Inovação 
em 
Serviços 
Públicos 
Luis Vidigal – Nov 2014 1 
Luís 
Vidigal
Luis Vidigal – Nov 2014 2 
Programa 
1. Inovação 
2. Tendências 
e 
perspec;vas 
da 
Modernização 
Administra;va 
3. Admin...
Luis Vidigal – Nov 2014 3 
Para 
além 
dos 
textos 
de 
apoio 
190 
slides 
para 
download 
em 
http://www.slideshare.net/...
Luis Vidigal – Nov 2014 4 
Inovação
Luis Vidigal – Nov 2014 5 
• A 
Inovação 
não 
é 
apenas 
fazer 
coisas 
diferentes 
e 
cria;vas 
• É 
criar 
valor 
ouvin...
Luis Vidigal – Nov 2014 6 
O que é desejado 
pelos Utilizadores 
Inovação 
O que é viável 
para a Sociedade 
O que é possí...
Luis Vidigal – Nov 2014 7 
Convergência
Luis Vidigal – Nov 2014 8 
Administração Pública 
inimiga do Cidadão 
e da Economia
Public Administration Administração Pública 
Luis Vidigal – Nov 2014 9 
Um 
Organograma 
não 
é 
uma 
Organização 
Imagem ...
Luis Vidigal – Nov 2014 10
Tendências 
e 
perspecFvas 
da 
Nodernização 
AdministraFva 
Luis Vidigal – Nov 2014 11
and Smart Shor t and Simple 
Luis Vidigal – Nov 2014 12 
Um 
Princípio 
desde 
os 
anos 
60 
(Programa 
Apollo) 
Serviços ...
Modelos 
de 
Estado 
Sec XXI 
Estado 
Parceiro 
Governance 
New 
Public 
Service 
Interesses 
do Estado 
O Estado 
control...
Modelos 
de 
Estado 
Sec XXI 
Estado 
Distribuído 
e 
em 
Rede 
New 
Public 
Service 
Luis Vidigal – Nov 2014 14 
14 
Anos...
“Estamos 
juntos!” 
Luis Vidigal – Nov 2014 15 
Pós-­‐NPM 
Uma 
vaga 
de 
normaFvidade 
15 
Joined 
up 
Government 
Whole ...
Modelos 
de 
Reforma 
do 
Estado 
Pollitt, C e G. Bouckaert (2004), Public Management Reform: A Comparative Analysis, Oxfo...
Tendências 
da 
Reforma 
do 
Estado 
Presidência 
dinamarquesa 
da 
UE 
-­‐ 
2012 
IPSG 
-­‐ 
InnovaFve 
Public 
Services ...
Oportunidade 
da 
Crise 
A 
crise 
é 
uma 
coisa 
terrível 
para 
ser 
desperdiçada 
OECD (2010), Making Reform Happen - L...
O 
e-­‐Government 
é 
prioritário 
para 
a 
Reforma 
do 
Estado 
O 
e-­‐Government 
é 
visto 
mais 
do 
que 
nunca 
como 
...
CaracterisFcas 
do 
NPM 
Luis Vidigal – Nov 2014 20 
1. Entrada 
no 
sector 
público 
de 
gestores 
profissionais 
proveni...
Agências, 
Mercados 
e 
Parcerias 
Sim, mas… 
Luis Vidigal – Nov 2014 21 
Mais 
Autonomia 
Mais 
Controlo e 
Responsabiliz...
Fases 
da 
Reforma 
entre 
1980s 
e 
2000s 
Luis Vidigal – Nov 2014 22 
Experiência 
da 
Austrália 
Dimensão 
da 
Reforma ...
Paradoxos 
e 
Desafios 
Luis Vidigal – Nov 2014 23 
23
Gestores Cidadãos 
Luis Vidigal – Nov 2014 24 
Poder 
e 
controlo 
Políticos 
Aumentar o controlo político 
sobre a burocr...
Opções 
gesFonárias 
Poupança Qualidade 
Luis Vidigal – Nov 2014 25 
Dar prioridade às 
poupanças 
Dar prioridade à 
melho...
Liberalizar 
ou 
centralizar? 
Integração central 
e fortalecimento 
do Estado 
Público Privado 
Luis Vidigal – Nov 2014 2...
Uma 
escolha 
a 
escruFnar 
Centralização da Informação 
Público Privado 
Opção Política 
Autonomia e Responsabilização 
L...
Opções 
de 
Eficiência 
Luis Vidigal – Nov 2014 28 
Crescimento 
Os 
recursos 
(inputs) 
diminuem 
e 
os 
outputs 
aumenta...
Fazer 
muito 
mais 
com 
menos 
Crescimento 
Luis Vidigal – Nov 2014 29 
Fazer 
menos 
com 
muito 
menos 
Existem 
caminho...
Grandes 
Orientações 
da 
UN 
Luis Vidigal – Nov 2014 30 
• Adopção 
por 
parte 
dos 
cidadãos 
• Acesso 
à 
internet 
ou ...
Tendências 
• Desenvolvimento 
From 
“readiness” 
to 
“maturity” 
• U,lização 
Ci9zen-­‐centric 
approach 
• Transparência...
Tecnologias 
para 
quê? 
“Eu 
quero 
que 
perguntemos 
todos 
os 
dias, 
como 
é 
que 
estamos 
a 
usar 
as 
tecnologias 
...
Princípios 
Estratégicos 
Luis Vidigal – Nov 2014 33 
• Centrados 
na 
Informação 
(“Informa,on-­‐Centric”) 
Deixar 
de 
t...
Princípios 
chave 
do 
e-­‐Government 
Luis Vidigal – Nov 2014 34 
Irlanda 
– 
2012-­‐2015 
• As 
necessidades 
dos 
cidad...
Mudar 
a 
Administração 
parFndo 
do 
serviço 
Luis Vidigal – Nov 2014 35 
1. Introduzir 
uma 
cultura 
de 
simplificação ...
Uma prioridade para a a Administração Pública 
Cultura 
de 
Simplificação 
Luis Vidigal – Nov 2014 36
Luis Vidigal – Nov 2014 37 
Níveis 
de 
Simplificação 
do 
SIMPLEX 
• SIMPLIFICAÇÃO 
PREVENTIVA 
(ex-­‐ante) 
– Teste 
Sim...
Luis Vidigal – Nov 2014 38 
Teste 
SIMPLEX 
Simplificação 
PrevenFva 
(ex-­‐ante) 
1. Caracterização 
da 
inicia;va 
2. En...
ObjecFvos 
SIMPLEX 
SIMPLIFICAÇÃO 
CORRECTIVA 
Luis Vidigal – Nov 2014 39 
• Resposta 
pronta 
e 
eficaz 
às 
necessidades...
Os 
Princípios 
da 
Simplificação 
Luis Vidigal – Nov 2014 40 
• Deixar 
o 
cidadão 
escolher 
entre 
pagar 
uma 
seguranç...
Um 
exemplo 
de 
parFlha 
INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA 
Luis Vidigal – Nov 2014 41 
• Novo 
modelo 
de 
prestação 
...
Luis Vidigal – Nov 2014 42
Administração 
Pública 
Electrónica 
Luis Vidigal – Nov 2014 43 
e-­‐Government
Acesso 
à 
Informação 
e 
a 
Serviços 
Electrónicos 
Hora 
Luis Vidigal – Nov 2014 44 
Todos os cidadãos 
A 
qualquer 
Em ...
O 
que 
se 
espera 
do 
e-­‐Government 
Eficiência Transparência 
Luis Vidigal – Nov 2014 45 
Eficácia 
Democracia 
Poupan...
Para quê? 
IT Governance 
Luis Vidigal – Nov 2014 46 
Definições 
O quê? 
Transformação das 
relações internas e 
externas...
Os 
relacionamentos 
decorrentes 
Luis Vidigal – Nov 2014 47 
do 
e-­‐Government 
Organismo 
Organismo 
Administração 
Púb...
Objetivos do Milénio para o 
Desenvolvimento (UN) Objetivos do e-Governance 
(Nações Unidas, 2013) 
• Aumentar a eficiênci...
Estágios 
de 
Maturidade 
do 
e-­‐Government 
Luis Vidigal – Nov 2014 49
Dimensões 
do 
e-­‐Government 
Luis Vidigal – Nov 2014 50 
Serviços de 
Informação 
Serviços de 
Comunicação 
Serviços 
Tr...
As 
4 
fases 
de 
Maturidade 
da 
AP 
Electrónica 
na 
EU 
Transacção 
Resolução plena 
de problemas 
Luis Vidigal – Nov 2...
Os 
4 
clusters 
dos 
20 
serviços 
eEurope 
Luis Vidigal – Nov 2014 52
Estágios 
de 
Maturidade 
na 
UE 
Luis Vidigal – Nov 2014 53
Estágios 
de 
maturidade 
do 
e-­‐government 
e-Democracia 
Estamos 
aqui 
Transformação 
dos serviços 
da AP 
Luis Vidiga...
Luis Vidigal – Nov 2014 55 
1º 
lugar 
na 
Europa 
em 
e-­‐Government
Maturidade 
do 
e-­‐Government 
Luis Vidigal – Nov 2014 56 
Modelo 
Tridimencional 
Integração 
Interoperabilidade 
Cooper...
Abrimos 
novos 
desafios 
sem 
resolver 
os 
anteriores 
Integrar 
Planear e gerir 
através de multiplos domínios, process...
MoFvações 
ideológicas 
para 
o 
e-­‐Gov 
Instrumentos de Reforma (NPM) 
Luis Vidigal – Nov 2014 58 
Pressupostos 
Gestão ...
MoFvações 
ideológicas 
para 
o 
e-­‐Gov 
Luis Vidigal – Nov 2014 59 
Realidades 
Desagregação 
organizacional 
do 
estado...
É 
urgente 
uma 
ruptura 
no 
foco 
Luis Vidigal – Nov 2014 60 
Orientação 
ao 
Poder 
Orientação 
ao 
Cidadão 
60
Acreditem que não é 
Luis Vidigal – Nov 2014 61 
Foco 
no 
Cidadão 
Fases 
de 
transformação 
da 
AP 
Departamentos 
isola...
