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Jb news informativo nr. 2251

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Jb news informativo nr. 2251

  1. 1. JB NEWS Filiado à ABIM sob nr. 007/JV Editoria: Ir Jeronimo Borges Loja Templários da Nova Era nr. 91(Florianópolis) - Obreiro Loja Alferes Tiradentes nr. 20 (Florianópolis) - Membro Honorário Loja Harmonia nr. 26 (B. Horizonte) - Membro Honorário Loja Fraternidade Brazileira de Estudos e Pesquisas (J. de Fora) -Correspondente Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas (P. Alegre) - Correspondente Academia Catarinense Maçônica de Letras Academia Maçônica de Letras do Brasil – Arcádia de B. Horizonte O JB News saúda os Irmãos leitores de Cianorte – PR Saudações, Prezado Irmão! Índice do JB News nr. 2.251 – Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Bloco 1-Almanaque Bloco 2-IrJuarez de Oliveira Castro – Bens Materiais ou Espirituais? (Foco & Ação) Bloco 3-IrSérgio Quirino Guimarães – Festim Maçônico Bloco 4-IrDiógenes de Sínope – Princípio inabalável, inexpressável e infindável Bloco 5-IrJoão Guilherme – O Primeiro Porta-Bandeira Bloco 6-IrPedro Juk – Perguntas & Respostas – (Sessão Magna Pública) Bloco 7-Destaques JB – Breviário Maçônico p/o dia 28 de novembro e versos do Irmão e Poeta Antonia Pereira
  2. 2. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 2/23 Esta é a mais nova obra do escritor Walter Celso de Lima MI da Loja “Alvorada da Sabedoria” , membro da Academia Catarinense Maçônica de Letras e Colunista do JB News. Valor Trolha: R$ 40,60 https://www.trolha.com.br 099lima@gmail.com Nesta edição: Pesquisas – Arquivos e artigos próprios e de colaboradores e da Internet – Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias, de colaboradores e www.google.com.br Os artigos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião deste informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores. 1 – ALMANAQUE Hoje é o 333 dia do Calendário Gregoriano do ano de 2016– (Lua Quarto Minguante ) Faltam 33 dias para terminar este ano bissexto Dia do Soldado Desconhecido Se o Irmão não deseja receber mais o informativo ou alterou o seu endereço eletrônico, POR FAVOR, comunique-nos pelo mesmo e-mail que recebeu a presente mensagem, para evitar atropelos em nossas remesssas diárias. Obrigado. Colabore conosco para evitar problemas na emissão de nossas mala direta diária. L i v r o s
  3. 3. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 3/23 28 de novembro Sede da Royal Society em Londres  1660 - Fundação da Royal Society de Londres.  1905 - Na Irlanda, o líder nacionalista Arthur Griffith funda o Sinn Féin.  1907 - Fundação do Leixões Sport Club.  1912 - Proclamada a independência da Albânia do Império Otomano.  1941 - Amin al-Husayni encontra-se com Adolf Hitler para trabalhar para os nazis.  1943 - Segunda Guerra Mundial: Conferência de Teerã – O Presidente dos Estados Unidos Franklin D. Roosevelt, o Primeiro-ministro britânico Winston Churchill e o líder soviético Joseph Stalin encontram-se em Teerã para discutir a estratégia de guerra.  1958 - Chade, a República do Congo e o Gabão se tornam repúblicas autônomas da França.  1960 - A Mauritânia torna-se um país independente da França.  1964 - Fundação do Partido Nacional Democrata da Alemanha (NPD).  1966 - No Burundi, Michel Micombero depõe a monarquia e torna-se o primeiro presidente do país.  1968 - Lançamento da música Sympathy for the Devil da banda Rolling Stones (álbum Beggars Banquet).  1974 - John Lennon se apresenta em público num palco pela última vez, ao lado de Elton John, no Thanksgiving Day Concert no Madison Square Garden, em New York.  1975 - Proclamação da república de Timor-Leste.  1979 - Um DC-10 da Air New Zealand choca-se contra o monte Érebo, na Antártica. Morrem os 257 passageiros e tripulantes.  1991 - Declaração de independência da Ossétia do Sul (não reconhecida por nenhum país).  1995 - TV Digital: o Acats recomendou que a agência do governo dos Estados Unidos sugerisse o ATSC como o padrão norte-americano de TV Digital.  Os 15 países da União Europeia e 12 países do sul do Mediterrâneo estabelecem uma parceria que deverá conduzir à criação de uma zona de comércio livre.  2000  Descoberta do planetoide Varuna, na Cintura de Kuiper.  O time de futebol do Vasco da Gama torna-se o segundo clube brasileiro a atingir a marca dos mil gols.  2006 - O Papa Bento XVI inicia visita de 4 dias a Turquia. É a 1ª vez que ele vai a um país de maioria muçulmana.  2012 - É feita pelo STF a dosimetria da pena do ex-deputado brasileiro Roberto Jefferson, delator do caso conhecido como mensalão. EVENTOS HISTÓRICOS (Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki) Aprofunde seu conhecimento clicando nas palavras sublinhadas
