SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 39
Baixar para ler offline
Prof Clauber
Ementa
CH
 68 h
 Objetivo:
 Introduzir os conceitos fundamentais da
eletroquímica.

Ementa
Termodinâmica eletroquímica
 Noções gerais sobre dupla camada elétrica e
seus principais modelos estruturais,
 cinética eletroquímica,
 exemplos de processos eletroquímicos:
 baterias e pilhas e
 corrosão.

Ementa


Noções sobre as principais técnicas
eletroquímicas:
 voltametrias
 voltametrias



de varredura de potencial e
de pulso.

Apresentação de experimentos eletroquímicos
elaborados pelos alunos como prática docente
no contexto do ensino médio de Química.


Bibliografia Básica:
 ATKINS, P. W. Físico-Química. 6.ed. Rio de
Janeiro: LTC, 1999. Vol. 1, 2 e 3.
 CASTELLAN, G. Fundamentos de Físico-Química.
Rio de Janeiro: LTC, 1986.
 MOORE, W. J. Físico-Química. São Paulo: Edgard
Blücher Ltda: EDUSP, 1976. Vol.1 e 2.
 BARD, A. J.; FAULKNER, L. R. Electrochemical
Methods: Fundamentals and Aplications. 2ª.ed.
New York: John Wiley & Sons, Inc., 2001.


Bibliografia Complementar:
 BOCKRIS, J. O. M.; REDDY, A. K. N. Modern
Eletrochemistry. New York: Plenum, 1970. Vol 1 e 2.
 BRETT, A. M.; BRETT, C. M. A. Eletroquímica:
princípios, métodos e aplicações. Coimbra:
Almedina, 1996.
 DENARO, A. R. Fundamentos de Eletroquímica. São
Paulo: Edgard Blücher Ltda, 1974.
 OLDHAM, K. B.; MYLAND, J. C. Fundamentals of
Electrochemical Science. New York: Academic Press,
1994.


Bibliografia Complementar:
 SKOOG, D. A.; HOLLER, F. J.; NIEMAN, T. Principles of
Instrumental Analysis. Philadelphia: Saunders,1998.
 TICIANELLI, E. A.; GONZALEZ, E. R. Eletroquímica. São Paulo:
EDUSP, 1998.
 WANG, J. Analytical Electrochemistry. New York: VCH, 1995.


Eletroquímica é o ramo da química preocupada
com a inter-relação dos efeitos elétricos e
químicos.



Uma grande parte deste campo lida com o
estudo das alterações químicas provocadas pela
passagem de uma corrente elétrica e da
produção de energia elétrica por meio de
reações químicas.
O campo da eletroquímica


Uma enorme variedade de fenômenos
diferentes (por exemplo, eletroforese e
corrosão),



Dispositivos (displays eletrocrômicos, sensores
eletroanalítica, baterias e células de
combustível) e



Tecnologias (a galvanização de metais e de
grande escala produção de alumínio e cloro).
História da Eletricidade e
Eletroquímica


A História da Eletricidade começa na
Antiguidade, a partir da Grécia Antiga.



Segundo Tales de Mileto, ao se esfregar um
pedaço de âmbar com pele de carneiro, era
possível observar que pedaços de palha eram
atraídos pelo âmbar.

Fonte: Blog da eletroquímica. http://eletroquimic.blogspot.com/2007/11/histria-da-eletricidade-eeletroqumica_27.html
História da Eletricidade e
Eletroquímica


A palavra eléktron (ἤλεκτρον) significa âmbar
em grego.



Em relação ao seu desenvolvimento no Oriente,
especula-se que objetos encontrados no Iraque,
datados de 250 a.C., seriam utilizados como um
tipo de bateria.

Fonte: Blog da eletroquímica. http://eletroquimic.blogspot.com/2007/11/histria-da-eletricidade-eeletroqumica_27.html
Galvani


No século XVIII, a partir de estudos, realizados
em coxas de rã descobriu que músculos e células
nervosas eram capazes de produzir eletricidade,
que ficou conhecida então como a eletricidade
galvânica.



