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Jb news informativo nr. 2041

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Jb news informativo nr. 2041

  1. 1. JB NEWSRede Catarinense de Comunicação da Maçonaria Universal www.radiosintonia33 – jbnews@floripa.com.br Informativo Nr. 1.168 Filiado à ABIM sob nr. 007/JV Loja Templários da Nova Era nr. 91 Quintas-feiras às 20h00 - Templo: Obreiros da Paz - Canasvieiras Editoria: IrJeronimo Borges – JP-2307-MT/SC Florianópolis (SC) – quarta-feira, 13 de novembro de 2013 Índice: Bloco 1 - Almanaque Bloco 2 - Opinião: Mario Gentil Costa – “ O Aplauso Ético “ Bloco 3 - Ir Paulo Roberto – Maçons Célebres – (Ir Francisco Rorato ) Bloco 4 – IrAquilino R. Leal – A difícil tomada de uma decisão Bloco 5 – IrJosé Maurício Guimarães – Por que os Vigilantes levantam & abaixam suas colunetas? Bloco 6 – IrLuís Felipe Brito Tavares – A Esfera Bloco 7 – Destaques JB Pesquisas e artigos desta edição: Arquivo próprio - Internet – Colaboradores – Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias e www.google.com.br Os artigos constantes desta edição não refletem necessariamente a opinião deste informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores. Hoje, 13 de novembro de 2013, 317º dia do calendário gregoriano. Faltam 48 para acabar o ano. Se não deseja receber mais este informativo ou alterou o seu endereço eletrônico, por favor, comunique-nos
  2. 2.  615 - É eleito o Papa Adeodato I.  1002 - O rei Ethelred II ordena a eliminação das comunidades Vikings existentes na costa de Inglaterra.  1197 - Morre em El Eubbad Sidi Boumediene, santo patrono de Tlemcen.  1615 - Fundada a cidade de Cabo Frio.  1822 - Fidié partiu de Oeiras, capital imperial do Piauí, com destino a Parnaíba, passando por Campo Maior.  1832 - Lugar da Barra passou a categoria de vila, com o nome de Vila de Manaus.  1833 - Chuva de estrelas: efeito da queda de meteoros (estrelas cadentes) é visto do Canadá até o México.  1894 - Criação da Sociedade Genealógica de Utah.  1898 - Estréia do Vasco da Gama na categoria regata.  1945 - Etiópia e Panamá são admitidos como Estados-Membros da ONU.  1965 - Instituída lei que cria o Cruzeiro Novo como novo padrão monetário do Brasil.  1971 - Sonda Mariner 9 entra na órbita de Marte.  1980 - Restabelecida a eleição direta para governadores e o fim dos senadores biônicos, mantidos os mandatos em curso (veja Golpe militar de 1964).  1985 - Erupção vulcânica do Nevado del Ruiz, nos Andes, soterra a cidade de Armero, na Colômbia.  1994 - A Suécia decide entrar para a União Europeia após um referendo. o - Os primeiros passageiros viajam pelo Túnel da Mancha. o - Michael Schumacher alcança o seu primeiro título mundial de Fórmula 1 no Grande Prémio da Austrália.  2001 - Tropas da Aliança do Norte tomam o controle de Cabul.  2002 - A Escola Agrotécnica Federal de Rio Pomba foi transformada em Centro Federal de Educação Tecnológica de Rio Pomba.  a Igreja celebra o dia de Santo Estanislau Kostka, confessor Aniversários de Cidades  Cabo Frio - RJ - Brasil.  Palmelo - GO - Brasil. 1 - almanaque Eventos Históricos Aprofunde seu conhecimento clicando nas palavras sublinhadas. feriados e eventos cíclicos
  3. 3. ( Fontes: “O Livro dos Dias” do Ir João Guilherme - 17ª edição e arquivo pessoal ) 1841 David Canabarro, um dos líideres da Revolução Farrpoupilha, é iniciado em Alegrete. 1889 Fundado o Grande Conselho dos Maçons do Real Arco, em Arizona, USA 1948 Fundada a Grande Loja do Piauí. 1991 Fundação da Associação da Imprensa Maçônica – ABIM – Seu primeiro presidente foi Antonio do Carmo Ferreira. Rádio Sintonia 33 e JB News. Música, Cultura e Informação 24 horas/dia, o ano inteiro. Rede Catarinense de Comunicação da Maçonaria Universal. Acesse www.radiosintonia33.com.br fatos maçônicos do dia
