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Jb news informativo nr. 2207

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Jb news informativo nr. 2207

  1. 1. JB NEWS Filiado à ABIM sob nr. 007/JV Editoria: Ir Jeronimo Borges Loja Templários da Nova Era nr. 91(Florianópolis) - Obreiro Loja Alferes Tiradentes nr. 20 (Florianópolis) - Membro Honorário Loja Harmonia nr. 26 (B. Horizonte) - Membro Honorário Loja Fraternidade Brazileira de Estudos e Pesquisas (J. de Fora) -Correspondente Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas (P. Alegre) - Correspondente Academia Catarinense Maçônica de Letras Academia Maçônica de Letras do Brasil – Arcádia de B. Horizonte O JB News saúda os Irmãos leitores de Cabedelo – (PB) – A cidade que não conhece derrota Saudações, Prezado Irmão! Índice do JB News nr. 2.207 – Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Bloco 1-Almanaque Bloco 2-IrJuarez de Oliveira Castro – Deus na Maçonaria (Foco & Ação ) Bloco 3-IrSérgio Quirino Guimarães – Sabedoria e Segredo Maçônico Bloco 4-IrDiógenes de Sínope – Origens do Grau de Mestre Bloco 5-IrClaudiomiro R odrigues – Da Curiosidade à Iniciação Bloco 6-IrPedro Juk – Perguntas & Respostas – do Ir Rogério Gomes de Oliveira Bloco 7-Destaques JB – Breviário Maçônico p/o dia 17 de outubro. Versos do Irmão e Poeta Adilson Zotovici Zotovici
  2. 2. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 2/25 17 de outubro - Dia Internacional para a Eliminação da Pobreza e da Exclusão Social 1757 – Faleceu no castelo de Bermondière, Maine, René-Antoine Ferchault de Réaumur (28/2/1683). 1760 – Nasceu em Paris, Claude-Henri de Rouvroy, Conde de Saint-Simon, filósofo, utópico, teórico social e fundador do socialismo cristão, o seu melhor trabalho Nouveau Christianisme, proclamou a irmandade do homem quando acompanhada da organização científica da indústria e da sociedade. Tomou parte nas revoluções americanas e francesa, onde fez fortuna com especulações, acabou na pobreza, maçon (19/5/1825). 1787 – Nasceu em Carnide, Maria da Luz Willoughby da Silveira, 1ª viscondessa de Juromenha, a primeira mulher portuguesa a ser iniciada maçona em dezembro de 1814, na Loja Virtude, de Lisboa, reunida na quinta do marquês de Angeja ao Lumiar, nunca reconhecida oficialmernte, indicada por José Andrade Corvo, maçon e traidor, miguelista, aliado de Beresford, denunciou Gomes Freire de Andrade. Esta iniciação tinha por objetivo saber através da viscondessa os sentimentos do marechal William Beresford, de quem era amante, também ele maçon (23/1/1861). Nesta edição: Pesquisas – Arquivos e artigos próprios e de colaboradores e da Internet – Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias, de colaboradores e www.google.com.br Os artigos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião deste informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores. 1 – ALMANAQUE Hoje é o 291 dia do Calendário Gregoriano do ano de 2016– (Lua Cheia) Faltam 75 dias para terminar este ano bissexto Dia do Eletrecista, dia Nacional de Vacinação, dia Internacional para a Eliminação da Pobreza e dia Internacional pela Democratização da Comunicação Se o Irmão não deseja receber mais o informativo ou alterou o seu endereço eletrônico, POR FAVOR, comunique-nos pelo mesmo e-mail que recebeu a presente mensagem, para evitar atropelos em nossas remesssas diárias. Obrigado. Colabore conosco para evitar problemas na emissão de nossas mala direta diária. EFEMÉRIDES DO DIA -Ir Daniel Madeira de Castro (Lisboa) (Fonte: Livro das Efemérides - Históricas, Políticas, Maçônicas e Sociais - 2016)
  3. 3. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 3/25 1817 – O marechal Beresford libertou os maçons José Domingos da Serra e João Carlos Palmeiro na véspera de ordenar a execução de outros. 1849 – Morreu em Paris, Frédéric François Chopin, de tuberculose, enterrado no cemitério de Père Lachaise, exceto o seu coração que foi enviado para Varsóvia e depositado na igreja de S. Cruz (22/2/1810). 1853 – Primeiro número do Jornal do Comércio, em Lisboa, nova designação da Folha Comercial da Praça de Lisboa, fundada em 1852 sob o nome de Paquete Comercial, a sua edição durou até 1976. 1858 – Nasceu em Belém do Pará, Lauro Sodré e Silva, gen. e político republicano, deputado, primeiro gov. do Pará e senador, iniciado maçon na Loja Harmonia e Fraternidade, em Belém, G.M. em 1904/17 do G.O. do Brasil, e depois, G.M. Honorário (16/6/1944). 1916 — Reconhecido o Rito Brasileiro, pelo G.O. do Brasil, criado e incorporado por decreto de 23/12/1914. 1920 — Faleceu em Moscovo, John Reed, teve honras de estado (22/10/1887). 1925 – Começou a descobrir-se fósseis de dinossauros nos estados americanos de Utah e do Novo México. 1934 — Faleceu em Madrid, Santiago Ramón y Cajal, maçon espanhol (1/5/1852). 1952 — Reuniu pela primeira vez em Milão a Internacional Socialista. 1957 — Faleceu no Porto, José Alfredo Mendes de Magalhães, maçon (20/4/1870). 1967 — Faleceu, Henry Pu-Yi, último imp. da China. 1981 — Instalada em Lisboa, a primeira Loja maçónica feminina em Portugal, depois da revolução do 25 de Abril, a Loja Unidade e Mátria, no Palácio Maçónico do G.O.L., com carta patente da G.L. Feminina de França. 1997 – Os restos mortais de Che Guevara foram sepultados em Cuba. 2003 — Representada no Templo José Estêvão, Palácio Maçónico do G.O.L., em Lisboa, pelo Grupo de Teatro Fatias de Cá, de Tomar, numa iniciativa inédita do Grémio Lusitano, a teatralização de A Flauta Mágica, de Mozart 1858 Nasce em Belém, Lauro Nina Sodré e Silva, cinco vezes Grão-Mestre e Soberano Comendador do Grande Oriente do Brasil. 1897 Fundação da Loja Fraternidade Brasileira de Estudos e Pesquisas, de Juiz de Fora, que trabalha no Rito Emulação, GOMG/COMAB 1916 Decreto do Grande Oriente do Brasil “reconhece, consagra, autoriza e incorpora” o Rito Brasileiro. 1920 Iniciado Victor Brecheret, escultor do Monumento às Bandeiras, na Loja América, SP 1995 Fundação da Loja Aparecidense, de Aparecida de Goiânia, (GOEG Na edição de amanhã (nr. 2.208) estaremos publicando a cobertura do XXIII ENCONTRO de Pesquisas e Estudos da Loja Fraternizade Brazileira, realizado em Florianópolis nos dias 14 e 15. Fatos maçônicos do dia Fonte: O Livro dos Dias (Ir João Guilherme) e acervo pessoal
