SlideShare uma empresa Scribd logo
Turma: 50
Nome: Ezequiel Sergio
Nome: Rafael Rodrigues
11 de maio 2015
Instituto Data Brasil Edutec.
11 de maio de 2015
Página2
Resíduo hospitalar
Os resíduos de serviços de saúde (RSS), comumente associados à
denominação lixo hospitalar ou resíduo hospitalar, é o nome que se dá
aos resíduos originários de ações médicas desenvolvidas em unidades de
prestação de cuidados de saúde, em actividades de prevenção, diagnóstico,
tratamento, reabilitação e investigação relacionada com seres humanos ou
animais, em farmácias, em actividades médico-legais, de ensino e em
quaisquer outras que envolvam procedimentos invasivos, tais
como acupunctura, piercings e tatuagens.1
São divididos em: resíduos sólidos; resíduos em estado sólido ou semi-sólido
e líquidos cujas particularidades tornem inviável seu lançamento na rede
pública de esgotos.
Representam uma fonte de riscos à saúde humana e ao meio ambiente, devido
principalmente à falta de adoção de procedimentos técnicos adequados no
manejo das diferentes frações sólidas e líquidas geradas, como materiais
biológicos contaminados e objetos perfurocortantes, peças anatômicas,
substâncias tóxicas, inflamáveis e radioativas.
Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
O Plano de Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (PGRSS) é o
documento que irá apontar e descrever as ações necessárias ao manejo de
resíduos gerados nas instituições de saúde. É de competência de todo gerador
de resíduos de serviços de saúde elaborar seu PGRSS.
Instituto Data Brasil Edutec.
11 de maio de 2015
Página3
Classificação dos RSS
Grupo A
Resíduos com a possível presença de agentes biológicos, que por suas
cracterísticas de maior virulência ou concentração, podem apresentar risco de
infecção. Os resíduos do grupo A (apresentam risco devido à presença de
agentes biológicos):
 sangue e hemoderivados;
 Excreções, secreções e líquidos orgânicos;
 meios de cultura;
 tecidos, órgãos, fetos e peças anatômicas;
 filtros de gases aspirados de áreas contaminadas;
 resíduos advindos de área de isolamento;
 Resíduos alimentares de área de isolamento;
 Resíduos de laboratório de análises clínicas;
 Resíduos de unidade de atendimento ambiental;
 Resíduos de sanitário de unidades de internação;
 Objetos perfurocortantes provenientes de estabelecimentos prestadores de
serviços de saúde.
Os estabelecimentos deverão ter um responsável técnico, devidamente
registrado em conselho profissional, para o gerenciamento de seus resíduos.
Os resíduos sólidos do grupo A deverão ser acondicionados
em sacos plásticos grossos, brancos leitosos e resistentes com simbologia de
substância infectante. Devem ser esterilizados ou incinerados.
Instituto Data Brasil Edutec.
11 de maio de 2015
Página4
Os perfuro cortantes deverão ser acondicionados em recipientes rígidos,
estanques, vedados e identificados com a simbologia de substância infectante.
Os resíduos sólidos do grupo A não poderão ser reciclados.
Os restos alimentares em natura não poderão ser encaminhados para a
alimentação de animais
Grupo A1
Culturas e estoques de microrganismos; descarte de vacinas de
microrganismos vivos ou atenuados; meios de cultura e instrumentais utilizados
para transferência, inoculação ou mistura de culturas. Bolsas transfusionais
contendo sangue ou hemocomponentes rejeitadas por contaminação ou por
má conservação, ou com prazo de validade vencido, e aquelas oriundas de
coleta incompleta. Sobras de amostras de laboratório contendo sangue ou
líquidos corpóreos, recipientes e materiais resultantes do processo de
assistência à saúde, contendo sangue ou líquidos corpóreos na forma livre.
Conduta:
 acondicionar para tratamento em sacos brancos leitosos revestidos por
sacos vermelhos;
 tratamento – processo que garanta Nível III de Inativação Microbiana e
desestruturação das características físicas;
 acondicionamento para descarte: sacos brancos leitosos.
Grupo A2
Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de
animais submetidos a processos de
experimentação com inoculação de micro-
organismos, bem como suas forrações, e os
cadáveres de animais suspeitos de serem
portadores de micro-organismos de relevância
epidemiológica e com risco de disseminação, que
foram submetidos ou não a estudo
anatomopatológico ou confirmação diagnóstica.
Grupo A3
Resíduos que necessitam de tratamento específico.
Peças anatômicas (membros) do ser humano; produto de fecundação sem
sinais vitais, com peso menor que 500 gramas ou estatura menor que 25
centímetros ou idade gestacional menor que 20 semanas, que não tenham

Recomendado para você

Poluição Ambiental - Tema Lixo Hospitalar
Poluição  Ambiental - Tema Lixo HospitalarPoluição  Ambiental - Tema Lixo Hospitalar
Poluição Ambiental - Tema Lixo Hospitalar

O documento discute os resíduos de serviços de saúde (RSS), também conhecidos como lixo hospitalar. Ele define RSS, explica os riscos à saúde e meio ambiente quando não manuseados corretamente, e discute a legislação e procedimentos para a segregação, acondicionamento, armazenamento, coleta e tratamento adequados dos RSS.

PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira
PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira
PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira

O documento apresenta o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) de uma instituição. O plano descreve a classificação dos resíduos em grupos A, B, C, D e E, os procedimentos de segregação, acondicionamento e destinação final dos resíduos, e a composição da comissão responsável pelo plano.

