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Apresentação1

  1. 1. Foto: Getty Imageshttp://esporte.ig.com.br/maisesportes/atletismo/iaaf+descarta+mudar+regra+que+eliminou+bolt+nos+100m/n1597193741970.html
  2. 2. O Atletismo – OrigensO Atletismo conta a história esportiva no homem no Planeta. É chamado de esporte-base, porque suaprática corresponde a movimentos naturais do ser humano: correr, saltar, lançar. Não por acaso, aprimeira competição esportiva de que se tem notícia foi uma corrida, nos Jogos de 776 A.C., na cidadede Olímpia, na Grécia, que deram origem às Olimpíadas. A prova, chamada pelos gregos de "stadium",tinha cerca de 200 metros e o vencedor, Coroebus, é considerado o primeiro campeão olímpico da história. DEFINIÇÃO: Atletismo define-se por competições individuais (exceto os revezamentos), disputado também entre equipes. Apesar de apresentar movimentos naturais como o correr, saltar e lançar, os movimentos do atletismo de elite, ou seja, desenvolvidos pelos atletas de alta performance, apresentam movimentos naturais “técnico-modificados”. São movimentos modificados para aperfeiçoar a técnica em base principalmente da Biomecânica.
  3. 3. Modalidades Olímpicas de Atletismohttp://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-atletismo.htm Provas de velocidade: 100m, 200m, 400m Revezamentos: 4 X 100m, 4 X 400m Provas de meia distância: 800m e 1500m Provas de longa distância: 3000m com obstáculos, 5.000m e 10.000 e Maratona (42km) Provas de Marcha Atlética: 10.000m (Fem.), 20.000m(masc.) e 50.000m(masc.) Provas de velocidade com barreiras: 100m (fem.), 110m (masc.) e 400m Provas de saltos horizontais: Salto em Distância e Salto Triplo Provas de saltos verticais: Salto em Altura e Salto com Vara Provas de lançamento: Lançamento do Dardo e Lançamento do Disco Provas de arremesso: Arremesso do Martelo(masc.) e Arremesso do Peso Provas Combinadas Decatlo (10 provas): 100m, 110m (c/barreiras), 400m, 1500m, Lançamento do Dardo, Lançamento do Disco, Arremesso do Peso, Salto em Altura, Salto com Vara e Salto em Distância Heptatlo (7 provas): 100m (c/barreiras), 200m, 800m, Lançamento do Dardo, Arremesso do Peso, Salto em Altura e Salto em Distância
  4. 4. Benefícios Fisiológicos e PsicológicosFatos: A pessoa que faz de 20 a 30 minutos de atividade física moderada, de 3 a 5 vezes por semana,obtém os seguintes resultados:•Diminui a pressão no sangue;•diminui a taxa de LDL (mau colesterol), que se deposita nos vasos;•aumenta o colesterol HDL ( colesterol bom), que se liga às partículas de gordura e as leva para forados vasos, diminuindo o risco de problemas cardíacos;•diminui os sintomas clínicos de ansiedade, tensão e depressão;•diminui o depósito de gordura no corpo;•aumenta a capacidade de trabalho aeróbico;•aumenta o funcionamento do coração;•se a pessoa já teve um enfarte - deve ser feita atividade física bem moderada e comacompanhamento médico.Benefícios Fisiológicos Adaptivos•Diminui a frequência cardíaca durante o descanso;•Aumento o volume do coração;•Aumento o volume durante o descanso e máximo esforço;•diminui a incidência de algumas doenças como o câncer.
  5. 5. CaminhadaCaminhar é uma atividade democrática, excelente para socialização, que pode ser praticada porqualquer pessoa de qualquer idade, desde que alguns cuidados sejam tomados. Caminhar três vezes na semana, em ritmo acelerado por trinta minutos, reduz em 58% o risco dedoenças cardiovasculares, que causam morte.A estimativa da energia consumida durante uma caminhada deverá ser desenvolvida em razão da velocidade empregada, da distância percorrida e do peso corporal do indivíduo.
