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Jb news informativo nr. 2133

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Jb news informativo nr. 2133

  1. 1. JB NEWS Filiado à ABIM sob nr. 007/JV Editoria: Ir Jeronimo Borges Academia Catarinense Maçônica de Letras Academia Maçônica de Letras do Brasil – Arcádia de B. Horizonte Loja Templários da Nova Era nr. 91(Florianópolis) - Obreiro Loja Alferes Tiradentes nr. 20 (Florianópolis) - Membro Honorário Loja Harmonia nr. 26 (B. Horizonte) - Membro Honorário Loja Fraternidade Brazileira de Estudos e Pesquisas (J. de Fora) -Correspondente Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas (P. Alegre) - Correspondente Saudações, Prezado Irmão! Índice do JB News nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Bloco 1-Almanaque Bloco 2-IrMarcos Coimbra – As Pequenas, Médias e Microempresas e o Desenvolvimento Bloco 3-Ir Francisco Ariza – René Guénon e a Maçonaria *(Parte III - Final) Bloco 4-IrBarbosa Nunes – Cidadão Carioca Bloco 5-IrVidigal Andrade Vieira – O Monge e o Fotógrafo Bloco 6-IrPedro Juk – (Artigo) Huzzé! Huzzé! Huzzé! Bloco 7-Destaques JB – Breviário Maçônico p/o dia 4 de agosto e versos do Ir. Raimundo Corado
  2. 2. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 2/26 4 de agosto de 1578 (438 anos)  1578 - Batalha de Alcácer-Quibir: o rei de Marrocos derrota o exército português e o rei D. Sebastião de Portugal é morto. A coroa é herdada pelo seu tio-avô, o Cardeal D. Henrique, abrindo caminho a uma crise dinástica.  1666 - Comandando a frota inglesa, Ruperto do Reno derrota o almirante Michiel de Ruyter na Batalha do Dia de Santiago Maior.  1693 - Data tradicionalmente citada como o dia em que Dom Pérignon inventou o champanhe.  1789 - A Assembleia Constituinte em França decreta o fim das corveias e outros privilégios feudais. É o fim do Antigo Regime. Nesta edição: Pesquisas – Arquivos e artigos próprios e de colaboradores e da Internet – Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias, de colaboradores e www.google.com.br Os artigos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião deste informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores. 1 – ALMANAQUE Hoje é o 217º dia do Calendário Gregoriano do ano de 2016– (Lua Nova) Faltam 149 para terminar este ano bissexto Dia do Padre Se o Irmão não deseja receber mais o informativo ou alterou o seu endereço eletrônico, POR FAVOR, comunique-nos pelo mesmo e-mail que recebeu a presente mensagem, para evitar atropelos em nossas remesssas diárias. Obrigado. Colabore conosco para evitar problemas na emissão de nossas mala direta diária. EVENTOS HISTÓRICOS (fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki) Aprofunde seu conhecimento clicando nas palavras sublinhadas
  3. 3. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 3/26  1935 - 1º transmissão televisiva da Emissora Nacional  1944  Segunda Guerra Mundial: Os exércitos aliados libertam Florença.  A Gestapo captura Anne Frank e sua família em Amsterdam graças a um informante. Anne morreu em um campo de concentração e seu diário ficou mundialmente famoso.  1978 - Decreto-lei assinado pelo presidente Ernesto Geisel proíbe greve nos setores de segurança nacional e serviços de primeira necessidade.  1980 - Dezenas de pessoas morrem atingidas pela lava do vulcão Allen, no leste do Caribe.  1984 - A república africana do Alto Volta muda seu nome para Burkina Faso.  1997 - Lançamento da primeira edição do mangá One Piece.  2005 - Início da Wikimania, primeiro encontro internacional de wikipedistas, em Frankfurt (Alemanha). 1742 Carta Régia, desta data, incorporou a vila de Laguna à capital de Santa Catarina. 1747 Carta desta data, do brigadeiro José da Silva Paes, governador da capitania de Santa Catarina, encaminhada a Lisboa a planta e fachada s dos quartéis construídos na Fortaleza de Santa Cruz, de Anhoto-mirim, afirmando serem os mais nobres da América. Juntou, também, as plantas e fachadas da Casa do Governo e da Igreja Matriz que iria construir. 1822 Nasce, na capital catarinense, Francisco Cordeiro Torres e Alvim. Fez a carreira militar onde alcançou o almirantado. Foi conselheiro do Império e a 10 de julho de 1871 recebeu o título de Barão de Iguatemy. Morreu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1883. 1860 Chegam à localidade de Vicente Só, às margens do Rio Itajaí Mirim, os primeiros 59 colonos conduzido pelo Barão Maximiliano de Schneeburg, dando início ao núcleo colonial de onde se originou a cidade de Brusque. 1903 Fundado, nesta data, o povoado de Peperiguaçú, hoje Dionísio Cerqueira. 1753 Ir.George Washington, 1º presidente americano, feito Mestre Maçom na Fredericksburg Lodge, na Virgínia. 1858 A Loja Amizade, primaz da cidade de São Paulo, cede suas dependências para que os irmãos protestantes celebrem “os actos de sua religião”. O Venerável era o padre Fortunato Gonçalves Pereira de Andrade. 1936 Fundação do Grande Oriente Estadual do Ceará, federado ao GOB. 1973 Criado o Colégio de Grão-Mestres da Maçonaria Brasileira, embrião da COMAB - Confederação da Maçonaria Brasileira. 2001 Em represália ao ganho de causa do Soberano Grande Comendador Luiz Fernando Rodrigues Torres na Justiça profana, a GLMERJ arbitrariamente o expulsa e também aos irmãos que lhe permaneceram fiéis. O decreto de expulsão é colocado na internet, vertido para o inglês. Nenhum dos decretos era assinado pelo Grão-Mestre e sim por seu Adjunto Fatos maçônicos do dia Fonte: O Livro dos Dias (Ir João Guilherme) e acervo pessoal históricos de santa catarina Extraído de “Datas Históricas de Santa Catarina” do Jornalista Jali Meirinho.