Moçambique 
Um Plano excelente 
Luis Vidigal – Nov 2014 62 
e-­‐Gov 
em 
em qualquer 
parte do mundo
Luis Vidigal – Nov 2014 63 
O 
percurso
Alinhamento 
com 
a 
Reforma 
do 
Estado 
Luis Vidigal – Nov 2014 64 
PARPA - Plano de Acção para a Redução da Pobreza Abs...
Dados 
estansFcos 
No 
Mundo 
e 
em 
Moçambique 
Luis Vidigal – Nov 2014 65
E-­‐Government 
no 
Mundo 
http://www2.unpan.org/egovkb/ 
global_reports/12report.htm 
Luis Vidigal – Nov 2014 66
IV 
2012 
-­‐ 
EGDI 
-­‐ 
Moçambique 
III 
II 
I 193 países membros das UN 
Índice 
Desenvolvimento 
de 
e-­‐Government 
R...
Trabalho 
de 
Grupo 
Uma 
nova 
maneira 
de 
olhar 
o 
Estado 
Repositórios 
únicos 
e 
Processos 
Básicos 
Luis Vidigal –...
Qual 
a 
situação 
no 
vosso 
país? 
Luis Vidigal – Nov 2014 69 
Pessoas 
Empresas 
Território 
Prédios 
Construção 
de 
u...
Luis Vidigal – Nov 2014 70 
Colaboração, 
Interoperabilidade 
e 
Desmaterialização
Maturidade 
Luis Vidigal – Nov 2014 71 
Morte 
Euforia 
Desilusão 
Adaptado do Gartner
Para 
além 
do 
E-­‐Government 
Hype 
Cycle 
do 
Gartner 
Prioridades para a Maturidade 
• Interoperabilidade 
• Estratégi...
Luis Vidigal – Nov 2014 73 
Interoperabilidade?
Interoperabilidade? 
Dialog med kommunen/andra vård-grannar 
Gemensam uppslutning kring mål 
base from Mikael Erlandsson 
...
Luis Vidigal – Nov 2014 75 
Interoperabilidade? 
É aqui que tudo falha 
Organizacional 
“Peopleware” (Vontades) 
Informaci...
Interoperabilidade Organizacional 
Processo Básico Cidadãos 
Luis Vidigal – Nov 2014 76 
Interoperabilidade 
Interoperabil...
Holes 
in 
the 
Whole 
of 
Government 
Os 
buracos 
na 
totalidade 
do 
Estado 
Velocidade 
de 
caracol 
300 5 300 5 
Luis...
Novas 
Estruturas 
/ 
Novas 
Relações 
“Putting 
Citizens 
First” 
OCDE 
Luis Vidigal – Nov 2014 78
Estruturas 
e 
Processos 
In Out 
Luis Vidigal – Nov 2014 79 
Estruturas 
Processos
Fim 
às 
CerFdões!!! 
Luis Vidigal – Nov 2014 80 
Tem que me trazer uma 
prova de quem é você 
Tem que me trazer uma 
prov...
Luis Vidigal – Nov 2014 81 
Labirinto 
A irracionalidade do 
Estado alimenta muitos 
“negócios” privados 
sem acrescentar ...
O 
Tempo 
é 
amigo 
de 
muitos 
“negócios” 
privados 
Tempo 
Luis Vidigal – Nov 2014 82 
Corrupção
A 
informaFzação 
nem 
sempre 
é 
a 
solução 
Luis Vidigal – Nov 2014 83
Licenciamento 
Zero 
Não 
se 
trata 
de 
acabar 
com 
os 
licenciamentos, 
mas 
sobretudo 
quesFoná-­‐los 
e 
acelerá-­‐lo...
Aceleração electrónica 
E-Government 
Luis Vidigal – Nov 2014 85 
DesburocraFzação 
Procedimentos burocráticos 
Zona de 
R...
Transparência 
e 
simplicidade 
Sabe como fazer? 
Então faça! 
Luis Vidigal – Nov 2014 86 
O que 
quer fazer? 
Quem é 
voc...
Luis Vidigal – Nov 2014 87 
Remover 
A 
as 
arbitrariedades 
verdadeira 
lei é o 
algorítmo 
Recuperar 
• Accountability 
...
Remover 
as 
arbitrariedades 
Da incerteza do Mais ou Menos à certeza do Sim ou Não 
Luis Vidigal – Nov 2014 88
Regras 
claras 
e 
objeFvas 
Luis Vidigal – Nov 2014 89
Transparência 
em 
tempo 
real 
Não Sim 
Luis Vidigal – Nov 2014 90
É 
diycil 
mas 
compensa... 
para a Sociedade 
Luis Vidigal – Nov 2014 91 
Da Administração Pública 
-85% 
• IdenFficar 
e...
E 
porque 
não 
também? 
Compras 
Luis Vidigal – Nov 2014 92 
Justiça Ambiente 
etc, etc, etc…
Se existe lógica e rigor na legislação, 
existe certeza e transparência na decisão 
Porque não deixar a máquina 
decidir e...
13 passos 
P Pedido Cadern. Predial 
P Pagamento/Isenção IMT 
P Pagamento/Isenção IMI 
Luis Vidigal – Nov 2014 94 
Inic...
3 passos 
P Pedido Cadern. Predial 
P Pagamento/Isenção IMT 
P Pagamento/Isenção IMI 
Luis Vidigal – Nov 2014 95 
Exemp...
Luis Vidigal – Nov 2014 96 
M-­‐Government
Luis Vidigal – Nov 2014 97 
Mobilidade 
• Utilizadores 
• Serviços 
• Equipamentos 
Espaço Tempo 
Contexto 
(Local e Hora ...
Exemplos 
de 
m-­‐Government 
Saúde Finanças 
• Avisos de pagamento de impostos 
• Pagamento de impostos 
• Cotação de cer...
Exemplos 
de 
m-­‐Government 
Autarquias Criminalidade 
• Denuncia de um crime 
• Participação de ocorrências 
• Alerta de...
m-­‐Gov: 
Beneycios 
Luis Vidigal – Nov 2014 100 
Transparência 
de actuação 
Redução de 
Custos 
m-Gov 
Benefícios 
Conte...
Luis Vidigal – Nov 2014 101 
m-­‐Gov: 
Riscos 
Usabilidade 
Segurança 
m-Gov 
Riscos 
Qualidade da Info 
Transmitida 
Stan...
Exclusão 
Digital 
Luis Vidigal – Nov 2014 102
Novas 
Prioridades 
para 
o 
e-­‐Government 
Z Y X ... ... C B A 
“From e-Government 
to e-Inclusion” 
Nações Unidas (2005...
Infoexclusão 
Luis Vidigal – Nov 2014 104
Luis Vidigal – Nov 2014 105 
Fratura 
Digital
Luis Vidigal – Nov 2014 106 
Mapa da 
Fratura Digital 
Digital Access Index (DAI)
Índice 
de 
Acesso 
Digital 
(DAI) 
• Infraestrutura 
Luis Vidigal – Nov 2014 107 
– Ligações 
fixas 
e 
móveis 
• Poder 
...
Uma 
estratégia 
global... 
Luis Vidigal – Nov 2014 108 
Competências 
Formação de Adultos 
Reintegração 
Formação 
e Empr...
Repensar 
as 
estruturas 
e 
Luis Vidigal – Nov 2014 109 
os 
processos
Luis Vidigal – Nov 2014 110 
Temos 
de 
abrir 
a 
“Caixa 
de 
Pandora” 
e 
resolver 
de 
facto 
os 
problemas 
Defesa de 
...
ConFnuamos 
a 
construir 
castelos 
Luis Vidigal – Nov 2014 111 
em 
vez 
de 
serviços
Luis Vidigal – Nov 2014 112 
Silos 
VerFcais 
Cheios 
de 
Poder 
e 
Vaidade
Luis Vidigal – Nov 2014 113 
Silos 
Horizontais 
Cheios 
de 
“Gordura” 
e 
Desperdício
ParFlha 
de 
Dados 
e 
Serviços 
Luis Vidigal – Nov 2014 114 
“Administração 
em 
Rede” 
Recursos e Serviços Comuns (SOA) ...
Precisamos 
de 
algumas 
espinhas 
mas 
de 
poucos 
Peixes 
Luis Vidigal – Nov 2014 115 
Sinergias Horizontais 
Prioridade...
Está 
meio 
cheio 
ou 
meio 
vazio? 
Luis Vidigal – Nov 2014 116
Repositórios 
únicos 
e 
Processos 
Básicos 
Luis Vidigal – Nov 2014 117 
Pessoas 
Empresas 
Território 
Prédios 
Construç...
Trabalho 
de 
Grupo 
A. Eliminação 
de 
cer;dões 
e 
comprovantes 
inúteis 
em 
MZ 
B. Interoperabilidade, 
repositórios 
...
Eventos 
de 
vida 
http://www.portaldogoverno.gov.mz 
Luis Vidigal – Nov 2014 119
Iniciar 
um 
negócio 
em 
Moçambique 
e-­‐Baú, 
um 
o 
projeto 
à 
beira 
da 
parFda 
Luis Vidigal – Nov 2014 120
È 
preciso 
evitar 
as 
MúlFplas 
faces 
para 
a 
mesma 
pessoa 
Luis Vidigal – Nov 2014 121
Luis Vidigal – Nov 2014 122
Luis Vidigal – Nov 2014 123 
CRUD 
• C 
– 
Create 
• R 
– 
Retrieve 
• U 
– 
Update 
• D 
-­‐ 
Delete
Luis Vidigal – Nov 2014 124 
• Processo 
A 
• Processo 
B 
• Processo 
C 
• … 
• Processo 
n 
Nascimento 
• Nome 
• Número...
“Matrícula” 
Luis Vidigal – Nov 2014 125 
Consistência 
e Qualidade 
dos Dados 
• Processo 
A 
• Processo 
B 
• Processo 
...
Census Estatístico 
Serviços de 
Utilidade Pública 
Endereços 
Valor Tributável 
Luis Vidigal – Nov 2014 126 
“Um 
mapa 
d...
Luis Vidigal – Nov 2014 127 
SIMPLEX 
a 
três 
dimensões 
• Ver 
os 
processos 
para 
além 
de 
um 
só 
departamento, 
Min...
