Modelo de trabalho de pesquisa

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Modelo de trabalho de pesquisa

  1. 1. COLÉGIO ESTADUAL DOM ALANO MARIE DU NODAY EZEQUIEL DE OLIVEIRA CAMPOS FREDERICO BRANDÃO DA SILVA RAFAEL LEONARDO SILVA MATOS MILENI GONÇALVES MAIA MONIQUE DOS SANTOS SILVANA BARROS RODRIGUES POLÍTICAS PÚBLICAS DE COMBATE À OBESIDADE ALIMENTAÇÃO, OBESIDADE E ATIVIDADE FÍSICA (PARA CRIANÇAS, JOVENS, ADULTOS E IDOSOS) Palmas-TO 2010
  2. 2. EZEQUIEL DE OLIVEIRA CAMPOS FREDERICO BRANDÃO DA SILVA RAFAEL LEONARDO SILVA MATOS MILENI GONÇALVES DA MAIA MONIQUE DOS SANTOS SILVANA BARROS RODRIGUES POLÍTICAS PÚBLICAS DE COMBATE À OBESIDADE ALIMENTAÇÃO, OBESIDADE E ATIVIDADE FÍSICA (PARA CRIANÇAS, JOVENS, ADULTOS E IDOSOS) Estudo apresentado ao Colégio Estadual Dom Alano Marie Du Noday como parte das exigências do Curso do Ensino Médio. Orientadores: Prof. Jair Nascimento e Sheila Cristina Borges de Oliveira Palmas-TO 2010
  3. 3. LISTA DE ABREVIATURAS ABESO - Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IMC - Índice de Massa Corporal OMS - Organização Mundial da saúde POF - Pesquisa de Orçamentos Familiares PUCRS - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo
  4. 4. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO........................................................................................................5 1.2 OBJETIVO GERAL.................................................................................................6 2 O QUE É OBESIDADE?.........................................................................................7 2.1 POLÍTICAS PÚBLICAS DE COMBATE À OBESIDADE...................................8 2.2 OBESIDADE INFANTIL E NAADOLESCÊNCIA (CONSEQUÊNCIAS E DOENÇAS)................................................................................................................. .....9 2.3 PREDOMÍNIO E TENDÊNCIAS............................................................................9 2.4 GÊNERO..................................................................................................................9 2.5 EFEITOS NA SAÚDE............................................................................................10 2.6 OBESIDADE INFANTIL E DESNUTRIÇÃO OMS’...........................................10 2.7 QUANTIDADE ADEQUADA E VARIEDADE DE ALIMENTOS RESULTAM NUMA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA..................................................................12 2.8 A IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA E DA ALIMENTAÇÃO NO PROCESSO DE EMAGRECIMENTO...........................................................................13 3. CONCLUSÃO.........................................................................................................14 4. BIBLIOGRAFIA.....................................................................................................15
  5. 5. 1. INTRODUÇÃO A obesidade é o maior problema de saúde da atualidade e atinge indivíduos de todas as classes sociais, tem etiologia hereditária e constitui um estado de má nutrição em decorrência de um distúrbio no balanceamento dos nutrientes, induzido entre outros fatores pelo excesso alimentar. O peso excessivo causa problemas psicológicos, frustrações, infelicidade, além de uma gama enorme de doenças lesivas. O aumento da obesidade tem relação com: o sedentarismo, a disponibilidade atual de alimentos, erros alimentares e pelo próprio ritmo desenfreado da vida atual. A obesidade relaciona-se com dois fatores preponderantes: a genética e a nutrição irregular. A genética evidencia que existe uma tendência familiar muito forte para a obesidade, pois filho de pais obesos tem 80 a 90% de probabilidade de serem obesos.
  6. 6. 1.2 OBJETIVO GERAL Indica-se o que se pretende estudar neste trabalho com a execução da pesquisa sobre a Obesidade, em geral. Falaremos sobre cuidados na alimentação, na importância de atividade física e nos fatores que levam à obesidade.