  4. 4. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 4/25 O Ir Juarez de Oliveira Castro, MI da Loja Alferes Tiradentes, escreve às segundas-feiras - (48) 9983-1654 (Claro) - (48) 9801-9025 (TIM) juacastr@gmail.com – http://www.alferes20.net Deus na Maçonaria Uma das definições conhecidas sobre Deus é: “ente infinito, eterno, sobrenatural e existente por si só; causa necessária e fim último de tudo que existe”. Evidentemente que cada religião procura definir o seu Deus de conformidade com as suas simbologias, tradições e métodos dos usos e costumes. E a Maçonaria, embora não sendo uma religião, afirma que é “uma associação íntima de homens escolhidos, cuja doutrina tem por base o Grande Arquiteto do Universo, que é Deus...”. Isto significando que, além de ter como base Deus, o homem maçom tem o direito de escolher e seguir sua religião e suas opiniões. Ele só não pode ser um ateu. Os maçons toda vez que começa as suas reuniões, abre e encerra os trabalhos consagrados à Glória do Grande Arquiteto do Universo e recita um salmo recordando que somos todos Irmãos, e que é bom sê-lo, isto no Rito Escocês Antigo e Aceito. Alguns dizem que os trabalhos maçônicos são um culto ao Ser Supremo, onde se pede a Deus para bendizer o recinto como um lugar sagrado para se glorificar seu nome. Considero um pouco exagerado a afirmativa de que é um culto, porém na abertura o bendizemos, sim, e pedimos que nos ajude a praticar a fraternidade e a sermos verídicos no verdadeiro caminho maçônico, exigindo de cada um a fé que nos dará a coragem, a perseverança, que nos ajudarão a vencer os obstáculos. Pede o nosso devotamento para nos levar a fazer o bem, sem esperança de recompensa, porém para conseguir a tranquilidade de consciência. A Maçonaria “sendo uma escola de filosofia, moral e bons costumes, e não sendo uma religião, permite aos iniciados a crença em qualquer uma das religiões existentes, exigindo apenas a crença em um ser superior, criador de tudo e de todos”. Assim, “Grande Arquiteto do Universo” é uma designação maçônica para uma força superior, criadora de tudo o que existe, nos diz Jules Boucher. 2 –Deus na Maçonaria - (Foco & Ação) Juarez de Oliveira Castro
  5. 5. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 5/25 Ano 10 - artigo 42 - número sequencial 587–16 outubro 2016 Saudações, estimado Irmão! SABEDORIA E SEGREDO MAÇÔNICO Muitos aspiram conhecer o “Segredo Maçônico”, pois acreditam que nele esteja o caminho da sabedoria. Este é um dos grandes equívocos de quem descuidadamente busca a Maçonaria. Não é puramente pela aquisição de conhecimento que se atinge a esta condição. Sábio é a condição resultante de uma vida plena, da vivência apurada e da troca de experiências com o outro. Por esta razão é que nossa estrutura é essencialmente laborativa. As relações entre classes (Graus) são sempre baseadas na interligação do aprender/acompanhar/ensinar. COMPARTILHAMENTO. Do ponto de vista maçônico, Sabedoria não é um substantivo, mas um verbo no gerúndio. Sabedoria é ação contínua, um processo nunca finalizado, um sempre e eterno aprendizado. Portanto. a sabedoria nunca está cristalizada em segredos. O culto aos segredos pode, inclusive, desvirtuar ou interditar uma caminhada. Quantas vezes nos deparamos com a nociva, e sejamos sinceros, hipócrita resposta: “Isto não é do seu Grau!” ou “Quando você alcançar o grau XYZ, você saberá”. Neste ponto entramos no “Sagrado Maçônico” que, longe das conotações religiosas, trata-se, simplesmente, de “um respeito maior”. Devemos ter pelas instruções, toques, 3 – Sabedoria e Segredo Maçônico Sérgio Quirino Guimarães
  6. 6. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 6/25 palavras e marchas, o respeito de os compartilharmos somente com os iguais. Por conta disso, os trabalhos maçônicos são divididos em Sessão em Grau 1, ou Grau 2 e assim por diante. Porém, não podemos privar o Irmão de uma resposta. Fiquemos atentos à essência da instrução para dela captar o ponto que pode provocar no interlocutor a saciedade do conhecimento e a confiança em poder novamente procurar seu mestre. Para ilustrar, veja um exemplo no mundo profano: Que resposta você daria a pergunta: - O que é sexo? Apesar de ser uma única coisa, certamente, a resposta será diferente, dependendo se quem fizer a pergunta tiver 7, 14, 21, 42 ou 84 anos de idade. O quê, o porquê, o quando, o como, o quanto, o para quê, as experiências serão as mais variadas, mas a essência que é o amor estará sempre presente. PARA O APRENDIZ SER A FORÇA, O COMPANHEIRO A BELEZA E O MESTRE A SABEDORIA, NÃO HÁ DE MISTIFICARMOS EM SEGREDOS OS NOSSOS VALORES. INTEGRALIZAR A ESSÊNCIA DA MAÇONARIA É TER UMA CONDUTA DE VIDA SAGRADA E EXEMPLAR. Este artigo foi inspirado no livro “O SAGRADO”, do rabino e cabalista Nilton Bonder, que na página 77 provoca: “É isso que muita gente