de uma Oficina. Os demais Irmãos que exercem cargos são chamados de Oficiais. Voltemos ao tema: O temeroso cargo de Secretário, realmente é o ofício mais trabalhoso mas é o alicerce de uma Loja, dizemos que as Luzes são as Colunas da Loja, mas tente “fixar” Colunas sobre um terreno mal preparado. A maioria dos Irmãos acreditam que os esteios do Venerável Mestre são os Vigilantes, ledo engano, cada Vigilante tem sua Coluna para cuidar, eles devem se dedicar ao crescimento moral, educacional e pessoal de seus pupilos, sejam eles Aprendizes ou Companheiros. A administração da Loja fica a cargo do Venerável Mestre e do Secretário: - Querido Irmão Secretário, por bondade queira informar a esta augusta Assembleia, os assuntos que serão tratados neste dia e que foram devidamente agendados pelo Irmão para a Ordem, pela Ordem e para nossos Estudos. Lógico que a frase não é esta, mas o sentido é este. É o Secretário quem marca o passo da Loja! Com agendamento e pontualidade não há como a reunião ser de “bater malhete”. Vejamos: logo no inicio ele pode favorecer ou prejudicar os trabalhos; na leitura do Balaústre já percebemos a qualidade do autor, se não for REAL e OBJETIVA, será um ótimo exercício de paciência para todos os presentes. Alguns pequenos equívocos podem ser facilmente evitados: 1) Tecer comentários; “O Irmão Fulano brilhantemente apresentou uma maravilhosa Prancha de Arquitetura sobre o polêmico tema que é o aborto”, o certo sería “O Irmão Fulano apresentou 6 – Secretário Sérgio Quirino Guimarães
  18. 18. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 18/31 trabalho intitulado, O Aborto”. O Irmão Secretário relata apenas o que aconteceu, ele não se manifesta. De maneira simbólica: Ele é um fotografo e não um pintor. 2) Minuciosidade excessiva: “Convite da Augusta e Respeitável Loja Simbólica XZXZXZ XZXZX XZXZXZ, número 0000, jurisdicionada a XZXZXZXZ, do Oriente de XZXZXZXZ, na pessoa de seu Venerável Mestre, Irmão XZXZXZXZ vem por meio desse, convidar todos os poderosos (hic) Irmãos dessa Oficina para a Sessão Magna de Iniciação do profano XZXZXZX que será realizada em nosso Templo, situado á rua XZXZXZXZ, bairro XZXZXZXZ, ás 20:00 horas do dia XZXZXZ e mais uns blá blá blás”. Imaginem cinco a dez convites desses por sessão? Aqui vale a objetividade: “Consta na Secretaria à disposição dos Irmãos os convites para Sessões de Iniciação dos seguintes profanos: XZXZXZX na Loja ZXZXZXZXZ; FTFTFTFTF na Loja TFTFTFT; PLPLPLPL na Loja LPLPLP. O importante é que os nomes devam ser lidos tranquilamente e por completo. 3) Pouca atenção com os documentos da Loja: O Secretário é o fiel depositário dos Livros, das Sindicâncias e demais documentos, cabe a ele conservar parte recente da história da Loja. Ele deve estar de posse dos documentos da atual gestão e da gestão anterior e os outros devem ser encaminhados para o Irmão Historiador. O Venerável Mestre é a mente da Loja e o Secretário é a memória, o entrosamento entre estas duas funções faz com os trabalhos transcorram justos e perfeitos e dentro da legalidade poderão ser encerrados à meia-noite. Apenas para motivar os Irmãos quando ao retorno às nossas atividades: A palavra Oficial vem de Ofício que no latim é officiu que se traduz por “dever” e eu torço para que todos nós indiferente de ter ou não cargo, sejamos OFICIOSOS: Segundo os bons dicionários antigos, esta palavra designa o serviçal, em que há vontade de ser agradável ou prestativo, sem outros interesses, pois quem não “vive para servir, não serve para viver”. O maior título que devemos almejar é o de IRMÃO e AMIGO. Fraternalmente Quirino Sérgio Quirino - ARLS Presidente Roosevelt 025 - GLMMG Contato: 0 xx 31 8853-2969 / quirino@roosevelt.org.br Facebook: (exclusivamente assuntos maçônicos) Sergio Quirino Guimaraes Guimaraes Os artigos publicados refletem a opinião do autor exclusivamente como um Irmão Maçom. Os conteúdos expostos não reproduzem necessariamente a ideia ou posição de nenhum grupo, cargo ou entidade maçônica.
