Mente Humana 3

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Mente Humana 3

  1. 1. PSICOLOGIA  2011       Conação A  Mente   Cognição Humana   EmoçãoJorge  Barbosa,  2011  
  2. 2. Mente  Humana  
  3. 3. Temas   Aprendizagem Memória PROCESSOS COGNITIVOS Inteligência PercepçãoPerspectivade Maslow Motivação ou MENTE HUMANA Conduta Emoções Motivada PROCESSOS CONATIVOS PROCESSOS EMOCIONAS SentimentosPerspectivade Freud Afectos
  4. 4. Aprendizagem  define-­‐se  como  uma  mudança  rela5vamente  permanente  no  comportamento  ou  no  conhecimento,  resultante  da  experiência.
  5. 5. PROCESSOS DE APRENDIZAGEM  Aprendizagem não Associativa Aprendizagem Associativa Aprendizagem por Observação e Imitação Aprendizagem com Recurso a Símbolos e Representações
  6. 6. APRENDIZAGEM  NÃO  ASSOCIATIVA  
  7. 7. Aprendizagem  Implícita   Na  perspec5va  da  mente  como   estrutura  de  Processamento  da   Informação,  poderíamos  pensar  que  os   processos  mentais  seriam  conscientes.   No  entanto,  algumas  aprendizagens,  tal   como  algumas  memórias,  não  implicam   a  consciência  verbalizável  do  que  é   aprendido.
  8. 8. CaracterísGcas  da   Aprendizagem   Implícita   Robustez:  é  pouco  afectada  por  desordens  psíquicas  (lesões,  amnésias,  etc.)   Independência  da  Idade:  É  pouco  influenciada  pela  idade  ou  pelo  nível  de  desenvolvimento.   Pouca  Variabilidade:  não  há  muitas  diferenças  entre  sujeitos.   Independência  do  QI:  O  QI  tem  pouca  influência.
  9. 9. Habituação   A  Habituação  é  um  processo  de  aprendizagem  que  se  de?ine  pela  redução  da  intensidade  de  uma  resposta,  em  resultado  da  repetição  do  estímulo.  Por  ex.:  quando  um  estímulo  muscular  é  produzido  pela  primeira  vez,  a  resposta  do  músculo  será  mais  forte  do  que  o  necessário.  A  repetição  do  mesmo  estímulo  provocará  uma  redução  da  resposta  muscular  de  acordo  com  uma  curva  exponencial  negativa.
  10. 10. Habituação  Reacção  de  Orientação  É  uma  das  aprendizagens  mais  interessantes  sensíveis  à  habituação.  • Activação  momentânea  da  atenção  (resposta),  após:   • O  aparecimento  de  um  acontecimento   intenso  ou  inesperado  (estímulo)  no  campo   sensorial  do  sujeito  A  habituação  desta  resposta  foi  estudada  em  bebés  humanos.
  11. 11. Habituação  Reacção  de  Orientação  Apresenta-­‐se  ao  bebé  um  estímulo  visual  inteiramente  novo.  • Ao  princípio,  o  bebé  produz  uma  forte  reacção  de  orientação,  Kixando  longamente  o  estímulo.  • À  medida  que  o  estímulo  vai  sendo  repetido,  o  bebé  vai  activando  cada  vez  menos  a  atenção.  Até  aqui,  estamos  perante  o  processo  de  habituação.
  12. 12. Habituação  Reacção  de  Orientação  Após  a  instalação  de  uma  completa  habituação  no  bebé,  o  experimentador  introduz  uma  alteração  signiKicativa  no  estímulo  visual:  • Se  o  bebé  detectar  essa  alteração  no  estímulo,  a  sua  reacção  de  orientação  será  reactivada.  A  isto,  chama-­se  desabituação.  
  13. 13. Habituação  Leis  da  Habituação  • Recuperação  Espontânea:  Depois  de  uma  desabituação  a  um  estímulo,  a  habituação  ao  mesmo  estímulo  é  mais  rápida.  O  Bebé  que  voltou  a  Kixar  longamente  o  olhar  num  objecto  modiKicado,  habituar-­‐se-­‐á  mais  rapidamente  a  ele,  do  que  se  habituou  ao    original  pela  primeira  vez.