  4. 4. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 4/26 XXIII Encontro de Estudos E Pesquisas maçônicas Florianópolis(SC), 14 e 15 de outubro de 2016 Caros Irmãos. O XXIII Encontro de Estudos e Pesquisas Maçônicas, que será realizado no Hotel Castelmar, em Florianópolis nos dias 14 e 15 de outubro próximo, pelo Departamento de Membros Correspondentes, da Loja Maçônica Fraternidade Brazileira de Estudos e Pesquisas, Oriente de Juiz de Fora, MG, tem o apoio do Grande Oriente de Santa Catarina, do Grande Oriente de Minas Gerais e da MasonWeb (Sistemas Gestores para o Universo Maçônico). Enviamos o Folder do Encontro com as informações para os Irmãos relacionados em nossos arquivos. Caso o Irmão queria recebê-lo novamente, por favor nos comunique que providenciaremos o envio. Chamamos sua atenção três pontos importantes. O primeiro ponto, em relação ao Hotel Castelmar, cujas reservas com preços promocionais estão garantidas apenas até o dia primeiro de setembro do corrente ano. O segundo ponto, em relação ao prazo para envio dos trabalhos, dia 26 de setembro. O terceiro ponto é relativo à inscrição que, quando efetuada, deve ter o comprovante de depósito enviado para meu e-mail (miguel.simao.neto@uol.com.br). Os valores de inscrição constam no Folder. Fraternalmente, Miguel Simão Neto Coordenador
  5. 5. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 5/26 O Irmão Marcos Coimbra é Secretário de Educação e Cultura do SCRM – do GOB e MI da Loja Maçônica União e Tranquilidade nr. 2 do GOB/RJ, Economista e Professor, Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e Autor do livro Brasil Soberano “Na minha página www.brasilsoberano.com.br existem cerca de hum mil artigos de minha lavra , publicados nos últimos quinze anos.” Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br AS PEQUENAS, MÉDIAS E MICROEMPRESAS E O DESENVOLVIMENTO As pequenas, micro e médias empresas (MPMEs) podem ser consideradas como base econômica do regime democrático, pois atomizam o capital, fortalecem o princípio da propriedade privada e operacionalizam uma economia de mercado. Ao atomizar o capital estão democratizando-o, engajando um maior número de pessoas nesta atividade. Ainda podem ser consideradas como base econômica do regime democrático, porque contribuem para a desconcentração de poder e esta é uma das bases da democracia. Representam um elemento moderador da estrutura empresarial, funcionando como fator de equilíbrio político. Exercem uma função de bandeirantes modernos, penetrando em áreas inóspitas, com uma população rarefeita. Como exemplos de ações a serem empreendidas pelas MPMEs para fortalecer o mercado interno, podem ser citadas: a) agilizar o processo de inovação, através da incorporação de novas tecnologias de processo e produto internas, objetivando melhorar os níveis de eficiência e eficácia, maximizar a produção e otimizar a qualidade; b) incrementar a sua participação nas exportações brasileiras, principalmente utilizando consórcios de exportação; c) desenvolver as atividades de banco de dados de oportunidades de negócios, visando obter subcontratações de grandes empresas, ampliar vendas e aumentar a produtividade; d) agrupar-se num Centro de Prestação de Serviços, tipo Cooperativa, com rateio de custos, objetivando minimizar custos, aumentando a produtividade; e) aprimorar continuamente os recursos humanos da empresa, tanto a nível gerencial, como a nível técnico; f) apoiar instituições como o SEBRAE, principalmente por intermédio de associações de classe, para estender a assistência técnico-gerencial a todas as localidades do interior do país; g) aumentar o seu nível de participação e representação política a fim de obter melhores condições de operação; h) procurar produzir componentes e peças que possam substituir bens importados pelas grandes empresas; i) auxiliar a expansão do volume de emprego a baixo custo, aproveitando-se do fato de serem intensivas de mão-de-obra, necessitando assim menos investimento de capital por emprego gerado; j) contribuir para atenuar desequilíbrios regionais, em virtude de não imobilizar recursos significativos; l) contribuir como instrumento eficaz da política de desconcentração e descentralização, ocupando mais facilmente espaços vazios, facilitando uma política industrial disseminada; m) participar no esforço de contenção dos oligopólios, pois auxiliam a equilibrar o mercado; n) auxiliar o fortalecimento do mercado interno, através do aumento da produção de bens de consumo de massa; o) participar na política de descongestionamento urbano, em virtude do fortalecimento das cidades de médio porte; p) 2 – As Pequenas, Médias e Microempresas e o Desenvolvimento Marcos Coimbra
  6. 6. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 6/26 aumentar a participação das empresa nacionais no processo de desenvolvimento; q) contribuir para a formação de capital necessário ao desenvolvimento econômico, com a canalização para o esforço produtivo de poupanças individuais, principalmente com a abertura do capital próprio das empresas; r) aliviar a pressão sobre o balanço de pagamentos, em virtude de serem menos dependentes de fontes alienígenas de investimento. Objetivando seu fortalecimento, as MPMEs podem solicitar ao governo, por exemplo, ações tais como: a) criar um Banco Nacional da Micro, Pequena e Média Empresa, visando a : 1) financiar capital a médio e longo prazo, por intermédio de repasses ao sistema de bancos privados existente; 2) cobrir complementarmente as garantias reais exigidas pelo sistema financeiro de apoio às micro, pequenas e medis empresas, através do mecanismo de aval; 3) participar acionariamente por intermédio de sociedades de investimento para pequenas e médias empresas, a serem constituídas com capitais privados; b) reorientar o depósito compulsório, de forma a possibilitar às micro, pequenas e médias empresas a obtenção de recursos, com menor custo, para capital de giro; c) descentralizar e expandir o sistema SEBRAE, além de procurar estreitar o relacionamento deste com a Universidade, de modo a formar futuros empresários; d) simplificar a ação do sistema tributário, fiscal e previdenciário; e) optar por uma tecnologia nacional, naquilo que for possível, para poupar divisas. O Desenvolvimento Nacional é aspiração do homem, cujas bases éticas devem estar firmemente escudadas por uma filosofia de vida que se mantenha ao longo das mudanças de estrutura das sociedades. Neste processo é importante o papel do mercado interno, para diminuir o grau de vulnerabilidade da economia, através da substituição de importações, da distribuição de renda, da elevação de renda das regiões mais pobres do país. Para atingir estes objetivos, é significativa a participação das MPMEs ,devido às consequências benéficas de sua atuação. Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br Página : www.brasilsoberano.com.br
  7. 7. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 7/26 O Ponto Dentro do Círculo René Guénon e a Maçonaria (Parte II) Publicado em 2 de agosto de 2016 por Luiz Marcelo Viegas (https://opontodentrodocirculo.wordpress.com) Autor: Francisco Ariza Tradução: Igor Silva Estas sucintas indicações a respeito do rito e da Loja Maçônica queremos pensar que serviram pelo menos para formar-nos uma ideia de por que Guénon considerava a Maçonaria como uma organização iniciática que continua conservando os elementos simbólicos necessários para transmitir uma influência espiritual, cujo desenvolvimento no interior do ser conduz ao conhecimento da Cosmogonia e dele mesmo como integrado dentro dela, e a partir daí atingir o estado não-condicionado da Unidade metafísica, que por ser tal está “além” (por dizê-lo de alguma maneira) do domínio cósmico e individual. 3 – René Guénon e a Maçonaria (Parte III - Final) – Do site “O Ponto Dentro do Círculo” Francisco Ariza – Trad. Igor Silva Kennyo Ismail