  4. 4. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 4/23 1871 Nasce em Sertão do Imaruí, município de São José, Alfredo Henrique Wagner. Atuando na atividade agrícola e comercial, concorreu para o desenvolvimento da região compreendida entre Bom Retiro e o litoral da capital catarinense. Por essa ação, quando do desmembramento do distrito de Barracão, de Bom Retiro, o novo município passou a denominar-se Alfredo Wagner, em homenagem a este pioneiro. 1872 Morre, no Rio Grande do Sul, José Maria da Gama Lobo Coelho D’Eça, natural do Desterro. Militar, participou de diversas campanhas no Sul, atingindo o generalato. Em agosto de 1866 foi agraciado com o título de Barão de Saicam. 1877 Morre na capital catarinense o poeta José Eliziário Quintanilha. Contava com 32 anos e sua principal obra publicada foi o volume “Lírios e Rosas”. 1902 Assume o governo do Estado de Santa Catarina, Vidal José Ramos, substituindo o titular Lauro Muller, que passou a exercer o mandato de Senador e, em seguida, assumiu o Ministério de Viação e Obras Públicas, no governo de Rodrigues Alves. 1918 Lei Nr. 1220 criou o município de Itaiópolis, desmembrado de Mafra. 1728 Na Assembleia Trimestral da Primeira Grande Loja, foi feita a chamada das Lojas, respondida pelos Mestres ou Vigilantes, pela ordem de sua antiguidade 1867 O Grande Oriente do Brasil decreta o uso do selo nos documentos Maçônicos e cria o Cadastro Geral da Ordem. 1884 É expedida a Carta Constitutiva da Quatuor Coronati nº 2076, a primeira e mais importante Loja de Pesquisas. Fatos maçônicos do dia Fonte: O Livro dos Dias (Ir João Guilherme) e acervo pessoal Fatos históricos de santa catarina
  5. 5. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 5/23 Venerável Mestre! Desejas criar e manter um site de qualidade da sua Loja? Então atente para este anúncio (de Irmão para Irmão)
  6. 6. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 6/23 O Ir Juarez de Oliveira Castro, MI da Loja Alferes Tiradentes, Florianópolis - escreve às segundas-feiras juacastr@gmail.com – http://www.alferes20.net Bens materiais ou espirituais? Certa vez o Mestre disse, em uma parábola, que era mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha, do que um rico entrar no Reino de Deus. Evidentemente que o Mestre estava falando simbolicamente isto, querendo dizer que realmente era muito difícil um rico entrar no Reino de Deus. Mas, um rico de coisas materiais que usam esses bens somente para o lado egoísta. Ele falou isso pela situação da época, em que via a situação em que acontecia com a maioria das pessoas que tinham posse. Claro que Ele disse isso, para nos levar a muitas reflexões. Uma delas, entre muitas, seria que a riqueza que devemos juntar não é a material, e, sim a espiritual. Não significando que os ricos estão condenados. Não! A própria natureza em sua sabedoria nos ensina todo dia através de suas formigas. Elas trabalham durante todo o verão para terem o sustento durante o inverno. E, elas sabem usar bem o material que recolhem. Tudo vai depender como usamos o nosso bem material, pois que ele é necessário para nossa vida. Empregá-lo bem para o seu próprio bem e dos outros. Como já dizia alguém: "É a nossa maneira de empregá-lo, quando nos esquecemos de facilitar a corrente do progresso, através da ação na fraternidade e do devotamento ao bem, com que nos cabe colaborar no engrandecimento do trabalho e da vida". É exatamente isso: saber empregá-lo bem para o engrandecimento de si próprio e dos outros. Aí, dá para lembrar-se de Oskar Schindler, alemão industrial, “espião e membro do Partido Nazi, que teria salvado da morte 1.200 judeus durante o Holocausto”, que usou todo o seu dinheiro a favor dos perseguidos judeus da Polônia, empregando-os em um simulacro de uma fábrica e os sustentando para não serem mortos pelos Alemães. Exemplos não faltam para nos dizer que coisas materiais são necessárias na vida, porém devemos saber empregá-las bem. Então, concluímos que ter dinheiro é bom, mas devemos saber utilizá-lo bem para finalidades específicas bem planejadas para uso próprio e da ajuda do nosso próximo, para o bem da humanidade. Procurar guardar mais tesouros espirituais, porque os materiais ficam para trás, jamais poderemos levá-los adiante. Já os espirituais deixam rastros, legam marcas de virtude. 2 – Bens Materiais ou Espirituais? - (Foco & Ação) Juarez de Oliveira Castro