Mais tarde, Galvani demonstrou que essa
eletricidade é originária de reações químicas.
http://www.art247.com/Photo/40108-Galvani-frog-Exp----4
Vídeo:
Experimento de Humphry
Davy


Foram decompostas soluções de vários sais
empregando a energia elétrica proveniente de

uma pilha,


tais como o isolamento do sódio e do potássio

de seus hidróxidos feita por Sir Humphry Davy
(1801)
Faraday


Realizou pesquisas e elaborou teorias que
constituíram os fundamentos da eletroquímica e
do eletromagnetismo.



Os estudos realizados sobre a eletrólise de
soluções de sais, ácidos e bases, serviram para
obter as leis básicas da eletrólise (1834),
relacionando a ação química produzida pela
corrente e a quantidade de eletricidade


Josiah Willard Gibbs demonstrou (1875) que a
possibilidade de uma reação química ocorrer
poderia ser avaliada pela diferença de potencial
em uma célula galvânica.



Walther Nernst (1889) estudou sistemas em
equilíbrio e relacionou o potencial da célula com
a concentração das substâncias químicas
utilizadas.


Svante Arrhenius (1887) explicou a condutância
elétrica de soluções em termos de migração de
íons e equilíbrio entre íons e moléculas.



Em 1923, Peter Debye (prêmio Nobel em
Química em 1936) e Erich Hückel explicaram a
condutância, o potencial eletroquímico e outras
propriedades de soluções iônicas.
O que é corrente elétrica?


A corrente elétrica é o movimento ordenado de
cargas elétricas, através de um condutor elétrico.



Ela pode ser definida como corrente elétrica real
(sentido do movimento dos elétrons) e corrente
elétrica convencional (consiste no movimento de
cargas positivas).

http://www.novafisica.net/conte
udo/cont-3-corrente3.htm
Condições para que ocorra uma
corrente elétrica num condutor


É necessário duas coisas fundamentais:
 uma

diferença de potencial, capaz de atrair os
elétrons e



um meio de propagação que permita sua
passagem.
O que ocorre dentro dos
condutores


Há muitos elétrons livres descrevendo um movimento
caótico, sem direção determinada.

Aplicação de
uma
diferença de
potencial
externo (ex.:
bateria)

Estabelecime
nto de um
campo
elétrico
interno

Os elétrons
passam a se
movimentar
numa certa
ordem

Estabelecime
nto de uma
corrente
elétrica
Tipos de corrente elétrica
Corrente contínua:
 É aquela cujo sentido se mantém constante.
Ex: corrente de uma bateria de carro, pilha,
etc.
 Corrente alternada:
 É aquela cujo sentido varia alternadamente.
Ex: corrente usada nas residências.

Condutores - Soluções
Iônicas e Moleculares


Para que ocorra a corrente elétrica, é necessário
um meio de propagação que permita a
passagem dos elétrons.



O meio condutor pode ser qualquer meio
material (constituído por matéria).



Portanto, alguns são bons condutores e outros
são maus condutores (isolantes), ou seja, alguns
permitem facilmente a passagem dos elétrons,
outros dificultam e outros impedem.
Condução de corrente
elétrica em uma solução
Mas para uma solução permitir a condução de
corrente, uma coisa é fundamental:
 a presença de íons.
 Dessa forma, as substâncias iônicas (quando em
solução ou líquidas) liberam íons, portanto,
conduzem corrente elétrica.
 Já as substâncias moleculares (quando em
solução), se não sofrerem ionização não
conduzem corrente elétrica.

Condutores líquidos


São as soluções básicas, ácidas ou salinas.



Nestes condutores, a corrente elétrica é
constituída pelo movimento de íons em dois
sentidos (cátions no sentido de campo elétrico
negativo e ânions que se deslocam no sentido
oposto).



Estes condutores são chamados
 Eletrólitos.
Condutores gasoss


Os gases em geral são isolantes, mas, quando
ionizados tornam-se condutores.
Condutores sólidos
Normalmente os metais, como o ouro, a prata e
o cobre são citados como condutores
 Nos metais a corrente elétrica é constituída pelo
movimento de elétrons que vão passando de um
átomo a outro com grande facilidade,
deslocando-se em sentido oposto ao do campo.

