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Plantio mecanizado 1

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Plantio mecanizado 1

  1. 1. Plantio Mecanizado de Cana de Açúcar
  2. 2. História do plantio mecanizado no Brasil Santal equipamentos S.A. (1964) Motocana S.A. (1978)
  3. 3. História do plantio mecanizado no Brasil Civesama (2000) DMB (1999)
  4. 4. História do plantio mecanizado no Brasil (2007)
  5. 5. História do plantio mecanizado no Brasil DMB PCP 6000 (2011) Santal PCP 2L (2011)
  6. 6. Tendências do mercado Plantadora Greensystem PP1102 (John Deere + Syngenta)
  7. 7. Informações técnicas • 3,4 m de largura • Espaçamento de plantio 0,9 a 1,5 m • 1,5 t/ha (mudas) • 750 kg minitoletes • 1 ha/hora • Dosar 6 a 22 plenes/m
  8. 8. Avanços e gargalos • Logística • Sanidade • Aspectos agronômicos
  9. 9. Desperdícios do setor sucroenergético
  10. 10. ?
  11. 11. CONHECIMENTO DO PRODUTO PCP2L
  12. 12. CONHECIMENTO DO PRODUTO PCP 2 L PLANTADORA DE CANA PICADA 2 LINHAS DE PLANTIO VERSÃO LEVE PCP2 – 2004
  13. 13. Segurança • A máquina deve ser operada apenas por pessoal treinado e familiarizado com todos os controles e técnicas de plantio e em solos com até 15 % de declividade. • Ao dirigir em estradas. - SEGURANÇA DURANTE A OPERAÇÃO DA MÁQUINA • CUIDADO! • Não é recomenda o tráfego em estradas com a plantadora. • Além de ser uma prática não permitida por lei, pode ser causa de acidentes sérios. Faça o uso de caminhão com licença especial e batedor para transportar a máquina.
  14. 14. Identificação da Plantadora de Cana Os números de série, o modelo e ano de fabricação são a identidade da máquina. Assim, toda vez que necessitar de peças da reposição de um determinado conjunto identificado por numero de série, tome nota deste numero.
  15. 15. CONHECIMENTO DO PRODUTO PCP2LCABINE / COMANDOS RESERVATÓRIO ADUBO RODAS COPIADORAS SULCADORES CONJUNTO COBRIDOR CHASSI CONJUNTO PULVERIZADOR SISTEMA EJETOR CESTO SISTEMA DOSADOR SISTEMA HIDRAULICO
  16. 16. Manual plantadora - DMB
  17. 17. Pino Bola (engate) • Sistema pino bola; • Cabeçalho articulável no rabicho do trator; • Corrente de segurança.
  18. 18. Acoplamento no trator • Deve ser introduzida no trator a barra de tração especial com olhal cônico para acoplar o pino bola cônico; • Fixar a corrente de segurança existente no cabeçalho da plantadora no trator; Barra de tração especial com olhal cônico
  19. 19. Acoplamento da PCP2L no trator • Potencia exigida ideal seria igual ou maior que 220 CV, permitindo operação com ate 180 CV dependendo da topografia e profundidade do sulco.
  20. 20. Engate das mangueiras Para engatar e desengatar a plantadora no trator é necessário primeiro que tanto o engate do trator quanto o da plantadora estejam bem limpos
  21. 21. Engate rápido • Deve verificar-se também o tipo de engate utilizado no trator, deve se utilizar o mesmo tipo de Engate na plantadora; • Caso necessário compre o engate do fabricante do trator (comprar o par).
  22. 22. ABASTECIMENTO 1 - Antes de iniciar o procedimento é necessário que o trator esteja desligado, engrenado e frenado. 2 - Para o abastecimento de muda e adubo, a PCP2L deverá estar iniciado o sulco para o perfeito nivelamento, o compartimento de carga (caçamba) deverá estar totalmente apoiado no chassi para garantir a não incidência do transbordo no compartimento de carga e diminuir a altura de abastecimento, este deverá ser feito pelas laterais da PCP2L.