  4. 4. Mario Gentil Costa. Florianópolis. Contato: magenco@terra.com.br http://magenco.blog.uol.com.br "O APLAUSO ÉTICO" Na rotina de qualquer atividade profissional que envolve o relacionamento direto entre pessoas, há uma série de regras de comportamento que, cumprida ou não, pode estabelecer a diferença entre o sucesso e o fracasso, o certo e o errado. Na pratica diária da medicina, o conhecimento desses princípios é fundamental para que se crie entre o cliente e o médico um clima de perfeito entendimento, de um lado a confiança e, de outro, a competência e o senso de responsabilidade. A rigor, não é indispensável a leitura e a memorização de capítulos e artigos dos códigos de ética para que um médico saiba o que não deve fazer. Basta ter berço, formação e lisura de propósitos. E isso é como o samba; não se aprende na escola. Vem de casa, uma espécie de patrimônio hereditário, congênito e adquirido, cujo valor é, sob todos os aspectos, inapreciável. Pode o médico, entretanto, contribuir com algo mais se, além de saber intuitivamente o que não pode e não deve fazer, souber também defender um colega que esteja sendo vítima de uma injustiça e, mais que isso, aplaudir seu êxito. Vejamos duas situações exemplares: - Quem foi que operou seu ouvido? - Foi o Dr. Fulano. Por quê, doutor? Há algo errado? - pergunta o paciente, logo preocupado. - Pelo contrário! Sua operação está uma maravilha, uma verdadeira obra-de- arte. Quando encontrar com ele, dê-lhe meus parabéns. Que coisa bonita! E rara! E a outra? Bem..., a outra é um pouco diferente, mas, também, de conteúdo extremamente educativo. Vejamos: 2 - Opinião - “o aplauso ético” Mario Gentil Costa
  5. 5. - Doutor, há poucos dias, minha mulher levou nosso pequeno ao seu colega, Dr. Sicrano, e ele disse que o menino tem um desvio do septo..., que, mais tarde, talvez tenha de ser operado. - Sim...? - Eu penso que esse seu colega não deve ser muito sério... - Não vejo motivo por que não seja, meu amigo. - Então não entendo mais nada. Pois se o senhor mesmo me disse, há algum tempo, que “todo septo é desviado...; que não se opera...”, e sua palavra pra mim é lei, doutor... Calar, numa hora dessas, é, na melhor das hipóteses, estupidez. É vangloriar- se intimamente com uma lisonja imerecida. Constitui, em última análise, quase uma omissão de socorro. Se o erro foi seu, corrija-o antes que recaia sobre você mesmo! E seu colega não merece isso. - Espere um pouco, meu caro! Há aí algum mal-entendido. Eu devo ter-lhe dito que todo septo é sinuoso...; que não existe septo absolutamente plano. Mas certamente, não lhe disse que nunca se opera. Eu mesmo operei muitos. Tudo depende do grau de desvio e de sua repercussão respiratória. E, no caso específico desse colega, saiba que se trata de um excelente profissional a quem eu entregaria meu próprio nariz. - Então desculpe, doutor. Eu é que devo ter entendido mal da outra vez. Esses mal-entendidos são mais freqüentes do que se imagina. Devemos estar prevenidos. Saber o que dizer, o que não dizer e, sobretudo, como dizer, exige tato, habilidade e isenção de ânimo. Caso contrário, corremos o risco de ser mal interpretados, porque o leigo, por suposto, nada sabe de medicina e tem dificuldade de memorizar com exatidão ou de captar o sentido do que ouve. E a maioria tem o hábito de comentar com terceiros, igualmente leigos, esse tipo de conversa. Você sabe muito bem, caro colega, que conversas sobre medicina e sobre médicos são foco de atenção em qualquer roda social; que a imagem de nossa profissão exerce, há milênios, um enorme fascínio sobre o ser humano em geral. É quase como se tivéssemos poderes especiais; como se gozássemos de prerrogativas que não são dadas ao homem comum. E está cada vez mais difícil conviver com esse falso conceito, pois só nós sabemos que somos tão comuns quanto qualquer comum. Em vista disso, um dos segredinhos fundamentais, que o médico não aprende nos livros nem nos códigos de ética, é não falar demais nem de menos...; falar claro, isso sim! E sempre que se nos apresente a ocasião, devemos ter a grandeza de aplaudir nominalmente os sucessos alheios ou enaltecer as virtudes de um colega injustiçado. É muito melhor calar o insucesso alheio, quando humano e involuntário, e, sobretudo, não falar mal uns dos outros, pois estaremos contribuindo para comprometer mais ainda a imagem - que deve ser preservada a todo custo - da nossa sublime profissão. Isso engrandece a medicina como instituição e o próprio médico como pessoa. Mario Gentil Costa - MaGenCo (2013)