E os outros Condutores
sólidos?


Já outros sólidos como a madeira, o papel e o
plástico são citados como não condutores, pois

não permitem a passagem de fluxo de elétrons,
ou deixam passar apenas um pequeno número
deles.


A primeira pilha foi criada em 1800, por
Alessandro Volta, que utilizava discos de cobre e
zinco, separadas por algodão embebido em
solução salina.



Os discos foram chamados de eletrodos, sendo
que os elétrons saiam do zinco para o cobre,
fazendo uma pequena corrente fluir.
Pilha de Volta. Fonte:
http://educar.sc.usp.br/licenciatura/2006/Pilha_de_Daniel/pilha_de_Daniell.html
http://quimicanafacu.blogspot.com/2010/03/pilha-de-daniell.html
Em 1836, John Frederick Daniell construiu uma
pilha com eletrodos de cobre e zinco, mas cada
eletrodo ficava em uma cela individual, o que
aumentava a eficiência da pilha, pois ela possuia
um tubo que ligava as duas cubas, este tupo foi
chamado de ponte salina.
 Esta pilha ficou conhecida como pilha de Daniell.

01 aula introdução eletroquímica

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Eletroquimica PILHAS
Eletroquimica PILHASEletroquimica PILHAS
Eletroquimica PILHASAna Dias
 
Eletroquímica Para Jovens do Ensino Médio
Eletroquímica Para Jovens do Ensino MédioEletroquímica Para Jovens do Ensino Médio
Eletroquímica Para Jovens do Ensino MédioRene Lins
 
Funções Inorgânicas
Funções InorgânicasFunções Inorgânicas
Funções Inorgânicasloirissimavivi
 
Propriedades coligativas
Propriedades coligativasPropriedades coligativas
Propriedades coligativasLucas Tardim
 
Cinética Química - Fisico-química
Cinética Química - Fisico-químicaCinética Química - Fisico-química
Cinética Química - Fisico-químicaDanilo Alves
 
Isomeria Geométrica
Isomeria GeométricaIsomeria Geométrica
Isomeria GeométricaPaulo Filho
 
Relatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo II
Relatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo IIRelatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo II
Relatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo IIErica Souza
 
FUNÇÕES INORGÂNICAS COMPLETO
FUNÇÕES INORGÂNICAS COMPLETOFUNÇÕES INORGÂNICAS COMPLETO
FUNÇÕES INORGÂNICAS COMPLETOSilvio Gentil
 
Evolução dos modelos atômicos
Evolução dos modelos atômicosEvolução dos modelos atômicos
Evolução dos modelos atômicosMarivane Biazus
 

Mais procurados (20)

Eletroquimica PILHAS
Eletroquimica PILHASEletroquimica PILHAS
Eletroquimica PILHAS
 
Eletroquímica Para Jovens do Ensino Médio
Eletroquímica Para Jovens do Ensino MédioEletroquímica Para Jovens do Ensino Médio
Eletroquímica Para Jovens do Ensino Médio
 
Funções Inorgânicas
Funções InorgânicasFunções Inorgânicas
Funções Inorgânicas
 
Aula sobre ligações químicas
Aula sobre ligações químicasAula sobre ligações químicas
Aula sobre ligações químicas
 
Pilha e eletrolise
Pilha e eletrolisePilha e eletrolise
Pilha e eletrolise
 
Pilhas - eletroquímica
Pilhas - eletroquímicaPilhas - eletroquímica
Pilhas - eletroquímica
 
Propriedades coligativas
Propriedades coligativasPropriedades coligativas
Propriedades coligativas
 
Aula 8 -_proc_redox
Aula 8 -_proc_redoxAula 8 -_proc_redox
Aula 8 -_proc_redox
 
Eletroquímica
EletroquímicaEletroquímica
Eletroquímica
 
Reações Químicas
Reações QuímicasReações Químicas
Reações Químicas
 
Cinética Química - Fisico-química
Cinética Química - Fisico-químicaCinética Química - Fisico-química
Cinética Química - Fisico-química
 
Aula termoquímica
Aula termoquímicaAula termoquímica
Aula termoquímica
 
Gases e transformações
Gases  e transformaçõesGases  e transformações
Gases e transformações
 
