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Utilizado para amarrar cabos de retenção e espias. 

 

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Útil para rebocar objetos cilíndricos. 

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VOLTA DA RIBEIRA
LAIZ DE GUIA

LAIZ DE GUIA DE CORRER...
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Manual de nós (bombeiros 2)

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Manual de nós (bombeiros 2)

  1. 1. uNós» _J , 3 INDICE l I-INTRODUÇÃO . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . 2 , g 3 II-HISTÓRICO . ... ... ... ... ... ... . . . . .. ... ... ... . . 2 a l m - CARACTERÍSTICAS . ... ... ... ... ... ... ... ... . . , IV-DEFINIÇÕES. ... _ . ... .. . ... ... ... . . .- . ... 3 v - PERDA DE CARGA NO NÓ . ... ... ... ... ... ... .. . . 'P v1 - TIPOS DE Nós, .. ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . , l - Nós na extremidade de uma corda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . t 2 - Nós para emendar cordas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 . 3 ~Nós para fixar cordas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . f, ll 14 ' . 4 - Nós para encurtar ou reforçar cordas . . . . . . . . . . . . . . . . -. g - 5 - Nós para formação de alças ou assentos . . . . . . . . . . . . . . . . 16 VII-CONCLUSÃO . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. J 21 '
  2. 2. ajvós» I - INTRODUÇÃO O estudo dos nós poderia consumir nosso tempo por uma vida inteira, e, ainda assim, bem provavelmente, não conseguiríamos deciiiá-los todos. Afinal, pelo menos três mil e novecentos acham-se registrados. Desses, a grande parte são derivações ou variações de alguns mais conhecidos, que estão reduzidos a um universo de aproximadamente trinta. Por outro lado, o número de nós utilizados pela espeleologia, alpinismo e mesmo nos serviços de Bombeiros, vem sofrendo uma gradativa redução. Essa ocorrência deve-se ao avanço tecnológico dos equipamentos para trabalho em altura. Entrementes, ao Bombeiro, como profissional de salvamento, é indispensável o domínio do conhecimento dos nós mais utilizados, pois, nem sempre é possível contar com o equipamento adequado para cada situação, seja durante o próprio trabalho, o deslocamento para ele ou no cotidiano de seu convívio familiar. ' II - HISTÓRICO Na mitologia Grega, tornada universal no mundo Romano, a vida era o ño que Cloto iiava, Láquesis dobrava e Auopo cortava. No ño da vida o nó representava a interrupção, o obstáculo. Nas feitíçarias e carimbos, os ños de algodão simbolizavam a vida humana e os nós atados pelos “ estres” diñcultavam o curso feliz da existência. ” O que seria das belas construções da antigüidade, como as pMmides, se não houvessem cordas e nós bem feitos para possibilitar a elevação dos grandes blocos de pedra? Talvez, nem mesmo as catedrais pudessem contar com seus sinos e relógios nas torres não fosse possível efetuar um íçamento. . Se ainda assim a utilidade de tal conhecimento parecer distante, basta que experimentemos amarrar o cadarço de nosso calçado sem que saibamos confeccionar qualquer nó. Nos serviços. de Bombeiros, a maioria dos nós que utilizamos , são adotados 011 foram criados pela Marinha do Brasil. Isso devido aos trabalhos de marinheiro, Ou obra5 de marinheiro, que compreendem os diferentes trabalhos de bordo pelos quais as lonas e os CabOS se prendem, são emendados, ou se fazem fixos, ou ainda, são preparados para q uer aplíca9ã° PVC-oq
