ESTRATÉGIA
EMPRESARIAL
*DJALDA MUNIZ
*DIOGENES DE ANDRADE
*HELLEN ARAÚJO
*JOYCE VIANA
*NÚBIA LICÁ
* Alunos do Curso de Bib...
SUMÁRIO
ESTRATÉGIA EMPRESARIAL
A IMPORTÂNCIA DA IDENTIFICAÇÃO DA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO
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ESTRATÉGIA
EMPRESARIAL
HELLEN ARAUJO
O fator primordial para se iniciar um negocio é
identificar uma oportunidade a explorar.
Espera-se que o empreendedor na f...
• O que é a estratégia empresarial?
• Uso da palavra Estratégia.
 “para sermos vencedores é preciso que conheçamos a nós
...
É considerado um instrumento clássico
da formulação estratégica.
Ele pressupõe que o potencial de lucro
e o grau de concor...
ESTRATÉGIAS
COMPETITIVAS GENÉRICAS
DJALDA MUNIZ
Retaliação previstaJOYCE VIANA
Google imagens, 2014
Comprometimento
dos clientes
Relevância Ações da empresa para
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da força
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IMPACTO DO GOVERNO SOBRE O SETOR
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BASEADA EM RECURSOS
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 dois tipos de certificação de produtos
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– Envio pelo cliente do Manual de Qualidade do Produto para
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 movimenta cerca de 4,2 milhões de reais por ano
 cada organismo certificador de produtos possui
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 QUALICERT
Oto Bismark: CEO e sócio majoritário
Iniciativa de criar a empresa especializada na certificação de
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• o grupo de Oto atingiu excelente performance em
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1999 até chegar a ...
• E se o Instituto resolvesse assumir por conta própria as
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• Seria possível compensar a provável redução do
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COMPETITIVAS GENÉRICAS
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• 1998 – Privatização do setor das Telecomunicações
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• 2003 – ATL contava com 2 milhões de clientes. E mesmo
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Ranking Atual das Operadoras no Brasil
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TELECOMUNICAÇÕES NO BRASIL E NO MUNDO
• TDMA (Time Division Multiple Access/ Acesso
Múltiplo por Divisão de Tempo – IS –13...
A EVOLUÇÃO NA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
Fonte: http://www.dgz.org.br/dez09/Art_04.htm
OS RISCOS
• Para migrar de uma tecnologia para outra,
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POSSÍVEIS DECISÕES
• Toda e qualquer decisão a ser tomada, terá
suas complicações.
“Não podemos negar a coexistência das
d...
CONCLUSÃO
• ESTRATÉGIA EMPRESARIAL
• A IMPORTÂNCIA DA IDENTIFICAÇÃO DA OPORTUNIDADE
DE NEGÓCIO
• ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS ...
REFERÊNCIA
MARIANO, Sandra; NASAJON, Claudio; SALIM, Cesar Simões.
Administração empreendedora: teoria e prática usando es...
OBRIGADO
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  1. 1. ESTRATÉGIA EMPRESARIAL *DJALDA MUNIZ *DIOGENES DE ANDRADE *HELLEN ARAÚJO *JOYCE VIANA *NÚBIA LICÁ * Alunos do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Maranhão.