  6. 6. ] Este Bloco é produzido às quartas-feiras pelo Ir. Paulo Roberto VMda ARLS Rei David nr. 58 (GLSC) Florianópolis - Paulo Roberto Contato: prp.ephraim58@terra.com.br Paulo Roberto Francisco Rorato Contabilista e jornalista. *1911 †1983 Francisco Rorato nasceu em 26 de julho de 1911 no Distrito de Guaxima na cidade de Conquista, no Triângulo Mineiro. Fez o curso primário em sua terra natal, e secundário na capital mineira. Formou-se Técnico Contabilista pela Escola de Comércio de Belo Horizonte. Profissionalmente era contabilista, mas sua grande paixão foi o jornalismo. Em 1929, foi nomeado Oficial do Registro Civil de Guaxima e, mais tarde, transferido para o município de Conquista onde exerceu também, o mesmo cargo e, posteriormente, o de 2º Tabelião de Notas. Em 1936 muda-se para São Paulo. Onde na capital paulista trabalhou como contador dos “Laboratórios Humanitas” até o ano de 1945, quando retornou ao estado de Minas Gerais, indo trabalhar em Belo Horizonte. A sua incumbência na capital mineira era a de fundar e organizar a 1ª filial da empresa em que trabalhava naquela cidade. Francisco Rorato tão bem se comprometeu naquela empreitada que, em 1947, volta a São Paulo já como gerente dos “Laboratórios Humanitas” e, tanto e tão bem trabalhou que chegou a diretor superintendente daquela empresa. Rorato se aposentou em 1960. De espírito empreendedor, não se acomodou na poltrona de sua aposentadoria e parte para outros setores de trabalho. Foi um dos fundadores da empresa “Melhoramentos Construtora” e do “Laboratório PRONARP”. 3 - Maçons Célebres - Ir Paulo Roberto
  7. 7. Jornalista nato, Francisco Rorato que até então já fundara dois jornais na cidade de Conquista, “O Chicote” e a “Tribuna de Conquista”, semanários distribuídos gratuitamente aos domingos, que circularam entre os anos de 1931 e 1936, cria em São Paulo a revista “Seleções Médicas” e o jornal “A Verdade”, pertencente à empresa jornalística de mesmo nome, vindo a transformar-se, mais tarde em Revista e órgão oficial da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo. Chegando à cidade de Belo Horizonte, fundou o jornal “O Operário” com grande influência local e que circulou durante muito tempo, mesmo depois de seu retorno à cidade de São Paulo. Nas palavras do professor Raimundo Rodrigues, Francisco Rorato é reconhecido como um dos maiores vultos da Maçonaria Brasileira. “O mineiro Francisco Rorato foi, acima de tudo, um homem idealista e lutador pelo engrandecimento da Ordem no Estado e no País. Não conseguiu amealhar dinheiro, mas certamente deixou uma obra maçônica admirável, além de muitos amigos na Ordem e fora dela, sendo motivo de orgulho não só para os paulistas, mas para toda a maçonaria brasileira”. Francisco Rorato era casado com Dna. Sylvia Maresti Rorato, tendo vários filhos, sendo genitor, inclusive, da economista Yeda Rorato Crusius, que chegou, entre outros cargos mais, a ser governadora do estado do Rio Grande do Sul entre os anos de 2007 e 2010. Infelizmente, alguns dados, tais como: data de falecimento, foto etc. Não podemos obter, mesmo com pesquisas acirradas junto a sites e matérias, condizentes ao nome de nosso biografado. Portanto, pedimos às devidas escusas, ao público que muito nos honra, ao ler nossos artigos. Yeda Rorato Crusius. Maçonaria Em 1956, Francisco Rorato foi eleito o quinto Grão-Mestre da G.: L.: E.: S.: P.:, permanecendo até 1962, sendo considerado um dos mais ativos e
  8. 8. corajosos líderes maçônicos do século XX, autor dos primeiros projetos que contribuíram para a grandeza da referida Obediência Maçônica nos dias de hoje. A pessoa dele, a Grande Loja do Estado de São Paulo, deve o lançamento de seu periódico “A Verdade”, a fundação da “Ação Social Gonçalves Ledo” e, principalmente, a construção do atual Palácio Maçônico, situado na Rua São Joaquim nº 138, no bairro da Liberdade, na capital do estado de São Paulo, e que foi inaugurado, no ano de 1961. Devemos lembrar que o Irmão Francisco Rorato foi novamente eleito Grão-Mestre da referida Obediência Maçônica no ano de 1974, tendo como Grão-Mestre Adjunto, o Irmão Hervê Cordovil. No ano de 1977, o Irmão e Grão-Mestre Francisco Rorato presidiu os festejos do Cinquentenário da G.: L.: E.: S.: P.:, dentre os quais se destaca a inauguração, no Hall Nobre do Palácio Maçônico, da “Célula do Tempo”, uma espécie de urna contendo registros, documentos, jornais, tipos de dinheiro, passes de bonde e outros testemunhos da época, que deverá ser aberta, somente, no ano de 2027, quando então, será celebrado, o Centenário da referida Instituição Maçônica. Francisco Rorato soube se acercar, de colaboradores competentes e comprometidos com a Ordem, tais como, o Irmão Teobaldo Varolli, tido como um dos maiores pesquisadores da Doutrina Maçônica, sendo autor de excelentes e precisos manuais de introdução ao estudo dos Graus Simbólicos. De outro maçom, o Irmão Erwin Seignemartin, que depois de prestar excelentes e dignos serviços na área de Relações Exteriores, chegou ao Grão-Mestrado no ano de 1977.
