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  3. 3. ¿C3 Rutinho Castanho e oy. '7 , . A , ¿_, ¿F iÏRatinhQ Cinzento eram os A > * i v i melhóres amigos. Faziam . i: ¡J tudo Juntos. "7 ‘a ' " #1 "E táo bom ter-te comigo nas minhas aventuras", . , ‘ disse o Ratinho Castanho. É" "Sozinho náo seria táo divertido . " áik‘, / ¿un , ‘ ‘. ¿yk l ‘ k¿ J. , "Tenho muita sorte em i‘ (i, a ‘e ter-te como amigo", disse m i "i . . o Ratinho Cinzento. ‘a a t“ _, i "Nem me atrevería a trepar ! ( - n ‘ 5 ¡ M tao alto sem t1. x x x’ . e I
  4. 4. Eles iam a todo o lado » f‘ , Íuntos e olhavam i‘ sempre um pelo 5 j i 4 i 5 li partilhavarn tudo, _ até os uf‘ Í, / l maiorcs scgrcdos c os i222 H i * sonhos cspcciais. M M
  5. 5. Uma noitie‘. estavam os deis. amigos a planear a sua próxima aventura, quando viram uma brilhante estrc| a cadente a cruzar o céu e a cair no lago.
  6. 6. i) ¿lpFCSSUll-SL‘ ¿l (iCSk (‘Y U IHÜHIK‘. "¡Í 1mm [Ískrviu (iUs l)L'. L'iU. i su IHIHUZ] t‘ "Ándu". uluuiiou vic. "Vamos (iv barco u Ralinluu (Éqqanin). "Sv u cm nnlrurlnus. y _ Pd“ m) al)ilil()lvr ! "“i"'““-‘ ¡""1" ""7 ‘i*“‘". ‘"> "O utminiu) I-l-o-d-u ¿nó uu Iago? " ¿ . ‘ ‘- )t‘I‘. *_'L1l1I0ll() RalmÍm (JIIZCHH). k'()l'l'vll(i() , v , Í » u- y "f allïts‘ (¡visa Íxxo c mulln ¡vcngosnÏ ‘ la‘ J , k R’ _/ ‘ ‘ . “ " .1 ,4 Í o ( f, V l J >‘ Í, g. ‘_ Ü / " rx « l J | ‘_l ¡ . . '« x ‘i É lfh __: hi 5 L». t. _ " x. n» t. k 1 x _-— / __: __ ' I ,5" v ‘ ‘ ‘ k. h, ¡‘Z . . ‘ s , . t ¿__‘_1/ l) ñ “: ‘ i “
  7. 7. fMasquandql vaepfii ' . ' i" i- dorimjáokaunïvayfcastanhó _- ' - '_ -. '_ _ estava a empurrar o barco para a águá. r) "Temos de nos despachar! " ' . _ . . ' _' disse ele. "Para chegarmos á i i i estrela antes que alguém a - _ ' ‘ v’ " . ‘?'v'3‘r n ' ' _ ' i. . i‘ . ' f“ encontreL . _ . ._ _ -. v
  8. 8. .2. x Í ,2. L. im. a. mas uaamw e». ax» (.4 u Hu. 3,: 4 4 .3. K u». .m 1 1.. .»« a, a a, wea a ¿a a“ ). .J. ma. .. J. . 4 4 sv «a» «a a» a: «a a» a Í _ . le . xx . xy . xx . ax . le . J. ,. x x . se» .3. «m» .3. «m. » «uma» «a. .. im» a, » m 3 3 3 s). 3 3, 3 ‘A. 3, -i, . fi‘( - AK
  9. 9. .. ¿,—. > "i "Tens a certeza que é seguro? " perguntou / i i‘ " ’ y assustado o Ratinho Cinzento. i 7" ' "i -/ f i” O Ratinho Castanho náo responden. Remava 5 com toda a sua fbrga c pensava qual o desejo que pediría quando encontrassem a estrela. Enquanto desciam o río. a Lua espireitava por entre» ‘a i’ os juncos e Iangavu sombras estranhas á volta deles.
  10. 10. "Vou dcsejar ter uma aventura i ' a’ excitante todos os dias! " disse o t; Ratinho Casianho, remando cada Q‘ . . g, vez com mans Íorqa. Q "li eu vou desejar ler uma 9 despensa mágica. sempre cheia ¡i . . q‘ de hagas c nozes . comcqou a sonhar alto o Ralinho Cinzento.
  11. 11. "N50! N510!" gritou o Ratinho Castanho. ievantando-se num salto. "Só podemos pedir um dcsejo, porque ha apenas uma cstrela! "
  12. 12. "Mas nós precisamos de. - ¡comida para o lnverno! " eacclamou c Ratínho ' Cinzento: batendo ¿om-o pé. "Eu vi a estrela ipriunciror" responden zangado o Ratínho CastanhoÏE por isso - o descio é meu! " Enlrcianto. com os ratinhus i i pcupados na sua discussño. o barco balanguu. gírou para um lado. rodou para o outro. até que . . .
