Doenças Reumaticas

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    1. 1. Doenças Reumáticas
    2. 2. Doenças Reumáticas  Componentes: Turma: D-14  Elismarina Pereira  Iresmar Soares  Izadora Reis  Narley Ferreira  William Faria  Camila Roriz  Orientadora:  Lourrana
    3. 3. O QUE SÃO DOENÇAS REUMÁTICAS?  Popularmente conhecidas como reumatismo, são prevalentes e representam o conjunto de diferentes doenças que acometem o aparelho locomotor, ou seja, ossos, articulações (“juntas”), cartilagens, músculos, tendões e ligamentos. Além disso, algumas doenças reumáticas podem comprometer outras partes e funções do corpo humano, como rins, coração, pulmões, olhos, intestino e até a pele. Existe mais de uma centena de doenças reumáticas. As mais comuns são osteoartrite, também conhecida como artrose, fibromialgia, osteoporose, gota, tendinites e bursites, febre reumática, artrite reumatoide e outras patologias que acometem a
    4. 4. DOENÇAS REUMÁTICAS, QUEM PODE TER?  As doenças reumáticas não ocorrem só em idosos. Qualquer pessoa (crianças, jovens e adultos) pode ser acometida de algum tipo de doença reumática. Elas não dependem de cor, sexo ou idade e podem ser causadas ou agravadas por fatores genéticos, traumatismos, obesidade, sedentarismo, estresse, ansiedade, depressão e alterações climáticas. Esse grupo de doenças não é transmissível, não é contagioso e normalmente é acompanhado de dor.
    5. 5. O DIAGNÓSTICO PRECOCE E O TRATAMENTO CORRETO PODEM EVITAR O SOFRIMENTO E A INCAPACIDADE FÍSICA  As doenças reumáticas, assim como outras enfermidades crônicas, têm tratamento. Se a doença for descoberta no início e tratada de maneira adequada, o paciente reumático pode levar uma vida normal e sem dores, minimizando o risco de incapacidade física.
    6. 6. OSTEOARTRITE / ARTROSE  A osteoartrite é uma doença das articulações caracterizada por degeneração das cartilagens, acompanhada de alterações das estruturas ósseas vizinhas. Mulheres e homens são acometidos na mesma proporção. Acometendo principalmente pessoas acima de 40 anos.  A osteoartrite resulta do aumento de conteúdo líquido no interior do tecido cartilaginoso, O principal sintoma é a dor articular de instalação insidiosa, que aumenta de intensidade com o passar dos anos, Com o tempo, pode ocorrer enrijecimento e diminuição da mobilidade articular.
    7. 7. As articulações mais acometidas são:  1) Mãos: afeta principalmente as juntas entre a segunda e a terceira falange, provocando abaulamentos (nódulos de Heberden). Mais raramente, esses nódulos surgem na articulação da primeira com a segunda falange (nódulos de Bouchard). Vermelhidão local, dor e inchaço instalam-se ocasionalmente;  2) Joelhos: pode haver derrame articular, dor e alargamento das estruturas ósseas vizinhas, com ou sem crepitação (como se houvesse areia na junta). Nas fases mais avançadas as deformidades desalinham os ossos;  3) Coxofemorais: a dor é sentida na virilha ou na região lateral da junta, com eventual irradiação para as nádegas ou para os joelhos. Como defesa, os pacientes rodam a coxa para fora e dobram a perna, dando a impressão de que o membro encurtou;  4) Coluna: quando o comprometimento do disco entre as vértebras e as alterações ósseas vizinhas comprimem as raízes nervosas que emergem da coluna, surgem dor, espasmos, atrofias musculares e limitação de movimentos. Os locais mais acometidos são a coluna cervical baixa e as últimas vértebras lombares. A radiografia pode mostrar osteófitos (bicos de papagaio), cuja presença não guarda relação direta com a dor.