  8. 8. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 8/26 Mas até agora mal falamos de sua estrutura iniciática segundo os ensinos que a este respeito nos transmite a obra guenoniana. Para Guénon, repetiu-o muitas vezes, a Maçonaria propriamente dita é a dos três primeiros graus: aprendiz, companheiro e mestre, que são os que estão diretamente relacionados com a iniciação de ofício. A efetiva realização destes graus (dos ensinos que contêm) conduz ao cumprimento dos “pequenos mistérios”, que são os mistérios da Cosmogonia e do homem, e cujo conhecimento é plenamente atualizado no grau de mestre “já que a realização completa deste implica a restauração do estado primordial”, ao que conduzem precisamente os “pequenos mistérios”[18]. No que se diz respeito aos chamados “altos graus”, Guénon distingue “de uma parte, aqueles graus que têm um laço direto com a Maçonaria, e, de outra, aqueles graus que podem ser considerados como representando vestígios ou recordações, vindos a se injetarem na Maçonaria, ou a ‘cristalizar-se’ de alguma maneira em torno dela, de antigas organizações iniciáticas diferentes da Maçonaria”. Essas organizações iniciáticas às quais se refere Guénon são especialmente a Ordem do Templo e a Ordem hermético-cristã da Rosa-Cruz, parte de cuja herança simbólica tem “cristalizado” efetivamente em vários altos graus maçônicos, sobretudo nos pertencentes à Maçonaria Escocesa. Com respeito a esses altos graus, Guénon assinala que “teria muito que dizer sobre este papel ‘conservador’ da Maçonaria, e sobre a possibilidade que este papel lhe dá de suprir numa verdadeira medida a ausência de iniciações de outra ordem no mundo ocidental atual”. Isto é muito importante, por diversas razões, entre elas porque desautoriza completamente e nega qualquer valor real a essas organizações pseudo-iniciáticas que hoje em dia se dizem templárias ou rosacrucianas. Mas, sobretudo porque essa função conservadora e receptiva a converte numa espécie de “arca” que concentrou em seu seio a herança tradicional de Ocidente, o que foi possível, entre outras coisas, porque a Maçonaria não tem uma forma religiosa que pudesse derivar por degradação num dogmatismo excludente, senão que ao ser uma organização iniciática está, por isso mesmo, aberta a quantas doutrinas tradicionais, de caráter igualmente iniciático, entraram ou pudessem entrar em contato com ela. Nos tempos que estamos vivendo, onde numerosos signos anunciam o final de um ciclo, esse papel conservador da Ordem Maçônica não deixa de ter sem dúvida alguma sua importância e sua transcendência[19]. Por conseguinte, é na Maçonaria atual, e em alguns de seus altos graus concretamente, onde se depositou o que se pôde conservar da Ordem do Templo e da Rosa-Cruz. Que estas tenham desaparecido como formas iniciáticas, não quer dizer que seu espírito não tenha permanecido de alguma maneira latente e em estado germinal, e se é assim, é na Maçonaria onde se lhe poderia achar. Enfim, é este um tema muito interessante, mas que logicamente não podemos desenvolver neste momento. Remetemo-nos, isso sim, a vários estudos que Guénon escreveu inteiramente, ou em parte, sobre o tema, a saber: “Os altos graus maçônicos”, “Palavra perdida e nomes substituídos” e “Heredom“, todos eles incluídos no volume II de Etudes sul a Franc-Maçonnerie et lhe Compagnonnage; emInitiation et Réalisation Spirituelle, ver o capítulo titulado “Realização descendente e ascendente”; em Aperçus sul L’Initiation, o que leva por nome “Sobre duas divisas iniciáticas”; em Símbolos Fundamentais…, “A saída da caverna cósmica”; bem como alguns capítulos do esoterismo de Dante. Entre os altos graus que, como diz Guénon, têm um laço direto com a Maçonaria de ofício ele esteve particularmente interessado no do Royal Arch (ou Arco Real), pertencente ao Rito inglês [20]. Deste grau nos diz que “é como o nec plus ultra da iniciação Maçônica… o único que deve ser tomado como estritamente maçônico propriamente falando, e onde a origem operativa não oferece nenhuma dúvida:
  9. 9. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 9/26 é, de qualquer forma, o complemento normal do grau de Mestre, com uma perspectiva aberta sobre os ‘grandes mistérios'”, ou seja sobre o supra cósmico e o metafísico. Daí que, como menciona Guénon na Grande Trindade (outra de suas obras em que se fazem numerosas referências ao simbolismo maçônico, e também hermético-alquímico, em correspondência com a Cosmogonia extremo-oriental), na Maçonaria anglo-saxônica se faça uma distinção entre o que se denomina a “Square Masonry” (a Maçonaria do Esquadro) e a “Arch Masonry” (a Maçonaria do Arco). O Esquadro e o arco se relacionam evidentemente com as figuras geométricas do quadrado e do círculo, e ambas são os símbolos respectivos da Terra e do Céu, representados precisamente na Maçonaria pelo esquadro e o compasso, seus dois emblemas talvez mais característicos. O esquadro e o compasso se referem aos mistérios da Cosmogonia, que são os mistérios da Terra e do Céu, e também do homem como síntese nascida da união entre ambos. Mas no simbolismo maçônico, o esquadro, que serve para traçar figuras retilíneas, e portanto vinculadas ao terrestre, está posto em relação com os três primeiros graus (os que conformam a “Square Masonry”), enquanto o compasso, que serve a sua vez para traçar as figuras circulares, e, por conseguinte vinculadas ao celeste, está mais bem em relação com a Maçonaria do Arco, e nos graus de outros Ritos maçônicos de alguma maneira semelhantes a ela. O esquadro está diretamente ligado à construção e à obra da Cosmogonia, na que também intervem a perpendicular (ou prumo) e o nível. Esta é a razão de que o distintivo do Venerável de uma Loja (chamado nos antigos rituais o “Mestre da Loja”, porque ele é o representante de dito grau tanto numa Loja que trabalha em grau de aprendiz como de companheiro) seja um esquadro, que é a união precisamente da perpendicular e do nível, isto é da vertical e a horizontal, cuja interação geram permanentemente a vida universal. No entanto o compasso está mais bem vinculado com o “acabamento” e “perfeição” de dita obra, perfeição que desde depois já está implícita no grau de mestre, mas que adquire seu desenvolvimento completo no grau complementar doRoyal Arch. Neste sentido, e como diz Guénon, “se o grau de Mestre fora mais explícito, e também se todos aqueles que são admitidos estivessem verdadeiramente qualificados, é em seu interior mesmo que estes desenvolvimentos deveriam encontrar seu lugar, sem que sejam necessários outros graus nominalmente diferentes daquele”. Que esses outros graus sejam necessários hoje em dia para complementar todo o ensino iniciático contido no grau de mestre, em nada diminui o significado simbólico do que este grau no fundo representa, que é, como antes dissemos, a restauração do estado primordial, ou do “homem verdadeiro” como se diz no Taoísmo, o qual não é senão o reflexo do “homem transcendente”, isto é, do próprio Grande Arquiteto do Universo. Tenhamos em conta que a restauração desse estado é ao mesmo tempo a recuperação da “Palavra perdida”, que é o fim que persegue todo o trabalho maçônico, e que essa recuperação não é outra coisa que restabelecer a comunicação com o “Centro Supremo” ou a Tradição primordial, “porque esta Tradição não é senão una com o próprio conhecimento, que está implicado na posse deste estado”[21]. Talvez tudo isto o vejamos com maior clareza se o transladarmos ao simbolismo construtivo, que é o modelo do qiual a iniciação Maçônica extrai o essencial de seu ensino. E para fazê-lo nada melhor do que ir àqueles artigos dos Símbolos Fundamentais da Ciência Sagrada que foram reunidos sob o título geral de “Simbolismo construtivo”, e desses artigos concretamente os que levam por título “O simbolismo da cúpula” e “A pedra angular”, já que neles se assinalam certos aspectos simbólicos do ritual de Royal Arch. Por certo, é chegando ao grau de mestre, que no simbolismo construtivo se corresponde com a pedra fundamental situada no centro mesmo do plano quadrangular do templo (quadrilongo que simboliza a Terra), que se produz a passagem da “esquadro ao compasso”, ou do “quadrado ao círculo”, isto é, da