  14. 14. Habituação  Leis  da  Habituação  • Generalização:  Permite  que  o  sujeito  responda  com  menos  intensidade  a  estímulos  com  características  Kísicas  idênticas  à  do  estímulo  familiar.  A  generalização  é  um  conceito,  que  resulta  da  interpretação  do  experimentador,  quando  o  sujeito  não  se  desabitua,  face  a  um  estímulo  familiar.  Esta  interpretação  é  sempre  discutível.  (discriminação/generalização)
  15. 15. Habituação  Leis  da  Habituação  • Inibição  da  Habituação:  A  habituação  é  reduzida,  quando  o  sujeito  detecta  signiKicados  apetitivos  ou  aversivos  no  estímulo,  ou  quando  o  estímulo  anuncia  um  acontecimento  signiKicativo  (apetitivo  ou  aversivo).  A  inibição  da  habituação  tem  a  função  de  manter  a  importância  de  um  estímulo  signiKicativo,  Mas  também  pode  tornar  signiKicativo  um  estímulo  insigniKicante.
  16. 16. APRENDIZAGEM  ASSOCIATIVA  
  17. 17. CONDICIONAMENTO
  18. 18. Condicionamento   Clássico   Mas  não  aprendem  nada  Através  da  Habituação,  os   de  novo  acerca  desse   sujeitos  aprendem   acontecimento.   a  reconhecer  um   acontecimento     como  sendo  familiar,    
  19. 19. Condicionamento   Clássico  No  entanto,  a  maior  parte   Estas  relações  são  das  informações  novas  diz   denominadas  Associações.   respeito  às  relações     Entre  acontecimentos,  ou   Entre  acontecimento(s)  e  um   comportamento  parGcular  do   sujeito.  
  20. 20. Condicionamento   Clássico  A  aprendizagem  por  associação  refere-­‐ se  à  aprendizagem  que  pode  ser   compreendida  como  sendo:   A  ex5nção  ou   A  formação  ou   enfraquecimento  de   fortalecimento  de   associações  já   associações,  ou   existentes.  
  21. 21. Condicionamento   EsSmulo   Clássico   Incondicional  (EI)  –   es]mulo  que   provoca  uma   resposta  reflexa   (carne,  para  um   Resposta   cão).   Resposta   Condicionada  (RC)   Incondicionada  (RI)   –  resposta   –  resposta  reflexa   provocada  pelo  EC,   provocada  pelo  EI   após  aprendizagem.   (salivar).   Conceitos   EsSmulo   EsSmulo  Neutro   Condicionado  (EC)   (EN)  –  es]mulo  que   –  após  a  associação,   não  provoca  a   o  es]mulo  neutro   resposta  reflexa   passa  a  provocar  a   (toque  da   resposta  reflexa   campainha),  antes   ]pica  do  EI.   da  aprendizagem.  
  22. 22. Condicionamento   Clássico  Experiência  de  Pavlov:   EI  (carne)   RI  (salivação)  EN  (metrónomo)  +   EI  (carne)   RI  (salivação)  Após  Condicionamento:   EC  (metrónomo)   RC  (salivação)  
  23. 23. Condicionamento   Clássico  Aquisição  das  Respostas  Condicionadas:  1.  Medida  da  Força  da  RC   a)  Amplitude  da  Resposta  –  nas  experiências   de  Pavlov  correspondia  à  quanGdade  de   saliva   b)  Probabilidade  da  Resposta  –  proporção  de   ensaios  em  que  a  RC  é  desencadeada   quando  se  apresenta  unicamente  o  EC.   c)  Latência  da  Resposta  –  tempo  que  medeia  o   início  do  EC  e  o  início  da  RC.   A  amplitude  e  a  probabilidade  da  RC  são   directamente  proporcionais  à  força  da  RC;   A  latência  é  inversamente  proporcional.  
  24. 24. Condicionamento   Clássico  Aquisição  das  Respostas  Condicionadas:  2.  Condicionamento  de  Segunda  Ordem:   a)  Depois  de  bem  estabelecida  a  relação  EC-­‐EI,   o  EC  pode  servir  para  condicionar  outros   es]mulos.   Pavlov  começou  por  condicionar  um  cão  a   salivar  ao  som  de  um  metrónomo,   u5lizando  carne  como  EI.   Depois  de  aprendida  esta  associação,  Pavlov   apresentou  ao  animal  um  quadrado  preto   seguido  do  som  do  metrónomo,  mas  sem   apresentar  o  alimento.   Depois  de  vários  ensaios,  a  visão  do  quadrado   provocava  salivação  no  cão.  