Folheto - Gestão de resíduos hospitalares
Folheto - Gestão de resíduos hospitalares  Folheto - Gestão de resíduos hospitalares
Folheto - Gestão de resíduos hospitalares

O documento discute a gestão de resíduos em hospitais. Ele explica que resíduos hospitalares precisam ser classificados em grupos e tratados adequadamente para minimizar riscos à saúde e meio ambiente. O documento detalha quatro grupos de resíduos hospitalares e os métodos apropriados para eliminação de cada grupo, como aterro, incineração ou desinfecção.

Instituto Data Brasil Edutec.
11 de maio de 2015
Página5
valor científico ou legal e não tenha havido requisição pelo paciente ou familiar.
Conduta:
 acondicionar em sacos brancos leitosos revestidos por sacos vermelhos
identificados com o símbolo de risco biológico e a inscrição “Peça
Anatômica / Produto de Fecundação” e encaminhar ao necrotério;
 comunicar o SCIH ou Serviço Social (cada unidade de saúde define) para
preenchimento do formulário de autorização para encaminhamento ao
Cemitério Municipal.
Grupo A4
resíduos que não necessitam de tratamento.
Kits de linhas arteriais, endovenosas e deslizadores, quando descartados.
Filtros de ar e gases aspirados de área contaminada; membrana filtrante de
equipamento médico-hospitalar e de pesquisa, entre outros similares.
Sobras de amostras de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e
secreções. Resíduos de tecido adiposo proveniente de lipoaspiração,
lipoescultura ou outro procedimento de cirurgia plástica que gere este tipo de
resíduo. Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à
saúde, que não contenha sangue ou líquidos corpóreos na forma livre. Peças
anatômicas (órgãos e tecidos) e outros resíduos provenientes de
procedimentos cirúrgicos ou de estudos anatomopatológicos ou de confirmação
diagnóstica. Bolsas transfusionais vazias ou com volume residuais pós-
transfusão. Conduta:
 acondicionamento para descarte sem necessidade de tratamento: lixeiras
brancas identificadas com o símbolo de risco biológico revestidas com
sacos brancos leitosos.
Grupo A5
Pertence a esse subgrupo: secreções, excreções e demais líquidos orgânicos
procedentes de pacientes, e os resíduos contaminados por estes materiais,
inclusive restos de refeições.
 acondicionamento para descarte deve-se revestido com saco plástico
branco leitoso e corretamente identificado, o saco deverá ser substituído
após 24 horas ou se preencher 2/3 de sua capacidade total
Instituto Data Brasil Edutec.
11 de maio de 2015
Página6
Grupo B
Resíduos Químicos.
Grupo B1
Citostático e antineoplástico: quimioterápico e
produtos por eles contaminado.
Grupo B2
Resíduos químicos perigosos: resíduo tóxico,
inflamável,reativo, mutagênicos, corrosivos, explosivos, genotóxico e líquidos
reveladores radiográficos.
Grupo B3
Resíduo e produto farmacêutico: medicamentos vencidos interditados e/ou
contaminados.
Grupo C
Quaisquer materiais resultantes de atividades
humanas que contenham radionuclídeos e para os
quais a reutilização é imprópria ou não prevista.
São enquadrados neste grupo, todos os resíduos
dos grupos A, B e D contaminados com
radionuclídeos, provenientes de laboratório de
análises clínicas, serviços de medicina nuclear e
radioterapia. Estes resíduos quando gerados,
devem ser identificados com o símbolo
internacional de substância radioativa, separados
de acordo com a natureza física do material, do elemento radioativos presente
e o tempo de decaimento necessário para atingir o limite de eliminação, de
acordo com a NE 605 da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).
Devido as suas características de periculosidade, é aconselhável que os
resíduos sejam manejados por pessoal capacitado. Onde são descartados
esses materiais.
Instituto Data Brasil Edutec.
11 de maio de 2015
Página7
Grupo D
Resíduos que não apresentam risco biológico,
químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente.
Suas características são similares às dos resíduos
domiciliares.
Papel de uso sanitário e fralda, absorventes
higiênicos. Peças descartáveis de vestuário. Resto
alimentar de pacientes. Material utilizado em anti-
sepsia e hemostasia de venóclises – punção. Equipo
de soro e outros similares não classificados como A1 ou A4. Resíduos de
gesso provenientes de assistência à saúde. Sobras de alimentos e do preparo
de alimentos. Resto alimentar de refeitório. Resíduos provenientes das áreas
administrativas. Resíduos de varrição, flores, podas de jardins.
Os resíduos do grupo D não recicláveis e/ou orgânicos devem ser
acondicionados nas lixeiras cinza devidamente identificadas, revestidas com
sacos de lixo preto ou cinza.
Os resíduos recicláveis devem ser acondicionados nas lixeiras coloridas,
identificadas.
Grupo E
Materiais perfuro cortantes ou escarificantes: objetos e instrumentos contendo
cantos, bordas, pontas ou protuberâncias rígidas e agudas, capazes de cortar
ou perfurar.
Lâminas de barbear, agulhas, escalpes, brocas, limas endodônticas, pontas
diamantadas, lâminas de bisturi, tubos capilares, lancetas, ampolas de vidro,
micropipetas, lâminas e lamínulas, espátulas. Todos os utensílios de vidro
quebrados no laboratório (pipetas, tubos, de coleta sanguínea e placas de
Petri) e outros similares.
Devem ser descartados separadamente em recipientes rígidos, resistentes à
punctura, ruptura e vazamento, com tampa, devidamente identificados, sendo
expressamente proibido o esvaziamento desses recipientes para o seu
reaproveitamento.
Os perfurocortantes, uma vez colocados em seus recipientes, não devem der
removidos por razão alguma. É importante observar o limite máximo permitido
para o preenchimento de cada recipiente, para evitar acidentes.
Instituto Data Brasil Edutec.
11 de maio de 2015
Página8
“As agulhas descartáveis devem ser desprezadas juntamente com as seringas,
quando descartáveis, sendo proibido reencapá-las ou proceder a sua retirada
manualmente” (ANVISA, 2004).
Especiais
Radioativos compostos por materiais diversos, expostos à radiação; resíduos
farmacêuticos, como medicamentos vencidos e contaminados; e resíduos
químicos perigosos (tóxicos, corrosivos, inflamáveis, mercúrio).
Recomendações Resíduos infectantes não poderão ser dispostos no meio
ambiente sem prévio tratamento ou reciclados.
 Restos alimentares não poderão ser encaminhados para alimentação de
animais.
Referências
Bibliografia
 Guia para organização e dimensionamento de eco centro hospitalar
 APOSTILA SENAC MINAS
 classificação de resíduos de saúde
 Lixo hospitalar: Conheça este problema

