17.ago ouro i 15.45_509_celescl-d

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17.ago ouro i 15.45_509_celescl-d

  1. 1. P&D 5697-013/2007 Metodologia Tarifária para Regiões Litorâneas Claudio Magalhães de Oliveira, D.Sc. Coordenador - IDESTI
  2. 2. Instituto <ul><li>Empresa de alta tecnologia e de pequeno porte; </li></ul><ul><li>Sede em Florianópolis, SC; </li></ul><ul><li>Corpo técnico de pesquisadores Doutores e Mestres; </li></ul><ul><li>Consultoria e projetos de pesquisa e inovação tecnológica. </li></ul>
  3. 3. Objetivo Metodologia de rateio socialmente mais justo, dos custos de infra-estrutura das redes de distribuição, em regiões litorâneas de veraneio.
  4. 4. Motivação <ul><li>Comportamento sazonal da carga em regiões litorâneas turísticas de veraneio; </li></ul><ul><li>Incremento sazonal da demanda impôe infra-estrutura de rede adicional; </li></ul><ul><li>Rateio dos custos em função da demanda e consumo anuais ( TUSD ); </li></ul><ul><li>Clientes sazonais pouco contribuem na baixa temporada; </li></ul><ul><li>Demais clientes subsidiam a infra-estrutura para os clientes sazonais. </li></ul>
  5. 5. Carga máxima mensal 2008/09 Se veraneio (INE), Trafos 1 e 2 Mínima: 0,3/0,4 pU Máxima: 150% da mínima Variação: +- 45% da média Se típica (TJS), Trafo 2 Mínima: 0,8 pU Máxima: 25% da mínima Variação: +- 10% da média
  6. 6. Rateio do uso do sistema <ul><li>Como cobrar do cliente sazonal a disponibilidade sazonal da carga? </li></ul><ul><ul><ul><li>Cobrando do mesmo o quanto contribuiria como cliente convencional; </li></ul></ul></ul><ul><li>Medir o uso do sistema verificando o impacto do cliente sazonal; </li></ul>
  7. 7. Medida de uso do sistema <ul><ul><li>Como medir o uso do sistema? </li></ul></ul><ul><ul><li>Medição da curva de carga horária só para alguns clientes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Clientes diferentes -> impactos diferentes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Dependências múltiplas entre equipamentos de rede, com picos em horários distintos; </li></ul></ul><ul><li>Receita da TUSD como medida aproximada de uso do sistema . </li></ul>
  8. 8. ReceitaTUSD como medida de uso do sistema, 2008/09 Se típica (RCO), Trafo 5 Se veraneio (INE), Trafo 2
  9. 9. Metodologia - premissas <ul><li>Concessionária: garantia do equilíbrio econômico-financeiro / receitaTUSD anual inalterada. </li></ul><ul><li>Clientes: rateio socialmente mais justo do custo da infra-estrutura de rede; </li></ul><ul><li>Cliente sazonal : a ssuma o ônus pela disponibilidade sazonal da carga; </li></ul><ul><li>Cliente hipotético com carga máxima constante ao longo do ano: mesma participação no rateio independente de sua localização geográfica. </li></ul>
  10. 10. Metodologia – proposta <ul><li>Fator “ α ” , mensal e regional, de ajuste da TUSD; </li></ul><ul><li>Subdividir a área de concessão em sub-áreas com comportamento similar da carga; </li></ul><ul><li>Obter o fator “ α ” , de ajuste da TUSD; </li></ul><ul><ul><li>Penalizar a variação sazonal da demanda; </li></ul></ul><ul><ul><li>Incentivar a linearização da carga. </li></ul></ul><ul><li>Aplicar o fator “ α ” , mensal e regional, no ajuste da TUSD. </li></ul>
  11. 11. Resultados <ul><li>Concessionária e sistema elétrico: reflexo na receita TUSD; </li></ul><ul><ul><li>Por Se; </li></ul></ul><ul><ul><li>Global, da concessionária (região de estudo); </li></ul></ul><ul><li>Cliente; </li></ul><ul><ul><li>Reflexo na fatura; </li></ul></ul><ul><li>Testes: região de estudo; </li></ul><ul><ul><li>S ub-área da área de concessão da CELESC D; </li></ul></ul><ul><ul><li>22 Subestações; </li></ul></ul><ul><ul><li>Jan/2008 a Dez/2009. </li></ul></ul>
  12. 12. Variação na Receita TUSD p or Se, 2008 Receita mensal : típica, sazonais de verão e inverno Receita anual: max: 6,48% (PBO), min: -0,86% (CCI)
  13. 13. Receita TUSD anual global antes e depois (2008) Max: FEV 13,72% Min: JUN -7,76%