  7. 7. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 7/23 Ano 10 - artigo 48 - número sequencial 593 – 27 novembro 2016 Saudações, estimado Irmão! FESTIM MAÇÔNICO O primeiro ponto que devemos compreender é que os trabalhos maçônicos devem sempre ser coroados com a satisfação manifesta em ambas as Colunas. Além do conteúdo didático, da objetividade e do foco das reuniões ritualísticas, há a real necessidade de se criar oportunidades de sociabilização entre os Irmãos. Há vários nomes para estes momentos: “Segundinha”. “Sem gravata”, “Copo D’agua”, “Banquete”, “Confraternização”. A denominação que mais gosto é “Festim”, pois não tem a pompa de uma festa, mas traduz a satisfação de uma “pequena reunião animada entre pessoas”. O Maçom como ser social deve ter em mente que ele é frágil para viver sozinho. Por mais que tenha acesso às instruções, ele somente será inteiro vivenciando sua aplicação junto aos Irmãos e comprovando a transformação da teoria em prática. O ambiente desprovido das formalidades e a possibilidade da circulação e do contato igualitário nos liberam para o compartilhamento de experiências. Nos Festins, assumimos o mais belo dos graus da Maçonaria. Justamente nos Festins Maçônicos é que nos aproximamos mais, simplesmente porque há oportunidades para TOLERAR, para SERVIR, para ESCUTAR duas vezes mais do 3 – Festim Maçônico Sérgio Quirino Guimarães
  8. 8. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 8/23 que FALAR e principalmente para COMPARTILHAR. Se ocorre excesso da comida e da bebida, é a natureza bruta do homem, mas também é uma oportunidade de aprendizado para os que não perderam a consciência e, assim, aprendem com o “mau exemplo”. Desses processos advém a integração do individuo com o grupo, o que chamamos de “estreitar os laços”, despertando também o espírito de fraternidade, que em nosso meio é a cooperação desprovida de interesses. Portanto, sendo a vida um grande PRESENTE, o que foi feito é PASSADO. Sendo o FUTURO uma conseqüência, nos resta então celebrar. Não permitam que este ano termine sem se sentar ombreados aos Irmãos, sem servir, que seja um pedaço de pão, sem compartilhar um bom canhão de boa pólvora vermelha. COMIDAS E BEBIDAS ALIMENTAM O CORPO ABRAÇOS E SORRISOS A ALMA JAMAIS DEVEMOS CONFUNDIR SERIEDADE COM SEVERIDADE. TODOS OS LABORES MAÇÔNICOS SÃO SÉRIOS, NUNCA CARRANCUDOS. Este artigo foi inspirado no livro FRAGMENTOS DA CULTURA MAÇÔNICA do Irmão Salvador Duran Batalha, que, na página 70, instrui: “Pitágoras concebia a vida iniciatória como atividade social dinâmica e desprendida. Os discípulos dispunham de todos os seus bens em comum, buscando a formação de uma sociedade fraternal e voltada predominantemente para o bem de todos” Neste décimo ano de compartilhamento de instruções maçônicas, mantemos a intenção primaz de fomentar os Irmãos a desenvolverem o tema tratado e apresentarem Prancha de Arquitetura, enriquecendo o Quarto-de-Hora-de-Estudo das Lojas. Precisamos incentivar os Obreiros da Arte Real ao salutar hábito da leitura como ferramenta de enlevo cultural, moral, ético e de formação maçônica. Fraternalmente Quirino Sérgio Quirino - ARLS Presidente Roosevelt 025 - GLMMG Contato: 0 xx 31 8853-2969 / quirino@roosevelt.org.br Facebook: (exclusivamente assuntos maçônicos) Sergio Quirino Guimaraes Guimaraes Os artigos publicados refletem a opinião do autor exclusivamente como um Irmão Maçom. Os conteúdos expostos não reproduzem necessariamente a ideia ou posição de nenhum grupo, cargo ou entidade maçônica.
  9. 9. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 9/23 DIÓGENES DE SÍNOPE M.’.M.’. Resp.’. Loj.’. SALVADOR ALLENDE Val.’. de Lisboa PRINCÍPIO INABALÁVEL, INEXPRESSÁVEL E INFINDÁVEL Desde sempre que o sagrado ligado às religiões teve como companheiro de cabeceira (ou como a outra face da mesma moeda) o chamado sagrado laico. Este, devido ao escasso conhecimento científico foi ficando o irmão pobre, em contraponto ao outro que, devido às circunstâncias históricas, se tornou opulento e demasiado rico, aliás e mal comparado, como qualquer relação económica em que as assimetrias se evidenciam por múltiplas máscaras, sempre com os intervenientes de costas voltadas, agredindo-se mutuamente e sem a comunicação desejada. Paulatinamente, com o conhecimento a medrar, vários pensadores de todas as áreas (filosofia, ciências humanas, teologia) foram separando o trigo do joio para que estes dois sagrados se unissem ficando a questão reduzida à semântica, isto é, o sagrado tem o mesmo significado em ambos por se tratar de um extraordinário fenómeno em que a saída do nosso pequeno Eu vai de encontro aos Outros e ao Universo. E, se nas religiões, os Outros se designam por Igrejas e o Universo por Deus, no laico, os Outros são aqueles que se religam em objectivos comuns (vide a N.’.A.’,O.’