  9. 9. Resumindo, após a edificação do Palácio Maçônico, a G.: L.: E.: S.: P.: prosseguiu em sua brilhante trajetória, sempre conciliando a estrita fidelidade, a mais pura tradição maçônica, com um esforço dirigido e contínuo, no sentido da modernização de suas estruturas, no intuito, de já começar acertando seus passos com os momentos vividos na época atual. Loja Maçônica homenageando o nome de Francisco Rorato.
  10. 10. O Ir Aquilino R. Leal * escreve às quarta-feiras e domingos, neste espaço. A DIFÍCIL TOMADA DE UMA DECISÃO Material publicado na edição 389, 23/02/2013, do semanário virtual FOLHA MAÇÔNICA – texto especialmente alterado para os propósitos do diário JB NEWS. Aquilino R. Leal Fato: Como você decidiria quanto à legalização do casamento entre pessoas de mesmo sexo? E quanto ao aborto, qual seria a tua posição? Certamente trata-se de um par de matérias de grande significado ético, cultural e civilizacional, onde se joga o modelo de referência de família como núcleo social fundamental e onde se pretende alterar um modelo secular. E então? Enquanto a opinião é formada suponha-se na seguinte situação: Um grupo de crianças brinca próximo a duas vias férreas, uma das quais ainda está em uso e a outra está desativada. Apenas uma criança brinca na via desativada, as outras na via em operação. Um trem se aproxima e você está exatamente sobre aquele dispositivo que pode mudar o trem de uma linha para outra (chave de desvio dos trilhos) e sem qualquer uma outra opção cabe a ti acionar ou não tal dispositivo. Você pode fazer o trem mudar seu curso para a pista desativada e salvar a vida da maioria das crianças. Entretanto, isto significa que a solitária criança que brinca na via desativada será sacrificada. Ou, então, você deixaria o trem seguir seu caminho, sacrificando todas as outras crianças. Você tem que tomar uma decisão! O trem não parará esperando por você! Claro que a maioria das pessoas escolherá desviar o trem e sacrificar só uma criança. Você pode ter pensado da mesma forma, assim cremos. É um raciocínio lógico, „evidente‟. Exatamente, salvar a vida da maioria das crianças à custa de uma só criança é a decisão mais racional que a maioria das pessoas tomaria, moralmente e emotivamente. Mas, você chegou a pensar que a criança que escolheu brincar na via desativada foi a única que tomou a decisão correta de brincar num lugar seguro? 4 - Aquilino r. leal - " Sobre a Velhice "
  11. 11. Não obstante, ela tem que ser sacrificada por causa de seus amigos ignorantes que escolheram brincar onde estava o perigo! Além do mais, se a via tinha sido desativada, provavelmente não era segura. E você desviou o trem para a outra via, colocando em risco a vida de todos os passageiros! E em sua tentativa de salvar algumas crianças sacrificando apenas uma, você pode acabar sacrificando centenas de pessoas. Tal tipo de dilema acontece ao nosso redor todos os dias. No escritório, na comunidade, na política. E no próprio caso acima! E especialmente numa sociedade democrática, a minoria frequentemente é sacrificada pelo interesse da maioria, não importa quão tola ou ignorante a maioria seja e nem a visão de futuro e o conhecimento da minoria. Se estamos com nossas vidas cheias de fortes decisões que precisam ser tomadas, nós não podemos esquecer que decisões apressadas nem sempre levam ao lugar certo. Conclusão: O que é correto nem sempre é popular. E o que é popular nem sempre é correto. P.S.: Não fique magoado! Todo mundo comete erros, por tal razão é que inventaram a borracha e o apagador. “Toda decisão que você toma - toda decisão - não é uma decisão sobre o que você faz. É uma decisão sobre Quem Você É. Quando você vê isso, quando você entende isso, tudo muda. Você começa a ver a vida de um modo novo. Todos eventos, ocorrências, e situações se transformam em oportunidades para fazer o que você veio fazer aqui.” (Neale Donald Walsch ) *Material assinado pelo Ir Aquilino R. Leal, engenheiro eletricista, professor universitário, iniciado em 03 de setembro de 1976 no Templo Tiradentes (São Cristóvão – Rio de Janeiro - Brasil), elevado em 28 de abril de 1978 e exaltado em 23 de março de 1979 ocupando o veneralato em 05 de julho de 1988. É fundador de duas Lojas Maçônicas, Rio de Janeiro, ambas trabalhando no REAA, em destaque a Loja Stanislas de Guaita 165. Desde 2008 é colaborador permanente do semanário FOLHA MAÇÔNICA (folhamaconica@gmail.com), atualmente com a responsabilidade de três colunas semanais: A POLÊMICA NA FOLHA, EUREKA (TUREKA E NÓSREKA) e ENQUETE INÚTIL. Gerencia o ‘Ponto Cultural do Folha Maçônica’ (http://sdrv.ms/QobWqH) onde estão postados mais de 15 mil títulos (agosto/2013) sobre a Ordem e afins para livremente baixar. Também colaborador permanente, desde março de 2013, com duas colunas mensais, do mensário espanhol RETALES DE MASONERÍA.