  10. 10. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 10/26 Terra ao Céu, o qual está representado pela cúpula semi-esférica[22], situada logicamente na parte superior do edifício, em cuja sumidade se encontra a “clave de abóbada”, sobre a que se dispõe a pedra angular. Esta, devido a sua forma, não acha sua localização no templo até que se finalize a construção mesma, e que a pedra angular literalmente “coroa” ao situar-se em seu ápice ou ponto mais alto, ou seja, em seu zênite. A pedra angular é, como diz Guénon, o símbolo da Unidade metafísica, da qual toda a construção depende e da qual não é senão um reflexo, como o é a própria manifestação universal do Princípio in-manifestado. Dessa clave de abóbada parte um eixo ou pilar invisível para o centro mesmo do templo, onde se encontra a pedra fundamental (que corresponde ao altar na simbólica cristã), a qual aparece, em efeito, como o reflexo da pedra cimeira, projetando-se a sua vez nas quatro pedras situadas em cada um dos ângulos da base, as que “sustentam” e sobre as que se apóia toda a construção. Esta se levanta toda inteira ao redor desse eixo, que é verdadeiramente o símbolo do Eixo do Mundo, e é ele o que possibilita que uma vez chegado ao centro ou altar se produza essa passagem ou “exaltação” (assim se chama exatamente a cerimônia de admissão ao grau de Royal Arch) que conduz até a clave de abóbada, que como seu próprio nome indica é uma “clave” ou “chave” que abre a “porta estreita” por onde se produz a saída definitiva da construção cósmica, para os estados supra-individuais e metafísicos, e com eles à Identidade Suprema e à Libertação, objetivo, se assim pudesse dizer-se, de todo o processo iniciático. FINIS Autor: Francisco Ariza Tradução: Igor Silva Notas [18] – Uma das figuras mais representativas da estrutura simbólica dos três graus iniciáticos da Maçonaria, ou de qualquer outra tradição, é a do “tríplice recinto druídico”, ao que Guénon dedica um estudo no cap. X dos Símbolos Fundamentais da Ciência Sagrada. Ali se diz que “o sentido das quatro retas dispostas em forma de cruz que vinculam entre si os três recintos se faz imediatamente bem claro: são por certo canais, por meio dos quais o ensino da doutrina tradicional se comunica de cima a baixo, a partir do grau supremo que é seu depositário, e se reparte hierarquicamente aos demais graus”. Está claro que esses três recintos se correspondem perfeitamente, de ad intra a ad extra, com as três Câmaras Maçônicas de mestre, companheiro e aprendiz, respectivamente. [19] – Sobre tudo isso conferir a obra de Denys Roman, René Guénon et lhes destins da Franc- Maçonnerie, Edit. Lhes Editions de L’Oeuvre. Também, e no que se refere ao simbolismo maçônico em general, conferir as obras Simbolismo Maçônico e Tradição Cristã, de Jean Tourniac (Edit. Dervy- Livres), Os Números na Tradição Pitagórico-Maçônica, de Arturo Reghini (Edit. Arché, Milano). Na atualidade, e em contraste com a época de Guénon, existem numerosos autores que abordam o simbolismo maçônico desde uma perspectiva tradicional, e pensamos que isso é devido, em grande parte, à influência da obra guenoniana. [20] – Este grau é quiçá o que conservou com mais pureza a herança do esoterismo judeu-cristão na Maçonaria. Seu nome completo é “Santo e Real Arco de Jerusalém”, e seu simbolismo gira em torno precisamente ao Templo de Jerusalém ou de Salomão, que ainda que está presente em todos os graus maçônicos, é neste, e o equivalente a ele nos altos graus de outros Ritos, onde se revela sua significação profunda. Assim o atestam os símbolos distintivos deste grau, nos que aparece um círculo, dentro do qual se inscreve um triângulo, em cujo interior aparece a “Triplo Tau” (em alusão aos três templos, que em realidade são um só: o de Salomão, o reconstruído por Zorobabel e aquele “que não é feito por mãos
  11. 11. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 11/26 de homem”, ou seja Cristo mesmo), mas disposta de tal maneira que aparecem as iniciais de Templum Hierosolimitano, o Templo de Salomão. [21] – “Palavra perdida e nomes substituídos”. Por isso uma Loja que trabalha em grau de mestre se denomine precisamente a “Câmara do Meio”, pois ela é como uma imagem do Centro ou Coração do Mundo. [22] – O templo cristão tem normalmente a forma de uma cruz latina, realizada pelas seis caras de um cubo rebatidas sobre o plano da base. Guénon diz em “O simbolismo da cúpula”, que este ponto está expressamente indicado no simbolismo do Royal Arch, e adiciona que “a face da base, que naturalmente permanece em sua posição primitiva, corresponde então à parte central por cima da qual se eleva a cúpula”.
  12. 12. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 12/26 . Cidadão Carioca Permitam-me os irmãos, cunhadas, sobrinhos amigos e amigas. Aqui nos encontramos neste espaço todos os sábados e especialmente neste artigo de número 285. Vocês me propiciam suporte para a caminhada, objetivando um Grande Oriente do Brasil mais unido e compreensivo. Eu os distingo em primeira mão com o comunicado, seguido de convite. Honrado, muito honrado fui informado pelo Eminente Grão-Mestre Estadual do GOB-Rio de Janeiro, irmão Édimo Muniz Pinho, que a Câmara Municipal daquele município, por proposição do maçom e vereador Dr. João Ricardo, aprovou a concessão de um título de Cidadania Honorária para nossa pessoa. Aos primeiros minutos fiquei um pouco desentendido, pois para um goiano nascido na zona rural do município de Itauçu – GO, as margens do Córrego Cerradinho, era muito. A surpresa foi construída pela fraternidade que me une a maçonaria do Rio de Janeiro. Sem dúvida, a homenagem acontecerá pela bondade do irmão Édimo Muniz Pinho, que fez chegar sugestão ao vereador Dr. João Ricardo. O meu coração não cabe tanto e transborda, mas penso que a instituição a qual me dedico desde 1978, neste momento sendo seu vice-presidente nacional, somada as centenas de amigos e amigas, constituem patrimônio que me quer bem. Ser cidadão honorário do município do Rio de Janeiro, em indicação de João Ricardo Ribas Junior, paranaense de Ponta Grossa, médico da Organização Médicos Sem Fronteiras, maçom atuante pelas causas sociais nas favelas do Rio de Janeiro, com a representatividade correta e honesta que o povo lhe concedeu como vereador, mais ainda valoriza este momento que viverei e guardarei para sempre. Dr. João Ricardo é a sua identificação política. Médico cirurgião geral do Hospital Miguel Couto, especialista em transplante de fígado pelo Hospital Petie Salpetierre, de Paris, é um espírito solidário em relação ao sofrimento humano. A guerra na África e o impactante cotidiano no front de batalha mudaram os rumos de sua carreira médica e o conduziram a pensar politicamente. 4 – Cidadão Carioca – Barbosa Nunes
