18.ago ouro i 12.15_284_cteep

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18.ago ouro i 12.15_284_cteep

  1. 1. PESQUISA PARA AUMENTO DA CAPACIDADE DE LINHA EM RESERVA FLORESTAL E DESENVOLVIMENTO DE MONITORAMENTO DE CABO
  2. 2. INOVAÇÃO DO PRJ <ul><li>Possibilidade do aumento da capacidade de uma LT situada em áreas com severas restrições ambientais, através do recondutoramento e utilização das estruturas existentes: </li></ul><ul><li>MINIMIZAÇÃO/ELIMINAÇÃO de danos ao meio ambiente. </li></ul><ul><li>Monitoramento do cabo com sistema laser. </li></ul>
  3. 3. OBJETIVOS <ul><li>P esquisar as necessidades de recondutoramento das linhas de transmissão com a minimização/eliminação dos danos ao meio ambiente. </li></ul><ul><li>Utilização de cabos com novas tecnologia; </li></ul><ul><li>Verificação do seu desempenho efetivo em condições reais e a verificação do seu comportamento através do monitoramento em tempo real. </li></ul>
  4. 4. Localização das torres_ Rio Paraná
  5. 5. Estudo e pesquisa do estado da arte Estudos para adequação dos cabos à linha existente Desenvolvimento de metodologia para instalação do cabo Pesquisa do sistema de monitoramento (sistema de sensores e comunicação) do cabo Definição e aquisição dos materiais e equipamentos referentes ao sistema de sensores e comunicação Desenvolvimento do sistema protótipo para monitoramento do cabo Instalação e testes iniciais do sistema protótipo na linha piloto Transferência de Tecnologia Sequencia das Tarefas do Projeto
  6. 6. <ul><li>Sistema Novo - Travessia do Rio Paraná (LT 138kV TLA /TRI 2-R. Jup. 1 e R. Jup. 2) </li></ul><ul><li>Linha recapacitada com cabo CAA 636 MCM </li></ul><ul><li>Na travessia do Rio Paraná foi utilizado as mesmas estruturas e </li></ul><ul><li>um cabo com nova tecnologia e com maior ampacidade. </li></ul><ul><li>Estudo da Capacidade de Corrente </li></ul><ul><li>Máxima ampacidade em operação normal: 860 A </li></ul><ul><li>Máxima ampacidade em operação de emergência: 1010 A </li></ul><ul><li>O novo cabo deve operar nas temperaturas : </li></ul><ul><li>Condição normal (linha com 860 A): 136ºC </li></ul><ul><li>Condição emergência (linha com 1010 A): 180ºC. </li></ul>SISTEMA DE MONITORAMENTO
  7. 7. Características do Novo Condutor Características do condutor Oriole ACSR Ostrich ACCR Grosbeak Seção (mm 2 ) 210,3 175,0 374,8 Diâmetro (mm) 18,82 17,2 25,15 Peso (kg/m) 0,784 0,501 1,302 Carga de Ruptura (kgf) 7.847 5.488 11.429 Resistência (ohm/km) 0,165 0,1832 0,0896
  8. 8. <ul><li>Optou-se pelo monitoramento da tração e da flecha </li></ul><ul><li>Tração do condutor => célula de carga na torre 27. </li></ul><ul><li>Medição da flecha do condutor => trena a laser na torre 28 </li></ul><ul><li>Meio de comunicação sem fio (distância 1300 m) entre os locais. </li></ul>SISTEMA DE MONITORAMENTO <ul><li>Célula de carga : 10 toneladas </li></ul><ul><li>Conversor de sinal : </li></ul><ul><li>De 0 e 3 mV para 4 a 20 mA </li></ul>
  9. 9. Arquitetura de coleta de dados.
  10. 10. TRENA LASER REFLETOR <ul><li>Não é possível instalar no meio do vão. </li></ul><ul><li>Refletor foi instalado na fase inferior a 15m (Torre28) </li></ul><ul><li>Desenvolvidas equações correlacionando os valores medidos com o valor da flecha no vão. </li></ul>SISTEMA DE MONITORAMENTO