  3. 3. HI - CARACTERÍSTICAS Considerando as múltiplas confecções e formas de aplicação destacamos algumas características que devem ser comtms a todos os nós: a. ser fácil de fazer: um nó deve ser tão simples de modo que possa ser feito no escuro, em qualquer posição e até mesmo como uma só das mãos; b. apertar sempre que submetido a tensão: não se concebe que um nó se añouxe durante o uso; ao contrário, ele deve apertar à medida que aumenta a força sobre si; c. ser seguro: todo nó reduz a capacidade de carga suportada pela corda. Assim, é preciso ter noção da carga nominal desta corda e o percentual perdido com ele. Além disso, não deve haver a minima possibilidade de que ele se desfaça durante o trabalho; e d. ser fácil de desfazer: uma vez terminada a tensão sobre a corda, o nó deve oferecer facilidade para ser desfeito, de modo que rapidamente o material esteja apto para novo uso. IV-DEFINIÇÕES I a. Nós: do ponto de vista dos trabalhos em altura, nada mais são que as posições às quais submetemos a corda. , fitas e retínidas, com finalidades específicas. Poderíamos dizer também que são os diferentes entrelaçamentos feitos à mão e pelos quais os cabos se prendem pelo chicote ou pelo seio. b. Volta: caracteriza-se por uma corda passando ao redor de um objeto sem morder ou fazer qualquer nó, podendo ser desfeita com facilidade. Sendo uma única volta, tem o nome de volta singela; se forem duas ou mais, serão voltas redondas. c. Ponta: é extremidade de uma corda. d. Chicote: trecho da ponta da corda utilizado para fazer o nó. e. Laço: formado pelo nó confeccionado corn alça. f. Cabo solteiro: pedaço de corda que está à mão para uma aplicação imediata. g. Vivo: o chicote sob tensão de um cabo solteiro. h. Coca: torção da corda. i. Alça: parte da corda sem o chicote, também chamada de seio. j. Alma: parte estrutural interna de uma corda.
  4. 4. k. Falcaça: meio pelo qual se evita que o chicote de uma corda se destie ou descoche. Consiste em dar, na corda, voltas redondas com um cordim, em número arbitrária, de tal forma que a falcaça tenha, em geral, o diâmetro da corda. V - PERDA DE CARGA NO Nó (%) Qualquer nó, volta ou costura jamais será capaz de assegurar a carga nominal de uma corda. O motivo disso é relativamente simples; no vivo a carga é uniformemente distribuída pelos cordões, enquanto no nó, há dobras e distorções que sobrecarregam disformemente esses mesmos cordões. Dependendo do tipo de nó e corda, o percentual de perda na resistência pode chegar a 60%. Por isso, um esforço de tração demasiado exercido sobre a corda leva, na quase totalidade das vezes a um rompimento no ponto de amarração. Existem nós que, por possuírem curvas menos acentuadas, não sacriíicam tanto a estrutura da corda. Vale lembrar, que um esforço contínuo, sacriñca menos a estrutura (alma), do que um esforço de impacto. Tomando por base mna corda seca e nova, a Columbían Rope Company, Aubum, New York, E. U.A. , realizou experiências que apontaram os seguintes resultados: Âíl í Éí Volta de ñateixa Volta da ribeira Volta redonda e dois cotcs Lais de guia Volta de fiel Nó de escota Nó direito í Tí
  5. 5. vr - TIPOS DE NÓS Passaremos agora a estudar os nós. Certo é, porém, que apenas os mais usuais , serão abordados dada a vasta gama existente. Vale lembrar que a habilidade na confecção de qualquer nó requer constante treinamento e manuseio de uma corda ou mesmo de um cabo solteiro. Uma vez hábil, a pessoa precisa conhecer a destinação, ou seja, a finalidade de cada nó. Como forma de sistematização desse estudo e também para um aprendizado mais t didático, dividiremos os nós em cinco grupos a saber. l - Nós na extremidade de uma corda; 2 - Nós para emendar cordas; j 3 - Nós para ñxar cordas; i 4 - Nós para encurtar ou reforçar cordas; e 5 - Nós para formação de alças ou assentos. i A seguir passamos a examinar cada um desses grupos e seus respectivos nós. l - Nós na extremidade de uma corda 1.1. Meia volta ou Nó simples: É certamente o mais simples de todos os nós. É usado para prevenir escorregadas das mãos ou roçadas temporárias, ou mo, como base ou parte de outros nós. Também pode ser utilizado para evitar que um chicote descoche. 1.2. Volta do fiador: Também é conhecido como Figura de oito ou simplesmente Oito, ou ainda P01' Alemão. Do ponto de vista prático, sua utilização é restrita Em geral, é utilizado para evitar 0 desñamento da ponta de uma corda. Utilizado também por montanhístas para unir duas cordas (nó em oito duplo).