  13. 13. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 13/26 Logo após sua formatura ingressou na Organização Médicos Sem Fronteiras e passou a atender vítimas da guerra em Angola, Moçambique, Somália, Azerbaijão e Ruanda. A convivência com ferimentos de guerra, cirurgias traumáticas e mazelas sociais africanas, para onde vai e volta mensalmente, o fizeram a meditar de que é preciso políticas públicas que permitam o acesso dos cidadãos ao sistema público de saúde. E ele aqui vive essa angústia, pois em velocidade altíssima e diante de falta de condições é cirurgião geral no Hospital Miguel Couto, do Rio de Janeiro, desde 1995, sempre dizendo, minha atuação na medicina é o contato com as pessoas, com visitas a comunidades e a população carente. Estarei então na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, fundada em 1565 e hoje instalada no Palácio Pedro Ernesto, inaugurado em 1923 e que faz parte de um dos mais importantes conjuntos arquitetônicos da cidade do Rio de Janeiro. Erigido no contexto da instalação e desenvolvimento histórico da Primeira República. Destes prédios destacam-se o Theatro Municipal, Museu de Belas Artes, Biblioteca Nacional, com monumentos e esculturas. O local desde o inicio do século XX, é também ponto de encontro do protesto e da louvação política. Um dos espaços cariocas privilegiados da convivência social com os mais diferentes propósitos. Testemunhou os acontecimentos de 1930 e seus desdobramentos, continua sendo palco de eventos populares, desde o carnaval até a arte erudita. É um lugar especial, de histórias e estórias, testemunha de antigas gerações, de velhas e novas idéias e sobretudo, da humanidade e culturas brasileiras. O Palácio Pedro Ernesto, localizado no lendário bairro da Cinelândia. Com emoção antecipada registro e me curvo sensibilizado a essa hora que viverei em 23 de agosto, e que me dará o título de Cidadão Carioca. Conto com as presenças possíveis. Que as ausências sejam a mim ligadas por fluidos positivos e orações encorajadoras. Pela minha vida maçônica continuarei a trilhar com dignidade e correção todas as missões a mim destinadas pelo Grande Arquiteto do Universo, em especial agora, a Cidadania Carioca. O convite que está sendo expedido pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro e que estendo a todos, tem os seguintes dizeres: “O Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Vereador Jorge Felippe e o Excelentíssimo Senhor Vereador Dr. João Ricardo, tem a honra de convidar para a Solenidade de entrega do Título de Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro a Eurípedes Barbosa Nunes, Grão- Mestre Geral Adjunto do Grande Oriente do Brasil e Presidente do Conselho Federal do GOB, a ser realizada no Plenário Teotônio Villela desta Casa de Leis, no dia 23 de agosto de 2016, terça-feira, às 19 horas. Palácio Pedro Ernesto, Praça Floriano, Cinelândia, Rio de Janeiro”. Obrigado irmão Grão-Mestre Édimo Muniz Pinho. Obrigado irmão e vereador Dr. João Ricardo. (Barbosa Nunes, advogado, ex-radialista, membro da AGI, delegado de polícia aposentado, professor e maçom do Grande Oriente do Brasil – – barbosanunes@terra.com.br
  14. 14. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 14/26 O Ir Vidigal de Andrade Vieira é Psicólogo em Carangola – MG e Membro Correspondente da Loja Brazileira de Estudos e Pesquisas De Juiz de Fora – MG vvidigal@ig.com.br O monge e o fotógrafo “Conta uma ancestral lenda que em um inóspito e longínquo local onde existia um antigo Templo espiritual, morava um Monge que era o seu guardião e cuidador. Neste Templo existiam belíssimas pinturas e muitas obras de arte que nunca haviam sido fotografadas, pois havia uma proibição para esta prática. No Templo havia apenas a permissão de poucos visitantes apenas para passeios e contemplações de suas belezas naturais e de suas artes elaboradas por grandes mestres que ali habitaram por algum tempo. O fato de ninguém haver fotografado as pinturas do interior do Templo, devido a cuidadosa e permanente vigilância do Monge, funcionava como um desafio para muitas pessoas, dentre elas, em especial, um famoso fotógrafo de pinturas e de artes constantes em Templos e Santuários distantes. Para conseguir o seu intento de fotografar aquele Templo, o fotógrafo montou uma estratégia para convencer o Monge de que estava em busca de uma iluminação espiritual, necessitando habitar por algum tempo naquele local. Após conseguir a permissão para ali permanecer, buscou obter a confiança e a amizade do Monge, para conseguir ficar sozinho em suas ‘meditações’ e realizar o seu infame objetivo de fotografar tudo o que desejasse no interior e ao redor do Templo. Passado algum tempo, e após realizar o seu intento fotográfico, ele procurou o Monge para informar que já estava pronto para retornar à sua vida na cidade. No momento da despedida, o Monge revelou para o seu então amigo que ele tinha um elevado grau de comprometimento visual e que quase nada conseguia enxergar sem os seus óculos. E que, como fazia parte da ancestral e milenar tradição de sua cultura espiritual, existia um procedimento inegociável de presentear um verdadeiro amigo, quando ele partisse, com o bem que fosse o mais precioso que ele possuísse. Assim, disse-lhe o Monge, ele o iria presentear com os seus óculos, pois a verdadeira amizade não teria preço nem sofrimento. Assim, retirou os seus óculos e entregou para o fotógrafo que, diante de tamanha bondade, desapego e desprendimento percebeu o verdadeiro significado e valor de uma amizade genuína e desinteressada. Imediatamente refletindo sobre a sua desleal conduta, e cheio de arrependimento e vergonha, confessou o seu real objetivo de estar naquele Templo e, 5 – O Monge e o Fotógrafo Vidigal de Andrade Vieira
  15. 15. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 15/26 também para provar o seu entendimento do valor da amizade e da honestidade, pegou os filmes de sua câmera e os destruiu naquele momento, chorando copiosamente e abraçando o seu leal e verdadeiro amigo. A lenda termina com o Monge dizendo para o fotógrafo que também com ele algo semelhante havia acontecido havia já algum tempo. E que, todos que ali passaram como guardiões tiveram um semelhante momento de iluminação e evolução. E que, agora a sua missão como guardião do Templo estava concluída e poderia seguir o seu caminho, uma vez que aquele ritual de iniciação qualificava o fotógrafo para ser o novo guardião daquele santuário, até que surgisse uma outra pessoa para tomar o seu lugar’. Assim, é possível transportar para a nossa Vida a lição desta lenda, e observar atentamente as várias oportunidades que recebemos para nos transformar e nos tornar pessoas melhores, mais dignas, honestas e verdadeiras. Caberá a cada um de nós, e somente a nós mesmos, a decisão de qual caminho iremos trilhar. Nesta mesma ideia, é possível apresentar algumas citações para iluminar ainda mais os nossos pensamentos e as nossas escolhas: ‘O dia do nosso aniversário é uma bela história que, como um livro, a cada ano acrescenta um capítulo’. (José Wanderley Barcellos Garcia); ‘Não coloque um preço no seu espírito. Nunca venda os seus valores morais. Preserve o seu coração e a sua alma. Isso é a verdadeira essência, e não tem preço’. (Lays Orsini); ‘Eu odiava cada minuto dos treinos, mas dizia para mim mesmo: Não desista! Sofra agora e viva o resto da Vida como um campeão’. Muhammad Ali – Cassius Clai); ‘O desapego é importante porque te conduz para algo que tem um significado maior’. (Amyr Klink); ‘Viver é fácil com os olhos fechados’. (Mari Palma); ‘Uma Vida não examinada não vale a pena ser vivida’. (Sócrates); ‘Falhar por não tentar é muito pior do que buscar fazer dar certo’. (Filme Peter Pan); ‘Quando alimentamos mais a nossa coragem do que os nossos medos, passamos a derrubar muros e a construir pontes – {a levantar templos à Virtude e a cavar masmorras ao vício} –, e a Vida flui mais leve e fácil’. (...); ‘A gente ainda vai tentar muito e ainda vai errar muito, e é exatamente isso que vai fazer a gente evoluir cada vez mais’. (...); ‘Nunca é alto o preço a pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo’. (Friedrich Nietzsche)”  * Psicólogo e Filósofo; Professor Titular da UEMG/Unidade Carangola; Mestre em Psicologia Social pela UFES / ES; Doutor em Ciência e Saúde Pública pela ENSP/FIOCRUZ/RJ.