. com liberdade, fraternidade, justiça e tolerância) e o Universo poder- se-á designar por Cosmos, GADU ou simplesmente Luz ou mesmo Verdade Primordial. O que é certo, é que desde os primeiros passos da humanidade, o sagrado se identifica com a luz (essencialmente Solar que tudo ilumina e dá brilho) e com o seu correlato (não menos adorado) a que se deu o nome genérico de trevas. Luz e escuridão numa oposição idêntica à dos sagrados (religioso e laico), vale dizer, de costas voltadas e incomunicáveis. Serve esta introdução para me dedicar a uma das muitas vias para chegar a esse Sagrado ou Luz e que tem o nome de Iniciação. Vou começar por posicionar o que é fenoménico, ou seja, dependente de uma existência corporal e psíquica e o que é verdadeiramente espiritual, quer dizer, o que harmoniza, liga e supervisiona o que é material e mental. Para tal, parece evidente que as realidades do domínio corporal são limitadas não podendo, portanto, ser simbolizadas pois são, directa e imediatamente, apreendidas por todos. Pelo contrário, os acontecimentos mentais e psíquicos já são de outra ordem bastante diversa e múltipla que poderão necessitar, para serem compreendidos, de uma simbolização mais ou menos complexa de modo a ultrapassar a limitação dos 5 sentidos. Desta interacção resulta o que se chama a aquisição da espiritualidade que pode estar latente ou ausente. Muitos nomes foram dados e muitas interpretações foram feitas sobre este Princípio inabalável (perdura desde as mais arcaicas Eras), inexpressável (a espiritualidade de cada um é única) e infindável (por ser feita em estádios infinitos) a que comummente se dá o nome de Iniciação. 4– Princípio Inabalável, Inexpressável e Infindável Diógenes de Sínope
  10. 10. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 10/23 A primeira pergunta que surge é: Iniciação a quê? Seguido de porquê? Para ter acesso à minha espiritualidade necessito de prestar provas, ou para que ela se ligue à dos outros preciso de passar por etapas mais ou menos insondáveis e complexas? O mais puro dos materialistas responderá que não assim como o seu opositor afirmará que sim. Vamos detalhar o que está em causa: É sabido que as metas e a essência da Iniciação são as mesmas em todas as Eras e locais só diferindo na adaptação aos tempos e lugares, logo, coisa que podemos chamar Universal. À partida, e evitando meios nem sempre desinteressados, uma primeira confusão se estabelece entre os domínios místico (onde pouco se sabe e muito se inventa) e espiritual (onde nada se inventa e muito há por conhecer) delineando-se uma oposição que durou e dura entre o que é exotérico e esotérico. O que parece certo é que estes dois conceitos são incompatíveis, apesar de cada um por si só ter argumentos válidos, mas seguramente poderão e deverão poder coexistir pois, no caso dos místicos, o indivíduo limita-se a receber o que lhe é dado (poderes, superpoderes ou outros passes de mágica) contrariamente à espiritualidade onde é ao indivíduo que pertence a procura da sua realização. Partindo desta diferença fundamental podemos começar a assentar estacas sólidas na construção de conceitos e respectivas práticas para que o acesso à Luz (lê-se conhecimento) consiga ser coeso, lógico e sensível. Assim, podemos sustentar que: 1- É necessário abdicar de tudo o que anteriormente foi adquirido de modo a que tenhamos acesso a um segundo nascimento (a Iniciação) que nos permite sair do caos em direcção à ordem por meio de uma transformação espiritual que tudo desperta. Abrir ao Ser um mundo diferente (nunca antagónico) daquele onde se exerce a actividade corporal, mundo este que se crê melhor e por isso se convencionou chamar de superior. Lembro-vos que a actividade corporal se rege por leis baseadas na evidência, logo limitadas, e que o mundo espiritual, através da analogia e correspondência, o faz pela interpretação de símbolos. 2- A Iniciação nunca é moral nem social (limitadas e terrenas) mas pode e deve ter aplicações na ordem moral e social. 3- A Iniciação não é uma comunicação com mundos espirituais ou transcendentes porque a espiritualidade/transcendência faz parte da identidade humana. 4- A Iniciação não é uma espécie de religião reservada a uma minoria. 5- Ao contrário das religiões, a Iniciação pretende ser uma comunicação com os estádios supra-individuais, nunca como um fim mas como ponto de partida, quer dizer, a realização iniciática, sendo puramente interior, não é a essência da saída de si mas apenas um ponto de partida para tal. 6- Os estádios superiores (que a Iniciação pretende alcançar) não são senão características espirituais com que a humanidade foi dotada desde a sua existência (a matéria-prima a ser burilada). 7- As fases da Iniciação (como as do Hermetismo e Alquimia) reproduzem o processo cosmogónico, vale dizer, do Caos à Ordem. Para que o que acabei de descrever se realize são necessárias condições, sem as quais o processo iniciático poderá ficar enfermo e incompleto. Vou nomear as principais, não sem antes vos recordar que o conhecimento iniciático não se transmite de forma clássica, em que são comunicadas fórmulas livrescas que se retêm na memória, antes, apenas indicando métodos preparativos que facilitem o trabalho interior de cada um. Assim, a Iniciação implica três condições, a saber: 8- Potencialidade, vale dizer, a matéria-prima individual sobre a qual se vai efectuar o trabalho iniciático.