  12. 12. Leitura destinada unicamente a maçons. "Enquanto descanso de carregar pedra, corto lenha e acendo o fogo." POR QUE OS VIGILANTES LEVANTAM & ABAIXAM SUAS COLUNETAS? José Maurício Guimarães Boa pergunta! Por que os Vigilantes levantam e abaixam suas colunetas? Uns dirão que é por tradição; outros hão de jurar de pé junto que a razão é esquisotérica. Você poderá ouvir alguém dizer que é questão ufológica: quando a coluneta está levantada, os ovnis podem levantar vôo; quando a coluneta estão deitada, é para a nave mãe aterrissar. O mesmo se dá, por exemplo, com a palavra "tronco" (de solidariedade); quando eu estava no Grau de Aprendiz, fui vítima de uma instrução onde alguém, que ensinava a colocar os pés em esquadriLHa, nos informava sobre o hábito que tinham os Templários de esconder dinheiro em "troncos" de árvores. Deixando de lado a "esquadriLHa da fumaça" e o significado de "tronco" (tronc em francês significa esmola), passemos às colunetas. Por que os Vigilantes levantam e abaixam suas colunetas? Basta você ficar olhando para a parede por uns quinze minutos, sem piscar, e lhe ocorrerão trezentas e sessenta e cinco outras explicações. A mente humana é prodigiosa: vê elefantes nas nuvens e o futuro dos homens na borra de café. Eu sempre evitei responder o porquê desse ritualística das colunetas. Na verdade eu nunca soube e não fica bem para um maçom inventar explicações para coisas que não sabe. Felizmente, a resposta veio da boa e velha França... mais boa do que velha. Não vou indicar a fonte, pois Monsieur le professeur não me permitiu divulgar seu nome nem sua linhagem jacobina. Mas garanto que o homem sabe do que está falando, pois ele pensa em francês; nós é que sonhamos em javanês. Vamos lá: 5 - por que os vigilantes levantam & abaixam suas colunetas? Ir José Maurício Guimarães
  13. 13. "Para começo de conversa, as colunetas de aproximadamente 35 centímetros dos antigos rituais representavam as duas colunas do pórtico do Templo de Salomão, e não duas colunas gregas (dórica e coríntia) como os desinformados inventores de Maçonaria mandaram fabricar para os altares do norte e do sul. Poderíamos parar por aqui e voltarmos só no ano que vem, quando essas colunetas fossem corrigidas. Mas prossigamos: nos antigos rituais essas colunetas ficavam com cada um dos Diáconos e não com o Vigilante. Sim, pois entre os operativos havia apenas um Vigilante. Só com os especulativos é que passaram a existir dois Vigilantes. Os Diáconos erguiam essas colunetas conforme a Loja estivesse aberta ou em descanso (em legítimo escocês: 'chamar do descanso ao trabalho e do trabalho à recreação'). Só no final do século XVIII é que providenciaram para que as colunetas ficassem com os Vigilantes e 'erguer e abaixar' foi uma inserção posterior, de 1780. As interpretações dualistas é que inventaram esse negócio de levantar uma e abaixar outra. Ninguém podia conceber que uma ficasse na vertical (prumo) e a outra não passasse para a horizontal (nível). O fato é que ambos (Vigilantes ou Diáconos) levantavam ou abaixavam ao mesmo tempo: as duas colunas em pé queria dizer trabalho na Loja; deitadas, era descanso. Não podemos imaginar que a coluna do Primeiro Vigilante ficasse de pé (trabalho na Coluna do norte) e a do Segundo Vigilante permanecesse deitada (descanso na Coluna do sul), e/ou vice-versa. No Templo de Salomão as duas colunas do pórtico estavam sempre de pé; quando ficaram na horizontal foi uma verdadeira tragédia... além do que uma levantada e outra abaixada é tombo na certa." Finalizando com essa ironia, Monsieur le professeur respondeu minha consulta. Aliás, nossa consulta, pois muitos Irmãos estavam me perguntando o sentido disso e eu sempre respondi que não sabia. Agora sabemos. Mas cuidado com a gramática: Abaixar significa tornar-se baixo, descer ou passar de um nível alto para outro menos elevado; baixar, como verbo intransitivo, é outra coisa: "O Sol baixa no poente" (adjunto adverbial de lugar). Mas que ninguém se meta a mudar os Rituais! Deixem com está, pois Ritual é lei maçônica e, como tal, tem que ser obedecido. Esse pequeno artigo é apenas uma divagação, uma ilustração histórica sobre a Maçonaria dos antigos e a dos modernos. Au revoir, mes amis! (Ou, melhor ainda: adieu, my kith que é o modo escocês de burlar a vigilância da Coroa.)