  6. 6. «a Abaixo é possível observar 0mm utilidade para o nó de íiador, porém utilizado de maneira dupla, sendo conhecido nesse caso como “Double-Eígth”. 1.3. Cote: É uma volta singela em que uma das partes da corda morde a outra. Não deve estar sujeito a esforço, mas apenas rematar outros nós. Pode ser usado numa sobreposição de voltas síngclas, conforme pode ser observado abaixo. 1.4. Nó de Frade: Este nó é usado para criar um tensor na corda. Pode servir para parar uma roldana ou auxiliar na subida de uma corda como nó de apoio. Também pode ser usado para 3 transmissão de código morse.
  7. 7. 1.5. Nó de ramo: Esse nó consiste na sobreposição seqüencial de meias voltas intercaladas utilizado para auxiliar a subida em uma corda. Além de ser feito com meias voltas, também pode ser feito com voltas do fiador. (incluir ñgura) 1.6. Nó de Corrediço: Forma uma laçada ajustável, que pode ser utilizada para atar objetos sob pressão constante, amarrar animais e como base para outros nós. 1.7. Volta Redonda com Dois Cotes: Este nó é bem útil. Serve para amarrar uma corda a um mastro ou Veiga e também a uma argola apertando-o. O importante é fazer o cabo dar duas voltas em tomo do mastro para segurar bem apertado. Após, o chicote faz uma volta do fiel em tomo do vivo da corda. 1.8. Nó de Fita: Para juntar as duas pontas de uma fita, o nó de lira é o ideal. Ele consiste simplesmente num nó simples numa ponta da fita, percorrido em reverso pela outra ponta. SC 0 nó é permanente, pode-se ñxá-lo com alguns pontos de linha de nylon, pois com o usoxele perde
  8. 8. que usamos para amarrar os sapatos a forma, ou afrouxa e aponta escapa, desmanchando-se o nó. Pelo menos 4 a 6 cm de ponta de fita devem íicar sobrando dos dois lados. 2 - Nós para emendar cordas 2.1. Nó direito: É o nó usado para emendar cordas com o mesmo diâmetro. Neste nó, quando usadas cordas com diâmetros diferentes, ele se desfaz. 0 nó direito é composto de duas meias - voltas passadas uma pela outra, a segunda sendo feita no sentido inverso ao da primeira. Os dois chicotes voltam ao lugar paralelamente ao vivo de suas cordas, fazendo o nó parecer perfeitamente simétrico. 2.1.1. Nó Direito Alceado Como o Nó Direito simples é utilizado para rmir cordas da mesma espessura, porém possuí uma alça que desata o nó quando puxada. Geralmente é usado quando o nó direito não é permanente e precisará ser desfeito mais tarde. 2.1.2. Nó Direito Alceado Duplo É o nó direito com as pontas dobradas, para ser desfeito com facilidade; é o 116 . uma "'---~~r~›"-'M do . . _. __. .;zgl. PM
  9. 9. O nó direito tem algumas variedades, conforme pode se ver abaixo: 2.1.3. Nó Direito Cego Esquerdo: Sua única diferença está no fato de que seus chicotes ñcarn em lados opostos. 2.1.4. Nó Torto: É o nó que comumente as pessoas chamam de nó cego. É utilizado para emendar cordas de bitolas diferentes. Apresenta dificuldade para ser desfeito. 2.2. Calabrote: Nó muito eficiente e muito harmônico e que dispersa bem as forças e send0 retirada a tração podemos desfazê-lo com certa dificuldade.