faz hoje no nosso mundo tão sedento de “ocultos”. Num mundo que está enojado do inculto e busca o oculto, a armadilha maior é o segredo” Neste décimo ano de compartilhamento de instruções maçônicas, mantemos a intenção primaz de fomentar os Irmãos a desenvolverem o tema tratado e apresentarem Prancha de Arquitetura, enriquecendo o Quarto-de-Hora-de-Estudo das Lojas. Precisamos incentivar os Obreiros da Arte Real ao salutar hábito da leitura como ferramenta de enlevo cultural, moral, ético e de formação maçônica. Fraternalmente Quirino Sérgio Quirino - ARLS Presidente Roosevelt 025 - GLMMG Contato: 0 xx 31 8853-2969 / quirino@roosevelt.org.br Facebook: (exclusivamente assuntos maçônicos) Sergio Quirino Guimaraes Guimaraes Os artigos publicados refletem a opinião do autor exclusivamente como um Irmão Maçom. Os conteúdos expostos não reproduzem necessariamente a ideia ou posição de nenhum grupo, cargo ou entidade maçônica.
  7. 7. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 7/25 Irmão Diógenes de Sínope Lisboa - Portugal ORIGENS DO GRAU DE MESTRE Para caracterizarmos o que é, hoje, o terceiro e último grau de instrução das Lojas Azuis deveremos recuar a tempos idos no sentido de melhor esclarecer aquele que é considerado, por um lado o fim da instrução e por outro o início da Mestria de Si que durará a vida inteira sendo considerado o grau pela qual a F-M recorda, à vez, as Associações Profissionais da Idade Média e os Mistérios da Antiguidade. Como sabem, este grau e ao contrário do que afirmam muitos historiadores, não existiu sempre na F-M. Cito Findel que no seu livro de 1862 (História da Franco-Maçonaria) afirma: …no princípio, o ritual de recepção formava um todo invisível não havendo senão um grau, logo, o Grau de Mestre não existia naquela altura… Para poder respeitar as regras dos traçados apresentados em Loja terei que tornar acessível toda uma imensa informação, escrita e contada, que existe sobre as Origens do Grau de Mestre. Assim, dividi a prancha em três distintas partes, a saber: 1- A Mestria na Franco-Maçonaria Profissional ou Operativa. 2- A Iniciação durante o Período de Transição. 3- O Terceiro Grau na Franco-Maçonaria Especulativa. Iniciemos o primeiro item: A MESTRIA NA F-M PROFISSIONAL OU OPERATIVA A F-M deriva das corporações profissionais que praticavam a arte de construir. Era nelas, e sob a organização económica da Idade Média baseada em associações e privilégios, que se aplicavam os conhecimentos necessários ao exercício de cada profissão. Com os seus segredos, que salvaguardavam em Testamentos, estavam divididas em dois graus: os Aprendizes, e quando estes eram considerados aptos para exercer a profissão seriam admitidos nos Companheiros. Nesta altura o Mestre era um título (Magister, Meister, Master) que era atribuído a um Companheiro que tivesse operários sob as suas ordens ou abrindo um atelier por sua conta. Seria equivalente ao que hoje chamamos Patrão. Ao lado destas associações profissionais um outro género de associações ditas mutualistas, de fraternidade ou caridade normalmente presididas por um Mestre que estaria (por estatuto) em pé de igualdade com os Companheiros. Curioso referir uma parte de uma carta escrita pelo Bispo de Bâle em 1260 que referia explicitamente:…as mesmas condições são aplicáveis aos que não pertencem à profissão mas que desejam entrar nas confrarias de fraternidade… Mais concretamente, começando por França e de acordo com os Documentos da Época, o corpo profissional apenas continha Aprendizes e Companheiros e só no Séc. XVI aparece o 4 – Origens do Grau de Mestre Diógenes de Sínope
  8. 8. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 8/25 título de Mestre atribuído a qualquer Companheiro que se estabelecesse por conta própria. Na Escócia, segundo os processos-verbais da Loja de Sta. Maria em 1475 os termos Companheiro (Fellowcraft) e Mestre eram equivalentes. Em Inglaterra, as primeiras lojas profissionais remontam ao Séc. XI após a conquista pelos Normandos e segundo os processos-verbais existentes os maçons ingleses dividiam-se em Aprendizes e Companheiros ou Mestres, e mais uma vez estes últimos só obteriam o Título se tivessem trabalhos e ter Aprendizes e Companheiros sob as suas ordens. É importante remarcar o que o chamado manuscrito de Sloane do início do Séc. XVII incita somente o Aprendiz a guardar o segredo da sua arte e a prestar juramento. Resumindo, na Franco-Maçonaria Operativa a passagem entre Graus era puramente técnica e profissional não havendo lugar a simbolismos filosóficos ou míticos. Passemos ao item seguinte: A INICIAÇÃO DURANTE O PERÍODO DE TRANSIÇÃO A partir do Séc. XVI, primeiro na Escócia e um pouco mais tarde em Inglaterra, uma situação nova se estabeleceu nas Lojas Profissionais pois passaram a estar abertas a pessoas sem relação com a arte de construir. Eram membros honorários, chamados também especulativos, teóricos ou geomânticos (em oposição aos maçons profissionais ditos práticos ou domóticos) que seriam escolhidos entre os grandes proprietários, clero, oficiais das forças armadas e juntando-se, a partir do Séc. XVII, homens de letras, médicos, naturalistas, professores, músicos e etc.; como tão bem descreveu Elias Ashmole na sua Autobiografia. Vale a pena mencionar que numa versão das Old Charges de 1663 estava escrito… a regra é que ninguém pode ser recebido maçom, salvo numa loja que contenha pelo menos cinco maçons dos quais só um pode pertencer à profissão… Claro que a estes novos maçons não era exigido o tempo normal de aprendizagem e aos profissionais