Será 
que 
há 
muita 
diferença? 
Ontem Hoje 
Luis Vidigal – Nov 2014 128
Luis Vidigal – Nov 2014 129 
S. 
Exª 
o 
Papel 
Paradoxo da (in)Produtividade
Colaboração 
digital 
Luis Vidigal – Nov 2014 130
Luis Vidigal – Nov 2014 131 
11101101011 
11101101110 
01100111000 
01100111000 
Mundo 
Real 
Mundo 
Digital 
10001110111 ...
Não 
é 
tão 
fácil 
como 
parece… 
Luis Vidigal – Nov 2014 132
Luis Vidigal – Nov 2014 133 
SCM 
-­‐ 
Workflow
Algumas 
tendências 
tecnológicas 
Luis Vidigal – Nov 2014 134
Um 
mundo 
de 
objectos 
inteligentes 
Luis Vidigal – Nov 2014 135 
das 
pessoas 
às 
coisas 
• Código 
de 
barras 
• Tarj...
Luis Vidigal – Nov 2014 136 
• Equipamento 
móvel 
• Sistema 
operaFvo 
móvel 
• Mercado 
de 
aplicações 
móveis 
• Aplica...
Browsers 
(% 
de 
penetração 
no 
mundo 
em 
Março 
de 
2013) 
Luis Vidigal – Nov 2014 137
Venda 
de 
equipamentos 
pessoais 
conectados 
Luis Vidigal – Nov 2014 138 
2012-­‐2017 
(em 
milhões 
de 
unidades)
Vendas 
de 
Smatphones 
no 
Mundo 
Luis Vidigal – Nov 2014 139 
(em 
milhares 
de 
unidades)
Armazenar 
nas 
“Nuvens” 
(Cloud) 
Luis Vidigal – Nov 2014 140
Trabalhar 
nas 
“Nuvens” 
(Cloud) 
O Office 365 combina 
edições online do Word, 
Excel, PowerPoint e 
OneNote, com o 
Exc...
Formulários electrónicos 
Personalizados, únicos, dinâmicos e inteligentes 
Luis Vidigal – Nov 2014 142
Reutilização dos Dados 
Luis Vidigal – Nov 2014 143
Luis Vidigal – Nov 2014 144 
Dados 
Nome 
Morada 
Profissão 
Estado Civil 
Rendimento 
Pedidos em falta 
Reclamações 
Inci...
Luis Vidigal – Nov 2014 145 
Eventos 
Ir à escola 
Empregar-se 
Casar-se 
Ter um filho 
Mudar de casa 
Construir uma casa ...
Luis Vidigal – Nov 2014 146 
As 
3 
camadas 
de 
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Parte visível 
Lógica 
Regras ...
Estágios 
de 
Maturidade 
Tecnológica 
Luis Vidigal – Nov 2014 147 
Acesso à 
Informação 
Comunicar 
Trabalhar juntos 
Aut...
Luis Vidigal – Nov 2014 148 
Redes 
Sociais Mobilidade 
Análise 
de Dados 
Anytime – Anywhere 
Just in Time – Just in Case
Internet 
das 
Coisas 
Imagine um mundo 
onde as coisas 
estão sempre 
conectadas à 
Internet e interagem 
com pessoas e 
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Luis Vidigal – Nov 2014 150 
O 
Trabalho 
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• Mobilidade 
constante 
• Permanentemente 
conectados 
• Acesso 
a 
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Consumo 
Global 
da 
Internet 
Tráfico 2011-2016 (peta bytes/mês) 
Fonte: Cisco Systems 
Luis Vidigal – Nov 2014 151
Não 
é 
só 
a 
parte 
visível 
que 
interessa... 
Luis Vidigal – Nov 2014 152
Luis Vidigal – Nov 2014 153
Federação 
de 
Dados 
Luis Vidigal – Nov 2014 154
Luis Vidigal – Nov 2014 155 
Riscos 
• Disponibilidade 
• Con;nuidades 
de 
Serviços 
• Segurança 
• Privacidade 
• Fratur...
Luis Vidigal – Nov 2014 156 
Portais 
Gestão de 
Conteúdos 
Ferramentas 
Colaborativas 
Gestão do 
Conhecimento 
Gestão 
D...
Segurança 
na 
Era 
Digital 
Luis Vidigal – Nov 2014 157
Requisitos de Segurança 
• Integridade 
Luis Vidigal – Nov 2014 158 
– Completa e não alterada 
• Confidencialidade 
– Ace...
Assinaturas digitais 
Luis Vidigal – Nov 2014 159 
A 
Entidade 
Certificadora 
B 
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Gerir 
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Mudança 
e 
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na 
Administração 
Pública 
Luis Vidigal – Nov 2014 160
Modelo 
de 
IT 
Governance 
Luis Vidigal – Nov 2014 161 
Competências 
necessárias 
Governo 
Alinhamento 
Estratégico 
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Proteger os Activos Informacionais 
Metadados (XML) e Regras de Negócio (BPM) 
Luis Vidigal – Nov 2014 162 
Plataforma SOA...
É 
preciso 
apostar 
também 
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"corridas 
de 
fundo" 
Luis Vidigal – Nov 2014 163
Conciliar 
os 
tempos 
e 
as 
Tempo e 
racionalidades 
Políticas 
Tempo e 
racionalidades 
Administrativas 
Luis Vidigal –...
Formas 
de 
melhorar 
os 
processos 
Luis Vidigal – Nov 2014 165 
• Normalizar 
• Reduzir 
erros 
• Usar 
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red...
Estratégia 
e 
TácFca 
Objectivo 
Objectivo Estratégico 
Táctico 
Luis Vidigal – Nov 2014 166 
Objectivo 
Táctico 
Objecti...
Perigo 
e 
Oportunidade 
Luis Vidigal – Nov 2014 167 
A palavra mudança 
é representada na 
escrita chinesa por 
dois símb...
Resistência 
à 
Mudança 
Luis Vidigal – Nov 2014 168
Luis Vidigal – Nov 2014 169 
Se 
alguém 
faz 
… alguém desfaz
Caminho 
mais 
longo 
e 
Luis Vidigal – Nov 2014 170 
dispendioso
Mudança 
e 
preconceito 
Luis Vidigal – Nov 2014 171 
“Nada do que é 
novo será bem 
sucedido se não 
parecer louco 
quand...
Mudança 
e 
preconceito 
Luis Vidigal – Nov 2014 172 
"É mais fácil 
desintegrar um 
átomo 
do que um 
preconceito“ 
Alber...
Descongelar 
/ 
Re-­‐congelar 
Descongelar Re-congelar 
Luis Vidigal – Nov 2014 173
Coordenar 
é 
servir 
os 
outros 
“É 
melhor 
liderar 
a 
par;r 
de 
trás 
e 
dar 
o 
protagonismo 
aos 
outros, 
principa...
Luis Vidigal – Nov 2014 175 
Estrelas 
Solitárias 
e 
Galáxia
Luis Vidigal – Nov 2014 176
Sector Público 
Criatividade Harmonização 
Inovação Clareza 
Competitividade Simplicidade 
Risco Segurança 
Luis Vidigal –...
Público 
/ 
Privado 
– 
Diferenças 
Reais 
/ 
Formais 
Dimensão 
Gestão 
Privada 
Administração 
Pública 
Objecto 
Necessi...
e construir pontes 
Com mais e melhores 
Informação e serviços 
Luis Vidigal – Nov 2014 179 
Demolir paredes
• Sonhar 
• Inovar 
• Criar 
• Comunicar 
• Dar 
afecto 
• Decidir 
Dave 
Informação e 
Conhecimento 
Tarefas cognitivas 
...
Empregos 
em 
risco 
Avançar 
Parar 
Frey†, Carl Benedikt & Michael A. Osborne (2013). The Future of Employment: How Susce...
Desgaste 
dos 
empregos 
intermédios 
A tecnologia está a substituir progressivamente 
empregos de competências médias, 
a...
Luis Vidigal – Nov 2014 183 
Maus 
e 
Bons 
Desemprego Emprego
O 
Apagão! 
Luis Vidigal – Nov 2014 184 
Imaginem que 
deixava de haver 
tecnologias da 
informação e 
comunicação nos 
or...
Custo 
ou 
InvesFmento? 
Luis Vidigal – Nov 2014 185 
Custo 
Redundâncias 
Desintegração 
Incoerências 
Incompatibilidades...
Onde 
estão 
as 
poupanças? 
Incomes 
Inputs 
Outputs 
Outcomes 
Pouco 
Luis Vidigal – Nov 2014 186 
Eficiência 
Eficácia ...
Qual 
a 
estratégia 
para 
o 
futuro 
• Economia 
Crescimento 
ou 
Declínio? 
• Intervenção da AP na Economia 
Fraca 
ou 
...
Porque 
é 
que 
não 
acontece? 
Luis Vidigal – Nov 2014 188 
Prioridade 
ParFlhar 
ao 
Cidadão 
Simplificar 
Re-­‐uFlizar ...
Luis Vidigal – Nov 2014 189 
Minha 
Iniciativa 
Minha 
Iniciativa 
Minha 
Iniciativa 
Minha 
Iniciativa 
Esta é 
para si.....
Infaticídio 
Tecnológico ?! 
Luis Vidigal – Nov 2014 190
Luis Vidigal – Nov 2014 191 
Tecnologia 
Contra 
a 
corrente 
80% 
20% 
AFtudes
Luis Vidigal – Nov 2014 192 
Obrigado 
Até 
breve 
192 
Telefone: +351 963459044 
Skype: luis.vidigal1 
Blog: http://mudar...