  10. 10. 10 2.3. Nó de pescador: Como o nome o indica, é o nó usado pelos pescadores para emendar suas linhas ou redes de pesca, portanto para unir cordas linas e tios ou barbantes, pois é muito seguro. Serve também para unir duas cordas molhadas ou escorregadias. Para faze-lo, junte as duas cordas, lado a lado, com as extremidades em direções opostas. Dê mn nó simples em uma extremidade, apanhando o corpo da outra corda; abandone esse pedaço e faça trabalho idêntico do outro lado. Depois, puxe as partes fixas das cordas, fazendo os nós se aproximarem e se adaptarem bem, um ao outro. Se isso não acontecer, você deve ter errado ao dar a volta de um dos nós. Observe maiores detalhes nas íiguras. 2.3.1. Nó de Pescador Duplo: Mais seguro que o pescador simples, porém, com o mesmo princípio ao ser confeccionado. 2.4. Nó de Escota: Este nó serve para unir duas cordas de diâmetros diferentes ou para prender uma corda numa volta ou argola. E o que usamos também para prender a bandeira na adriça. Joséharlas dá Silva. .Filho
  11. 11. ll 2.4.1. Nó de Escuta Alceado: Mesma utilidade do escota, só que mais fácil de desatar. É Bem mais utilizado para prender bandeiras na adriça. 2.4.2. Nó de Escota Dobrado: Ê apenas mais rnna variação do nó de escota. 3 - Nós para lixar cordas 3.1. Volta do Fiel: Este nó é usado para amarrar uma corda sobre um ponto fixo, quando está previsto esforço (tensão) para ambos os lados do nó. Não deve ser usado se apenas uma parte for solicitada, porque assim este nó pode escorregar perigosamente. Dar uma primeira volta com o chicote em torno do ponto lixo, passando por baÍXQ do vivo da corda; uma segunda vota por cima da primeira, passando a ponta do chicote sobre SÍ-E preciso apertar este nó para alcançar o resultado adequado. «
  12. 12. 12 3.1.1. Volta do Fiel Duplo: Utilizado para amarrar cabos de retenção e espias. 3.2. Boca deLobo: É um dos nós mais utilizados para unir anéis de rita ou corda e fixar os mesmos diretamente nos pontos de ancoragem. Reduz 50% a resistência das cordas. É umnóblocantqeconsisteernmrolarmnacordañnaemespiral aoredorda cordaprincipal, deescalada, desegurança, ou deresgate. Semnaforçaoupeso éaplicadaaonó, as voltas se apertam, num efeito constritor que pelo atrito, impede que o nó deslize pela corda. Tirando-se a tração, o nó se afrouxa e pode ser dãltxtado ao longo da corda. Sendo um nó de tiicção, de atrito, em que o coeficiente de atrito depende tanto da relação de diâmetros das duas cordas, como do número de voltas que a espiral faz ao redor da corda-guia. Se o número de espirais for muito grande, ou o diâmetro da cordinha muito pequeno, o atrito é muito grande, e toma-se dificil afrouxar o nó e desliza-lo quando se deseja. Inversamente, se o diâmetro da cordinha do blocante é quase igual ao da corda, ou o número de voltas é insuficiente, a superficie de contato se reduz, o atrito é minimo, e o nó acaba não segurando, quando sob tração. Para cada nó blocante há uma certa relação diâmetro/ voltas que oferece o atrito ideal. Em geral, as cordinhas usadas têm um diâmetro entre metade e 2/3 da corda-guia. Para cordas com 10 a 12 mm de diâmetro, cordinhas de 5 a 7 mm são indicadas- José' ' “V” m”
  13. 13. 13 3.4. Volta da Ribeira: Útil para rebocar objetos cilíndricos. É muito usado para prender uma corda num mastro, viga ou árvore e também para arrastar troncos ou peças pesadas. Quanto mais se puxa o cabo, mais ele aperta e segura. Observe, na figura, que a extremidade da corda dá uma volta sobre seu vivo e é enrolada sobre ela mesma. 3.5. Chaminé: É mn nó muito simples, de fácil execução e de ótima serventia quando o objetivo é efetuar uma tração paralela com atrito em outra corda. Quando dado em outra corda é melhor que o nó Prússico. Porém, se o objetivo é envolver objetos cilíndricos de grande diâmetro, aquele , é melhor. (incluir figura) 3.6. Safa Cabo: É uma amarra que permite fixação da corda a um ponto de ancoragem de forma a permitir sua posterior recuperação. (incluir figura) 3.7. Nó de Fateixa: É o nó que se faz para ñrrnar uma corda em uma barra, para amarrações firmes, ou para prender a fateixa, que é âncora pequena como argola O nó consiste em uma volta redonda com cores, passando o primeiro por uma volta, para não apertar.