Recomendado para você

Seminário final - Resíduos - Semana do Meio Ambiente
Seminário final - Resíduos - Semana do Meio AmbienteSeminário final - Resíduos - Semana do Meio Ambiente
Seminário final - Resíduos - Semana do Meio Ambiente

Este documento fornece uma introdução à gerência de resíduos, definindo resíduos, descrevendo as etapas do manejo como segregação, acondicionamento, identificação, coleta, armazenamento e tratamento. Também discute as responsabilidades dos geradores de resíduos de serviços de saúde e a importância do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde.

Limpeza e desinfecção hospitalar
Limpeza e desinfecção hospitalarLimpeza e desinfecção hospitalar
Limpeza e desinfecção hospitalar

O documento discute limpeza e desinfecção de superfícies hospitalares, definindo termos como limpeza, desinfecção e esterilização. Ele classifica áreas e artigos hospitalares e discute princípios ativos comumente usados e suas propriedades, além de fornecer recomendações e tendências para o tema.

CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOSCLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS

O documento classifica os resíduos sólidos de acordo com sua origem, periculosidade e composição. Ele descreve as categorias de resíduos urbanos, industriais, especiais e seus subtipos, como resíduos orgânicos, inorgânicos, perigosos e não perigosos. A legislação determina que os geradores de resíduos industriais são responsáveis por sua destinação final adequada.

classificaÇÃo dos resÍduos sÓlidos

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Resíduos hospitalares
Resíduos hospitalaresResíduos hospitalares
Resíduos hospitalares
Stephanie Rodrigues
 
PGRSS Plano de gerenciamento de resíduos dos serviços de saúde
PGRSS   Plano de gerenciamento de resíduos dos serviços de saúdePGRSS   Plano de gerenciamento de resíduos dos serviços de saúde
PGRSS Plano de gerenciamento de resíduos dos serviços de saúde
Rebeca Purcino
 
LATEC -UFF. PALESTRA - GESTÃO DE RESÍDUOS HOSPITALARES
LATEC -UFF. PALESTRA - GESTÃO DE RESÍDUOS HOSPITALARESLATEC -UFF. PALESTRA - GESTÃO DE RESÍDUOS HOSPITALARES
LATEC -UFF. PALESTRA - GESTÃO DE RESÍDUOS HOSPITALARES
LATEC - UFF
 
Poluição Ambiental - Tema Lixo Hospitalar
Poluição  Ambiental - Tema Lixo HospitalarPoluição  Ambiental - Tema Lixo Hospitalar
Poluição Ambiental - Tema Lixo Hospitalar
Lukas Lima
 
PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira
PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira
PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira
GABRIELA ELISE
 
Folheto - Gestão de resíduos hospitalares
Folheto - Gestão de resíduos hospitalares  Folheto - Gestão de resíduos hospitalares
Folheto - Gestão de resíduos hospitalares
Pedro Alves
 
Seminário final - Resíduos - Semana do Meio Ambiente
Seminário final - Resíduos - Semana do Meio AmbienteSeminário final - Resíduos - Semana do Meio Ambiente
Seminário final - Resíduos - Semana do Meio Ambiente
Mardelene Gomes
 
Limpeza e desinfecção hospitalar
Limpeza e desinfecção hospitalarLimpeza e desinfecção hospitalar
Limpeza e desinfecção hospitalar
PrLinaldo Junior
 
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOSCLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
Mayke Jhonatha
 
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUO DE SERVIÇOS DE SAÚDE
PROGRAMA  DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUO DE SERVIÇOS DE SAÚDEPROGRAMA  DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUO DE SERVIÇOS DE SAÚDE
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUO DE SERVIÇOS DE SAÚDE
Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids
 
Gerenciamento de resíduos biológicos (resíduos de serviços de saúde)
Gerenciamento de resíduos biológicos (resíduos de serviços de saúde)Gerenciamento de resíduos biológicos (resíduos de serviços de saúde)
Gerenciamento de resíduos biológicos (resíduos de serviços de saúde)
marcelo otenio
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
clinicansl
 
Gerenciamento de resíduos biológicos
Gerenciamento de resíduos biológicosGerenciamento de resíduos biológicos
Gerenciamento de resíduos biológicos
Ricardo Alanís
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
Sheilla Sandes
 
Gerenciamento de resíduos
Gerenciamento de resíduosGerenciamento de resíduos
Gerenciamento de resíduos
Julia Martins Ulhoa
 
Aula biossegurança
Aula biossegurançaAula biossegurança
Aula biossegurança
Renatbar
 
Aula 4 biossegurança ii
Aula 4   biossegurança iiAula 4   biossegurança ii
Aula 4 biossegurança ii
José Vitor Alves
 
Aula Central de material Esterilizado
Aula Central de material EsterilizadoAula Central de material Esterilizado
Aula Central de material Esterilizado
Conceição Quirino
 
