Cultura européia medieval

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Cultura européia medieval

  1. 1. Sociedade Européia MEDIEVAL
  2. 2. Livros para a parte de História do Direito Geral Cultura Jurídica Européia: Síntese de um milênio Antonio Manuel Hespanha O Direito na História José Reinaldo Lima Lopes
  3. 3. Quando? Sec VI X XV Baixa Idade média Alta Idade média
  4. 4. Onde? Europa (mundo conhecido)
  5. 5. Um mapa do mundo conhecido (Psalter), tendo por centro a cidade de Jerusalém, de um saltério inglês do início do século XIII (British Library, Londres). Veja detalhes em: http://www.bl.uk/magnif icentmaps/map1.html
  6. 6. “Hereford Mappa Mundi” O Cartografo era Richard of Holdingham, e ele desenhou o mapa provavelmente entre 1276 e 1283.
  7. 7. EEuurrooppaa No tempo da morte de Charles o Grande 814 D.C
  8. 8. EEuurrooppaa 1360 D.C
  9. 9. EEuurrooppaa No início do Sec. XV
  10. 10. Common Law Magna Carta Nominalismo Independência de Glosadores Cidades comerciais Peste Negra Inquisição Portugal Expulsão dos árabes Coimbra
  11. 11. Países/ Anos 200 400 600 800 1000 1100 1200 1300 1400 1500 Alemanha 3,5 3,5 3,0 3,25 3,5 4,0 6,0 9,0 6,5 9,0 Bélgica e Luxemburgo 0,4 0,3 0,3 0,3 0,4 0,6 0,9 1,25 0,8 1,25 Espanha 5,0 4,5 3,5 3,75 4,0 4,5 5,5 7,5 5,5 6,5 França 6,5 5,0 4,5 5,0 6,5 7,75 10,5 16,0 11,0 15,0 Países 0,2 0,2 0,2 0,2 0,3 0,4 0,6 0,8 0,6 0,9 Baixos Inglaterra e Gales 0,7 0,8 0,6 0,8 1,5 1,75 2,5 3,75 2,5 3,75 Itália 7,0 5,0 3,5 4,0 5,0 5,75 7,25 10,0 7,0 10,0 Portugal 0,5 0,5 0,4 0,4 0,6 0,7 0,9 1,25 0,9 1,25 Suíça 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,4 0,5 0,8 0,6 0,8 Totais 24,1 20, 1 16, 3 18,0 22,1 25,8 5 34,6 5 50,3 5 35,4 48,4 5 Tabela 1. Evolução demográfica da Cristandade ocidental, segundo fronteiras atuais, em milhões de habitantes (McEVEDY e JONES, pp. 43, 57, 63, 65, 69, 87, 101, 103, 107)
  12. 12. Mapa - Densidades populacionais européias em 1300 (reproduzido de McEVEDY e JONES, p. 23)
  13. 13. Mapa 2. Aumentos porcentuais na população européia entre os anos 200 e 1300 (reproduzido de McEVEDY e JONES, p. 23)
  14. 14. 1) Rural 2) Cristã 3) Analfabeta 4) Isolada
  15. 15. Hans Memling, "Advento e Triunfo de Cristo" 1480. Óleo sobre madeira, 81 x 189 cm. Alte Pinakothek, Munique.
  16. 16. Agricultura: cena de lavoura em janeiro, reproduzida de um tratado astronômico do começo do século XI.
  17. 17. As principais produções me dievais (reproduzido de H. FRANCO JÚNIOR e R. O. ANDRADE FILHO, Atlas de História Geral, São Paulo, Scipione, 1995, p. 27)
  18. 18. Cristã
  19. 19. Reliquary Pendant, 1173–1177 English Gold; L. 2 in. (5.1 cm), W. 1 1/4 in. (3.2 cm)
  20. 20. Cruzadas
  21. 21. O papa Urbano II Convoca os cristãos as cruzadas – 1095 – Primeira Cruzada - Cruzadas começam no Século XI e prosseguem até o século XIII 1291- Num total de 8 cruzadas
  22. 22. A primeira cruzada (com ampla participação popular) teve sucesso e conquistou Jerusálem em 1099. Eles buscavam o perdão dos pecados. Porém durante o século XII o controle da cidade variou de mãos até a conquista definitiva dos mulçumanos e o exército de Saladino em 1189.
  23. 23. Analfabeta – C ontrole do conhecimento pela Igreja
  24. 24. Isolada
  25. 25. Três ordens – Cléricos, Cavaleiros e Servos
  26. 26. O pensamento social medieval  idéia de "corpo" (organização supra-individual, dotada de um fim próprio, e auto-organizada ou auto-regida em função desse fim; assim como o pensamento social da escolástica)
  27. 27. Clero - ORATORES Cavaleiros - BELLATORES Servos - LABORATORES “Tripla é pois a casa de Deus que se crê una: em baixo, uns rezam (orant), outros combatem (pugnant), outros ainda trabalham (laborant); os três grupos estão juntos e não suportam ser separados; de forma que sobre a função (officium) de um repousam os trabalhos (opera) dos outros dois, todos por sua vez entreajudando-se.”
  28. 28. Afresco Ambrogio Lorenzeti
  29. 29. Afresco Ambrogio Lorenzeti