  14. 14. 14 Usado para unir um cabo à uma estaca, por exemplo, o cabo da barraca ao espeque 3.8. Nó UIAA: Com a mesma conñguração inicial da volta do fiel, o nó de segurança dinâmica UIAA é um nó deslizante, de atrito, para ser usado com mosquetão (sempre de rosca), passado este por um ponto de ancoragem. Ao invés de passar as laçadas uma por trás da outra, o nó é dobrado, como um livro fechando, e ambas as voltas passadas pelo mosquetão. Uma volta passa por dentro do nó, outra por fora. Puxando ora uma, ora outra ponta, o nó estoura para um lado ou outro do mosquetão (mosquetão largos são por isto mais recomendáveis). O nó é portanto simétrico, capaz de ser usado nos dois sentidos, para dar ou recolher corda. Quedas violentas, cordas extremamente dinâmicas podem ser travadas com este nó, com apenas uma mão, sem queimá-la, deixando correr-um minimo de corda_ th¡ ~ t¡ 17H 4 - Nós para encurtar ou reforçar cordas: 4.1. Catau: O nó catau permite encurtar temporariamente uma corda. Devemos fazer uma alça e deita-la sobre o vivo da corda. Com o vivo da corda enlaçar a alça grande, passando a ponta por dentro da alcinha formada. Com o chicote da corda, proceder da mesma fomra sobre a alça que ficou pendurada. Se este nó for ficar em serviço por muito tempo, é preciso esganar as extremidades para impedir que o nó desmanche, se a tensão for aliviada. w m-vw-nnmam-rav-W-'m' m w p . n.
  15. 15. ._, -__, _r_, .. .à . 15 4.1.1. Catau de Tração ou Nó Carioca: É mais do que um nó. Também é um verdadeiro duplícador de força. Uma das vantagens é poder esticar a corda e prendê-la sem perder tensão ao ñnalizar a amarra. Contudo, sem conhecer o nó Carioca, sua amarração perderá tensão e a corda vai afrouxar-se na hora de sua finalização. Este nó também é conhecido pelo nome de “nó de caminhoneiro" por ser muito usado por esses proñssíonais para prender cargas em seus caminhões. O desenho abaixo exempliñca passo a passo como ele pode ser feito. A 8 C l 1 O Nó Carioca só pode ser utilizado com cordas de diâmetro considerável- Digamos com o diâmetro de uns 15mm ou mais. Com cordas fmas não funciona porque a volta ; a formada em "C" se desfaz facilmente. Mas há uma variante, cuja desvantagem e ' em desfazer ' o nó de correr caso muita tensão for aplicada ao cabo.
  16. 16. 16 A B í '= 5%* 4.2. Nó Enfardador Nó utilizado para esticar um cabo. Prende um cabo a um estai (Ribeira) e em seguida, no outro estaí, faz-se um S na corda colocando a ponta do S virado para o lado onde foi feito a Ribeira, fazendo-o um cote, do outro lado, ficará com uma alça. Pega-se a ponta da corda e dá-se uma volta sobre o ponto de ancoragem, esticando-a e voltando sobre esse mesmo ponto e dando na corda vários cotes. 4.2. Corrente: r E uma forma utilizada para encurtar a corda, sendo muito usual por caminhoneiros. Consiste em justapor vários nós Corrediços. Contudo, se a corda for utilizada quando acondícíonada dessa forma, terá sua resistência em muito aumentada. (incluir figura) 5 - Nós para formação de alças ou assentos: 5.1. Nós para formar uma alça: 5.1.1. Lais de Guia: x. " . ,,. ,.. w-w. ,.. "mr-win -. ..¡py. .., ,.»-, /hq-; v-tn M. . .
  17. 17. j 17 l É certamente um dos tipos de nós mais úteis. É fácil de ser feito, é muito forte, não corre e não fica apertado sob tensão, sendo possível solta-lo, se necessário. Para fazer o lais de guia faz-se uma alça com o vivo da corda, passa-se a ponta da corda por dentro da alça, e, em seguida, por nas do vivo, voltando por dentro da alça e apertando o lais de guia que se formou. Se o lais de guia for servir durante muito tempo ou se for feito com um cabo muito escorregadjo ou liso, é aconselhável esganar-se o chicote no seio do nó. Útil em resgates, pois forma uma alça que não aperta sob esforço. @Êd 5.1.2. Azelha: Formado com um nó superior na linha dobrada na curva. É um nó rápido e simples, completamente seguro e sua laçada serve como uma fenda, utilizado quando se quer l içar qualquer objeto volumoso. 5.1.3. Borboleta ou Borboleta Alpina: Cria rapidamente uma alça segura, que não corre, quando não se tem acesso 85 pontas de uma corda. Muito usado no alpinismo e montanhismo. Tanto na confecção quanto 113 aparência e na utilidade, é muito parecido com o nó de Amêz.