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  1. 1. Inovação em Serviços Públicos Luis Vidigal – Nov 2014 1 Luís Vidigal
  2. 2. Luis Vidigal – Nov 2014 2 Programa 1. Inovação 2. Tendências e perspec;vas da Modernização Administra;va 3. Administração Pública Electrónica (E-­‐Government) 4. Estágios de Maturidade do e-­‐Government 5. Dados estaMs;cos 6. Colaboração, Interoperabilidade e Desmaterialização 7. M-­‐Government 8. Exclusão Digital 9. Repensar as estruturas e os processos 10. Algumas tendências tecnológicas 11. Segurança na Era Digital 12. Gerir a Mudança e as TIC na Administração Pública
  3. 3. Luis Vidigal – Nov 2014 3 Para além dos textos de apoio 190 slides para download em http://www.slideshare.net/vidigal
  4. 4. Luis Vidigal – Nov 2014 4 Inovação
  5. 5. Luis Vidigal – Nov 2014 5 • A Inovação não é apenas fazer coisas diferentes e cria;vas • É criar valor ouvindo os outros e aproveitando o que está feito
  6. 6. Luis Vidigal – Nov 2014 6 O que é desejado pelos Utilizadores Inovação O que é viável para a Sociedade O que é possível com a Tecnologia
  7. 7. Luis Vidigal – Nov 2014 7 Convergência
  8. 8. Luis Vidigal – Nov 2014 8 Administração Pública inimiga do Cidadão e da Economia
  9. 9. Public Administration Administração Pública Luis Vidigal – Nov 2014 9 Um Organograma não é uma Organização Imagem formal Imagem real
  10. 10. Luis Vidigal – Nov 2014 10
  11. 11. Tendências e perspecFvas da Nodernização AdministraFva Luis Vidigal – Nov 2014 11
  12. 12. and Smart Shor t and Simple Luis Vidigal – Nov 2014 12 Um Princípio desde os anos 60 (Programa Apollo) Serviços • Simples • Rápidos • Eficientes
  13. 13. Modelos de Estado Sec XXI Estado Parceiro Governance New Public Service Interesses do Estado O Estado controla O Cidadão controla Interesses do Cidadão Cidadão Democracia Luis Vidigal – Nov 2014 13 Anos 20 Anos 80 Estamos Estado Neo-­‐Liberal Regulador New Public Management Cliente Negócio Estado Providência Administração Weberiana Administrado Burocracia aqui
  14. 14. Modelos de Estado Sec XXI Estado Distribuído e em Rede New Public Service Luis Vidigal – Nov 2014 14 14 Anos 80 Est aEstado Descentralizado New Public Management Anos 20 Estado Centralizado Administração Weberiana
  15. 15. “Estamos juntos!” Luis Vidigal – Nov 2014 15 Pós-­‐NPM Uma vaga de normaFvidade 15 Joined up Government Whole of Government TransformaFonal Government New Weberian Restauração dos valores do Serviço Público CollaboraFve Governance
  16. 16. Modelos de Reforma do Estado Pollitt, C e G. Bouckaert (2004), Public Management Reform: A Comparative Analysis, Oxford, Oxford University Press Luis Vidigal – Nov 2014 16 • Moderada -­‐ diminuição da burocracia; desregulamentação; melhoria dos processos (Alemanha – Comissão Europeia, OCDE) • Modernizadores -­‐ Mudanças no papel do Estado e no sistema de administração: equilíbrio resultado/orçamento; flexibilidade na carreira do serviço público; priva;zação (Finlândia, Holanda, Suécia, Bélgica e Alemanha) – Grupo I: modernização ges;onária – métodos trabalho e organização – Grupo II: Modernização par;cipa;va; descentralização; cidadão • Mercado – Introdução de mecanismos de mercado no sector público; desenvolvimento do mercado de serviços públicos; introdução da gestão empresarial e técnicos e gestores do sector privado (UK, NZ Austrália) • Estado mínimo – “emagrecimento” e limitação das funções públicas (suple;va) priva;zação das funções públicas e esba;mento das fronteiras público -­‐ privada (face mais radical de NZ e Austrália)
  17. 17. Tendências da Reforma do Estado Presidência dinamarquesa da UE -­‐ 2012 IPSG -­‐ InnovaFve Public Services Group Luis Vidigal – Nov 2014 17 • Medidas de gestão do desempenho e da austeridade • Foco no cidadão e seu envolvimento para melhorar a definição de prioridades • Digitalização e e-­‐Government para reduzir o custo
  18. 18. Oportunidade da Crise A crise é uma coisa terrível para ser desperdiçada OECD (2010), Making Reform Happen - Lessons from O18ECD Countries. Online: http://www.oecd.org/site/sgemrh/46159078.pdf Luis Vidigal – Nov 2014 18
  19. 19. O e-­‐Government é prioritário para a Reforma do Estado O e-­‐Government é visto mais do que nunca como o Luis Vidigal – Nov 2014 19 cerne das reformas do sector público e os agentes polí;cos consideram-­‐no como uma ferramenta políFca essencial para permi;r que os governos façam mais com menos. As estratégias de e-­‐Government visam explorar novas eficiências, criar maneiras mais eficazes de trabalho e melhorar a produFvidade no sector público. OECD (2011). Government at a Glance
  20. 20. CaracterisFcas do NPM Luis Vidigal – Nov 2014 20 1. Entrada no sector público de gestores profissionais provenientes do sector privado procurando a profissionalização da gestão e uma orientação para as técnicas de gestão; 2. Definição de medidas e padrões de desempenho com objec;vos mensuráveis e claramente definidos; 3. Preocupação com o controlo dos resultados salientando a necessidade de insis;r nos resultados e não nos processos; 4. Desagregação de unidades do sector público dividindo grandes estruturas em unidades mais pequenas recorrendo a formas inovadoras de organização das ac;vidades; 5. Introdução da concorrência no sector público, recorrendo à contratação, procurando baixar custos e melhorar a qualidade da prestação dos serviços; 6. Ênfase nos esFlos e práFcas de gestão privada, introduzindo modelos capazes de flexibilizar a gestão; 7. Preocupação com a disciplina e parcimónia na uFlização de recursos, cortando nos custos e procurando maior eficiência na u;lização dos recursos. Hood, Christopher (1991). A Public Management for All Seasons? Public Administration, pp. 3-19.
  21. 21. Agências, Mercados e Parcerias Sim, mas… Luis Vidigal – Nov 2014 21 Mais Autonomia Mais Controlo e Responsabilização GEERT BOUCKAERT Performance Measurement and Budgeting in the Public Sector Towards a Comprehensive Reform of Public Governance. Lisboa, January 28th, 2013
  22. 22. Fases da Reforma entre 1980s e 2000s Luis Vidigal – Nov 2014 22 Experiência da Austrália Dimensão da Reforma Managerialism New Public Management Governance centrada no Estado Conceito central Management Mercado Coordenação Foco da Reforma – Serviços públicos core Melhoria da gestão financeira Outsourcing Totalidade da administração pública Foco da Reforma – Sector público externo Empresarialização Empresas estatais Priva;zação Publico/privado Racionalização da governança corpora;va Tendências gerais Mudança de paradigma para gestão por resultados Devolução Desagregação Integração central e fortalecimento Tendências público-­‐privado Importação de técnicas do sector privado Exportar a;vos e funções Renovação do sector público John Halligan Reform of Public Sector Governance in Australia Towards a Comprehensive Reform of Public Governance. Lisboa, 28-30 January 2013 Tradução: Luís Vidigal (2013)
  23. 23. Paradoxos e Desafios Luis Vidigal – Nov 2014 23 23
  24. 24. Gestores Cidadãos Luis Vidigal – Nov 2014 24 Poder e controlo Políticos Aumentar o controlo político sobre a burocracia Gestores livres para gerir Dar poder aos consumidores de serviços Pollitt, Christopher & Geert Bouckaert (2011), Public management reform: A comparative analysis, 2Ox4fo rd, Oxford University Press.
  25. 25. Opções gesFonárias Poupança Qualidade Luis Vidigal – Nov 2014 25 Dar prioridade às poupanças Dar prioridade à melhoria da qualidade do serviço público Pollitt, Christopher & Geert Bouckaert (2011), Public management reform: A comparative analysis, 2Ox5fo rd, Oxford University Press.