passam-lhes a exigir as formalidades tradicionais do Aprendiz, ou seja, o juramento e a discrição. Pela leitura dos Documentos Antigos constata-se que a existência dos Aceitos decorre de 1620 a 1678 sugerindo a mesma leitura que as Lojas, não somente admitem especulativos ao lado dos profissionais (dando Títulos de Companheiros ou Mestres), como também começaram a organizar-se ao lado e de fora da esfera profissional. Em resumo, a F-M Operativa, como revela Mackay na sua História da Maçonaria, …não era tolerante nem cosmopolita apesar de eclesiástica ao princípio, sempre cristã e sempre sectária…, e se há característica que marca a diferença entre a operativa e a especulativa é, exactamente, o sectarismo e a tolerância começando nesta altura a desenhar-se os diferentes rituais de cada uma. Finalmente a abordagem do 3º item: O TERCEIRO GRAU NA MAÇONARIA ESPECUALTIVA No início deste período, dito Especulativo, não há nem presunção nem probabilidade de um terceiro grau. Cito-vos uma parte de um Catecismo Maçónico, sub-repticiamente publicado em 1723, que diz…o que faz uma loja justa e perfeita? Um Mestre, dois Vigilantes, quatro Companheiros e cinco Aprendizes com esquadro, compasso e nível… Ora, esta afirmação de 1 Mestre e 4 companheiros, fez correr muita tinta sobre a existência ou não do Mestre como Grau. Desde a versão que foi Desaguillers que, secretamente e durante a impressão das Constituições, acrescentou este 3º Grau no Artigo XIII para assegurar o monopólio do mesmo à Grande Loja, até às versões mais verosímeis, como a do Ir:. Hughan que admite a existência do grau antes de 1721 mas que não era de uso geral, ou a versão do Ir:. Gould que atribui a mesma expressão a Mestres e Companheiros
  9. 9. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 9/25 considerando o 1º uma redundância do 2º, enfim, a tinta continuará a correr a tentar explicar uma coisa muito mal explicada. O que é certo, é que entre 1717 e 1721 o terceiro grau foi introduzido na Grande Loja de Londres. Certo, também, é que a redacção do Artigo 4º das Constituições de 1723 e 1738 não é exactamente a mesma fazendo referência a primeira a um Mestre de Loja e na segunda já definidos e separados os Graus de Mestre e Companheiros, logo, pode presumir-se que a referida Grande Loja de Londres, em 1723, teria o Grau de Companheiro como sendo o último da instrução. O que parece, também, estar certo é que a introdução do terceiro Grau constituiu uma inovação lenta e gradual que espontaneamente se desenvolveu em várias Lojas e durando cerca de meio-século a generalizar-se, e isto na Inglaterra pois, na Escócia, só em 1735 o Terceiro Grau fez a sua aparição salientando Lee Vernon (na sua “História da Loja de Kelso) que…a 7 de Junho de 1754 os membros reuniram-se para constatarem, como lacuna essencial da sua constituição, só haver a prática de dois Graus (Aprendizes e Companheiros) …logo, desconhecendo o Grau de Mestre. No Velho Continente, o Terceiro Grau propagou-se rapidamente a partir de 1737 (altura em que o Duque de Lorraine foi iniciado numa Loja que Desaguillers presidiu só para esta circunstância). Compilando, podemos dizer que no início do Séc. XVIII não havia, para os maçons especulativos, senão uma cerimónia de iniciação e um só Grau. Após a formação da Grande Loja de Londres em 1717 organizaram-se dois Graus. O terceiro Grau foi, entretanto, introduzido propagando-se gradualmente nas Lojas Especulativas a partir de 1725 salientando- se que a existência de três Graus não foi universalmente aceite até 1757. Terminado o prazer e o trabalho de deambular pelos corredores da História (ou das histórias) da Franco-Maçonaria quero crer que a pluralidade dos Graus só tem cabimento numa associação especulativa que usa o simbolismo como método de crescimento. Quero crer, também, que a Maçonaria Especulativa transformou funções em graus reabilitando, quer as associações profissionais da Idade Média quer os velhos ritos dos mistérios da antiguidade que afirmavam …serem felizes os mortais que vivessem tais rituais… Diógenes de Sínope M:.M:. Traçado ao Or:. de Lisboa. Bibliographia -Globlet D’Aviella – « Les Origines du Grade de Maitre » -Roger Dachez – « Les Origines de la Maçonnerie Spéculative », R.T. nº77, pages 1-45 -Knoop and Jones – « The Genesis of Freemansory » - -David Stevenson – « The Origins of Freemansory »
  10. 10. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 10/25 Ir Claudiomiro Rodrigues Loja: União da Ilha Data da iniciação: 30/04/2016 Florianópolis – GOB/SC Título do Artigo: DA CURIOSIDADE À INICIAÇÃO. (Data de apresentação do artigo: 17/05/2016) Sou natural de uma pequena cidade no interior do Rio Grande do Sul, chamada de Carazinho! o nome dado a cidade faz referência a uma espécie de peixe, o Cará, que existia em predominância na época em que a cidade foi fundada, por serem peixes pequenos comparados a outras espécies, não foram necessárias muitas habilidades criativas naquela época dar um nome para a cidade, Carazinho! Desde muito cedo, com idade entre 12 e 14 anos, eu gostava de futebol, nunca fui um bom jogador, assim como não me destaquei neste esporte, porém gostava de jogar e a cada partida melhorar um pouco as minhas raras habilidades, ou quase inexistentes na época. Naquele tempo existiam na cidade um dois ou três ginásios de esportes, mas somente um deles permitia que jovens com poucos recursos financeiros (que era o meu caso), pudessem utilizar sua quadra de futebol de salão em um determinado dia e hora da semana, este horário era disputado por jovens de toda a cidade, e