Isomeria Geométrica
Isomeria GeométricaIsomeria Geométrica
Isomeria Geométrica
 
Aula Digital de Química - Ácidos e Bases
Aula Digital de Química - Ácidos e BasesAula Digital de Química - Ácidos e Bases
Aula Digital de Química - Ácidos e Bases
 
Aula 03 - Estrutura dos átomos e moléculas
Aula 03 - Estrutura dos átomos e moléculasAula 03 - Estrutura dos átomos e moléculas
Aula 03 - Estrutura dos átomos e moléculas
 
Eletroquímica
EletroquímicaEletroquímica
Eletroquímica
 
Relatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo II
Relatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo IIRelatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo II
Relatorio de Química analítica Qualitativa cátions grupo II
 
FUNÇÕES INORGÂNICAS COMPLETO
FUNÇÕES INORGÂNICAS COMPLETOFUNÇÕES INORGÂNICAS COMPLETO
FUNÇÕES INORGÂNICAS COMPLETO
 
Evolução dos modelos atômicos
Evolução dos modelos atômicosEvolução dos modelos atômicos
Evolução dos modelos atômicos
 

Destaque

Eletroquímica - células eletrolíticas
Eletroquímica  -  células eletrolíticasEletroquímica  -  células eletrolíticas
Eletroquímica - células eletrolíticasstagewd
 
Eletroquimica e pilhas
Eletroquimica e pilhasEletroquimica e pilhas
Eletroquimica e pilhasKaires Braga
 
Eletroquímica eletrólise
Eletroquímica   eletróliseEletroquímica   eletrólise
Eletroquímica eletróliseQuimica Ensino
 
Aula i fbaiano_eletroquimica
Aula i fbaiano_eletroquimicaAula i fbaiano_eletroquimica
Aula i fbaiano_eletroquimicaSaulo Luis Capim
 
Aula de química para o Enem - Eletroquímica: Pilhas e baterias - Módulo 2
Aula de química para o Enem -  Eletroquímica: Pilhas e baterias - Módulo 2Aula de química para o Enem -  Eletroquímica: Pilhas e baterias - Módulo 2
Aula de química para o Enem - Eletroquímica: Pilhas e baterias - Módulo 2Maiquel Vieira
 
Célula Eletrolítica
Célula EletrolíticaCélula Eletrolítica
Célula EletrolíticaMarco Coghi
 
Aula 16 -_eletroquímica
Aula 16 -_eletroquímicaAula 16 -_eletroquímica
Aula 16 -_eletroquímicaLukasSeize
 
Química – oxirredução
Química – oxirreduçãoQuímica – oxirredução
Química – oxirreduçãoIsmael Alves
 
Aula eletroquimica
Aula eletroquimica Aula eletroquimica
Aula eletroquimica vargastania
 
Eletrólise aquosa
Eletrólise aquosaEletrólise aquosa
Eletrólise aquosaEdson Karot
 
Eletroquímica prof.ana cristina
Eletroquímica prof.ana cristinaEletroquímica prof.ana cristina
Eletroquímica prof.ana cristinaAna Dias
 
Reações oxirreduçao: pilhas e baterias
Reações oxirreduçao: pilhas e bateriasReações oxirreduçao: pilhas e baterias
Reações oxirreduçao: pilhas e bateriasMaiquel Vieira
 

Destaque (20)

TEORIA da ELETROQUÍMICA
TEORIA da ELETROQUÍMICATEORIA da ELETROQUÍMICA
TEORIA da ELETROQUÍMICA
 
Eletroquímica - células eletrolíticas
Eletroquímica  -  células eletrolíticasEletroquímica  -  células eletrolíticas
Eletroquímica - células eletrolíticas
 
Eletroquimica e pilhas
Eletroquimica e pilhasEletroquimica e pilhas
Eletroquimica e pilhas
 
Prof.José Roberto - eletrólise
Prof.José Roberto -  eletróliseProf.José Roberto -  eletrólise
Prof.José Roberto - eletrólise
 
Eletroquímica eletrólise
Eletroquímica   eletróliseEletroquímica   eletrólise
Eletroquímica eletrólise
 