  7. 7. 2. O QUE É OBESIDADE? Hoje em dia a maneira mais utilizada para saber se uma pessoa está ou não fora da faixa de seu peso normal é o cálculo do índice de massa corporal (IMC). Este índice pode ser obtido dividindo-se o peso corporal pelo quadrado da altura em metros. Por exemplo: uma pessoa que pesa 70 kg com uma altura de 1,60m, tem um IMC de aproximadamente 27,3 kg/m2 (70 dividido pelo quadrado de 1,60). De acordo com a organização mundial de saúde, a obesidade só será observada em uma pessoa quando esta apresentar um IMC maior ou igual a 30,0 kg/m2. Números à parte, atualmente a obesidade é concebida como uma doença fatal e também como uma das grandes causadoras de problemas nas doenças cardiovasculares, na hipertensão, na diabetes, no câncer, derrame cerebral e nas artrites. Caracteriza-se com uma anormalidade metabólica causada pelo consumo excessivo de calorias, onde se percebe um acúmulo muito grande de triglicerídeos nos adipócitos (células gordurosas) distribuídos pelo corpo (Barbanti, 1990). Representa um enorme problema não só para o indivíduo, que sempre está insatisfeito com o seu próprio corpo, mas também para toda a sociedade em geral, pois esta doença exerce um impacto subestimado sobre a saúde pública e, portanto, sobre os custos econômicos sociais (James apud Fox, 2000). Ultimamente vem se constituindo até em objeto de lucros para a "indústria do emagrecimento", tantos que são os livros sobre dietas milagrosas, remédios, aparelhos mirabolantes que fazem emagrecer sem esforço algum!, adesivos emagrecedores, etc. Como podemos observar a obesidade tem uma representação bastante significativa na vida social observada no mundo atual. Uma pessoa obesa, apesar de muitos negarem, ainda sofre grande discriminação nas aulas de educação física e esportes, onde sempre é deixada de lado na formação de uma equipe ou então sempre é a última a ser escolhida em um treinamento coletivo. Este é o tipo de coisa que tem que deixar de acontecer no mundo da educação física, pois um de seus princípios básicos é o da não exclusão, ou seja, todos têm o direito de participar das atividades independentemente de suas condições físicas e técnicas; cabe ao professor determinar uma maneira que faça com que este princípio seja cumprido.
  8. 8. Vendo que a obesidade só lhes traz prejuízos às suas vidas, as pessoas buscam então recursos que as façam de alguma maneira perder peso. Neste ponto outro questionamento pode ser levantado: como emagrecer? Existem três respostas possíveis para este questionamento. A primeira delas, e menos comum, são as cirurgias, realizadas basicamente em casos de obesidade mórbida (IMC>40). Outra forma de emagrecer é através de medicamentos, também utilizada em casos de obesidade mórbida e obesidade associada com outras doenças. A terceira maneira consiste em mudanças comportamentais. É sobre esta última que o presente artigo dará um enfoque maior. 2.1 POLÍTICAS PÚBLICAS DE COMBATE À OBESIDADE O Brasil tem hoje 5,9 milhões de adolescentes com excesso de peso, ou seja, 16,7% do grupo etário de 10 a 19 anos. Segundo nova radiografia sobre nutrição no País, apontada em pesquisa divulgada recentemente pelo IBGE, o problema é maior entre adolescentes do sexo masculino: a taxa era de 3,9% na década de 70 e agora, nos anos 2000, pulou para 18%. Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE, dos anos de 2002/2003, 40% da população adulta do País apresentam excesso de peso. Esses números demonstram a importância que o tema obesidade adquiriu na esfera da saúde pública. Na Assembléia Legislativa de Minas Gerais, a obesidade será debatida no fórum técnico sobre o assunto, marcado para os dias 6 e 7 de julho, em Plenário.No momento em que os esforços do Governo Federal se concentravam no combate à fome, o resultado da POF de 2002-2003, divulgado pelo IBGE, trouxe à tona um fato curioso, senão para especialistas, ao menos para a maioria dos brasileiros, de que 40% da população adulta do país está acima do peso ideal A notícia provocou até uma reação negativa do presidente Lula, que disse ser absurdo afirmar algo parecido em um país de famintos. No entanto, obesidade não exclui desnutrição. "Existem obesos com carências nutricionais, como deficiência de ferro (anemia ferropriva) e de vitaminas. Muitos estão acima do peso