  25. 25. Condicionamento   Clássico  Ex5nção:  Pavlov  provou  que  uma  resposta  condicionada   pode  ser  desfeita  por  um  processo  muito   semelhante  àquele  que  lhe  deu  origem:   a)  Demonstrou  que  a  RC  desaparecerá   gradualmente,  se  o  EC  for  repeGdamente   apresentado  sem  o  EI.   A  ex5nção  de  uma  RC  pode  ser  anulada   através  de:   •  Recondicionamento  (é  mais  rápido  do  que  o   condicionamento  inicial).   •  Recuperação  espontânea  –  depois  de   exGnta  a  RC,  deixa-­‐se  o  animal  em  descanso;   após  o  descanso,  a  RC  pode  ser  reacGvada.  
  26. 26. Condicionamento   Clássico  Medo  Condicionado:  Em  muitos  procedimentos  experimentais,  a   resposta  condicionada  implica  um  acto   simples  (salivar  ou  pestanejar).  No  entanto,  às  vezes  a  RC  é  mais  complexa,  como   é  o  caso  do  medo:   a)  Os  procedimentos  em  que  o  EI  é  um   es]mulo  aversivo  (ruído  intenso,  por  ex.),  o   EC  vai  provocar  uma  resposta  mulGfacetada   no  comportamento  e  na  resposta  orgânica   do  animal  (baGmento  cardíaco,  secreções   hormonais,  etc.   Estas  inves5gações  recorrem  ao  procedimento   da  resposta  emocional  condicionada  (REC)  
  27. 27. Condicionamento   Clássico  Medo  Condicionado:  1.  Ensina-­‐se  um  rato  a  carregar  numa  alavanca   para  obter  alimento;  2.  Quando  esta  aprendizagem  esGver   consolidada,  associa-­‐se  um  EC  (luz  ou  som   durante  3  minutos)  ao  momento  em  que  está  a   carregar  na  alavanca;  3.   No  final  dos  3  minutos,  o  EC  desaparece  e  o   rato  apanha  um  choque  eléctrico  rápido  (EI).   Numa  primeira  fase,  o  animal  ignora  o  EC,   Depois,  aprende  que  o  EC  anuncia  o  EI.   Finalmente,  perante  o  EC  evita  carregar  na   alavanca.  (aprendeu  a  ter  medo  da  luz  ou   som)  
  28. 28. Condicionamento   Clássico  Condicionamento  e  o  Efeito  das  Drogas:  Vejamos  o  caso  de  uma  pessoa  que  tem  de  tomar  muitas   doses  de  insulina  para  baixar  o  nível  de  açúcar  no   sangue:  1.  Após  um  certo  tempo  de  tratamento,  a  pessoa  começa   a  reagir  aos  vários  es]mulos  que  acompanham  o   momento  da  injecção  (por  ex.:  a  visão  da  agulha);  2.   A  reacção  a  estes  es]mulos  é  oposta  à  do  efeito  do   medicamento:  verifica-­‐se  um  aumento  de  açúcar  no   sangue.  Esta  RC  (aumento  de  açúcar)  prepara  o  organismo  para  o   EI  (insulina)  –  homeostasia.  O  Mesmo  fenómeno  é  verificado  com  os  tranquilizantes  e   com  drogas  ilícitas,  aumentando  a  sua  necessidade.  
  29. 29. Condicionamento   Clássico  Dependência  de  Drogas  na  Perspec5va  do  Condicionamento  Clássico:  1.  A  morfina  e  a  heroína  são  es]mulos  incondicionais  que   provocam  uma  RI  complexa:  euforia,  diminuição  da   sensibilidade  à  dor.  2.  Depois  da  aprendizagem,  os  es]mulos  associados  com   a  administração  da  droga  (visão  da  agulha,  por  ex.)   desencadeiam  uma  RC  compensatória,  com  qualidades   opostas  aos  efeitos  da  droga.  3.  Esta  RC  compensatória  reduz  significaGvamente  o   efeito  da  droga  (tolerância  à  droga).  4.  Na  falta  da  droga,  a  visão  da  agulha  desencadeia  a  RC,   efeito  oposto  ao  do  consumo,  impelindo  o  sujeito  a  ter   ainda  mais  necessidade  da  droga,  mesmo  que  o  seu   efeito  já  seja  reduzido.  