  26. 26. Liberalizar ou centralizar? Integração central e fortalecimento do Estado Público Privado Luis Vidigal – Nov 2014 26 Centralização Autonomia 26 As TIC permitem dar autonomia centralizando a informação
  27. 27. Uma escolha a escruFnar Centralização da Informação Público Privado Opção Política Autonomia e Responsabilização Luis Vidigal – Nov 2014 27
  28. 28. Opções de Eficiência Luis Vidigal – Nov 2014 28 Crescimento Os recursos (inputs) diminuem e os outputs aumentam Os recursos mantém-­‐se na mesma e os outputs aumentam Os recursos aumentam mas os outputs aumentam ainda mais Os outputs mantém-­‐se mas os recursos diminuem Os outputs diminuem mas os inputs diminuem ainda mais OFmista Pollis and Bouckaert (2011) Outcomes e Eficácia Pessimista Outputs e Eficiência AutomaFzação do Estado -85% Redução do Estado • Redução de efe;vos • Redução de salários e pensões • Venda de a;vos Estado Austeridade
  29. 29. Fazer muito mais com menos Crescimento Luis Vidigal – Nov 2014 29 Fazer menos com muito menos Existem caminhos alternaFvos para a Reforma do Estado Estado Austeridade Redução do Estado • Redução de efe;vos • Corte de salários e pensões • Venda de a;vos Ganhos (radicais) de Eficiência e Produ;vidade AutomaFzação do Estado • e-Government • Desmaterialização • Interoperabilidade • Prioridade ao Cidadão • Colaboração • Partilha -85%
  30. 30. Grandes Orientações da UN Luis Vidigal – Nov 2014 30 • Adopção por parte dos cidadãos • Acesso à internet ou aos telemóveis • Grupos mais vulneráveis • Serviços mul;-­‐canal • “One Stop Shop” • Sustentabilidade ambiental United Nations E-Government Survey 2012
  31. 31. Tendências • Desenvolvimento From “readiness” to “maturity” • U,lização Ci9zen-­‐centric approach • Transparência “Open government” • Novos Luis Vidigal – Nov 2014 31 canais Web 2.0, M-­‐Gov
  32. 32. Tecnologias para quê? “Eu quero que perguntemos todos os dias, como é que estamos a usar as tecnologias para melhorar efe,vamente a vida dos cidadãos.” Presidente dos EUA Barack Obama DIGITAL GOVERNMENT: Building a 21ST Century Platform to Better Serve the American People 23 de Maio, 2012 Luis Vidigal – Nov 2014 32
  33. 33. Princípios Estratégicos Luis Vidigal – Nov 2014 33 • Centrados na Informação (“Informa,on-­‐Centric”) Deixar de ter uma abordagem orientada aos “documentos” para passar a gerir dados e conteúdos que podem ser indexados, par;lhados, garan;dos, misturados e apresentados de uma forma que seja mais ú;l para o u;lizador; • Plataforma ParFlhada (“Shared PlaKorm”) -­‐ Trabalho colabora;vo, intra e interorganizacional, reduzindo custos, desobstruindo processos, aplicando normas e assegurando consistência na forma como se cria e distribui informação; • Centrados no Cidadão (“Customer-­‐Centric”) -­‐ Influencia o modo como criamos, gerimos e apresentamos os dados através dos sí;os Web, aplicações móveis, dados em bruto e outras formas de distribuição, permi;ndo aos u;lizadores configurar, par;lhar e consumir informação quando e como eles quiserem; • Segurança e Privacidade (“Security and Privacy”) Assegura que a inovação aconteça de modo seguro, usando os serviços digitais para proteger a informação e a privacidade. DIGITAL GOVERNMENT: Building a 21ST Century Platform to Better Serve the American People - 23 de Maio, 2012
  34. 34. Princípios chave do e-­‐Government Luis Vidigal – Nov 2014 34 Irlanda – 2012-­‐2015 • As necessidades dos cidadãos e das empresas estão no centro do e-­‐ Government; • Os serviços públicos devem ser facultados através dos canais mais adequados; • O e-­‐Government deve reduzir os encargos administraFvos para os cidadãos e empresas; • Os projetos de e-­‐Government devem refle;r melhorias nos processos, garan;ndo efe;vamente ganhos de eficiência, eficácia e retorno do invesFmento; • Os organismos devem trabalhar para assegurar que o canal digital seja a opção mais atraente para os cidadãos. República da Irlanda - Supporting Public Service Reform: eGovernment 2012 – 2015
  35. 35. Mudar a Administração parFndo do serviço Luis Vidigal – Nov 2014 35 1. Introduzir uma cultura de simplificação 2. Fazer com que a mudança na forma de prestação do serviço produza impactos na sua organização 3. Olhar para a procura e es;mular a parFcipação dos utentes
  36. 36. Uma prioridade para a a Administração Pública Cultura de Simplificação Luis Vidigal – Nov 2014 36
  37. 37. Luis Vidigal – Nov 2014 37 Níveis de Simplificação do SIMPLEX • SIMPLIFICAÇÃO PREVENTIVA (ex-­‐ante) – Teste Simplex (PCM) • SIMPLIFICAÇÃO CORRECTIVA (ex-­‐post) – 333 Medidas em 2006 (UCMA) – 235 Medidas em 2007 (UCMA) – 189 Medidas em 2008 (SEMA) – 200 Medidas em 2009 (SEMA) – 129 Medidas em 2010 (SEMA)
  38. 38. Luis Vidigal – Nov 2014 38 Teste SIMPLEX Simplificação PrevenFva (ex-­‐ante) 1. Caracterização da inicia;va 2. Encargos administra;vos 3. CompaFbilidade com a AP Electrónica – U;lização de Formulários Electrónicos – Per;nência e atualidade dos dados pedidos – Vias de comunicação – Pontos únicos de recolha e acesso 4. Consolidação norma;va e avaliação
  39. 39. ObjecFvos SIMPLEX SIMPLIFICAÇÃO CORRECTIVA Luis Vidigal – Nov 2014 39 • Resposta pronta e eficaz às necessidades dos cidadãos e das empresas • Aumentar a confiança dos cidadãos • Permi;r às empresas obter mais rapidamente licenças e autorizações e cumprir outras formalidades • Facilitar a racionalização e a eficiência da própria Administração Pública • Favorecer a compeFFvidade de Portugal
  40. 40. Os Princípios da Simplificação Luis Vidigal – Nov 2014 40 • Deixar o cidadão escolher entre pagar uma segurança acrescida ou u;lizar formas mais simples e mais baratas • Fazer com que as exigências burocrá;cas sejam proporcionais ao risco • Não solicitar informação desnecessária • ParFlhar informação disponível na AP
  41. 41. Um exemplo de parFlha INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA Luis Vidigal – Nov 2014 41 • Novo modelo de prestação de informação e contas que permite às empresas a sua apresentação por via informáFca, num único ponto e de uma só vez. • Neste processo incluem-­‐se declarações obrigatórias, designadamente no âmbito das Finanças, do Trabalho e da Segurança Social, mas também a recolha de informação para fins estansFcos, com a consequente eliminação de um conjunto de inquéritos feitos, entre outros, pelo Banco de Portugal e pelo Ins;tuto Nacional de EstaMs;ca. Arranque em 2006 para ser enviada em 2007
  42. 42. Luis Vidigal – Nov 2014 42
  43. 43. Administração Pública Electrónica Luis Vidigal – Nov 2014 43 e-­‐Government
  44. 44. Acesso à Informação e a Serviços Electrónicos Hora Luis Vidigal – Nov 2014 44 Todos os cidadãos A qualquer Em qualquer Lugar Com Segurança
  45. 45. O que se espera do e-­‐Government Eficiência Transparência Luis Vidigal – Nov 2014 45 Eficácia Democracia Poupança Rapidez e-Gov Confiança Usabilidade Mobilidade Disponibilidade
  46. 46. Para quê? IT Governance Luis Vidigal – Nov 2014 46 Definições O quê? Transformação das relações internas e externas do sector público e-Government Como? ...através de operações na Internet e TIC... ...para optimizar a prestação de serviços públicos, a participação democrática e os processos internos... Políticas, leis e regulações que suportam a sociedade da informação e o e-Government Esquema regulador Infra-estruturas Educação e Formação Desenvolvimento Económico Sociedade da Informação Avanços na adopção da economia interconectada
  47. 47. Os relacionamentos decorrentes Luis Vidigal – Nov 2014 47 do e-­‐Government Organismo Organismo Administração Pública Organismo Organismo Fornecedores E-Procurement Empresas Cidadãos G2C Funcionários
  48. 48. Objetivos do Milénio para o Desenvolvimento (UN) Objetivos do e-Governance (Nações Unidas, 2013) • Aumentar a eficiência, a transparência e a responsabilização das instituições públicas • Melhorar o acesso à informação e à prestação de serviços básicos a toda a população, em particular os pobres e mais vulneráveis, criando assim um vínculo para os Objetivos do Milénio para o Desenvolvimento (MDGs) • Promover a cidadania e a participação de todas as partes interessadas (stakeholders), nos processos de decisão e de políticas públicas, particularmente entre os pobres e marginalizados, mulheres e jovens. Luis Vidigal – Nov 2014 48
  49. 49. Estágios de Maturidade do e-­‐Government Luis Vidigal – Nov 2014 49
  50. 50. Dimensões do e-­‐Government Luis Vidigal – Nov 2014 50 Serviços de Informação Serviços de Comunicação Serviços Transaccionais Vida do dia a dia Informação sobre Trabalho, Habitação, Educação, Saúde, Cultura, Transporte, Ambiente, etc. Forum de discussão relacionado com assuntos quotidianos. Anúncios de casas e empregos. . Reserva de bilhetes Registo em cursos. Tele-Administração Directório de serviços públicos Guia de procedimentos administrativos Registos públicos e bases de dados. Correio electrónico com os funcionários públicos. . Preenchimento e envio electrónico de formulários. Participação política Leis, discussões parlamentares, programas políticos, documentos para consulta pública. Informação de apoio ao processo de decisão política. . Forum de discussão sobre assuntos políticos Correio electrónico com os políticos. Referendos. Eleições. Sondagens. Petições. Aichholzer et al. (1998: 4) and European Commission (COM (1998) 585: 8). e-­‐Governance