Aula i fbaiano_eletroquimica
Aula i fbaiano_eletroquimicaAula i fbaiano_eletroquimica
Aula i fbaiano_eletroquimica
 
Aula de química para o Enem - Eletroquímica: Pilhas e baterias - Módulo 2
Aula de química para o Enem -  Eletroquímica: Pilhas e baterias - Módulo 2Aula de química para o Enem -  Eletroquímica: Pilhas e baterias - Módulo 2
Aula de química para o Enem - Eletroquímica: Pilhas e baterias - Módulo 2
 
Eletroquímica
EletroquímicaEletroquímica
Eletroquímica
 
Célula Eletrolítica
Célula EletrolíticaCélula Eletrolítica
Célula Eletrolítica
 
Aula 16 -_eletroquímica
Aula 16 -_eletroquímicaAula 16 -_eletroquímica
Aula 16 -_eletroquímica
 
Química – oxirredução
Química – oxirreduçãoQuímica – oxirredução
Química – oxirredução
 
Eletroquímica
EletroquímicaEletroquímica
Eletroquímica
 
Aula eletroquimica
Aula eletroquimica Aula eletroquimica
Aula eletroquimica
 
Eletroquímica
EletroquímicaEletroquímica
Eletroquímica
 
Oxirreducao
OxirreducaoOxirreducao
Oxirreducao
 
Eletrólise aquosa
Eletrólise aquosaEletrólise aquosa
Eletrólise aquosa
 
Isomeria
IsomeriaIsomeria
Isomeria
 
Eletroquímica prof.ana cristina
Eletroquímica prof.ana cristinaEletroquímica prof.ana cristina
Eletroquímica prof.ana cristina
 
Reações oxirreduçao: pilhas e baterias
Reações oxirreduçao: pilhas e bateriasReações oxirreduçao: pilhas e baterias
Reações oxirreduçao: pilhas e baterias
 
Eletroquímica
Eletroquímica Eletroquímica
Eletroquímica
 

Semelhante a 01 aula introdução eletroquímica

Semelhante a 01 aula introdução eletroquímica (20)

Classificação dos Materiais
Classificação dos MateriaisClassificação dos Materiais
Classificação dos Materiais
 
Reatividade metais 2006
Reatividade metais 2006Reatividade metais 2006
Reatividade metais 2006
 
propriedades físicas dos materiais
propriedades  físicas dos materiaispropriedades  físicas dos materiais
propriedades físicas dos materiais
 
Estrutura atômica 2014 2_aula1
Estrutura atômica 2014 2_aula1Estrutura atômica 2014 2_aula1
Estrutura atômica 2014 2_aula1
 
2. teoria atômica
2. teoria atômica2. teoria atômica
2. teoria atômica
 
Excel Básico Nova Apresentação Excel Básico.pptx
Excel Básico Nova Apresentação Excel Básico.pptxExcel Básico Nova Apresentação Excel Básico.pptx
Excel Básico Nova Apresentação Excel Básico.pptx
 
Estrutura2
Estrutura2Estrutura2
Estrutura2
 
Pilhas
PilhasPilhas
Pilhas
 
Aula 1 história da eletricidade
Aula 1   história da eletricidadeAula 1   história da eletricidade
Aula 1 história da eletricidade
 
Apostila eletricidade - (ita)
Apostila   eletricidade - (ita)Apostila   eletricidade - (ita)
Apostila eletricidade - (ita)
 
Aula02
Aula02Aula02
Aula02
 
Estrutura2
Estrutura2Estrutura2
Estrutura2
 
Pilhas (básico)
Pilhas (básico)Pilhas (básico)
Pilhas (básico)
 
Eletricidade.pptx
Eletricidade.pptxEletricidade.pptx
Eletricidade.pptx
 
Espectrofotometria
EspectrofotometriaEspectrofotometria
Espectrofotometria
 
Evolução do modelo atômico
Evolução do modelo atômicoEvolução do modelo atômico
Evolução do modelo atômico
 
Historia da-energia-nuclear
Historia da-energia-nuclearHistoria da-energia-nuclear
Historia da-energia-nuclear
 
