18.ago ametista 14.00_297_cemig-d

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18.ago ametista 14.00_297_cemig-d

  1. 1. Recuperação Energética de Resíduos Sólidos Urbanos no Brasil: <br />Abordagem econômica e Ambiental<br />P&D ANEEL - 194: CEMIG / NEST / UNIFEI<br />1<br />
  2. 2. Contexto<br />Fonte: PNE 2030 – EPE/MME<br />P&D 194<br />Objetivo:<br />Avaliação Tecnológica para Geração de Energia a partir de RSU.<br />
  3. 3. Metodologia<br /><ul><li> Revisão de Literatura
  4. 4. Coleta de Dados/Visitas Técnicas
  5. 5. Análise de Ciclo de Vida
  6. 6. Software: diagnósticos técnico-econômico da alternativas
  7. 7. Estudos de Caso: Desenvolvimento e Análise.</li></ul>Direcionar a tomada de decisão para a construção de empreendimentos focados na recuperação energética dos RSU, baseando-se em indicadores econômicos habitualmente utilizados em análises de investimento como o Fluxo de Caixa, o Valor Presente Líquido e a Taxa Interna de Retorno.<br />
  8. 8. Software<br />
  9. 9. Tabela II. Valores de referência de preços e taxas.<br />Tabela II. Valores de referência de preços e taxas.<br />Estudo de Caso<br /><ul><li> 1000 toneladas diárias de RSU (população de 1 a 1,5 milhões hab.)</li></ul>Ref. BH.<br /><ul><li>Na opção 1: aterro sanitário com vida útil de 20 anos, com início de operação em 2008 e fim previsto para 2028.
  10. 10. Na opção 2: incineração - a empresa responsável pelo empreendimento recebe receitas do município para tratar o lixo. A escória e as cinzas são enviadas para aterro privado.</li></li></ul><li>Alternativa 1 – Aterro Sanitário<br /><ul><li> A primeira alternativa consiste em um aterro sanitário onde utiliza-se o gás de aterro para geração de eletricidade através de módulos geradores.</li></li></ul><li>Resultados – Opção 1 (Aterros)<br /><ul><li> Uso de módulos gerador - Motor a Combustão Interna (MCI) Caterpillar G3520C (1966 kW / 2458 kVA) com vida útil estimada de 8 anos e eficiência de 38%.
  11. 11. Tabela III. Características dos módulos de geração instalados no aterro
  12. 12. 2012-2043: 1,2 GWh à R$28/MWh
  13. 13. 1,6 Mi tCO2eq</li></li></ul><li>Resultados – Opção 1 (Aterros)<br />Tabela IV. Resultados da Análise no aterro, excluindo-se o projeto MDL.<br />Tabela V. Resultados da Análise no aterro, com o projeto MDL.<br />
  14. 14. Resultados – Opção 1 (Aterros)<br />Análise de Sensibilidade<br />
  15. 15. Alternativa 2 – Incineração<br /><ul><li> A segunda, uma planta de incineração também com geração de eletricidade.</li></ul>McKay Bay Refuse-To-Energy Facility – Tampa, Flórida, EUA<br />
  16. 16. Resultados – Opção 2 (Incineração)<br /><ul><li> Planta de incineração de queima em massa (MassBurn System) com uma vida útil de 20 anos e uma eficiência elétrica de 18%.
  17. 17. PCI (estimado via software)  4037 kJ/kg.
  18. 18. 365.000 t RSU = 8.411 kW ao longo de 20 anos.</li></li></ul><li>Resultados – Opção 2 (Incineração)<br />Tabela VI. Resultados da Análise, excluindo-se o projeto MDL.<br />Tabela VII. Resultados da Análise , com o projeto MDL.<br />
  19. 19. Resultados – Opção 2 (Incineração)<br />
  20. 20. Outros Resultados do P&D194<br />Figura 7. Curvas de potência instalada e disponível no aterro de Sabará<br />
  21. 21. Outros Resultados do P&D194<br />AvaliaçãoAmbiental - ACV<br />
  22. 22. Conclusões<br /><ul><li> Foi desenvolvido um software para suporte RSU/Energia;
  23. 23. No caso dos aterros, os principais fatores são o preço de venda da eletricidade e dos créditos de carbono, já na incineração são os custos de capital e a tarifa de tratamento dos RSU;
  24. 24. A Energia com gás de aterro mostra-se dependente da existência de um mercado de emissões, sem ele, a viabilidade do investimento fica subordinada a bons preços de venda de eletricidade, os quais possuem alta volatilidade.
  25. 25. Para incineração os créditos não se mostraram tão importantes, em razão da baixa emissão de GHG’ s do sistema interligado nacional. Estes empreendimentos também são dependentes das tarifas de tratamento, do mesmo modo que os países europeus.
  26. 26. A taxa de disposição deve ser de cerca de R$ 45,00: valor alto, considerando-se que a maioria dos municípios despeja seu lixo em lixões a custos muito baixos.</li></li></ul><li>Obrigado.<br />Cláudio Homero Ferreira da Silva, D. Sc.<br />Vice-Presidência - DVP<br />Superintendência de Tecnologias e Alternativas Energéticas – TE<br />Gerência de Alternativas Energéticas – TE/AE<br />www.cemig.com.br<br />

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