  14. 14. Cliente, Se típica (2008) Residencial não veranista (Se CCO) Variação da receita média anual (%) TUSD: -1,0 Total: -0,5
  15. 15. Cliente, Se típica (2008) Comercial (Se CDR) Variação da receita média anual (%) TUSD: -1,2 Total: -0,7 TUSD: -0,8 Total: -0,3 Industrial (Se RCO)
  16. 16. Variação da receita média anual (%) Cliente, Se veraneio(2008) Residencial não veranista (Se INE) Residencial veranista (Se INE) TUSD: 9,8 Total: 5,3 TUSD: -1,9 Total: -1,1
  17. 17. Cliente, Se veraneio(2008) Comercial (Se PBO) Industrial (Se PBO) Variação da receita média anual (%) TUSD: 11,6 Total: 6,7 TUSD: -6,6 Total: -2,7
  18. 18. Encargos ref. a TUSD, acréscimo/desconto anual <ul><li>Se Típica: </li></ul><ul><ul><li>Resultados similares; </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Desconto médio anual: 1%; </li></ul></ul></ul><ul><li>Se Veraneio: </li></ul><ul><ul><li>Clientes sem relação com o turismo/veraneio; </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Descontos anuais de 2 a 7%; </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Clientes relacionados ao turismo/veraneio: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Acréscimos anuais de 10 a 12%. </li></ul></ul></ul>
  19. 19. <ul><li>Objetivo: alcançado; </li></ul><ul><ul><li>tarifação mais equilibrada; </li></ul></ul><ul><ul><li>rateio socialmente mais justo dos custos de infra-estrutura; </li></ul></ul><ul><li>Aplicável a qualquer região: </li></ul><ul><ul><li>Com ou sem variação sazonal da carga; </li></ul></ul><ul><ul><li>Penalização efetiva apenas onde a flutuação do uso produz efeito negativo na infraestrutura; </li></ul></ul><ul><li>Sinal tarifário, favorecendo a linearização da carga máxima mensal. </li></ul>Conclusões
  20. 20. Agradecimentos <ul><li>Programa de P&D da CELESC D; </li></ul><ul><li>ANEEL. </li></ul>
  21. 21. Obrigado .
  22. 23. Carga em região típica Carga máxima, Se TJS, Trafo TT2, 2008-2009 Mínima: 0,8 pU Máxima: 25% da mínima Variação: +- 10% da média
  23. 24. Carga em região litorânea de veraneio Carga máxima, Se INE, TT1 e TT2, 2008-2009 Mínima: 0,3/0,4 pU Máxima: 150% da mínima Variação: +- 45% da média
  24. 25. Carga em região litorânea de veraneio Carga máxima, TT1, Se PBO, 2008 Mínima: 0,4 pU Máxima: 150% da mínima Variação: +- 45% da média
  25. 26. Receita TUSD como medida de uso do sistema – Típico Se RCO, Trafo TT5, 2008-2009
  26. 27. Receita TUSD como medida de uso do sistema – Veraneio Se INE, Trafo TT2, 2008-2009
  27. 28. Receita TUSD como Medida de Uso do Sistema – Veraneio Se PBO, Trafo TT1, 2008-2009
  28. 29. Metodologia proposta
  29. 30. Metodologia proposta
  30. 31. Resultados – Sistema elétrico Variação na receita anual TUSD, por Se, 2008 Max: PBO 6,48% Min: CCI -0,86%
  31. 32. Resultados – Sistema elétrico Variação na receita TUSD mensal, para Ses, 2008 Veraneio/Litoral: INE e PBO Típica: RCO e CCO Turismo/Inverno SJM
  32. 33. Resultados – Cliente, Se típica Residencial não veranista, Se CCO, 2008 Variação da receita média anual (%) TUSD: -1,0 Total: -0,5
  33. 34. Resultados – Cliente, Se típica Comercial, Se CDR, 2008 TUSD: -1,2 Total: -0,7 Variação da receita média anual (%)
  34. 35. Industrial (Se RCO) TUSD: -0,8 Total: -0,3 Variação da receita média anual (%) Cliente, Se típica (2008)
  35. 36. Resultados – Cliente, Se veraneio Residencial não veranista, Se INE, 2008 TUSD: -1,9 Total: -1,1 Variação da receita média anual (%)
  36. 37. Resultados – Cliente, Se veraneio Residencial veranista, Se INE, 2008 TUSD: 9,8 Total: 5,3 Variação da receita média anual (%)
  37. 38. Comercial, Se PBO, 2008 TUSD: 11,6 Total: 6,7 Variação da receita média anual (%) Resultados – Cliente, Se veraneio
  38. 39. Industrial, Se PBO, 2008 TUSD: -6,6 Total: -2,7 Variação da receita média anual (%) Resultados – Cliente, Se veraneio
  39. 40. Resultados – Cliente, Se veraneio Residencial morador com veranista, Se INE, 2008 TUSD: 14,5 Total: 8,0 Variação da receita média anual (%)

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