17.ago ametista 14.15_324_light

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17.ago ametista 14.15_324_light

  1. 1. Avaliação hidrodinâmica e térmica de alternativas tecnológicas para mitigação de incrustações em trocadores de calor de hidrogeradores<br />1<br />
  2. 2. Equipe<br /><ul><li> José Rodrigo da Costa Azevedo Neto
  3. 3. Prof. MaurícioNogueira Frota
  4. 4. Sergio L. Braga
  5. 5. EpifânioMamani
  6. 6. Juan José Milon
  7. 7. Jaime Mamani</li></li></ul><li>Usina de Fontes Nova<br />
  8. 8. Sistema de adução <br /> Usina Fontes Nova<br />
  9. 9. Reservatório de Lajes<br />
  10. 10. Necessidade do projeto<br />Redução do número de paradas anuais dos Geradores da Usina Fontes Nova para limpeza dos Resfriadores de Ar<br /> Maior Disponibilidade<br />do Gerador ao Sistema<br />Redução dos custos <br /> de manutenção<br />
  11. 11. Depósitos sólidos nos Resfriadores de Ar do Gerador<br />O problema.<br />
  12. 12. Incrustações<br />
  13. 13. Alternativa tecnológica para avaliação de aplicabilidade<br />Proposta do Hidroflow- Incrustação zero? Eficiência ?<br />
  14. 14. Material analisado<br />Análisesbiológicas do biofounling<br />UNIRIO (Grupo de Pesquisa da Prof. Dra. Christina CasteloBranco)<br />Foto 10: Filamentos de cianobactérias<br />Foto 9: colônias de cianobactérias e algas clorofíceas e detrito amorfo<br />
  15. 15. Queequipamentoanalisar? <br />Resfriadores de óleo dos Mancais<br />Facilidade de acesso e intervenção<br />
  16. 16.
  17. 17. Projeto (MonitorarPressões, Temperaturas, vazão de água)<br />SP: Sensor de pressão<br />ST: Sensor de temperatura<br />CT: Conversor de temperatura<br />
  18. 18. Sistema de mediçãodesenvolvido<br />
  19. 19. Mediçãode vazão<br />Fabricaçãodos bocaisASME<br />
  20. 20. Bocal ASME (padrão) <br />montado c/sensores<br />
  21. 21. Sistema de sensoresmontados<br />
  22. 22. Fundamentos do escoamento<br />em dutos<br />Escoamento Turbulento<br />
  23. 23. Fundamentos da Dinâmica <br />de Fluidos: Queda de pressão em dutos<br />
  24. 24. Queda de pressão em Trocadores<br />de Calor tipo Placas<br />1.<br />2.<br />O número de Reynolds é maior que 1000 (escoamento turbulento), então f =cte <br />
  25. 25. Efetividade de trocadores<br />de calor(placasverticais)<br />Reynolds > 1000 (escoamento turbulento), então f =cte <br />
  26. 26. Instalação do HydroFLOW<br />Modelo P-160, 85 cm de altura e 6 kg <br />Ф: 160 a 200 mm; Corrente alternada (32 a 92 mA) <br />90 a 260 VAC/47-63 Hz<br />Junção de sais bi-polares da água, os íons dos depósitos e resíduos são polarizados pelo efeito do campo elétrico alternado induzido.<br />
  27. 27. operação com <br />hydroFLOW<br />operação sem<br /> hydroFLOW<br />10 mai a 11 ago <br />19 fev a 08 mai<br />79 dias<br />Dias de teste <br />Comparativo 1<br />Experimentos realizados : 3<br />Comparativo 1<br />Experimento # 3<br />Experimento # 2<br />Experimento # 1<br />operação com <br />hydroFLOW<br />até 22 dez<br />23 set a 10 nov<br />94 dias<br />91 dias<br />
  28. 28. operação com <br />hydroFLOW<br />operação sem<br /> hydroFLOW<br />10 mai a 11 ago <br />19 fev a 08 mai<br />79 dias<br />Dias de teste <br />Comparativo 2<br />Comparativo 2<br />Experimento # 3<br />Experimento # 2<br />Experimento # 1<br />operação com <br />hydroFLOW<br />até 22 dez<br />23 set a 10 nov<br />94 dias<br />91 dias<br />
  29. 29. Manutençãoprévia<br />
  30. 30. Efeitodo biofouling<br />no sistema de medição<br />
  31. 31. Comparativo 1: Hydroflowinstaladoemtubulaçãosecundária<br />
  32. 32. Comparativo de variação da Vazão mássica<br />Hydroflow ligado<br />Hydroflow desligado<br />
  33. 33. Comparativo de variação de pressão/vazão²<br />Hydroflow desligado<br />Hydroflow ligado<br />
  34. 34. Comparativo de variação de Efetividades<br />Hydroflow ligado<br />Hydroflow desligado<br />
  35. 35. Comparativo 2: Hidroflow no tubo de alimentação principal<br />
  36. 36. Comparativo de variação de Vazão mássica<br />A – Hydroflow ligado<br />B – Hydroflow ligado<br />A – Hydroflow desligado<br />B – Hydroflow desligado<br />
  37. 37. Comparativo de variação de Pressão/vazão²<br />B – Hydroflow desligado<br />A – Hydroflow desligado<br />B – Hydroflow ligado<br />A – Hydroflow ligado<br />
  38. 38. Comparativo de variação de Efetividades<br />A – Hydroflow ligado<br />B – Hydroflow ligado<br />A – Hydroflow desligado<br />B – Hydroflow desligado<br />
  39. 39. Conclusões<br /><ul><li>Os experimentosatingiramseuobjetivo. Verificou-se que a propostatecnológicareduziu a formação de depósitos.
  40. 40. A posiçãode instalação do equipamento e a potênciamostraram-se variáveiscríticaspara um melhordesempenho.
  41. 41. O Sistema de mediçãodesenvolvidomostrou-se eficazparaavaliar a efetividade de trocadores de caloremusoemUsinasHidrelétricas. </li></li></ul><li>Desdobramentos do Trabalho<br /><ul><li>Estudarparâmetroscríticosrelacionadosaoposicionamento e potência do HydroFLOWvisandomaximizar o seuefeito.
  42. 42. Desenvolverprocedimentosexperimentais de controle do escoamento (repetitibilidade).
  43. 43. Estudar as águas e resíduoscomoestratégia de entendimento do complexomecanismo de formação do biofouling.
  44. 44. Desenvolvimentode Software paraMonitoramento da eficiência dos Resfriadoresde Ar.</li></li></ul><li>Muito obrigado pelasuaatenção!<br />Jose Rodrigo da Costa Azevedo Neto <jose.rodrigo@light.com.br><br />MaurícioNogueira Frota <mfrota@puc-rio.br><br />

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