  6. 6. Custo energético• A uma velocidade entre 50 a 100 metros por minuto, ou, de 3 a 6 km/h, deverá ocorrer demanda energética por volta de 0,6 kcal a cada quilômetro percorrido por quilograma de peso corporal (Di Prampero,1986; Webb et alii,1988; citado por Guedes,1995:113). Logo, matematicamente, haverá a seguinte equação:• Custo Energéticocaminhada = 0,6 kcal x Distânciakm x PCkgEx.: PC = 80kg D = 8 km Custo Energético = 0,6 kcal x 8 km x 80 kg = 384 kcal• A princípio, em velocidades mais baixas, a demanda energética envolvida com a caminhada é menor que com a corrida; entretanto, próximo de 8 km/h a demanda energética da corrida e da caminhada deverá ser bastante semelhante. Acima dessa velocidade, o custo energético da caminhada excede ao da corrida ( Thomas & Londeree, 1989 ).
  7. 7. DICAS:- Se hidrate bastante antes, durante e depois dos treinos (durante: tomar 200 ml de líquido a cada 20minutos, mínimo 500 ml por hora);- Nunca faça exercício em jejum;- Faça a ingestão de alimentos mais leves e sem excesso de fibras antes do treino;- Faça uma refeição / lanche após o treino para recuperação muscular;- Se a duração do treino for longa (mais de uma hora), é necessário ingerir carboidrato durante o treino, sepossível proteína, a cada 40 minutos de exercício;- Preferir alimentos leves antes e durante o treino é essencial para ficar bem alimentado sem prejudicar aperformance;- Não ingerir alimentos ricos em fibras antes e durante o exercício para não causar nenhum transtornogástrico;- Ingerir alimentos fontes de carboidrato antes do trekking é fundamental para fazermos um estoque destenutriente energético no músculo, preparando-o para a prática da atividade. Esses alimentos – massa, pão,arroz, biscoito, frutas, cereais – podem ser aumentados dois a três dias antes do evento, para que areserva seja bem formada;- Evitar a ingestão de gorduras e atentar para os intervalos de três a quatro horas entre as refeições;- Quando a duração do exercício for maior que uma hora, é necessário ingerir carboidrato durante otreino, a cada 40 minutos de exercício.- Durante a atividade física, o açúcar simples, refinado, deve ser evitado. Ele pode atrapalhar o exercício,pois pode causar flatulência (gases) e hipoglicemia de rebote (queda de açúcar no sangue que resulta emfome, tonteira, fraqueza e até desmaio). O ideal seria a ingestão de carboidrato de digestão mais lenta,como cereais integrais, frutas e gel de carboidrato.
  8. 8. VelocistasSabe-se que as corridas de velocidade apresentam como principaiscaracterísticas o trabalho em períodos curtos e de altíssimaintensidade, variando em torno de 11 segundos (100 metros) a 1minuto (400 metros). De acordo com Fox (2000) até o tempoaproximado de 3 minutos o nível de consumo de oxigênio ficaabaixo daquele necessário para fornecer todo o ATP exigido porqualquer exercício, período este chamado de déficit de oxigênio.Portanto, perante estas considerações fica fácil observar que osistema aeróbio contribui muito pouco nas corridas de velocidade,sendo o sistema dos fosfagênios e o da glicólise anaeróbia osmais atuantes, ficando responsáveis pelo fornecimento da maiorparte do ATP exigido pelo exercício. Os maiores indicadores paraa confirmação desta conclusão são os baixos valores nos níveisde fosfocreatina e o grande acúmulo de ácido lático na correntesanguínea observados nos atletas após cada corrida.