  19. 19. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 19/31 (as letras em vermelho significam que a Loja completou ou está completando aniversário) GLSC - http://www.mrglsc.org.br GOSC https://www.gosc.org.br Data Nome Oriente 01/12/2004 Lysis Brandão da Rocha Florianópolis 01/12/2009 Poço Grande do Rio Tubarão Tubarão 11/12/1993 Phoenix Jaraguá do Sul 13/12/1983 Nova Aurora Criciúma 18/12/1991 Obreiros da Paz Fraiburgo 20/12/2003 Luz Templária Curitibanos 22/12/1992 Ademar Nunes Florianópolis 21/12/1999 Silvio Ávila Içara Data Nome da Loja Oriente 02/12 Fraternidade e Justiça Blumenau 02/12 Lauro Mullher São José 06/12 Fraternidade Criciumense Criciúma 07/12 Voluntas Florianópolis 09/12 Igualdade Criciumense Criciumense 11/12 Xaver Arp Joinville 13/12 Padre Roma II São José 14/12 Montes de Sião Chapecó 7 – Destaques (Resenha Final) Lojas Aniversariantes de Santa Catarina Mês de Dezembro
  20. 20. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 20/31 GOB/SC – http://www.gob-sc.org.br/gobsc Data Nome Oriente 01.12.04 Luz de São Miguel - 3639 São Miguel do Oeste 02.12.06 Colunas de Antônio Carlos - 3824 Florianópolis 04.12.08 Seara de Luz - 3961 Chapecó 05.12.85 25 de Agosto - 2383 Chapecó 08.12.10 Estrela do Oriente - 4099 Tubarão 11.12.96 Justiça e Paz - 3009 Joinville 11.12.97 União Adonhiramita -3129 São Pedro de Alcântara 11.12.01 Paz do Hermon - 3416 Joinville 12.12.96 Fênix do Sul - 3041 Florianópolis 13.12.52 Campos Lobo - 1310 Florianópolis 13.13.11 Luz do Oriente - 4173 Morro da Fumaça 16.12.96 A Luz Vem do Oriente - 3014 Castelo Branco 16.12.03 Philantropia e Liberdade - 3557 Brusque 17.12.96 Luz do Ocidente - 3015 Chapecó 17.12.96 Perseverança - 3005 Florianópolis 20.12.77 Xv de Novembro - 1998 Caçador 28.12.96 Livre Pensar - 3153 Piçarras 28.12.96 Luz de Navegantes - 3033 (30/06/2010) Navegantes
  21. 21. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 21/31 Mais uma coligada se forma.... AMEM – Minas Gerais Associação de Médicos Maçons . No dia 26 de Novembro, p.p., a Diretoria da Associação de Médicos Maçons, representada pelos IIr.’. Alfredo Roberto Netto, Presidente, e Paulo Roberto Muzzi, Secretário, estiveram na bela cidade de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, na sede da Grande Loja Maçonica de Minas Gerais, para acompanhar a formação da Coligada AMEM/MG, com a composição de sua Diretoria Provisória, liderada pelo Ir.’. e colega Wagner Fonseca Moreira da Silva, Médico Legista e Perito. Irmãos Paulo Roberto Muzzi, Wagner Fonseca Moreira da Silva e Alfredo Roberto Netto
  22. 22. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 22/31 Com a presença de mais de uma dezena de colegas IIr.’. da Capital e do Interior Mineiro, e algumas cunhadas, em ambiente fraternal, por várias horas discutiu-se os objetivos e propostas de trabalho a serem coordenadas pela nova diretoria que se formava. Cerca de 40 IIr.’. das diferentes Potências Maçônicas mineiras, justificaram a ausência, mas deixaram expressas a promessa de participação e incorporação aos trabalhos da sociedade. IIr.’. Paulo da Mata, Rômulo de Castro, Airton Carvalho, Leopoldo Greco, Márcio de Souza, Franklin Higino, Antonio Morato, Wagner Fonseca, Paulo Muzzi, Alfredo Roberto, Miguel Sandrone, Fabiano Maia, Fábio Nascimento, Augusto Gaburrie as Cunhadas Nelza Muzzi e Fátima. Vale destacar a presença do incansável Ir.’. José Airton de Carvalho e cunhada Fátima, Ir.’. responsável pela Secretaria de Cultura da GLMMG e pelo Sociedade de Estudos e Pesquisas Maçônicas de Minas Gerais que, com sua contagiante alegria, muito motivou a iniciativa e IIr.’’. presentes
  23. 23. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 23/31 Ir.’. Jose Airton de Carvalho Os trabalhos se iniciaram maçônicamente com oração a GADU, seguida da apresentação do IIr.’. da Diretoria da AMEM-BRASIL, e apresentação sintética da histórica de nossa Sociedade, desde sua fundação até os dias de hoje, com seus dez Encontros Presenciais, atividades em defesa da nossa classe e divulgação dos princípios de nossa Ordem.
  24. 24. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 24/31 Apresentação do histórico da AMEM-BRASIL pelo Ir.’. Alfredo Roberto Netto Na sequência, o Ir.’. Wagner da Fonseca faz exposição dos trabalhos a serem desenvolvidos pelo Coligada de Minas Gerais, assim como o convite aos IIr.’. para comporem a Diretoria Provisória que deverá desenvolver os documentos necessários para sua efetivação oficial.