Biosseguranca
Biosseguranca  Biosseguranca
Biosseguranca
UERGS
 
Aula biossegurança
Aula biossegurançaAula biossegurança
Aula biossegurança
nuiashrl
 

Mais procurados (20)

Resíduos hospitalares
Resíduos hospitalaresResíduos hospitalares
Resíduos hospitalares
 
PGRSS Plano de gerenciamento de resíduos dos serviços de saúde
PGRSS   Plano de gerenciamento de resíduos dos serviços de saúdePGRSS   Plano de gerenciamento de resíduos dos serviços de saúde
PGRSS Plano de gerenciamento de resíduos dos serviços de saúde
 
LATEC -UFF. PALESTRA - GESTÃO DE RESÍDUOS HOSPITALARES
LATEC -UFF. PALESTRA - GESTÃO DE RESÍDUOS HOSPITALARESLATEC -UFF. PALESTRA - GESTÃO DE RESÍDUOS HOSPITALARES
LATEC -UFF. PALESTRA - GESTÃO DE RESÍDUOS HOSPITALARES
 
Poluição Ambiental - Tema Lixo Hospitalar
Poluição  Ambiental - Tema Lixo HospitalarPoluição  Ambiental - Tema Lixo Hospitalar
Poluição Ambiental - Tema Lixo Hospitalar
 
PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira
PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira
PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS - Gabriela Elise / Enfermeira
 
Folheto - Gestão de resíduos hospitalares
Folheto - Gestão de resíduos hospitalares  Folheto - Gestão de resíduos hospitalares
Folheto - Gestão de resíduos hospitalares
 
Seminário final - Resíduos - Semana do Meio Ambiente
Seminário final - Resíduos - Semana do Meio AmbienteSeminário final - Resíduos - Semana do Meio Ambiente
Seminário final - Resíduos - Semana do Meio Ambiente
 
Limpeza e desinfecção hospitalar
Limpeza e desinfecção hospitalarLimpeza e desinfecção hospitalar
Limpeza e desinfecção hospitalar
 
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOSCLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
 
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUO DE SERVIÇOS DE SAÚDE
PROGRAMA  DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUO DE SERVIÇOS DE SAÚDEPROGRAMA  DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUO DE SERVIÇOS DE SAÚDE
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUO DE SERVIÇOS DE SAÚDE
 
Gerenciamento de resíduos biológicos (resíduos de serviços de saúde)
Gerenciamento de resíduos biológicos (resíduos de serviços de saúde)Gerenciamento de resíduos biológicos (resíduos de serviços de saúde)
Gerenciamento de resíduos biológicos (resíduos de serviços de saúde)
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
 
Gerenciamento de resíduos biológicos
Gerenciamento de resíduos biológicosGerenciamento de resíduos biológicos
Gerenciamento de resíduos biológicos
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
 
Gerenciamento de resíduos
Gerenciamento de resíduosGerenciamento de resíduos
Gerenciamento de resíduos
 
Aula biossegurança
Aula biossegurançaAula biossegurança
Aula biossegurança
 
Aula 4 biossegurança ii
Aula 4   biossegurança iiAula 4   biossegurança ii
Aula 4 biossegurança ii
 
Aula Central de material Esterilizado
Aula Central de material EsterilizadoAula Central de material Esterilizado
Aula Central de material Esterilizado
 
Biosseguranca
Biosseguranca  Biosseguranca
Biosseguranca
 
Aula biossegurança
Aula biossegurançaAula biossegurança
Aula biossegurança
 

Destaque

Gestão de resíduos hospitalares
Gestão de resíduos hospitalaresGestão de resíduos hospitalares
Gestão de resíduos hospitalares
ミゲル ソレッス
 
Residuos hospitalares
Residuos hospitalares Residuos hospitalares
Residuos hospitalares
micaelaneves
 
Os Resíduos dos Serviços de Saúde
Os Resíduos dos Serviços de SaúdeOs Resíduos dos Serviços de Saúde
Os Resíduos dos Serviços de Saúde
Wagner Rodrigues
 
Os diferentes tipos de resíduos
Os diferentes tipos de resíduosOs diferentes tipos de resíduos
Os diferentes tipos de resíduos
Raúl Freitas
 
10 lixo hospitalar[1]
10 lixo hospitalar[1]10 lixo hospitalar[1]
10 lixo hospitalar[1]
Renatbar
 
Resíduos hospitalares enquadramento
Resíduos hospitalares   enquadramentoResíduos hospitalares   enquadramento
Resíduos hospitalares enquadramento
Arménio Rocha
 
Manual do funcionário 2 hospitalar
Manual do funcionário 2   hospitalarManual do funcionário 2   hospitalar
Manual do funcionário 2 hospitalar
Leonardo de Freitas Soares
 
IFAM - SEDF12 - GESTÃO AMBIENTAL, GRUPO III: Gestão de Resíduos Hospitalares
IFAM - SEDF12 - GESTÃO AMBIENTAL, GRUPO III: Gestão de Resíduos HospitalaresIFAM - SEDF12 - GESTÃO AMBIENTAL, GRUPO III: Gestão de Resíduos Hospitalares
IFAM - SEDF12 - GESTÃO AMBIENTAL, GRUPO III: Gestão de Resíduos Hospitalares
Gabriel Almeida
 
Apresentação workshop sobre reciclagem e sustentabilidade na transformação de...
Apresentação workshop sobre reciclagem e sustentabilidade na transformação de...Apresentação workshop sobre reciclagem e sustentabilidade na transformação de...
Apresentação workshop sobre reciclagem e sustentabilidade na transformação de...
C. A. Poliuretanos Consultoria Ltda
 