  2. 2. SUMÁRIO ESTRATÉGIA EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA IDENTIFICAÇÃO DA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS GENÉRICAS ANÁLISE SWOT OU FOFA A VISÃO BASEADA EM RECURSOS (VBR) UM EXEMPLO DE ANÁLISE ESTRATÉGICA- MARCA.COM ESTUDO DE CASO DE ESTRATÉGIA EMPRESARIAL
  3. 3. ESTRATÉGIA EMPRESARIAL HELLEN ARAUJO
  4. 4. O fator primordial para se iniciar um negocio é identificar uma oportunidade a explorar. Espera-se que o empreendedor na formulação de uma estratégia seja capaz, de encontrar uma posição interessante e distinta no mercado. Os competidores devem ter diferenciais de seus concorrentes
  5. 5. • O que é a estratégia empresarial? • Uso da palavra Estratégia.  “para sermos vencedores é preciso que conheçamos a nós mesmos em primeiro lugar e ao adversário em seguida.” • Modelo das Cinco Forças, de Michael Porter. OportunidadeAmeaças Força Fraqueza
  6. 6. É considerado um instrumento clássico da formulação estratégica. Ele pressupõe que o potencial de lucro e o grau de concorrência são dependentes e de terminados por 5 forças básicas: - Ameaça de entrada de novas empresas - Intensidade de rivalidade dos concorrentes existentes - Pressão dos produtos substitutos - Poder de negociação dos compradores - Poder de negociação dos fornecedores
  7. 7. ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS GENÉRICAS DJALDA MUNIZ
  8. 8. Retaliação previstaJOYCE VIANA
  9. 9. Google imagens, 2014
  10. 10. Comprometimento dos clientes Relevância Ações da empresa para tentar amenizar a pressão da força FORÇA: concorrentes Agentes Características estruturais Relevância Ações da empresa para tentar amenizar a pressão da força FORÇA: produtos substitutos Agentes Características estruturais Relevância Ações da empresa para tentar amenizar a pressão da força
  11. 11. FORÇA: compradores Agentes Características estruturais Relevância Ações da empresa para tentar amenizar a pressão da força FORÇA: fornecedores Agentes Características estruturais Relevância Ações da empresa para tentar amenizar a pressão da força
  12. 12. IMPACTO DO GOVERNO SOBRE O SETOR POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO DA MARCA.COM A MARCA.COM SEGUNDO A VISÃO BASEADA EM RECURSOS Googleimagens
  13. 13. ESTUDOS DE CASO DE ESTRATÉGIA EMPRESARIAL NÚBIA LICÁ
  14. 14.  Qualicert: Marca própria ou contrato de Parceria? Deve a Qualicert permanecer como prestadora de serviços de certificação de produtos, contratada pelo International Quality Certification Institute (IQCI) ou encerrar o contrato e criar um novo Organismo de Certificação de Produtos, com marca própria?  Breve histórico da Certificação de produtos ESTUDO DE CASO
  15. 15.  dois tipos de certificação de produtos por lei o produto só pode ser comercializado se certificado utilizada por empresas que desejam atestar a qualidade de seus produtos  processo de certificação de produtos do IQCI (Modelo 5 - ISO) – Aceitação da proposta técnico-comercial através do preenchimento e assinatura do formulário "Solicitação de Certificação"
  16. 16. – Envio pelo cliente do Manual de Qualidade do Produto para o IQCI – Análise da documentação enviada – Avaliar a implementação dos aspectos de sistema da qualidade referentes ao produto sob certificação e coleta das amostras a serem enviadas ao laboratório para realização dos ensaios e testes – Os ensaios e testes realizados no laboratório são monitorados pelo IQCI – O IQCI analisa os relatórios de ensaios e testes enviados pelo laboratório – Caso não haja resultados fora das especificações nem não conformidades na implementação do sistema da qualidade, o Instituto emite o certificado que é enviado ao cliente juntamente com o "Contrato de Manutenção de Certificação"
  17. 17.  movimenta cerca de 4,2 milhões de reais por ano  cada organismo certificador de produtos possui credenciamentos distintos junto ao Inmetro para diferentes escopos  não é simples identificar qual o organismo certificador de produtos é líder de mercado  apresenta uma taxa de crescimento anual de cerca de 6%  o principal fato gerador deste crescimento é a necessidade crescente de garantias de qualidade e segurança de produtos de origem biotecnológica, em função de novas técnicas de manipulação genética MERCADO
  18. 18.  QUALICERT Oto Bismark: CEO e sócio majoritário Iniciativa de criar a empresa especializada na certificação de produtos  RELAÇÃO IQCI – QUALICERT • sempre foi cordial e amistosa • IQCI, por seu tamanho e abrangência, tinha características internas muito diferentes do grupo da Qualicert. • o IQCI tem origem finlandesa e diversos gerentes no escritório eram finlandeses • maio de 1999: início da parceria entre o IQCI e a Qualicert, na qual esta última receberia 60% da receita total, assumindo todos os custos de pessoal e realizando todo o trabalho e o Instituto teria 40%, fornecendo o nome, instalações e equipamentos de escritório
  19. 19. • o grupo de Oto atingiu excelente performance em evolução de faturamento: partindo de zero cliente, em 1999 até chegar a uma carteira significativa de 315 clientes em 2002 • Nos últimos tempos, porém, devido ao bom desempenho da Certificação de Produtos no IQCI, alguns executivos manifestaram opiniões que preocuparam o grupo de Oto – “Poderíamos fazer estas Certificações de Produtos com nossos próprios funcionários” – “Deveríamos mudar os percentuais deste contrato tornando-o mais favorável ao Instituto. Por que não 50% x 50%, por exemplo?”