  25. 25. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 25/31 Exposição do Ir.’. Wagner Fonseca Moreira da Silva Nosso votos de sucesso e perseverança aos colegas IIr.’. mineiros nessa empreitada dificil, mas gratificante de unir e trabalhar com os médicos maçons... Outros estados já se organizam para a composição de novas coligadas da Sociedade que busca a união e trabalho da Maçonaria Médica em nossa Ordem. IIr.’. Paulo da Mata, Rômulo de Castro, Airton Carvalho, Leopoldo Greco, Márcio de Souza, Franklin Higino, Antonio Morato, Wagner Fonseca, Paulo Muzzi, Alfredo Roberto, Miguel Sandrone, Fabiano Maia, Fábio Nascimento e Augusto Gaburrie.
  26. 26. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 26/31
  27. 27. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 27/31
  28. 28. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 28/31 Ir Marcelo Angelo de Macedo, 33∴ MI da Loja Razão e Lealdade nº 21 Or de Cuiabá/MT, GOEMT-COMAB-CMI Tel: (65) 3052-6721 divulga diariamente no JB News o Breviário Maçônico, Obra de autoria do saudoso IrRIZZARDO DA CAMINO, cuja referência bibliográfica é: Camino, Rizzardo da, 1918-2007 - Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014 - ISBN 978-85.370.0292-6) Dia 30 de novembro: O Sal O Sal (cloreto de sódio) faz parte dos três princípios herméticos, com o Enxofre e o Mercúrio. O Sal é o elemento que dá sabor aos alimentos; filosoficamente, o homem é o Sal da Terra, ou seja, o elemento que dá "sabor" à Criação. Foi muito usado nas Parábolas de Jesus. Esse elemento é encontrado em toda a Natureza, mesmo onde não existam salinas; animais, vegetais, minerais, todos contêm Sal. Em Maçonaria, faz parte do cerimonial da Iniciação e do Grau 4, Mestre Secreto, pois encerrada a cerimônia iniciática, os presentes comem pão espargido com sal e bebem vinho, simbolizando o elemento completo, material e espiritual. Nas Sagradas Escrituras, os primitivos cristãos eram denominados por Jesus: "Vós sois o Sal da Terra", significando que o cristão fora transformado em um elemento "com sabor". O Sal acentua o sabor e torna o elemento que desperta o sentido do gosto. Os Pães Ázimos, usados pelos Sacerdotes Israelitas, não continham Sal nem fermento, simbolizando a fuga do Egito; no deserto, esses dois condimentos não eram encontrados. Na Câmara de Reflexões é apresentado num recipiente com Sal para o maçom meditar sobre seu valor. Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 354. . Visite o site da Loja Professor Mâncio da Costa nr. 1977 www.manciodacosta.mvu.com.br Florianópolis
  29. 29. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 29/31 (pesquisa e arquivo JB News, vídeos da internet e colaboração de irmãos) 1 --- Cansou de notícias ruins? Veja 15 fatos positivos do mundo! 2 – 15 Fatos curiosos que vão abrir um sorriso no seu rosto! 3 - Você sabia que na Alemanha você pode ir a praia no inverno? 4 – Bela canção maçônica: Uma boa canção maçônica.mp4 5 – Carros antigos: Carros antigos, bontos e elegantes.pps 6 – Chapecoense: http://espn.uol.com.br/video/651307_atletico-nacional-publica-video-em- homenagem-a-chapecoense-nos-mostraram-que-nao-sao-so-90-minutos 7 - Filme do dia: “O Filho de Spartacus” - dublado Randus, o filho de Spartacus, (Steve Reeves) lidera os escravos contra seus tiranos opressores. Filme também conhecido pelos títulos alternativos de "The Son of Spartacus" (EUA) ou "The Slave" (IMDB International). Mais um épico do gênero "sandálias e espadas" que marcaram a carreira do fortão Steve Reeves (Randus) e considerado a continuação do filme Spartacus de 1960 com Kirk Douglas e direção de Stanley Kubrick. https://www.youtube.com/watch?v=B0K27nGhoeQ
  30. 30. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 30/31 O Irmão e Poeta Adilson Zotovici, da Loja Chequer Nassif-169 de São Bernardo do Campo – escreve aos sábados e excepcionalmente em dias alternados. Hoje, a homenagem é especial. adilsonzotovici@gmail.com AOS QUE SE FORAM Urge orar e que se pense, Com resignação, com amor, Para que o Pai recompense Esse momento triste, de dor ! A tristeza com esse horror Que nos abate, nos vence, Não deixa sequer a favor Explicação que convence Força e compreensão ó Senhor Ao povo brasilense Saudade é o nosso clamor Aos filhos da Chapecoense ! Adilson Zotovici ARLS Chequer Nasssif-169
  31. 31. JB News – Informativo nr. 2.254– Florianópolis (SC) – quinta-feira, 1º de dezembro de 2016 Pág. 31/31

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