Saude noeli
Saude noeliSaude noeli
Mercado de trabalho e perspectiva da Radiologia
Mercado de trabalho e perspectiva da RadiologiaMercado de trabalho e perspectiva da Radiologia
Mercado de trabalho e perspectiva da Radiologia
Herculys Douglas Clímaco Marques
 
Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
Segurança no Trabalho em Serviços de SaúdeSegurança no Trabalho em Serviços de Saúde
Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
José Carlos Nascimento
 
LEGISLAÇÃO RADIOLÓGICA
LEGISLAÇÃO RADIOLÓGICALEGISLAÇÃO RADIOLÓGICA
LEGISLAÇÃO RADIOLÓGICA
Herculys Douglas Clímaco Marques
 
Nr 32 treinamento básico
Nr 32 treinamento básicoNr 32 treinamento básico
Nr 32 treinamento básico
Ythia Karla
 
Proteção Radiologica palestra
Proteção Radiologica palestraProteção Radiologica palestra
Proteção Radiologica palestra
Renata Cristina
 
Aula radioproteção
Aula radioproteçãoAula radioproteção
Aula radioproteção
Marcos Paulo Castro
 
NR 32
NR 32 NR 32
Suporte Básico de Vida
Suporte Básico de Vida  Suporte Básico de Vida
Suporte Básico de Vida
Msaude
 
Suporte Básico de Vida
Suporte Básico de VidaSuporte Básico de Vida
Suporte Básico de Vida
Luis Caetano
 
Trabalho Riscos BiolóGicos
Trabalho Riscos BiolóGicosTrabalho Riscos BiolóGicos
Trabalho Riscos BiolóGicos
Cintia Rocha de Alvarenga
 

Destaque (20)

Gestão de resíduos hospitalares
Gestão de resíduos hospitalaresGestão de resíduos hospitalares
Gestão de resíduos hospitalares
 
Residuos hospitalares
Residuos hospitalares Residuos hospitalares
Residuos hospitalares
 
Os Resíduos dos Serviços de Saúde
Os Resíduos dos Serviços de SaúdeOs Resíduos dos Serviços de Saúde
Os Resíduos dos Serviços de Saúde
 
Os diferentes tipos de resíduos
Os diferentes tipos de resíduosOs diferentes tipos de resíduos
Os diferentes tipos de resíduos
 
10 lixo hospitalar[1]
10 lixo hospitalar[1]10 lixo hospitalar[1]
10 lixo hospitalar[1]
 
Resíduos hospitalares enquadramento
Resíduos hospitalares   enquadramentoResíduos hospitalares   enquadramento
Resíduos hospitalares enquadramento
 
Manual do funcionário 2 hospitalar
Manual do funcionário 2   hospitalarManual do funcionário 2   hospitalar
Manual do funcionário 2 hospitalar
 
IFAM - SEDF12 - GESTÃO AMBIENTAL, GRUPO III: Gestão de Resíduos Hospitalares
IFAM - SEDF12 - GESTÃO AMBIENTAL, GRUPO III: Gestão de Resíduos HospitalaresIFAM - SEDF12 - GESTÃO AMBIENTAL, GRUPO III: Gestão de Resíduos Hospitalares
IFAM - SEDF12 - GESTÃO AMBIENTAL, GRUPO III: Gestão de Resíduos Hospitalares
 
Apresentação workshop sobre reciclagem e sustentabilidade na transformação de...
Apresentação workshop sobre reciclagem e sustentabilidade na transformação de...Apresentação workshop sobre reciclagem e sustentabilidade na transformação de...
Apresentação workshop sobre reciclagem e sustentabilidade na transformação de...
 
Saude noeli
Saude noeliSaude noeli
Saude noeli
 
Mercado de trabalho e perspectiva da Radiologia
Mercado de trabalho e perspectiva da RadiologiaMercado de trabalho e perspectiva da Radiologia
Mercado de trabalho e perspectiva da Radiologia
 
Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
Segurança no Trabalho em Serviços de SaúdeSegurança no Trabalho em Serviços de Saúde
Segurança no Trabalho em Serviços de Saúde
 
LEGISLAÇÃO RADIOLÓGICA
LEGISLAÇÃO RADIOLÓGICALEGISLAÇÃO RADIOLÓGICA
LEGISLAÇÃO RADIOLÓGICA
 
Nr 32 treinamento básico
Nr 32 treinamento básicoNr 32 treinamento básico
Nr 32 treinamento básico
 
Proteção Radiologica palestra
Proteção Radiologica palestraProteção Radiologica palestra
Proteção Radiologica palestra
 
Aula radioproteção
Aula radioproteçãoAula radioproteção
Aula radioproteção
 
NR 32
NR 32 NR 32
NR 32
 
Suporte Básico de Vida
Suporte Básico de Vida  Suporte Básico de Vida
Suporte Básico de Vida
 
Suporte Básico de Vida
Suporte Básico de VidaSuporte Básico de Vida
Suporte Básico de Vida
 
Trabalho Riscos BiolóGicos
Trabalho Riscos BiolóGicosTrabalho Riscos BiolóGicos
Trabalho Riscos BiolóGicos
 

Semelhante a Resíduo hospitalar

Rita_congresso_biosseguranca_2016.pdf
Rita_congresso_biosseguranca_2016.pdfRita_congresso_biosseguranca_2016.pdf
Rita_congresso_biosseguranca_2016.pdf
Andréia Silva
 
Resíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptx
Resíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptxResíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptx
Resíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptx
RaquelOlimpio1
 
Resíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptx
Resíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptxResíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptx
Resíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptx
RaquelOlimpio1
 
Cep 5 grss_2_cartilha
Cep 5 grss_2_cartilhaCep 5 grss_2_cartilha
Cep 5 grss_2_cartilha
Célia Bernardo
 