  11. 11. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 11/23 9- Transmissão, ou seja, através do vínculo a uma organização tradicional que fornecerá o método da influência espiritual a seguir que, por sua vez, ordenará e desenvolverá as possibilidades individuais, devendo portanto o iniciado ser aceito por quem tenha a qualidade de lhe conferir a Iniciação. 10-Trabalho Interior, que será efectuado por etapas progressivas nos escalões iniciáticos dando corpo à realização da libertação e da afirmação de uma identidade verdadeira. É óbvio que ninguém se inicia a si mesmo sendo rigorosamente imprescindível que se reúnam as 3 condições acima escritas. Sem tibiezas, é preciso remarcar que a Regeneração que o processo iniciático proporciona tem como finalidade restabelecer, no Ser, as prorrogativas inerentes e naturais das primeiras idades da humanidade que, ao longo dos milénios, se foram desviando para uma vertente materialista. E este ponto de partida para se atingir aquela condição quer-se acreditar que seja puro, perfeito, iluminado e nunca ideal mas sim o mais real possível, ou seja, sem erudições estéreis ou saberes copiados. Postas estas condições, algumas reflexões se impõem que passo a transmitir-vos. Assim. 11- O chamado conhecimento tradicional não é senão uma visão sintética que provém do interior de cada um. 12-A transmissão de uma influência espiritual é feita através de uma cadeia (neste caso iniciática) em que a sucessão dos conhecimentos é assegurada. 13- A eficácia de uma Iniciação proposta a um indivíduo é independente do valor do próprio indivíduo. 14-Uma tradição compreende, não só tudo o que pode ser transmitido como também o que deve ser, constituindo o depósito da tradição primordial e pode revelar-se de maneira esotérica ou exotérica. 15-Um Iniciado nunca poderá ser um aderente temporário e limitado pois está obrigado a estar sempre ligado à relação com a influência espiritual do saber iniciático. 16-O saber iniciático, por natureza, é inexpressável (cada indivíduo é único cabendo aqui o verdadeiro segredo da Iniciação), mas nunca secreto pois deve ser transmitido através de ritos e símbolos por estes sugerirem mais do que exprimem. 17- As formas exteriores são inúteis às organizações iniciáticas porque a influência espiritual (subjacente à sua natureza) é só a razão fundamental de toda a Iniciação, ou seja, um profano pode saber de cor todos os rituais sem se habilitar a ser iniciado, precisamente, por lhe não ter sido transmitida a referida influência que está vinculada em ritos e símbolos. 18- As associações que têm por metas (filosóficas ou racionais) apenas as circunstâncias contingentes nunca serão iniciáticas. 19-Ninguém pode ser iniciado se for impermeável à influência espiritual. 20- O indivíduo em sociedade está sempre mais longe da sua natureza cabendo à Iniciação a sua reaproximação. 21-Salientar que os primeiros ritos iniciáticos estavam ligados a um ofício e, por tal, reproduziam as contingências desse mesmo ofício (curioso destacar que a exclusão das mulheres e dos deficientes teve por base estas contingências, apesar de tanto uns como as outras não serem inaptos à transformação individual). 22- Os ritos iniciáticos tinham como objectivo colocar o ser humano em relação com algo que o ultrapassa, seja esse algo transcendente ou evidente. 23- Há uma diferença entre ritos iniciáticos e ritos exotéricos, pois estes são públicos e dirigem-se indistintamente a todos os membros da sociedade pretendendo a salvação do indivíduo ao contrário dos primeiros em que estão reservados aos que pretendem a sua própria libertação.
  12. 12. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 12/23 24- A linguagem do silêncio (mutus liber) é característica de quem usa o inexpressável e não o incompreensível, ou seja, permite uma correspondência a todas as ordens da realidade lembrando-vos do que é supra-racional não é irracional. 25- Nos domínios iniciáticos, estuda-se a consciência até aos limites extremos da individualidade levando à completa compreensão dos estádios do Si-mesmo. 26- A purificação, na viagem iniciática, é um rito preparatório ou preliminar no sentido alquímico do termo, melhor dizendo, através dos elementos cósmicos que são simples e incorruptíveis, e não passa de uma tentativa de levar o Ser ao estado de simplicidade indiferenciada de modo a prepará-lo para a essência da espiritualidade que (iluminada) advirá. 27- Uma Iniciação é sempre operativa porque pressupõe acção, e muito pouco especulativa (do latim-speculum ou espelho que sugere uma imitação). 28- A Iniciação começa quando a especulação e a dialéctica deixarem de ser úteis. 29- Entre dois tipos de ignorância (estupidez e erudição), aquela que dá conta que nada sabe fica mais favorável à aquisição do conhecimento do que aquele que crê saber algo. 30- A grande diferença entre profanos e iniciados é que os primeiros só podem apreender o que se designa por exterior dos acontecimentos e nunca a porção mais profunda do estádio espiritual. 31- Na hierarquia iniciática, a única divisão esquemática possível é entre os Mistérios Menores (tudo o que se refere ao desenvolvimento das possibilidades do ser humano- o chamado estado primordial) e os Mistérios Maiores (que dizem respeito à realização dos estádios supra-individuais- a chamada identidade suprema). 32- Todo aquele que, após a Iniciação, não se regule por atingir os diversos patamares da transformação individual, passa a ser apenas uma individualidade que não representa a tradição em si mas apenas a medida dos seus conhecimentos adquiridos, facto este que o impede de impor qualquer tipo de autoridade sobre a Iniciação propriamente dita. 33- Simbolicamente, a Iniciação é uma imagem do que aconteceu no começo cósmico em que se passou das trevas à Luz (muito por causa do Verbo que ajudou a transformar a pedra bruta em cúbica). 34- Não devemos esquecer nunca que as diferentes doutrinas tradicionais não são senão expressões da verdade única. MM.’.QQ.’.IIr.’., por natureza, estes traçados devem ser curtos e entendíveis mas não gostaria de terminar sem citar F. Nietzsche que escreveu…um pensador pode não aprender nada de novo, mas deve ir até ao fim na descoberta do que, para ele, é coisa assente…ou seja, a Iniciação, para a maioria de nós, é uma coisa assente! É mesmo? Convido-vos a seguir o conselho de um dos preponentes do Homem-Novo. Diógenes de Sínope, M.’.M.’. R.’.L.’. Salvador Allende G.’.O.’.L.’. Bibliographia -Jean-Luc Maxence – « Jung est L’Avenir de la Franc-Maçonnerie » -René Guénon – « Consideraciones sobre la Iniciación » -Jules Boucher – “La Symbolique Maçonnique” -Marie Delclos, Jean-Luc Caradeau – « Les Symboles Maçonniques Éclairés par Leurs Sources Anciennes »