aqueles que pretendiam desfrutar de alguns minutos neste local, precisavam chegar muito cedo para garantir a sua vaga. Meu deslocamento de casa até o ginásio, que existe até hoje, era razoavelmente tranquilo, bastava apenas superar algumas poucas 20 quadras que lá estaria. Era necessário chegar cedo e aguardar do lado de fora do ginásio para conseguir uma vaga para jogar, meu problema não era e nunca foi chegar cedo aos compromissos, o que me preocupava sim era ter de passar e permanecer em frente a uma casa que ficava ao lado do ginásio, aguardando o horário dos jogos começarem. Meu Pai na época me dizia para ter cuidado, e com estas palavras me recomendava “meu filho, tome cuidado com aquela casa ao lado do ginásio, lá tem Maçons! E eu não sei o que essa gente faz quando ali se reúnem”. Essa talvez foi a primeira vez que ouvi falar em Maçonaria, e por curiosidade todas as semanas, enquanto aguardava o horário do futebol, ficava olhando para a casa e imaginando, 5 – Da Curiosidade à Iniciação - Claudiomiro Rodrigues
  11. 11. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 11/25 quem são os Maçons? O que fazem nesta casa? Porque existe aquele símbolo no portão de entrada? Seria a Maçonaria uma igreja? São do bem ou do mal? Assim observando permaneci por alguns meses sem chegar a conclusão alguma. No ano seguinte, por incentivo do meu falecido Pai, fui estudar em uma escola técnica do SENAI, onde tive aulas diárias por dois anos e meio, e durante este tempo todo tive um Diretor muito rígido, que exigia perfeição de todos os alunos, cobrava responsabilidades, disciplina, recomendava a mim e aos demais alunos, sermos um pouco melhor a cada dia, cada dia um pouco, não só como alunos e futuros profissionais, mas também como filhos, irmãos e principalmente como cidadãos, umas das características que mais me marcaram neste Diretor foram o senso de justiça e fraternidade. Quase ao final do curso por informação “sigilosa”, alguns colegas descobriram que este Sr justo e fraterno frequentava a “casa” com o símbolo no portão, e essa foi primeira e raza opinião que formei a respeito da maçonaria, a de que lá dentro poderiam existir, homens íntegros, respeitosos, justos e fraternos, pois era essa a imagem que o Diretor me transmitia. Deixei a minha cidade natal e só voltei a me interessar pelo tema Maçonaria muitos anos depois, durante os anos que permaneci no exército, na caserna conheci pessoas de elevado caráter, profissionais exemplares e cidadãos honrados, meus colegas na época diziam “eles são Maçons”... Há alguns anos atrás, nas horas vagas e por curiosidade, utilizando dos recursos de internet, voltei a pesquisar sobre a Maçonaria, a quantidade de informações disponíveis era imensa, porém a qualidade deixava duvidas, na época cheguei a comprar alguns livros de títulos sugestivos como “descubra todos os segredos da maçonaria”, “tudo o que você precisa saber sobre a sociedade secreta”, porém as informações destes livros e artigos de internet eram quase que em sua totalidade desencontradas e contraditórias, e principalmente não representavam as pessoas que conheci no passado. Durante os últimos anos da minha vida, abandonei a curiosidade, até mesmo porque as horas vagas eram e são poucas, e o tempo que tive disponível foi utilizado para cuidar da família, dos estudos e dos amigos, exatamente nesta ordem. No ano de 2015, dentro de um planejamento que se iniciou nos anos anteriores, eu e minha família decidimos morar aqui em Florianópolis, já possuíamos aqui alguns amigos de infância que nunca perdi o contato, assim como aqui estavam amigos que não via há mais de 20 anos. Foi ao rever um velho amigo que o “convite” veio, nessa altura já não existia mais curiosidade, mas sim reflexão a cerca do convite e do compromisso a ser assumido caso fosse aceito ao grupo. Convite aceito! Mas para que tantos documentos, tantas certidões, tantas sindicâncias, tantas perguntas... a cada passo dado em direção ao dia da iniciação a expectativa aumentava, as dúvidas também cresciam na mesma proporção, será que estou fazendo a coisa certa!? Ainda corro o risco de não ser aceito, e nem vou saber por que razão ou motivo. Todos os documentos prontos, sindicâncias realizadas como manda a tradição, não se preocupe diz o amigo e futuro irmão que me indicou, será marcada uma data e local para lhe
  12. 12. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 12/25 buscar e até lá passaremos mais algumas informações, por favor, não me pergunte mais nada, não posso passar daqui. E eu fiquei pensando, baita amigo, custa dar algumas dicas... Data, hora e local marcados, e lá estava eu, pelos menos uns 20 minutos antes do horário combinado, roupas e sapatos pretos, a camisa branca, estava aguardando conforme me orientaram, voltado para o nascer do sol e segurar uma espiga de milho na mão direita (oposta ao coração)... a essa altura pensei com convicção, aonde fui amarrar meu bode, se bem que pensar em bode naquele momento também não era uma boa ideia. O irmão chega para me buscar, mas está atrasado, logo pensei, me deixar aqui esperando por mais de uma hora deve ser parte do ritual pra ver se eu desisto, pobre do irmão, sou capaz de virar a noite esperando, mas daqui não vou sair, compromisso é compromisso. No carro poucas palavras, em poucas quadras rodadas é hora de vendar os olhos, nessa hora pensei, quando me tirarem a venda vou estar sozinho no meio do cemitério (já tinha ouvido falar deste conto), tomara que não tenha ninguém sendo enterrado por perto, como vou explicar essa espiga de