Aula 03 métodos de trabalho com microorganismos

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Aula 03 métodos de trabalho com microorganismos

  1. 1. Métodos físicos Métodos químicos  CALOR SECO  CALOR ÚMIDO  RADIAÇÃO  GASES  LÍQUIDOS
  2. 2. Calor seco  Estufa  SUA AÇÃO ESTERILIZANTE RESULTA EM DESTRUIÇÃO BACTERIANA QUE SE DÁ PELA OXIDAÇÃO CELULAR.  Para instrumentos cirúrgicos, o tempo de exposição é de 120 minutos à temperatura de 170 (C. Nunca ultrapassar essa temperatura. É pouco utilizado em hospitais, porém é mais utilizado em consultórios médicos e odontológicos.  Prazo de validade : Estéril por 10 dias.
  3. 3. Calor umido  AUTOCLAVE:SUA AÇÃO ESTERILIZADORA SE DÁ PELA TERMOCOAGULAÇÃO DAS PROTEÍNAS BACTERIANAS.  CALOR + UMIDADE . ○ (umidifica o microorganismo,amolecendo até a quebra capsular, destruindo os esporos).  Validade da esterilização: 7 à 15 dias. O perfeito funcionamento da Autoclave deve ser freqüentemente confirmado e serem sempre observadas:  Evitar abrir prematuramente a Autoclave.  Evitar abrir a Autoclave rapidamente.  Evite exceder a temperatura e o tempo recomendado para a esterilização.  Conta a partir do momento em que se atingiu a temperatura da esterilização.
  4. 4. ESTERILIZAÇÃO POR RADIAÇÃO  SUA AÇÃO ESTERILIZANTE SE PROCESSA ATRAVÉS DA ALTERAÇÃO DA COMPOSIÇÃO MOLECULAR DAS CÉLULAS, AS QUAIS SOFREM PERDA OU ADIÇÃO DE CARGAS ELÉTRICAS (IONIZAÇÃO), FICANDO CARREGADAS NEGATIVA OU POSITIVAMENTE .  A esterilização por irradiação é obtida através dos Raios Gama Cobalto à 60°C. É um método eficaz e oferece como vantagens ser altamente penetrante, atravessando o invólucro dos materiais embalados em não tecido ou papel grau cirúrgico e não danifica o material submetido ao processo, por ser frio.  Ex: Peças cromadas e artigos termosensíveis.
  5. 5. Gases  ALDEÍDO FÓRMICO OU PARAFÓRMICO:  MECANISMO DE AÇÃO : COAGULAÇÃO DA PROTEÍNA POR CITOPLASMA.  Ex: PONTAS, LÂMINAS OU PINÇAS DO BISTURÍ ELETRICO, BISTURI À LASER, PEÇAS CROMADAS E INSTRUMENTOS ÓPTICOS (fibra óptica).  Este processo não é recomendado por não garantir a sua esterilidade, e em alguns casos agredir a integridade do instrumento .
  6. 6. Gases  FORMALDEÍDO À 2%:  Método totalmente automático. Tempo de exposição para esterilização 180 minutos à temperatura de 50°C `a 60°C.  ÓXIDO DE ETILENO:  SUA AÇÃO ESTERILIZANTE SE DÁ POR ALTERAÇÃO NO DNA, ONDE OCORRE A MUTAÇÀO DAS CÉLULAS.  É um gás tóxico, incolor, inflamável e obtido pela reação de cloridrina de glicol  2 à 7 horas de exposição, numa temperatura de 50°C à 60°C.  Conta-se 20 minutos à 240 minutos para aeração mecânica + 24 à 72 horas para aeração ambiental.  Prazo de validade: 3 mêses à 5 anos.  PONTAS, LÂMINAS OU PINÇAS DO BISTURÍ ELÉTRICO, PEÇAS CROMADAS E INSTRUMENTOS ÓPTICOS.  Excelente penetração, alto custo operacional, altamente tóxico para quem manipula e meio ambiente.
  7. 7. Liquido  ALDEÍDOS : GLUTACID, CIDEX, GLUTA-LABOR, etc.  Tempo mínimo de exposição do instrumental é de 30 minutos para desinfecção e 10 horas para esterilização. Altamente corrosivo.  ÁCIDO PERACÉTICO:  Muito utilizado como desinfetante nas indústrias de alimentos, bebidas e sucos. Unidade de tratamento de esgotos e utilizado em unidade de Hemodiálise - Tempo de exposição do instrumental é de 5 à 10 minutos para esterilização - Altamente corrosivo.  FORMALDEÍDO:  Tempo de exposição do instrumental : 30 minutos para desinfecção e 10 horas para esterilização.  HIPOCLORITO DE SÓDIO:  Utilizado em unidade de Hemodiálise + Banco de sangue - Tempo de exposição do instrumental para desinfecção é de 30 minutos. Altamente corrosivo.  FENOL SINTÉTICO:  Tempo de exposição do instrumental para desinfecção é de 30 minutos.  QUATERNÁRIO DE AMÔNIA:  Tempo de exposição do instrumental para desinfecção é de 30 minutos.