Aula7-12 QT2015.pdf
Aula7-12 QT2015.pdfAula7-12 QT2015.pdf
Aula7-12 QT2015.pdf
 
Aula 8 introdução à eletrostática
Aula 8 introdução à eletrostáticaAula 8 introdução à eletrostática
Aula 8 introdução à eletrostática
 
eletroquimica-121112035001-phpapp02.pptx
eletroquimica-121112035001-phpapp02.pptxeletroquimica-121112035001-phpapp02.pptx
eletroquimica-121112035001-phpapp02.pptx
 

Mais de Clauber Dalmas Rodrigues

Mais de Clauber Dalmas Rodrigues (7)

08 preparo_cana
08  preparo_cana08  preparo_cana
08 preparo_cana
 
Preparo da Cana-de-açúcar
Preparo da Cana-de-açúcarPreparo da Cana-de-açúcar
Preparo da Cana-de-açúcar
 
Caracteristicas da-cana-de-acucar
Caracteristicas da-cana-de-acucarCaracteristicas da-cana-de-acucar
Caracteristicas da-cana-de-acucar
 
Ebah etanol alcoolquímica
Ebah etanol alcoolquímicaEbah etanol alcoolquímica
Ebah etanol alcoolquímica
 
03 recepção da cana-de-açúcar em usina sucroalcooleira
03 recepção da cana-de-açúcar em usina sucroalcooleira03 recepção da cana-de-açúcar em usina sucroalcooleira
03 recepção da cana-de-açúcar em usina sucroalcooleira
 
02 A produção e produtividade de cana-de-açúcar no Brasil e no mundo
02 A produção e produtividade de cana-de-açúcar no Brasil e no mundo02 A produção e produtividade de cana-de-açúcar no Brasil e no mundo
02 A produção e produtividade de cana-de-açúcar no Brasil e no mundo
 
Breve histórico da cana-de-açúcar
Breve histórico da cana-de-açúcarBreve histórico da cana-de-açúcar
Breve histórico da cana-de-açúcar
 

Último

VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOVALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOBiatrizGomes1
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASEdinardo Aguiar
 
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESPRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESpatriciasofiacunha18
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdfDemetrio Ccesa Rayme
 
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdfMapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdfangelicass1
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfEditoraEnovus
 
Atividade com a letra da música Meu Abrigo
Atividade com a letra da música Meu AbrigoAtividade com a letra da música Meu Abrigo
Atividade com a letra da música Meu AbrigoMary Alvarenga
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfdio7ff
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasCassio Meira Jr.
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfcartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfIedaGoethe
 
trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduraAdryan Luiz
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasRicardo Diniz campos
 
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptxDoutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptxThye Oliver
 

Último (20)

VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOVALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
 
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕESPRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
PRÉ-MODERNISMO - GUERRA DE CANUDOS E OS SERTÕES
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
 
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdfMapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
Mapas Mentais - Português - Principais Tópicos.pdf
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
 
Atividade com a letra da música Meu Abrigo
Atividade com a letra da música Meu AbrigoAtividade com a letra da música Meu Abrigo
Atividade com a letra da música Meu Abrigo
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfcartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
 
trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditadura
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
 
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptxDoutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
 