  14. 14. Ir Luis Felipe Tavares São Bento do Sul - SC lufelith@yahoo.com.br A Esfera A esfera pode representar o movimento. A felicidade é o ato pleno de existir. Existimos pelo movimento, que vibra o som das propriedades aos zunir pelas possibilidades permitidas pelo criador. Movimento essencial de sinergia em direção ao próximo e sobretudo a Deus. Equação Divina onde o equilíbrio permite a continuidade. Possibilidades sem fim a serem potencializadas na matriz permitida pelo criador. Possibilidades que são essencialmente presentes em tudo; que são presentes no mar e na onda que percorre o mar. Somos ondas a percorrer o mar da plenitude. Como ondas singramos o mar. Somos um com o mar sem que sejamos o mar. Possibilidades que ao se sinergizarem se aprofundam em dimensões mais amplas. Ação contínua do bem viver, cuja expressão máxima é o amor. Todo movimento necessita de força bem direcionada. Gradiente a imantar em sentido. Todo movimento obedece a sentido. Sentido profundo; razão de ser. Sinergia que transforma simetrias, simetrias que representam as possibilidades em estado potencial; sinergia que as retiram da potencialidade lhes restituindo o sentido maior. Cada movimento representa um sentido ativo dentro da matriz de possibilidades permitida pelo Criador. Deus permite o som da propriedade. Sentido manifesto e realizado. Movimentos percorrem dimensões superficiais e pobres, e movimentos singram dimensões profundas e ricas. Vibrações em cordas delgadas acessam poucas possibilidades; vibrações em cordas densas acessam infinitudes de possibilidades. Um traçado em profundidade próxima ao criador abrange todas as dimensões e propriedades. Um movimento próximo ao pai celestial representaria muito mais do que uma infinidade de movimento em dimensões superficiais. 6 – a esfera Ir Luís Felipe Brito Tavares
  15. 15. Quando amamos: educamos, toleramos, construímos, edificamos, serenamos, harmonizamos... Tudo ao mesmo tempo e de forma integrada; integração esta que tem um poder magnificador e difícil de ser absorvido pelas nossas mentes. O amor tem valor por si acima de tudo que contemplamos com o pensamento, mas pode ser desdobrado em infindáveis razões. Todo movimento necessita do equilíbrio e da convergência sinérgica de todas as forças envolvidas, que unidas em profundidade atendem ao gradiente e harmonia Divina. Cada linha de força representa por si outro emaranhado de forças e sentido. Cada objeto tem infinitas dimensões potenciais, mas precisam estas serem justamente sinergizadas pelo aparar das arestas, que permitirá então às bordas do ente o refletir vivo da plenitude de possibilidades da matriz em que está inserido. Conhecemos poucas dimensões, mas quantas dimensões serão possíveis? O aparar das arestas é o sinergizar dos eixos de possibilidades antes estanques, ou seja em estado potencial de simetria. Em nós todos os eixos de possibilidades, mas ainda latentes, e que se refletem na borda embora ainda sem simetrias com o entorno. Os eixos de possibilidades refletem em si o que jaz fora, de modo e de fato que tudo seja uma e só coisa. Todas as dimensões estão dentro de nós à espera de serem acessadas. Ao sinergizarmos as possibilidades, nossas bordas se tornam esféricas podendo acessar todos os caminhos existentes. Assim, com um movimento, transcendemos a todos os eixos de simetrias antes isolados. Caso contrário permaneceríamos limitados por movimentos estreitos, circunscritos pela limitação de nossas simetrias estanques. Simetrias estanques são apenas o demonstrativo de nossas potencialidades, representando o fragmento a ser reincorporado ao sentido. A simetria em si aponta para o sentido, mas não é o sentido em si. Simetrias são indicadoras de sentido potencial. O universo é formatado na simetria, indicando sentido amplo subjacente. A borboleta ao sinergizar suas asas em simetria encontra seu sentido de voar. Sentidos vetoriais opostos numa mesma dimensão que ao sinergizarem tornam-se portal para salto à nova dimensionalidade de