  30. 30. Afresco Ambrogio Lorenzeti
  31. 31. Afresco Ambrogio Lorenzeti - Siena
  32. 32. tained-Glass Panel, ca. 1245–1248 France, Tours, Ambulatory of the Cathedral of Saint-Gatien Pot-metal glass and vitreous paint; 21 x 13 1/2 in. (53.3 x 34.3 cm)
  33. 33.  medieval é dominado pela idéia da existência de uma ordem universal – cosmos – (ORDEM NATURAL), abrangendo o homem e as coisas, que orientava todas as criaturas para um objetivo último, que o pensamento cristão identificava com o próprio criador. Cada órgão tem sua função, dentro da sociedade e portanto cada pessoa teria sua própria função dentro da sociedade.
  34. 34. The Psalterium Aureum, showing a draco in the Francish army, c. 883.
  35. 35. C avaleiros – Tapeçaria s.XI
  36. 36. Harold dead bayeux tapestry, 1066.
  37. 37. Biblia Maciejowski (aprox. 1250)
  38. 38. Cléricos Monge Copista controlando os livros e o ensino em geral (1375) Biblioteca Nacional da França
  39. 39. Cléricos
  40. 40. Camponeses
  41. 41. Uma cena da tapeçar ia de Bayeux: construindo uma elevação para fortificação em Hastings.
  42. 42. Construindo a Torre de Babel - Biblia Maciejowski (1250)
  43. 43. Ferreiro s na Austria – Entre (1350-1400)
  44. 44. A idéia de que a harmonia da sociedade não requer a igualdade dos seus membros ou a uniformidade das suas funções: tal como nos organismos vivos, o equilíbrio resulta, pelo contrário, da não intermutabilidade das partes e o respeito pelos seus função e estatuto específicos; a natureza – e também a natureza da sociedade – aparece, assim, como uma "ordem de coisas díspares".
  45. 45. * Impossibilidade de uma administração absolutamente centralizada * A administração social mediata  autonomia (iurisdictio) dos corpos sociais * Irredutibilidade dos corpos
  46. 46. MEDOS! MEDIEVAIS
  47. 47. Com base no livro de Jean Delumeau História do medo no Ocidente Coleção Cia de Bolso Valor médio – entre R$23,00 e R$33,00
  48. 48. Mar
  49. 49. Abrahan Ortelius Monstros do mar
  50. 50. Fome e Violência
  51. 51. Vítimas agonizantes da fome: da Chronique d’Angleterre de Jean de Warrin (c. 1470-80).
  52. 52. Boccaccio (autor de Decamerão) De Casibus Virorum Illustrium Paris: 1467
  53. 53. Natureza Lobos
  54. 54. Gaston Phelbus O livro da Caça 1407
  55. 55. Caça Medieval ao Lobo – século XV
  56. 56. Morte
  57. 57. Pieter Bruegel, O Velho. O triunfo da morte (1567)
  58. 58. A dança macabra. Xilogravura italiana de 1486. Até por volta de 1350 raramente a morte era retratada, e quando o era tratava-se de uma mensageira do mundo divino. A partir de então, a morte tornou-se um tema recorrente na arte e na literatura, representada como uma força impessoal, com iniciativa própria, que atinge a todos, poderosos e humildes, clérigos e leigos, jovens e velhos, virtuosos e pecadores.
  59. 59. Hieronymus Bosch Netherlandish, c. 1450 - 1516 A morte e o avarento, c. 1485/1490
  60. 60. “Last Judgment”, triptych by Hans Memling, 1472
  61. 61. Mestre dos livros das Horas de Rohan Aprox. 1410-1440
  62. 62. Apocalyse de Saint Sever, séc XI, BNF, Paris.
  63. 63. Afresco da G ruta de Subiaco- Anônimo – Escola da Úmbria – Itália - Aprox. Sec XIV
  64. 64. Peste
  65. 65. Marcello's Drawing of the Black Death in Italy 1348
  66. 66. Peste na Bélgica – Imagem de 1365
  67. 67. Illustration of the Black Death from the Toggenburg Bible (1411)
  68. 68. Mestre de Westphalian A cura de Lázaro - S. XV
  69. 69. Anônimo – Pintura em Igreja – Marselha – Sec XV
  70. 70. Escuridão e Crendices
  71. 71. BRUXAS Estas imagens de bruxas cavalgando suas vassouras (c. 1451) mostram como esse estereótipo se estabeleceu bem cedo.
  72. 72. BRUXAS Reutilingen, Johann Otmar, Aprox. 1489
  73. 73. BRUXOS Robert de Boron – Merlin – Imagem do sec. XIII
  74. 74. Perseguição aos Judeus
  75. 75. Judeus eram considerados feiticeiros – Expulsos da Espanha

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