  20. 20. • E se o Instituto resolvesse assumir por conta própria as certificações, contratando pessoal especializado nesta área? • E se realmente se concretizassem os rumores de que o Instituto tentaria uma mudança no contrato, reduzindo o percentual da Qualicert? • Quais e quantos clientes se manteriam fiéis ao grupo que realmente realiza o trabalho, e dispensariam a força da marca IQCI, de renome internacional? DILEMA DA QUALICERT
  21. 21. • Seria possível compensar a provável redução do faturamento, ocasionada pela perda de clientes, com o fato de que não haveria mais a divisão percentual, na qual estava estabelecida a relação IQCI-Qualicert? • Deve o grupo da Qualicert, manter-se no contrato com o IQCI, que possui marca forte e credibilidade internacional, carteira de clientes e estrutura já estabelecida, ou propor a rescisão do mesmo e desenvolver um novo organismo certificador de produtos com marca própria, estrutura independente e começando praticamente do zero, como em 1999?
  22. 22. ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS GENÉRICAS DIÓGENES DE ANDRADE
  23. 23. • 1998 – Privatização do setor das Telecomunicações O Grupo Algar consegue concessão para operar na banda B • 1999 – Algar começa a operar; Telerj Celular única concorrente; A Algar Telecom Leste S/A (ATL) alcança rapidamente o topo por ter apenas uma concorrente com uma lista de espera de um milhão e meio de usuários esperando um celular. • 2002 – Telerj Celular já tinha se tornado a Telefônica Entram a e a MIGRAR OU NÃO MIGRAR
  24. 24. • 2003 – ATL contava com 2 milhões de clientes. E mesmo mantendo seu nome já fazia parte da Telecom Americanas No Brasil, a ATL é a segunda com 6,2 milhões de assinantes, perdendo apenas para
  25. 25. Ranking Atual das Operadoras no Brasil Fonte: C:UsersÐÿDocumentsmarket_share.gif
  26. 26. TELECOMUNICAÇÕES NO BRASIL E NO MUNDO • TDMA (Time Division Multiple Access/ Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo – IS –136) • CDMA (Code Division Access/ Acesso Múltiplo por Divisão de por Código – IS –95) • GSM (Global System for Mobile Communication)
  27. 27. A EVOLUÇÃO NA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO Fonte: http://www.dgz.org.br/dez09/Art_04.htm
  28. 28. OS RISCOS • Para migrar de uma tecnologia para outra, uma empresa deverá fazer um bom investimento inicial, para que o projeto seja aplicado. • O mais caro são os equipamentos e aquisição de programas.
  29. 29. POSSÍVEIS DECISÕES • Toda e qualquer decisão a ser tomada, terá suas complicações. “Não podemos negar a coexistência das duas redes por um certo tempo, sendo isso fundamental para as operadoras, pois seus usuários não vão migrar de uma tecnologia para outra no dia seguinte a sua implantação”.
  30. 30. CONCLUSÃO • ESTRATÉGIA EMPRESARIAL • A IMPORTÂNCIA DA IDENTIFICAÇÃO DA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO • ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS GENÉRICAS • ANÁLISE SWOT OU FOFA • A VISÃO BASEADA EM RECURSOS (VBR) • UM EXEMPLO DE ANÁLISE ESTRATÉGICA- MARCA.COM • ESTUDO DE CASO DE ESTRATÉGIA EMPRESARIAL
  31. 31. REFERÊNCIA MARIANO, Sandra; NASAJON, Claudio; SALIM, Cesar Simões. Administração empreendedora: teoria e prática usando estudos de casos. Rio de Janeiro: Campus, 2004. Google imagens
  32. 32. OBRIGADO
  33. 33. ? DUVIDAS

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