  16. 16. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 16/26 Huzzé! Huzzé! Huzzé! Das normas e condutas ritualísticas para a “aclamação” Começo minhas considerações sobre o tema lembrando que o termo correto é “aclamação” e não como alguns pensam, “exclamação”. Aclamar (do latim acclamare), verbo transitivo direto - Aplaudir ou aprovar com brados, saudar (alguém). Proclamar, reconhecer solenemente. Verbo transitivo indireto- Levantar clamor em sinal de aprovação. Exclamar (do latim exclamare), verbo transitivo indireto e verbo intransitivo – Soltar exclamações, bradar, gritar, vociferar. Pronunciar em voz alta e em tom exclamativo ou admirativo. Após a consulta ao dicionário do idioma vernáculo, vamos às considerações propriamente ditas: Huzzé e sua origem – Um dos pontos abordados pela Maçonaria é o de que a sabedoria vem do Oriente, lembrando a arte Sarracena –os árabes muito ensinaram ao Ocidente. Não se poderia esquecer a cultura árabe, começando pelo fato de terem sido os fenícios os construtores do Templo de Salomão. Na senda iniciática, por exemplo os Cedros do Líbano, o Monte Líbano e tantas outras reminiscências árabes que enriquecem os nossos Rituais. Uma dessas reminiscências é justamente a “aclamação” no Rio Escocês Antigo e Aceito. É bom lembrar que na língua árabe original existe muita semelhança com o hebraico, visto que os idiomas são parentes. Por que Huzzé – Embora não se trate de nenhuma tradução, é necessário citar o nome da espécie vegetal “ACÁCIA”, cujo nome hebraico é “shittah” plural “shittin”, a qual tem relação a vários textos bíblicos, principalmente aquela a que se refere à madeira usada para a construção da Arca da Aliança, como também os seus varais. Dentre as verdadeiras Acácias, citadas por bons tratadistas, está a Acácia do Nilo (Akakia Aegipti) ou “Vera Acácia”, uma árvore da espécie que produz a goma arábica e o tanino. Essas Acácias, como dissemos, são árvores resistentes, cuja flor é esférica e ligeiramente amarelada e os galhos se apresentam com alguns espinhos. Fornecem uma madeira de longa duração e não sujeitas a pragas, qualidades que lhe deram a fama de “eternidade”, como correu no antigo Egito. Alertamos que estas explanações não afirmam a existência de Maçonaria no antigo Egito, sendo sim uma afirmativa do ecletismo maçônico na montagem do arcabouço doutrinário. É bom que isto fique bem claro aos menos avisados. É evidente que aqui no Brasil não possuímos a legítima Acácia, sendo que aqui vegeta bem a australiana. É uma planta robusta, produtora de boa goma e considerável quantidade de tanino. Esta é encontrada principalmente em régios tropicais e dá-se muito bem no sul do Brasil. Seus ramos são sempre aproveitáveis na liturgia maçônica. Lembremos que embora não seja possível o plantio da verdadeira Acácia, sua substituta preenche perfeitamente os nossos anseios ritualísticos, já que praticamos uma Maçonaria Simbólica. O que não se deve, é falar genericamente de leguminosas ou mimosáceas como a verdadeira Acácia, como, por exemplo, confundi-la com a “esponjinha”, planta ornamental frágil e sem resistência, embora seja uma espécie lenhosa (calliandra ou mandaravé). Considerações à parte, a Acácia (Akakia Aegipti), pela incorruptibilidade da sua madeira passou na ter através dos tempos várias interpretações e para a Maçonaria de uma forma geral, dentre outras, corresponde à imortalidade da Alma, assunto que deve ser tratado na Câmara de Grau Três. Mas além da madeira incorruptível, esta apresenta uma flor aveludada ou irradiada, esferóide, que tem lembrado desde antigas civilizações, o Sol. É justamente por este aspecto a sua ligação com a “aclamação” (saudação) HUZZÉ. Senão, vejamos – No Egito e em certas regiões árabes a Acácia era considerada planta sagrada. 6 – Huzzé! Huzzé! Huzzé! Pedro Juk
  17. 17. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 17/26 Era costume em certas tribos, a exemplo a dos Drusos, de saudarem o sol, manejando e agitando um ramo florido de Acácia (shittah ou shirttin) e proferindo a expressão “Huzzah” (Viva) ou “Euzzah”, conforme dialetos locais, embora essa prática fosse proibida por Maomé. Destas palavras resultou através dos tempos a derivação “Huzzé” (Viva), por influência de pronúncias inglesa e escocesa. Infelizmente, alguns autores Maçons confundiram a aclamação “Huzzah” com a própria Acácia, atribuindo assim a errônea t5radução como Acácia (shittah) igual a Huzzah (Viva), estabelecendo-se ai mais uma destas decantadas confusões que levam tratadistas sem compromisso com a verdade histórica a espalharem enxurradas de invencionices e o tão decantado achismo. Um bom exemplo, só que sadio, desta corruptela lingüística é a saudação “Hurrah” dos ingleses (ip hurrah!) que quer dizer Viva ou Salve, e aí sim, se traduzindo corretamente do árabe “HUzzah” (Viva). Agora, o que não se pode confundir é Acácia com Huzzé, sendo que a primeira é um substantivo que dá nome a uma espécie vegetal, enquanto que a segunda é uma “aclamação”, pelo que volto a repetir quer dizer Viva!, Salve!, embora este gesto fosse executado manuseando um ramo florido de Acácia. A prática criada da saudação ao sol está arraigada nos ensinamentos maçônicos, principalmente naquilo que diz respeito às datas solsticiais (solstício), como também à abertura e encerramento dos trabalhos no Rito Escocês Antigo e Aceito. Afinal, a Maçonaria é uma Obra de Luz. A consideração da saudação Huzzé na abertura dos nossos trabalhos está relacionada ao meio-dia, hora do grande esplendor de iluminação, quando o sol a pino subentende que não há sombra, tornando-se um momento de extrema igualdade – ninguém faz sombra a ninguém. Lembra também as benesses da Sabedoria, representada pelo nascer do sol, cujos raios vivificantes espalham luz e calor, ou seja, a Sabedoria e seus efeitos. Quanto ao encerramento dos nossos trabalhos, a saudação está relacionada à meia-noite, nos dando o alento de que um novo dia irá raiar, pois quanto mais escura é a madrugada mais próximo está o nascer de um novo dia. A aclamação do sol no seu ocaso, lembra que a luz da Sabedoria irradiou os nossos trabalhos, agora prestes a terminar, em alusão ao fim da nossa vida (meia-noite) quando devemos estar certos de que nossa