01 aula introdução eletroquímica

  • 2. Ementa CH  68 h  Objetivo:  Introduzir os conceitos fundamentais da eletroquímica. 
  • 3. Ementa Termodinâmica eletroquímica  Noções gerais sobre dupla camada elétrica e seus principais modelos estruturais,  cinética eletroquímica,  exemplos de processos eletroquímicos:  baterias e pilhas e  corrosão. 
  • 4. Ementa  Noções sobre as principais técnicas eletroquímicas:  voltametrias  voltametrias  de varredura de potencial e de pulso. Apresentação de experimentos eletroquímicos elaborados pelos alunos como prática docente no contexto do ensino médio de Química.
  • 5.  Bibliografia Básica:  ATKINS, P. W. Físico-Química. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. Vol. 1, 2 e 3.  CASTELLAN, G. Fundamentos de Físico-Química. Rio de Janeiro: LTC, 1986.  MOORE, W. J. Físico-Química. São Paulo: Edgard Blücher Ltda: EDUSP, 1976. Vol.1 e 2.  BARD, A. J.; FAULKNER, L. R. Electrochemical Methods: Fundamentals and Aplications. 2ª.ed. New York: John Wiley & Sons, Inc., 2001.
  • 6.  Bibliografia Complementar:  BOCKRIS, J. O. M.; REDDY, A. K. N. Modern Eletrochemistry. New York: Plenum, 1970. Vol 1 e 2.  BRETT, A. M.; BRETT, C. M. A. Eletroquímica: princípios, métodos e aplicações. Coimbra: Almedina, 1996.  DENARO, A. R. Fundamentos de Eletroquímica. São Paulo: Edgard Blücher Ltda, 1974.  OLDHAM, K. B.; MYLAND, J. C. Fundamentals of Electrochemical Science. New York: Academic Press, 1994.
  • 7.  Bibliografia Complementar:  SKOOG, D. A.; HOLLER, F. J.; NIEMAN, T. Principles of Instrumental Analysis. Philadelphia: Saunders,1998.  TICIANELLI, E. A.; GONZALEZ, E. R. Eletroquímica. São Paulo: EDUSP, 1998.  WANG, J. Analytical Electrochemistry. New York: VCH, 1995.
  • 8.
  • 9.
  • 10.  Eletroquímica é o ramo da química preocupada com a inter-relação dos efeitos elétricos e químicos.  Uma grande parte deste campo lida com o estudo das alterações químicas provocadas pela passagem de uma corrente elétrica e da produção de energia elétrica por meio de reações químicas.
  • 11. O campo da eletroquímica  Uma enorme variedade de fenômenos diferentes (por exemplo, eletroforese e corrosão),  Dispositivos (displays eletrocrômicos, sensores eletroanalítica, baterias e células de combustível) e  Tecnologias (a galvanização de metais e de grande escala produção de alumínio e cloro).
  • 12.
  • 13. História da Eletricidade e Eletroquímica  A História da Eletricidade começa na Antiguidade, a partir da Grécia Antiga.  Segundo Tales de Mileto, ao se esfregar um pedaço de âmbar com pele de carneiro, era possível observar que pedaços de palha eram atraídos pelo âmbar. Fonte: Blog da eletroquímica. http://eletroquimic.blogspot.com/2007/11/histria-da-eletricidade-eeletroqumica_27.html
  • 14. História da Eletricidade e Eletroquímica  A palavra eléktron (ἤλεκτρον) significa âmbar em grego.  Em relação ao seu desenvolvimento no Oriente, especula-se que objetos encontrados no Iraque, datados de 250 a.C., seriam utilizados como um tipo de bateria. Fonte: Blog da eletroquímica. http://eletroquimic.blogspot.com/2007/11/histria-da-eletricidade-eeletroqumica_27.html
  • 15. Galvani  No século XVIII, a partir de estudos, realizados em coxas de rã descobriu que músculos e células nervosas eram capazes de produzir eletricidade, que ficou conhecida então como a eletricidade galvânica.  Mais tarde, Galvani demonstrou que essa eletricidade é originária de reações químicas.
  • 18. Experimento de Humphry Davy  Foram decompostas soluções de vários sais empregando a energia elétrica proveniente de uma pilha,  tais como o isolamento do sódio e do potássio de seus hidróxidos feita por Sir Humphry Davy (1801)
  • 19. Faraday  Realizou pesquisas e elaborou teorias que constituíram os fundamentos da eletroquímica e do eletromagnetismo.  Os estudos realizados sobre a eletrólise de soluções de sais, ácidos e bases, serviram para obter as leis básicas da eletrólise (1834), relacionando a ação química produzida pela corrente e a quantidade de eletricidade