  13. 13. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 13/23 Irmão João Guilherme Autor de “O Livro dos Dias” www.artedaleitura.com – infyarte@uol.com.br O primeiro porta-bandeira Vácuo de brasilidade autêntica Em Bandeiras que contam histórias, como contei antes, falei da origem das cores de nossas duas bandeiras nacionais, a imperial e a republicana. Da mesma forma, há uma infinidade de fatos, eventos e detalhes extremamente interessantes em nossa história, boa parte deles embutidos em nossas bandeiras, brasões e nos símbolos neles contidos. Eles bem poderiam servir para ajudar a construir o acervo de nossa nacionalidade, mas são desconhecidos ou, pior, ignorados por gente insensível ou com segundas intenções. O resultado é gente alienada, cujo imenso potencial de amor à Pátria só encontra expressão quadrienal, por ocasião da Copa do Mundo. Mesmo assim, mal orientado, exacerbado pelo massacre de exposição e pelos adjetivos exagerados dos meios de comunicação, se desvanecem na primeira derrota da seleção. Mário Filho, Nélson Rodrigues e João Saldanha que me perdoem, mas “pátria de chuteiras” é o cacete! Dane-se a Copa. Copa é esporte. Se o esporte é nobre, disputado com fair play, viva o esporte! Mas a Copa não é o Brasil. Você é. Por isto, muito mais ainda, viva o Brasil! No estímulo artificial, quando cessa o barulho, cessa de imediato o interesse. “Passemos a outro programa!” Perdidos na insegurança Aí, como bons cidadãos mal formados, voltamos ao dia dia de insegurança, reféns do sistema paquidérmico, do cipoal de leis e até do próprio idioma! São milhões de leis que mal conhecemos (quem pode conhecer milhões de leis?), boa parte obsoletas, outras irrelevantes, um número enorme, inúteis e muitas delas contraditórias. O essencial, poucos conhecem. O mesmo pode ser dito do idioma, mutilado por reformas imbecis que nada mais fazem de prático do que declarar obsoleto tudo o que já foi impresso até sua adoção. Como se pudéssemos nos dar a esse luxo! 5 – O Primeiro Porta-Bandeira João Guilherme Hercule Spoladore
  14. 14. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 14/23 O pior é que essa insegurança acaba fazendo coro com a ignorância e levando à descrença e ao ceticismo com relação a tudo que deveria ser tratado com seriedade e reverência. Como consequência, tudo de sensacionalista que os meios abundantes de comunicação disseminam não tem qualquer possibilidade de análise crítica. Querem ver? Um idiota sedento de fama diz que os brasileiros praticaram genocídio na guerra da Tríplice Aliança e a imbecilidade ganha foros de verdade. Claro, nem os ignorantes nem os inseguros – muito menos os preguiçosos e os complexados – iriam contestar! Ficou anos a fio fazendo danos à nossa própria imagem até que historiadores sérios demolissem por completo as inverdades. Mas, como há diferença entre a manchete caluniosa na mídia e a retratação em letras mínimas, o livrinho abjeto continua por aí, fazendo estragos. Outro “entendido” afirma que a desonestidade é atávica, parte do DNA do brasileiro. Cita apenas os fatos que “comprovam” sua tese, ignorando todo o resto. Como nem inseguros nem ignorantes contestam, a conclusão distorcida passa a fazer parte do conjunto de meias verdades ou mentiras descaradas que compõem o pacote de desprezo pelo Brasil e as coisas brasileiras. Para o inseguro, o ignorante, o preguiçoso e o complexado, é mais fácil aceitar que simplesmente não prestamos. Então, malandro, como “farinha pouca, meu pirão primeiro”, me dá o meu... Isso é o que chamo de helicoidal descendente. O destino final dessa brasilidade corroída é a lama. Interrompendo a helicoidal descendente Qualquer garotinho americano sabe que Betsy Ross, uma costureira, coseu a primeira bandeira americana, a pedido de George Washington. Irrelevante? Não, absolutamente não! Muito ao contrário, é um tijolinho na construção do acervo da nacionalidade. Dizem os educadores que o blueprint – o projeto, o fundamento – do que seremos no futuro é realizado até os dez anos. – Ah, o brasileiro não é patriota! Já ouvi essa afirmativa mil vezes e briguei mil vezes por causa dela. Asneira! Besteira! Imbecilidade! O amor à pátria tem que ser ensinado na infância e estimulado sempre. Somos Maçons. A Bandeira Nacional está em todos os templos, não está? Algumas vezes por ano, ela recebe algum destaque e até uma oração em seu louvor. Pois é, mas no Rito de York esse culto é ainda mais constante: você renova seu compromisso de lealdade à Bandeira a cada sessão. Na tradução do ritual da Grande Loja de Nova York para o português, foi reproduzida a estrofe do Hino à Bandeira, do imortal Olavo Bilac: – Juro fidelidade à minha Bandeira. “Que nos momentos de festa ou de dor, paire sempre a sagrada bandeira, pavilhão da justiça e do amor”. Exagero? Não. Mais um tijolinho do templo do culto à nacionalidade, que pode ser enriquecido quando apreciamos uma incrível coincidência histórica. Deixemos que o livro fale. “... um evento significativo, relegado pela maioria ao esquecimento, aconteceu em 1º de novembro de 1822. Em cerimônia na capela imperial, D. Pedro I entregou o Pavilhão nacional, recém-criado, ao nosso primeiro porta-bandeira, o tenente Luís Alves de Lima e Silva, futuro duque de Caxias e patrono do Exército. Justiça poética, que aquele que seria o maior dos avalistas de nossa integridade territorial, fosse o primeiro brasileiro a ter nas mãos a bandeira do Império do Brasil. Estranhamente profético!” Como eu disse, nossa história é fascinante, no todo e nos detalhes. Como na história de todos os países, há acertos e erros. Você, como Maçom, tem que saber uma verdade: quando você fala em qualquer lugar, se sabem sua condição de Maçom, então não tem jeito: a Maçonaria fala pela sua boca. Então, meu Irmão, você tem que assumir a condição de porta-voz e preparar-se para tal. E, se me permite o comercial, Bandeiras que contam histórias pode contribuir muito!