    8. 8.  Não existe tratamento que retarde a evolução ou reverta o processo patológico que conduz à osteoartrite.  As seguintes medidas gerais são úteis em todos os casos:  1) Repousar depois de atividade que solicite a articulação comprometida;  2) Adotar postura cuidadosa ao sentar, levantar objetos e andar, para evitar posições forçadas que sobrecarreguem a articulação.  3) Evitar pesos e atividades causadoras de impactos repetitivos.  4) Usar calçados confortáveis que ofereçam boa base de apoio; não calçar sapatos com os calcanhares desgastados.  5) Praticar exercícios isométricos que fortaleçam a musculatura para conferir estabilidade à articulação.  6) Evitar a obesidade.  7) Nos casos mais avançados, o uso de bengalas, andadores, corrimãos e alças de apoio no banheiro é fundamental.
    9. 9. ARTRITE REUMATOIDE  Artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica, autoimune, que afeta as membranas sinoviais (fina camada de tecido conjuntivo) de múltiplas articulações (mãos, punhos, cotovelos, joelhos, tornozelos, pés, ombros, coluna cervical) e órgãos internos, como pulmões, coração e rins, dos indivíduos geneticamente predispostos. A progressão do quadro está associada a deformidades e alterações das articulações, que podem comprometer os movimentos.  Não se conhecem as causas da doença, que afeta duas vezes mais as mulheres do que os homens entre 50 e 70 anos, mas pode manifestar-se em ambos os sexos e em qualquer idade. A forma juvenil tem início antes dos 16 anos, acomete número menor de articulações e provoca menos alterações no exame de sangue.
    10. 10.  Sintomas  No início, os sintomas podem ser insidiosos e comuns a outras enfermidades ou ocorrer abrupta e simultaneamente. Os mais comuns são rigidez matinal que regride durante o dia, mal-estar, diminuição do apetite, perda de peso, cansaço, febre baixa, inchaço nas juntas das mãos, punhos, joelhos e pés, que se deformam com a evolução da doença.  Diagnóstico  O diagnóstico leva em conta os sintomas, o resultado de exames laboratoriais (VHS, proteína C-reativa e fator reumatoide) e por imagem (raios X, ressonância magnética, ultrassonografia articular).  O Colégio Americano de Reumatologia estabeleceu os seguintes critérios que ajudam a nortear o diagnóstico (os quatro primeiros devem estar instalados durante seis semanas pelo menos):  * Rigidez matinal;  * Artrite de três ou mais áreas, com sinais de inflamação;  * Artrite de articulação das mãos ou punhos (pelo menos 1 área com edema);  * Artrite simétrica (a simetria não precisa ser perfeita);  * Nódulos reumatoides ;  * Fator reumatoide sérico positivo;  * Alterações radiográficas (erosões ou descalcificações articulares).
    11. 11.  Tratamento  Quanto mais cedo for diagnosticada a doença e iniciado o tratamento, melhor será o prognóstico. Embora ainda não se conheçam os recursos para a cura definitiva, é possível obter a remissão dos sintomas, preservar a capacidade funcional e evitar a progressão das deformidades.  Repouso só deve ser indicado em quadros muito dolorosos e por pouco tempo. Atividade física e fisioterapia são importantes para controlar o comprometimento das articulações e a perda da mobilidade.  O tratamento medicamentoso inclui analgésicos, anti-inflamatórios não esteroides (AINE), cortiscoroides e drogas imunossupressoras, como o metrotrexato e a ciclosporina. Alguns medicamentos mais recentes, desenvolvidos através de tecnologias baseadas na biologia molecular, trazem novas possibilidades terapêuticas.  A cirurgia e a colocação de próteses articulares podem representar uma opção de tratamento, nos estágios avançados da doença.  Recomendações  * Não tenha medo: artrite reumatoide não é doença contagiosa nem hereditária;  * Lembre que a artrite reumatoide sem tratamento pode ter como consequência a total incapacidade de movimentar-se;  * Não se automedique nem atribua ao envelhecimento sinais que possam ser indicativos da artrite reumatoide. Procure assistência médica.