  11. 11. <ul><li>Coleta e concentração das leituras </li></ul><ul><li>Leituras de corrente elétrica das saídas dos sensores => módulo capaz de empacotar os dados => módulo gateway (a cada quinze minutos) </li></ul><ul><li>Com as leituras no gateway (DX80) => computador responsável por armazenar os dados e possibilitar a visualização e análise dos mesmos. </li></ul>SISTEMA DE MONITORAMENTO
  12. 12. <ul><li>Módulos de conversão de dados: Transmissão das leituras até o computador; </li></ul><ul><li>Equipamentos de conversão de dados na sala de comando e </li></ul><ul><li>Sistema de consulta: O software desenvolvido obtém os dados coletados dos sensores por meio de uma interface padrão OPC(OLE for Process Control) e armazena os dados numa base de dados histórica SQL. </li></ul>SISTEMA DE MONITORAMENTO
  13. 13. <ul><li>O sistema com a célula de carga => bom desempenho e boa confiabilidade. </li></ul><ul><li>O sistema com a trena laser => bom resultado, porém, o refletor instalado no cabo necessita de aperfeiçoamento => sofre grande influência do vento. </li></ul><ul><li>O sistema de comunicação => ótimo desempenho => não ocorreu nenhuma interrupção na transmissão de dados para o software </li></ul><ul><li>O software desenvolvido apresentou resultados conforme esperado. </li></ul><ul><li>Os resultados obtidos o sistema implantado atingiu de forma satisfatória aos objetivos do projeto. </li></ul>SISTEMA DE MONITORAMENTO CONCLUSÕES
  14. 14. Agradecimentos ISA – CTEEP – Maureen Pereira, Romeu A. Haik e Marcelo Torres INOVATA/FDTE – Autores do artigo Prof. Dr .José A. Jardini Prof. Dr. José Sidnei C. Martini Prof. Msc Mario Masuda Dr Mauricio Jardini Msc Paula Kayano Msc Gerson Y Saiki e Msc Rosemary B Jardinetti Muito obrigada a todos.
  15. 18. <ul><li>Resultados do Sistema de Monitoramento </li></ul><ul><li>O sistema do protótipo encontra-se atualmente em operação. </li></ul><ul><li>Os resultados da tração apresentam-se estáveis: 950 e 1100kgf </li></ul>
  16. 19. Tela com as leituras e Resultados
  17. 20. <ul><li>Tipos de Cabos Não Convencionais </li></ul><ul><li>Cabo condutor de Alma de aço INVAR </li></ul><ul><li>Liga de Alumínio Termorresistente (TAL) => utilização em temperaturas de até 150°C </li></ul><ul><li>Cabo condutor ACCR (Condutor de Alumínio Reforçado por Compósito Metálico) </li></ul><ul><li>O condutor ACCR tem os aspectos construtivos similares aos cabos ACSR </li></ul><ul><li>Alma de compósito de fibras contínuas de óxido de alumínio embebidas em puro alumínio </li></ul><ul><li>Fios da coroa de alumínio-zircônio </li></ul><ul><li>Cabo condutor com alma de fibra carbono (CTC Composite Technology Corp) </li></ul><ul><li>O cabo condutor com alma fibra carbono (ACCC) = ACSR com encordoamento trapezoidal. </li></ul>SISTEMA DE MONITORAMENTO
  18. 21. <ul><li>Premissas adotadas </li></ul><ul><li>Capacidade de transporte de carga = cabo CAA 636MCM Grosbeak; </li></ul><ul><li>Manutenção das distâncias mínimas ao solo ou via navegável; </li></ul><ul><li>Não deverá introduzir esforços adicionais nas estruturas existentes. </li></ul><ul><li>NOTA: Perdas no sistema será 2,17 maior para o cabo Oriole a 150ºC em relação ao Grosbeak a 75ºC. </li></ul><ul><li>Condições de Instalação </li></ul><ul><li>Sistema existente com o cabo CAA 336,4 MCM Oriole com: </li></ul><ul><li>Tração do condutor (EDS): 20%. </li></ul><ul><li>Temperatura máxima : 50 ºC </li></ul><ul><li>Distância mínima ao solo: 8,0 m </li></ul><ul><li>Vão Equivalente: 366 m </li></ul>SISTEMA DE MONITORAMENTO

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