passagem pelo plano terreno fora pautada por atos de Sabedoria, sendo que a incorruptibilidade da Acácia nos lembra que a verdadeira Sabedoria é eterna. O corpo material é devolvido à Mãe Natureza. Decompõe-se e se reduz a pó, mas a Sabedoria permanece na mente dos pósteros. Estas são dentre tantas, algumas interpretações embasadas no produto da racionalidade. Volto a frisar.Em Maçonaria Huzzé é uma aclamação, feita ao sol em analogia à saudação à Sabedoria. Os povos antigos saudavam-no aclamando com a palavra Huzzah (Huzzé) manuseando ramos floridos de Acácia (shittah). Portanto, é importante não confundir Acácia com Huzzé e nem imaginar Maçonaria na Antiguidade. É oportuno lembrar que a Ordem Maçônica é uma Ordem que prima pela Razão; portanto, devemos deixar as imaginações no lado de fora das nossas portas. Ocorre que alguns fantasistas associam a aclamação a forças internas ocultas (sic), vibrações do interior do epigástrio e mais uma centena de absurdos que levem entendimentos pouco recomendáveis a uma Ordem Racional. Infelizmente sou obrigado a reconhecer que a grande maioria dos Maçons lê pouco e quando lê, talvez por falta de orientação, acaba usando literatura sem teor lógico ou sem embasamento histórico algum, e, ainda por cima, acredita no primeiro livro que porventura venha a ler; conseqüentemente saem difundindo um amontoado de absurdos principalmente aos Aprendizes, levando a nossa Ordem, na ótica das pessoas esclarecidas, a falta de credibilidade, nos expondo por várias vezes a motivos de chacotas e falta de seriedade. Considerações tecidas, vamos à segunda parte da questão: - A Aclamação Huzzé e a conduta ritualística – Aí impera outra babilônia da confusão. Realmente não consigo entendera associação que alguns irmãos querem fazer com a referida aclamação e o Sinal de Ordem. Ora, uma coisa não tem nada a ver com a outra. A aclamação Huzzé, que já foi, espero bem dissecada, independe de se estar ou não à Ordem. Agora, o que depende é em qual momento se está pronunciando a aclamação. Se a Loja está aberta (quando as Três Grandes Luzes Emblemáticas da Maçonaria- Livro da Lei, Esquadro e Compasso – estão posicionados de acordo com o Grau sobre o Altar dos Juramentos e a Loja declarada Aberta pelo Venerável Mestre) ou se a Loja está fechada (quando as Três Grandes Luzes Emblemáticas – Livro da Lei, Esquadro e Compasso – desarmados, no caso do Rito Escocês Antigo e Aceito o Livro da Lei estará fechado e a Loja declarada fechada pelo Primeiro Vigilante). Ora,
  18. 18. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 18/26 Isto é muito simples. Se estamos em pé em Loja Aberta, devemos estar à Ordem e se nesse momento for necessária a saudação (Huzzé), obviamente estaremos aclamando à Ordem. Agora, se a Loja já está fechada, como no caso do encerramento dos trabalhos, estaremos de pé e não à Ordem, consequentemente estarmos aclamando sem se estar à Ordem. É só uma questão de lógica e nada mais. Fica bem claro que a aclamação (Huzzé) não depende de se estar ou não Ordem, e sim no momento em que a aclamação está sendo executada. É bom que se diga que basta observar o momento ritualístico de acordo com o Ritual do Grau em que a Loja estiver trabalhando (se é abertura ou encerramento). Nunca é demais lembrar que uma Loja é uma reunião de Maçons e que uma Loja se abriga em um Templo Maçônico, cujos trabalhos só estarão abertos na presença das Três Grandes Luzes Emblemáticas da Maçonaria, Isto é Landmark. A rigor da lei, o Sinal de Ordem somente deveria ser composto a partir do momento em que a Loja estivesse aberta, pelo que infelizmente nossos Rituais ainda não apregoam. Já no encerramento dos trabalhos, felizmente os Rituais já estão na forma correta, isto é – fechado o Livro da,Lei, descarrega-se o Sinal de Ordem, sendo que daquele instante ninguém mais o comporá. Não obstante as explicações necessário se faz entender que a aclamação Huzzé independe de se estar com Sinal de Ordem ou não. São condutas ritualísticas distintas – Sinal de Ordem e Aclamação. Volto a frisar: - Um não tem nada a ver com o outro, apenas o momento ritualístico é que influirá se é necessário aclamar com ou sem Sinal. Resumindo os fatos espero ter ficado claro que Huzzé é uma Aclamação derivada do árabe Huzzah pela corruptela lingüística inglesa Hurrah, que quer dizer Viva ou Salve, usada pelos povos antigos para saudar a Volta do Sol manuseando um ramos florido de Acácia (Shittah ou Shittin). O resto é pura especulação. Para finalizar, gostaria de lembrar mais uma vez que estou me reportando ao Rito Escocês Antigo e Aceito, Rito este que usa a Aclamação Huzzé na abertura e no encerramento dos trabalhos. Lembro que a razão deve persistir sobre a imaginação. Tenho dito que imaginar é fácil, agora pesquisar com seriedade e debruçar-se nos estudos é muito mais difícil e infelizmente muitos aplicam a lei do menor esforço. Conhecer os mistérios maçônicos enseja ao Maçom uma grandiosa complexidade de ilações e ensinamentos morais e filosóficos jamais previstos na história da Iniciática, posto que os anseios de Liberdade, Justiça, Paz e Fraternidade despida de todos os regionalismos não se encontram na história das crenças e na evolução do pensamento humano. A Luz da maçonaria irradia do Oriente e cada Maçom deve ser uma Luz para a prática das boas Obras composta de Lógica e Razão, princípio haurido dos “Códigos de Moral” e enaltecidos pela Sublime Instituição. Do Templo Maçônico deve estender a Luz da Razão para a humanidade. Autoria do Irmão Pedro Juk, publicado na Revista a Trolha de nº 217, Ano XXXIV, de novembro de 2004. Irmão Pedro Juk, é membro da Loja Estrela de Morretes, 3159 – Oriente de Morretes-PR In “Um Novo Horizonte” (Ir. Adalberto Rigueira Viana)