por excesso de calorias oriundas principalmente de carboidratos refinados (pães, bolos,bolachas) e de gorduras", explica a professora do curso de Nutrição da PUCRS, Maria Rita Macedo Cuervo. Para a secretária geral da ABESO, a endocrinologista Zuleika Halpern, o resultado da pesquisa revela o consumo excessivo de gorduras e carboidratos, alimentos facilmente encontrados em supermercados a preços acessíveis, o que os torna alternativas viáveis para famílias de menor poder aquisitivo. "Em geral, alimentos como óleos, farinhas refinadas, bolos industrializados, bolachas, balas e doces são mais baratos em relação aos legumes, verduras e frutas, que têm sido cada vez menos consumidos", revela. Reflexo da má alimentação, correria do dia-a-dia e falta de exercícios, entre diversos outros fatores, a obesidade provoca diferentes doenças que podem complicar ainda mais a precária situação do sistema de saúde pública do Brasil. Isto ocorre porque o sobrepeso não caminha sozinho, mas traz consigo uma série de patologias como
  9. 9. hipertensão, diabetes e doenças cardíacas. "Além de prejudicial para o indivíduo, a obesidade traz um grande ônus para o sistema de saúde pública. Não há dúvida de que este será o grande mal do século XXI", alerta a médica. Sob este aspecto, a obesidade no Brasil não deve ser encarada como uma simples questão estética. Campanhas de conscientização aliadas à politicas públicas mais eficientes para a redução do consumo de determinados alimentos podem ser algumas das medidas a serem tomadas pelo Governo Federal para combater o problema. "O governo poderia incentivar o consumo de alimentos saudáveis à medida que garantisse preços mais acessíveis", diz a médica. "Substituir determinados produtos que compõem a atual cesta básica, como óleos e farinhas também podem ser uma excelente alternativa", afirma. Para a psicóloga da Unifesp, Patrícia Spada, que desenvolve um trabalho com crianças obesas, é importante lembrar que cada vez mais as crianças têm sido vítimas do sobrepeso, inclusive em comunidades carentes, o que reforça a importância de se desenvolver um trabalho com as famílias e também nas escolas. "Melhorar a qualidade da merenda escolar, se necessário, proibir alimentos altamente calóricos e com baixo teor nutricional nas cantinas, além de estar atento ao ambiente familiar são decisões importantes para combater a obesidade infantil" 2.2 OBESIDADE INFANTIL E NAADOLESCÊNCIA (CONSEQUENCIAS E DOENÇAS) Diabetes, hipertensão e outras doenças crônicas relacionadas com a obesidade que prevalecem entre os adultos estão a começar a ser mais comuns entre os jovens.A percentagem de crianças e adolescentes com excesso de peso ou obesos é agora mais alta do que nunca. Os maus hábitos alimentares e a inatividades são consideradas como causa do aumento da obesidade na juventude. 2.3 PREDOMÍNIO E TENDÊNCIAS Aproximadamente 30,3% das crianças (dos 6 aos 11 anos) têm excesso de peso e 15,3% são obesas. Entre os adolescentes (dos 12 aos 19 anos) 30,4% têm excesso de peso e 15,5% são obesos.O excesso de peso durante a infância e adolescência é prenúncio de excesso de peso na idade adulta. As crianças com excesso de peso, entre os 10 e os 14 anos, com pelo menos um dos pais obeso ou com excesso de peso, são referenciados como tendo 79% de probabilidades de que o excesso de peso se mantenha quando adultos. 2.4 GÊNERO
  10. 10. A prevalência do excesso de peso é mais elevada nos rapazes (32,7%) do que nas raparigas (27,8%). Nos adolescentes, a prevalência do excesso de peso é quase a mesma (30,2%) para o sexo feminino do que para o sexo masculino (30,5%). 2.5 EFEITOS NA SAÚDE Muitos efeitos adversos na saúde estão relacionados com o excesso de peso verificado entre as crianças e adolescentes. O excesso de peso na infância e, particularmente, na adolescência, está relacionado com o aumento da morbidez e da mortalidade mais tarde. 