    12. 12. Gota  O que é gota?  Gota é uma condição crônica, não contagiosa, causada pelo depósito de cristais de ácido úrico nas articulações. O acúmulo de ácido úrico no sangue pode acontecer tanto pela produção excessiva, quanto pela eliminação deficiente da substância. Mas é importante saber que nem todas as pessoas que apresentam aumento de ácido úrico no sangue apresentarão gota.A gota é uma das principais causas da artrite crônica e está associada a outras patologias como obesidade, cálculos renais, alterações do colesterol, diabetes e insuficiência renal.  Aparece geralmente entre 40 e 50 anos de idade, sendo mais frequente em homens adultos do que em mulheres.
    13. 13.  Quais são os sintomas?  Geralmente o primeiro sintoma é uma crise aguda de gota caracterizada por uma monoartrite que acomete mais frequentemente a articulação do dedão do pé (hálux) e causa uma dor insuportável nesta região, a qual tem início à noite e é intensa o suficiente para despertar a pessoa. Nem mesmo o toque do lençol no dedão do pé é suportado. Esta crise acontece pela precipitação de cristais de urato monossódico provenientes dos fluidos corporais supersaturados nos espaços articulares.  Qualquer articulação pode ser afetada, mas o hálux é acometido em mais de 90% dos pacientes. Há edema, cor avermelhada e calor na região.  A crise dura de 2 a 10 dias e depois tudo volta ao “normal”, fazendo com que muitos pacientes não procurem assistência médica adequada com um clínico geral ou reumatologista.  Uma nova crise pode surgir em intervalos de meses ou anos.  As crises de gota podem ser acompanhadas por sinais sistêmicos como aumento da frequência cardíaca, mal-estar, febre baixa, calafrios e leucocitose.  O diagnóstico tardio ou a falta de um tratamento adequado pode levar a deformidades nas articulações, conhecidas como “tofos”. Estas deformidades são comuns no cotovelo, dedos ou dorso das mãos, nos pés, em qualquer outra articulação, tendões ou na cartilagem do pavilhão auricular.  Uma outra complicação do mal acompanhamento desses pacientes é o risco de evolução para a insuficiência renal, pela formação de cálculos de urato que podem atrapalhar o funcionamento dos rins.
    14. 14.  Como é feito o diagnóstico de gota?  Uma primeira crise não faz o diagnóstico de gota. É preciso que sejam encontrados cristais de ácido úrico no líquido aspirado da articulação acometida. Ou que o paciente seja acompanhado para descartar outras causas de inflamações articulares.  Quando há crises repetidas de monoartrite agudo dolorosa e ácido úrico elevado ou nos pacientes com doença crônica já com deformidades e alterações radiológicas típicas não há dificuldades diagnósticas.  A taxa de referência normal de ácido úrico no sangue é de 7,0 mg/100 ml, mas somente uma pequena parte das pessoas com aumento do ácido úrico terão gota, cerca de 20%.  Existe cura?  Infelizmente a doença não tem cura, mas é perfeitamente possível controlar os seus sintomas com o seguimento adequado do tratamento instituído pelo médico assistente.
    15. 15.  Como é o tratamento?  O tratamento é para sempre. O ácido úrico aumenta ou por problemas na eliminação renal ou por alterações de sua produção. Em ambas situações os defeitos são genéticos, ou seja, definitivos.  As alterações na dieta e o tratamento medicamentoso precisam ser rigorosamente seguidos, do contrário, o ácido úrico volta a subir e é uma questão de tempo para aparecerem novas crises de gota, além de aumentar o risco de que deformidades articulares apareçam.  Atualmente, usa-se anti-inflamatórios não esteróides (AINES) nas crises agudas e colchicina somente nos pacientes que tenham contra-indicações aos AINES. Podem ser associados analgésicos mais potentes se necessário.  Às vezes a punção articular com agulha e seu esvaziamento causam grande alívio na dor. Pode ser necessário uma injeção intra-articular de corticoide.  Após passada a crise, o alopurinol é o medicamento de escolha para reduzir o ácido úrico. As doses variam bastante de pessoa para pessoa. É muito importante associar o uso de alopurinol a uma dieta específica para pacientes com gota.