  18. 18. 18 (incluir ligura) 5.1.4. Nó de Maringa: , Um nó especial para amarrar nos gargalos de garrafas ou jarros, de grande utilidade. E seguro e resistente. Para executa-lo, acompanhe os diagramas com atenção, pois embora pareça um pouco complicado, na verdade é muito simples. Primeiro, faz-se uma laçada com dois meios nós e em seguida puxe a duas partes interiores, cruzando-as. Sem deixar que as posições se modifiquem, puxe a parte inferior da laçada, passando-a pela direção da seta. Ao se executar o movimento anterior, duas outras laçadas se formarão na frente e atrás da laçada central. Após, deve-se virar estas duas laçadas para baixo. Então, deve-se introduzir o gargalo do jarro ou garrafas no interior do nó e puxar as duas pontas e a laçada, ajustando-o corretamente. 5.1.6. Oito Dobrado (Double-Eight): Esse nó em forma de oito. Pode ser confeccionado tanto na ponta da corda ou no meio dela. O oito guiado pode ser usado para prendê-lo a qualquer ponto nas ancoragens, para amarrar qualquer coisa à corda, para se fixar direto à cadeirinha. Nesse caso, pela ponta da corda. Por ser à prova de falhas, o nó em oito é mais recomendável que o lais de guia Com cadeirinha, pela ponta da corda, é necessário ter atenção, fazer o oito em corda simples, passar a ponta livre pelo baudrier, e guia-lo por dentro do próprio nó é uma habilidade que deve se tornar automática, pois coníirnde. Deve-se praticar bastante. 5.1.7. Nó de Arnês:
  19. 19. 19 É o melhor dos nós para alpinistas podendo ser muito utilizado também nos trabalhos de resgate em altura. Não corre nem desliza, mantém sua tensão, não perde sua forma, e move-se em ambas direções. Pode ser usado para fazer içamcnto e também para a fixação de uma outra corda para decida vertical. 5.2. Nós para formar duas ou mais alças: 5.2.1. Balso de Calafate: De maneira bem simples é possível dizer que o Balso de Calafate é um Lais de Guia com uma alça a mais. A forma de confecção é a mesma daquele nó, com uma passagem a mais do chicote pelo seu interior. 5.2.2. Balso Americano: Também é um nó de duas alças, que podem ser facilmente reguladas, de forma que seus tamanhos fiquem igualados. E muito fácil de ser desfeito. Pode ser utilizado para a ancoragem de duas cordas, ou mesmo como uma cadeira improvisada. qr¡ »mn-rm mama! ! -. ,.. .u
  20. 20. 20 5.2.3. Balso pelo Seio: É o nó dado em cordas dobradas, de modo que fiquem duas alças firmes. É usado em casos de salvamento, ficando as pontas da corda livres para o trabalho de descer e guiar o paciente. 5.2.4. Cadeira de Bombeiro: É o nó feito com duas alças amplas, uma para atuar sob os braços e a outra por trás dos joelhos, ficando as pontas das cordas livres para os casos de salvamento, sobretudo de certa altura, em casos de incêndio. O nó ' reforçado por dois cotes laterais, para ñrmá-lo bem. É 5.2.5. Lais de Guia de Três Alças: Usado para retirada de vítimas inconscientes, praticamente deitadas. O nó é confeccionado com corda dupla, começando por uma braçada e meia e executando com a corda dobrada, o lais de guia formando três alças, sendo que a última alça formada tenha aproximadamente 15 (quinze) centímetros a mais que as outras alças. Essa alça mai r é a qu! ? . ..m. ,,, ,a. ..-. mm. r-r -uwww-. ..ra-. ..mmmw Ve. .. . o, . .mt , _ . .,