  13. 13. e v): e N. v-¿‘y v V v 3 ‘ f l p F ¡Í i} ‘J i ‘ i ‘er x‘ A J ,1 , é’ “‘ 5C 7" ’ "¿'- C . | - k w . . . de repente. embateu contra " os juncos e parou. Os ratinhos olharam em volta. Estava muito; escuro! "Será aqui que vivcm os Monstros do Rio‘? " sussurrou o Ratinho Cinzento, a tremer. ü in‘:
  14. 14. (i) Rulinim (‘inn-nm . a¿4.u'i'nuwc un umigu, ¡‘isunxï¿iiglllnaetvimt¿xIncv)1‘—xv¡Mimix-inn dns iumusÏ "Oh. [Liniiitiliull'iL'. ti. lhAilLlIl1 . .‘li| () (‘HID u susto. i'i, >I¿l'¿lII1(iUi* grguuic- Hiilnx ¿l niyxclwft-ic». "O que (- que csïiuw ¿l iu/ ur . u,¡ui‘. "' pu: ¿mmm w >Ul'pI1‘tH(ii(iU n R. l|4)(i()(_‘. lll1[l(), v <1 ‘ e 4 p . A / V‘ } x r“ ‘ - - ’ s _, —’ , v ‘v I . / v v
  15. 15. O. Ratinho Censlanho suspirou de alívio. » e . "Ajuda-nos. por favor. Estamos a procura da lístrcizt (los Deseios que caiu no lago. mas fiuïmos presos! " iiuïïïiï lístreizi dos l)csc¡¿)s'! " pcrgunlou o Rato do Campo entusiasmadr). "Iíu vou (ieseiar ter ' uma cama dc erva nova todos os ns. l‘; ¿lSSiIfl nño precisarei mais (l / O'Y"H
  16. 16. "Ouvi bem? Uma listrela dos Desejos no lago? " coaxou o Sapo aos saltos. vindo do rio. "2 d ' . V. ., . . u vou esejal multas moscas. tantas quantas as que — K, e, . . . . w‘ conseguir comer! la. num y/ J grande salto. cie desaparecen? ¡‘Q4 ‘r l‘ I 1'» ' i " ¿JU a-I i i / v p ‘ _ . - J W A. “ __, _/ í x « R ‘, Ü , » . M t ; , ‘ {í ‘ ¡zu r p. _ “l 5x -3 . a . v“
  17. 17. i "Depressa! Temas de partir! " griiou o Rato do Í i Campo. mergulhando para a água. "N50 podemos deixar que o Sapo ehegue primeiro que nós! " Liberlando o barco dos juncos. o Rato do Campo empurrou-o a nadar. Quando o barco ganhou / balance. ajudado pelo vento e pela corrente. eie subiu a bordo. e lá foram os trés a grande velocidades pelo rio abaixo. 3 ‘Ku
  18. 18. , 51:7’ .1‘ v Mas a con-ente comegou a iicar cada vez mais forte. arraslando o barco de volta em viravolta por entre as rachas. O Ratinho Cinzento agarrou- -se bem e comeqou a pensar na sua caminha queme e confbrtáirel por baixo do velho carvalho. Fui entáo que. ouviram um grande (i ROBITÏ "o R o B I T 1
  19. 19. ri . si? o 0-0 i ° o "Olhem. ali. " gritou ele. "O Sapo Íicou preso nas rachas ¡‘emos de o aiudar. " "Lá lerá de ser". resmungonn o Ratinho Castanho. guiando o barco alo. ‘ M, ". *pcs¿tl' de ele querer Iicar . . r com o nossn deseyo só para ele! ’ "O-h-bri-gadu". gagucinu n í Sapo. enquanm o Ralinik) Cinzemo o puxava k para a seguranga i‘ (lO barco.
  20. 20. li lá Íioram 0. guarro, aportados uns Contra os Outros Com o rodopiar do barco. até que, finalmente. a fbrqa do rio acaimou. "Agora é só mais uma curva! " disse o Rato do Campo. ansioso. "li dcpois chegexmos ao lago! " N’ i: -s u» / ;. Q z_ - _) ‘ k. ,_ ‘ ’ s. . ' u i ’, x H , í . ,. - 4 z . i i .1 . . ‘ V _ ¡ , ‘ > . ¡ url . ._. f‘ f. / L? ‘ . ¿F ‘ 4‘
  21. 21. É Flutuamio suavemente. chegaram por Iim ao Iago. i‘: linham uma grande silrpreszn ¿‘l sua espera: milhares x-k de estrctias cintilzmles reluziam e sorriam . . . "¡if/ um i’. (iisse quase sem ioiego o Ratinho Cinzento. k "Assim todos podemos pedir um deseio! " "li tu (it-ves ser o prinneiro". disseram os amigos. ¡‘lle sorríu e pensou com muita lorca. "Desejo". disse ele devagar. "(er sempre bons amigos. como voces! " Todos concordaram. Era o melhor desafio do mundo

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