milho...novamente o pensamento, aonde fui amarrar meu bode. Acreditei ter chegado ao local da iniciação quando o carro parou, escutei um som alto, parecia uma festa ao som de funk! ainda com os olhos vendados pensei, mas que tal a iniciação… já não sabia mais onde estava, não sabia quem eram as pessoas que estavam me orientando, não sabia onde estava pisando e não sabia o que iria acontecer daquele momento em diante, e o que até então estava sendo mentalmente divertimento, se transformou em preocupação, principalmente pelo som do funk. Fiz poucas escolhas erradas na minha vida, meu coração sempre me guiou pelos melhores caminhos, esse era o pensamento predominante nos momentos de reflexão, não sentia medo, apenas pensava em tudo o que vivi até chegar naquele momento, queria saber quem eram essas pessoas que conversavam em minha volta, será que estavam sendo iniciadas também? E onde andaria meu amigo, e agora irmão gêmeo André!? Como seria bom dizer a ele naquele momento “não se preocupe, estamos juntos” ou até mesmo ouvir dele “conta comigo”. Abaixa pra passar... onde estaríamos entrando, seria um porão subterrâneo com estátuas e caveiras... tudo eram dúvidas! Lembrava que algum irmão tinha dito “é tudo simbolismo” e buscava entender que “abaixar para passar representava para mim naquele momento humildade”. Cheiro de velas e incenso... estás com sede?, estás com fome?, necessita de alguma coisa? eram perguntas que seguidamente algum ou alguns irmãos faziam. O irmão que eventualmente oferecia balas de gengibre, me fazia refletir o quão desconfiado sou, e que exercício de superação foi confiar e aceitar aquele singelo agrado, assim como foi grande superação confiar em consumir os alimentos que os irmãos me trouxeram, lembrei que me disseram, “é tudo simbólico”, daqui a pouco poderia estar comendo um pedra simbolizando as durezas da vida... As provas me fizeram entender que se quero deixar de ser pedra bruta, devo me purificar, sei onde se escondem os meus defeitos, mas relutar em encará-los, não me faz melhor, assim
  13. 13. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 13/25 como juramentos feitos não representaram somente formalidades, a mudança é um portão que se abre de dentro para fora, não enganamos nossa consciência. Em um determinado momento perdi a noção de tempo, já não sabia que horas eram, nem quanto tempo tinha passado, mas de nada adiantaria saber a hora naquela tarde... isso me fez pensar que não é o tempo que importa, mas sim o que fazemos com ele, quanto tempo acabamos perdendo com coisas que não nos levam a lugar algum, perdemos tempo com coisas que nos atrasam a existência. Algum irmão me conduz para uma sala pequena e apertada, é permitido tirar as vendas, e o que vejo por alguns segundos me preocupa, que Testamento Moral e Filosófico é esse… tenho perguntas a fazer antes de responder questionários e assinar documentos, quem é essa pessoa de capuz? porém novamente preciso calar e escutar a mensagem do simbolismo, outro exercício de confiança superado. Do quadro que estava na parede, a frase que mais me recordo é “Recorda-te dos grandes cidadãos que foram grandes maçons”, isso novamente me trouxe calma. Chegou a hora de bater a porta do templo, lembro de algum irmão perguntando “como puderam os candidatos conceberem a esperança de se tornarem Maçons?” e outro irmão prontamente respondendo por nós dizendo “Por serem livres e de bons costumes Ven.: Mestr.:”, refleti que realmente o que me levou até aquele exato momento foram os bons costumes. Ao experimentar do doce e do amargo da taça sagrada tive talvez o principal ensinamento, ao escutar o Ven.: Mestr.: em algum momento dizer “lembrará que o homem sábio e justo deve gozar os prazeres da vida com moderação, não fazendo ostentação do bem que está fruindo, para não ofender o infortunado”. As viagens começam com seus sons, ruídos e obstáculos, o tinir de espadas depois entendi que representavam o eterno combate contra os vícios; mãos lavadas para lembrar que não se pode cometer ações e atos reprováveis. A purificação pela água e depois pelo fogo me trouxe ânimo para recomeçar, ou começar uma nova jornada de vida. Após superar todas as provas simbólicas, era hora de conhecer as pessoas que me auxiliaram a entrar e ser aceito no templo, hoje sei que são irmãos e que posso contar com cada um deles, retirar as vendas não foi apenas voltar a enxergar, mas sim sentir que a Luz trouxe novas possibilidades. Já não importava mais saber onde estava, que horas eram e quem eram as pessoas que me guiaram e auxiliaram durante toda a iniciação. De forma tranquila e serena compreendi que estava entre amigos, e isso era o que bastava. Muitas saudades da família, e tudo o que precisava, era revê-los.
  14. 14. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 14/25 Este Bloco é produzido pelo Irmão Pedro Juk, às segundas, quartas e sextas-feiras Irmão adormecido Em 29/03/2016 o Irmão adormecido Rogério Gomes de Oliveira, Irmão adormecido da Grande Loja, sem declinar o nome do Oriente e Estado da Federação, solicita a seguinte informação: rogergoliveira@gmail.com Gostaria de fazer uma pergunta. Estou na condição de “Maçom Adormecido” e gostaria de saber se posso e/ou tenho direito de falar pessoalmente com o Grão-Mestre do meu estado. É devido à solicitação de ajuda, pois estou desempregado e gostaria muito de solicitar ajuda da Grande Loja Maçônica do meu estado. Qual o seu entendimento? 6 – Perguntas & Respostas Pedro Juk Não esqueça: envie sua pergunta identificada pelo nome completo, Loja, Oriente, Rito e Potência.