  15. 15. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 15/23 Este Bloco está sendo produzido pelo Irmão Pedro Juk, às segundas, quartas e sextas-feiras Sessão magna pública Em 25/04/2016 um Respeitável Irmão que pede para não divulgar o nome da Loja, REAA, GOB, formula a seguinte pergunta: O GOB solicitou que fizéssemos sessões públicas em homenagem a Tiradentes. Foi compartilhado em um grupo um texto creditado a você que sugere um ritual apropriado, com a suspensão de algumas partes, por motivos óbvios, como a Leitura da ATA, o Expediente e o Saco de Propostas e Informações. Até aí perfeito. No entanto, entendemos que o prazo para divulgação de uma sessão pública foi muito curto e inviabilizou o convite ao público e por isso fizemos uma Sessão Magna seguindo normalmente a ritualística, diferindo apenas no momento do Tempo de Estudos, que foi voltado a apresentação de trabalho e debate sobre a importância do herói e consequente idealização do mito. Alguns irmãos sustentam que em sessões magnas o correto seria a abertura ritualística e imediatamente passar à razão dela (Tiradentes, Proclamação da República, Independência do Brasil, etc.) e na sequência o Saco de Beneficência, suprimindo as demais partes. O que você orienta? 6 – Perguntas & Respostas Pedro Juk Não esqueça: envie sua pergunta identificada pelo nome completo, Loja, Oriente, Rito e Potência.
  16. 16. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 16/23 Considerações: Mano, a minha orientação que apareceu no grupo mencionado foi para Sessões Magnas que podem admitir a presença de não Maçons (RGF, Art. 108, § 3º, V). Agora, em sendo ela “coberta” (privativa de maçons), eu entendo que se faz a abertura ritualística normalmente, suspende-se a Leitura da Ata (caso não exista nenhuma relativa a uma sessão anterior nesses mesmos moldes), do Expediente e do Saco de Propostas e Informações; abre-se a Ordem do Dia, executa-se o afim da sessão; encerra-se a Ordem do Dia; circula o Tronco, concede a Palavra sobre o Ato e por fim faz-se encerramento ritualístico. Em uma Sessão nesses moldes não há o porquê da leitura de Ata, salvo se existir alguma de igual finalidade para ser aprovada e relativa a uma Sessão que teve essa finalidade. Ficaria supérfluo também o Saco de Propostas e o Expediente, a não ser que exista algum expediente que mencione o Ato relativo ao objetivo da Sessão que está sendo realizada. Quanto à Ordem do Dia, trago-a a baila porque embora não haja matéria para votação (objetivo clássico dessa ocasião), o período exprime a razão da existência dessa Sessão, embora nela especificamente não sejam discutidos outros assuntos, senão o cumprimento do Decreto que designa a sua finalidade específica (nesse caso a homenagem ao Mártir). No mais, atendendo ainda o objetivo de ser dessa Sessão, não se justifica a existência do período do Tempo de Estudos e nem mesmo a liberação da Palavra a Bem da Ordem e do Quadro em Particular, salvo àqueles que quiserem se manifestar sobre o Ato que acabou de ser realizado. Em não existindo outra interpretação contrária, é o que eu penso. T.F.A. Pedro Juk jukirm@hotmail.com Jun/2016. Exegese Simbólica para o Aprendiz Maçom I Tomo - Rito Escocês Antigo e Aceito e Trabalhos de Emulação Autor – Ir. Pedro Juk - Editora – A trolha, Londrina 2.012 – Segunda Edição. www.atrolha.com.br - Objetivo – Introdução a interpretação simbólica maçônica. Conteúdo – Resumo histórico das origens da Maçonaria – Operativa, Especulativa e Moderna. Apreciação – Sistema Latino e Inglês – Rito Escocês Antigo e Aceito e Trabalho de Emulação. Tema Central – Origens históricas do Painel da Loja de Aprendiz e da Tábua de Delinear. Enfoque – Exegese do conteúdo dos Painéis (Ritualística e Liturgia, História, Ética e Filosofia). Extenso roteiro bibliográfico. https://www.trolha.com.br/loja/
  17. 17. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 17/23 (as letras em vermelho significam que a Loja completou ou está completando aniversário) GLSC - http://www.mrglsc.org.br GOSC https://www.gosc.org.br Data Nome da Loja Oriente 05.11.1997 União do Vale nr. 69 Blumenau 10.11.2001 Arte Real Santamarense nr. 83 Sto. Amaro da Imperatriz 14.11.1983 Obreiros da Liberdade, nr. 37 Xaxim 14.11.1983 29 de Setembro nr. 38 S. Miguel do Oeste 17.11.1950 14 de Julho nr. 03 Florianópolis 17.11.1986 Templários da Arte Real nr. 44 Blumenau 17.111993 Rei David nr. 58 Florianópolis 18.11.1993 Ottokar Dörffel nr. 59 Joinville 19.111996 Ordem e Progresso nr. 65 Joaçaba 19.11.2003 Fraternidade Lourenciana nr. 86 S. Lourenço do Oeste 19.11.1996 Manoel Gomes nr. 24 Florianópolis 21.11.1986 Liberdade e Justiça nr. 45 Abelardo Luz 21.11.1994 Fraternidade Capinzalense nr. 52 Capinzal 21.11.1992 União e Verdade nr. 53 Florianópolis 24.11.1982 Ary Batalha nr. 31 Florianópolis Data Nome da Loja Oriente 02/11/1991 Seixas Neto Florianópolis 03/11/1971 Acácia dos Campos Campos Novos 03/11/2010 Colunas da Sabedoria Joinville 07/11/2001 Zodiacal Florianópolis 11/11/2005 Harmonia e Perseverança Itajaí 15/11/1979 Ciência e Trabalho Tubarão 22/11/1997 Templários da Liberdade Pinhalzinho 25/11/1977 Fraternidade Catarinense Florianópolis 7 – Destaques (Resenha Final) Lojas Aniversariantes de Santa Catarina Mês de Novembro