  19. 19. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 19/26 (as letras em vermelho significam que a Loja completou ou está completando aniversário) GLSC - http://www.mrglsc.org.br Data Nome Oriente 08.08.1997 Fraternidade das Termas nr. 68 Palmitos 13.08.1986 Harmonia nr. 42 Itajaí 13.08.1993 Albert Mackey nr. 56 Tubarão 15.08.1946 Presidente Roosevelt nr. 2 Criciúma 16.08.1999 Caminhos da Verdade nr. 92 Gaspar 17.08.1999 Ambrósio Peters nr. 74 Florianópolis 18.08.2011 Fraternidade Itapema nr. 104 Itapema 20.08.1985 Eduardo Teixeira nr. 41 Camboriú 30.08.1978 Obreiros de Jaraguá do Sul nr. 23 Jaraguá do Sul 30.08.1991 Sentinela do Vale nr. 54 Braço do Norte 31.08.1982 Solidariedade nr. 28 Florianópolis GOSC https://www.gosc.org.br Data Nome da Loja Oriente 02/08/1989 Fraternidade Imaruiense Imaruí 09/08/2003 Templários da Boa Ordem Jaguaruna 10/08/2002 Energia das Águas Gravatal 14/08/1985 Justiça E Liberdade Joinville 16/08/2005 José Abelardo Lunardelli São José 19/08/1995 Brusque Deutsche Loge Brusque 20/08/2011 Triângulo Talhadores da Pedra Itá 21/08/2002 Harmonia do Continente Florianópolis 26/08/2002 Templários da Arca Sagrada Blumenau 7 – Destaques (Resenha Final) Lojas Aniversariantes de Santa Catarina Mês de agosto
  20. 20. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 20/26 GOB/SC – http://www.gob-sc.org.br/gobsc Data Loja Oriente 06.08.05 Arquitetos Da Paz - 3698 Blumenau 06.08.05 Delta Brasileiro - 3691 Florianópolis 10.08.10 Colunas De Jaraguá - 4081 Jaraguá do Sul 16.08.05 Novo Horizonte - 4185 Camboriú 07.08.99 União Do Sul - 3260 Criciúma 12.08.96 Perseverança E Fidelidade - 2968 Araranguá 18.08.07 Cavaleiros Do Contestado - 3878 Canoinhas 20.08.94 Vale Do Tijucas - 2817 Tijucas 20.08.94 Luz Do Sinai - 2845 Joinville 20.08.00 Estrela De Herval - 3334 Joaçaba 20.08.00 União Das Termas - 3335 Sto. Amaro da Imperatriz 20.08.04 Frat. Jaraguaense - 3620 Jaraguá do Sul 22.08.96 Campeche -2998 Florianópolis 26.08.02 União Navegantina - 3460 Navegantes 29.08.97 Horizonte De Luz - 3085 Xanxerê Honestidade “Viver com honestidade é aprender constantemente. Honestidade nos capacita a focar a atenção no eu ao invés de olhar para os outros ou para suas fraquezas. Nos capacita a trazer o conhecimento para a forma prática. Ficamos livres de desculpas, preguiça, medo e dependência. Quando há honestidade, ficamos abertos a mudar, progredir e melhorar com cada e toda situação.” José Aparecido dos Santos TIM: 044-9846-3552 E-mail: aparecido14@gmail.com Visite nosso site: www.ourolux.com.br "Tudo o que somos é o resultado dos nossos pensamentos".
  21. 21. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 21/26 Edição Binfo 101 - julho de 2016 Caro Irmão: Estamos, com muito prazer, encaminhado o nosso Boletim da Chico de nº 101, de julho de 2016, na esperança de estar contribuindo com a divulgação da cultura Maçônica. Informamos que todos os Boletins da Chico podem ser acessados no site: http://www.guiamaconicors.com.br/chico.da.botica/chico.da.botica.htm O Irmão também pode acessar todas as edições do Informativo JB News no site http://www.jbnews33.com.br/informativos/ Caso seja de vossa liberalidade, solicitamos divulgar o mesmo em vossas listas de Maçons, Lojas e Grupos. Com nossos agradecimentos deixamos um TFA Marco Antonio Perottoni Loja Cônego Antonio das Mercês – GORGS Loja Francisco Xavier Ferreira de Pesquisas Maçônicas – GORGS Porto Alegre - RS  Antes de imprimir pense em seu compromisso com o Meio Ambiente
  22. 22. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 22/26
  23. 23. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 23/26 Ir Marcelo Angelo de Macedo, 33∴ MI da Loja Razão e Lealdade nº 21 Or de Cuiabá/MT, GOEMT-COMAB-CMI Tel: (65) 3052-6721 divulga diariamente no JB News o Breviário Maçônico, Obra de autoria do saudoso IrRIZZARDO DA CAMINO, cuja referência bibliográfica é: Camino, Rizzardo da, 1918-2007 - Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014 - ISBN 978-85.370.0292-6) BREVIÁRIO MAÇÔNICO Para o dia 4 de agosto O MANÁ O Maná do deserto provinha do alto para alimentar o povo hebreu na fuga para o Egito. Esse alimento, porém, não podia ser guardado para o dia seguinte, pois se alterava e estragava; o povo devia confiar em Jeová, que diariamente o provia de seu maná celestial. Moisés, pelos poderes de que dispunha, conseguiu conservar uma porção de um vaso colocado dentro da Arca da Aliança. Essa Arca perdeu-se; se algum dia for encontrada, certamente teremos a solução do mistério. O maná foi mais um ato de magia de Moisés. O maná é o emblema da mente que não é vista, nem apalpada, mas que existe, sendo todavia o alimento do cérebro. Deus tem provido o necessário para o seu povo. Cada maçom deve ter fé em seu Deus, uma vez que ele jamais falha. Aquele misterioso maná pode igualar-se às benesses que a Maçonaria dispõe para seus filiados. É preciso não esmorecer e crer no que pareça impossível e irreal, porque todo mistério algum dia será revelado, seja em vida, seja depois da vida, em uma outra dimensão. O maçom deve aceitar que Deus é seu protetor e provador. Assim sendo, a vida transcorrerá mais feliz. Breviário Maçônico / Rizzardo da Camino, - 6. Ed. – São Paulo. Madras, 2014, p. 235.
  24. 24. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 24/26 1 – Essa é boa: O Joãozinho na aula! 2 – Combine os alimentos certos e perca peso! 3 – Teste de Personalidade: Você Sabe Usar Todo o Seu Potencia.. 4 – Você tem calos nos pés? Saiba como acabar com isso! 5 – Este jardim botânico é um dos mais lindos do mundo! 6 – Os animais selvagens da Finlândia em fotos incríveis! 7 – Filme do Dia: “Os Cavaleiros da Távola Redonda” – dublado https://www.youtube.com/watch?v=3CCnGReoxzY
  25. 25. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 25/26 Ir Raimundo Augusto Corado MI e Deputado Federal pela Loja Templo de Salomão nº 2737 Membro das Lojas União e Trabalho Mimosense nr. 3.170 e Irmão Paulo Roberto Machado nr. 3.182 Barreiras – GOB/BA. Escreve às terças e quintas-feiras raimundoaugusto.corado@gmail.com MATERIA E ESPIRITO -um inevitável choque interior- Autor: Raimundo A. Corado Barreiras, 04 de fevereiro de 2016. Nas provações, oremos; Serenidade não cai do céu; Somos aquilo que cremos; A paz é nosso maior troféu.
  26. 26. JB News – Informativo nr. 2.133 – Florianópolis (SC) – quinta-feira, 4 de agosto de 2016 Pág. 26/26 Se persegues a compreensão; Compreenda primeiro a você; Depois distribua o perdão; Ninguém pode dar sem ter. É estreito o caminho da paz; Exige que seja perspicaz; Se é de gloria os sonhos teus. Dão-se fartura ao material; Fome e sede ao espiritual; Mas é o espirito quem busca Deus.

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