RESIDOS HOSPITALARES
                  RESIDOS HOSPITALARES                  RESIDOS HOSPITALARES
RESIDOS HOSPITALARES
wgnwagner
 
Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 2018
Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 2018Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 2018
Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 2018
Flávio Rocha
 
Manual 0906
Manual 0906Manual 0906
Manual 0906
Lívia Oliveira
 
Biossegurança gerenciamento de residuos 1.pdf
Biossegurança gerenciamento de residuos 1.pdfBiossegurança gerenciamento de residuos 1.pdf
Biossegurança gerenciamento de residuos 1.pdf
potgasAce
 
Importância ambiental do gerenciamento dos resíduos hospitalares
Importância ambiental do gerenciamento dos resíduos hospitalaresImportância ambiental do gerenciamento dos resíduos hospitalares
Importância ambiental do gerenciamento dos resíduos hospitalares
Conceicao Santos
 
Manual
ManualManual
3e98760d.pptx
3e98760d.pptx3e98760d.pptx
3e98760d.pptx
JohnAlcntara
 
Cartilha pgrssa
Cartilha pgrssaCartilha pgrssa
Cartilha pgrssa
Raquel Braga
 
Residuosdos servicosdesaude ebserh-see_15052014
Residuosdos servicosdesaude ebserh-see_15052014Residuosdos servicosdesaude ebserh-see_15052014
Residuosdos servicosdesaude ebserh-see_15052014
DanieladaGraadeOlive
 
Trab de biologia e saude
Trab de biologia e saudeTrab de biologia e saude
Trab de biologia e saude
Maria Menezes
 
Gestão de resíduos químicos
Gestão de resíduos químicosGestão de resíduos químicos
Gestão de resíduos químicos
Ítalo Azevedo Araújo
 
2ª Edição do 1º Seminário CME - Sobre Resíduos Hospitalares Frente a RDC 15-2014
2ª Edição do 1º Seminário CME - Sobre Resíduos Hospitalares Frente a RDC 15-20142ª Edição do 1º Seminário CME - Sobre Resíduos Hospitalares Frente a RDC 15-2014
2ª Edição do 1º Seminário CME - Sobre Resíduos Hospitalares Frente a RDC 15-2014
Seminário CME
 
AULA 01 - SAÚDE AMBIENTAL - RESIDUOS SOLIDOS N2 2023.pptx
AULA 01 - SAÚDE AMBIENTAL - RESIDUOS SOLIDOS N2 2023.pptxAULA 01 - SAÚDE AMBIENTAL - RESIDUOS SOLIDOS N2 2023.pptx
AULA 01 - SAÚDE AMBIENTAL - RESIDUOS SOLIDOS N2 2023.pptx
ArmstrongMelo
 
Biossegurança e resíduos de serviços de saúde (1).pptx
Biossegurança e resíduos de serviços de saúde (1).pptxBiossegurança e resíduos de serviços de saúde (1).pptx
Biossegurança e resíduos de serviços de saúde (1).pptx
ssuser51d27c1
 
Seminário de controle de infecção/nutrição Lactário
Seminário de controle de infecção/nutrição LactárioSeminário de controle de infecção/nutrição Lactário
Seminário de controle de infecção/nutrição Lactário
André Luiz de Albuquerque
 
AULA 13.pptx
AULA 13.pptxAULA 13.pptx
AULA 13.pptx
VanessaPereira757054
 

Semelhante a Resíduo hospitalar (20)

Rita_congresso_biosseguranca_2016.pdf
Rita_congresso_biosseguranca_2016.pdfRita_congresso_biosseguranca_2016.pdf
Rita_congresso_biosseguranca_2016.pdf
 
Resíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptx
Resíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptxResíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptx
Resíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptx
 
Resíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptx
Resíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptxResíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptx
Resíduos de serviço de saúde e lixo hospitalar.pptx
 
Cep 5 grss_2_cartilha
Cep 5 grss_2_cartilhaCep 5 grss_2_cartilha
Cep 5 grss_2_cartilha
 
RESIDOS HOSPITALARES
                  RESIDOS HOSPITALARES                  RESIDOS HOSPITALARES
RESIDOS HOSPITALARES
 
Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 2018
Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 2018Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 2018
Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 2018
 
Manual 0906
Manual 0906Manual 0906
Manual 0906
 
Biossegurança gerenciamento de residuos 1.pdf
Biossegurança gerenciamento de residuos 1.pdfBiossegurança gerenciamento de residuos 1.pdf
Biossegurança gerenciamento de residuos 1.pdf
 
Importância ambiental do gerenciamento dos resíduos hospitalares
Importância ambiental do gerenciamento dos resíduos hospitalaresImportância ambiental do gerenciamento dos resíduos hospitalares
Importância ambiental do gerenciamento dos resíduos hospitalares
 
Manual
ManualManual
Manual
 
3e98760d.pptx
3e98760d.pptx3e98760d.pptx
3e98760d.pptx
 
Cartilha pgrssa
Cartilha pgrssaCartilha pgrssa
Cartilha pgrssa
 
Residuosdos servicosdesaude ebserh-see_15052014
Residuosdos servicosdesaude ebserh-see_15052014Residuosdos servicosdesaude ebserh-see_15052014
Residuosdos servicosdesaude ebserh-see_15052014
 
Trab de biologia e saude
Trab de biologia e saudeTrab de biologia e saude
Trab de biologia e saude
 
Gestão de resíduos químicos
Gestão de resíduos químicosGestão de resíduos químicos
Gestão de resíduos químicos
 
2ª Edição do 1º Seminário CME - Sobre Resíduos Hospitalares Frente a RDC 15-2014
2ª Edição do 1º Seminário CME - Sobre Resíduos Hospitalares Frente a RDC 15-20142ª Edição do 1º Seminário CME - Sobre Resíduos Hospitalares Frente a RDC 15-2014
2ª Edição do 1º Seminário CME - Sobre Resíduos Hospitalares Frente a RDC 15-2014
 