possibilidades. Direções são linhas ou dimensões unitárias, mas existem planos, volumes... Os sentidos vetoriais opostos de uma mesma direção representam simetrias. Simetrias que ao sinergizarem desnudam um significado oculto que galga patamar novo, em termos de nova dimensionalidade de possibilidades. Quanto maiores as amplitudes dimensionais maiores as possibilidades que possam ser integralizadas em significado ainda mais profundo. Dizem que movimentos são mudanças apenas de referencial, e estão certos no que tange a falta de sinergia. Mudanças de referencia limitam o movimento as dimensões em que estão restritas. Inércia de significado. Movimentos sem sinergia são apenas mudanças de referencial, mas movimentos de sinergia são os verdadeiros movimentos com sentido, com significado. O galgar de profundidade dimensional em direção ao sentido maior do Criador. Aquele que permite toda a matriz de sentido e de propriedades; Aquele que permite ao som do continuar um significado real. Qual número de dimensões integralizadas que comportariam nosso pensamento e nosso amor? Nosso corpo é comportado por quatro dimensões integralizadas. Integralizadas, pois
  16. 16. que unidas abrem espaço e permitem o livre fluxo. Estão em sinergia e, portanto são um só ambiente. Espaço que alberga e sustenta o movimento; movimento cuja sonoridade é própria. As propriedades são determinadas pela matriz que permite então que o som do fluir ganhe cores e significado. O som decorre da diferença entre as densidades do próprio sentido em cada patamar. O som que ganha realidade, propriedade e significado. Tudo determinado pelo sentido, até mesmo as amplitudes sem fim. Determinado não implica em limitado. As rodinhas da bicicleta que nos permitem o movimento titubeante inicial darão lugar ao momentum angular, que manterá o equilíbrio necessário ao bom seguir. As simetrias horizontais, quando em sinergia darão suporte ao movimento vertical, verdadeiro caminho de sentido, sentido este que representa imantação ao gradiente Supremo; O momentum angular é indicador do sentido presente; das sinergias entre simetrias; da harmonia e equilíbrio que regem o universo físico. Tudo apontando para uma razão de ser maior e subjacente. Acredito que o movimento de nosso pensar e sentir também possui seu momentum. Somos onda viva dentro do todo; somos esferas buscando a realização pelos movimentos. A esfera representa a realização plena do movimento. Todas as possibilidades estão ligadas ao nosso centro de existência, ao nosso eixo de deslocamento em direção ao pleno. Justamente a sinergia que se faz gradativamente entre as possibilidades que desobstrui sucessivamente o fluxo vertical, descortinando novas e amplas dimensionalidades. Temos em nós a essência Divina e podemos refletir o Criador através de nossos movimentos. Se polirmos as asperezas de nossas superfícies, faremos com que as rugas e imperfeições coalesçam em face nítida e altamente reflexiva, e assim tornar- nos-emos sincrônicos com o movimento Divino. A imperfeição de nossas bordas nos remetem à dimensionalidade limitada, não obstante ao entorno esteja a plenitude. Refeição farta para quem não possui dentes. Simetrias a serem realizadas, possibilidades a serem potencializadas, e fragmentos a ganharem significado. Tudo indicando um sentido maior a ser autenticado; sentido este presente e profundo embora muitas vezes não percebido pelos mais distraídos. A esfera possui uma superfície que se bem determinada, tornar-se-á lisa a ponto de permitir quaisquer movimentos de adequação. Indicando a integralidade sinérgica de todos os eixos de simetria de modo que potencialize qualquer movimento adaptativo com o entorno. Superfícies irregulares denotam sentido ainda não manifesto, levando à restrição potencial do movimento de existir. Quanto mais determinada a superfície da esfera que somos, maiores nossas possibilidades de existir. Determinados para o sentido. Somos tais como mônadas de sentido; verdadeiras ondas vivas a devassar a amplidão.
