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Marxismo e feminismo: encontros e desencontros

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Marxismo e feminismo: encontros e desencontros

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Curso de extensão "Marxismo Feminista Hoje", ministrado pela Coletiva Marxismo Feminista em abril de 2021 na Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).

Curso de extensão "Marxismo Feminista Hoje", ministrado pela Coletiva Marxismo Feminista em abril de 2021 na Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).

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Marxismo e feminismo: encontros e desencontros

  1. 1. Marxismo e feminismo: encontros e desencontros Curso Marxismo Feminista Hoje Coletiva Marxismo Feminista Profa. Isabella Meucci
  2. 2. Libertação social e libertação feminina: o primeiro encontro Encontros e desencontros da primeira metade do século XX: a classe sem gênero Uma união queer entre marxismo e feminismo O novo feminismo a partir dos anos 1960: gênero como classe e gênero sem classe
  3. 3. A autora e o livro Cinzia Arruzza: tensão criativa entre a filosofia antiga, marxismo e feminismo. Ligações Perigosas (2010) e Feminismo para os 99% (2019). Ligações perigosas como resposta a “O casamento infeliz entre marxismo e feminismo” (1979), de Heidi Hartmann.
  4. 4. Libertação social e libertação feminina Libertação social: final do século XVIII e início do XIX (socialismo utópico, socialismo científico e anarquismo). Libertação feminina: revoluções Francesa e inglesa. Olympe de Gouges e Mary Wollstonecraft. Flora Tristan: o primeiro encontro.
  5. 5. Encontros e desencontros da primeira metade do século XX: a classe sem gênero Inglaterra: as sufragistas que abandonam a classe e o sufrágio feminino como problema para a esquerda marxista. França: os avanços da Comuna e a família como problema para o anarquismo. Alemanha: Clara Zetkin, August Bebel e a organização e emancipação das mulheres. A defesa da família por Ferdinand de Lassale. Rússia: os primeiros anos após a Revolução e o amor livre de Kollontai. A burocratização stalinista e os retrocessos nos direitos. Cuba: a luta das mulheres pela participação na Revolução e os primeiros anos. O Código de Família (1975) e os retrocessos.
  6. 6. O novo feminismo a partir dos anos 1960: classe como gênero e gênero sem classe A origem da opressão, o patriarcado e o capitalismo. A “segunda onda” feminista: diferença e autodeterminação. A Nova Esquerda: efervescência do marxismo. Gênero como classe: Christine Delphy e o feminismo materialista; o feminismo dos “salários para o trabalho doméstico”. Gênero sem classe: o feminismo radical, o femismo da diferença (francês) e a teoria queer.
  7. 7. Uma união queer entre marxismo e feminismo União queer e não mais um casamento por conveniência. O gênero que não é essencializado. A importância da reprodução social da vida. A teoria unitária e a resposta a Hartmann. “Desenvolver uma visão que possa dar sentido às ligações e decifrar a complexa relação entre os vestígios patriarcais que se movem como fantasmas em um mundo capitalista globalizado e estruturas patriarcais que, ao contrário, foram integradas, usadas e transformadas pelo capitalismo exige uma renovação do marxismo. [...] Nesse sentido, interessa saber como a classe e o gênero podem ser combinados em um projeto político capaz de agir evitando dois perigos: a tentação de mesclar as duas realidades fazendo do gênero uma classe ou da classe um gênero, e a tentação de pulverizar as relações de poder e as relações de exploração em uma série de opressões individuais alinhadas lado a lado e relutantes em ser incluídas em um projeto de libertação abrangente” (ARRUZZA, 2019, p.140)

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