  18. 18. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 18/23 GOB/SC – http://www.gob-sc.org.br/gobsc Data Nome da Loja Oriente 03.11.99 Delta do Norte - 3273 Florianópolis 04.11.81 Palmeira da Paz - 2121 Blumenau 09.11.10 Regeneração Guabirubense, 4100 Brusque 12.11.99 União e Justiça - 3274 Chapecó 15.11.01 Verdes Mares - 3426 Camboriú 15.11.96 Verde Vale - 3838 Blumenau 19.11.80 União Brasileira - 2085 Florianópolis 19.11.04 Verdade e Justiça - 3646 Florianópolis 21.11.69 Jerônimo Coelho - 1820 Florianópolis 22.11.95 Luz da Verdade - 2933 Lages 24.11.92 Nereu de O. Ramos - 2744 Florianópolis 25.11.04 Luz e Frat Rionegrinhense -3643 Rio Negrinho 25.11.06 Obreiros da Terra Firme - 3827 Florianópolis 29.11.11 Ciência e Misticismo - 4177 São José
  19. 19. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 19/23 Ir Marcelo Angelo de Macedo, 33∴ MI da Loja Razão e Lealdade nº 21 Or de Cuiabá/MT, GOEMT-COMAB-CMI Tel: (65) 3052-6721 divulga diariamente no JB News o Breviário Maçônico, Obra de autoria do saudoso IrRIZZARDO DA CAMINO, cuja referência bibliográfica é: Camino, Rizzardo da, 1918-2007 - Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014 - ISBN 978-85.370.0292-6) Dia 28 de novembro: Sacrilégio Trata-se da profanação do que é sagrado. Não se restringe o Sacrilégio às coisas materiais, como a profanação de um recinto sagrado; toda vez que um ser humano viola o seu corpo, por exemplo, prejudicando-o com a Intemperança, o uso de drogas e até mesmo de um cigarro, estará cometendo um Sacrilégio. Toda vez que a mente for violada, haverá um ato sacrílego, como ocupar a mente com vaidades e pensamentos negativos. Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 351. . Visite o site da Loja Professor Mâncio da Costa nr. 1977 www.manciodacosta.mvu.com.br Florianópolis
  20. 20. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 20/23 Templo da Loja ARLS Águia do Planalto nr. 3 – de Vilhena – RO. Loja Maçônica “Independência” de Campinas  E agora, vês alguma estrela???
  21. 21. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 21/23 (pesquisa e arquivo JB News, vídeos da internet e colaboração de irmãos) 1 – Assista: O coragem de uma mamãe coelha! 2 – Antiga cervejaria: Antiga cervejaria.mp4 3 – Árvores maravilhosas 6 - Á R V O R E S _ M A R A V I L H O S A S.pps 4 – Cafés: 52CAFES.pps 5 – Monumentos de Lisboa MONUMENTOS DE LISBOA - ZONA DE BELÉM.pps 6 - Coral russo: www.youtube.com/watch_popup?v=P9605V_A6NY 7 - Filme do dia: (Caçadores de Obras Primas) - dublado Sinopse-Baseado na história verdadeira da maior caça ao tesouro da história, CAÇADORES DE OBRAS- PRIMAS tem ação empolgante e interpretações magníficas de todo um elenco de astros famosos que inclui George Clooney, Matt Damon, Bill Murray, John Goodman e Cate Blanchett. Quando uma equipe de heróis improváveis e lamentavelmente mal preparados é enviada à linha de frente durante a 2ª Guerra Mundial para resgatar obras de arte roubadas pelos nazistas, inicia-se uma corrida contra o tempo para proteger milhares de anos de cultura. Esses curadores, arquitetos, artistas e historiadores podiam não ter chance nenhuma... mas eram a única chance que tínhamos de proteger e defender as maiores conquistas da humanidade! https://www.youtube.com/watch?v=fw5IgvmFXnw
  22. 22. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 22/23 Ir Antonio Pereira CRENÇA NA MAÇONARIA ’ Creio em ti Porque me mostras o caminho Das flores e dos frutos Com pedras e espinhos Risos e dores E me convences de que a luz Que me atrai No fundo da caverna Jamais será alcançada Mas brilhará sempre: Bússola da minha caminhada. Não me importa que a pureza Que persigo seja inalcançável. É importante Apenas A minha caminhada. A luz que foge Distancia-se cada vez mais. Quanto mais se afasta Mais ilumina o meu caminho. Eu creio em ti.
  23. 23. JB News – Informativo nr. 2.251– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 28 de novembro de 2016 Pág. 23/23

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