AULA 01 - SAÚDE AMBIENTAL - RESIDUOS SOLIDOS N2 2023.pptx
AULA 01 - SAÚDE AMBIENTAL - RESIDUOS SOLIDOS N2 2023.pptxAULA 01 - SAÚDE AMBIENTAL - RESIDUOS SOLIDOS N2 2023.pptx
AULA 01 - SAÚDE AMBIENTAL - RESIDUOS SOLIDOS N2 2023.pptx
 
Biossegurança e resíduos de serviços de saúde (1).pptx
Biossegurança e resíduos de serviços de saúde (1).pptxBiossegurança e resíduos de serviços de saúde (1).pptx
Biossegurança e resíduos de serviços de saúde (1).pptx
 
Seminário de controle de infecção/nutrição Lactário
Seminário de controle de infecção/nutrição LactárioSeminário de controle de infecção/nutrição Lactário
Seminário de controle de infecção/nutrição Lactário
 
AULA 13.pptx
AULA 13.pptxAULA 13.pptx
AULA 13.pptx
 

Resíduo hospitalar

  • 1. Turma: 50 Nome: Ezequiel Sergio Nome: Rafael Rodrigues 11 de maio 2015
  • 2. Instituto Data Brasil Edutec. 11 de maio de 2015 Página2 Resíduo hospitalar Os resíduos de serviços de saúde (RSS), comumente associados à denominação lixo hospitalar ou resíduo hospitalar, é o nome que se dá aos resíduos originários de ações médicas desenvolvidas em unidades de prestação de cuidados de saúde, em actividades de prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e investigação relacionada com seres humanos ou animais, em farmácias, em actividades médico-legais, de ensino e em quaisquer outras que envolvam procedimentos invasivos, tais como acupunctura, piercings e tatuagens.1 São divididos em: resíduos sólidos; resíduos em estado sólido ou semi-sólido e líquidos cujas particularidades tornem inviável seu lançamento na rede pública de esgotos. Representam uma fonte de riscos à saúde humana e ao meio ambiente, devido principalmente à falta de adoção de procedimentos técnicos adequados no manejo das diferentes frações sólidas e líquidas geradas, como materiais biológicos contaminados e objetos perfurocortantes, peças anatômicas, substâncias tóxicas, inflamáveis e radioativas. Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde O Plano de Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (PGRSS) é o documento que irá apontar e descrever as ações necessárias ao manejo de resíduos gerados nas instituições de saúde. É de competência de todo gerador de resíduos de serviços de saúde elaborar seu PGRSS.
  • 3. Instituto Data Brasil Edutec. 11 de maio de 2015 Página3 Classificação dos RSS Grupo A Resíduos com a possível presença de agentes biológicos, que por suas cracterísticas de maior virulência ou concentração, podem apresentar risco de infecção. Os resíduos do grupo A (apresentam risco devido à presença de agentes biológicos):  sangue e hemoderivados;  Excreções, secreções e líquidos orgânicos;  meios de cultura;  tecidos, órgãos, fetos e peças anatômicas;  filtros de gases aspirados de áreas contaminadas;  resíduos advindos de área de isolamento;  Resíduos alimentares de área de isolamento;  Resíduos de laboratório de análises clínicas;  Resíduos de unidade de atendimento ambiental;  Resíduos de sanitário de unidades de internação;  Objetos perfurocortantes provenientes de estabelecimentos prestadores de serviços de saúde. Os estabelecimentos deverão ter um responsável técnico, devidamente registrado em conselho profissional, para o gerenciamento de seus resíduos. Os resíduos sólidos do grupo A deverão ser acondicionados em sacos plásticos grossos, brancos leitosos e resistentes com simbologia de substância infectante. Devem ser esterilizados ou incinerados.
  • 4. Instituto Data Brasil Edutec. 11 de maio de 2015 Página4 Os perfuro cortantes deverão ser acondicionados em recipientes rígidos, estanques, vedados e identificados com a simbologia de substância infectante. Os resíduos sólidos do grupo A não poderão ser reciclados. Os restos alimentares em natura não poderão ser encaminhados para a alimentação de animais Grupo A1 Culturas e estoques de microrganismos; descarte de vacinas de microrganismos vivos ou atenuados; meios de cultura e instrumentais utilizados para transferência, inoculação ou mistura de culturas. Bolsas transfusionais contendo sangue ou hemocomponentes rejeitadas por contaminação ou por má conservação, ou com prazo de validade vencido, e aquelas oriundas de coleta incompleta. Sobras de amostras de laboratório contendo sangue ou líquidos corpóreos, recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, contendo sangue ou líquidos corpóreos na forma livre. Conduta:  acondicionar para tratamento em sacos brancos leitosos revestidos por sacos vermelhos;  tratamento – processo que garanta Nível III de Inativação Microbiana e desestruturação das características físicas;  acondicionamento para descarte: sacos brancos leitosos. Grupo A2 Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais submetidos a processos de experimentação com inoculação de micro- organismos, bem como suas forrações, e os cadáveres de animais suspeitos de serem portadores de micro-organismos de relevância epidemiológica e com risco de disseminação, que foram submetidos ou não a estudo anatomopatológico ou confirmação diagnóstica. Grupo A3 Resíduos que necessitam de tratamento específico. Peças anatômicas (membros) do ser humano; produto de fecundação sem sinais vitais, com peso menor que 500 gramas ou estatura menor que 25 centímetros ou idade gestacional menor que 20 semanas, que não tenham