  30. 30. APRENDIZAGEM ASSOCIATIVACONDICIONAMENTO  INSTRUMENTAL  OU  OPERANTE  
  31. 31. Condicionamento  operante  Limites  do  Condicionamento  Clássico  •  O  condicionamento   clássico  descreve  uma   resposta  do  organismo,   sendo  portanto  incapaz  de   captar  a  natureza  ac2va  do   organismo  e  a  sua  •  influência  no  ambiente.  
  32. 32. Condicionamento  operante  Limites  do  Condicionamento  Clássico  •  No  condicionamento   clássico,  os  organismos   aprendem  a  associar  dois   es]mulos  (EC  e  EI).    
  33. 33. Condicionamento  operante  Limites  do  Condicionamento  Clássico  •  O  condicionamento   clássico  é  uma  modalidade   de  comportamento   reacGvo,  comportamento   este  que  ocorre  em   resposta  automáGca  a  um   es]mulo,  e  mais  tarde  a   um  es]mulo  condicionado.    
  34. 34. Condicionamento  operante  Limites  do  Condicionamento  Clássico  •  Este  Gpo  de  aprendizagem  •  explica  muito  bem  como  é  que   um  es]mulo  neutro  se  associa  a   respostas  involuntárias,  não   aprendidas,  mas  •  não  consegue  explicar  o   comportamento  voluntário,  por   exemplo,  de  um  aluno  que  estuda   muito  para  Grar  •  boas  notas,  ou  de  um  cão  que   encontra  o  telemóvel  do  seu   dono.    
  35. 35. Condicionamento  operante  Limites  do  Condicionamento  Clássico  •  O  condicionamento   operante  explica  melhor   este  Gpo  de   comportamentos   voluntários.  
  36. 36. Condicionamento  operante  Definição  •  Condicionamento   operante  (ou   condicionamento   instrumental)  é  uma  forma   de  aprendizagem   associa5va,  em  que  as   consequências  de  um   comportamento  alteram  a   probabilidade  da  sua   ocorrência.  
  37. 37. Condicionamento  operante  Definição  •  Por  exemplo,  fazer  uma  boa   exibição  de  paGnagem  •  (comportamento)  aumenta  a   probabilidade  de  os  juízes   atribuírem  à  concorrente  uma   boa  pontuação   (consequência),  o  que,  por  seu   turno,  encoraja  a  paGnadora  a   melhorar  ainda  mais  o  seu   desempenho,  conGnuando  a   treinar  e  a  compeGr.  
  38. 38. Condicionamento  operante  Skinner  •  Skinner  acreditava  firmemente   que  os  mecanismos  da   aprendizagem  eram  comuns  a   todas  as  espécies  animais.  Esta   convicção  levou-­‐o  a  estudar   animais  na  esperança  de  que   pudesse  descobrir  os     mecanismos  básicos  da   aprendizagem  em  animais   mais  simples  do  que  os   humanos.  
  39. 39. Condicionamento  operante  Skinner  •  Skinner  e  outros  behavioristas   fizeram  esforços   verdadeiramente  enormes   para  estudar  os  organismos,   em  •  condições  experimentais  de   grande  rigor,  por  forma  a   poderem  estabelecer   associações  entre   consequências  •  operantes  e  específicas  ao   minuto.    
  40. 40. Condicionamento  operante  Skinner  •  Uma  das  invenções  de  Skinner   (de  1930)  para  controlo   experimental  foi  a  •  caixa  de  Skinner.  Um   disposi2vo,  no  seu  interior,   distribuía  alimento.  Depois  de   ter  habituado  o  rato  à  caixa,  •  Skinner  instalou  uma  alavanca   que  accionava  o  disposiGvo  de   distribuição  de  alimento.    
  41. 41. Condicionamento  operante  Skinner  •  Skinner  confirmou  os  •  resultados  já  conhecidos  de   Thorndike:  depois  de   aprender  as  consequências   posi5vas  de  calcar  a  alavanca,   o  rato  adquiria  um   comportamento  altamente   eficaz  para  obter  alimento   sempre  que  Gvesse  fome.    
  42. 42. Condicionamento  operante  Skinner  •  Neste  caso,  a  •  novidade  de  Skinner,   relaciona-­‐se  com  o  nível  de   controlo  experimental  que   uGlizou:  insonorizou  a  caixa,  •  registou  em  imagem  as   respostas  dos  ratos  e  o   alimento  era  distribuído   automaGcamente.    