2.6 OBESIDADE INFANTIL E DESNUTRIÇÃO OMS’ Numa tentativa de dar acesso e assegurar a saúde infantil em todo o mundo, foi recomendada pela Organização Mundial de Saúde uma série de medidas-teste para monitorar o crescimento infantil, o desenvolvimento motor e o estado nutricional. Espera-se que esta iniciativa da OMS possa capacitar os trabalhadores dos cuidados de saúde com as medidas apropriadas para igualar os dois extremos dos cuidados de saúde infantis. Por um lado, há uma necessidade desesperante de melhorar a saúde das crianças sub-nutridas dos países subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento; nos paísesdesenvolvidos, tal como os Estados-Unidos, a preocupação é com a alimentação das crianças e dos níveis, a cada dia mais elevados, de obesidade infantil, que atingiu proporções alarmantes.As novas orientações da OMS recomendam medidas de IMC para as crianças, desde o seu nascimento até à idade de 5 anos. Este anúncio da OMS provocou diversos tipos de reações dos médicos por esse mundo à fora, que duvidam da utilidade clínica da medição do Índice de Massa Corporal. O IMC baseia-se no cálculo do rácio peso-altura para verificar se um indivíduo é de peso baixo, se tem excesso de peso ou se é obeso. Foram também levantadas questões acerca da necessidade das crianças serem sujeitas à medição do Índice de Massa Corporal.
  11. 11. Enquanto o IMC fornece uma representação adequada da média de gordura corporal numa população específica, ignora fatores como a perda muscular ou a massa muscular, que desempenham um papel crucial na determinação do peso dum indivíduo. A medição IMC pode por isso ser contraproducente, afirma o Dr. David Heber do Center for Human Nutrition at the University of California. De qualquer forma, a Dra. Wendy Miller, diretora-clínica do Beaumont Weight Control Center, em Royal Oak, saudou as recomendações da OMS e mais ainda, crê que elas encorajam os pais a vigiar mais de perto a saúde dos seus filhos. As preocupações com o Índice de Massa Corporal podem predispor os pais a procurar o conselho dum especialista pediatra para encontrar um plano de ação apropriado. O objetivo dos pais deverá ser providenciar uma nutrição adequada e promover hábitos de uma boa atividade física em vez de dietas, avisou a Dra. Wendy Miller. Infelizmente a obesidade tornou-se um assunto de saúde pública em praticamente todos os países industrializados. Alarmantemente, um estudo conduzido pelos especialistas da Harvard School of Public Health (Escola de Saúde pública de Harvard) revelou que as taxas de obesidade nos Estados Unidos estão subavaliadas em cerca de 50%. Como muito bem frisou o Dr. Mervin Deitel, ‘A forma mais comum de má nutrição no mundo ocidental é a obesidade’, as crianças obesas estão a tornar-se uma visão vulgar, mas não uma visão que se deseje! A um nível global estima-se que haja cerca de 2,6 milhões de mortes prematuras anualmente, devido à obesidade. Nada, nem sequer os reportes de estudos científicos que afirmam que as crianças obesas são mais propensas a ser alvo de chacota pelos seus companheiros ou que a obesidade aumenta o risco de se desenvolver diabetes em idades precoces parecem evitar que estas crianças se entreguem a dietas gordas e bebidas carregadas de açúcar, os dois maiores contribuintes para a obesidade infantil. Um novo estudo, feito entre os adolescentes na Austrália, demonstrou que aqueles que bebiam uma lata de uma bebida leve por dia acrescentavam 6,4 kg ao seu peso corporal atual. Baixos níveis de atividade física, a paixão e dependência pela televisão e pelos vídeo jogos é outra das razões para a obesidade infantil. Houve uma mudança drástica nos hábitos familiares, que conduziu a horários de refeição irregulares e a uma tendência para a ‘comida de plástico‘ ou para a chamada ‘comida de conveniência’. As empresas de alimentação e de bebidas estão a retirar o máximo proveito da presente situação. A maior parte das Companhias mundiais de topo na alimentação e na bebida, como a Mars, Nestlé, Cadbury Schweppes Plc, Coca Cola, Unilever, McDonalds, Burger King, Pizza Hut e KFC permanecem convenientemente passivas acerca da crise de obesidade. Apesar dos objetivos definidos pela Organização Mundial de Saúde para uma eficaz prevenção da obesidade, diabetes e doenças cardíacas, não houve uma alteração significativa nos níveis de gordura, sal e açúcar das comidas comercializadas por estes gigantes da alimentação. O McDonalds, que havia prometido aos seus clientes que iria reduzir os níveis de gordura nos seus produtos, anunciou recentemente um novo Big Mac em tamanho gigante (40% maior do que o normal), comprometendo assim a sua promessa de refeições saudáveis e tamanhos esbeltos no seu menu.