  23. 23. Abastecimento de adubo
  24. 24. Abastecimento de fungicida
  25. 25. Cana com muita palha
  26. 26. Regulagem de adubo sólido: • após regularem das mudas e com os cochos de alimentação da esteira devidamente vazios, efetua-se a regulagem do adubo que será feita com a máquina parada pesando o adubo com a vazão por minuto e ajustando as válvulas reguladoras de vazão dos motores hidráulicos localizados nas laterais esquerda e direita próxima da escada, de acordo com a necessidade para obter a quantidade de adubo por metro linear desejada.
  27. 27. Caixas de adubo • Deixe as caixas de adubo vazia e limpa.
  28. 28. Funções do operador da plantadora: • A) Ligar a bomba do sistema de aplicação do cupinicida através da chave existente no painel • B) No mesmo instante do início do sulco acionar as esteiras que entrem em funcionamento captando as mudas dos cochos transportando-as para a parte superior e dentro das calhas. ETEC - Andradina Prof MSc. Leandro Barradas Pereira
  29. 29. • Acionar toda vez que for necessário o reabastecimento dos cochos de alimentação das esteiras, levando – se em conta que o volume de mudas nos cochos de alimentação não devem ultrapassar a metade da altura interna das esteiras. • Manter a atenção na uniformidade da quantidade de toletes alimentados pelas esteiras em ambos os lados, utilizando o recurso do flap que se movimenta de um lado para outro localizado na região central do cocho de alimentação. • Para reabastecer a plantadora com mudas, tampas defletoras e empurrador posicionado, podendo a partir daí efetuar o reabastecimento.
  30. 30. Funções do operador do trator: • Além das manobras com cautela, ele controla o levantamento e a descida dos sulcadores, conjugada com os cobridores e rolo traseiro; através da abertura ou fechamento do registro que neutraliza ou não esta função.
  31. 31. CESTO GRANDE CAPACIDADE DE CARGA • MUDAS: 6 Ton • TORTA: 12 Ton INCLINACAO FIXA ABASTECIMENTO • LATERAL DIR e ESQ
  32. 32. RESERVATÓRIO DE ADUBO CONFECCIONADO EM ACO INOX CAPACIDADE PARA 1100 Kg ABASTECIMENTO POR 2 LADOS GUILHOTINHA PARA LIMPEZA JANELA DE INSPECAO ACIONAMENTO HIDRAULICO INDE- PENDENTE
  33. 33. RESERVATÓRIO DE ADUBO GUILHOTINA INSPEÇÃO
  34. 34. RESERVATÓRIO DE ADUBO MOTORES ADUBADEIRAS COM REGULAGEM INDEPENDENTE
  35. 35. RODAS COPIADORAS MANUTENCAO DA PROFUNDIDADE REGULAGEM POR TENSOR 2 PNEUS VALVULA HIDRÁULICA
  36. 36. Profundidade do sulco No próprio sulcado temos vários furos e podemos colocar em outras posições alterando a altura.
  37. 37. SULCADORES 2 LINHAS ESPAÇAMENTO 1,4 ou 1,5 m
  38. 38. Bico do sulcador O bico do sulcador tem 2 parafusos de fixações, o parafuso superior funciona com um fusível, o diâmetro do parafuso é menor e tem objetivo de quebrar quando em contato com objetos duro(pedra, tronco e etc.). Para não desalinhar o bico do sulcador e nem danificar a máquina.
  39. 39. CONJUNTO COBRIDOR DISCOS LATERAIS RODA ACAMADORA RODA COMPACTADORA ROLO CENTRAL NIVELADOR
  40. 40. RODA ACAMADORA A roda acamadora tem a função de ajudar posicionar a muda solo,( deixando a muda deitada) Obs. As rodas acamadora tem que roda livre verificar periodicamente.
  41. 41. RODA COMPACTADORA A RODA COMPACTADORA tem a função de compactar a terra em cima das mudas eliminando o ar
  42. 42. CONJUNTO COBRIDOR REGULAGEM DISCO COBRIDOR CONJUNTO COBRIDOR tem como regular a quantidade de terra que vai cobrir as mudas. O regulagem ideal é 8 á12cm de terra acima da muda.