    16. 16. Fibromialgia  Caracteriza-se por dor crônica que migra por vários pontos do corpo e se manifesta especialmente nos tendões e nas articulações. Trata-se de uma patologia relacionada com o funcionamento do sistema nervoso central e o mecanismo de supressão da dor que atinge,90%dos casos,mulheres entre 35 e 50 anos.  A fibromialgia não provoca inflamações nem deformidades físicas, mas pode estar associada a outras doenças reumatológicas o que pode confundir o diagnóstico.  CAUSAS:  A causa específica da fibromialgia é desconhecida. Sabe-se porém que os níveis de serotonina são mais baixos nos portadores da doença e que desequilíbrios hormonais, tensão e estresse podem está envolvidos em seu aparecimento.
    17. 17.  SINTOMAS:  Dor generalizada;  Fadiga;  Falta de disposição;  Alterações do sono que é pouco reparador;  Síndrome do cólon irritável;  Sensibilidade durante a micção;  Cefaleia;  Distúrbios emocionas e psicológicos;
    18. 18.  DIAGNÓSTICO:  Baseia-se na identificação dos pontos dolorosos.  Ainda não existem exames laboratoriais complementares que possam orientá-lo.  TRATAMENTO:  Exige cuidados multidisciplinares.  No entanto,tem-se mostrado eficaz para o controle da doença.  Uso de analgésicos e antiinflamatórios a antidepressivos tricílicos.  Atividades físicas regulares.  Acompanhamento psicológico.  Massagens e acupuntura  Evitar carregar peso.  Fuja de situações que elevem o nível de estresse.  Elimine tudo que possa perturbar seu sono como a luz,colchão desagradável,temperatura.  Procure posições confortáveis quando for permanecer sentado por um longo período.  OBS:  O tratamento e os cuidados de enfermagens são os mesmo.
    19. 19. Osteoporose  É considerada um grave problema de saúde pública, a osteoporose é uma doença que se caracteriza pela diminuição da massa osséa, deixando os ossos densos e frágeis causando muita dor e deformidades; como a diminuição de tamanho .O aparecimento está ligado aos níveis de estrógeno ,esse hormonio feminino ajuda a manter o equilibrio entre a perda e o ganho de massa osséa (absorção de calcio) . A osteoporose é uma doença que afeta principalmente mulheres na pós-menopausa porque produz menos hormônio , homens tambem tem esse hormônio em menas quantidade e podem ter a doença.  É uma doença muito lenta,e assintomática e na maioria dos casos é descoberta quando se sofre alguma fratura; mas temos exames para diagnosticar a doença como:exames sanguineos e de massa osséa,radiografias, mais a maioria não se preocupa em fazer esse acompanhamento com o médico.  As estatisticas mostram que a cada três mulheres uma tem
    20. 20.  Fatores de riscos:  *mulheres pós menopausa  *homens acima dos 65 anos  *fumantes  *consumidores de álcool e café e muitos outros  Prevenção:  *consumir leites e derivados  *exercícios físicos  *dietas ricas em cálcio  E a reposição hormonal para prevenção e também durante o tratamento ex:Extradiol  É uma doença que tem tratamento é não cura então a prevenção continua sendo o melhor remédio. Procure sempre seu médico!!!!!!!
    21. 21. DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO  Ao perceber dor nas articulações, principalmente por mais de seis semanas, acompanhada de vermelhidão, inchaço, calor ou dificuldade para movimentar as articulações (especialmente ao acordar pela manhã), procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Pode ser uma doença reumática.  O cuidado e o manejo das doenças reumáticas incluem tratamentos diversos (com a utilização de práticas integrativas e complementares, exercícios, terapia física, entre outros) e tratamento farmacológico (com o uso de medicamentos). Por isso, é fundamental a combinação de serviços de saúde da atenção básica com os serviços de outros especialistas da Rede de Atenção à Saúde.

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