  9. 9. Perante as informações anteriormente mencionadas, podemos agora discutir os resultados , os quaisrepresentam a dieta habitual de uma velocista especialista na corrida de 200 metros rasos, na modalidade de atletismo Registro alimentar de uma atleta velocista
  10. 10. Segundo Kleiner e Robinson (2002), os alimentos pertencentes aos grupos dos pães, cereais,tubérculos, frutas, hortaliças e leguminosas representam as fontes mais ricas de carboidratos.Verificando a tabela 1 percebemos que 880 Kcal, das 1888,50 Kcal totais, são provenientes dosgrupos acima mencionados, correspondendo a 46,60% das calorias totais. Possivelmente, maiscalorias derivadas de carboidratos são fornecidas significativamente através do grupo de açucares edoces, aproximando-se, porém não atingindo, os valores de 70% das calorias totais indicados paraatletas de desportos de alta intensidade (Kleiner e Robinson, 2002).A glicólise anaeróbia se constitui no sistema energético principal. De acordo com Foss e Keteyian(2000), neste sistema o ATP é ressintetizado dentro do músculo, envolvendo a desintegraçãoincompleta de uma das substâncias alimentares: o carboidrato. Portanto, para um atletaespecialista na referida prova, este nutriente é de fundamental importância para a melhoria dodesempenho atlético.Obs: A alta ingestão de proteínas é desnecessária para o bom rendimento nos exercícios de curtaduração e indicado o consumo em torno de 8% a 9% das calorias totais.O que se refere aos lipídios, sabe-se, de acordo com Kleiner e Robinson (2002), que somentepodem ser degradados quando o oxigênio está disponível em quantidades bioquimicamenteadequadas, o que não acontece nas provas de velocidades de baixa duração.
  11. 11. Fundista As corridas de longa duração (resistência) podem ser divididas em 3 momentos: • A largada o atleta sai de um estado de repouso para um de certa intensidade, isto leva a que seu organismo entre em déficit de oxigênio, caracterizando, portanto, a largada como o momento onde o sistema anaeróbio predomina sobre o sistema aeróbio.• Por volta dos 3 minutos de corrida, o atleta entra em um segundo momento da prova,onde seu organismo fica em estado estável, desde que mantenha um ritmo de corridaconstante. Neste momento, todas as adaptações bioquímicas e fisiológicas necessárias aofornecimento de ATP pela contribuição dominante do oxigênio já foram realizadas e,portanto, o sistema aeróbio irá predominar sobre o anaeróbio.• Ao se aproximar da parte final da prova, o atleta entra no terceiro momento: achegada. Neste período novamente ele aumenta a intensidade do seu ritmo de corrida,fazendo com que o sistema anaeróbio volte a predominar como sistema bioenergético.
  12. 12. A prova de 10000 metros dura, aproximadamente, 50 minutos para ser completada. No momento dalargada, os carboidratos se apresentam como nutrientes fundamentais para o correto fornecimento deenergia. Ao atingir a fase de estado estável, o sistema aeróbio assumirá o papel de "protagonista"bioenergético. Dos 20 minutos ao período aproximado de 48 minutos, carboidratos e gorduras começama se equivaler como fonte de ATP (Foss e Keteyian, 2000). Dos 48 minutos aos 50 minutos, ou seja, nomomento da chegada, a intensidade da atividade novamente é aumentada, o que no ambientedesportivo é chamado de "sprint final", proporcionando novo estado de déficit de oxigênio e oconsequente retorno dos carboidratos como fontes primárias de energia.Já em relação as proteínas, ao contrário do que acontece nos exercícios de curta duração e altaintensidade, observa-se que contribuem energeticamente para as atividades de longa duração. Segundoa Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (2003), atletas de endurance, tais como os corredores de10000 metros, apresentam uma maior necessidade de ingestão protéica, a qual passa a variar entre 12%e 15% das calorias totais.Outros componentes nutricionais importantes são as vitaminas e minerais. a vitamina B12, o ácido fólicoe o ferro são elementos preponderantes para o correto transporte de oxigênio até a célula muscular
  13. 13. A dieta habitual de um fundista especialista na corrida de 10000 metros rasos, na modalidade de atletismo. Registro alimentar de uma atleta fundistaEstudos realizados por Maughan et al. (2000) afirmam que os lipídios são 5 vezes mais eficientes doque os carboidratos como combustível armazenado, e o estoque orgânico de lipídios pode serconsiderado inexaurível. Por este motivo, a dieta rica em lipídios não representa uma vantagemimediata, mesmo para os atletas de endurance, sendo a recomendação nutricional a mesma aplicada àpopulação em geral, algo entre 25% e 30% das calorias totais. Observe tais valores não são atingidos,já que os lipídios derivados do grupo de óleos e gorduras contribuem somente com 1,6% (36,5 Kcal) dascalorias totais
  14. 14. Suplementos Alimentar
  15. 15. Recomenda-se um suplemento antioxidante, que contemple diariamente os seguintes nutrientes e dosagens: -Vitaminas C - 500 a 1000mg - Vitamina E - 200 a 400U.I. - Selênio - 200µg - Co Q-10: 30 a 60 µg - N-Acetil cisteína - 300mg - Zinco – 20 a 30mg - Ácido alfa lipóico – 70 a 100mg O exercício físico aumenta a utilização de oxigênio e, consequentemente, a formação de radicais livres, compostos tóxicos que agridem cada célula que tocam, acabando por afetar a produção de energia celular, provocar inflamação, destruição muscular e diminuição da força.Segundo Williams & Branch, a palavra "ergogênico" significa substâncias ou artifícios adotados visando á melhora da performance, sendo de rivadade duas palavras gregas: érgon, trabalho e gennam, produção.