  • 20.  Josiah Willard Gibbs demonstrou (1875) que a possibilidade de uma reação química ocorrer poderia ser avaliada pela diferença de potencial em uma célula galvânica.  Walther Nernst (1889) estudou sistemas em equilíbrio e relacionou o potencial da célula com a concentração das substâncias químicas utilizadas.
  • 21.  Svante Arrhenius (1887) explicou a condutância elétrica de soluções em termos de migração de íons e equilíbrio entre íons e moléculas.  Em 1923, Peter Debye (prêmio Nobel em Química em 1936) e Erich Hückel explicaram a condutância, o potencial eletroquímico e outras propriedades de soluções iônicas.
  • 22. O que é corrente elétrica?  A corrente elétrica é o movimento ordenado de cargas elétricas, através de um condutor elétrico.  Ela pode ser definida como corrente elétrica real (sentido do movimento dos elétrons) e corrente elétrica convencional (consiste no movimento de cargas positivas). http://www.novafisica.net/conte udo/cont-3-corrente3.htm
  • 23. Condições para que ocorra uma corrente elétrica num condutor  É necessário duas coisas fundamentais:  uma diferença de potencial, capaz de atrair os elétrons e  um meio de propagação que permita sua passagem.
  • 24. O que ocorre dentro dos condutores  Há muitos elétrons livres descrevendo um movimento caótico, sem direção determinada. Aplicação de uma diferença de potencial externo (ex.: bateria) Estabelecime nto de um campo elétrico interno Os elétrons passam a se movimentar numa certa ordem Estabelecime nto de uma corrente elétrica
  • 25. Tipos de corrente elétrica Corrente contínua:  É aquela cujo sentido se mantém constante. Ex: corrente de uma bateria de carro, pilha, etc.  Corrente alternada:  É aquela cujo sentido varia alternadamente. Ex: corrente usada nas residências. 
  • 26. Condutores - Soluções Iônicas e Moleculares  Para que ocorra a corrente elétrica, é necessário um meio de propagação que permita a passagem dos elétrons.  O meio condutor pode ser qualquer meio material (constituído por matéria).  Portanto, alguns são bons condutores e outros são maus condutores (isolantes), ou seja, alguns permitem facilmente a passagem dos elétrons, outros dificultam e outros impedem.
  • 27. Condução de corrente elétrica em uma solução Mas para uma solução permitir a condução de corrente, uma coisa é fundamental:  a presença de íons.  Dessa forma, as substâncias iônicas (quando em solução ou líquidas) liberam íons, portanto, conduzem corrente elétrica.  Já as substâncias moleculares (quando em solução), se não sofrerem ionização não conduzem corrente elétrica. 
  • 28. Condutores líquidos  São as soluções básicas, ácidas ou salinas.  Nestes condutores, a corrente elétrica é constituída pelo movimento de íons em dois sentidos (cátions no sentido de campo elétrico negativo e ânions que se deslocam no sentido oposto).  Estes condutores são chamados  Eletrólitos.
  • 29. Condutores gasoss  Os gases em geral são isolantes, mas, quando ionizados tornam-se condutores.
  • 30. Condutores sólidos Normalmente os metais, como o ouro, a prata e o cobre são citados como condutores  Nos metais a corrente elétrica é constituída pelo movimento de elétrons que vão passando de um átomo a outro com grande facilidade, deslocando-se em sentido oposto ao do campo. 
  • 31. E os outros Condutores sólidos?  Já outros sólidos como a madeira, o papel e o plástico são citados como não condutores, pois não permitem a passagem de fluxo de elétrons, ou deixam passar apenas um pequeno número deles.
  • 32.
  • 33.  A primeira pilha foi criada em 1800, por Alessandro Volta, que utilizava discos de cobre e zinco, separadas por algodão embebido em solução salina.  Os discos foram chamados de eletrodos, sendo que os elétrons saiam do zinco para o cobre, fazendo uma pequena corrente fluir.
  • 34.
  • 35. Pilha de Volta. Fonte: http://educar.sc.usp.br/licenciatura/2006/Pilha_de_Daniel/pilha_de_Daniell.html
  • 36.
  • 38. Em 1836, John Frederick Daniell construiu uma pilha com eletrodos de cobre e zinco, mas cada eletrodo ficava em uma cela individual, o que aumentava a eficiência da pilha, pois ela possuia um tubo que ligava as duas cubas, este tupo foi chamado de ponte salina.  Esta pilha ficou conhecida como pilha de Daniell. 