  17. 17. Lojas Aniversariantes do GOB/SC Data Nome Oriente 15.11.01 Verdes Mares – 3426 Camboriú 15.11.96 Verde Vale – 3838 Blumenau 19.11.80 União Brasileira – 2085 Florianópolis 19.11.04 Verdade e Justiça – 3646 Florianópolis 21.11.69 Jerônimo Coelho – 1820 Florianópolis 22.11.95 Luz da Verdade – 2933 Lages 24.11.92 Nereu de O. Ramos – 2744 Florianópolis 25.11.04 Luz e Frat Rionegrinhense -3643 Rio Negrinho 25.l1.06 Obreiros da Terra Firme – 3827 Florianópolis 29.11.11 Ciência e Misticismo – 4177 São José Lojas Aniversariantes da GLSC Data Nome Oriente 14/11 Obreiros da Liberdade, nr. 17 Xaxim 14/11 29 de Setembro nr.38 São Miguel do Oeste 17/11 14 de Julho nr. 3 Florianópolis 17/11 Rei David nr. 58 Florianópolis 17/11 Templários da Arte Real nr. 44 Blumenau 18/11 Ottokar Dörffel nr. 59 Joinville 19/11 Ordem e Progresso nr. 65 Joaçaba 19/11 Manoel Gomnes nr. 24 Florianópolis 19/11 Fraternidade Lourenciana nr. 86 São Lourenço do Oeste 21/11 Fraternidade Capinzalense Capinzal 21/11 União e Verdade Florianópolis 21/11 Liberdade e Justiça Abelardo Luz 24/11 Ary Batalha São José 02/12 Fraternidade e Justiça Blumenau 02/12 Lauro Mullher São José 06/12 Fraternidade Criciumense Criciúma 07/12 Voluntas Florianópolis 09/12 Igualdade Criciumense Criciumense 7 - destaques jb Resenha Geral
  18. 18. Lojas Aniversariantes do GOSC Data Nome Oriente 15/11/1979 Ciência e Trabalho Tubarão 22/11/1997 Templários da Liberdade Pinhalzinho 25/11/1977 Fraternidade Catarinense Florianópolis 01/12/2004 Lysis Brandão da Rocha Florianópolis 01/12/2009 Poço Grande do Rio Tubarão Tubarão 11/12/1993 Phoenix Jaraguá do Sul 13/12/1983 Nova Aurora Criciúma 18/12/1991 Obreiros da Paz Fraiburgo 20/12/2003 Luz Templária Curitibanos 22/12/1992 Ademar Nunes Florianópolis 21/121999 Silvio Ávila Içara LOJAS SIMBÓLICAS – SANTA CATARINA CALENDÁRIO DE ordens do dia – EVENTOS – CONVITES Data Hora Loja Endereço Evento – Ordem do Dia 13.11.13 20h00 Loja Lázaro Gonçalves de Lima, 80 - GOSC Barreiros-São José Sessão de Mesa 14.11.13 20h00 Loja Templários da Nova Era , 91 (GLSC) Canasvieiras - Florianópolis Sessão de Mestre Maçom. Arguição/síntese dos Complementos I e II da 1a Instrução de MM. 14.11.13 20h00 Loja 14 de Julho nr. 3 (GLSC) Condomínio Monte Verde Sessão Especial de Aniversário 14.11.13 20h00 Loja Fraternida, Justiça e Trabalho, 26 – GOSC Balm. Camboriú Sessão Magna de Exaltação 15.11.13 20h00 Loja Templários da Boa Ordem, 97 GOSC Templo GOSC – Tubarão Homenagem à Proclamação da República. 18.11.13 20:00 Loja Harmonia e Fidelidade 4129 - GOB/SC Itapema-SC (ao lado Matriz Sto. Antônio) Sagração do Templo 25.11.13 20h00 Loja Pedreiros da Liberdade nr. 75 Condomínio Itacorubí Palestra com o Dr. Ivan Moritz sobre “A saúde do homem maduro”
  19. 19. Loja Lédio Martins (Informações e fotos do Correspondente JB News Ir. Borbinha) – A A:.R:.B:.L:.S:. - Lédio Martins - 35 (GOSC) promoveu nesta segunda-feira (11) palestra com o Ir Reinaldo Antônio Von Baader com o tema A Árvore da Vida e as Sephirots", que é MI da Loja Colunas da Fraternidade, 54 e especialista nos Estudos da Cabalah e Assessoria Metafísica. Os trabalhos foram presididos pelo IrMarcos Vidal . Estiveram pressentes várias autoridades maçônicas, entre as quais o Ir Ronay Torrico - V:.M:. da Loja Lara Ribas – 66, Ir:. Alcides - V:.M:. da Loja Samuel Fonseca, Ir:. Jorge Freitas - Delegado da 14a Delegacia do GOSC, além do Ir, Edson Carlos Ortiga, Patriarca do Rito Adonhiramita no Brasil. Ao palestrante Reinaldo foram outorgados o Diploma e Medalha do Mérito Maçônico dos 30 anos da Loja. Segue o link fotográfico: https://picasaweb.google.com/103634428674850958508/LojaLedioMartins Palestra111113?authkey=Gv1sRgCJ7clabI4qDb6AE#
  20. 20. 1 –Relembre os personagens do humorista Chico Anysio http://www.youtube.com/watch?v=pGBb8sm-RNw 2 – 'Piadas com Ary Toledo' | Programa Silvio Santos (24.03.2013) http://www.youtube.com/watch?v=aZwB1Ctfydw 3 – Richard Clayderman The Classic Touch http://www.youtube.com/watch?v=wbl8BdIAtuY 4 - Promessa de Sangue - Filme Completo Dublado - Faroeste (Bang-Bang) http://www.youtube.com/watch?v=tyt0l5NK5zE
  21. 21. fechando a cortina

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