  8. 8.  BROMETO DE LAURIL: (GERDEX)  Tempo de exposição do instrumental : 30 minutos para desinfecção e 04 horas para esterilização.Passa pelo processo de limpeza manualmente com escova de cerdas macias com detergente enzimático.  Passar pelo enxagüe com água destilada ou desmineralizada. Colocar os instrumentos abertos, submersos no líquido esterilizante escolhido, pelo tempo determinado pelo fabricante. O enxagüe deve ser feito com água destilada esterilizada e efetaur a secagem com compresssas esterilizadas.  Ex: Instrumentos ópticos (fibra óptica, materiais termolábeis, termosensíveis, endoscópios, laparoscópios).  Este processo não é muito recomendado, pois para ter sua eficiência total, deveria ser feito em sala totalmente estéril e também há relatos de ação corrosiva do instrumental.
  9. 9. MICROSCOPIA  Ciência que estuda os métodos e as aplicações em que se usa o Microscópio para observação de objectos, ou pormenores de objectos, com dimensões inferiores ao limite de resolução do olho humano (0,1 mm).
  10. 10. Classificação dos Microscópios em função do número de sistemas de lentes:  Microscópio simples ou Lupa – apenas possui uma lente ou um sistema de lentes centradas;  Microscópio composto – possui dois sistemas de lentes centradas, ocular e objectiva, para produzir uma imagem ampliada
  11. 11. Classificação dos Microscópios compostos em função do princípio de iluminação que utiliza  Fotónico – em que o responsável pela transmissão de imagem é um feixe de fotons (luz visível, ultravioleta ou infra-vermelho).  Electrónico – emprega um feixe de electrons para produzir imagens ampliadas.
  12. 12.  Robert Hooke, estudioso inglês, foi o primeiro (em 1665) a observar células. Para tal valeu-se de um rudimentar microscópio, idealizado anos antes por um outro estudioso, Anthony Van Leeuwenhoeck.  Hooke observou cortes finos de cortiça, que se apresentavam ao microscópio com um aspecto similar a pequenos favos de mel empilhados. A cada um destes favos Hooke atribuiu a designação de cellulae (células).
  13. 13. A história do microscópio óptico começa na antiguidade clássica, com a lente de aumento simples, e apresenta um “renascimento” no séc. XVII.
  14. 14.  Cerca de dez anos mais tarde o próprio Leeuwenhoeck observou pequenos seres vivos, que designou por “protozoários”, aos quais mais tarde foi dada a designação de bactérias.
  15. 15.  Em meados do nosso século, o aparecimento do microscópio electrónico e, mais recentemente, do microscópio confocal laser, associados a sistemas computadorizados de análise de imagem, contribuíram para o avanço da biologia celular e molecular, continuando assim o conhecimento iniciado por Hooke. Adaptado de Gonçalves et al, 2002
  16. 16. MOC – Microscópio Óptico Composto MET – Microscópio Electrónico de Transmissão
  17. 17. Microscópio Óptico Composto
  18. 18. Oculares Ampliam a imagem fornecida pelo sistema de objectivas.
  19. 19. Canhão ou tubo Serve de suporte ao sistema ocular
  20. 20. Braço Serve de suporte à platina e ao revólver.
  21. 21. Revólver Serve de suporte às objectivas e permite a sua mudança.
  22. 22. Objectivas Amplia a imagem do objecto que está a ser observado.
  23. 23. Platina Serve de suporte à preparação a observar. Tem uma abertura na pane central (janela da platina).
  24. 24. Condensador Distribui regularmente no campo da preparação a luz que atravessa o diafragma
  25. 25. Diafragma Regula a intensidade da luz captada pelo espelho e que incide na preparação.
  26. 26. Fonte de Luz
  27. 27. Parafusos Macrométrico e Micrométrico Permite movimentos (de maior ou menor amplitude) de aproximação ou afastamento entre a preparação e as objectivas.
  28. 28. Base ou pé Constitui a base de suporte de todos os elementos do microscópio.

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