  15. 15. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 15/25 Considerações: Bem, a sua condição de “adormecido” não o faz um “não iniciado”, portanto, mesmo adormecido, seremos sempre Irmãos. Sob essa óptica, não vejo nada que se oponha entre a vossa pessoa e a possibilidade de teres uma conversa com o Sereníssimo Irmão da Grande Loja. Penso que a prática da solidariedade maçônica não é restrita apenas aos maçons regulares, dado que antes de tudo, pratica-se a virtude entre os seres humanos. O que pensa o vosso Grão-Mestre nesse particular eu não posso adiantar, porém como maçom entendo que ele pode perfeitamente recebe-lo. No que concerne ao aspecto legal da burocracia maçônica da Obediência eu não poderia nada lhe adiantar, já que cada Obediência possui as suas qualificações exaradas dos seus diplomas legais. Entretanto, como princípio basilar da solidariedade maçônica, vejo que não existem óbices para vosso contato acompanhado da sua súplica, lembrando que estou aqui apenas colocando o meu parecer baseado no que me foi revelado na questão. Esse é o meu entendimento, mas não de caráter laudatório, senão um pensamento diante de uma situação. Espero sinceramente que consigas alcançar o vosso intento. Rogo ao Arquiteto Criador que essa situação seja apenas um episódio passageiro. T.F.A. PEDRO JUK – jukirm@hotmail.com – Mai/2016 Na edição de amanhã (nr. 2.208) estaremos publicando a cobertura do XXIII ENCONTRO de Pesquisas e Estudos da Loja Fraternizade Brazileira, realizado em Florianópolis nos dias 14 e 15.
  16. 16. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 16/25 (as letras em vermelho significam que a Loja completou ou está completando aniversário) GLSC - http://www.mrglsc.org.br GOSC https://www.gosc.org.br Data Nome da Loja Oriente 03.10.1981 Ação e Fraternidade Gasparense nr. 26 Gaspar 17.10.1969 São João Batista nr. 14 Orleans 19.10.2000 Gênesis nr. 47 Florianópolis 20.10.1977 Duque de Caxias nr. 21 Florianópolis 22.10.1970 Sentinela do Oeste nr. 17 Chapecó 25.10.1978 Harmonia e Fraternidade nr. 22 Joinville 25.10.1996 Cavaleiros da Luz nr. 64 Florianópolis 28.10.1989 Jack Malt nr. 49 Rio Negrinho 28.10.2008 Delta do Universo nr. 98 Florianópolis Data Nome da Loja Oriente 05/10/1991 Zezinho Cascaes Braço do Norte 12/10/1994 Fraternidade Serrana São Joaquim 13/10/2004 Portal da Serra Bom Retiro 15/10/1985 Lealdade, Ação e Vigilância Florianópolis 16/10/1951 Estrela do Planalto Curitibanos 18/10/1997 Acácia das Gaivotas Bal. Gaivota 20/10/2008 Construtores da Paz Chapecó 21/10/1972 General Bento Gonçalves Araranguá 22/10/1997 Sol do Oriente Camboriú 26/10/1975 Acácia das Neves São Joaquim 30/10/2002 Frank Shermann Land Florianópolis 7 – Destaques (Resenha Final) Lojas Aniversariantes de Santa Catarina Mês de setembro
  17. 17. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 17/25 GOB/SC – http://www.gob-sc.org.br/gobsc Data Loja Oriente 03.10.03 Delta de Ingleses - 3535 Florianópolis 06.10.81 Prof. Clementino Brito - 2115 Florianópolis 13.10.07 Luz de São Joaquim - 3884 São Joaquim 15.10.93 Cidade Azul - 2779 Tubarão 15.10.05 Estácio de Sá -3763 Florianópolis 17.10.08 Luz de Órion - 3951 Itapema 23.10.00 Luz e Harmonia - 3347 Brusque 26.10.96 Arquitetos do Vale - 2996 Blumenau 26.10.08 Amigos da Liberdade - 3967 Palhoça 27.10.97 Atalaia -3116 Itajaí 28.10.95 Luz do Atlântico Sul - 2894 Baln. Camboriú
  18. 18. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 18/25 ACADEMIA CATARINENSE MAÇÔNICA DE LETRAS Fundada em 21 de abril de 1989 Avenida Prefeito Osmar Cunha, N. 183 Edifício Ceisa Center – Bloco “B” – sala 111 CEP 88015-100 – Florianópolis – Santa Catarina Convite A ACADEMIA CATARINENSE MAÇÔNICA DE LETRAS através de seu Presidente Acadêmico Edy Genovez Luft e a Benfeitora, Augusta e Respeitável Loja Simbólica "Professor Mâncio da Costa" N. 1.977, ao Oriente de Florianópolis / SC, através de seu Venerável Mestre Irmão Paulo Roberto Velloso, tem o prazer de convidar os Caríssimos Irmãos, distintas famílias, Maçons independente de Obediência ou Ritos, Acadêmicos e a Sociedade, para a Solenidade Pública, com a Palestra do Confrade Walter Celso de Lima, com o Tema "As Origens e o porquê dos Rituais Maçônicos" realizar-se no Templo Maçônico do Condomínio da Fraternidade da Arte Real, a Rua Presidente Gama Rosa, N. 36, no Bairro da Trindade, nesta capital, no: Dia 17 de outubro do ano de 2.016 (segunda feira), no horário das 20:00hs. Antecipadamente agradecemos sua indispensável e honrosa presença. Oriente de Florianópolis, 04 de outubro de 2.016 Acadêmico Edy Genovez Luft Presidente OBS: 1-Informações: (048) 3333.6095 / 9972.5934 – 3224.3350 e - mail: rubenluzcosta@gmail.com