  43. 43. Condicionamento  operante  Moldagem  •  Imagine  que  quer  ensinar  um   cão  a  lavar  a  roupa.    •  É  possível  treinar  um  cão,  ou   outro  animal,  a  realizar  tarefas   altamente  complexas,  através   de  processos  de  moldagem.  •  Moldagem  refere-­‐se  à   recompensa  de  aproximações   ao  comportamento  desejado.  
  44. 44. Condicionamento  operante  Moldagem  •  Melhor  do  que  ficar  à  espera   que  o  cão  ponha  •  espontaneamente  a  roupa  na   máquina  de  lavar,  como  faria   se  a  tarefa  fosse  accionar  uma   alavanca  para  obter  •  alimento,  será,  então,   recompensá-­‐lo  por:  
  45. 45. Condicionamento  operante  Moldagem  1.  Levar  a  roupa  para  a   lavandaria,  ou  para  o  espaço   onde  está  a  máquina  de  lavar;    2.  Depois  por  a  levar  cada  vez   para  mais  perto  da  máquina,  e   finalmente    3.  Por  a  ter  colocado  dentro  da   máquina  (de  preferência   separada  por  cores).  
  46. 46. Condicionamento  operante  Moldagem  •  A  moldagem,  nos  seres   humanos,  é  parGcularmente   eficaz  quando  o  resultado  da   aprendizagem  depende   sobretudo  do  tempo  de   estudo  e  da  persistência.    •  Para  experimentar  os   princípios  de  moldagem,  os   alunos  podem  fazer,  por   exemplo,  todos  os  exercícios   de  treino  •  marcados  pelo  professor.  
  47. 47. Condicionamento  Operante  Princípios  Básicos  1.  Reforço   •  Os  que  nos  interessam,  2.  Punição   para  além  do  de  3.  ExGnção   “Moldagem”  são  os  4.  Generalização   princípios  de:  5.  Recuperação  espontânea   1.  Reforço,  e  6.  Discriminação  7.  Moldagem  (de  que  já  falámos)   2.  Punição   –  alguns  autores  portugueses  e   brasileiros  uGlizam  o  termo   “modelagem”  que  não  é  o   mais  correcto.  
  48. 48. Condicionamento  Operante  Princípios  Básicos  Punição/Reforço  •  Punição  é  uma  consequência   de  uma  acção  que  enfraquece   a  probabilidade  de  essa  acção   se  repeGr.  •  Reforço  é  uma  consequência  •  de  uma  acção  que  fortalece  a   probabilidade  de  essa  acção  se   repeGr.  
  49. 49. Condicionamento  Operante  Princípios  Básicos  Reforço  •  Há  acções  que  têm   consequências  boas:  1.  A  consequência  de  uma  acção   ou  o  seu  resultado  consiste   em  conseguir  algo  que   desejamos  -­‐  Posi5vo  2.  Com  uma  acção  evitamos  ou   eliminamos  algo  indesejável   ou  desagradável  -­‐  Nega5vo  
  50. 50. Condicionamento  Operante  Princípios  Básicos  Reforço  •  Reforço  Posi5vo  1.  Uma  acção,  graças  às  suas   consequências,  permite-­‐nos   obter  algo  agradável:    •  ex.:  estudar  bem  e  conseguir   uma  boa  nota  a  Psicologia  
  51. 51. Condicionamento  Operante  Princípios  Básicos  Reforço  •  Reforço  Nega5vo  1.  Uma  acção  tem  como   consequência  evitar  uma   situação  indesejável;  Tende   por  isso  a  ser  repeGda:    •  ex.:  estudar  bem  e  evitar   reprovar  a  Psicologia  
  52. 52. Condicionamento  Operante  Princípios  Básicos  Punição  e  Reforço  Nega5vo  •  A  Punição  tem  um  efeito   oposto  ao  do  reforço   nega5vo  1.  Punir  é  tornar  um   comportamento  menos   provável  2.  Reforço  negaGvo  é  tornar   um  comportamento  mais   provável.  
  53. 53. Condicionamento  Operante   Efeito  do  Comportamento   Consequência   Comportamento   Es]mulo  SaGsfatório   A  tendência  para  estudar   Estudar   aumenta,  é  fortalecida  ou   Boas  Classificações   mantém-­‐se   Es]mulo  Desagradável   A  tendência  para  conduzir  a  Conduzir  a  velocidade   velocidade  excessiva  diminui,   Excessiva   Acidente  com  traumaGsmo   é  enfraquecida  ou   craniano   desaparece.  