  51. 51. As 4 fases de Maturidade da AP Electrónica na EU Transacção Resolução plena de problemas Luis Vidigal – Nov 2014 51 Desenvolvimento Online Interacção num só sentido download de formulários Informação Interacção nos dois sentidos eEurope – Online Avaibility of Public Services (Capgemini)
  52. 52. Os 4 clusters dos 20 serviços eEurope Luis Vidigal – Nov 2014 52
  53. 53. Estágios de Maturidade na UE Luis Vidigal – Nov 2014 53
  54. 54. Estágios de maturidade do e-­‐government e-Democracia Estamos aqui Transformação dos serviços da AP Luis Vidigal – Nov 2014 54 Presença na Web Salto Político Transacção Interacção Transformação Salto Tecnológico Salto Tecnológico Salto Cultural Automatização dos serviços que existem Tempo / Complexidade / Integraççãão Benefícios / Custos Adaptado de Siau & Long (2005)
  55. 55. Luis Vidigal – Nov 2014 55 1º lugar na Europa em e-­‐Government
  56. 56. Maturidade do e-­‐Government Luis Vidigal – Nov 2014 56 Modelo Tridimencional Integração Interoperabilidade Cooperação Ponto de Excelência do e-Government Transformação Personalização Dimensão Tecnológica Maturidade dos Serviços Transação end-to-end Ponto de Partida Dimensão Social Dimensão PolíFca
  57. 57. Abrimos novos desafios sem resolver os anteriores Integrar Planear e gerir através de multiplos domínios, processos e jurisdições para gerar valor público sustentável Luis Vidigal – Nov 2014 57 57
  58. 58. MoFvações ideológicas para o e-­‐Gov Instrumentos de Reforma (NPM) Luis Vidigal – Nov 2014 58 Pressupostos Gestão Privada melhor que a Gestão Pública (NPM) E-­‐Gov para aumentar a eficiência e a eficácia da AP Autonomia de Gestão e Empresarialização U;lização das TIC induzida Expectativas por fornecedores privados Experimentalismo avulso de “gestores” privados Concorrência entre serviços públicos Orientação ao marke;ng ins;tucional 58
  59. 59. MoFvações ideológicas para o e-­‐Gov Luis Vidigal – Nov 2014 59 Realidades Desagregação organizacional do estado Expectativas Captura E-­‐Gov para aumentar a eficiência e a eficácia da AP do estado por parte de interesses privados Mul;plicidade de repositórios e entropia informacional Enfraquecimento e descredibilização do estado Orientação e fecho em ciclos polí;cos de curto prazo 59
  60. 60. É urgente uma ruptura no foco Luis Vidigal – Nov 2014 60 Orientação ao Poder Orientação ao Cidadão 60
  61. 61. Acreditem que não é Luis Vidigal – Nov 2014 61 Foco no Cidadão Fases de transformação da AP Departamentos isolados Fornecedores de serviços integrados AP integrada e centrada no Cidadão Cidadãos Al-Khouri, Ali M. (2011), An Innovative Approach for e-Government Transformation. International Journal of Managing Value and Supply Chains (IJMVSC) Vol. 2, No. 1, March 2011 61
  62. 62. Moçambique Um Plano excelente Luis Vidigal – Nov 2014 62 e-­‐Gov em em qualquer parte do mundo
  63. 63. Luis Vidigal – Nov 2014 63 O percurso
  64. 64. Alinhamento com a Reforma do Estado Luis Vidigal – Nov 2014 64 PARPA - Plano de Acção para a Redução da Pobreza Absoluta
  65. 65. Dados estansFcos No Mundo e em Moçambique Luis Vidigal – Nov 2014 65
  66. 66. E-­‐Government no Mundo http://www2.unpan.org/egovkb/ global_reports/12report.htm Luis Vidigal – Nov 2014 66
  67. 67. IV 2012 -­‐ EGDI -­‐ Moçambique III II I 193 países membros das UN Índice Desenvolvimento de e-­‐Government Ranking Índice EGDI Serviços Online Telecomunicações Capital Humano 158 0.2786 0.3660 0.0443 0.4255 Índice Estágio I Estágio II Estágio III Estágio IV Total 0.3660 8% 30% 32% Luis Vidigal – Nov 2014 67 Índice de Serviços Online 100% 45% Índice de acesso às telecomunicações Índice U;lizadores Internet Linhas telefónicas fixas Subscritores de telemóveis Subscritores de Internet fixa Banda larga fixa 0,0443 4,17% 0,38% 30,88% 0,06% 0,06% Índice de Capital Humano Índice de ParFcipação Índice Ambiental Valor do Serviço Online Literacia adulta Alunos matriculados 27º em 31 0.4255 55.06% 58.77% 0.1316 0.5294
  68. 68. Trabalho de Grupo Uma nova maneira de olhar o Estado Repositórios únicos e Processos Básicos Luis Vidigal – Nov 2014 68
  69. 69. Qual a situação no vosso país? Luis Vidigal – Nov 2014 69 Pessoas Empresas Território Prédios Construção de uma Casa Compra de Casa Compra de Carro Criação de uma Empresa Obter um subsídio da Segurança Social Nascimento de um Filho Morte de um Familiar Veículos
  70. 70. Luis Vidigal – Nov 2014 70 Colaboração, Interoperabilidade e Desmaterialização
  71. 71. Maturidade Luis Vidigal – Nov 2014 71 Morte Euforia Desilusão Adaptado do Gartner
  72. 72. Para além do E-­‐Government Hype Cycle do Gartner Prioridades para a Maturidade • Interoperabilidade • Estratégias Multi-canal • Arquitectura de Empresa • Reengenharia do Back-office • Medida do Desempenho Luis Simplicidade na Comunicação e nos Processos Administrativos / | Luís Vidigal Vidigal – Nov 2014 7272
  73. 73. Luis Vidigal – Nov 2014 73 Interoperabilidade?
  74. 74. Interoperabilidade? Dialog med kommunen/andra vård-grannar Gemensam uppslutning kring mål base from Mikael Erlandsson Luis Vidigal – Nov 2014 74 Você Oh! está também a desenvolver esse sistema?
  75. 75. Luis Vidigal – Nov 2014 75 Interoperabilidade? É aqui que tudo falha Organizacional “Peopleware” (Vontades) Informacional / Semântica “Infoware” (Língua) Tecnológica “ Software” e” Hardware” (infra-estrutura)
  76. 76. Interoperabilidade Organizacional Processo Básico Cidadãos Luis Vidigal – Nov 2014 76 Interoperabilidade Interoperabilidade Semântica Interoperabilidade Tecnológica Empresas
  77. 77. Holes in the Whole of Government Os buracos na totalidade do Estado Velocidade de caracol 300 5 300 5 Luis Vidigal – Nov 2014 77
  78. 78. Novas Estruturas / Novas Relações “Putting Citizens First” OCDE Luis Vidigal – Nov 2014 78
  79. 79. Estruturas e Processos In Out Luis Vidigal – Nov 2014 79 Estruturas Processos
  80. 80. Fim às CerFdões!!! Luis Vidigal – Nov 2014 80 Tem que me trazer uma prova de quem é você Tem que me trazer uma prova de que não nos deve nada Uma Certidão é um toque a uma Base de Dados Peça Informação uma só vez e utilize-a muitas vezes Tem que me trazer uma prova de que não é criminoso “Only Once”
  81. 81. Luis Vidigal – Nov 2014 81 Labirinto A irracionalidade do Estado alimenta muitos “negócios” privados sem acrescentar valor à economia
  82. 82. O Tempo é amigo de muitos “negócios” privados Tempo Luis Vidigal – Nov 2014 82 Corrupção
  83. 83. A informaFzação nem sempre é a solução Luis Vidigal – Nov 2014 83
  84. 84. Licenciamento Zero Não se trata de acabar com os licenciamentos, mas sobretudo quesFoná-­‐los e acelerá-­‐los eletronicamente Luis Vidigal – Nov 2014 84
  85. 85. Aceleração electrónica E-Government Luis Vidigal – Nov 2014 85 DesburocraFzação Procedimentos burocráticos Zona de Risco Garantias do Estado e da Sociedade Com • Menos Tempo • Menos Custo • Mais Qualidade
  86. 86. Transparência e simplicidade Sabe como fazer? Então faça! Luis Vidigal – Nov 2014 86 O que quer fazer? Quem é você?
  87. 87. Luis Vidigal – Nov 2014 87 Remover A as arbitrariedades verdadeira lei é o algorítmo Recuperar • Accountability • Coordenação • Transparência • Equidade • Imparcialidade New Weberian e post NPM
  88. 88. Remover as arbitrariedades Da incerteza do Mais ou Menos à certeza do Sim ou Não Luis Vidigal – Nov 2014 88
  89. 89. Regras claras e objeFvas Luis Vidigal – Nov 2014 89
  90. 90. Transparência em tempo real Não Sim Luis Vidigal – Nov 2014 90
  91. 91. É diycil mas compensa... para a Sociedade Luis Vidigal – Nov 2014 91 Da Administração Pública -85% • IdenFficar eventos • Analisar • Simplificar • Redesenhar • ParFlhar • Contextualizar • AutomaFzar • Apresentar • Simplicidade • Clareza • Personalização • Rigor • Transparência • Equidade • Rapidez • Economia
  92. 92. E porque não também? Compras Luis Vidigal – Nov 2014 92 Justiça Ambiente etc, etc, etc…
  93. 93. Se existe lógica e rigor na legislação, existe certeza e transparência na decisão Porque não deixar a máquina decidir em 80% dos casos? Luis Vidigal – Nov 2014 93
  94. 94. 13 passos P Pedido Cadern. Predial P Pagamento/Isenção IMT P Pagamento/Isenção IMI Luis Vidigal – Nov 2014 94 Inicío Exemplo do Estudo “Casa na Hora” Análise do Processo Actual $ Câmara Municipal Notários P Pedido de Cert. Teor P Reg. Prov. Aquisição e Hipoteca 1 2 Predial 6 7 Instituições Bancárias Tribunal 3 5 4 8 9 10 11 12 13 P Pedido Cadern. Predial P Crédito P Falência P Licença Hab / Const P Cert. Direito Preferência P Cert. Direito Preferência P Escritura P Registo Definitivo P Planta Autenticada
  95. 95. 3 passos P Pedido Cadern. Predial P Pagamento/Isenção IMT P Pagamento/Isenção IMI Luis Vidigal – Nov 2014 95 Exemplo do Estudo “Casa na Hora” Processo Futuro $ Câmara Municipal Notários Predial P Reg. Prov. Aquisição e Hipoteca Instituições Bancárias Tribunal 1 P Pedido de Cert. Teor P Pedido Cadern. Predial P Licença Hab / Const P Crédito P Falência P Cert. Direito Preferência P Cert. Direito Preferência P Escritura P Registo Definitivo P Planta Autenticada
  96. 96. Luis Vidigal – Nov 2014 96 M-­‐Government
  97. 97. Luis Vidigal – Nov 2014 97 Mobilidade • Utilizadores • Serviços • Equipamentos Espaço Tempo Contexto (Local e Hora certos)
  98. 98. Exemplos de m-­‐Government Saúde Finanças • Avisos de pagamento de impostos • Pagamento de impostos • Cotação de certificados de Dívida Pública • Despachos aduaneiros Luis Vidigal – Nov 2014 98 • Marcação e confirmação de consultas em Centros de saúde via SMS • Receber resultados de análises • Aviso de procedimentos em caso de doenças (pandemias) • Aviso de tomada de medicamentos Justiça Ambiente • Previsões meteorológicas • Alerta de catástrofes eminentes • Abandono de veículos e sua localização • Envio de ocorrências e fotos de crimes ambientais • m-Voting • Acompanhamento do estado de pedido de Cartão Cidadão • Estado dos processos judiciais • Aviso a testemunhas anytime anywhere real-time
