Apresentação sessao magna

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Apresentação sessao magna

  1. 1. Residência de Clínica MédicaSESSÃO INTEGRADA DE CLÍNICA MÉDICA Apresentação: MR2 Isabela Pilar Abril, 2013
  2. 2. Avaliação do Derrame Pleural
  3. 3. DERRAME PLEURAL TRANSUDATO- Aumento da pressão hidrostática capilar e/ou- Redução da pressão coloidosmótica do plasmaCAUSAS1- ICC (pró-BNP)2- Sind nefrótica hiproteinemia3- Desnutrição protéica4- Cirrose hepática com ascite5- Diálise peritoneal6- Atelectasia
  4. 4. EXSUDATODoença que afeta diretamente a pleura.1. Pneumonia bacteriana2. Tuberculose3. Carcinoma metastático4. Embolia pulmonar5. Colagenoses
  5. 5. Sinais/Sintomas Dispnéia Dor pleurítica Tosse irritativa Exame Físico Abolição do MV e FTV Submacicez ou macicez Sopro tubário ou som bronquial
  6. 6. DIAGNÓSTICO TORACONCENTESE DIAGNÓSTICA Incidência de Lawrell
  7. 7. TORACOCENTESE O melhor local para se realizar a toracocentese deve ser determinado a partir da propedêutica, geralmente na região subescapular e sempre na borda superior do arco costal , para evitar o feixe vásculo-nervoso.
  8. 8. Posição do Paciente:1. O procedimento deve ser realizado preferencialmentecom o paciente sentado, com os braços e a cabeçaapoiados em travesseiros, sobre um anteparo (comouma mesa) ou com a mão ipsilateral ao derrame apoiadasobre o ombro contralateral.2. Ventilação mecânica: deitados em decúbito lateral dolado do derrame.
  9. 9.  Alterações na coagulação constituem a principal contra-indicação da toracocentese; Complicações : pneumotórax, hemotórax, reflexo vago-vagal; Você deve inserir o agulha um ou dois espaços intercostais abaixo do nível do derrame. Para evitar lesões intraabominais, não inserir a agulha abaixo da nona costela.
  10. 10.  Colher 1ml do liquido em seringa heparinizada para se medir o pH; É prudente não retirar mais de 1.500 ml de líquido por sessão, em virtude do risco de edema pulmonar de reexpansão.
  11. 11. USG de tórax 1º exame que deve ser solicitado para confirmar um derrameseptado ou subpulmonar.
  12. 12. Exsudato ou transudato? Acometimento da pleura; Critérios de Light (1 ou +) : - Relação proteína pleural/proteína sérica> 0,5 - Relação LDH pleural/LDH plasmático > 0,6 - LDH pleural acima de 2/3 do limite superior da normalidade sérica, > 200 UI/l Solicitar dosagem de LDH e proteínas totais. Pouco sensíveis: até 25% dos casos de transudato podem ser classificados como exsudato.
  13. 13. Exsudato ou transudato? Glic < 60 mg/dL e pH < 7,2 - Pneumonia - Tuberculose - Neoplasia
  14. 14. Análise da citometria total Contagem acima de 10 000/mm3:Pneumonia, pancreatite aguda, pleurite lúpica; Contagem acima de 50 000/mm3Derrames parapneumônicos complicados; Valores inferiores a 5 000/mm3Exsudatos crônicos como TB e malignidade.
  15. 15. Análise da citometria diferencial Polimorfonucleares (neutrófilos segmentados) - Pneumonia - Fase precoce da TB pleural - Embolia pulmonar Mononucleares (linfócitos, monócitos) - TB pleural - Derrame neoplásico - Colagenoses
  16. 16. Análise da citometria diferencial Eosinófilos (acima de 10% do total) - Hidropneumotórax - Sangue - Neoplasia, medicamentos, infarto pulmonar, infecção fúngica
  17. 17.  Amilase pleural maior que os níveis de referência para o plasma indica: - Pancreatite - Neoplasia - Ruptura esofágica Triglicérides > 110 - Quilotórax: leitoso ou turvo - Causado por ruptura de ducto torácico provocado por neoplasia no mediastino (linfoma) – TC de tórax.
  18. 18.  BacteriologiaGram , Zihel-Neelsen , cultura (germes e BK). Adenosina Deaminase (ADA )Valores acima de 60 UI/l: tuberculose pleural.
  19. 19. Citopatológico Sensibilidade 40-60%: 01 amostra 80%: 03 amostras Neoplasias malignas causadoras de derrame neoplásico :- Carcinoma broncogênico- CA de mama- Linfomas- CA gástrico- CA de ovário
  20. 20. Derrame parapneumônico Todo paciente com pneumonia e derrame pleural deve ser puncionado?  Derrame volumoso e não estão evoluindo satisfatoriamente.Derrame parapneumônico complicado(1 critério)- pH < 7,2- Glic < 60mg/dL- LDH > 1000 U/L- Gram ou cultura positivos.
  21. 21. REFERÊNCIAS FERREIRA, Adilson Cunha et al . Papel da ultra-sonografia na avaliação da efusão pleural. Radiol Bras ,  São Paulo,  v. 39,  n. 2, Apr.  2006 .   www.fisfar.ufc.br/petmedicina Heffner J.E., Sahn S.A., Finlay G. Diagnostic evaluation of a pleural effusion in adults: Initial testing. UpToDate.

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