  43. 43. Rolo nivelador traseiro Função: “Quebrar” o lombo de terra entre os dois sulcos; Melhorando regularidade do terreno.
  44. 44. SISTEMA DOSADOR 4 TAMPAS (2 SUP + 2 INF) 1 CJ ESTEIRAS COM TALISCAS FLAP DIRECIONADOR BICAS
  45. 45. SISTEMA DOSADOR Recomendamos que faça uma limpeza nos conjuntos das taliscas a cada cesto ( quanto a acaba a cana do cesto recomendamos fazer limpeza para remover palhas, sujeiras que irão acumular na parte inferior ) evitando o embuxamento dos conjuntos.
  46. 46. SISTEMA DOSADOR
  47. 47. Flap Tem a função de ajudar a distribuir as mudas no sistema dosador.
  48. 48. Alavanca de acionamento do Flap Acionando a alavanca lateralmente acionamos o Flap distribuindo as mudas para sistema dosador.
  49. 49. CONJUNTO PULVERIZADOR TANQUE 300 L BICO PULVERIZADOR
  50. 50. Sistema Elétrico • Sistema elétrico é independente do trator, trabalha com a tensão nominal de 12V, com chave geral para interrupção de passagem de corrente.
  51. 51. Bateria - MANUTENÇÃO DA BATERIA A bateria da sua plantadora poderá ser do tipo livre de manutenção, caso não for verifique com freqüência o nível da solução eletrolítica e complete quando necessário.
  52. 52. Sistema Elétrico Chave geral ligada Chave geral desligada A plantadora tem chave geral da parte elétrica, no final do turno desligar a chave e em reparos.
  53. 53. Buzina Botão de acionamento da buzina Tipo caracol 12V, uma para som agudo e uma para som grave
  54. 54. Bomba do Cupinicida Luz de advertência do cupinicida Bomba do cupicinida é elétrica, acionada por botão elétrico e com luz de advertência
  55. 55. CABINE E COMANDOS CLIMATIZADOR AR CONDICIONADO ERGONÔMICA COMANDOS TIPO “JOY STICK” Montada sobre coxins de borracha.
  56. 56. Painel Superior lado esquerdo 1 2 3 1- Chave de ignição, lanterna e farol de trabalho 2- Esta luz indica uma deficiência no alternador.. A luz acende-se quando se liga a ignição, devendo apagar-se quando o alternador gira ( depende do fluxo de óleo que vem do trator e gira o motor que transmite o movimento para a Correa e alternador).
  57. 57. Painel Superior lado direito 1 2 3 4 5 1- liga e desliga a lanterna. 2- Liga e desliga farol lateral. 3- Liga e desliga farol traseiro 4- Liga e desliga farol da cabine 5- Liga e desliga limpador de parabrisa.
  58. 58. CABINE E COMANDOS LIGA / DESLIGA: • Esteiras dosadoras e Motores adubadeiras • Pulverizador • Rosca sem fim caixa de adubo JOYSTICK: • Sistema ejetor • Tampas dosadoras • Flap direcionador
  59. 59. Com os comandos básicos A, B, C e os recursos; apoio de braço articulável e suporte reclinável, com 3 posições de regulagem consegue-se um sentar ergonômico e plausível para operadores de qualquer estatura. BANCO DO OPERADOR
  60. 60. Dados de Produtividade Santal (Dados fornecidos pela IACO) •Profundidade de plantio: 25 a 30 cm •Aplicação: média de 16 ton/ha •Gemas viáveis por metro linear: 15 a 18 gemas •Danos em gemas: 10% a 12% •Variedades plantadas: 7515 - 3250 - 5536 - 5054 - 5453 - 2847 e 454
  61. 61. 1 - LUBRIFICAÇÃO • Realizar a cada 24 horas de operação com graxa a base de lítio. Mancal eixo disco cobridor Corpo do conjunto regulador de altura da roda dianteira de apoio.