  99. 99. Exemplos de m-­‐Government Autarquias Criminalidade • Denuncia de um crime • Participação de ocorrências • Alerta de actos terroristas • Procura de pessoas desaparecidas Luis Vidigal – Nov 2014 99 • Situação de processos de licenciamento • Pagamento e aviso de estacionamentos • Avisos de trânsito e estado de vias públicas municipais Educação Turismo / Cultura • Roteiros turísticos e agenda cultural • m-Portal culturais (http:// m.culturaonline.pt) • Descrição contextual de monumentos • Compra e reserva de lugares em eventos • Aviso de início de matrículas escolares • Avisos de entrega e pedidos de renovação de livros em bibliotecas • Aviso de colocação de professores e alunos sms Internet e-mail
  100. 100. m-­‐Gov: Beneycios Luis Vidigal – Nov 2014 100 Transparência de actuação Redução de Custos m-Gov Benefícios Contextualização Eficiência e Produtividade Ubiquidade Democraticidade
  101. 101. Luis Vidigal – Nov 2014 101 m-­‐Gov: Riscos Usabilidade Segurança m-Gov Riscos Qualidade da Info Transmitida Standardização de Processos Sincronização multicanal Inoportunidade
  102. 102. Exclusão Digital Luis Vidigal – Nov 2014 102
  103. 103. Novas Prioridades para o e-­‐Government Z Y X ... ... C B A “From e-Government to e-Inclusion” Nações Unidas (2005) Luis Vidigal – Nov 2014 103 Mediadores de Cidadania
  104. 104. Infoexclusão Luis Vidigal – Nov 2014 104
  105. 105. Luis Vidigal – Nov 2014 105 Fratura Digital
  106. 106. Luis Vidigal – Nov 2014 106 Mapa da Fratura Digital Digital Access Index (DAI)
  107. 107. Índice de Acesso Digital (DAI) • Infraestrutura Luis Vidigal – Nov 2014 107 – Ligações fixas e móveis • Poder de Compra – Preço / Rendimento • Conhecimento – Literacia e escolaridade • Qualidade – Largura de banda e subscritores • UFlização – U;lizadores da Internet
  108. 108. Uma estratégia global... Luis Vidigal – Nov 2014 108 Competências Formação de Adultos Reintegração Formação e Emprego Escolas Fratura Digital Bibliotecas e Espaços Internet Tecnologia Estado Associações e ONGs Prioridades Serviços e-Gov Empregos Digitais Competências Formação de Adultos Reintegração Incentivos Financiamento Acesso Mobilização Social Financiamento Reintegração Voluntariado Curricula Laboratórios Conteúdos Ensino / Aprendizagem Acesso Voluntariado Acesso Conteúdos Serviços Voluntariado Banda Larga WiFi Couds Laboratórios Empresas Media Empregos Digitais Competências Formação de Adultos Reintegração Conteúdos Serviços Acesso Mobilização Social
  109. 109. Repensar as estruturas e Luis Vidigal – Nov 2014 109 os processos
  110. 110. Luis Vidigal – Nov 2014 110 Temos de abrir a “Caixa de Pandora” e resolver de facto os problemas Defesa de Territórios Falta de Digitalização Informação Incoerente Conflitos de Poder Desperdício de Recursos Desintegração de Sistemas etc., etc., etc,,…. Como na Mitologia, depois esperamos encontrar a Esperança
  111. 111. ConFnuamos a construir castelos Luis Vidigal – Nov 2014 111 em vez de serviços
  112. 112. Luis Vidigal – Nov 2014 112 Silos VerFcais Cheios de Poder e Vaidade
  113. 113. Luis Vidigal – Nov 2014 113 Silos Horizontais Cheios de “Gordura” e Desperdício
  114. 114. ParFlha de Dados e Serviços Luis Vidigal – Nov 2014 114 “Administração em Rede” Recursos e Serviços Comuns (SOA) Taeritório Pessoas Empresas Veículos
  115. 115. Precisamos de algumas espinhas mas de poucos Peixes Luis Vidigal – Nov 2014 115 Sinergias Horizontais Prioridade ao Cidadão €
  116. 116. Está meio cheio ou meio vazio? Luis Vidigal – Nov 2014 116
  117. 117. Repositórios únicos e Processos Básicos Luis Vidigal – Nov 2014 117 Pessoas Empresas Território Prédios Construção de uma Casa Compra de Casa Compra de Carro Criação de uma Empresa Obter um subsídio da Segurança Social Nascimento de um Filho Morte de um Familiar Veículos
  118. 118. Trabalho de Grupo A. Eliminação de cer;dões e comprovantes inúteis em MZ B. Interoperabilidade, repositórios comuns e qualidade da informação em MZ; C. Integração do atendimento e orientação aos eventos de vida dos cidadãos em MZ; D. Coordenação da inovação e modernização da administração pública em MZ; Luis Vidigal – Nov 2014 118
  119. 119. Eventos de vida http://www.portaldogoverno.gov.mz Luis Vidigal – Nov 2014 119
  120. 120. Iniciar um negócio em Moçambique e-­‐Baú, um o projeto à beira da parFda Luis Vidigal – Nov 2014 120
  121. 121. È preciso evitar as MúlFplas faces para a mesma pessoa Luis Vidigal – Nov 2014 121
  122. 122. Luis Vidigal – Nov 2014 122
  123. 123. Luis Vidigal – Nov 2014 123 CRUD • C – Create • R – Retrieve • U – Update • D -­‐ Delete
  124. 124. Luis Vidigal – Nov 2014 124 • Processo A • Processo B • Processo C • … • Processo n Nascimento • Nome • Número • Sexo • Data • Nacionalidade • Naturalidade • Filiação • Morada • xxx • yyy C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C Diagrama de CRUD
  125. 125. “Matrícula” Luis Vidigal – Nov 2014 125 Consistência e Qualidade dos Dados • Processo A • Processo B • Processo C • … • Processo n Nascimento • Nome • Número • Sexo • Data • Nacionalidade • Naturalidade • Filiação • Morada • xxx • yyy C U R D C R D U C U D R C D R R C U R D C U R D C R R D R C U U R U C U R U U C
  126. 126. Census Estatístico Serviços de Utilidade Pública Endereços Valor Tributável Luis Vidigal – Nov 2014 126 “Um mapa de Moçambique para Todos” Cadastro MulF-­‐Funcional Proprietário Representação geo-espacial única
  127. 127. Luis Vidigal – Nov 2014 127 SIMPLEX a três dimensões • Ver os processos para além de um só departamento, Ministério ou nível de Governo • Incluir os cidadãos e os agentes económicos no ambiente operacional da Administração Pública, através de serviços web personalizados; • ReuFlizar informação já recolhida algures na Administração Pública ("ask once, use many"), garanFdo a consistência dos dados interdepartamentais; • Acabar com a defesa dos territórios, com os conflitos de poder e as "Feiras de Vaidades", salvaguardando a integração do sistema Estado sem deixar de garanFr a idenFdade de cada organismo parFcipante (stakeholder); • Digitalizar tudo o que se puder -­‐ Enviar em vez de Imprimir, passando-­‐se a acreditar na autenFcidade dos dados informaFzados em detrimento do actual uso intensivo do suporte em papel, mais suscepnvel de fraude e falsificação; • Ter um olhar 360º em torno de cada cidadão ou empresa (repositórios únicos e fiáveis) -­‐ Ter apenas um só rosto perante a Administração Pública, proporcionando confiança e autenFcidade nos relacionamentos entre o Estado e a sociedade • Maximizar a integração e a interoperabilidade entre os diversos sistemas da Administração Pública, através de normas semânFcas e tecnológicas capazes de desobstruir a fluidez dos processos.
  128. 128. Será que há muita diferença? Ontem Hoje Luis Vidigal – Nov 2014 128
  129. 129. Luis Vidigal – Nov 2014 129 S. Exª o Papel Paradoxo da (in)Produtividade
  130. 130. Colaboração digital Luis Vidigal – Nov 2014 130
  131. 131. Luis Vidigal – Nov 2014 131 11101101011 11101101110 01100111000 01100111000 Mundo Real Mundo Digital 10001110111 00001110101 11101101000 10111011010 01010111000 Onde está a versão completa? Não façam batota!
  132. 132. Não é tão fácil como parece… Luis Vidigal – Nov 2014 132
  133. 133. Luis Vidigal – Nov 2014 133 SCM -­‐ Workflow
  134. 134. Algumas tendências tecnológicas Luis Vidigal – Nov 2014 134
  135. 135. Um mundo de objectos inteligentes Luis Vidigal – Nov 2014 135 das pessoas às coisas • Código de barras • Tarja magnéFca • Chip • Reconhecimento ópFco de caracteres (OCR) • Biometria (voz, imagem e gesto) • Rádio-­‐frequência (RFID)
  136. 136. Luis Vidigal – Nov 2014 136 • Equipamento móvel • Sistema operaFvo móvel • Mercado de aplicações móveis • Aplicações móveis • Hardware de música • Vídeo / Voz / Chat • Ferramentas Office • Conteúdos de Vídeo • Web Browser • Sistema OperaFvo no Desktop • Armazenamento de Fotos • Pesquisa Online Cada vez mais fácil e mais móvel
  137. 137. Browsers (% de penetração no mundo em Março de 2013) Luis Vidigal – Nov 2014 137
  138. 138. Venda de equipamentos pessoais conectados Luis Vidigal – Nov 2014 138 2012-­‐2017 (em milhões de unidades)
  139. 139. Vendas de Smatphones no Mundo Luis Vidigal – Nov 2014 139 (em milhares de unidades)
  140. 140. Armazenar nas “Nuvens” (Cloud) Luis Vidigal – Nov 2014 140
  141. 141. Trabalhar nas “Nuvens” (Cloud) O Office 365 combina edições online do Word, Excel, PowerPoint e OneNote, com o Exchange que permite aceder ao calendário móvel e ao email. Luis Vidigal – Nov 2014 141 O Google Apps inclui Documentos, Folhas de Cálculo, Apresentações, Gmail, Calendario, Grupos (para colaboração em grupo), e Sites (para intranets).
  142. 142. Formulários electrónicos Personalizados, únicos, dinâmicos e inteligentes Luis Vidigal – Nov 2014 142
  143. 143. Reutilização dos Dados Luis Vidigal – Nov 2014 143
  144. 144. Luis Vidigal – Nov 2014 144 Dados Nome Morada Profissão Estado Civil Rendimento Pedidos em falta Reclamações Incidentes ...
  145. 145. Luis Vidigal – Nov 2014 145 Eventos Ir à escola Empregar-se Casar-se Ter um filho Mudar de casa Construir uma casa Criar uma empresa Morrer ...