  12. 12. Talvez os seus meios de publicidade se tenham concentrado mais em retirar proveitos econômicos do que em promover a boa saúde. Tomando em consideração as preocupações de vários médicos, dietistas, nutricionistas e outros profissionais de saúde, talvez seja chegado o momento de os media projetarem a realidade, provando também que a má publicidade é uma das formas de estas companhias evitarem olhar com seriedade pela saúde dos seus consumidores. Educar as crianças acerca das nefastas conseqüências da obesidade e encorajá-las e serem bem aprumadas e felizes é a única medida prática para reverter a obesidade infantil. Debates e argumentos por um lado, nesta conjuntura, tornam bastante claro que se não forem instituídas mudanças radicais para alterar a tendência atual, brevemente iremos assistir a uma situação em que as gerações futuras terão uma menor esperança de vida, quando comparada com as gerações anteriores. 2.7 QUANTIDADE ADEQUADA E VARIEDADE DE ALIMENTOS RESULTAM NUMA ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA Para você perder peso, através de uma alimentação equilibrada, é necessário que seja observado a quantidade e a qualidade dos alimentos. A quantidade de alimentos a ser utilizada varia para cada pessoa, mas de uma maneira geral deve-se comer por refeição um alimento de cada grupo abaixo: • ENERGÉTICOS: pães, biscoitos, torradas, cuscuz, tapioca ou beiju, farinhas, arroz, macarrão, mandioca, batatas, milho, cará, inhame. • CONSTRUTORES: carnes (bovina, frango, peixe), ovo, vísceras (fígado, miúdos de frango), leite, queijo e iogurte. • REGULADORES: frutas (laranja, banana, mexerica, maçã, mamão, melancia, maracujá), legumes e folhosos (tomate, cebola, pimentão, pepino, alface, repolho, couve, agrião, couve-flor, espinafre, abobrinha, cenoura, abóbora, chuchu, beterraba, vagem, quiabo). Os legumes e folhosos podem ser usados livremente, ou seja, mais do que um tipo por refeição. • ALIMENTOS DE CONSUMO LIVRE: alface, acelga, agrião, broto de feijão, repolho, palmito, abobrinha, aipo, chicória, coentro, cebola, cebolinha, salsa, espinafre, hortelã, jiló, couve, couve-flor, pimentão, pepino, rabanete, tomate, maxixe. Limão, mostarda, alho. Chás: erva- doce, Hortelã, capim santo, camomila. Abóbora, cenoura, chuchu, quiabo, vagem, beterraba.