  62. 62. Pino da articulação do cabeçalho. Mancal traseiro do cilindro hidráulico suspensão. Mancal da haste cilindro hidráulico suspensão. Mancal inferior do conjunto regulador de altura da roda dianteira de apoio. Mancal superior do conjunto regulador de altura da roda dianteira de apoio. Mancal suporte da roda dianteira de apoio.
  63. 63. Mancal eixo sem-fim da adubadora. Mancal inferior da esteira, lado externo. Mancal roda dentada intermediária da esteira, lados externo e interno. Mancal superior da esteira, lado interno. Mancal superior da esteira, lado externo. Roldanas região inferior do empurrador do compartimento da carga.
  64. 64. Mancais braços articulados do conjunto cobridor. Mancal acoplamento do conjunto cobridor. Castanha pino bola do cabeçalho. Mancal traseiro do cilindro hidráulico do basculamento do compartimento da carga. Mancal traseiro do cilindro hidráulico do conjunto do cobridor. Cubo roda traseira.
  65. 65. Pino mancal articulação do tandem. Mancal inferior da esteira, lados interno. Mancal haste do cilindro hidr. de acionamento.do emp. do compartimento da carga. Mancal tras. do cilindro hidr. de acionamento.do emp.do compartimento da carga. Pino mancal articulação do compartimento da carga. Mancais tras. e das hastes dos cilindros hidr. e mancal da tampa dosadora.
  66. 66. Cubo roda dianteira de apoio. Mancal articulação do flap. Roldanas região superior do empurrador do compartimento da carga. Mancal da haste dos cilindros hidr. do bascul. Do compartimento da carga. Cubo mancal disco cobridor. Cubo roda compactadora do conjunto cobridor.
  67. 67. Falhas na manutenção/operação
  68. 68. Falhas na manutenção/operação
  69. 69. Falhas na manutenção/operação
  70. 70. Falhas na manutenção/operação
  71. 71. Falhas na manutenção/operação
  72. 72. Falhas na manutenção/operaçãoFalhas na manutenção/operação
  73. 73. Falhas na manutenção/operação A culpa é de quem???
  74. 74. Falhas na operação
  75. 75. Falha de operação
  76. 76. Falha de operação
  77. 77. Processo de plantio mecanizado de cana de açúcar
  78. 78. Sistematização
  79. 79. PROCEDIMENTOS SISTEMATIZAÇÃO LICENÇA AMBIENTAL LIMPEZA DA ÁREA (DESTOCA, CATAÇÃO DE PAUS E TOCOS) DEFINIÇÃO DO DV MARCAÇÃO DOS TERRAÇOS CONSTRUÇÃO DOS TERRAÇOS. RASTREAMENTO E GEOPROCESSAMENTO DOS TERRAÇOS. DEFINIÇÃO E CONSTRUÇÃO DOS CARREADORES E TALHÕES. QUEBRA LOMBO
  80. 80. Corte e carregamento de mudas Usina Ipê
  81. 81. Chegada do caminhão transbordo na área de colheita de muda
  82. 82. Usina Eldorado Transporte das mudas
  83. 83. • Colhedora e caminhão transbordo conduzido por mulheres
  84. 84. Plantadora aguardando o caminhão chegar com cana picada
  85. 85. Chegada do caminhão mulk com os beg de adubo para completar os caixotes de adubo das plantadoras
  86. 86. Chegada do caminhão mulk com os beg de adubo para completar os caixotes de adubo das plantadoras
  87. 87. Abastecimento do tanque com Regente e Furadan
  88. 88. Chegada do caminhão transbordo com cana picada
  89. 89. Elevação do transbordo para o abastecimento das Plantadeiras.
  90. 90. Transbordo descarregado na plantadora
  91. 91. Plantadeiras abastecidas, rapidamente retornam ao Plantio..
  92. 92. Área de fornecedor/Gasa Plantadora iniciando o plantio
  93. 93. Plantio da cana exige acurácia elevada GPS RTK
  94. 94. Paralelismo
  95. 95. Área de fornecedor/Gasa Resumindo Uma boa colheita inicia-se em um bom plantio Um bom plantio inicia-se em um bom preparo do solo... Não se esquecendo da sistematização
  96. 96. Controle de qualidade (plantio)

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