  19. 19. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 19/25 CONVOCAÇÃO e CONVITE O Secretário da Loja, que subscreve, convoca todos os Irmãos do quadro, com base no inciso V do Artº 116 do Regulamento Geral da Federação e convida todos os demais Irmãos, para a 48ª Sessão da A.R.L.S. “Alvorada da Sabedoria” nº 4.285, dia 8 de novembro, terça-feira, quando a palestra a cargo do Venerável Ir. Boris Omar Koerich, MI da ARLS Arquitetos do Vale, nº 2996, com o tema “Fotoproteção”. A sessão será no Templo II (Templo para Trabalhos de Emulação) da Fundação Unitas, a rua Machado de Assis, 210, Estreito, Florianópolis. Programação: 20:15 h: encontro no átrio do Templo; 20:30 h: início da sessão. Após a sessão, será oferecido uma ágape com um bom whisky. Ir. Ruben Luz da Costa, Secretário Wisdom Dawn Lodge
  20. 20. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 20/25 COM GRANDE PESAR COMUNICAMOS O FALECIMENTO DO GRÃO-MESTRE HONORÁRIO DO GOSC IR EDELSON NASCHENWENG (1945-2016) Está no site do GOSC: Com imenso sentimento de pesar informamos que neste domingo, por volta das 13 horas,, faleceu no oriente de Florianópolis o querido Irmão Grão-Mestre Honorário do GOSC, Edelson Naschenweng. Nascido em 19/09/1945 e iniciado na Ordem em 09/10/1982, na Loja Duque de Caxias n° 29, oriente de Florianópolis, onde permaneceu até a sua partida para o Oriente Eterno. Tendo sido Venerável Mestre dessa Oficina no ano de 1987, o Ir Edelson foi Grão-Mestre Adjunto do GOSC no período de 1990 a 1993, tendo sido Grão-Mestre interino no ano de 1993 e por duas vezes, Grão-Mestre do GOSC, nos períodos de 1996-1998 e 1999-2002. Foi em sua segunda gestão e graças ao Ir. Edelson que o GOSC aprovou sua Constituição e a partir daí o sistema de participação das Lojas nas decisões do Grande Oriente, através de um Colegiado formado pelos Veneráveis Mestres, Grão-Mestre e Grão-Mestre Adjunto, terminando com o sistema até então em vigor que estabelecia três poderes: executivo, legislativo e judiciário. Além dessa grande contribuição, o Ir. Edelson deixou sua marca na administração do Grande Oriente de Santa Catarina na participação em sua Loja e na Maçonaria.” O velório do Irmão Edelson Naschenweng ocorre no Cemitério Jardim da Paz em Florianópolis, à partir das 18 horas de domingo, estando o sepultamento marcado para as 11 horas de segunda-feira dia 17/10 no mesmo local.
  21. 21. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 21/25 Ir Marcelo Angelo de Macedo, 33∴ MI da Loja Razão e Lealdade nº 21 Or de Cuiabá/MT, GOEMT-COMAB-CMI Tel: (65) 3052-6721 divulga diariamente no JB News o Breviário Maçônico, Obra de autoria do saudoso IrRIZZARDO DA CAMINO, cuja referência bibliográfica é: Camino, Rizzardo da, 1918-2007 - Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014 - ISBN 978-85.370.0292-6) Para o dia 17 de outubro: O Progresso O vocábulo, que é de origem latina, significa “marcha” para a frente”. O Progresso pode ser sinônimo de evolução, apesar de evolução referir-se aos elementos espirituais. O Progresso visa mais a parte material. O Binômio “Ordem e Progresso”, inserido no Pavilhão Nacional, é de origem positivista, refletindo uma situação material. De nada adiantará progredir no campo material se, paralelamente, não houver evolução espiritual. Progredir significa avançar, com denodo, pertinácia e vontade. É inato o impulso que cada maçom possui de avançar, seja no bem-estar da vida. O Progresso é uma determinação divina. O “crescei e multiplicai-vos” bíblico não passa de uma ordem progressiva. A estabilização em um posto, em uma cultura ou em uma crença é nociva, uma vez que tudo progride ao natural. É preciso que o maçom cultive a vontade de ir além, de subir, de progredir em qualquer situação. Somente vencerá aquele que compreender que a vida é uma escada progressiva e que cada grau que se vence levará a situações diferentes, mas sempre vantajosas. Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 309.
  22. 22. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 22/25 Templo da Loja Bolivar nr. 8 – Cobija, Bolívia (foto JB News)
  23. 23. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 23/25 1 – Belém $_Belem.pps 2 – La Toscane -La_Toscane_.pps 3 – Lenda chinesa: Lenda chinesa.pps 4 – A história da Alemanha: A-história-da-Alemanha.ppt 5 – A criação: A_Criacao.pps 6 - A história do Pão de Açúcar (RJ): A-Hist-do-Bond-Pao-de-Acucar.ppt 7 - Filme do dia- “Julgamento de Nuremberg” - dublado https://www.youtube.com/watch?v=XDpDrZc59YE
  24. 24. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 24/25 Irmão Adilson Zotovici, Loja Chequer Nassif-169 de São Bernardo do Campo – GLESP adilsonzotovici@gmail.com MEU CANTO É bem aqui neste canto Que penso ser encantado Quando na aurora levanto Parece o tempo parado! Tanto silêncio, me encanto, Com o sol quente raiado Do passaredo ouço canto E eu canto extasiado Desfaz-se todo quebranto Penso até ter viajado !... D’ alegria vem o pranto Faço uma jura portanto Meu canto estará pairado Perenal neste recanto ! Adilson Zotovici ARLS Chequer Nassif-169
  25. 25. JB News – Informativo nr. 2.207– Florianópolis (SC) – segunda-feira, 17 de outubro de 2016 Pág. 25/25

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