  21. 21. 21 envolve a região toráxica da vítima; as duas menores envolvem os membros inferiores (uma alça em cada membro) na altura das dobras (articulação) dos joelhos. (incluir figura) 5.3. Assento de Um Nó: Os nós capazes de possibilitar a confecção de assentos serão apenas mencionados nesse capítulo visto que são tratados no capítulo específico de cadeiras. 5.3.1. Cadeira de um Nó: Empregada apenas para uma evacuação rápida ou abordagem. Siga a seqüência dos chicotes do cabo na sua confecção. 5.3.2. Cadeira de vítima: É uma cadeira de confecção rápida aconselhável para abordagens. 5.3.1. Cadeira de Alpinista: É uma cadeira de confecção rápida, porém não é aconselhável sua utilização para abordagens. 5.4. Assento de Dois Nós: Cadeira Japonesa: Tem a mesma finalidade que as outras cadeiras, confeccionada por dois nós direitos e arrematada com cote. CONCLUSÃO: Os nós apresentados são essenciais para qualquer atividade em altura. Contudo, a facilidade para sua confecção somente será conseguida mediante treinamento constante. Assim, é essencial que cada Bombeiro tenha sempre à mão uma cordinha e pratique-os em casa ou no próprio trabalho até tomarem-se automáticos. Seu uso sem hesitações, pode significar para você ou os outros, a diferença entre segurança em suas atividades, ou um convite ao perigo, sem justificativa. nueva-rw' A Vtrrnwtnruv" wñvva-nr-: vnwrwuw-z- 'vwr¡› . _,, ,,, ,, __ _ 7
  22. 22. , . , o: uma. . , “d “S5 MANUAL DE SALVAMENTO TERRESTRE 1 IIS "P WSÍWW ? SOP , bo CAP 11 -ESPAÇO CONFINADO pontos de ancurnem CEIB - CENTRO DE ENSINO E INSTRUÇÃO DE BOMBEIROS 370
  23. 23. MANUAL DE SALVAMENTO TERRESTRE CAP ll - ESPAÇO CONFJNADO "r-n- otoauus. os_ Acwfuro RoLnAm vtcaao o: A 4 CORDA- ' «- nouveau eu #esta tmmuagiâgaggz* RETANGULAR DE AI. . MIN w175i! !! l CORRENTE Lmmaooan. , ; mm na ABERTURA on ans: : s/ a _ . a. Xanana mover. naum¡ 5 i V. .
  24. 24. ESTÁGIO DE SALVAM ENTO COM (ÍORDAS - I/ OZ ANCORAGENS VOLTA DO FIEL VOLTA DA RIBEIRA LAIZ DE GUIA LAIZ DE GUIA DE CORRER TRAPAS PRUSSIK BOCA DE LOBO EMENDAS NÓ DIREITO NÓ DE ESCOTA ( S/ D) NÓ DE PESCADOR DUPLO OITO AL! ;AS p NO AZELHA OITO DUPLO LAIZ DE GUIA NOVE ORELHA DE COELHO TRAçÃO CATAU CADEIRA S JAPONESA AM ERICANA ALPINISTA DE BOMBEIRO BALSOS AMERICANO BALSO CALAFATE BALSO PELO SEIO' BROCANTES PRUSSIK BELONESI MA RCHA RD VOLTAS E NÓS NO DIREITO FALSO NÓ DIREITO NÓ TORTO ESCOTA SIMPLES ESCOTA DOBRADO LAIS DE GUIA (PERDA 50%) LAIS DE GUIA DE CORRER LAIS DE GUIA NA CINTURA VOLTA DO FIEL VOLTA DO FIEL COM VOLTA BOCA DE LOBO PRUSSIK MARCHARD BELONESI TRAPA ( COM SUAS VARIAÇÕES) PESCADOR FIADOR OITO DUPLO ENFIADO NÓ SIMPLES NÓ DE FITA SAFA CABO VOLTA DA RIBEIRA ALGEMA CORRENTE BALSO AMERICANO BALsO CALAFATE BALSO CALAFATE NA CINTURA BALsO PELO SEIO ARREMATE NO TÓRAX CADEIRA JAPONESA CADEIRA DE ALPINISTA CADEIRA AMERICANA CARIOCA( COM SUAS VARIAÇÕES) BORBOLETA (PERDA 50%) AZELHA ( PERDA 50%) SETE OITO DUPLO ( PERDA 45%) NOVE( PERDA 30%) ORELHA DE COELHO NÓ DE BARRACA ATILHO CATAU COM COTE

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