  13. 13. • ALIMENTOS DE CONSUMO CONTROLADO: Arroz, macarrão, farinhas, batata inglesa, batata doce, batata baroa, cará, inhame, mandioca. Pão, pão integral, torradas, biscoito de sal. Cuscuz, pipoca, canjica, pamonha, tapioca (beiju). Feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, soja. Frango, miúdos, ovos, carne bovina e peixes. Leite, queijos, iogurtes, requeijão. Todas as frutas. Alimentos industrializados. Óleo, margarina, manteiga e azeite. Café. • ALIMENTOS A SEREM EVITADOS: Carne de porco e seus derivados (banha, toucinho, lingüiça, salame, mortadela, presunto), Creme de leite, nata, manteiga, queijo curado. Frituras, pele de frango e couro de peixe. Coco e leite de Coco. • ALIMENTOS DE CONSUMO PROIBIDO: Açúcar, rapadura, mel /melado, doces em geral, caldo de cana, balas/bolos, chocolates, refrigerantes, sorvetes, bebidas alcoólicas, biscoitos e pães doces. • • RECOMENDAÇÕES GERAIS: mastigar bem os alimentos, preferir os alimentos ricos em fibras (verduras e legumes crus, frutas com casca e bagaço). Nas refeições, comer primeiro os vegetais. Usar alimentos assados, cozidos ou grelhados. Evitar frituras e retirar peles e couros. As carnes, o leite, o queijo e o iogurte devem ser magros. Beber bastante água durante o dia (cerca de 8 copos por dia). 2.8 A IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA E DA ALIMENTAÇÃO NO PROCESSO DE EMAGRECIMENTO Atualmente, seja por motivação estética seja pela melhoria da saúde, é cada vez maior o número de pessoas que buscam emagrecer. Aquelas que não necessitam perder peso também se interessam pelo assunto, porque tem algum parente próximo com o problema. Os profissionais ligados à educação física devem estar cientes destes fatos, apoiando os esforços para alterar e auxiliar em todos os comportamentos e hábitos que visam melhorias relativas à saúde. Visto isso, o presente artigo apresentará como objetivos principais a:  Identificação dos tipos de atividades físicas que promovem o processo de emagrecimento;  Quais são os alimentos que se constituirão em uma nutrição adequada para que a perda de peso ocorra. Ao se atingir estes dois objetivos, acreditamos que estaremos dando uma grande contribuição não só para as pessoas que por algum motivo desejam emagrecer, mas
  14. 14. também para aquelas que desejam se "sentir bem" consigo mesmo e com a saúde de seu corpo. Como justificativa para a realização de um artigo que aborda este tema, podemos dizer que se faz de grande importância que os profissionais de educação física tenham o conhecimento necessário sobre como atuar em situações que necessitam de cuidados bastante específicos, como é o caso dos que envolvem a obesidade, para assim evitar que durante as aulas realizadas o aluno sofra algum tipo de problema por estar realizando uma atividade que não esteja de acordo com a sua estrutura corporal. É válido frisar também que as informações aqui contidas sobre a alimentação adequada para perda de peso foram retiradas de livros dos mais conceituados autores que falam sobre o assunto e não de experiências práticas, até porque quem vos escreve este artigo não se sente em condições de recomendar um tipo ou outro de alimentação para um aluno que quer emagrecer, visto que nem é esta sua função. Se você é um profissional de educação física e está trabalhando com situações que envolvam casos de obesidade e perda de peso, sempre procure a opinião de um nutricionista, pois é ele o especialista no assunto e não você. Assim sendo, entraremos agora mais a fundo no estudo da relação exercício físico - nutrição - controle do peso corporal. 3. CONCLUSÃO Após um extenso trabalho de pesquisa bibliográfica e posterior tratamento da informação, podemos concluir apontando a obesidade como uma doença crónica, de extrema complexidade, sobretudo pelo seu caráter multifatorial, que já lhe valeu inclusive o estatuto, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), de epidemia global. Deixou evidentemente de ser uma preocupação estética para se tornar num problema de saúde pública, sendo este, julgamos nós, um bom ponto de partida para uma pequena reflexão acerca da epidemiologia da obesidade. Obesidade é um assunto que deve ser tratado e encarado com muita responsabilidade e cuidado. Se informe melhor sobre este tema e se você estiver com excesso de peso deve procurar orientação de um médico para que ele possa estar avaliando sua saúde.
  15. 15. 4. BIBLIOGRAFIA • http://pt.wikipedia.org/wiki/Obesidade • http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?303 • http://www.copacabanarunners.net/obesidade-medida.html • http://www.obesidadeinfantil.org/artigos-obesidade- infantil/adolescencia-consequencia-doencas.php

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