  • 5. Instituto Data Brasil Edutec. 11 de maio de 2015 Página5 valor científico ou legal e não tenha havido requisição pelo paciente ou familiar. Conduta:  acondicionar em sacos brancos leitosos revestidos por sacos vermelhos identificados com o símbolo de risco biológico e a inscrição “Peça Anatômica / Produto de Fecundação” e encaminhar ao necrotério;  comunicar o SCIH ou Serviço Social (cada unidade de saúde define) para preenchimento do formulário de autorização para encaminhamento ao Cemitério Municipal. Grupo A4 resíduos que não necessitam de tratamento. Kits de linhas arteriais, endovenosas e deslizadores, quando descartados. Filtros de ar e gases aspirados de área contaminada; membrana filtrante de equipamento médico-hospitalar e de pesquisa, entre outros similares. Sobras de amostras de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e secreções. Resíduos de tecido adiposo proveniente de lipoaspiração, lipoescultura ou outro procedimento de cirurgia plástica que gere este tipo de resíduo. Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, que não contenha sangue ou líquidos corpóreos na forma livre. Peças anatômicas (órgãos e tecidos) e outros resíduos provenientes de procedimentos cirúrgicos ou de estudos anatomopatológicos ou de confirmação diagnóstica. Bolsas transfusionais vazias ou com volume residuais pós- transfusão. Conduta:  acondicionamento para descarte sem necessidade de tratamento: lixeiras brancas identificadas com o símbolo de risco biológico revestidas com sacos brancos leitosos. Grupo A5 Pertence a esse subgrupo: secreções, excreções e demais líquidos orgânicos procedentes de pacientes, e os resíduos contaminados por estes materiais, inclusive restos de refeições.  acondicionamento para descarte deve-se revestido com saco plástico branco leitoso e corretamente identificado, o saco deverá ser substituído após 24 horas ou se preencher 2/3 de sua capacidade total
  • 6. Instituto Data Brasil Edutec. 11 de maio de 2015 Página6 Grupo B Resíduos Químicos. Grupo B1 Citostático e antineoplástico: quimioterápico e produtos por eles contaminado. Grupo B2 Resíduos químicos perigosos: resíduo tóxico, inflamável,reativo, mutagênicos, corrosivos, explosivos, genotóxico e líquidos reveladores radiográficos. Grupo B3 Resíduo e produto farmacêutico: medicamentos vencidos interditados e/ou contaminados. Grupo C Quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista. São enquadrados neste grupo, todos os resíduos dos grupos A, B e D contaminados com radionuclídeos, provenientes de laboratório de análises clínicas, serviços de medicina nuclear e radioterapia. Estes resíduos quando gerados, devem ser identificados com o símbolo internacional de substância radioativa, separados de acordo com a natureza física do material, do elemento radioativos presente e o tempo de decaimento necessário para atingir o limite de eliminação, de acordo com a NE 605 da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). Devido as suas características de periculosidade, é aconselhável que os resíduos sejam manejados por pessoal capacitado. Onde são descartados esses materiais.
  • 7. Instituto Data Brasil Edutec. 11 de maio de 2015 Página7 Grupo D Resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente. Suas características são similares às dos resíduos domiciliares. Papel de uso sanitário e fralda, absorventes higiênicos. Peças descartáveis de vestuário. Resto alimentar de pacientes. Material utilizado em anti- sepsia e hemostasia de venóclises – punção. Equipo de soro e outros similares não classificados como A1 ou A4. Resíduos de gesso provenientes de assistência à saúde. Sobras de alimentos e do preparo de alimentos. Resto alimentar de refeitório. Resíduos provenientes das áreas administrativas. Resíduos de varrição, flores, podas de jardins. Os resíduos do grupo D não recicláveis e/ou orgânicos devem ser acondicionados nas lixeiras cinza devidamente identificadas, revestidas com sacos de lixo preto ou cinza. Os resíduos recicláveis devem ser acondicionados nas lixeiras coloridas, identificadas. Grupo E Materiais perfuro cortantes ou escarificantes: objetos e instrumentos contendo cantos, bordas, pontas ou protuberâncias rígidas e agudas, capazes de cortar ou perfurar. Lâminas de barbear, agulhas, escalpes, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, tubos capilares, lancetas, ampolas de vidro, micropipetas, lâminas e lamínulas, espátulas. Todos os utensílios de vidro quebrados no laboratório (pipetas, tubos, de coleta sanguínea e placas de Petri) e outros similares. Devem ser descartados separadamente em recipientes rígidos, resistentes à punctura, ruptura e vazamento, com tampa, devidamente identificados, sendo expressamente proibido o esvaziamento desses recipientes para o seu reaproveitamento. Os perfurocortantes, uma vez colocados em seus recipientes, não devem der removidos por razão alguma. É importante observar o limite máximo permitido para o preenchimento de cada recipiente, para evitar acidentes.
  • 8. Instituto Data Brasil Edutec. 11 de maio de 2015 Página8 “As agulhas descartáveis devem ser desprezadas juntamente com as seringas, quando descartáveis, sendo proibido reencapá-las ou proceder a sua retirada manualmente” (ANVISA, 2004). Especiais Radioativos compostos por materiais diversos, expostos à radiação; resíduos farmacêuticos, como medicamentos vencidos e contaminados; e resíduos químicos perigosos (tóxicos, corrosivos, inflamáveis, mercúrio). Recomendações Resíduos infectantes não poderão ser dispostos no meio ambiente sem prévio tratamento ou reciclados.  Restos alimentares não poderão ser encaminhados para alimentação de animais. Referências Bibliografia  Guia para organização e dimensionamento de eco centro hospitalar  APOSTILA SENAC MINAS  classificação de resíduos de saúde  Lixo hospitalar: Conheça este problema