  54. 54. Condicionamento  Operante   Efeito  do  Processo   Comportamento   Consequência   Comportamento   Estudar  com  a  (o)   A  tendência  para  os  dois   Reforço   Boa  Classificação  no   namorada  (o)  para  o   namorados  estudarem   Posi5vo   teste  para  ambos.   teste  de  Psicologia   juntos  é  fortalecida.   Alívio  significaGvo  da   Tomar  uma  aspirina  para   dor  de  cabeça   A  tendência  para  tomar  Reforço   combater  uma  forte  dor   (remoção  do   aspirina  quando  surgir  outra  Nega5vo   de  cabeça.   es]mulo   dor  de  cabeça  é  reforçada.   desagradável)   A  Joana  recusa-­‐se  a   Os  pais  casGgam-­‐na   A  tendência  de  recusar   Punição   comer  a  sopa   proibindo-­‐a  de  ver   comer  a  sopa  eventualmente   televisão.   diminuirá  (é  enfraquecida).  
  55. 55. ExercíciosFilme   Exercícios  de  Treino   Assinale  se  as  afirmações  são  verdadeiras  (V)  ou  falsas  (F)  
  56. 56. ExercíciosFalamos  de  Aprendizagem  quando  se  forma  uma  resposta  aprendida  a  um  esSmulo  neutro,  por  o  associarmos  a  um  esSmulo  incondicionado.  JusGficação:  Não  é  a  definição  de  aprendizagem,  mas  de  um  Gpo  de  aprendizagem:  o  condicionamento  clássico   Exercícios  de  Treino   Assinale  se  as  afirmações  são  verdadeiras  (V)  ou  falsas  (F)  
  57. 57. ExercíciosUm  esSmulo  condicionado  é  um  esSmulo  que  produz  uma  determinada  resposta  sem  necessidade  de  aprendizagem  prévia  ou  de  processo  associa5vo.  JusGficação:   Esta  definição  diz  respeito  ao  es]mulo  incondicionado   Exercícios  de  Treino   Assinale  se  as  afirmações  são  verdadeiras  (V)  ou  falsas  (F)  
  58. 58. ExercíciosUma  aprendizagem  condicionada  em  termos  pavlovianos  é  uma  resposta  suscitada  por  um  esSmulo  condicionado,  isto  é,  por  um  esSmulo  que  produz  um  efeito  semelhante  ao  do  esSmulo  incondicionado,  por  ter  sido  várias  vezes  emparelhado  com  este.   JusGficação:   A  aprendizagem  desse  Gpo  é  precisamente  uma  aprendizagem  por  associação  de   es]mulos.   Exercícios  de  Treino   Assinale  se  as  afirmações  são  verdadeiras  (V)  ou  falsas  (F)  
  59. 59. ExercíciosO  Condicionamento  operante  é  uma  forma  de  aprendizagem  na  qual  a  probabilidade  de  uma  resposta  ou  comportamento  aumenta  ou  diminui  conforme  a  sua  consequência  é  um  reforço  (posi5vo  ou  nega5vo)  ou  uma  punição.  JusGficação:   Por  outras  palavras,  esta  é  a  lei  do  reforço  de  Skinner.   Exercícios  de  Treino   Assinale  se  as  afirmações  são  verdadeiras  (V)  ou  falsas  (F)  
  60. 60. ExercíciosO  Condicionamento  operante  é,  por  definição,  a  forma  de  controlar  a  frequência  de  um  comportamento  através  do  reforço.  JusGficação:   A  punição  também  assume  este  papel.   Exercícios  de  Treino   Assinale  se  as  afirmações  são  verdadeiras  (V)  ou  falsas  (F)  
  61. 61. ExercíciosDinheiro,  boas  notas  académicas,  abraços,  beijos  são  sempre  reforços  posi5vos..  JusGficação:   Nem  sempre:  podem  também  ser  meios  para  evitar  situações  desagradáveis   (reforços  negaGvos).   Exercícios  de  Treino   Assinale  se  as  afirmações  são  verdadeiras  (V)  ou  falsas  (F)  
  62. 62. ExercíciosNão  se  esqueça  de  fazer  os  exercícios  no  Moodle  em    hup://jbarbo.com.pt/moodle/   Con5nua:   1.  Aprendizagem  por  Observação  e  Imitação   2.  Aprendizagem  com  Recurso  a  Símbolos  e  Representações  
  63. 63. ProcessosMentaisProcessos CognitivosA Percepção Atenção: Os exercícios no “moodle” estarão disponíveis dentro em breve Psicologia, 2011 63

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