  146. 146. Luis Vidigal – Nov 2014 146 As 3 camadas de um formulário inteligente Apresentação Parte visível Lógica Regras de Negócio Validações XML Dados para importação / exportação
  147. 147. Estágios de Maturidade Tecnológica Luis Vidigal – Nov 2014 147 Acesso à Informação Comunicar Trabalhar juntos Automatizar os Processos Interactividade Impacto
  148. 148. Luis Vidigal – Nov 2014 148 Redes Sociais Mobilidade Análise de Dados Anytime – Anywhere Just in Time – Just in Case
  149. 149. Internet das Coisas Imagine um mundo onde as coisas estão sempre conectadas à Internet e interagem com pessoas e outras coisas Luis Vidigal – Nov 2014 149
  150. 150. Luis Vidigal – Nov 2014 150 O Trabalho hoje... • Mobilidade constante • Permanentemente conectados • Acesso a dados e processos • Criação de relatórios em tempo real • Proa;vidade processual
  151. 151. Consumo Global da Internet Tráfico 2011-2016 (peta bytes/mês) Fonte: Cisco Systems Luis Vidigal – Nov 2014 151
  152. 152. Não é só a parte visível que interessa... Luis Vidigal – Nov 2014 152
  153. 153. Luis Vidigal – Nov 2014 153
  154. 154. Federação de Dados Luis Vidigal – Nov 2014 154
  155. 155. Luis Vidigal – Nov 2014 155 Riscos • Disponibilidade • Con;nuidades de Serviços • Segurança • Privacidade • Fratura digital
  156. 156. Luis Vidigal – Nov 2014 156 Portais Gestão de Conteúdos Ferramentas Colaborativas Gestão do Conhecimento Gestão Documental Organizações inteligentes Smart Enterprise Suite
  157. 157. Segurança na Era Digital Luis Vidigal – Nov 2014 157
  158. 158. Requisitos de Segurança • Integridade Luis Vidigal – Nov 2014 158 – Completa e não alterada • Confidencialidade – Acesso condicionado • Autenticidade – Identidade da pessoa • Não repúdio – Transacção garantida
  159. 159. Assinaturas digitais Luis Vidigal – Nov 2014 159 A Entidade Certificadora B AE
  160. 160. Gerir a Mudança e as TIC na Administração Pública Luis Vidigal – Nov 2014 160
  161. 161. Modelo de IT Governance Luis Vidigal – Nov 2014 161 Competências necessárias Governo Alinhamento Estratégico Administração Arquitecturas de Gestão, Informação, Aplicacionais e Tecnológicas Pública Gestão de Contratos e Controlo de Qualidade Serviços Partilhados Mercado Desenvolvimento de soluções Centro de Excelência
  162. 162. Proteger os Activos Informacionais Metadados (XML) e Regras de Negócio (BPM) Luis Vidigal – Nov 2014 162 Plataforma SOA Tecnologia A Tecnologia B Tecnologia C (Dados e Processos) O que entra tem de sair
  163. 163. É preciso apostar também em "corridas de fundo" Luis Vidigal – Nov 2014 163
  164. 164. Conciliar os tempos e as Tempo e racionalidades Políticas Tempo e racionalidades Administrativas Luis Vidigal – Nov 2014 164 racionalidades 164
  165. 165. Formas de melhorar os processos Luis Vidigal – Nov 2014 165 • Normalizar • Reduzir erros • Usar equipas em rede • Agrupar trabalho semelhante • Combinar operações e acFvidades similares • Reduzir controlos e revisões • Mover a decisão para níveis próximos do cidadão • Eliminar dados não uFlizados • Remover atrasos arFficiais • Assegurar 100% de qualidade • AutomaFzar tudo o que for possível
  166. 166. Estratégia e TácFca Objectivo Objectivo Estratégico Táctico Luis Vidigal – Nov 2014 166 Objectivo Táctico Objectivo Táctico
  167. 167. Perigo e Oportunidade Luis Vidigal – Nov 2014 167 A palavra mudança é representada na escrita chinesa por dois símbolos, o primeiro significa perigo e o segundo oportunidade
  168. 168. Resistência à Mudança Luis Vidigal – Nov 2014 168
  169. 169. Luis Vidigal – Nov 2014 169 Se alguém faz … alguém desfaz
  170. 170. Caminho mais longo e Luis Vidigal – Nov 2014 170 dispendioso
  171. 171. Mudança e preconceito Luis Vidigal – Nov 2014 171 “Nada do que é novo será bem sucedido se não parecer louco quando for apresentado pela primeira vez“ Albert Einstein
  172. 172. Mudança e preconceito Luis Vidigal – Nov 2014 172 "É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito“ Albert Einstein
  173. 173. Descongelar / Re-­‐congelar Descongelar Re-congelar Luis Vidigal – Nov 2014 173
  174. 174. Coordenar é servir os outros “É melhor liderar a par;r de trás e dar o protagonismo aos outros, principalmente quando alcançamos o sucesso” Nelson Mandela Luis Vidigal – Nov 2014 174 174
  175. 175. Luis Vidigal – Nov 2014 175 Estrelas Solitárias e Galáxia
  176. 176. Luis Vidigal – Nov 2014 176
  177. 177. Sector Público Criatividade Harmonização Inovação Clareza Competitividade Simplicidade Risco Segurança Luis Vidigal – Nov 2014 177 Expectativas Sector Privado Iniciativa Confiança e Estabilidade
  178. 178. Público / Privado – Diferenças Reais / Formais Dimensão Gestão Privada Administração Pública Objecto Necessidades individuais/grupos Necessidades colec;vas Luis Vidigal – Nov 2014 178 Finalidade Interesse privado ou individual Interesse público Meios Igualdade entre as partes – contrato Definidos pela lei e pelos procedimentos Interacção Indivíduos ligados na livre inicia;va Em relações de autoridade e de constrangimentos formais (e monopolista) Meio envolvente Pressão da concorrência, eficiência, custos Pressão polí;cas, dos grupos e dos cidadãos Formas de gestão Flexibilidade – relação orçamentos e resultados Constrangimentos orçamentais – exigências de eficácia e de legi;midade Estrutura Adaptabilidade -­‐ Descon;nuidade Ins;tucionalizada -­‐ Con;nuidade Dificuldades Procura de iden;dade organizacional e produ;vidade e eficiência Procura de iden;dade organizacional e produ;vidade e eficiência Adaptado de Pollitt, C. (1990), Managerialism and the public services: the anglo-american experience, Basil Blackwrll, citado por Rocha , A (2001), Gestão pública e modernização administrativa, Oeiras, INA e de Mozzicafreddo, Juan e João Salis Gomes,(org.) (2001), Administração e Política - Perspectiva de reforma da Administração Pública na Europa e nos Estados Unidos, Oeiras, Celta Editora
  179. 179. e construir pontes Com mais e melhores Informação e serviços Luis Vidigal – Nov 2014 179 Demolir paredes
  180. 180. • Sonhar • Inovar • Criar • Comunicar • Dar afecto • Decidir Dave Informação e Conhecimento Tarefas cognitivas não rotineiras 2001 Odisseia no Espaço (Stanley Kubrick - 1968) Luis Vidigal – Nov 2014 180 Energia e Dados Tarefas mecânicas rotineiras Novo Trabalhador do Conhecimento • Procurar • Recolher • Copiar • Comparar • Ordenar • Calcular • Medir • Verificar • Armazenar
  181. 181. Empregos em risco Avançar Parar Frey†, Carl Benedikt & Michael A. Osborne (2013). The Future of Employment: How Susceptible are Jobs to Computerisation? Oxford University Engineering Sciences Department and the Oxford Martin Programme on the Impacts of Future Technology, in Workshop “Machines and Employment”, September 17th Luis V#id igal – Nov 2014 181 A AP está aqui
  182. 182. Desgaste dos empregos intermédios A tecnologia está a substituir progressivamente empregos de competências médias, aumentando a polarização OCDE (2014). Policy Challenges for the Next 50 Years. Economic Policy Paper, July No. 9 Luis Vidigal – Nov 2014 182 182 “Mediadores de Cidadania”
  183. 183. Luis Vidigal – Nov 2014 183 Maus e Bons Desemprego Emprego
  184. 184. O Apagão! Luis Vidigal – Nov 2014 184 Imaginem que deixava de haver tecnologias da informação e comunicação nos organismos públicos Quanto custaria?
  185. 185. Custo ou InvesFmento? Luis Vidigal – Nov 2014 185 Custo Redundâncias Desintegração Incoerências Incompatibilidades Conflitos de Poder Desperdícios … Investimento Interoperabilidade Partilha Reutilização Tranparência Rapidez Rigor …
  186. 186. Onde estão as poupanças? Incomes Inputs Outputs Outcomes Pouco Luis Vidigal – Nov 2014 186 Eficiência Eficácia Demasiado Redusir 558 M€ / ano em TIC Value for money Problema ou Solução? Sistemas de Informação da AP - Luís Vidigal 2014 186
  187. 187. Qual a estratégia para o futuro • Economia Crescimento ou Declínio? • Intervenção da AP na Economia Fraca ou Forte? • Globalização Aceleração ou Abrandamento? • Penetração das TIC na Sociedade Elevada ou Fraca? • Atitude do Cidadão à Privacidade Restri;va ou Permissiva? • Capacidade da AP absorver as TIC Elevada ou Fraca? • Soberania Man;da ou Desgastada? Luis Vidigal – Nov 2014 187
  188. 188. Porque é que não acontece? Luis Vidigal – Nov 2014 188 Prioridade ParFlhar ao Cidadão Simplificar Re-­‐uFlizar Integrar Cooperar
  189. 189. Luis Vidigal – Nov 2014 189 Minha Iniciativa Minha Iniciativa Minha Iniciativa Minha Iniciativa Esta é para si... Feira de Vaidades
  190. 190. Infaticídio Tecnológico ?! Luis Vidigal – Nov 2014 190
  191. 191. Luis Vidigal – Nov 2014 191 Tecnologia Contra a corrente 80% 20% AFtudes
  192. 192. Luis Vidigal – Nov 2014 192 Obrigado Até breve 192 Telefone: +351 963459044 Skype: luis.vidigal1 Blog: http://mudaroestado.blogspot.com Facebook: http://www.facebook.com/lvidigal Linkedin: http://www.linkedin.com/in/luisvidigal Twitter: @luisvidigal Apresentações: http://www.slideshare.net/vidigal Papers: https://ulisboa.academia.edu/LuisVidigal

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