  16. 16. Creatina Mais força e energia para o sprint.É usada como reserva energética pelas células musculares para o sprint e para o exercício de força explosiva. A creatina permite também aumentar a massa muscular magra. Os estudos efectuados com atletas demonstram que a maior parte do progresso de força, potência e desenvolvimento muscular acontece no primeiro mês de utilização da creatina, desde que se faça uma fase de carga, com creatina, onde são usados cerca de 300mg/kg peso corporal, durante 5 dias. Após este período, segue-se uma manutenção com 3 ou 4g por dia, durante 4 semanas. Para máxima absorção a creatina tem que ser tomada com açúcares de absorção rápida, tipo dextrose ou glucose.
  17. 17. Bebidas de RecuperaçãoA fórmula eficaz para a saúde dos músculosAs investigações têm demonstrado que, para atletas envolvidos num programa de treino muitointenso - 1 ou 2 treinos por dia, 5-6 dias por semana -, as necessidades de consumo de hidratos decarbono são de 8-10g/kg peso/dia, de modo a poder manter no máximo os seus níveis deglicogénio (a principal fonte energética para efectuar um trabalho de força). São quantidadesdifíceis de alcançar, a não ser através do consumo de bebidas desportivas específicas.Para melhorabsorção associa - se hidratos de carbono + proteína( máxima absorção ).Bebidas de recuperaçãoReúne a maior parte dos suplementos de recuperação em um só lugar. Trata-se de umcombinado de carboidrato, BCAA, glutamina, minerais, vitaminas e, às vezes, proteínas. Deveser tomado imediatamente após o término do exercício.
  18. 18. ConclusãoTrês conclusões importantes podem ser tiradas do presente estudo bibliográfico: a primeira delas dizrespeito as corridas de velocidade; conclui-se então que o sistema bioenergético predominante naressíntese de ATP durante uma corrida de velocidade é o sistema anaeróbio, composto pelo mecanismodos fosfagênios e da glicólise anaeróbia. Já nas corridas intermediárias, conclui-se que tanto o sistemaanaeróbio quanto o sistema aeróbio contribuem de forma significativa para a ressíntese do ATPnecessário a este tipo de prova. Por último, chega-se a conclusão que nas corridas de resistência osistema aeróbio, composto pela glicólise aeróbia, ciclo de Krebs e sistema transportador de elétrons, seráo sistema dominante para a produção de ATP, sendo os carboidratos os principais nutrientes energéticosnos 20 minutos iniciais de exercício e as gorduras assumindo este papel após o período de 1 hora deprova.Não podemos nos esquecer de ter uma alimentação adequada não só oferece os nutrientes básicos e naquantidade certa ao corredor como também equilibra as necessidades energéticas, permite uma melhorrecuperação no pós-treino e reduz a ação dos radicais livres. Além disto, a própria alimentação atua comorecurso ergogênico, o que melhora o rendimento da atividade física e durante os exercícios é importanteingerir bebidas esportivas para evitar a desidratação e para fornecer energia para os músculos que estãosendo acionados.
  19. 19. Bibliográfia• http://www.joaquimcruz.com/atletis.html#Defini‹o• http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/atletismo/atletismo-2.phph• ttp://www.cbat.org.br/atletismo/origem.asp• http://efartigos.atspace.org/otemas/artigo34.html Nota: * Acadêmico do curso de Educação Física pela UFRN . Editor: Allan José Costa - Revista Virtual EFArtigos • http://jefersonvianna.sites.uol.com.br/fisiologia_3.html

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