Redes de atenção à saúde (ra ss)

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Redes de atenção à saúde (ra ss)

  1. 1. Preceptores: Belmara, Raquel, Rebeca e Sara. Alunos(as): Maiara de Oliveira Costa; Mayara Macêdo Rodrigues; Ciro Alexandre; Maysa Arlony de Oliveira; Emanoella Carneiro de Souza; Kátia Ferreira da Fonseca; Aparecida Maria Bernardo Matos; Ivanildo da Costa Gomes; Tarciane Feitosa Lima dos Santos.
  2. 2. As RAS são definidas como arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, e são integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão. E tem como objetivo promover a integração sistêmica, de ações e serviços de saúde com provisão de atenção contínua, integral, de qualidade, responsável e humanizada, bem como incrementar o desempenho do Sistema, em termos de acesso, equidade, eficácia clínica e sanitária; e eficiência econômica (GRUPO TÉCNICO DA COMISSÃO INTERGESTORES TRIPARTITE, 2010).
  3. 3.  Doenças crônicas: São doenças que se iniciam e evoluem lentamente; apresentam múltiplas causas que variam no tempo, incluindo: hereditariedade, estilo de vida, exposição a fatores ambientais, fatores fisiológicos.
  4. 4. Condições crônicas:        Doenças crônicas (diabetes, doença cardiovascular, câncer, doença respiratória crônica etc.); Doenças infecciosas persistentes (hanseníase, tuberculose, HIV/aids, hepatites virais etc.); Condições ligadas à maternidade e ao período perinatal (acompanhamento das gestantes e atenção ao parto, às puérperas e aos recém-natos); Condições ligadas à manutenção da saúde por ciclos de vida (puericultura, hebicultura e monitoramento da capacidade funcional dos idosos); Distúrbios mentais de longo prazo; As deficiências físicas e estruturais contínuas (amputações, cegueiras, deficiências motoras persistentes etc.); As doenças metabólicas; E a grande maioria das doenças bucais.
  5. 5. RASs Modelo de atenção à saúde População Estrutura Operacional Atenção Primária à Saúde Sistema de Governança Sistemas de apoio Sistemas logísticos Pontos de atenção secundários e terciários
  6. 6.  São soluções tecnológicas, fortemente ancoradas nas tecnologias de informação, que garantem uma organização racional dos fluxos e contra fluxos de informações, produtos e pessoas nas RASs, permitindo um sistema eficaz de referência e contra-referência das pessoas e trocas eficientes de produtos e informações, ao longo dos pontos de atenção à saúde e dos sistemas de apoio, nessas redes.
  7. 7. Prontuário Clínico Cartão de Identificação SISTEMA LOGÍSTICO Sistemas de acesso regulado à atenção à saúde Sistemas de transporte em saúde
  8. 8.    São documentos únicos Constituídos de um conjunto de informações Que possibilita a comunicação entre membros da equipe multiprofissional  Continuidade da assistência prestada ao indivíduo
  9. 9. Devem incorporar diferentes dimensões informacionais:    Narrativas, como a história clínica; Textos: abreviaturas e frases telegráficas, como: pressão arterial; medidas, como sinais vitais, exames físicos e exames laboratoriais; Imagens geradas por aparelhos, como radiografias e ultrassonografias;
  10. 10. Não é acessível a distância  Papel Pesquisa lenta É sempre acumulativo Reduzem o custo das transações Eliminam papel  Eletrônico Disponíveis para os profissionais de saúde Melhoram a divisão de trabalho entre diferentes prestadores Melhoram o diagnóstico e o plano de cuidado.
  11. 11. Numero de identidade único para cada pessoa  Tipos: com número único ou cartão inteligente  Deve permitir a identificação do portador em qualquer ponto de atenção à saúde  Garatindo portabilidade de direitos sanitários entre os municípios e estados  Cartão do SUS  Problemas na implementação e utilização. 
  12. 12. Sistema de acesso regulado a atenção Graus de riscos e normas definidas em protocolos
  13. 13. Organiza o acesso de forma equitativa, transparente e com segurança;  Organizar o acesso com foco na pessoa usuária;  Desenvolver e manter atualizados protocolos de atenção à saúde organizadores do processo de regulação do acesso;  Instrumentalizar os fluxos e processos relativos aos procedimentos operacionais de regulação do acesso; 
  14. 14.    Implementar uma rede informatizada de suporte ao processo de regulação do acesso; Manter um corpo de profissionais capacitados para a regulação do acesso; Gerar sistema de monitoramento e avaliação de suas atividades da geração de relatórios padronizados.
  15. 15. Objetivo: Estruturar os fluxos e contra-fluxos de pessoas e produtos nas RAS. TRANSPORTE EM SAÚDE DE PESSOAS TRANSPORTE EM SAÚDE DE RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE SUBSISTEMAS TRANSPORTE EM SAÚDE DE MATERIAIS BIOLÓGICOS DE TRANSPORTE EM SAÚDE TRANSPOTE DAS EQUIPES DE SAÚDE

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